Feira da Agricultura Familiar apoia agricultores atingidos pelas fortes chuvas em Alagoas

No inicio do mês de julho, o estado de Alagoas foi cenário de fortes chuvas e enchentes que causaram destruição e grandes perdas materiais em mais de 50 municípios. Aproximadamente 5º mil pessoas foram afetadas com a tragédia socioambiental, deixando comunidades e famílias isoladas e seus bens destruídos.
E é neste contexto de recomeço e solidariedade, que a 27ª FEIRA da AGRICULTURA FAMILIAR será realizada nos dias 15 e 16/07 com agricultores e agricultoras familiares, que, mesmo com inúmeras dificuldades de acesso, de transporte de alimentos e de produção estarão em Maceió, na sede da federação.
Tradicionalmente, a cada quinzena os agricultores familiares, boa parte da região mais castigada pelas chuvas de julho, trazem seus produtos direto da roça para a capital. Nesta edição, muitos deles também irão trazer seus produtos para os consumidores da Jatiuca e bairros vizinhos, mesmo com as dificuldades ocasionadas pelas chuvas.
A FETAG/AL esteve em alguns municípios castigados pelas enchentes e verificou de perto as dificuldades de acesso e de produção dos agricultores familiares e vem atuando para tentar atenuar estas dificuldades causadas pelas fortes chuvas. Uma ação é a campanha de solidariedade “SOS Campo Solidário”, que além de arrecadar donativos para as famílias atingidas pelas enchentes também busca ações concretas para ajudar os agricultores e agricultoras familiares atingidos pelas chuvas torrenciais.
Quinzenalmente a feira proporciona aos moradores do bairro de Jatiúca e adjacências a compra de alimentos saudáveis vindos direto da roça para as mãos do consumidor. Produtos trazidos pelos agricultores e agricultoras familiares como a banana, o alface, o inhame, a graviola, o coco, a macaxeira, a batata doce e a laranja são oferecidos à população.
Nesta 27ª edição da Feira da AGRICULTURA FAMILIAR, a federação busca além de oferecer os produtos da AGRICULTURA FAMILIAR DIRETO da roça aos moradores da região, sensibilizar a sociedade alagoana para a solidariedade junto às famílias que precisam de ajuda. Sensibilizar e alertar a sociedade em geral para os riscos do aquecimento global, o uso indiscriminado do agrotóxico cujas consequências são eventos climáticos cada vez mais destrutivos.

  • FETAG/AL EM DEFESA DA AGRICULTURA FAMILIAR E DA SOLIDARIEDADE EM ALAGOAS!!!
    SERVIÇO:
  • O quê? FEIRA DA AGRICULTURA FAMILIAR (27ª Edição)
  • Onde? Sede Social da FETAG/AL – R. Prof. Dilermando Reis, no 330, Jatiúca – Maceió – AL.
    (por trás do Hotel Escuna, na Av. João Davino, Jatiúca)
  • Quando? Dias 15 E 16/07/22 (sexta e sábado)
  • Horários de funcionamento:
    • Dia 15/07 (sexta) – de 06:00 às 22:00
    • Dia 16/07 (sábado) – de 06:00 às 14:00
  • Contatos: (82) 99928-8887 – Robério Oliveira (Sec. de Formação) / 98164-3811 – Cícera Gomes (Sec. Política Agrícola) / 99910-1326 – Jairo Silva (Ascom FETAG/AL)

Ascom FETAG/AL

Lula cresce quatro pontos e lidera no Rio, segundo pesquisa Genial/Quaest

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) cresceu quatro pontos percentuais no Estado do Rio e está agora numericamente à frente de Jair Bolsonaro (PL). Lula aparece com 39% das intenções de voto, enquanto Bolsonaro tem 34%.

Os resultados são da pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quinta-feira (14), com 1.200 entrevistas presenciais entre 8 e 11 de julho e margem de erro de 2,8 pontos percentuais para mais ou menos. 

Ciro Gomes (PDT) tem 6%, e Simone Tebet (MDB) e André Janones (Patriota) aparecem com 2%. Outros pré-candidatos tem 1% ou menos. Indecisos, nulos e brancos somam 4%, enquanto 11% afirmam que não pretendem votar.

