93% dos brasileiros torcem para que Lula faça um bom governo, diz pesquisa

  • Levantamento “O Brasil que queremos” foi divulgado hoje;
  • Pesquisa fez entrevistas presenciais domiciliares com 2.005 brasileiros de todo o país;
  • Lula está surpreendendo até apoiadores de Jair Bolsonaro.

Pesquisa do instituto Quaest contratada pelo banco Genial Investimentos aponta que a maioria dos brasileiros torce que o presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), faça um bom governo, apesar da polarização.

No levantamento “O Brasil que queremos”, que foi divulgado nesta quinta-feira (8), 5% dos brasileiros torcem contra o governo do petista, e 1% não soube responder.

A pesquisa ainda mostrou que 41% dos brasileiros acreditam que Lula está se saindo “melhor do que esperava” nas preparações do novo governo.

Já para 24%, o governo de transição do presidente eleito está “pior do que esperava”.

Além disso, o petista está surpreendendo até os bolsonaristas: para 14% dos eleitores do presidente Jair Bolsonaro (PL), Lula está indo bem.

Questionados sobre corrupção, 34% acham que vai aumentar no governo Lula, 28% disseram que vai ficar igual, e 30% acreditam que irá diminuir.

A pesquisa Genial/Quaest fez entrevistas presenciais domiciliares com 2.005 brasileiros de todo o país, com mais de 16 anos, entre 3 e 6 de dezembro. A margem de erro estimada é de dois pontos percentuais. O nível de confiança é de 95%.

Fonte: Yahoo! Notícias

Romário votou contra a PEC no Senado que garantiu bolsa família de R$ 600,00

O ex-jogador de futebol e senador Romário do PL pelo Rio de Janeiro votou contra a PEC da Transição que garantiu o pagamento do bolsa família de R$ 600,00

Dezesseis senadores votaram contra PEC da Transição, aprovada nesta quarta-feira (7) em primeiro turno no plenário do Senado. Nomes como Carlos Portinho (PL-RJ), Carlos Viana (PL-MG), Eduardo Girão (Podemos-CE) e Reguffe (União Brasil-DF), e Plínio Valério (PSDB-AM) deram votos contrários à Proposta de Emenda à Constituição.

De acordo com o projeto, a gestão do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) R$ 145 bilhões em investimentos fora do teto de gastos e outros R$ 23 bilhões em caso de arrecadação de receitas extraordinárias. Serão R$ 168 bilhões a serem investidos pelo próximo governo. 

Veja como votou de cada senador no 1º turno, de acordo com lista publicada no portal Uol:

