Lula lidera no Amazonas com 47,5%

Pesquisa do INSTITUTO DIÁRIO DE PESQUISA (IDP) aponta que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera a preferência dos eleitores do Amazonas com 47,5% das intenções de votos, seguido ao atual presidente Jair Bolsonaro (PL) que tem 36,3% dos votos no Estado. A diferença entre os dois é de 11,2%.

Ciro Gomes aparece em terceiro lugar, distante dos primeiros colocados, com 4,8% da preferência dos eleitores do Amazonas.

O levantamento indica ainda que Simone Tebet (MDB) tem 2,6% dos votos, seguidos de João Doria (PSDB), com 2%; André Janones (Avante), 1,6%; e Felipe d’Avila (Novo), com 0,7%.Os eleitores que responderam não votar em nenhum candidato somam 2,3%. Por sua vez, os votos branco ou nulo totalizam 1,2% e 1% não sabem ou não responderam à pesquisa. Os dados indicam a pesquisa estimulada.

Fonte: Brasil 247

Governo Bolsonaro quer reduzir o FGTS de 8% para 2%

(Buenos Aires - Argentina, 06/06/2019) Presidente da República, Jair Bolsonaro durante Transmissão da Live para as Redes Sociais.rFoto: Marcos Corrêa/PR

Equipe econômica elabora proposta que vai prejudicar milhões de trabalhadores

O governo Jair Bolsonaro (PL) está elaborando uma proposta para flexibilizar amplamente as regras do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) para favorecer os patrões e prejudicar os trabalhadores.

A Folha teve acesso a três minutas de medidas provisória (MP), nas quais o Ministério da Economia propõe cortar a alíquota de contribuição que as empresas recolhem sobre o salário dos trabalhadores, de 8% para 2%, e reduzir a multa sobre o saldo em caso de demissão sem justa causa, de 40% para 20%.

A flexibilização do contrato de trabalho regido pela CLT seria feita por meio de Medida Provisória, instrumento usado pelo Poder Executivo com validade imediata, mas que depois precisa ser votado pelo Legislativo. A Folha informa ter tido acesso a três minutas (versões) dessa possível MP.

As medidas foram redigidas pela Subsecretaria de Política Fiscal da SPE (Secretaria de Política Econômica), vinculada ao Ministério da Economia.

Fonte: Redação com A Tarde

População protesta contra privatização da saúde em Maceió

Aconteceu nesta sexta-feira (13) na Câmara Municipal de Maceió uma audiência pública para a discussão de um projeto trata da terceirização dos serviços de saúde.

A população esteve presente mostrando revolta contra o projeto da Prefeitura, tanto que o secretário de governo, Ivan Carvalho, deixou a reunião sob fortes vaias.

Quem acompanhou a audiência viu que o representante de JHC tentou defender a terceirização ao alegar que o ato traria benefícios tanto aos servidores quanto aos cidadãos.

A audiência foi marcada a pedido da vereadora Teca Nelma e, durante as discussões, a representante do Ministério Público criticou o edital lançado pela prefeitura e anunciou que pediu a sustação do mesmo.

IIniciada às 9h, as discussões duraram mais de quatro horas e muitos critiram a gestão do prefeito JHC e sua relação com os servidores municipais.

Fonte: A Hora News

Em pesquisa espontânea da XP Lula vence no primeiro turno

Pesquisa Ipespe contratada pela XP Investimentos divulgada hoje aponta o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à frente na corrida presidencial, com 44% das intenções de voto na pesquisa estimulada —quando é apresentada a lista de nomes dos pré-candidatos. O presidente Jair Bolsonaro (PL), que busca a reeleição, é o segundo, com 32%. Ciro tem 8% e os demais 6%.

Já na pesquisa espontânea, quando os entrevistados não recebem uma lista prévia de nomes dos pré-candidatos, Lula também aparece na liderança, oscilando positivamente de 38% para 39% dos votos. Bolsonaro ficou estável com 29%, enquanto Ciro oscilou negativamente de 4% para 3%. Doria, Tebet e Janones ficaram estáveis e registraram novamente 1%; D’Avila não pontuou. Nenhum, branco e nulo somaram 8%, e os que não sabem ou não responderam, 18%.

