Ação do MPE pede devolução imediata dos R$ 142 milhões desviados do AL Previdência

O Ministério Público Estadual deu entrada em Ação Civil Pública, na Justiça Estadual, que deve ter grande repercussão, inclusive nacional.

A questão envolve o Fundo Garantidor do AL Previdência, criado em dezembro do ano passado, que incorporou parte dos recursos dos Fundos Previdenciário e Financeiro, o que, segundo os promotores, não poderia ter acontecido porque contraria a Constituição e a legislação infraconstitucional.

“…os recursos desses fundos, que têm finalidade previdenciária, somente podem ser usados para pagamentos de pensões e aposentadorias de seus respectivos beneficiários/contribuintes”.

E continua: 

“A ação administrativa de transferência desses recursos materializa desvio de finalidade de verba, em face do desvio da destinação que lhes confere a Constituição da República, a Lei Nacional número 9.717/1978 e a natureza tributária dos recursos que integram estes fundos: as contribuições previdenciárias”.  

Além de várias outras providências, a ação pede a devolução imediata para a conta do Fundo de Previdência de R$ 142.332.403,92, quantia obtida através da venda de títulos federais – ainda em dezembro do ano passado – e que foi transferida indevidamente para o Fundo Garantidor do AL Previdência.

O prejuízo causado aos cofres do Fundo de Previdência pelas operações, porém, ainda está sendo calculado pela Caixa Econômica Federal, a pedido do Ministério Público Estadual.

O buraco, alerta a ação, pode ser ainda maior – e para todo o Estado -, se houver “a suspensão do repasse federal de verbas de transferência voluntária”, dentre outras penalidades. 

Assinam o documento encaminhado à Justiça Estadual os promotores Coaracy Fonseca, Cecilia Carnaúba, Gilcele Dâmaso e Jamyl Barbosa.

Fonte: Cada Minuto

TSE mantém condenação de Carla Zambelli e Flávio Bolsonaro por fake news contra Lula

Na decisão, a ministro Cármen Lúcia destacou que publicações como essa não significam liberdade de expressão

Nesta terça-feira (18), o TSE manteve a condenação de Carla Zambelli e Flávio Bolsonaro por divulgação de fake news contra Lula, durante a campanha eleitoral de 2018. O conteúdo “desinformador” foi publicado no
perfil de Instagram de Zambelli e Flávio Bolsonaro, afirmando que Lula e o PT teriam praticado crimes de corrupção cujo prejuízo maior seria sofrido por pessoas aposentadas.

No mesmo dia em que a ação foi protocolada, 27/10/2022, foi deferida liminar para determinar (i) a remoção das publicações e (ii) que Zambelli e Flávio Bolsonaro se abstivessem de realizar publicações semelhantes por quaisquer meios. Em janeiro de 2023, a ação foi julgada procedente, para confirmar a decisão liminar e impor multa de R$ 30.000,00 a Zambelli e R$ 15.000,00 a Flávio Bolsonaro, que recorreram da decisão.

Em plenário, o TSE manteve a condenação, apesar da divergência aberta pelo Min. Raul Araújo. No julgamento, a Ministra Cármen Lúcia destacou que publicações como essa não significam liberdade de expressão. Em complemento à fala da Ministra, o Min. Alexandre de Moraes destacou que o mesmo modus operandi de divulgação de fake news levou ao 8 de janeiro e às tragédias com as crianças nas escolas.

Fonte: Assessoria PT

Presidente Lula anuncia R$ 2,4 bilhões para recompor orçamento de universidades e institutos federais

Recursos são voltados para fortalecer finanças e dar sequência a obras e ações estruturantes, como programas de residência médica e bolsas de permanência

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou, nesta quarta-feira, 19/4, um repasse de R$ 2,44 bilhões para o fortalecimento do ensino superior e profissional e tecnológico no Brasil. O evento ocorreu no Palácio do Planalto, em Brasília, com a presença de reitores, parlamentares, ministros, entidades representativas da educação e alunos de institutos federais. A recomposição reverte a curva descendente do orçamento das universidades e institutos federais dos últimos anos.