  1. Acir Gurgacz (PDT-RO) – SIM
  2. Alessandro Vieira (PSDB-SE) – SIM
  3. Alexandre Silveira (PSD-MG) – SIM
  4. Alvaro Dias (Podemos-PR) – SIM
  5. Angelo Coronel (PSD-BA) – SIM
  6. Carlos Fávaro (PSD-MT) – SIM
  7. Carlos Portinho (PL-RJ) – NÃO
  8. Carlos Viana (PL-MG) – NÃO
  9. Chico Rodrigues (União Brasil-RR) – SIM
  10. Confúcio Moura (MDB-RO) – SIM
  11. Daniella Ribeiro (PSD -PB) – SIM
  12. Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) – SIM
  13. Dário Berger (PSB-SC) – SIM
  14. Eduardo Braga (MDB-AM) – SIM
  15. Eduardo Girão (Podemos-CE) – NÃO
  16. Eduardo Gomes (PL-TO) – SIM
  17. Eliane Nogueira (PP-PI) – NÃO
  18. Eliziane Gama (Cidadania-MA) – SIM
  19. Elmano Férrer (PP-PI) – SIM
  20. Esperidião Amin (PP-SC) – NÃO
  21. Fabiano Contarato (PT-ES) – SIM
  22. Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE) – SIM
  23. Fernando Collor (PTB-AL) – SIM
  24. Fernando Dueire (MDB-PE) – SIM
  25. Flávio Arns (Podemos-PR) – SIM
  26. Flávio Bolsonaro (PL-RJ) – NÃO
  27. Giordano (MDB-SP) – SIM
  28. Humberto Costa (PT-PE) – SIM
  29. Irajá (PSD-TO) – SIM
  30. Ivete da Silveira (MDB-SC) – NÃO
  31. Izalci Lucas (PSDB-DF) – SIM
  32. Jader Barbalho (MDB -PA) – SIM
  33. Jayme Campos (União Brasil-MT) – SIM
  34. Jaques Wagner (PT-BA) – SIM
  35. Jean Paul Prates (PT-RN) – SIM
  36. Jorge Kajuru (Podemos-GO) – SIM
  37. José Serra (PSDB-SP) – SIM
  38. Julio Ventura (PDT-CE) – SIM
  39. Kátia Abreu (PP-TO) – SIM
  40. Lasier Martins (Podemos-RS) – NÃO
  41. Leila Barros (PDT-DF) – SIM
  42. Lucas Barreto (PSD-AP) – SIM
  43. Luis Carlos Heinze (PP-RS) – NÃO
  44. Luiz Carlos do Carmo (PSC-GO) – SIM
  45. Mailza Gomes (PP-AC) – SIM
  46. Mara Gabrilli (PSDB-SP) – SIM
  47. Marcelo Castro (MDB-PI) – SIM
  48. Márcio Bittar (União Brasil-AC) – SIM
  49. Marcos Rogério (PL-RO) – NÃO
  50. Marcos do Val (Podemos-ES) – NÃO
  51. Maria do Carmo Alves (PP-SE) – NÃO
  52. Mecias de Jesus (Republicanos-RR) – SIM
  53. Nelsinho Trad (PSD-MS) – SIM
  54. Nilda Gondim (MDB-PB) – SIM
  55. Omar Aziz (PSD-AM) – SIM
  56. Oriovisto Guimarães (Podemos-PR) – NÃO
  57. Otto Alencar (PSD-BA) – SIM
  58. Paulo Paim (PT-RS) – SIM
  59. Paulo Rocha (PT-PA) – SIM
  60. Plínio Valério (PSDB-AM) – NÃO
  61. Randolfe Rodrigues (Rede-AP) – SIM
  62. Reguffe (União Brasil-DF) – NÃO
  63. Renan Calheiros (MDB-AL) – SIM
  64. Roberto Rocha (PTB-MA) – SIM
  65. Rodrigo Cunha (União Brasil-AL) – SIM
  66. Rodrigo Pacheco (PSD-MG) – Presidente do Senado não vota
  67. Rogério Carvalho (PT-SE) – SIM
  68. Romário (PL-RJ) – NÃO
  69. Rose de Freitas (MDB-ES) – SIM
  70. Simone Tebet (MDB-MS) – SIM
  71. Soraya Thronicke (União Brasil-MS) – SIM
  72. Styvenson Valentim (Podemos-RN) – SIM
  73. Sérgio Petecão (PSD-AC) – SIM
  74. Tasso Jereissati (PSDB-CE) – SIM
  75. Telmário Mota (PROS-RR) – SIM
  76. Vanderlan Cardoso (PSD-GO) – SIM
  77. Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) – SIM
  78. Wellington Fagundes (PL-MT) – SIM
  79. Weverton (PDT-MA) – SIM
  80. Zenaide Maia (PROS-RN) – SIM
  81. Zequinha Marinho (PL-PA) – SIM

Redação com Brasil 247

PEC da Transição é aprovada com Bolsa Família a R$ 600

A PEC da Transição é aprovada em plenária no Senado com 64 votos a favor contra 16 contrários, e agora o Bolsa Família retornará com R$ 600 mensais a fim de combater a fome no Brasil. “É uma PEC de salvação nacional e um pacto da sociedade brasileira contra a fome”, disse o senador Marcelo Castro (MDB-PI), relator do texto, durante fala anterior à votação. É a primeira vitória do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no Senado.

