Esposa de Arthur Lira ganha cargo em governo aliado de Bolsonaro

A mulher de Arthur Lira ganhou um cargo em governo de aliado de Jair Bolsonaro. Angela Maria Gomes de Almeida Lira foi nomeada secretária-adjunta da Representação Estadual no Distrito Federal por Antonio Denarium, governador de Roraima. O salário líquido mensal é de R$ 14 mil.

Ela é responsável por interlocução com diferentes instituições com que o governo se relaciona na capital federal, segundo a Folha.

Denarium, ex-PSL, é um dos poucos governadores que ainda se alinham ao governo federal. Ele, inclusive, participou dos atos golpistas de 7 de setembro.

A superior direta de Angela Lira em Roraima é uma bolsonarista, Gerlane Baccarin. Ela é secretária responsável pela pasta. Foi candidata derrotada na eleição municipal de 2020 pelo PP. Também é esposa de um apoiador do presidente, o deputado federal Hiran Gonçalves, que é amigo do presidente da Câmara dos Deputados.

Angela Lira já foi acusada de ser funcionária fantasma

Em 2000, Angela afirmou que foi incluída na folha de pagamento da Assembleia de Alagoas sem desempenhar um trabalho de fato. Essa é uma das pendências judiciais do marido, que foi alvo da Operação Taturana, da Polícia Federal.

Lira foi deputado estadual entre 1999 e 2011. Segundo promotores, ele incluía na folha de pagamentos de pessoal “funcionários que nunca trabalharam de fato, como é o caso de sua namorada Angela”.

Fonte: DCM

Poluição mata sete milhões de pessoas por ano

a cloud of pollution released by an industry.

Organização Mundial da Saúde estima que cerca de sete milhões de mortes prematuras, anualmente, principalmente por doenças não transmissíveis, são atribuíveis aos efeitos conjuntos da poluição do ar e doméstica, sobretudo em países onde as populações são mais pobres.

O mais recente relatório sobre a qualidade do ar, que acaba de ser apresentado e publicado, refere que os poluentes que circulam no ar e que mais contribuem para estas mortes são o ozono (O₃), dióxido de azoto (NO₂), dióxido de enxofre (SO₂) e monóxido de carbono (CO). Parte deles são capazes de penetrar, profundamente, nos pulmões outros podem mesmo entrar na corrente sanguínea e criar problemas graves de saúde.

De acordo com a OMS desde a atualização de 2005 houve um aumento acentuado na qualidade e quantidade de provas que mostram como a poluição atmosférica afeta a saúde. E a organização acredita que as mortes poderiam ser evitadas.

Fonte: Euronews

Trabalhadores da limpeza de Florianópolis enfrentam repressão

Trabalhadores da limpeza urbana de Florianópolis, em greve contra terceirização, enfrentam repressão

Com o processo de terceirização e privatização da limpeza urbana acelerado, os trabalhadores da Autarquia de Melhoramentos da Capital (COMCAP), em Florianópolis, aprovaram uma greve por tempo indeterminado. A pauta exige a retirada dos editais que terceirizam as funções executadas há mais de 50 anos pelo serviço público.

O responsável pela decisão da assembleia é o prefeito Gean Loureiro (DEM) pois descumpre uma decisão judicial que proibiu a terceirização da Comcap. Além de desrespeitar o Acordo Coletivo com a categoria, também faz a população pagar duas vezes pelo serviço.

Prefeito busca manipular opinião pública
Irritado pela forte mobilização da categoria e sabendo da simpatia da população com o movimento, Gean Loureiro não para de manifestar pelas redes sociais e veículos oficiais da prefeitura sua guerra ao serviço público e particularmente aos trabalhadores que ousam resistir.

Algumas horas depois da deliberação de greve, o movimento já sofreu forte repressão policial a mando do governo. Balas de borracha, spray de pimenta e pancadaria contra grevistas sentados no chão.

Mobilização nos bairros
O sindicato envolveu a categoria e população em atos e panfletagens pela cidade. Com foco nos locais em que a empresa terceirizada deixa um verdadeiro rastro de incompetência, as denúncias comprovam os efeitos do desmantelamento de um serviço que era referência nacional em qualidade. Mesmo com o silêncio da mídia local, o assunto já sensibiliza lideranças comunitárias, pequenos comerciantes e as famílias que sentem o mal cheiro da terceirização em frente às suas casas.

Amazon Fort não recolhe lixo
A empresa vendida como solução mais eficiente e barata que a Comcap, na verdade “economiza” até mesmo nos EPIs dos garis, muitos deles, por exemplo, não recebem nem ao menos o calçado adequado e trabalham de chinelo. O despejo de chorume de maneira indiscriminada e a falta de coleta fora das ruas principais são algumas das denúncias que a própria população tem feito. O prejuízo fica com as periferias e o meio ambiente.

