Bolsonaro e Temer são os culpados pela alta dos combustíveis

Disparada nos preços dos combustíveis começou com Michel Temer que atrelou valor do petróleo ao dólar. Jair Bolsonaro, além de manter essa política, vende refinarias e quer privatizar a Petrobras

Uma mulher ao abastecer o carro notou que o gerente de um posto de combustíveis de Vilha Velha (ES) reajustava o valor do litro da gasolina no exato momento em que ela estava enchendo o tanque. A consumidora teve de pagar R$ 6,17 pelo litro da gasolina e não R$ 6,07, preço que havia sido informada minutos antes. O caso ocorreu no último dia 8, quando motoristas correram aos postos com medo de desabastecimento por causa do bloqueio de caminhões nas estradas federais no estado. 

O que parece surreal, relembrando os anos 1980 quando as maquininhas de remarcar preços nos supermercados não paravam de trabalhar, é o retrato do Brasil de hoje, sob o comando do presidente Jair Bolsonaro (ex-PSL). 

O PortalCUT ouviu especialista para entendar e explicar de maneira simples e direta por que Bolsonaro e Michel Temer (MDB-SP) são os culpados pela alta dos combustíveis.

Antes é preciso entender que o país está refém de um presidente que não trabalha para conter a inflação, em parte causada pelos reajustes constantes dos combustíveis, e ainda tenta jogar a culpa pela incompetência de sua administração acusando os governadores pela alta do produto. Para completar, de forma irresponsável e sem compromisso com os brasileiros, pensando apenas em seu projeto pessoal de poder, incentiva o fechamento de estradas por caminhoneiros, com o apoio de empresários do agronegócio. 

O fato é que tanto Bolsonaro quanto Michel Temer (MDB-SP) são responsáveis pelo litro da gasolina estar custando em média no país, R$ 6,00. Em algumas cidades, o litro da gasolina chega a R$ 7,00. Somente neste ano, de janeiro a setembro, o preço da gasolina subiu nas refinarias 52% e para o consumidor, 39%. Já o diesel nas refinarias subiu 29% e nas bombas o reajuste chegou a 25%.

De dezembro de 2015 a setembro de 2021, a gasolina aumentou em média 65%. Foi de R$ 3,64, em média, no governo Dilma Rousseff (PT), para R$ 6,00 no governo Bolsonaro.

A pesquisadora do Instituto de Estudos Estratégicos de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (Ineep),Carla Ferreira, esclarece, no entanto, que não se pode deixar de levar em consideração a inflação do período. Segundo o Índice de Preços ao Consumidor Ampliado (IPCA/IBGE), no período de 01/12/2015 a 31/08/2021 (setembro ainda não está disponível) é de 32,03%. Ou seja, ainda assim a gasolina foi reajustada acima da inflação.

Entenda as principais causas dos constantes aumentos

Carla Ferreira, explica que a principal causa é a Política de Preços Internacionais (PPI) , que impacta em toda cadeia produtiva e de distribuição da Petrobras.

Foi no governo Temer, em outubro de 2016, cinco meses após o golpe contra Dilma, que foi instituída a política de preços internacionais e iniciado o desmonte da Petrobras, com reflexos negativos para o consumidor até hoje. Bolsonaro nada fez para acabar com essa política, muito ao contrário, faz esforços para privatizar a estatal, o que gerará ainda mais prejuízos aos brasileiros.

Resumindo, Temer criou o “monstro” e Bolsonaro o alimenta com o suor dos brasileiros.

O que é a Política de Preços Internacionais (PPI)  

A PPI consiste em reajustar os preços dos combustíveis de acordo com o valor do barril de petróleo que tem a sua variação no preço internacional, cotado em dólar.

“Com a pandemia em 2020, o preço caiu, mas com a retomada da atividade econômica, o momento é de alta , e o consumidor hoje está pagando mais caro em função do preço internacional do barril de petróleo combinado com a desvalorização do real frente à moeda norte-americana”, diz Carla.

Vendas das refinarias da Petrobras

A Política da Petrobras em diminuir a capacidade de 25% a 30% das refinarias de petróleo, subutilizando o seu funcionamento, vendendo unidades e investindo na extração e venda de óleo cru, abriu espaço para a chegada de empresas importadoras. De 2016 a 2018 o número dessas empresas privadas, nacionais e  internacionais, aumentou no país 30%.

Essa combinação criou um ambiente de pressões para que a Petrobras passasse a praticar então uma política de paridade com os preços de importação. Na prática a Petrobras se concentrou muito mais na exploração e produção e exportação de óleo cru do que no refino e na agregação de valor que o refino traz para esse conjunto de atividades.