A PEC da Transição foi elaborada para cumprir promessa de campanha do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de combater a fome e retomar programas sociais. O senador Marcelo Castro apresentou o texto ao Senado em 28 de novembro. Na última terça-feira (7) foi aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa, indo nesta noite a plenária. Agora a PEC será incluída no Orçamento para 2023, com votação marcada para 16 de dezembro.

Antes avaliada em R$ 198 bilhões de reais, a PEC foi muito criticada por setores vinculados ao mercado financeiro e do atual governo. Para que fosse aprovada na CCJ, os senadores chegaram ao valor final de R$ 168 bilhões com um aumento do teto de gastos que deixaria apenas R$ 22,9 bilhões de fora dele.

O texto viabiliza a volta do Programa Bolsa Família, dessa vez oferecendo R$ 600 mensais aos beneficiários, além de um adicional de R$ 150 para cada criança de até seis anos. A PEC também propõe a volta de outros programas sociais, como a Farmácia Popular extinta no atual governo, e a valorização do salário mínimo.

O programa Bolsa Família, que já retirou o Brasil do mapa da fome no passado, chega em um momento em que o país apresenta 33 milhões de pessoas com fome e 125 milhões em situação de insegurança alimentar de maior ou menor grau. E as políticas econômicas de Paulo Guedes aliadas a reformas de Michel Temer são as principais causas desse quadro por conta da inflação desmedida dos últimos quatro anos que se cruza com as altas taxas de juros para o pequeno produtor, aliadas a desregulamentação do mercado de trabalho, representada pela Reforma Trabalhista, que precarizou não apenas o poder de negociação dos mais pobres, mas sobretudo os salários da maioria dos trabalhadores brasileiros.

Fonte: Revista Fórum

Governo Lula quer desfazer retrocessos da reforma da Previdência

A proposta é mudar pensão por morte e aposentadoria por invalidez, alterando as regras de cálculo para aumentar os vencimentos

A equipe de transição do presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), estuda mudanças na reforma da Previdência, uma das heranças malditas do governo de Jair Bolsonaro (PL). Veja abaixo os itens mais perversos dessa herança. 

Os principais pontos que estão sendo analisados, os mais cruéis para os trabalhadores mais pobres e as viúvas, são a revisão da fórmula de cálculo da pensão por morte e aposentadoria por invalidez, que deixaram de ser pagas de forma integral após aprovação das novas regras, segundo reportagem do jornal O Globo.  

Segundo integrantes do grupo temático de Previdência, a intenção é que a pensão por morte, hoje equivalente a 50% do valor do benefício mais 10% por dependente, suba para algo entre 70% e 80%, diz a matéria, que e acrescenta: O percentual dos dependentes seria mantido.

Quanto à aposentadoria por invalidez, os técnicos do Grupo de Trabalho sugerem que volte a ser paga em valor integral. Atualmente, o benefício corresponde a 60% da média das contribuições, mais 2% a cada ano que exceder os 15 anos de contribuição”, destaca a reportagem. 

As medidas teriam impacto retroativo à data do início da vigência da reforma, mas o novo valor “só valeria a partir da aprovação da medida. Não haveria o pagamento retroativo da diferença entre o antigo valor e o novo. 

Confira porque a herança de Bolsonaro para os trabalhadores é maldita

A reforma da Previdência acabou com a aposentaria por tempo de contribuição.

Idade mínima – as novas regras da Previdência preveem que homens se aposentam a partir de 65 anos de idade e mulheres aos 62 anos.

Anos de contribuição – Também ficou definido 15 anos de contribuição mínima para mulheres e 20 anos para os homens.

Quem quiser se aposentar com o salário integral, com o teto hoje de R$ 7.087,22, tem de contribuir por 40 anos.

