Dr. Valmir cobra votação da Lei Orçamentária

O vereador Dr. Valmir (PT), usou a tribuna da Câmara Municipal de Maceió, durante a sessão ordinária do dia 11, para solicitar a apreciação e votação da Lei Orçamentária Anual, para que o Poder Executivo implemente as ações previstas para o ano de 2021.

A Lei Orgânica do Município de Maceió estabelece que a proposta de orçamento deve ser votada até o dia 15 de maio. Segundo o vereador “sem essa aprovação dentro do prazo estabelecido, nosso município terá dificuldades para a materialização de políticas públicas que atendam as necessidades da população”.

A ausência da aprovação da Lei Orçamentária Anual tem provocado polêmicas e de até uma ação civil pública por parte do Ministério Público de Alagoas.

Só Lula vence Bolsonaro no segundo turno, diz nova pesquisa Atlas

O presidente Jair Bolsonaro obteve uma melhora em seu nível de popularidade neste mês de maio em relação a março, revela pesquisa Atlas divulgada nesta segunda-feira. De acordo com os números, 40% da população aprova o desempenho do ultradireitista, contra 35% em março. A desaprovação também teve leve queda e foi de 60%, há dois meses, para 57% agora. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Para Andrei Roman, CEO do Atlas, a melhora de Bolsonaro tem relação direta com a volta do pagamento do auxílio emergencial, a partir de abril, apesar de ter valores mais baixos do que os do benefício pago em 2020. Na visão de Roman, há ainda “um alívio relativo em relação a situação da pandemia no país”, destaca. “A pesquisa anterior, de março, foi feita no ponto de maior estresse”, pondera ele. Março e abril foram os meses mais letais da pandemia até agora no Brasil. A média de mortes caiu nas últimas semanas, mas especialistas apontam que ainda é cedo para qualquer comemoração e alertam para risco de uma nova onda de contágios com os encontros do Dia das Mães neste fim de semana.

A pesquisa Atlas também mostra que a melhora da popularidade de Bolsonaro se refletiu em uma melhor performance nas simulações eleitorais para a corrida pela sucessão presidencial em 2022. O presidente lidera a corrida no primeiro turno, quer com a presença do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ou não. Tanto o mandatário como Lula tiveram melhor desempenho em maio em relação a março. Bolsonaro foi de 32,7% de intenção de votos há dois meses para 37%. Já o petista conseguiu reaver seus direitos políticos após decisões do Supremo Tribunal Federal que anularam as condenações da Operação Lava Jato, eliminando o veto da Lei da Ficha Limpa e voltando ao tabuleiro político. No período, o ex-presidente também cresceu. Foi de 27,4% em março para 33.2% em maio.

Lula, inclusive, é o único que continua vencendo o atual ocupante do Planalto em 2022 em um eventual segundo turno, fora da margem de erro. O ex-presidente aparece com 45,7% contra 41% de Jair Bolsonaro, uma diferença de quase 5 pontos percentuais, quando a margem de erro da pesquisa é de dois pontos. Ciro Gomes (PDT) e o ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta (DEM) aparecem numericamente à frente de Bolsonaro, mas estão tecnicamente empatados.

Fonte: Diário do Centro do Mundo

Bolsolão: Bolsonaro elaborou taxa de fidelidade para comprar deputados e Arthur Lira comanda esquema

Verbas extras, desviadas do orçamento, somam R$ 3 bilhões e constituem mais um crime de responsabilidade. Arthur Lira (PP-AL), presidente da Câmara, é comandante do esquema e participou das negociações para a liberação de recursos para aliados

O orçamento paralelo de Jair Bolsonaro, que desviou cerca de R$ 3 bilhões para a compra de apoio parlamentar no Congresso, a partir da aquisição de tratores e máquinas agrícolas superfaturadas, foi feito com base numa taxa de fidelidade nas votações do Congresso. “Eleito com apoio do Planalto para comandar a Câmara, Arthur Lira (PP-AL) participou das negociações para a liberação de recursos para aliados. Presidente do PP, Ciro Nogueira também teve direito a indicar recursos. Somente na Codevasf, estatal controlada pelo Centrão, direcionou R$ 30 milhões para sua base”,  informam os jornalistas Natália Portinari, Manoel Ventura e Melissa Duarte, em reportagem publicada no Globo..