Veja o resultado a seguir da pesquisa espontânea:

Lula (PT): 39%

Jair Bolsonaro (PL): 29%

Ciro Gomes (PDT): 3%

João Doria (PSDB): 1%

1% Simone Tebet (MDB): 1%

André Janones (Avante): 1%

Nenhum/branco/nulo: 8%

Não sabe/não respondeu: 18%

Fonte: Uol

Mulher negra é resgatada de trabalho escravo doméstico após 72 anos

Ela trabalhou para três gerações da familia Mattos Maia sem direitos e ainda sendo vigiada para não ter contato com o mundo externo. Patrões controlavam visitas e telefonemas, disseram testemunhas

Uma mulher negra de 84 anos foi resgatada pela Auditoria Fiscal do Trabalho de condições análogas às de escravo após 72 anos trabalhando como empregada doméstica para três gerações de uma mesma família no Rio de Janeiro, revela o colunista Leonardo Sakamoto, do Uol.

A senhora, que está em um abrigo público sob acompanhamento desde a semana passada, trabalhava para a família Mattos Maia desde os 12 anos. Essa é a mais longa duração de exploração de uma pessoa em escravidão contemporânea desde que o Brasil criou o sistema de fiscalização para enfrentar esse crime em maio de 1995, de acordo com dados do Ministério do Trabalho e Previdência. Nos últimos 27 anos, foram mais de 58 mil resgatados pelo poder público.

“Era como um membro da família”, disseram os patrões que foram desmentidos por vizinhos e por uma irmã e uma sobrinha da trabalhadora ouvidos pelos fiscais. Elas confirmaram a relação de emprego e também que os patrões controlavam visitas e telefonemas, dificultando o contato da trabalhadora com o mundo externo.

E o patrão também confirmou a relação de trabalho, mesmo sem querer. Quando os fiscais pediram para falar a sós com a trabalhadora, ele a pegou pelo braço e, de forma, veemente afirmou: “Você não diga que trabalhou para a minha mãe, senão você vai foder com ela”, diz a reportagem.

O auditor fiscal do trabalho Alexandre Lyra, que coordenou a ação, disse ao colunista que os patrões afirmaram que os serviços domésticos não eram trabalho, mas uma colaboração voluntária no âmbito familiar

“Em casos como este ouvimos sempre a afirmação de a vítima é ‘como se fosse da família’. Mas para essa pessoa da família não foi permitido estudo, nem laços de amizade externos ou mesmo conduzir a própria vida. Essa pessoa da família dorme em um sofá, em um espaço improvisado como dormitório em uma antessala do quarto da empregadora, de quem ela era cuidadora”, diz.

A trabalhadora declarou à fiscalização estar preocupada com a empregadora, também idosa, que ficaria sozinha e sem ninguém para cuidar dela. Ela, que não se via como alguém que foi escravizada, chegou a pedir para voltar.

A ação de fiscalização, que contou com a participação do Ministério Público do Trabalho e do Projeto Ação Integrada, que garante atendimento psicossocial, começou em 15 de março e ainda não terminou,  porque continuam as negociações para o pagamento dos salários e direitos atrasados.

Fonte: CUT

Polícia israelense assassina jornalista e depois ataca seu funeral em Jerusalém

Em Jerusalém, nesta sexta-feira (13), a polícia de Israel repreendeu uma procissão durante o funeral da jornalista americana Shireen Abu Akleh, da emissora Al Jazeera. Os agentes usaram cassetetes e transformaram a rua em frente ao hospital St. Joseph em um campo de batalha.

Antes do enterro, mais de cem pessoas se reuniram em frente ao estabelecimento e começaram a carregar o caixão da repórter a pé para a Igreja Ortodoxa Grega. Ao levar o ataúde para fora do hospital, o grupo encontrou forte resistência da polícia israelense, que comandou que o transporte fosse feito de carro.

Imagens da Al Jazeera transmitidas ao vivo mostram os policiais espancando os enlutados com cassetetes, causando uma confusão generalizada. Após a repressão, o corpo foi levado de volta ao hospital e depois transportado de carro.