As pensões por morte não são mais de 100% do valor do benefício recebido pelo trabalhador falecido. As viúvas, viúvos e órfãos têm direito a somente 60% do valor do benefício.

Nos casos das viúvas e viúvos com filhos menores de 21 anos, não emancipados, é pago um adicional de 10% por dependente. O valor é limitado a 100% do benefício ou quatro filhos menores. O filho ou a filha que atingir a maioridade deixa de receber os 10%. A viúva ou viúvo receberão apenas os 60% a que têm direito.

Se o trabalhador que faleceu não era aposentado, a viúva ou viúvo terá direito a 60% da média de todos os salários do falecido, a partir de 1994, e não sobre os 80% maiores salários, como era antes.

Trabalhadores rurais

Antes da reforma, o governo revogou a possibilidade de comprovação de atividade no campo por meio de declaração do sindicato dos trabalhadores rurais. O trabalhador rural poderá fazer uma autodeclaração de atividade no campo, cuja veracidade será comprovada por órgãos públicos. Isso valerá apenas até 2023.

Depois, a autodeclaração não será mais aceita e o trabalhador rural terá de se inscrever no Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS) para comprovar o tempo de serviço no campo e ter acesso ao benefício.  O banco de dados que alimenta o CNIS é o Cadastro do Agricultor Familiar (CAF).

Segundo a Confederação Nacional dos Trabalhadores da Agricultura (Contag) isso é preocupante porque a Previdência vai reconhecer direitos baseados no CNIS rural. Na prática, a previdência tem um enquadramento e o CAF tem sua própria lei. Com isso, parte dos mais de 15 milhões de agricultores, mesmo não estando enquadrados no CAF, mas que se enquadram no INSS, correm o risco de ficar de fora dos seus direitos previdenciários.

Aposentadoria por incapacidade permanente

Na aposentadoria por incapacidade permanente, antiga aposentadoria por invalidez, o cálculo deixou de corresponder a 100% da média salarial e passou a ser de 60% mais 2% a cada ano extra, com exceção de invalidez por acidente de trabalho.

O benefício especial, concedido a quem trabalha exposto a condições prejudiciais à saúde, também passou a ter idade mínima.

Fonte: CUT

 Deputados aprovam crédito suplementar e TJ irá receber R$ 56 milhões 

A Assembleia Legislativa do Estado (ALE) aprovou em segundo turno, nesta terça-feira (07), a abertura de crédito suplementar para o Tribunal de Justiça, o Ministério Público, o Tribunal de Contas do Estado e a Defensoria Pública. O total passa dos R$ 100 milhões.

Os projetos, de autoria do Poder Executivo, destacam que as matérias são de interesse público e estão adequadas à Lei Orçamentária Anual do estado.

Desta forma, o MP receberá um crédito suplementar de R$ 25 milhões para gestão de pessoas, construção, ampliação e reforma de promotorias e sedes administrativas. O TJ irá receber R$ 56 milhões para atender aos programas de trabalho, gestão de pessoas, plano orçamentário, manutenção dos órgãos do Poder Judiciário.

Para o TCE/AL, será destinado o valor de R$ 26.336.386,28 para programas de trabalho e gestão de pessoas. À Defensoria, serão repassados R$ 18.522.395 para atender aos programas de trabalho, a manutenção das atividades do órgão e a ampliação do acesso da população à Justiça.

Os projetos seguem, agora, para a sanção do governador Paulo Dantas.

Fonte: Cada Minuto

UBS Roland Simon suspende entrega de remédios essenciais

Desde ontem, 06/12, que o serviço farmacêutico da Unidade Básica de Saúde Roland Simon, situada na rua Cabo Reis, Vergel, está suspenso, com isso, usuários que dependem de medicamentos essenciais correm risco.

Segundo os funcionários, um curto circuito teria interrompido o fornecimento de energia da farmácia que tem uma rede elétrica própria e o serviço de manutenção já foi acionado, mas, não tem prazo para restabelecer o fornecimento de energia.

