População protesta em Marechal Deodoro contra a BRK pela falta d’água

Moradores do Povoado Porto Grande em Marechal Deodoro, fecharam a AL-215 nas proximidades do SINDPOL em Marechal Deodoro em protesto pela falta de água que está ocorrendo naquela localidade.

Os manifestantes dizem que o descaso que estão sendo tratados pelo órgão e que estão pagando uma tarifa alta sem ter o liquido nas torneiras.

O trânsito na região esta bastante congestionado uma vez que o local é o principal acesso de caminhões e carretas uma vez que existe uma interdição da BR-101 na altura de Boca da mata até a cidade de São Miguel dos Campos

Semana passada outros moradores fecharam a entrada da sede da empresa em Marechal Deodoro também em protesto pela falta de água.

Fonte: Real Deodorense

Evangélicos que participaram do ato terrorista de 08/01 foram mobilizados por igrejas

Em depoimento a Polícia Federal, evangélicos presos no 8/1 dizem que foram mobilizados por igrejas

Evangélicos bolsonaristas que viajaram a Brasília para participar do ato antidemocrático do dia 8 de janeiro relataram, em depoimentos prestados à Polícia Federal, que igrejas de diversos estados do país bancaram ônibus e organizaram caravanas para o evento.

Os presos são aqueles que se deslocaram para Brasília a fim de participar do ato golpista ocorrido em 8 de janeiro e do acampamento golpista na frente do QG do Exército.

Eles informaram aos investigadores que igrejas financiaram o transporte. Alguns também mencionaram que empresários participaram do financiamento e que receberam doações para viajar à capital federal e participar dos atos antidemocráticos.

Sirlei Siqueira, moradora de Sinop (MT), afirmou à Polícia Federal que participou de uma “excursão da Igreja Presbiteriana Renovada”, mas não forneceu mais informações sobre o financiamento. 

Jamil Vanderlino, também residente de Sinop, informou ter viajado em um “ônibus financiado por uma igreja evangélica”.

Redação com Uol e Brasil 247

82 trabalhadores são resgatados do trabalho escravo em fazendas de arroz no RS

Subiu para 82 o número de trabalhadores resgatados em condições análogas à escravidão em duas fazendas de arroz em Uruguaiana, na Fronteira Oeste do Rio Grande do Sul, na última sexta-feira (10).

O Ministério Público do Trabalho (MPT) tinha informado inicialmente o resgate de 56 pessoas. No entanto, uma nova contagem foi realizada, cruzando dados de todas as equipes que participaram da ação, e divulgada nesta segunda-feira (13).

O resgate foi feito por auditores-fiscais do trabalho em conjunto com a Polícia Federal e MPT na nesta sexta-feira (10), nas estâncias Santa Adelaide e São Joaquim, após uma denúncia  sobre a presença de adolescentes nas propriedades, sem carteira assinada e com condições irregulares.

Dos 82 resgatados, 54 foram encontrados na Santa Adelaide e 28 na São Joaquim. Todos eram de municípios da Fronteira Oeste, em especial Itaqui, São Borja, Alegrete e Uruguaiana.

Nas duas fazendas, os fiscais do trabalho descobriram que o grupo era contratado para fazer o corte do arroz vermelho, que é uma gramínea que cresce junto do arroz e provoca perdas à lavoura.

Os próprios trabalhadores deveriam providenciar instrumentos de trabalho, e a aplicação de agrotóxicos era feita sem equipamento de proteção individual. Conforme os relatos, um dos menores sofreu um acidente com um facão e ficou sem movimentos de dois dedos do pé.

Jornadas extenuantes, sede, fome e desmaios

As jornadas dos trabalhadores eram extenuantes e começavam antes mesmo de chegarem à frente de trabalho pois eram obrigados a caminhar sob o sol por cerca de 50 minutos, do alojamento até a área de cultivo de arroz, e mesmo assim não tinham direito sequer a beber água.

De acordo com o auditor-fiscal do trabalho Vitor Siqueira Ferreira, além de sede, os trabalhadores também passavam fome, porque a comida azedava ou estava infestada de formigas. O resultado é que chegavam a desmaiar de fome e sede e ainda tinham descontos nos salários por isso. 