Na quarta feira (11), Abu Akleh foi morta a tiros durante ataque das forças israelenses na cidade ocupada de Jenin, na Cisjordânia. Ela foi atingida enquanto cobria um ataque à cidade. Jenin tem sido palco de forte violência nas últimas semanas, com a intensificação de ações das tropas israelenses.

Segundo a Al Jazeera, a repórter foi assassinada “deliberadamente e a sangue frio” pelas forças de Israel. Já segundo o primeiro-ministro Naftali Bennett, em comunicado, “provavelmente palestinos armados, que estavam atirando indiscriminadamente no momento, tenham sido responsáveis ​​pela lamentável morte da jornalista”.

De acordo com um fotógrafo presente no local, a jornalista usava o colete de imprensa quando foi atingida. Ele disse que as forças israelenses atiravam na área e que viu o corpo da repórter no chão. Ainda segundo ele, não havia palestinos armados no local.

Fonte: DCM

Bolsonaro aprova MP que permite emprego sem carteira e salário menor do que o piso

O presidente Jair Bolsonaro durante solenidade de Ação de Graças, no Palácio do Planalto.

Medida provisória do “trabalho voluntário” permite emprego sem carteira e salário menor que o mínimo, entre outros ataques a direitos dos trabalhadores

A CUT e juízes do trabalho criticam aprovação pela Câmara dos Deputados da Medida Provisória (MP) 1.099/2022, que cria o chamado Programa Nacional de Prestação de Serviço Civil Voluntário. A proposta, aprovada nessa quarta-feira (11) no plenário da Casa, é direcionado a jovens de 18 a 29 anos e a pessoas com 50 anos ou mais sem emprego formal há mais de dois anos. A MP institui um programa de serviço civil voluntário remunerado por bolsas pagas pelos municípios e vinculado à realização de cursos pelos trabalhadores que forem selecionados.

A matéria comprova que a obsessão do governo de Jair Bolsonaro (PL) em retirar direitos trabalhistas está cada vez mais evidente. Uma outra MP (nº 1.045), com o mesmo teor, já havia sido encaminhada pelo governo, passou pela Câmara, mas foi derrotada no Senado, em setembro do ano passado.

Na ocasião, a derrota se deu graças à mobilização popular promovida sobretudo pelas centrais sindicais. Também se empenharam na derrubada da proposta entidades como Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra) e Ministério Público do Trabalho (MPT), que conseguiram demonstrar aos senadores os enormes prejuízos que a medida traria aos trabalhadores e trabalhadoras.

Agora, o governo volta com a mesma proposta de “trabalho voluntário” graças a emendas da deputada bolsonarista, Bia Kicis (PL-DF), incluídas na nova medida provisória.

De acordo com o texto da MP, o programa terá duração de dois anos e será bancado integralmente pelas prefeituras – não haverá repasse de verbas federais ou estaduais. Os trabalhadores contratados terão jornada máxima de 22 horas semanais, não podendo ultrapassar oito horas diárias. A “bolsa” paga será de R$ 5,51 por hora, equivalente ao valor da hora de trabalho estipulada no salário mínimo. Com isso, o salário médio deverá entre R$ 480 e R$ 580.

As prefeituras terão apenas que garantir vale-transporte, ou qualquer outro meio de locomoção, além de seguro contra acidentes pessoais. Direitos como 13º salário, FGTS, contagem de tempo para aposentadoria e outros estão excluídos.

A MP dá prioridade para as contratações aos beneficiários do Auxílio Brasil ou de outro programa de transferência de renda que vier a substituí-lo e integrantes de famílias de baixa renda inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico).

Inconstitucional

O movimento sindical já se articula novamente, com a Anamatra, o MPT, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e outras entidades civis que defendem o trabalhador, para que os senadores rejeitem também essa nova MP.

O secretário de Assuntos Jurídicos da CUT Nacional, Valeir Ertle, é enfático ao destacar o caráter exploratório da MP requentada por Bia Kicis. “É um absurdo o governo requentar uma medida provisória por não aceitar a derrota. Eles insistem em precarizar as relações de trabalho, não dando nenhuma garantia social, como previdência e outros direitos. E ainda quer que o trabalhador ganhe menos do que o salário mínimo”, disse o dirigente. “O próprio nome do programa ‘trabalho voluntário’ é equivocado. O trabalhador tem de ganhar pela riqueza que gera”, acrescentou.