No levantamento feito em maio, Bolsonaro e Lula estavam empatados com 35% no estado e, em março, Lula tinha 39% (mesmo percentual da pesquisa desta quinta-feira), mas Bolsonaro aparecia com 31%.

A pesquisa fez 1.200 entrevistas presenciais com eleitores de 16 anos ou mais no Estado do Rio entre 8 e 11 de julho. A margem de erro total é de 2,8 pontos percentuais para mais ou menos com índice de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no TSE com os números RJ-05160/2022 e BR-04560/2022.

As informações são do jornal O Globo.

Fonte: Brasil 247

Ato em defesa da Petrobrás é realizado na Câmara dos Deputados

Com seus jalecos e camisas laranja, petroleiros e petroleiras de todos os cantos do Brasil ocuparam a Câmara dos Deputados Federais nesta terça-feira, 12, e lotaram o Auditório Nereu Ramos, durante um ato histórico, em defesa da soberania, com participação massiva de parlamentares do PT, PCdoB, PSOL, Rede, PV, PSB e outros partidos do campo democrático.

O ato foi organizado pelas Frentes Parlamentares Mistas de Defesa da Soberania Nacional, de Defesa da Petrobrás e de Defesa do Serviço Público, com apoio dos 18 sindicatos de petroleiros que integram a FUP e a FNP, da Confederação Nacional dos Trabalhadores da Educação (CNTE), da CUT e de outras categorias do setor público.

Os trabalhadores protestaram contra as manobras de Bolsonaro que, ao apagar das luzes de seu desgoverno, acelera a venda das refinarias do Sistema Petrobrás e ameaça enviar ao Congresso Nacional projeto de lei para privatizar de vez a empresa, nos mesmos moldes do que fez com a Eletrobras. Além disso, o presidente da República, através do PL 1583/2022, quer se apropriar dos recursos do Fundo Social do Pré-Sal que são destinados ao financiamento da educação e da saúde pública, propondo desvincular o fundo das políticas sociais.

Com mais de três horas de duração, o ato na Câmara mobilizou dezenas de deputados e deputadas federais, senadores, sindicatos, movimentos sociais e estudantes, que reforçaram a importância do resgate da soberania nacional para a reconstrução do Brasil.

A reestatização da Eletrobrás, o resgate do Sistema Petrobrás, o fortalecimento das empresas estatais e do serviço público foram a tônica do debate. Os parlamentares reforçaram a urgência de eleger Lula no primeiro turno da eleição presidencial, garantindo nas urnas um governo popular e democrático, que tenha de fato como compromisso o resgate da dignidade do povo brasileiro e a reconstrução do país.

Antes da abertura das falas das lideranças, dois vídeos institucionais da FUP e da FNP foram exibidos para o público, denunciando os impactos do desmonte do Sistema Petrobrás e da política de preços de derivados de petróleo, adotada pelas gestões privatistas desde 2016, com base nos preços internacionais e nos custos de importação. Essa política fez o preço dos combustíveis explodir no Brasil, mesmo o país sendo autossuficiente na produção de petróleo e tendo refinarias capazes de produzir derivados a preços justos para a população.

O coordenador geral da FUP, Deyvid Bacelar, afirmou que, entre as propostas que os petroleiros apresentaram para o plano de governo de Lula está a reestatização das refinarias que já foram e estão sendo privatizadas pelo governo Bolsonaro e a reestruturação da Petrobrás como empresa integrada de energia, para que volte a ser a principal indutora do desenvolvimento do país.

Ele reforçou a necessidade da Petrobrás voltar a ocupar posição de destaque no mercado nacional de distribuição e comercialização de combustíveis. “O governo Bolsonaro vendeu a BR Distribuidora, a Liquigás, a Gaspetro, os nossos gasodutos. Todo esse sistema precisará ser retomado para termos preços justos para a população brasileira e garantirmos o abastecimento nacional”, afirmou Bacelar, destacando também a importância da Petrobrás retomar as fábricas de fertilizantes nitrogenados. “É inadmissível nós termos um Brasil que importa de 85% a 90% de todos os fertilizantes que necessita”, reforçou.

O coordenador da FUP também alertou os parlamentares que, se o governo Bolsonaro enviar ao Congresso Nacional qualquer projeto de lei para privatização a Petrobrás, a categoria petroleira responderá com greve, informando sobre a decisão dos trabalhadores nas assembleias. “Estamos aqui para dizer a Lira que ele e o governo federal irão enfrentar a maior greve da história da categoria petroleira, se tiverem a ousadia de tentar privatizar a Petrobrás”.