“A Comcap é do povo!”
A luta agora segue pelo cumprimento das promessas arrancadas na última greve da categoria, que teve adesão histórica. Entre elas, a realização de concurso público e o maior investimento na autarquia ganham cada vez mais destaque entre as urgências para garantir o atendimento da demanda não só na coleta de lixo, mas também em todo o conjunto de outros serviços prestados pela Comcap que os trabalhadores lutam para que terceirizada alguma assuma.

Fonte: O Trabalho

FNL realiza feira agrária em Jequiá da Praia

A Frente Nacional de Luta está realizando mais uma feira agrária, dessa vez no município de Jequiá da Praia. Feirantes das regiões de Teotônio Vilela, Junqueiro, Jequiá da Praia, Coruripe, Campo Alegre, sertão, entre outros, trazendo varia mercadorias da roça direto para o consumidor. São produtos sem agrotóxico, produzidos pela agricultura familiar e com preço justo.

A Feira também conta com comidas típicas e regionais, além de atrações culturais. A FNL convida a todos para visitar a Feira Agrária e comprar produtos saudáveis. A Feira teve início hoje, 22/09 e segue até a próxima sexta-feira.

Prefeito JHC foge do debate e deixa o povo sem resposta sobre o caso Braskem

A Prefeitura de Maceió organizou hoje, 21, no bairro do Bebedouro, um debate para discutir com os moradores atingidos pelo maior desastre ambiental da história do Brasil: o afundamento de Maceió pela ação da Braskem.

O prefeito JHC (PSB) fez uma longa explanação sobre a situação dos bairros atingidos e a necessário debater o futuro dos moradores dos bairros que foram prejudicados pela ação da Braskem.

Mas após a fala, o Prefeito fugiu, não ouviu a fala dos moradores que denunciavam o crime da Braskem e a situação trágica dos moradores de Bebedouro e dos outros bairros.

Com a saída repentina do Prefeito a reunião acabou suspensa e o povo enfurecido. Aos gritos de “respeitem os moradores” e
“Braskem assassina” os populares expressaram toda indignação.

Sindicalistas colocam faixas contra a reforma administrativa no viaduto do Cepa

Um grupo de sindicalistas protestou na manhã de hoje, 21, colocando faixas no viaduto do Cepa contra a reforma administrativa do governo Bolsonaro.

Para os ativistas, a PEC 32 visa acabar com a estabilidade no emprego dos servidores públicos concursados e abrir a porta para colocar cabos eleitorais de políticos, o que favorecerá a corrupção como os esquemas de rachadinhas.

O grupo também denunciou que com a PEC 32, Bolsonaro pretende reduzir o financiamento para os serviços públicos, o que provocará o fechamentos de escolas e creches públicas.

Para o professor Luizinho, dirigente da CUT e do Sindicato dos Docentes da Universidade Estadual de Alagoas, “com a PEC 32, Bolsonaro quer destruir os serviços públicos, mas, a resistência dos servidores e da população pode impedir esse atentado contra o povo e a nação brasileira”.

CUT convoca ato #ForaBolsonaro no dia 2 de outubro

Direção Executiva Nacional da Central enviou comunicado a todas as entidades filiadas com orientações sobre organização e mobilização para o ato que é também em defesa do Brasil e dos brasileiros

No próximo dia 2 de outubro é fundamental ocupar as ruas de todo o país pelo #ForaBolsonaro, por emprego decente, em favor da vida, da renda, contra a fome, a carestia e a reforma Administrativa (PEC 32). É um ato pelo Brasil e pelos brasileiros e brasileiras, afirma comunicado da Direção Executiva Nacional da CUT para as entidades filiadas.

Para a direção da Central, que organiza o ato junto com as demais centrais, as frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, entidades que fazem parte da Frente Nacional ‘Fora, Bolsonaro’ e partidos políticos, é preciso organizar, mobilizar e fazer um grande ato para derrotar o governo de Jair Bolsonaro (ex-PSL) e sua política de destruição dos direitos sociais e trabalhistas, e de ameaça à democracia.

No comunicado, a direção da CUT orienta que os dirigentes priorizem a mobilização e organização dos atos no dia 2 de outubro, tanto nos locais de trabalho, quanto  nos bairros, terminais de transporte e locais de maior circulação, usando carros de som, realizando mutirões de panfletagem, colagens, além de atuação nas redes sociais. 

“É preciso envolver  toda a sociedade na luta dos servidores, organizando um novo dia de mobilização e luta; como também é fundamental construir a unidade com as frentes e centrais nos estados para organizar os atos conjuntamente e ampliar a mobilização”, diz trecho do comunicado.

Como nos outros atos realizados, a CUT orienta suas entidades a organizar e assegurar a segurança física e sanitária para conter a disseminação do novo coronavírus com a distribuição de máscaras e álcool gel para os manifestantes. Além disso, as entidades devem montar grupos de apoio jurídico e de segurança, diz o comunicado.

“A classe trabalhadora tem a tarefa prioritária de ir às ruas no próximo dia 02 de outubro protestar contra o desastroso governo Bolsonaro, exigir o Fora Bolsonaro”, disse o presidente nacional da CUT, Sérgio Nobre, na última sexta-feira (17).