“Houve desmobilização da produção nas refinarias, e a Petrobras ao optar por exportar óleo cru abriu o mercado para empresas estrangeiras que  têm interesse em encontrar derivados de petróleo a preços internacionais, por isso pressionam para que essa política seja mantida, pois gera mais lucro para elas”, explica a pesquisadora do Ineep.

A política de preços da Petrobras é um movimento mais amplo. Quando você abre a importação e a venda para o mercado privado, começa o processo de venda das refinarias, que se tornam atrativas para os investidores internacionais- Carla Ferreira

A escalda de preços dos combustíveis

Os altos valores dão uma mostra de como a política de preços internacionais e o desmonte da Petrobras influenciaram no preço final que agora o consumidor paga na bomba do posto de combustível.

Em dezembro de 2015, no governo Dilma os preços médios no país eram:

Gasolina: R$ 3,64

Diesel: R$ 3,31

Etanol: R$ 2,67

Na última semana de setembro de 2016, semanas antes do início da política de preços internacionais, os valores eram os seguintes:

Gasolina: R$ 3,65

Diesel: R$ 3,15

Etanol R$ 2,55

Em dezembro de 2017 sob o governo Temer os preços eram:

Gasolina: R$ 4,10

Diesel: R$ 3,46

Etano l: R$ 2,91

Já na primeira semana de setembro deste este ano no governo Bolsonaro, os preços médios são os seguintes:

Gasolina R$ 6,00

Diesel: R$ 4,69

Etanol: R$ 4,61

*Fonte da Agência Nacional do Petróleo (ANP)

Composição de impostos federais e estaduais nos preços da gasolina e do diesel

Todos os índices de impostos federais e estaduais são fixos. O estadual (ICMS), cobrado sobre a gasolina vai de 25% a 34%, dependendo de cada estado, mas a média fica em torno de 27% a 28%. Os índices sobre os impostos estaduais não são reajustados desde 2019.

Os impostos federais Cide, Pis /Pasep e Cofins equivalem a 11,4%, no caso da gasolina.

Já sobre o diesel o valor da taxação estadual vai de 12% a 25%, e a média fica em 16,2%. Os impostos federais sobre o diesel correspondem a 7%.

Etanol

No caso do etanol seus preços sofreram reajustes, embora menores, em função dos produtores de cana de açúcar, base do combustível, exportarem mais, aproveitando a alta do valor do produto no mercado internacional, o que acaba valorizando o açúcar também no Brasil por ter uma oferta menor.

Outras composições de preços

A gasolina e o diesel que vêm do petróleo têm, além de seus preços em dólar, a inclusão de outros elementos. No caso do diesel entram também no cálculo,  14,2% do biocombustível, que faz parte da sua composição.

Já na gasolina entra na composição, o valor do etanol anidro que equivale a 17,2% do preço final.

Índices da revenda dos postos e da Petrobras

A distribuição e revenda da gasolina correspondem por 9,8% do valor na bomba. A realização da Petrobras corresponde por 33,8% do preço final.

No diesel, a distribuição e revenda correspondem por 9,6% do preço do produto. A realização da Petrobras 53%. O ICMS corresponde a 16,2% e o Cide, Pis/Pasep e Cofins por 7% do valor final do produto.

Fonte: CUT Brasil

Bolsonaro e Adélio – Uma fakeada no coração do Brasil

O documentário Bolsonaro e Adélio – Uma fakeada no coração do Brasil (2021) já se tornou um sucesso de público e de crítica

O episódio em Juiz de Fora que decidiu a eleição em 2018 ainda tem muitas lacunas, mentiras e uma versão oficial que só interessa a Bolsonaro, não ao país. Carlos Bolsonaro precisa ser investigado. É o que o repórter investigativo Joaquim de Carvalho conta neste documentário.

Assista aqui:

Não à Reforma Administrativa de Bolsonaro

Não à Reforma Administrativa de Bolsonaro (2021) Vídeo da campanha contra a reforma administrativa de Bolsonaro que visa destruir os serviços públicos e acabar com a estabilidade no emprego dos servidores concursados.

Servidores públicos protestam no aeroporto de Brasília contra a PEC 32

Servidores públicos de diversas entidades e estados estão protestando nessa manhã, 14, no Aeroporto JK, em Brasília contra a PEC 32. O objetivo do protesto é pressionar os parlamentares a votarem contra a reforma administrativa, projeto do governo Bolsonaro que significa o fim dos serviços públicos no país.

À tarde, as mobilizações continuam e será realizado um grande ato, com concentração no Espaço do Servidor, às 14h, e marcha ao Anexo II da Câmara dos Deputados, às 15h.

Moradores do Bebedouro protestam contra a Braskem

Moradores dos Flexais e Marquês de Abrantes fecham via em Bebedouro e cobram celeridade no processo de realocação das comunidades

Moradores do bairro de Bebedouro estão realizaram um protesto nesta segunda-feira, 13, bloqueando o cruzamento da Ladeira Professor Benedito Silva com a Rua Marquês de Abrantes deixando um grande congestionamento na região.