“Sem condições de terminar a jornada, eles perdiam parte do salário. É evidente que os desmaios aconteciam e que não era dado nenhum cuidado pelo explorador da mão de obra. Se ele [o trabalhador] não cumprir a jornada, seja por qualquer motivo, não recebe [a diária]”, disse Ferreira.

Nos locais, foi constatado também que os trabalhadores recebiam R$ 100 por dia, pagos semanalmente, e eram responsáveis por preparar o próprio almoço, que muitas vezes estragava devido ao calor intenso, e eram obrigadas a comprar as ferramentas usadas no trabalho. Os dias em precisavam ficar afastados em razão de doença eram descontados do salário.

Contratados por “gato”

Os trabalhadores eram da região e foram recrutados por um “gato” – um agenciador de mão de obra que atuava na Fronteira Oeste – e sequer conheciam o dono das propriedades. 

“Estamos investigando a real titularidade da relação de emprego, pois existe um dono das terras, que contratou uma empresa robusta para fazer a semeadura e o cultivo do arroz. Estamos reunindo documentos para saber como é a relação entre o dono da safra e a empresa responsável pelo semeador e cultivo, para saber quem é o real titular da relação de trabalho com essas pessoas”, explica o auditor-fiscal.

Segundo ele, “o grau de ofensividade da situação vai desde não ter água, comida, banheiro, local para descanso, até realizar uma atividade extremamente difícil em condições climáticas extremamente exigentes. Isso é o que mais afronta a dignidade do trabalhador”.

Na mesma ação de resgate, um homem, de 56 anos, foi preso em flagrante suspeito de ser o responsável pelo aliciamento dos trabalhadores. Ele, que não teve o nome revelado, foi solto no sábado (11) após o pagamento de fiança.

Segundo maior resgate de trabalho escravo no RS em 2023

Dentre os 82, estão 11 adolescentes com idades entre 14 e 17 anos. Esse é o segundo maior resgate registrado no Rio Grande do Sul, ficando atrás somente dos 207 trabalhadores encontrados no último dia 22 de fevereiro, em Bento Gonçalves, na Serra Gaúcha.

Em todo o Estado já são até agora 291 resgatados em 2023, número que está perto do dobro dos 156 resgatados no ano passado, que já havia representado um triste e lamentável recorde.

RS produz mais de 70% do arroz nacional

O estudo “Radiografia da Agropecuária Gaúcha 2022”, feito pelo Departamento de Políticas Agrícolas e Desenvolvimento Rural, aponta que o Rio Grande do Sul é responsável por 70,4% da produção nacional do arroz. A região de Uruguaiana produz 32% da safra do Estado.

Fonte: CUT

Governo anuncia retomada de programa para levar médicos a regiões distantes

Novo programa ainda não tem nome, mas deve ser uma forma ampliada do antigo ‘Mais Médicos’. Prioridade será para profissionais brasileiros

O governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lançará, em breve, um programa para levar médicos a regiões distantes do país. O ministro da Casa Civil, Rui Costa, adiantou a informação hoje (14). A ideia é criar um programa nos moldes do “Mais Médicos“, aplicado a partir de 2013 pela presidenta Dilma Rousseff (PT). Após sua saída da presidência, com o golpe de 2016, os governos seguintes de Michel Temer (MDB) e Jair Bolsonaro (PL) desmontaram a oferta dos profissionais de saúde nos rincões.

Ainda não há um nome oficial para o novo programa. Contudo, nos bastidores, chamam-no de “Mais Saúde para os Brasileiros”. De acordo com o ministro, além de levar médicos para cidades distantes dos centros urbanos, o programa incluirá a formação de especialistas na atenção básica da Saúde. “Vamos elevar a oferta de serviço não apenas de forma quantitativa, mas qualitativa, capacitando ainda mais a assistência básica em nosso país”, disse.

Prioridades na Saúde

“Voltaremos ao patamar que tínhamos de garantia de todas as cidades, regiões, distritos, localidades distantes terem a possibilidade de ter médicos para assistir à população”, completou. Inicialmente, não há previsão de incluir estrangeiros no programa. Em primeiro lugar, a ideia é privilegiar profissionais brasileiros, em especial os recém-formados.