Desse total anunciado, 70% (R$ 1,7 bilhão) serão voltados para a recomposição direta das finanças (aproximadamente R$ 1,32 bilhão para universidades e R$ 388 milhões para institutos). Os outros R$ 730 milhões serão aplicados para atender obras e ações que foram deixadas sem cobertura pela gestão anterior, a exemplo da residência médica e multiprofissional e bolsas de permanência.

“O que estamos anunciando hoje é uma semente que estamos colocando na educação. Espere que ela vai crescer, florescer e dar os frutos que nosso país tanto precisa”, afirmou o presidente Lula. Ele ressaltou a disposição da atual gestão para o diálogo transparente com todas as instâncias da sociedade para a tomada de decisões. Lembrou que ontem mesmo, na terça, recebeu governadores, prefeitos e ministros para discutir soluções para a violência nas escolas. E ressaltou que a educação é o caminho claro e necessário para fazer o país atingir outros patamares de qualidade e desenvolvimento.

“A universidade não é só para fazer teses sobre os problemas sociais, é para ajudar a resolver os problemas sociais. Como a gente vai criar os empregos novos, no mercado de trabalho novo, sem a inteligência das universidades? É preciso que a gente conte efetivamente com essa contribuição. Mais do que teses, transformar em coisas práticas o que a gente conseguiu fazer em teses, para esse país dar um salto de qualidade definitivamente”, afirmou o presidente. 

Lula citou a viagem que fez à China na semana passada como exemplo de uma economia que deu um salto nos últimos 30 anos a partir de um forte investimento em educação, ciência e tecnologia. “O que a China fez nos últimos anos é de causar inveja a qualquer governante do mundo. Por que o Brasil, do tamanho que é, com a riqueza que tem, continua pobre? Por que para dar um aumento de 18 reais no salário mínimo é um sacrifício enorme? Temos de dar um jeito nisso. Não enquanto governo, mas enquanto sociedade. Que sociedade queremos ser, em que momento da história vamos nos tornar um país rico em conhecimento, em qualidade de trabalho, em educação?” questionou. 

Segundo o presidente, a receita adotada pela atual gestão é acreditar num Estado indutor de investimentos e que se paute pelas premissas da credibilidade, da estabilidade jurídica e social e da previsibilidade. “Não existe milagre em economia. Você não distribui o que não produz. Por isso que é importante a economia crescer, e ela vai crescer quando tiver investimento. Para ter investimento, tem que ter consumo. Para o empresário vender um produto, ele precisa saber que a sociedade quer comprar, e para isso o governo tem que contribuir. O Estado tem de ser indutor”, disse. 

RETOMADA – O anúncio desta quarta-feira é parte de uma série de iniciativas do Governo Federal para voltar a valorizar o ensino superior, que passou por uma série de dificuldades na gestão anterior, sobretudo em 2022, quando ficou sem orçamento para despesas básicas mínimas, com dois cortes e três contingenciamentos ao longo do período. “É uma recomposição discutida por secretários e secretárias, por parlamentares, pelas entidades da educação. Parte é para recomposição do orçamento discricionário, parte para obras e ações importantes para estudantes e professores”, afirmou o ministro da Educação, Camilo Santana.

Em janeiro de 2023, o presidente Lula restabeleceu o diálogo com o setor recebendo reitores de todo o país no Palácio do Planalto. Em fevereiro, anunciou o reajuste de até 200% em bolsas de graduação, pós-graduação, de iniciação científica e na Bolsa Permanência. Pouco depois, foi anunciada a recomposição de R$ 1,5 bilhão no Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), que garante a qualidade das merendas escolares em instituições públicas de ensino.

Segundo o ministro, as ações são retrato de um governo que historicamente valoriza o tema. Ele lembrou que no período em que Lula e Dilma Rousseff foram presidentes, foram criados 422 dos 679 campi de institutos federais do país e 181 dos 314 campi de universidades federais. “Esse é o maior patrimônio que um país pode ter. Demonstrar que esse governo prioriza educação pública e de qualidade para o povo brasileiro”, disse.