“A liberação de R$ 3 bilhões em emendas parlamentares privilegiando aliados, ação que está na mira de uma investigação do Tribunal de Contas da União (TCU), consolidou a aproximação do governo de Jair Bolsonaro com o Centrão e fez com que o Palácio do Planalto criasse uma ‘taxa de fidelidade’ de deputados e senadores”, informa a reportagem.

O caso deve ser investigado pelo Tribunal de Contas da União. “O subprocurador-geral Lucas Rocha Furtado solicitou ao Tribunal de Contas da União (TCU) que apure a reserva de R$ 3 bilhões do Orçamento de 2020 para deputados e senadores indicarem a destinação recursos para obras e compras de equipamentos em municípios”, aponta a reportagem.

“Enquanto contemplava aliados na Câmara e no Senado com as emendas, o governo mantinha um monitoramento da fidelidade dos parlamentares a seus projetos. Fichas obtidas mostram como a Secretaria de Governo, na gestão do então ministro Luiz Eduardo Ramos, fazia o acompanhamento da atuação de aliados no Congresso, com pontuação para posicionamento e favor e contra o Planalto nos principais temas. A fidelidade é um dos critérios para congressistas conseguirem melhor trânsito no governo, com possibilidade de liberação de emendas e indicação para cargos”, apontam ainda os repórteres.

O desvio de recursos do orçamento constitui crime de responsabilidade, mas a impunidade deve prevalecer. “Eleito com apoio do Planalto para comandar a Câmara, Arthur Lira (PP-AL) participou das negociações para a liberação de recursos para aliados. Presidente do PP, Ciro Nogueira também teve direito a indicar recursos. Somente na Codevasf, estatal controlada pelo Centrão, direcionou R$ 30 milhões para sua base”, informa a reportagem.

Fonte: Brasil 247

Entidades do movimento negro convoca população para protesto no dia 13 de maio

Convocação foi divulgada pelas redes sociais:

“Convocamos todas as entidades do Movimento Negro Alagoano e aliados/as da luta antirracista para participarem da manifestação “Nem bala, nem Fome, nem covid19. O Povo Negro quer Viver” que vai ocorrer no dia 13 de maio de 2021, às 15h00, na Pça Deodoro, Centro de Maceió/AL, defronte ao Tribunal de Justiça de Alagoas, sob coordenação da Rede de Mulheres Negras de Alagoas, Anajô e AfroZumbi.

O Ato de Resistência Negra será silencioso e com o cumprindo dos protocolos de distanciamento social e o uso de máscaras. As nossas mensagens estarão em pirulitos de cartolinas com referência à fome em Maceió e em Alagoas, o genocídio da juventude negra periférica, às violências que impactam às mulheres negras, à população de rua, às travestis, os homossexuais, e demais grupos vulneráveis que são e foram ainda mais impactados pela pandemia da covid19 nesta política da morte em que vivemos. Por isso, se organize e venha participar conosco deste ato pela vida do Povo Negro.

Ato 13 de maio: Nem Bala, nem Fome, nem covid19. O Povo Negro quer Viver

Local: Pça Deodoro, Centro de Maceió/AL, defronte ao Tribunal de Justiça de Alagoas

Horário: 15h00

Material: Máscaras, álcool gel, faixas e pirulito de cartolina”.

TJ derruba lei que permitia demissão de cobradores de ônibus em Maceió

Por decisão do desembargador Otávio Leão Praxedes, do Tribunal de Justiça, através de liminar, está suspensa a lei de autoria do vereador Galba Netto e aprovada pela Câmara, que permitia a demissão dos cobradores de ônibus em Maceió, em plena pandemia.