O deputado federal Patrus Ananias (PT/MG), presidente da Frente Parlamentar em Defesa da Soberania Nacional, enfatizou que o ato em defesa da Petrobrás faz parte da mesma luta dos demais trabalhadores que se levantam “contra outras privatizações que colocam o Brasil como um país cada vez mais dependente, que não firmou ainda a sua soberania”.

Ao fazer referência aos 200 anos de independência que o Brasil irá comemorar em setembro, Ananias questionou: “Nós somos de fato um país independente? Em um país com tantas riquezas e potencialidades como o Brasil, é razoável que tenhamos mais de 100 milhões de compatriotas vivendo sob a insegurança alimentar? É soberano um país que entrega o seu petróleo e as suas riquezas? É esse o debate que precisamos fazer e esse encontro aqui hoje tem essa dimensão histórica”, afirmou o parlamentar.

O coordenador da FNP, Adaedson Costa, afirmou que os desafios que o Brasil enfrenta são imensos e destacou que não basta a Petrobrás ser a maior empresa do país, se o povo continuar passando fome. “Toda a riqueza gerada pelos trabalhadores tem que servir para diminuir as desigualdades do país. Nós somos a força que produz o orgulho e a riqueza desse país e nós vamos ser a força que vai produzir e mudar esse país, para que seja um país sem fome, um país que tenhamos orgulho de viver”, afirmou o petroleiro.

O professor Roberto Franklin Leão, presidente em exercício da CNTE, ressaltou que o “ato mostra a unidade da classe trabalhadora brasileira” e destacou a importância da luta em defesa dos recursos do pré-sal para a educação. “Quando o pré-sal foi descoberto, acreditamos que ele seria o passaporte do futuro do Brasil, mas não existe futuro sem educação e sem saúde pública. Sem o fundo social, teremos um grande golpe no financiamento dessas políticas públicas essenciais para o funcionamento do país com dignidade”, afirmou.

O presidente da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Petrobrás, senador Jean Paul Prates (PT/RN), chamou atenção para a importância da resistência dos petroleiros. “Estamos diante de uma ideologia que não é contra somente à soberania do Brasil. É uma ideologia contrária à Petrobrás, o que querem é tirar os pés da empresa do mercado, como fizeram com a BR”, afirmando que é importante que os petroleiros continuem na resistência, apontando para o auditório lotado de trabalhadores e trabalhadoras com jalecos laranja. “Essa mobilização é extraordinária. Vocês não têm ideia da importância que cada um de vocês tem nesse processo de resistência”, afirmou o senador.

Ainda nesta terça-feira, 12, à noite, os dirigentes sindicais petroleiros que estão em Brasília participaram de mais um ato do movimento “Vamos juntos pelo Brasil”, com participação de Lula, no Centro de Convenções Ulysses Guimaraes.

Na quarta, 13, pela manhã, a FUP e seus sindicatos realizam mais uma ação solidária de subsídio de botijões de gás para famílias em situação de vulnerabilidade social. A ação será às 07h, na cidade satélite de São Sebastião. Cerca de 100 botijões de gás de cozinha serão disponibilizados a R$ 50 cada um, valor que corresponde a menos da metade do preço praticado no mercado.

Fonte: Sindipetronf

Usuários e servidores de posto de saúde contrários a ingerência política

Os usuários e servidores da Unidade Básica de Saúde João Macário, situado no Santos Dumont, estão preocupados com a ingerência política no funcionamento atividades da UBS.

No dia 12 de julho, conforme publicação em diário oficial, foi exonerado o gerente Edson dos Santos e um novo gerente nomeado. Acontece que essas trocas de comando nas UBS tem levado muita preocupação para usuários e servidores, porque na maioria dos casos, a troca não realizada por questões técnicas e sim por motivações políticas, onde o prefeito JHC (PSB) tenta acomodar os interesses de sua base de apoio na Câmara de Vereadores de Maceió.

O problema na UBS João Macário, é que usuários e servidores visualizam nessa mudança de comando, interferência política que pode prejudicar o funcionamento da unidade, pois no passado a comunidade teve que conviver por cerca de dez anos com uma direção desqualificada, mas que atendia a interesses políticos de determinados vereadores.