ALÍVIO – A recomposição orçamentária levou alívio a gestores de institutos e universidades, que viveram nos últimos seis anos cortes contínuos de recursos e, consequentemente, dificuldade de funcionamento.

“O orçamento enviado ano passado era inviável. Esse anúncio vai nos fazer retornar a patamares anteriores à pandemia. Vai dar o respiro fundamental para sobrevivência das universidades em 2023”, disse Ricardo Marcelo Fonseca, reitor da Universidade Federal do Paraná e presidente da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais do Ensino Superior (Andifes).

“As universidades têm ambições. Querem fazer parte de um projeto de futuro, Para isso, enquanto patrimônio do povo brasileiro, precisam dessa valorização, que haja financiamento contínuo e consistente como em qualquer lugar civilizado no mundo”, completou, destacando também o potencial inclusivo das universidades federais e o fato de mais de 95% da formação em Ciência e Tecnologia ser feita por instituições públicas.

Os institutos federais também enfrentaram dificuldades, segundo Maria Leopoldina Veras, presidente do Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Cientifica e Tecnológica (Conif). “Os bloqueios impediram que atingíssemos o nosso objetivo de formar completamente os estudantes. Com a recomposição, vamos conseguir ampliar a assistência estudantil, fator crucial que impacta diretamente na alimentação e no transporte do aluno”.

As jovens Isabelly Fábia da Silva Cunha e Ludmila de Souza Félix, ambas de 16 anos, viveram as dificuldades decorrentes do corte de recursos. Estudantes do curso de Agropecuária do Instituto Federal de Brasília, elas viram a alimentação perder qualidade e ficar menor. Alunas do curso integral, no ano passado, tinham almoço, mas faltavam os lanches das tardes e manhãs. Houve, ainda, outras limitações, como falta de recursos para manutenção ou contratação de transporte que viabilizasse um passeio técnico comum na escola. Ludmila, que tem bolsa permanência, chegou a ficar três meses sem receber.

AVANÇAR – Presidente da União Nacional dos Estudantes, Bruna Brelaz definiu a recomposição orçamentária como um grande suspiro de novos tempos para universidades e institutos federais, após um período em que a universidade e os estudantes universitários eram tratados, segundo ela, como adversários, como ‘centros de balbúrdia’. “Esperamos que essa recomposição seja um dos passos para garantir que os filhos e filhas dos mais pobres permaneçam nas universidades com qualidade. Agora entramos aqui pela porta da frente. Temos certeza de que vamos avançar”.

Fonte: Gov.br

Pastor é condenado a 146 anos de prisão por estuprar e queimar vivas duas crianças

Julgamento do ex-pastor Georgeval Alves Gonçalves começou na última terça-feira (18) após ter sido adiado por alguns dias. Ele foi julgado pelas acusações de duplo homicídio qualificado, duplo estupro de vulnerável e tortura.

O ex-pastor Georgeval Alves Gonçalves foi condenado a 146 anos e quatro meses de prisão por abusar, torturar e matar o filho e enteado, os irmãos Kauã e Joaquim, em Linhares, Norte do Espírito Santo, em 2018. O julgamento começou na última terça-feira (18) e terminou nesta quarta (19) após ter sido adiado no início do mês. A morte das crianças completa cinco anos nesta sexta (21).

Joaquim e Kauã foram torturados, violentados e mortos no dia 21 de abril de 2018, na casa onde moravam no centro de Linhares. O quarto onde eles estavam foi incendiado e os corpos dos irmãos foi carbonizado.