Costa também afirmou que brasileiros formados no exterior terão a oportunidade de aderir ao programa. “O programa de revalidação volta para possibilitar que essas pessoas possam trabalhar. Para que tenham sua formação validada e possam trabalhar ajudando a alcançar essa assistência”, disse.

Reconstrução

Além do novo programa para distribuição de médicos pelo país, Costa anunciou a retomada de investimentos na Saúde nos estados e municípios. “Temos muitos serviços criados pelos municípios, unidades de saúde, unidades odontológicas, que o ministério deixou de cadastrar há anos e, portanto, esses serviços ou estão sendo realizados sem a participação dos recursos federais, como prevê a lei, ou simplesmente o posto de saúde ficou pronto, equipado, mas está sem funcionar porque não tem o financiamento federal”, disse.

Fonte: Rede Brasil Atual

Bolsonaro: um fiasco eleitoral de 300 bilhões de reais

Foi a derrota eleitoral mais cara da história recente, pelas contas do Ministério da Fazenda

A campanha de reeleição de Jair Bolsonaro custou 300 bilhões de reais aos cofres públicos, disse o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, aos repórteres William Waack, Daniela Lima e Raquel Landim, da CNN, na sexta-feira (10).

“Bagunçou a economia”, acrescentou. “Hoje, vimos um pequeno aperitivo disso, que são R$ 30 bilhões” — valor do acordo fechado pela Fazenda com os governos estaduais para compensação parcial das perdas impostas em tributos (ICMS) sobre o consumo de combustíveis, durante a campanha eleitoral.

Essa despesa extra de 300 bilhões de reais foi realizada no contexto de um projeto político de interesses e benefícios estritamente pessoais e privados. Ela é 18% maior que todo o gasto federal em Saúde e Educação, no ano passado.

Se a conta da Fazenda está correta, Bolsonaro tem um novo recorde na sua biografia: foi protagonista da derrota eleitoral mais cara da história recente — um fiasco político de 57,6 bilhões de dólares. A conta, naturalmente, será paga por todos brasileiros. Neste e nos próximos anos.

Fonte: Veja

Delegado Fábio Costa é contra o combate ao trabalho escravo

Deputado alagoano se une a bancada que quer acabar com órgão de combate a trabalho escravo.

O Delegado Fábio Costa (PP-AL) se juntou ao deputado federal de extrema-direita e autointitulado “príncipe”, Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL-SP), que já colheu 66 assinaturas para a aprovação de uma PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que extingue o Ministério Público do Trabalho (MPT), órgão de investigação e combate ao trabalho escravo no Brasil. O número necessário é de 171 assinaturas para a PEC ser apresentada.

A proposta conta com o apoio maciço das bancadas da Bíblia e da Bala. Os principais apoiadores ou a tropa de choque são policiais eleitos deputados como o Coronel Ulysses (União-AC), Delegado Fabio Costa (PP-AL), Capitão Alberto Neto (PL-AM), Capitão Alden (PL-BA), Delegado Caveira (PL-PA), Cabo Gilberto Silva (PL-PB), Coronel Meira (PL-PE), Sargento Gonçalves (PL-RN), Delegado Ramagem (PL-RJ) e o Pastor Marcos Feliciano (PL-SP).

O suposto príncipe e os apoiadores querem o fim da legislação trabalhista em vigência no Brasil desde a década de 1930 quando o Brasil era governado por Getúlio Vargas.

O objetivo é a escravidão

Saudoso da monarquia brasileira, o descendente da antiga Família Real pretende, ao apresentar a Proposta de Emenda Constitucional (PEC), mobilizar militares e policiais como se fossem “novos capitães do mato” no século XXI.

Prestar no Brasil, atualmente, os “serviços” que a figura execrável do capitão do mato exercia na fazenda ou feitoria, que era a captura de escravos fugitivos, é a sinalização desses parlamentares que representam o pensamento da extrema-direita.

Todos eles estão sinalizando aos empresários apanhados na Serra Gaúcha com centenas de trabalhadores escravizados na colheita de uva.

Alagoas na lista suja

O deputado federal Delegado Fábio Costa(PP-AL) é até o momento o único representante da extrema-direita estadual que assinou a PEC do trabalho escravo.

