63% reprovam governo Bolsonaro

Avaliação negativa do governo segue alta. Maioria vê economia brasileira ‘no caminho errado’. Segundo pesquisa do Ipespe, 53% consideram o governo ruim ou péssimo. E reprovação atinge 63%.

Além das intenções de voto para a Presidência da República, a pesquisa Ipespe divulgada nesta sexta-feira (25) mostrou que a avaliação do governo segue negativa. Para 53%, a gestão Bolsonaro é ruim ou péssima. O percentual tem oscilado de 53% a 55% desde agosto. Há um ano, estava em 42%.

Apenas 25% consideram o governo ótimo ou bom, patamar que se mantém desde meados do ano passado. E 21% avaliaram a gestão como regular, enquanto 1% não responderam. No primeiro mês do governo, janeiro de 2019, 40% responderam “ótimo/bom” e 20%, “ruim/péssimo”.

A desaprovação ao atual governo é de 63%. Com oscilações, mantém-se nesse nível desde julho de 2021. Outros 31% dizem aprovar a gestão, enquanto 6% não sabem ou não responderam.

Também para 63% dos entrevistados, a economia brasileira está “no caminho errado”. E 29% acreditam que esteja no caminho certo. E 8% não sabem ou não responderam, segundo o Ipespe.

Fonte: Rede Brasil Atual

Para facilitar contaminação, deputados aprovam o fim do uso obrigatório da máscara em Alagoas

A Assembleia Legislativa de Alagoas aprovou uma lei que acaba com o uso obrigatório de máscara de proteção contra Covid-19 em locais públicos abertos de Alagoas. 

Quando passar a valer, o uso facultativo de máscaras vai compreender os seguintes locais: ruas, logradouras, avenidas, alamedas e afins praças, orla marítima e lagunar ambientes abertos ao público desprovidos de estrutura de telhado e coberta

A promulgação da lei de autoria do deputado Cabo Bebeto (PTC) foi publicada no Diário Eletrônico da ALE.

Em Alagoas, está em vigor desde 2020 uma outra lei estadual que determinou o uso obrigatório de máscara em locais públicos abertos ou fechados enquanto durar a situação de emergência decretada pelo Governo do Estado por causa da pandemia da Covid.

O carnaval está chegando, usem máscara e se protejam, essa é a recomendação dos especialistas, e que ninguém caia na onde desses deputados que, para puxar o saco do presidente genocida Jair Bolsonaro, querem facilitar a contaminar da população de Alagoas por Covid-19.

Só no dia 25/02, Alagoas registrou 261 novos casos e 10 mortes. Teria mais sentido um projeto estabelecendo testagem gratuita e em massa. Com a palavra os deputados de Alagoas!

Redação com G1 Alagoas

Frente Nacional de Luta realiza ocupações no interior de Alagoas

Na manhã desta sexta-feira, 25 de fevereiro, a Frente Nacional de Luta Campo e Cidade realizou diversas atividades no interior de Alagoas, marcando a Jornada Nacional de Luta em defesa da Reforma Agrária e Urbana, evento que ocorre também em vários estados do Brasil.

Dentro da programação nacional, a FNL promoveu em Alagoas, duas ocupações de terra e uma ocupação urbana, nos municípios de São Miguel dos Campos, Jeguiá da Praia e Arapiraca.

No total, 142 famílias de sem terra ocuparam a fazenda Barros Branco da Usina sinimbu em são Miguel dos Campos, 96 famílias ocuparam a fazenda Willames da Usina Sinimbu, em Jequia dá Praia, e 150 famílias de sem teto ocuparam um terreno na Batingas, que pertence a prefeitura de Arapiraca.

Fonte: Assessoria FNL Alagoas

Pastor que propagava ódio contra gays, negros e judeus é preso no Rio

Além de pregar contra gays e negros, pastor evangélico também é um fervoroso militante antivacina. O líder religioso também já desafiou agentes em vídeo: “Manda o delegado vir aqui pedir a minha retratação. Ele não é homem para isso, eu sou vencedor do sistema, ninguém me detém”

A Polícia Federal prendeu na manhã desta quinta-feira, no Rio de Janeiro, o pastor Tupirani da Hora Lores, conhecido por discurso de ódio contra judeus, gays e praticantes de outras religiões.