Georgeval foi julgado pelas acusações de duplo homicídio qualificado, duplo estupro de vulnerável e tortura. Veja as condenações por cada um dos crimes:

  • 40 anos de prisão para cada um dos meninos pelo crime de homicídio;
  • 22 anos e seis meses de prisão para cada um dos meninos pelo crime de estupro;
  • 10 anos e 8 meses de prisão para cada um dos meninos pelo crime de tortura;
  • Ao todo, o ex-pastor foi condenado a 146 anos e 4 meses de prisão.
  • A sentença foi lida no início da noite no Fórum de Linhares, onde o caso foi julgado, após reunião dos jurados do conselho de sentença. O julgamento estava previsto para terminar nesta quinta (20), véspera dos cinco anos do crime.
  • Fonte: G1

Uneal promove debate sobre o novo Ensino Médio

A Universidade Estadual de Alagoas realizou ontem a noite (18/04), um debate sobre a reforma do ensino médio e seus impactos no ensino básico e na formação de professores. O evento que lotou o auditório do Campus de Arapiraca, teve como palestrante a professora da Ufal Celi Taffarel, que é pós-doutora e tem mais de 40 anos de luta em defesa da educação pública.

A professora Celi, em sua exposição, apontou os principais problemas contidos no novo ensino médio, que entre eles estão o rebaixamento dos conteúdos, a formação voltada para mão de obra barata e a exclusão dos jovens filhos dos trabalhadores das universidades públicas.

As questões levantadas pela professor Celi Taffarel suscitou um rico debate com os professores e alunos. Para a professora Cristina Bezerra, diretora do Campus de Arapiraca, “os alunos e professores dos cursos de licenciatura tiveram uma oportunidade para refletir sobre o impacto dessa nefasta reforma que afeta os estudantes e também os professores”.

O evento foi organizado pela Direção do Campus I e pelo Grupo de Estudos História e Movimentos Sociais, com apoio dos sindicatos dos docentes e técnicos e dos centros acadêmicos.

Servidores estaduais organizam campanha pela reposição salarial

Ocorreu na manhã do dia 18/04, na sede da CUT, uma reunião com dirigentes dos sindicatos de servidores estaduais para discutir e organizar a campanha salarial de 2023.

Os sindicalistas presentes aprovaram várias iniciativas de mobilização, entre elas, a realização de visitas aos órgãos e secretarias para discutir com os servidores a situação de trabalho, valorização profissional e reposição salarial.

A Campanha Salarial unificada dos servidores estaduais será lançado durante o ato do 1º de maio, dia do trabalhador. E segundo Rilda Alves, presidente da CUT Alagoas, “uma audiência com o governador Paulo Dantas já foi agendada e esperamos que as reivindicações dos servidores sejam atendidas”.

Segundo os sindicalistas, “as perdas acumuladas nos últimos 5 anos chegam a 15%”. E para o professor Luizinho, vice-presidente do Sinduneal, “é hora de mobilização para repormos nossas perdas e cobrar do governo a realização de concurso público e a atualização de nossos planos de carreiras”.

Também está no foco da mobilização dos servidores a defesa do AL Previdência, que segundo Izael Ribeiro, presidente do Sinteal, “nossa previdência está em perigo, queremos transparência na gestão e a devolução das 304 escolas transferidas indevidamente para o fundo garantidor”.

Lula assina projeto de lei que cria o Piso Nacional da Enfermagem

O PLN deve ser analisado na próxima semana pelo Congresso

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou nesta terça-feira (18) Projeto de Lei (PLN) para garantir o custeio do piso nacional da enfermagem, colocando o pagamento da categoria na previsão orçamentária anual da União.

O PLN deve ser analisado na próxima semana pela Comissão Mista de Orçamento (CMO) e, posteriormente, será apreciado em Plenário durante sessão conjunta de deputados federais e senadores.

“Estamos encaminhando o projeto de remanejamento de crédito. O presidente Lula assina hoje, chega no Congresso amanhã. Na semana que vem, o Congresso Nacional vai analisar esse crédito. São 7,3 bilhões para apoiar estados e municípios, cumprindo o papel do Governo Federal”, afirmou o ministro da Secretaria da Relações Institucionais, Alexandre Padilha.