Tentamos falar com a direção da UBS Roland Simon, mas fomos informado que e Unidade está sem direção no momento.

Para um usuário, que não quis se identificar, o problema de energia na farmácia já vem se “arrastando há meses e agora caiu de vez”. Ele também indagou sobre a situação: “como fica a distribuição dos remédios que eu preciso?”

Com a palavra o secretário de saúde e o prefeito JHC.

Irã abole polícia da moralidade após protestos em massa

O Irã decidiu abolir a sua “polícia da moralidade”.  Tratava-se de um órgão que tinha como principal função fiscalizar a adequação das vestimentas das pessoas, principalmente mulheres, em relação às leis islâmicas.

A decisão acontece após 3 meses da morte da jovem Mahsa Amini, de 22 anos. Ela foi detida por essa força policial por não usar o véu (hijab) da forma considerada adequada. Durante seu período de custódia, ela foi espancada e morta. Com informação da revista Newseek.

Desde esse fato, ocorrido em setembro deste ano, o país vem enfrentando a maior onda de protestos desde a Revolução Islâmica de 1979.

De acordo com o “Human Rights Activists in Iran” mais de 18 mil manifestantes já foram presos e outros 470 mortos durante a repressão a essas manifestações populares.

Fonte: DCM

PF apreende quase R$ 200 mil em ação contra desvio de armas de CACs para facções criminosas

A Polícia Federal apreendeu quase R$ 200 mil em dinheiro na segunda fase de uma operação que investiga desvio de armas de possíveis Caçadores, Atiradores e Colecionadores (CACs) para facções criminosas. Além da quantia em dinheiro, uma arma 9mm e munições também foram recolhidas, nos municípios de Campo Grande (MS) e Medianeira (PR). Neste sábado (03), um mandado de prisão preventiva foi expedido. As informações são do G1.

Rodrigo Donovan é suspeito de chefiar o esquema de desvio de armas. Ele é empresário ligado a um clube de tiro com sede na capital do Mato Grosso do Sul. A investigação chegou ao suspeito após Narciso Chamorro ser preso com um arsenal no porta-malas de um veículo, no dia 04 de outubro, na cidade. O clube de tiro e o empresário negam envolvimento.

De acordo com o inquérito, a suspeita é de que as armas de CACs seriam desviadas para as organizações criminosas “dedicadas à prática de crimes violentos, como roubos a comércios, bancos e até tomada de cidades”.

Fonte: DCM

Imobiliárias querem comprar escolas públicas repassada para o AL Previdência

Lei aprovada na Assembleia Legislativa facilita venda de prédios públicos para o setor privado

O setor imobiliário já está animado com a possibilidade de comprar alguns prédios repassadas pela Secretaria Estadual de Educação para o AL Previdência, fundo dos servidores estaduais geridos pelo governo do Estado. O interesse maior é o complexo de escolas do CEPA, situado no bairro do Farol e algumas outras unidades escolares localizadas na Ponta Verde, Pajuçara, Mangabeiras e outras áreas nobres. Corretores avaliam como um negócio milionário.

A nova lei abre brechas para que prédios escolares possam ser vendidos para o mercado imobiliário e o dinheiro arrecadado seja revertido para o Fundo Garantidor como forma de diminuir o deficit.

A estratégia que alguns especialistas apontam, é que algumas escolas possam ser abandonadas e depois desativadas para possibilitar as ações comerciais com setor Imobiliário. A lei 8759 que institui o Fundo abre margem para a negociação desses ativos embora o secretário da Fazenda George Santoro negue. Mas, para que ocorra as eventuais negociações desses prédios públicos repassado para o AL Previdência, basta aprovação do Conselho Gestor do fundo e o aval da Assembleia Legislativa.

Para o Movimento Unificado dos Servidores Públicos Estaduais esta é uma forma inaceitável de privatização do patrimônio e dos serviços públicos o movimento promete mobilizar nas ruas e nas ações judiciais para barrar.

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