Tupirani, líder da Igreja Pentecostal Geração Jesus Cristo, foi alvo da operação Rófesh — nome que, em hebraico, significa liberdade, fazendo alusão às recentes discussões sobre os limites da liberdade de expressão. O pastor costuma fazer pregações racistas, contra a vacina anti-Covid e contra o voto (um cartaz na entrada da igreja diz: “Não votamos: não elegemos marginais).

De acordo com as investigações, o pastor produziu e publicou diversos vídeos com ataques diretos aos judeus e membros de outras religiões. Tupirani responderá pelos crimes de racismo, ameaça e incitação e apologia ao crime. Ele teve o celular apreendido. No momento da prisão, Tupirani exibia uma camisa com a frase “Não sou vacinado”.

Em agosto do ano passado, Tupirani afirmou durante pregação, no começo do mês, que “a igreja não levanta placa de filho da puta negro e veado”. O discurso foi feito em resposta ao pedido de desculpas da pregadora Karla Cordeiro, a Kakau, da Igreja Sara Nossa Terra. Ela havia dito para os fiéis pararem de “ficar postando coisa de gente preta, de gay”, em 31 de julho. Após a repercussão do vídeo e da abertura de um inquérito policial, Kakau publicou uma nota de retratação, em 3 de agosto. O recuo de Kakau irritou o líder da Igreja Pentecostal Geração Jesus Cristo.

“abe o que você é, Karla Cordeiro? Você é uma puta, uma prostituta, seu pastor deve ser um veado e a sua igreja toda é uma igreja de prostitutas. Vocês não são evangélicos. Malditos sejam vocês, que a garganta de vocês apodreça por terem ousado tocar no nome de Jesus, raça de putas e piranhas, é isso que vocês são”, disse o pastor.

“A igreja de Jesus Cristo não levanta placa de filho da puta negro nenhum, não levanta placa de filho da puta de político, não levanta placa de filho da puta de veado. A igreja de Jesus Cristo só levanta a sua própria placa, porra”, acrescentou, aos gritos.

Tupirani já foi preso por intolerância religiosa, em 2009. Em março do ano passado, na operação Shalom, ele já havia sido alvo de uma operação da Polícia Federal. Uma busca e apreensão autorizada pela Justiça buscou encontrar provas que o religioso, em um de seus cultos, pediu por um “massacre” de judeus. O pastor disse que eles “deveriam ser envergonhados como foram na 2ª Guerra Mundial”.

Tupirani desafiou agentes em vídeo: “Manda o delegado vir aqui pedir a minha retratação. Ele não é homem para isso, eu sou vencedor do sistema, ninguém me detém”.

Fonte: Pragmatismo Político

Mamata: Bolsonaro já gastou mais de R$ 5 milhões com férias e carnaval!

Desde que assumiu o governo, o presidente Jair Bolsonaro (PL) já gastou R$ 5.141.964,63 de dinheiro público com períodos de férias e carnaval. A informação é do jornalista Ancelmo Gois.

As várias férias de Bolsonaro

As mais recentes férias do chefe do Executivo, em São Francisco do Sul (SC), custaram quase R$ 900 mil aos cofres públicos, segundo a Secretaria-Geral.

No final de 2020, quando ele foi para o Guarujá e para a mesma cidade catarinense, o gasto foi de R$ 2.452.586,11.

O presidente também aproveitou para tirar uma folga no carnaval de 2021. Ele também viajou a Santa Catarina, seu destino predileto, e desembolsou R$ 1.790.003,92.

O governo repassou estas informações após requerimento do deputado federal Elias Vaz (PSB-GO).

Após negar, Bolsonaro admitiu que estava de férias em SC

Bolsonaro passou sete dias em São Francisco do Sul. Ele chegou à cidade na tarde do dia 27 de dezembro e voltou em 3 de janeiro. Nesse período, fez passeios de jet ski, visitou o parque de diversões Beto Carrero World, apostou na Mega-Sena e cortou o cabelo.

Questionado sobre a viagem, o presidente negou que estava de folga. “Sou um presidente que não tem férias. É maldoso quem fala que estou de férias. Eu dou minhas fugidas de jet ski, dou uns cavalos de pau com carro no Beto Carrero”.