Militantes europeus contra a guerra

“Estamos reunidos em Madri, neste dia 25 de junho, para agir contra a guerra, contra todos aqueles que a organizam e lucram com ela. Nos dias 29 e 30 de junho, o presidente Biden presidirá a cúpula da Otan em Madri, sediada pelo governo espanhol e com a presença do rei da Espanha, dos chefes de Estado e chefes militares dos países da Otan. O objetivo dessa cúpula é adicionar guerra à guerra”.

Assim começa o apelo adotado ao final da reunião de delegados de Alemanha, Grécia, Bélgica, Romênia, Portugal e França (apoiada por mensagens da Suíça, Áustria, Itália, Irlanda, Dinamarca e Moldávia). Esse encontro, realizado a convite de militantes de diversas regiões do Estado espanhol em torno do Comitê pela Aliança dos Trabalhadores e dos Povos (CATP), seguiu-se a uma conferência de emergência contra a guerra, realizada em 9 de abril, por videoconferência, a convite do Partido Operário Independente (POI) da França e da Nova Corrente de Esquerda (NAR) da Grécia.

O encontro permitiu discutir, para além das fronteiras, uma caracterização do que é realmente a política da Otan: a guerra e a miséria.

No site oficial da Otan, foi anunciado em 27 de junho: “Os chefes de Estado e de governo concordarão em reforçar a dissuasão e a defesa (…). Eles aprovarão o conceito estratégico de 2022, que será o roteiro da Aliança para os próximos anos. Os aliados (…) aumentarão o avanço tecnológico da Otan – tudo por meio do investimento necessário em nossa defesa coletiva”.

Em outras palavras, as decisões exigidas por Joe Biden dos 30 países da Otan já estavam escritas. Biden não se importa com a soberania das nações, com as decisões dos governos e dos parlamentos.

Comitê de ligação
Os 30 Estados são convocados a aprovar o “conceito estratégico de 2022”, que prepara o confronto com a China. Biden exige orçamentos cada vez maiores para a guerra em todos os países. No mesmo dia 27 de junho, o secretário-geral da Otan, Jens Stoltenberg, declarou que os 2% do PIB a serem alcançados em cada país para o orçamento da defesa “não são um teto, mas um piso” (“Le Monde”, 28/6). O jornal francês observa que esses movimentos de poder do governo dos EUA provocam contradições e “fricções” no interior dos diferentes países da Otan.

Em 25 de junho, em Madri, o encontro europeu contra a guerra reuniu 98 militantes, os quais, vindos de experiências muito diferentes, concordaram que: é responsabilidade do movimento operário agir contra a guerra, contra os orçamentos e as políticas de guerra, contra os cortes nos orçamentos de outros setores; irão ajudar a construir amplos movimentos ou agrupamentos em cada país pela ruptura com os governos que fomentam a guerra e a miséria.

Os 98 militantes reunidos formaram um comitê de ligação para a continuação dessas lutas.

Fonte: O Trabalho

Em greve, servidores da educação fazem manifestação por reposição salarial

No terceiro dia de greve, os trabalhadores e as trabalhadoras da educação seguem mostrando a força da categoria. Com uma adesão que atingiu 80% das escolas fechadas, os profissionais da educação seguem dizendo não a proposta de reajuste de 4% oferecida pelo prefeito de Maceió JHC (PSB).

Nessa quarta-feira (13), a categoria realizou uma concentração na praça Deodoro, onde foi realizada uma panfletagem e depois os manifestantes realizaram uma caminhada até a Secretaria de Finanças do município. O pátio da Secretaria ficou lotado por servidores de diversas escolas de Maceió. O Sinteal e representantes dos movimentos sociais cobraram negociação por parte do prefeito JHC.

Segundo a presidenta do Sinteal Consuelo Correia, a manifestação “reforçou a importância do diálogo com a população sobre o movimento grevista.” Para Consuelo “o Sinteal reforça a posição de não aceitar os 4% oferecidos pela prefeitura e que os professores e técnicos só retornam ao trabalho quando JHC apresentar uma proposta de verdade.” Ainda segundo o Sinteal, a Prefeitura tem dinheiro para fazer propaganda milionária, mas não quer negociar com a educação.