A entrada do deputado na bancada da Biblia, Bala e Boi não é surpresa pelo seu histórico como parlamentar armamentista no estado. Alagoas, através do deputado Delegado Fábio Costa, se inscreve na lista suja da escravidão.

Redação com 082 Notícias

TUDO JÓIA?

Flávio Show – Funcionário dos Correios

Uma nova saudação tomou conta do país nesses últimos dias.
No nosso imenso Brasil Varonil, cumprimentar um amigo, uma galera, os brothers, as minas, pode ser feito agora com um singelo; ” tudo jóia?”. Cuidado! Tem gente que não vai gostar!

O caso do contrabando das jóias realizado por Jair, com j de jóia, tá se transformando no maior caso de bandidagem palaciana. Bolsonaro, com b de brincos, tentou por diversas vezes reaver um estojo com diversas jóias ” presenteadas” pelo Sheik das arábias.
Propina?

Dia após dia, as versões do Excrementissimo vão mundando, ao ponto de bater o recorde do ex atleta bolsominion, Daniel Alves. No entanto, tantas versões são facilmente desmentidas pelas “fitas” gravadas na unidade da Receita Federal em São Paulo.
As tentativas para recuperar a muamba milionária tiveram o quilate de ofícios com o Brasão do Palácio do Planalto à tal famosa bijuteria, carteirada de milicos, tudo em vão, não colou e nem vai colar, sem o trocadilho com o colar de diamantes.

Essa semana foi comemorado o Dia internacional da Mulher, uma jóia que merece todo o nosso apoio e respeito. Aqui foi lembrado, tá certo que no Brasil, ainda temos o hábito de dar presentinhos às mulheres, o que não retrata de verdade o verdadeiro sentido da data, mas ainda assim é aceitável, mas o que é inconcebível é ver e ouvir um parlamentar garimpar as minas do mais puro chorume do preconceito num dia tão importante.
Nikolas, com K de idiota, usou a Tribuna na Câmara dos Deputados com uma peruca, destilando a mais pura alquimia de ódio à pessoas transgêneros. Nikolas foi eleito por Minas, no entanto, suas garimpagens se resumem à apenas toneladas de lixo e entulho sem nenhum valor comercial.
Por que ele faz isso?
Simples, isso traz votos no Brasil, mesmo que diversos mineiros sejam assassinados a cada ano no país.

Sobre as jóias, as redes sociais estão brilhando mais que qualquer diamante e o ex juizeco Moro Malandro e seu comparsa Dalagnhol, os dois apoiadores do Jair, estão sendo emparedados, sobre uma notinha no site Gazeta do Povo, dada pelo ex procurador relativizando o contrabando das jóias.
Não visitem esse site! Quase vomitei a picanha que havia acabado de comprar mais barato no mercadinho.
Na época em que investigaram o tal crucifixo do Lula, tiveram apenas como base das oitivas, uma fake na internet. No caso dos diamantes tem filmagem, tem áudio, tem documentos, tem telefonema, tem de tudo.
Para Lula não tinham provas, apenas convicção para condena- lo .Para o Excrementissimo tem provas, então o que falta Deltan?
Chegou a hora de chamar o Inspetor Clouseau, com c de cadeia!
Né?

Maceió, 12 de Março de 2023

Mudou para pior: especialistas apontam aumento de desigualdades com ‘Novo’ Ensino Médio

Falta de professores, diminuição de matérias e deficiência no ensino se agravam, afirmam educadores e entidades em defesa da educação pública

Aprovado em 2017 sob o governo golpista de Michel Temer, e implementado no ano passado, último ano do mandato de Jair Bolsonaro, o chamado “Novo” Ensino Médio coleciona críticas por parte de estudantes e especialistas e entidades de educação. De acordo com a comunidade escolar, a reforma educacional piorou as condições de escolarização e aumentou a desigualdade na escola pública.

No “Novo” Ensino Médio, as disciplinas estão agrupadas em Linguagem, Matemática, Ciências da Natureza e Ciências Humanas e Sociais. No entanto, somente Matemática e Português são obrigatórios nos três anos do ciclo. Também passaram a valer os chamados “itinerários formativos”, que são roteiros de atividades e conteúdos pré-definidos pela escola que os estudantes, teoricamente, podem escolher. 