Poucos dias depois, ele mudou o discurso e admitiu: “Como eu resolvi tirar nove dias de férias, depois do Natal e começo do Ano Novo, fui criticado por estar de férias”, disse, em entrevista à Jovem Pan no dia 10 de janeiro.

Fonte: DCM

Lula segue na liderança 42% e Bolsonaro tem 27%, mostra pesquisa Ideia/Exame

Pesquisa do Ideia Instituto de Pesquisa, patrocinada pela Exame, mostra que o ex-presidente Lula (PT) segue isolado na liderança da corrida presidencial. O petista tem 42% das intenções de voto. Os outros candidatos, somados, têm 50,2% das intenções de voto. Desta forma, não é possível falar em vitória do petista no primeiro turno.

Jair Bolsonaro (PL) aparece como segundo colocado, com 27%. Na sequência aparecem o ex-juiz parcial Sergio Moro (Podemos), com 10%, e o ex-ministro Ciro Gomes, com 8%.

O cenário mais provável, de acordo com os números, é que Lula e Bolsonaro avancem para o segundo turno. Neste caso, o levantamento mostra que o petista teria 49% dos votos contra 35% do atual chefe do governo.

Lula também vence todos os outros candidatos no segundo turno. Bolsonaro venceria apenas João Doria.

O levantamento foi realizado, por telefone, entre 18 e 22 de fevereiro e ouviu 1.500 pessoas. O nível de confiança é de 95% e a margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código: BR-05955/2022.

Fonte: Brasil 247

Braskem manipula escuta pública

Suspeita da sociedade civil sobre legitimidade de chamamento público para a discussão do plano sociourbanístico dos bairros destruídos pela petroquímica se confirma

Marcada para os dias 23 e 24 de fevereiro, a escuta pública que deveria discutir o plano de intervenções sociais, econômicas, urbanísticas e patrimoniais a ser empreendido pela Braskem nas áreas afetadas por seu mega crime socioambiental em Maceió, está eivada de controvérsias.

Sob o controle da Diagonal, empresa terceirizada pela petroquímica, o processo participativo está com sua legitimidade sendo questionada por diversas organizações da sociedade civil, que alegam ter sido impedidas de comparecer ao evento.

As lideranças expõem que, ao se candidatar para participar presencialmente da escuta pública — ainda no dia 11 de fevereiro, quando a Braskem abriu as inscrições —, depararam-se com a informação de que as vagas já estavam preenchidas, uma inverdade. Prova disso é que, no dia 21 de fevereiro, alguns setores da sociedade receberam convite para participar do evento, como se pode ver abaixo. Um enorme desrespeito com profissionais, técnicos, refugiados ambientais da Braskem, autoridades, estudiosos de todas as áreas, enfim, com toda a população alagoana, em clara tentativa de estabelecer um modelo controlado e antidemocrático de execução do evento. Verdadeira imoralidade!

A atitude maliciosa da Diagonal torna-se ainda mais concreta a partir da recomendação — em tom de ameaça — que acompanhou o convite enviado, com a clara intenção de manobrar as vagas a seu bel prazer contra o interesse público dos maceioenses.

Agora, novas peças surgem nesse quebra-cabeça. Após seguidas matérias publicadas nos jornais locais, vindas de setores da sociedade alagoana que resistem aos desmandos da Braskem, a Prefeitura de Maceió, afinal, resolveu se posicionar com um longo documento técnico explicitando as enormes fragilidades do que a Diagonal está chamando de “plano sociourbanístico”. Assinado pelo Coordenador Geral do GGI dos Bairros, Ronnie Mota, o documento evidencia que o tal plano se trata de um amontoado desorganizado de informações que não levam a lugar algum. Segundo o pronunciamento do poder municipal, trata-se apenas de “uma apresentação de imagens com tópicos e frases”.

Nesse sentido, as lideranças fazem coro à solicitação da Prefeitura de suspender o evento e rever os processos que devem culminar na realização de intervenções sociourbanísticas nos bairros afetados. É condição razoável da observação da função pública, enquanto representantes do interesse da coletividade, que se considere o que vem sendo tratado em várias matérias e artigos, nos quais se levantam questionamentos, incluindo evidências de ilegitimidade desse processo e da qualidade do produto que está sendo entregue a Maceió.