Garimpeiro amigo de Bolsonaro, movimentou R$ 1 bilhão em exploração ilegal de ouro, segundo a PF

O empresário Márcio Macedo Sobrinho, sócio da Gana Gold, atual M.M Gold, empresa investigada pela Polícia Federal por garimpo ilegal na região Norte do país, esbanjava uma vida de luxo.

Fotos, trocas de mensagens e documentos amealhados pela PF na operação Ganância, deflagrada na quinta (7), mostram movimentações milionárias em suas contas e gastos com helicópteros, lanchas, caminhonete importada e uma festa de casamento embalada ao som de duplas sertanejas famosas.

Relatório da PF expõe a movimentação financeira de Macedo e de seu grupo empresarial e mostra que, entre os anos de 2020 e 2021, a exploração ilegal de ouro rendeu cerca de R$ 1,1 bilhão ao garimpeiro.

Como mostrou a Folha de S.Paulo, a PF afirma que o grupo empresarial liderado por Macedo é suspeito de garimpo ilegal de ouro e teria movimentado cerca de R$ 16 bilhões entre 2019 e 2021. Parte dos valores proveniente do garimpo teria sido lavada em criptomoedas.

A empresa Gana Gold, de acordo com a investigação, “esquentava” o ouro extraído ilegalmente em garimpos da região Norte do país. Para isso, ela se valia de licenças ambientais inválidas, extrapolando os limites de pesquisa que possuía.

A empresa não foi encontrada pela reportagem para comentar as acusações.

Em um documento anexado ao pedido de buscas e prisões, a PF detalha por meio de fotos como o empresário gastava parte do dinheiro oriundo do garimpo ilegal.

O casamento de Macedo, por exemplo, teve duas duplas sertanejas famosas como atração. Bruno e Marrone, dos clássicos Dormi na Praça e Choram as Rosas, e Jads e Jadson cantaram no evento.

“De acordo com sites abertos, o cachê da primeira dupla é de aproximadamente R$ 220 mil e o da segunda chega a R$ 80 mil, valores elevados gastos apenas com as bandas do casamento”, diz a PF.

Os investigadores também elencam no documento fotos de bens de luxo de Macedo, todos com um adesivo com sua logomarca particular: a MM, iniciais do seu nome.

Entre as fotos juntadas no relatório pelos investigadores estão uma lancha com o nome “Garimpeiro”, caminhonete importada, helicóptero e aviões.

Outro bem que a PF aponta para a vida de luxo de Macedo é a mansão em Novo Progresso (PA).

“Chama a atenção a ostentação da residência de Márcio no Município de Novo Progresso/PA, de onde gerencia toda a estrutura de seus garimpos ilegais no estado, totalmente destoante dos demais imóveis da região, sobretudo por contar com heliporto próprio no imóvel.”

O garimpeiro também teve uma conversa interceptada em que relata a intenção de construir uma nova mansão, essa em Goiânia (GO).

Na futura residência, Macedo tinha intenção de construir um heliponto. “Se não for pra ter um heliponto o que que compensa eu investir num lugar desse? Eu já sou acostumado com helicóptero. Tenho dois helicópteros, entendeu?”, disse à interlocutora de nome Priscilla.

Em seguida, ele explica que o objetivo era construir outra mansão nos moldes da que mantém em Novo Progresso.

“Priscila, eu vou fazer uma casa, uma mansão boa mesmo, entendeu? Tecnologia, design moderno, usando madeira, entendeu? É porque você não foi na minha casa lá de Progresso, né? Eu gosto de trem um pouquinho rústico também.”

Fonte: Yahoo! Finanças

Mais um sindicato inédito é fundado nos EUA

Em Maryland, nos EUA, os funcionários da loja de material electrónico Apple Store, acabam de votar pela formação de um sindicato, apesar das dificuldades impostas pela Lei norte-americana e da pressão patronal.

Um sindicato nos EUA só pode negociar com o empregador, ao nível de uma estrutura, se representar a maioria dos empregados do local. Para que essa maioria seja reconhecida, deve recolher as assinaturas de pelo menos um terço dos empregados, após o que se organiza um escrutínio secreto no qual tem de ser obtida a maioria dos votos.

Durante o período que antecede a votação, o empregador tem a oportunidade de pressionar os empregados, colectiva e individualmente, para que votem contra o sindicato, e não hesita em fazê-lo.