O magistrado atendeu ao pedido de liminar de uma ação direta de inconstitucionalidade protocolada pelo PDT. Os efeitos da lei estão suspensos até o julgamento do mérito da ação.

Com a liminar, o magistrado suspende a lei municipal 7.057, de 5 de maio de 2021, que permite aos motoristas de ônibus acumularem a função de cobradores e impõe uma derrota aos vereadores que representam os interesses dos donos das empresas de ônibus na Câmara Municipal e ao prefeito JHC.

Estado fascista de Israel abre fogo e deixa mais 300 palestinos feridos

Ação aconteceu na mesquita de Al-Aqsa; tensão cresce na região em meio a protestos contra despejos de palestinos e do Dia de Jerusalém, que marca tomada de Israel da área oriental da cidade durante Guerra dos Seis Dias

Centenas de pessoas ficaram feridas nesta segunda-feira (10/05) após um ataque à mesquita de Al-Aqsa por forças israelenses em meio a protestos contra o despejo de famílias palestinas em Jerusalém Oriental, noticiou a mídia local.

Os manifestantes atiraram pedras nos policiais, que usaram balas de borracha, granadas de atordoamento e gás lacrimogêneo para dispersá-los. O Crescente Vermelho Palestino informou que pelo menos 305 pessoas ficaram feridas durante os confrontos, 228 das quais foram levadas a hospitais.

Além disso, nove policiais israelenses ficaram feridos em confrontos na cidade velha de Jerusalém. As forças israelenses retiraram-se da mesquita de Al Aqsa após quatro horas.

Por sua vez, a polícia proibiu os israelenses de visitarem a Esplanada das Mesquitas na segunda-feira, local considerado sagrado por muçulmanos e judeus, no âmbito do Dia de Jerusalém, que marca a tomada da parte oriental da cidade por Israel durante a Guerra dos Seis Dias.

A decisão da polícia de banir temporariamente os visitantes judeus do local sagrado veio horas antes do início da marcha do Dia de Jerusalém, amplamente considerada pelos palestinos como uma ação provocativa. As autoridades israelenses permitiram que o desfile acontecesse, apesar da crescente preocupação de que isso pudesse agravar ainda mais as tensões.

Este ano, a marcha coincide com o mês sagrado muçulmano do Ramadã e ocorre após semanas de confrontos entre a polícia israelense e os palestinos em Jerusalém.

O Conselho de Segurança da ONU programou consultas privadas para segunda-feira sobre o aumento das tensões em Israel. Diplomatas detalham que a reunião foi solicitada pela Tunísia, representante árabe no conselho.

Em 7 de maio, pelo menos 205 civis ficaram feridos quando a polícia israelense disparou balas de borracha e granadas de choque contra jovens palestinos que atiravam pedras nas proximidades da mesquita de Al Aqsa em Jerusalém, segundo o Crescente Vermelho Palestino.

O confronto ocorreu enquanto os protestos continuavam no bairro vizinho de Sheikh Jarrah, em Jerusalém Oriental – onde residem principalmente palestinos e que abriga um lugar venerado por judeus religiosos – contra o despejo de famílias árabe-israelenses que deveriam deixar suas casas em terrenos reclamados por organizações de colonos judeus.

Fonte: Ópera Mundi

Ufal e Ifal sofrem com cortes de recursos feitos pelo governo Bolsonaro

A Universidade Federal de Alagoas e o Instituto Federal de Alagoas foram duramente atingidas pelos cortes anunciados pelo Governo Bolsonaro, segundo os reitores das instituições, várias atividades estão comprometidas. Os cortes de recursos são resultado da aprovação do orçamento federal que corta dos serviços públicos para alocar recursos para os bancos.