É hora de Ministério Público Federal, Governo de Alagoas e Prefeitura de Maceió se manifestarem de forma clara contra essa escuta pública — totalmente contrária aos interesses de Maceió. Faz-se absolutamente necessário que essa reunião seja suspensa de imediato para que as forças vivas e reunidas da sociedade local definam um modelo democrático para as devidas intervenções na capital. Essa responsabilidade está vinculada diretamente ao MPF, parte do acordo socioambiental assinado em 30 de dezembro de 2020 com a Braskem, e subsidiariamente — já que, estranhamente, não foram partes do acordo — ao Governo do Estado de Alagoas e à Prefeitura de Maceió.

A desconfiança da sociedade civil sobre o processo — eivado de irregularidades — não foi em vão. A suspeita da tentativa de controlar a “escuta pública” por parte da Braskem e da Diagonal está comprovada aqui. E, agora, Maceió confia e espera a firme atitude dos entes públicos municipais, estaduais e federais para o enfrentamento da conduta obscura da Braskem e de sua contratada nesse lamentável episódio.

Fonte: Assessoria

Fonte: 082 Notícias

Rússia inicia ataque à Ucrânia, mas Putin nega que queira ocupar país vizinho

Crise militar é a mais grave na Europa desde o fim da Segunda Guerra Mundial. Enquanto Rússia fala em operação especial, governo em Kiev classifica a ação russa como “ataque total”

A Rússia decidiu atacar a Ucrânia nesta quinta-feira (24). O presidente russo, Vladimir Putin, anunciou o início de uma operação militar especial na região de Donbass, onde ficam as repúblicas populares de Donetsk e Lugansk (RPD e RPL, respectivamente). Putin garantiu que a Rússia não tem a intenção de ocupar a Ucrânia.

Em seu discurso, Putin afirmou que apesar de não existirem planos de ocupação do país vizinho, a Rússia se defenderá caso seja necessário. Em resposta a uma declaração anterior do presidente ucraniano, Vladimir Zelensky, de que Kiev pode reconsiderar o status não nuclear do país sob o Memorando de Budapeste de 1994, Putin também afirmou que a Rússia não permitirá que isso ocorra.

“As circunstâncias nos obrigam a tomar medidas decisivas e imediatas. As repúblicas populares de Donbass pediram ajuda à Rússia. A este respeito, de acordo com o artigo 51, parte sete da Carta da ONU [Organização das Nações Unidas], com a sanção do Conselho da Federação e em cumprimento de tratados de amizade e assistência mútua com a RPD e a RPL, ratificados pela Assembleia Federal, decidi realizar uma operação militar especial”, disse Putin em seu discurso.

O presidente russo apontou que a máquina de guerra aliada da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) apoia grupos neonazistas na Ucrânia e está se aproximando das fronteiras da Rússia.

“Os países líderes da OTAN perseguem seus próprios objetivos apoiando totalmente os nazistas e neonazistas extremistas da Ucrânia, que, por sua vez, nunca perdoarão as pessoas da Crimeia e de Sebastopol por sua livre escolha de se reunificarem à Rússia”, disse Putin.

De Moscou

“Há sinais claros de um ataque amplo, mas não se sabe se é uma invasão total nos termos colocados por Kiev e pelo Ocidente. Putin disse estar cumprindo o que havia prometido: enviar tropas para apoiar as autoproclamadas repúblicas de Donetsk e Lugansk, e negou que irá ocupar território”, informa o correspondente da Folha de S.Paulo em Moscou, Igor Gielow.

O governo em Kiev pensa diferente. “A invasão da Ucrânia começou”, afirmou por sua vez o ministro do Interior ucraniano, Denis Monastirski, citando ataques com artilharia e mísseis. “É uma invasão total”, disse seu colega chanceler, Dmitro Kuleba no Twitter. O país decretou lei marcial, fechou seu espaço aéreo.

O presidente Volodimir Zelenski divulgou vídeo afirmando que os russos atacaram pontos de fronteira e infraestrutura militar do país. “Fiquem calmos”, disse, afirmando que o presidente Joe Biden prometeu apoio dos EUA.

“Por tudo o que estamos vendo até aqui, e é preciso mais clareza, parece mesmo ser uma invasão”, disse por telefone um dos principais analistas militares russos, Ruslan Pukhov, diretor do Centro de Análise de Estratégias e Tecnologias, de Moscou.