O protesto cobra celeridade no processo de realocação das comunidades de Flexal de Baixo, Flexal de Cima e parte da Marquês de Abrantes, que também foram prejudicadas com as fissuras e rachaduras causadas pela exploração de sal-gema. O ato foi organizado pelo Movimento Unificado das Vítimas da Braskem (MUVB) e SOS Bebedouro.

As áreas citas já foram incluídas no Mapa de Isolamento Social, em maio deste ano pela Defesa Civil Municipal.

Os moradores se dizem cansados de tanto esperar a Braskem e também reclamam da morosidade dos órgãos públicos, já encaminharam ofício para os órgãos de fiscalização e proteção como o Ministério Público Estadual de Alagoas (MPE/AL) e Ministério Público Federal (MPF) e até agora foi feito.

Redação com Tribuna Hoje

Justiça da Holanda decide que motoristas de Uber são funcionários da empresa

A Justiça do país determinou que os motoristas são funcionários da empresa americana e não trabalhadores independentes

Um tribunal em Amsterdã, na Holanda, decidiu nesta segunda-feira (13) que os profissionais são empregados da companhia e, por isso, protegidos pelas leis trabalhistas locais.

O parecer é semelhante a um emitido pela justiça britânica em fevereiro e que determinou que os motoristas locais terão direitos trabalhistas. Em março, a empresa disse que pagaria, na região, o salário mínimo para seus mais de 70 mil motoristas parceiros. Essas mudanças tiveram um custo alto: chegaram a US$ 600 milhões no primeiro trimestre.

A decisão da justiça holandesa é uma vitória para o sindicato, que luta por salários melhores e benefícios para os trabalhadores. Segundo a Federação dos Sindicatos da Holanda (FNV), os cerca de 4 mil motoristas da Uber na capital do país são colaboradores de uma empresa de táxi e devem ter os mesmos benefícios de outros profissionais do setor. A Uber diz que vai apelar da decisão e que “não tem planos de empregar motoristas na Holanda”.

Se a Uber não implementar as mudanças, terá de pagar uma multa de 50 mil €.

A FNV comemorou. “Eles agora terão salário melhor e mais direitos em caso de doença ou dispensa”, diz Zakaria Boufangacha, vice-presidente da FNV.

Redação com AFP e Canal Tech

Prefeito JHC faz cerimonia do passe livre sem ter enviado nenhum projeto à Câmara Municipal

O prefeito JHC (PSB) realizou nessa manhã, 13/09, uma cerimônia na sede da Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito (SMTT) para anunciar a concessão do Passe Livre para mais de 50 mil estudantes de Maceió.

Segundo o prefeito, cada aluno cadastrado no cartão Bem Legal poderá ativar o benefício e ter acesso a 44 embarques mensais gratuitos. Serão atendidos os estudantes dos níveis fundamental, médio, técnico e superior de instituições de ensino da capital.

Mas, conforme apurou nossa Redação, a coisa não é bem assim, pois até agora o prefeito não enviou nenhum projeto de lei concedendo o passe livre estudantil para a Câmara Municipal e que não existe nenhuma previsão orçamentária prevendo esse benefício, nem de onde sairá o custo financeiro.

Para a Juventude Revolução, que tem ajudado a organizar a luta dos estudantes pelo passe livre, “o prefeito devia era mandar o projeto para a Câmara Municipal antes de fazer marketing ou mandar sua bancada votar o projeto de lei do Dr. Valmir (PT) que está parado na Comissão de Educação”.

Funcionários fantasmas de Carlos Bolsonaro tinham como endereço a casa de Jair Bolsonaro

Ministério Público suspeita que esquema criminoso seja semelhante às rachadinhas de Flávio Bolsonaro na Alerj

Os endereços de quatro funcionários fantasmas do gabinete do vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos) estão registrados no endereço de uma casa do presidente Jair Bolsonaro na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro. As localizações estão cadastradas na Receita Federal e na Câmara Municipal do Rio e eram utilizadas para envios de comunicações fiscais e administrativas dos funcionários.

O acesso aos dados foi possível a partir da quebra dos sigilos fiscal e bancário de Carlos Bolsonaro (Republicanos), autorizada pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, a pedido do Ministério Público do Estado (MP-RJ). A informação foi divulgada nesta segunda-feira (13) no jornal Folha de S.Paulo.

O imóvel foi adquirido em 2002 por Jair Bolsonaro e pela então mulher do presidente, a advogada Ana Cristina Siqueira Valle, que também é investigada no inquérito sobre funcionários fantasmas. Após a separação do casal, a casa se tornou propriedade de Bolsonaro em 2008 e foi vendida no ano seguinte.