Em nota, a Anamatra afirma que a MP é inconstitucional e condenou a aprovação do texto pelos deputados federais, e em especial Bia Kicis. “O texto do projeto de lei de conversão apresentado pela senhora relatora insiste no equívoco de inserção de matéria estranha ao objetivo original da proposição, que deveria – como determina a Constituição –, se limitar a eventuais aperfeiçoamentos no texto da MP voltada à criação do Programa Nacional de Prestação de Serviço Voluntário e o Prêmio Portas Abertas”, diz a Anamatra.

A Anamatra critica ainda a linha de atuação do Poder Executivo, “que se utiliza do instrumento constitucional da medida provisória para enveredar verdadeira reforma trabalhista, situação que se constata em razão da quantidade de temas, normativos e dispositivos de matéria trabalhista alterados por medidas provisórias editadas em sequência, sem o prudente debate, gerando insegurança jurídica”.

MP é só prejuízo

Por sua vez, a CUT Nacional já se posicionou francamente contrária à aprovação da MP 1.099. “O interesse por trás de todas as ações do governo atual, com relação ao trabalho, é precarizar e flexibilizar”, diz a central. Também alerta que, caso o programe alcance seus objetivos de flexibilização e precarização do trabalho como um todo, “tende a se prolongar no tempo e no espaço”. Com isso, pode ser facilmente estendido para as atividades privadas, atingindo os objetivos anteriormente pretendidos por Bolsonaro, quando da criação da carteira de trabalho verde e amarela.

A central alerta que a MP inclui iniciativas de inclusão voltada a jovens, PcDs e adultos maiores de 50 anos, porém estas iniciativas não estão inseridas em um sistema de garantias que impossibilite a exploração destas pessoas.

“A contratação para frentes de trabalho específicas, determinadas, com objetivos e interesses públicos previamente estabelecidos, com tempo de duração razoável, eventualmente poderia ser desejável e inclusiva. Mas nunca permitindo a criação de um novo perfil profissional precário: o trabalhador e a trabalhadora permanentemente voluntários”, acrescenta a nota da CUT.

Também destaca que os postos de trabalho que vierem ser criados poderão “concorrer efetivamente com as atividades municipais normais e cotidianas”. Ou seja, se tornarem “mero subterfúgio para a contratação precária em substituição da contratação formal” no serviço público.

A MP 1.099 é omissa ainda em relação à fiscalização do Programa, alerta a Central, lembrando que o Brasil possui 5.570 municípios e que o Ministério do Trabalho sofre com falta de auditores fiscais do trabalho e cortes em seu orçamento. Se um prefeito, por exemplo, estabelecer jornada maior que oito horas ao dia ou mais que 22 horas semanais, possivelmente não será flagrado e eventualmente punido por desrespeitar a norma da MP.

Por fim, conclui a central, o efeito final da MP nº 1.099 será basicamente o incentivo à maior precarização das condições de trabalho.

Oposição tentou impedir

Deputados do Psol, do PCdoB, do PT, do PSB, do PV e da Rede criticaram o texto da MP 1.099 e tentaram adiar a votação em Plenário. Nesse sentido, o deputado José Guimarães (PT-CE) avaliou que a proposta é “a síntese da improvisação”. “Esta medida provisória traz precarização, não garante direitos. Faz contratações provisórias daquelas pessoas, coitadas, que estão no mundo da amargura, desempregadas, e que serão contratadas apenas com objetivo eleitoreiro. Porque a qualquer momento essas pessoas podem ser demitidas”, disse o parlamentar

Da mesma forma, a líder do Psol, deputada Sâmia Bomfim (Psol-SP), avaliou que a medida provisória é “eleitoreira” e vai piorar as relações de trabalho no País. “São contratações sem nenhum vínculo empregatício, sem nenhum direito trabalhista ou previdenciário assegurado, com um valor salarial de R$ 572. Isso é cerca de 47% do valor de um salário mínimo”, criticou.

O Plenário, entretanto, rejeitou todos os destaques apresentados pelos partidos na tentativa de mudar trechos do texto.

O deputado Orlando Silva (PCdoB-SP), que orientou a obstrução da bancada do partido, ressaltou que a medida provisória flexibiliza ainda mais a legislação, com salário abaixo do mínimo, sem vínculos empregatícios ou direitos.