Os cortes atingem 30% no orçamento de custeio da Ufal (R$ 42 milhões) mais o bloqueio suplementar de 13,8% antes determinado pelo Ministério da Educação, diminui drasticamente a política de assistência social e a oferta de bolsas de extensão para os alunos, prejudicando a pesquisa e projetos essenciais.

No Ifal, o Bolsonaro cortou 16,37%, fazendo com que a instituição funcione com um orçamentário menor que em 2011, só que hoje o instituto oferta 110 cursos e tem quase 19 mil alunos matriculados, mais que o dobro daquela época.

Na Ufal, os estudantes que tem reclamado dos cortes das bolsas, estão preparando atividades de mobilização para denunciar o desmonte promovido pelo governo Bolsonaro e o impacto dos cortes na produção acadêmica.

Juiz defende que responsáveis pela chacina de Jacarezinho sejam punidos pelo Tribunal Penal Internacional

Para o juiz João Batista Damasceno, do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro “executores e toda a cadeia de comando têm que ser julgados pelo Tribunal Penal Internacional”.

Abaixo o artigo do juiz

A incursão da Core no Jacarezinho propiciou 28 mortes no último dia 6.

Trata-se da mais letal operação policial da história do Rio de Janeiro.

Há dúvida se houve efetivo confronto e exercício de legítima defesa. Os precedentes da polícia em diversas outras ocorrências é o fundamento da dúvida.

Desta vez não foi o Bope, nem o BPChq cujo comandante reivindicou, em 2019, a autoria de 15 mortes no Morro do Fallet indevidamente atribuídas a outra unidade policial.

Mas, a polícia não deve ser sozinha responsabilizada por suas violências.

Os que pensam para ela e lhes formulam as justificações são igualmente responsáveis.

A polícia violenta, mas incorruptível, retratada no filme ‘Tropa de Elite 1’, decorre de uma concepção da “boa polícia” da qual falam o sociólogo Luiz Eduardo Soares da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) e o antropólogo Roberto Kant de Lima da Universidade Federal Fluminense (UFF), onde criou curso de Segurança Pública.

Em suas formulações, a “boa polícia” há de ser incorruptível, mas pode ser violenta.

Em suas opiniões, corrupção é uma opção; é um desvio pessoal. Mas, a violência é um desígnio inevitável da atuação policial.

A operação no Jacarezinho foi em si uma afronta à civilidade e aos poderes constituídos, notadamente ao STF.

Os tempos são sombrios. Falta controle externo da atividade policial.

Da nota publicada pelo Ministério Público constou que

“O MPRJ informa que a operação realizada nesta data na comunidade do Jacarezinho foi comunicada à Instituição logo após o seu início, sendo recebida às 9hs. A motivação apontada para a realização da operação se reporta ao cumprimento de mandados judiciais – processo 0158323-03.2020.8.19.0001 – de prisão preventiva e de buscas e apreensão no interior da comunidade, sabidamente dominada por facção criminosa”.


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Mas, o mandado para prisão preventiva determinado em 28/04 pela 19ª Vara Criminal não compreendia autorização para matar quem ainda não fora julgado.

Não se pode negar o direito à legítima defesa. É a defesa da própria vida em detrimento da vida ou incolumidade física de um agressor injusto.

Mas, não se pode validar a escalada da violência.

O Estado brasileiro já sofreu condenações da Corte Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) por suas violações em chacinas.

As condenações na CIDH não têm surtido efeito. Ela julga Estados. Igualmente não têm sido eficazes os mecanismos nacionais de controle da violência do Estado.

A Constituição da República atribuiu ao Ministério Público o controle externo da atividade policial.

Está no Art. 129, VII. Mas, é letra morta.

Resta apelar para o Tribunal Penal Internacional. O TPI julga indivíduos por crimes de genocídio, de guerra, contra a humanidade e crimes de agressão.

Se é guerra, que sejam os autores e partícipes submetidos à Convenção de Genebra.

Se não, e não é, sejam julgados por eventuais crimes contra a humanidade, assim considerados os massacres, a desumanização, os extermínios e as execuções.