Este sistema significa que alguns sectores são historicamente muito sindicalizados – como a indústria, os transportes e a Educação – enquanto outros não têm sindicatos.

No caso desta Apple Store, a gerência convocou os funcionários individualmente, para lhes explicar que não eram obrigados a sindicalizar-se e contratou um advogado para dissuadi-los de formar um sindicato. No final, 65 votaram a favor e 33 contra.

Depois da Amazon e da Starbucks, foi a vez dos trabalhadores da Apple

Esta votação acontece no seguimento da de funcionários de vários cafés da rede Starbucks, bem como da de funcionários do principal armazém da Amazon em Nova York, duas empresas em que não havia sindicatos. Agora, militantes estão a formar novos sindicatos em vários armazéns da Amazon e, por outro lado, houve um processo de sindicalização em mais de 150 dos 9 mil cafés da Starbucks, desde o primeiro (em Buffalo) em Dezembro de 2021, e estão a ser organizadas outras 100 votações.

O procedimento também está a ser realizado noutras três Apple Stores e funcionários da Google criaram igualmente um sindicato há dois anos, que ainda não está reconhecido.

Um movimento de muitos milhares de trabalhadores

Não se trata de um movimento organizado de cima: alguns desses sindicatos estão filiados na grande Central sindical AFL-CIO, outros no sindicato SEIU (Sindicato Internacional de Empregados de Serviços, que rompeu com essa Central), e há outros que são independentes.

É o movimento de muitos milhares de trabalhadores de sectores não sindicalizados que procuram unir-se para defender as suas condições de trabalho. Ainda não há uma onda de organização sindical, mas sondagens indicam que a maioria dos trabalhadores nos EUA gostaria de ter sindicatos mais fortes em seus locais de trabalho.

Como é habitual quando o Presidente dos EUA é do Partido Democrata, Biden dirigiu-se à Convenção da AFL-CIO, que se realizou de 13 a 15 de Junho. A AFL-CIO é, de facto, uma apoiante tradicional do Partido Democrata, agora numa situação em que Biden tem apenas uma maioria muito pequena no Parlamento – que corre o risco de perder nas eleições intercalares de Novembro – e não tem qualquer apoio popular.

O jornal The Washington Post, datado de 16 de Junho, relata esta intervenção de Biden, sublinhando que os líderes sindicais da AFL-CIO são “a coisa mais próxima que ele pode ter como base”. E prossegue com a análise de como o seu discurso – totalmente centrado nos projectos de grandes obras públicas bloqueados pelos Republicanos – caiu como cabelo na sopa perante um auditório principalmente preocupado com a inflação galopante.

A economia dos EUA parece à beira do colapso, com a inflação a estrangular os trabalhadores norte-americanos um pouco mais a cada dia que passa. Não existe nenhuma ilusão, na população, de que as eleições intercalares possam resolver estes problemas. Mas há uma procura de organização, no terreno da luta de classes, para defender as condições de vida dos trabalhadores, ameaçados pela inflação e pelo risco de colapso económico. Isso é incarnado por esses votos, cada vez mais numerosos, para a formação de sindicatos.

Crónica de Devan Sohier publicada no semanário francês “Informations Ouvrières” – Informações operárias – nº 711, de 23 de Junho de 2022, do Partido Operário Independente de França.

Fonte: Pous4

Anitta “quebra a internet” após apoio a Lula.

Depois que Anitta declarou abertamente seu apoio ao presidente Lula nas eleições de 2022, não faltaram memes para comemorar a decisão e até mesmo planejar a festa da posse em janeiro de 2023.

“Este ano estou com Lula e quem quiser minha ajuda pra fazer ele bombar aqui na Internet, tik tok, Twitter, instagram é só me pedir que estando ao meu alcance”, disse a cantora em suas redes nesta segunda-feira (11).

Anitta citou o caso do assassinato de um apoiador de Lula, Marcelo Arruda, morto por um bolsonarista em Foz doo Iguaçu. “Se não houvesse uma morte envolvida neste caso do apoiador de Lula que foi atacado por um bolsonarista eu diria que a burrice dessas pessoas chega a ser engraçada. Mas não. É apavorante”.

“A partir deste momento eu sou Lulalá primeiro turno. E lutarei por uma novidade na política presidencial brasileira nas próximas eleições”.

Fonte: Mídia Ninja

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