Segundo Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ), os funcionários Gilmar Marques (ex-cunhado de Ana Cristina), André Luís Procópio (irmão de Ana Cristina), Andrea Siqueira Valle (irmã de Ana Cristina) e Marta da Silva Valle (cunhada de Ana Cristina) estão cadastrados no endereço e estiveram lotados no gabinete no mesmo período em que Bolsonaro e a ex-mulher viveram na casa.

Os promotores do MP-RJ pediram a quebra dos sigilos de Carlos, Ana e de mais 20 pessoas e sete empresas por acreditarem que o gabinete do vereador utiliza o mesmo “modus operandi” do gabinete do senador Flávio Bolsonaro (Patriota) na época em que este exerceu o mandato de deputado na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) e protagonizou o caso que ficou conhecido como “rachadinha”.

Investigação

A investigação foi aberta em setembro de 2019, após a revista Época denunciar que Carlos Bolsonaro empregava sete parentes de Ana Cristina Valle, sua madrasta e ex-mulher do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

Alguns dos funcionários moravam em outro estado e admitiram nunca terem pisado na Câmara dos Vereadores do Rio, onde estavam lotados, apesar de constarem em folha de pagamento.

O MP identificou que Carlos Bolsonaro manteve e utilizou grandes quantidades de dinheiro vivo ao longo dos mandatos. Entre os fatos, o pagamento de R$ 150 mil em dinheiro na compra de um apartamento na Tijuca, na zona norte do Rio e R$ 15 mil para cobrir um prejuízo que ele teve na Bolsa de Valores.

Fonte: Brasil de Fato

Governo Bolsonaro desviou R$ 4,6 milhões para projeto do filho Renan

O governo Bolsonaro destinou nesta quinta-feira R$ 4,6 milhões do Fundo Nacional de Cultura (FNC) para um projeto de cultura digital chamado Casinha Games. O dinheiro destinado para o projeto é quase igual a tudo que o Fundo Nacional de Cultura executou do seu orçamento em 2020, R$ 4,7 milhões. Detalhe: em 2020, foi para todas as áreas da cultura.

O responsável pela destinação é André Porciuncula, militante bolsonarista de extrema direita que ocupa atualmente o posto de Secretário de Fomento e Incentivo à Cultura do governo federal. Na mesma decisão, o governo destinou R$ 481 mil para o Patrimônio Histórico (organização e difusão de acervos, R$ 331 mil; e produção de material audiovisual para sítios tombados, R$ 150 mil).

O bizarro é que não existe registro de uma instituição chamada Casinha Games. Não há empresa com tal nome e não se tem notícia de um programa dos entes federativos (que o FNC também atende) com tal denominação. Poderia ser uma rubrica informal com esse fim, mas o fato é que contraria tudo que se concebe como transparência. Em janeiro, o governo já tinha destinado R$ 10 milhões em dinheiro direto para os Estados estimularem ações de jogos eletrônicos, segundo informou aqui o FAROFAFÁ.

No governo federal, quem tem voraz interesse no setor de games é o filho mais novo do presidente Jair Bolsonaro, Jair Renan, que mantém uma empresa no Estádio Mané Garrincha, em Brasília. Ele já teve reuniões com ministros de Estado, um deles o secretário Especial de Cultura, Mário Frias, e é investigado pela Polícia Federal por tráfico de influência. Um dos sócios de Renan, o personal trainer Allan Lucena, também tem uma empresa de audiovisual.

O Fundo Nacional de Cultura prevê a priorização do estímulo a projetos em áreas artísticas e culturais com menos possibilidade de desenvolvimento com recursos próprios. Não é o caso: em 2020, o mercado mundial de games faturou mais do que os serviços de streaming e a indústria esportiva juntos: foram US$ 178 bilhões, um aumento de 23%, na comparação com o ano anterior, segundo informou a CNN Brasil. Não está a requerer estímulo especial do Estado, pois seu crescimento foi de 140% no ano passado.

A destinação exorbitante para uma obscura ação de games subverte os próprios limites fixados em portaria do Ministro do Turismo em março de 2021, que prevê a destinação de recursos para 700 projetos audiovisuais para todo o ano. Também desmente a declaração de intenções da portaria, que diz o seguinte: “(…) tornou-se essencial impulsionar o mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais para possibilitar um melhor equilíbrio, por meio da edição da Instrução Normativa (IN) vigente, nº 02, de 23 de abril de 2019 que contemplou o apoio ao proponente cultural iniciante e a atualização dos valores e tetos que privilegiaram projetos menores, visando aumentar a base de captação e a indução à realização em regiões com histórico de baixo índice de apresentação de ações culturais, ou seja, uma IN com foco na diversidade cultural dos projetos”.

Fonte: Farofafá

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