Em tal caso, tanto podem responder os que executam quanto toda a cadeia de comando e de abstenção de controle que de qualquer forma concorram para os crimes.

Este artigo é cópia quase integral de outro publicado nesta coluna em 16 de fevereiro de 2019, em que terminava propondo responsabilização de quem incentiva execuções.

Esse artigo me valeu um telefonema ameaçador do então governador, ex-juiz, que em seguida me bloqueou nas redes sociais.

Vou manter este artigo arquivado.

As chacinas não vão parar. Ao contrário. Serão intensificadas. Os tempos são sombrios e é incontrolável a escalada da truculência estatal e paraestatal.

Mas, para cada nova chacina, ele será republicado com referência ao número de mortos, o local das mortes, a força executora e o apelo para que a cadeia de comando seja conjuntamente julgada pelo Tribunal Penal Internacional/TPI.

Publicado originalmente no jornal O DIA, em 08/05/2021.

Fonte: Vi o Mundo

Bolsolão: orçamento secreto para comprar deputados

Rio de Janeiro - O presidente da República, Jair Bolsonaro, recebe o motorista Robson Oliveira, que estava preso na Rússia, no aeroporto do Galeão. (Fernando Frazão/Agência Brasil)

Segundo jornal, esquema incluiu aquisição superfaturada em 259% de tratores agrícolas a pedido de parlamentares ligados ao agronegócio

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) criou um orçamento paralelo com cerca de R$ 3 bilhões em emendas no final de 2020 para conseguir apoio do centrão no Congresso Nacional. Reportagem publicada pelo jornal Estado de S.Paulo neste domingo (9) revela que o orçamento secreto de Bolsonaro incluía a compra de tratores e equipamentos agrícolas por valores até 259% acima do preço de referência no mercado. Os dados foram encontrados em 101 ofícios enviados por deputados e senadores ao Ministério do Desenvolvimento Regional.

Os ofícios, obtidos pelo jornal ao longo dos últimos três meses, mostram que o orçamento secreto de Bolsonaro também atropela leis orçamentárias, já que são os ministros e não os parlamentares que deveriam definir onde aplicar os recursos. Os acordos e o direcionamento do dinheiro não foram públicos, assim como a distribuição não foi igual entre os congressistas, evidenciando um interesse eleitoral do governo.

Davi Alcolumbre

O senador Davi Alcolumbre (DEM-AP), por exemplo, determinou a aplicação de R$ 277 milhões de verbas públicas só do Ministério do Desenvolvimento Regional, assumindo a função do ministro Rogério Marinho. Se fosse liberar a verba pelas vias convencionais, o ex-presidente do Senado tardaria 34 anos, já que cada parlamentar tem direito a direcionar apenas R$ 8 milhões ao ano.

Alcolumbre enviou R$ 81 milhões à Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), estatal sob seu controle. Os documentos ainda mostram que o senador destinou R$ 10 milhões para obras e compras fora do Amapá. As máquinas seriam destinadas a prefeituras para auxiliar nas obras em estradas nas áreas rurais e vias urbanas e também nos projetos de cooperativas da agricultura familiar no Paraná. Sem questionar, o governo concordou em comprar as máquinas por R$ 500 mil, quando o preço de referência era R$ 200 mil.

Bolsolão

Também são citados os nomes dos deputados Vicentinho Junior (PL-TO), Ottaci Nascimento (SD-RR), Bosco Saraiva (SD-AM), Lucio Mosquini (MDB-RO) e da ex-deputada Flávia Arruda (PL-TO), hoje ministra-chefe da Secretaria de Governo da Presidência da República, responsável justamente pela articulação com o Congresso.

Nas redes sociais, usuários começaram a denunciar que não se trata de um orçamento secreto de Bolsonaro, mas sim de um “Bolsolão”, um bolo de recursos que o presidente da República utilizou para comprar o apoio de parlamentares.

Fonte: Rede Brasil Atual

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