O objetivo seria aprofundar o aluno em um determinada área de conhecimento, para ele se qualificar profissionalmente e desenvolver o empreendedorismo, de acordo com suas vocações e afinidades. Porém, a experiência está sendo ruim, como apontam educadores em reportagem do Seu Jornal, da TVT. 

“O ensino médio está um caos, professores e gestores públicos nas escolas perdidos, a comunidade escolar toda perdida. É importante a gente lembrar que essa reforma não foi amplamente debatida. Ela foi uma medida autoritária, imposta via medida provisória e transformada em lei”, contesta a integrante da Campanha Nacional pelo Direito à Educação Tânia Dornellas ao repórter Jô Myiagui. De acordo com a especialista, as desigualdades educacionais pioraram com o novo ensino médio nas escolas públicas.

Formação e qualificação

Houve falta de professores qualificados, falta de formação para os professores, precarização do trabalho dos educadores, diminuição das matérias tradicionais, deficiência no ensino dos itinerários formativos, aumento da privatização do ensino público por meio da educação a distância (EaD), infraestrutura inadequada das escolas, entre outros problemas. 

“Mudou para pior”, garante o presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Heleno Araújo. “A base nacional comum curricular está capitaneada pelo setor privado, o terceiro setor, a Fundação Lemann que trazem imposições ao currículo da escola, retirando disciplinas que faz a formação humana e cidadã dos nossos estudantes, colocando intinerários que não têm relação direta com a formação dos profissionais e que, de fato, não ajuda os estudantes a terem uma visão crítica do mundo em que nós vivemos”, afirma.

Consulta pública no MEC

Os educadores concordam que a educação não era atrativa para os adolescentes e precisava ser modificada. Mas como não houve ampla discussão para uma reforma do ensino médio, eles defendem que a proposta seja revista e até mesmo revogada.

Na última quinta-feira (9), o Ministério da Educação (MEC) instituiu consulta pública para avaliar e reestruturar o Novo Ensino Médio. De acordo com o governo federal, haverá audiências públicas, oficinas de trabalho, seminários e pesquisas nacionais.

Fonte: Rede Brasil Atual

“Escândalo das joias destrói a carreira de Bolsonaro, que é um ladrão”, diz Luís Costa Pinto

Jornalista afirmou que, além de sofrer uma ‘condenação moral’ no caso das joias, ex-presidente também cometeu crime de peculato ao receber os bens vindos da Arábia Saudita

O jornalista Luís Costa Pinto, diretor da sucursal Brasília do Brasil 247, afirmou que o escândalo das joias da Arábia Saudita envolvendo o governo Bolsonaro (PL) tem potencial para “destruir a carreira política” do ex-chefe do Executivo, que, segundo o jornalista, era um “ladrão”.

“Esse escândalo das joias está pronto e acabado para destruir a carreira política de Jair Bolsonaro. Agora há uma condenação pecuniária, no aspecto da Receita Federal, e uma condenação absolutamente moral, porque se mostrou a imoralidade deste personagem, que se revelou – além de ter sido um presidente antidemocrático, que acanalhou os métodos da República – um ladrão”, opinou Costa Pinto durante participação na TV 247,

O jornalista também afirmou que Bolsonaro cometeu o crime de peculato ao receber as joias. O ex-ocupante do Planalto é investigado por possivelmente ter recebido as joias como propina por vender a refinaria de Landulpho Alves ao fundo Mubadala pela metade do preço – o que representou uma economia da ordem de R$ 10 bilhões.

“Ele pactuou a negociação de um bem público com uma ditadura autocrática árabe e recebeu presentes que, somados, são avaliados em R$ 30 milhões. Por entrega direta de patrimônio público. E o Bolsonaro cometeu peculato, porque na primeira manifestação dele de defesa foi “eu não pedi nada”, mas o crime de peculato não é só para o funcionário público que pede vantagem em razão de seu cargo, é para quem assiste ao cometimento de algum crime e tem alguma vantagem financeira com o cometimento desse crime, e foi o que aconteceu”, concluiu.

Fonte: Brasil 247

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