“Me impressiona a cara de pau para editar uma medida provisória dessa. O Brasil tem um drama do desemprego, milhões e milhões de famílias afetadas pelo desemprego, afetadas pela fome, e o governo publica medida para dizer que faz algo para gerar emprego e que é absolutamente instituidora de mais precarização do trabalho”, disse o parlamentar ao portal Vermelho.

Destaques rejeitados:

Um destaque do PT pretendia restringir a duração do programa apenas a 2022, conforme texto original. O deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) também apresentou emenda para garantir outros direitos ao participante do programa, como licença de saúde de 15 dias, licenças maternidade e paternidade e pagamento de contribuição ao INSS. Ademais, ele também defendeu que o piso da bolsa deveria equivaler a um salário mínimo. Nesse sentido, outra emenda do deputado André Figueiredo (PDT-CE) também pretendia garantir o mínimo como piso do programa. Mas a maioria dos deputados rejeitou essas propostas.

Outra emenda, do deputado Valmir Assunção (PT-BA), pretendia garantir o pagamento de auxílio-alimentação aos beneficiários do programa. Sâmia Bomfim defendeu o pagamento do INSS e do FGTS pela União. Dessa maneira, os participantes poderiam contar o período de trabalho como tempo de serviço e tempo de contribuição para todos os fins previdenciários. O plenário da Câmara, no entanto, também recusou essas propostas.

Fonte: Rede Brasil Atual

CUT: 13 de maio é dia de luta contra o racismo

A Central Única dos Trabalhadores, a maior central sindical da América Latina, usou hoje suas redes sociais para a luta pelo fim do racismo:

“Hoje é 13 de maio, dia que em 1888 foi sancionada a Lei Áurea. Não é uma data comemorada pelo movimento negro, simplesmente porque não representou a liberdade do povo negro no Brasil.

Após 134 anos, pessoas negras ainda são a maior parte da população desempregada, recebem menores salários, ocupam postos de trabalho mais precarizados e são também as principais vítimas da violência policial.

A data de hoje é de reflexão, uma oportunidade para que o Brasil pense a respeito das estruturas opressoras e racistas que insiste em manter.

#BrigadasDigitaisDaCUT”

Fonte: CUT

Sindprev denuncia que servidores do Samu Maceió correm risco de morte

Publicamos a grave denúncia do Sindprev sobre a situação dos servidores do Samu Maceió:

Governo de Alagoas coloca Servidores do SAMU Maceió em risco de morte.

Não bastasse o caos e o descaso do governo de Alagoas-SESAU com os servidores do SAMU de Arapiraca já denunciado no site do SINDPREV em onze de abril de 2022, o problema atinge também o SAMU MACEIÓ. Segundo as denúncias, as ambulâncias estão trafegando sem identificação para atender as ocorrências. Os condutores tem tido dificuldade na ultrapassagem pela faixa azul e também de ultrapassar outros transportes por serem confundidos com vans que fazem transporte alternativo de passageiros, dificultando a celeridade no atendimento, aumentando o nível de estresse, além de causar acidentes no trajeto, pois os demais motoristas não param e nem dão passagem devido a descaracterização das ambulâncias, correndo risco de colisão, sofrendo agressões verbais e ameaças no trânsito ao tentar prestar socorro a população.

Ainda segundo as denúncias, durante uma ocorrência foi necessário parar a ambulância em uma rua, impedindo parcialmente a passagem dos veículos para realizar o socorro a uma vítima de atropelamento e por isso os servidores foram agredidos verbalmente por motoristas, pois os mesmos não acreditaram que era uma viatura do SAMU pela falta de identificação oficial. Além das agressões, ao sair do local para levar o paciente ao hospital, colidiram a viatura porque os motoristas não dão passagem pensando que a viatura é uma Van comum, mesmo com a sirene ligada.

O SINDPREV enviará ofício para a coordenação do SAMU cobrando solução para o caos estabelecido, bem como acionará os Ministérios Públicos Estadual (MPE/AL) e do Trabalho (MPT/AL) caso não haja nenhuma resposta efetiva para essa demanda.

Fonte: Sindprev

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