“É um momento essencial, resultado de um processo criterioso, um compromisso de apoio a estados e municípios. É o compromisso com o SUS e com a valorização da categoria da enfermagem, dos vários profissionais que atuam no campo”, afirmou a ministra da Saúde, Nísia Trindade.

Para Líbia Dantas Bellusci, coordenadora do Fórum Nacional de Enfermagem, o momento é de celebração e de manter a mobilização até que o processo se conclua de forma efetiva. “É valorização. É o que a gente merece”, disse.

Fonte: Brasil 247

PF prende oficial da Aeronáutica envolvido nos atentados de 8 de janeiro

Manifestantes invadem Congresso, STF e Palácio do Planalto.

Euro Brasílico Vieira Magalhães foi preso no Rio no âmbito da Operação Lesa Pátria

Nesta segunda-feira (18) a Polícia Federal (PF) deflagrou a 10ª fase da Operação Lesa Pátria para investigar e prender indivíduos envolvidos nos atos golpistas ocorridos em 8 de janeiro na Praça dos Três Poderes em Brasília. A operação teve como foco identificar pessoas que participaram, financiaram, omitiram-se ou fomentaram os atos, e foram expedidos 14 mandados de prisão e 22 de busca e apreensão pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Entre os detidos está o tenente-coronel da Aeronáutica, Euro Brasílico Vieira Magalhães, preso no Rio de Janeiro, e a professora Claudebir Beatriz Da Silva Campos, presa no Pará. A PF cumpre os mandados em oito estados, sendo eles Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso, Pará, Paraná, Rio de Janeiro, São Paulo e Distrito Federal.

A Operação Lesa Pátria teve início em 20 de janeiro e já cumpriu várias fases com o objetivo de investigar os atos que ameaçam a democracia brasileira. A PF afirmou que a operação visa coletar provas e informações para a investigação em curso, e que os envolvidos poderão responder por crimes como organização criminosa, financiamento ao terrorismo, atentado contra a segurança nacional e outros crimes previstos em lei.

A PF informou que a operação continua em andamento e que novas informações serão divulgadas conforme a investigação avança.

Fonte: Brasil 247

PGR pede prisão de Sérgio Moro

Ex-juiz declarado pelo STF suspeito e parcial para julgar Lula argumentou em vídeo na semana passada sobre “comprar um habeas corpus de Gilmar Mendes“.

A vice-procuradora Lindôra Araújo, da PGR (Procuradoria-Geral da República) apresentou ao STF (Supremo Tribunal Federal), nesta segunda-feira (17/4), denúncia contra o senador e ex-juiz Sergio Moro (União Brasil-PR) por calúnia contra o ministro da Corte, o decano Gilmar Mendes.

Na última sexta-feira (14/3), viralizou nas redes sociais um vídeo em que o congressista, declarado parcial e suspeito para julgar Lula, aparece dizendo a interlocutores sobre “comprar um habeas corpus de Gilmar Mendes“. Segundo Moro, a frase foi tirada de contexto.

Lindôra pede que Moro seja condenado e que, caso a pena seja superior a quatro anos de prisão, que seu mandato de senador seja cassado, conforme noticiou Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo

PGR argumenta que Moro cometeu o crime de calúnia contra Gilmar ao sugerir que o magistrado pratica corrupção passiva, ciente da gravidade do que estava dizendo e o fez em público, na frente de muitas pessoas, e sabendo que estava sendo filmado, diz o órgão.

O senador também atuou com o objetivo claro de depreciar e descredibilizar a atuação de Gilmar Mendes no STF.  A PGR pede ainda que Moro seja notificado a apresentar uma resposta em um prazo de 15 dias, e que o STF instaure ação penal sobre o caso.

O ex-juiz anda chateado com as declarações do magistrado à imprensa, envolvendo seu nome. No início deste mês, Gilmar Mendes disse em entrevista que Moro é uma “estrovenga que o judiciário permitiu que fosse integrado sem critério ao sistema brasileiro.

Fonte: Urbs Magna

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