Segundo ele, os trabalhadores e as trabalhadoras são os mais afetados pelas crises sanitária, que já matou mais de 590 mil pessoas no país, econômica, política e diplomática criadas por Bolsonaro.

“Somente com a pressão das ruas e com atuação unitária pressionando o Congresso Nacional vamos conseguir impedir que mais medidas que destroem o Brasil – via ataques aos direitos, às liberdades, à democracia e à soberania – piorem ainda mais a já caótica situação do país”, pontuou Sérgio Nobre.

Fonte: CUT Brasil

67% dos brasileiros reduziram consumo de carne

Segundo pesquisa Datafolha, cresceu o consumo de ovo como proteína substituta. Itens como arroz, feijão e macarrão também são menos consumidos

Pesquisa Datafolha realizada de 13 a 15 de setembro e divulgada nesta segunda-feira (20/9) mostra que 85% dos brasileiros reduziram o consumo de algum item alimentício desde o início do ano de 2021. Os itens que o brasileiro mais deixou de consumir são carne de boi, refrigerantes e sucos e laticínios.

De acordo com o levantamento, 67% cortaram o consumo de carne vermelha; 51% o de refrigerantes e sucos e 46% o de leite, queijo e iogurte. Pão francês, pão de forma e outros pães aparecem com 41% de redução.

No sentido contrário, cresceu o consumo de ovo como proteína substituta.

Outros itens básicos, como arroz, feijão e macarrão, também estão sendo menos consumidos por 34%, 36% e 38% da população, respectivamente.

Além desses itens, o consumo de frango, porco e outros tipos de carne e do grupo frutas, legumes e verduras também teve queda relevante. Nesses casos, no entanto, também se destaca o percentual de entrevistados que disse ter aumentado a compra desses itens, o que pode indicar uma substituição de itens da cesta básica.

O índice de inflação ao consumidor em 12 meses está próximo de 10%, mas a alta da alimentação em domicílio é ainda maior: chega a 17%. O destaque fica para produtos como arroz (33%), carnes (31%), ovos (14%) e leites e derivados (12%).

A pesquisa apontou que não há grande diferença entre o percentual de pessoas com redução no consumo de itens alimentícios na abertura por idade ou escolaridade, todos com percentual em torno da média de 85%.

Por faixa de renda, os percentuais são altos mesmo nas famílias com renda acima de dez salários mínimos: 67% relatam ter cortado algum desses produtos. Na faixa até dois salários, são 88%. Por ocupação, destacam-se abaixo da média os empresários (67%).

Fonte: Metrópoles

Lula dispara e pode vencer no 1º turno, diz pesquisa DataTempo

Lula tem 30% das intenções de voto

Fortalecido em um eleitorado nordestino, com 16 a 24 anos e renda de até dois salários mínimos, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera a disputa das eleições presidenciais de 2022, faltando pouco mais de um ano para o pleito. Segundo a primeira pesquisa de abrangência nacional do instituto DataTempo, cujos resultados começam a ser revelados nesta segunda (20).

Nova pesquisa com Lula

Segundo os dados, o ex-presidente tem uma vantagem de 14 pontos percentuais sobre o atual presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), na pesquisa estimulada, aquela na qual os nomes dos candidatos são apresentados. Além disso, Lula venceria hoje todos os adversários colocados em simulações de segundo turno, enquanto Bolsonaro perderia de todos eles.

De acordo com o DataTempo, que fez 2.025 entrevistas domiciliares entre os dias 9 e 15 de setembro em todo o país, Lula teria, se a eleição fosse hoje, 36% dos votos dos brasileiros. Jair Bolsonaro, por sua vez, somaria 22%. Quando são computados apenas os votos válidos, ou seja, excluindo-se aqueles que pretendem votar em branco ou nulo e os que se dizem indecisos, o percentual de Lula chega a 41,9%, enquanto o de Bolsonaro alcança 25,6%. Para que um candidato seja eleito no primeiro turno, ele precisa de mais de 50% dos votos válidos.

DataTempo também realça a dificuldade dos candidatos de terceira via na corrida eleitoral, que aparecem pulverizados, bem atrás dos dois primeiros colocados. O ex-governador do Ceará Ciro Gomes (PDT), por exemplo, que é numericamente o terceiro colocado no levantamento estimulado, alcança 7,8% das intenções de voto. Empatado tecnicamente com ele, considerando a margem de erro de 2,18 pontos percentuais para mais ou para menos, está o ex-juiz Sergio Moro (sem partido), que alcança 5,6%.

Enquanto Ciro e seu partido dizem que a candidatura é irreversível, Moro ainda avalia se entrará mesmo na disputa. Na sequência, aparecem o apresentador de TV José Luiz Datena (PSL), com 3,1%, e a ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva (Rede), que soma 2,9%. O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), registra 2%, enquanto outros nomes citados alcançaram 6,4%. Os eleitores que dizem ter a intenção de votar em branco ou anularem os votos são 8%. Os que não sabem ou não responderam, 6,2%.

Fonte: DCM

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