Fonte: Rede Brasil Atual

8 mil educadores se manifestam por recomposição salarial no DF

Depois de 2 anos debatendo sob a mediação das telas e monitores, professores(as) e orientadores(as) educacionais do Distrito Federal se encontraram presencialmente na manhã desta terça-feira, 22, em assembleia geral realizada no estacionamento da Funarte. Inicialmente prevista para a Praça do Buriti, a assembleia teve de mudar de local por conta da não autorização do GDF da presença de um carro de som na praça em frente à sede do governo.

O dia foi também de paralisação, que contou com ampla adesão da categoria: quase a totalidade das escolas pararam suas atividades nesta terça-feira.

Cerca de 8 mil educadores e educadoras estiveram presentes à assembleia, onde lamentaram as vidas perdidas para a pandemia da covid-19 e o descaso do Governo Federal. Em especial, lembraram os colegas que partiram vitimados pelo vírus, saudados por um minuto de silêncio e por diversos cartazes que exibiam seus nomes.

Pautas

A comissão de negociação do Sinpro apresentou informe da reunião acontecida na tarde desta segunda-feira, 21, com a Secretaria de Economia do GDF.

As perdas financeiras foram, mais uma vez, destacadas na conversa, uma vez que se acumulam sete anos de congelamento dos salários e do vale-alimentação. Ainda que o governo tenha se comprometido a cumprir a lei e pagar o reajuste devido à categoria desde 2015, o Sinpro ressaltou que a ação é insuficiente, e que o Plano Distrital de Educação (PDE), aprovado também em 2015, garante, na meta 17, a isonomia entre os salários de profissionais de Educação e demais carreiras de ensino superior.

Outro aspecto relevante é a necessidade, evidente no dia-a-dia das escolas, de concurso público para profissionais do magistério e da carreira assistência. A comissão de negociação apontou que é insustentável o quadro atual, em que cerca de 1/3 dos profissionais em exercício são contratados em regime temporário. Esse tipo de contratação cumpre papel importante também, entretanto, a contratação efetiva garante estabilidade para o trabalhador ou trabalhadora tanto quanto a continuidade do trabalho na escola, pilares da construção de uma educação de qualidade.

O início do ano letivo demonstrou com nitidez que se faz urgente a nomeação de novos monitores e monitoras, sob pena de aplicar um golpe fatal, principalmente, na educação inclusiva. Da mesma forma, os repasses do PDAF devem ser feitos de forma periódica e com valores pré-determinados, para que as escolas se organizem, em especial, no começo do ano.

Para defender a escola pública e a educação como direito da população, também são tarefas da categoria combater qualquer proposta privatista ou de transferência de recursos públicos para o setor privado, como o homeschooling. Combater, também, o sucateamento que será consequência da superlotação de turmas, da escassez de profissionais concursados, do novo ensino médio e do desmonte da EJA (Educação de Jovens e Adultos).

Encaminhamentos

Para fortalecer e encaminhar a luta referente a essas pautas, a assembleia geral aprovou a realização de assembleias regionais ao longo do mês de março (dias 10, 15, 17 e 22), culminando com uma nova assembleia geral com paralisação dia 24 de março.

Ao final da assembleia, professores(as) e orientadores(as) educacionais decidiram seguir em carreata com buzinaço para a frente do Palácio do Buriti.

Historicamente, o Sinpro-DF convoca a categoria para assembleia geral no início do ano letivo, para avaliar a retomada dos trabalhos e organizar as lutas do ano. Como o governador Ibaneis Rocha já demonstrou em outros momentos, conhecer o perfil de nossa categoria não é uma qualidade sua, portanto, seu estranhamento quanto à data da assembleia mais diz sobre ele que sobre professores(as) e orientadores(as) educacionais do DF – que, mais uma vez, demonstraram que estão dispostos a lutar pelas suas bandeiras.

Sendo assim, a categoria mostrou que está unida e forte, e agora é hora de manter essa mobilização. A diretoria do Sinpro reforça o convite para que todos e todas participem das assembleias regionais e construam a assembleia geral com paralisação do dia 24 de março. É muito importante, também, fortalecer o debate dentro das escolas e com a comunidade escolar. Afinal, a luta que vem pela frente é pelos nossos direitos e pela defesa da educação pública de qualidade.

Fonte: SINPRO-DF

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