Movimentos realizam Marcha Pela Reforma Agrária

Começou hoje, 07/08, na cidade de Messias, a Marcha pela em defesa da democracia e pela reforma agrária.

Cerca de 2000 camponesas e camponeses de todas as regiões do estado que marcharam de Messias até Maceió.

A Marcha reúne pessoas de acampamentos e assentamentos acompanhadas pela Comissão Pastoral da Terra (CPT), Frente Nacional de Luta (FNL), Movimento de Libertação dos Sem Terra (MLST), Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), Movimento Terra, Trabalho e Liberdade (MTL), Movimento de Luta pela Terra (MLT) e pelo Movimento Terra Livre.

O movimento reúne um conjunto de reivindicações dos camponeses e pretende dialogar com o conjunto da sociedade alagoana sobre a necessidade da Reforma Agrária para o desenvolvimento de Alagoas e do Brasil, a partir da produção de alimentos saudáveis, geração de emprego e renda para milhares de famílias.

Grupo é preso por garimpo ilegal em terra Yanomami

As Forças Armadas Brasileiras, no último sábado (5), prenderam três homens e duas mulheres no garimpo ilegal em Xitei, localizado no território Indígena Yanomami. Os militares também apreenderam três armas de fogo, nove munições, 800 kg de cassiterita e sete gramas de ouro.

As ações ocorreram no âmbito da Operação Ágata Fronteira Norte. As Forças Armadas também apreenderam uma pequena quantidade de maconha, três recipientes de mercúrio e outros equipamentos comunmente utilizados no garimpo ilegal.

Todos os detidos foram transportados para Boa Vista, Roraima, onde foram submetidos a exames clínicos. Após isso, foram encaminhados para a sede da Superintendência da Polícia Federal (PF), localizada na capital.

Na região do Xitei, onde os suspeitos foram detidos, há intensa presença de garimpeiros ilegais. O local foi o mesmo que, em 2022, sofreu um ataque a tiros e foi palco do assassinato de um jovem indígena.

A assessoria das Forças Armadas informou que a Operação Ágata contabiliza 131 presos e já obteve uma redução de aproximadamente 95% nas atividades de garimpo ilegal.

As desintrusões da Terra Indígena Yanomami são realizadas em conjunto com a Funai, com o Ibama e com a PF.

A Terra Indígena Yanomami, considerado o maior território indígena do país, enfrenta uma grave crise sanitária na saúde causada por garimpeiros ilegais. A área está em emergência de saúde pública desde o dia 20 de Janeiro.

Além dos atendimentos em saúde, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) atua para retirar garimpeiros do território. O Ministério da Defesa, desde o mês de Junho, também passou a atuar de forma repressiva aos invasores da região.

Fonte: DCM

QUEDE AS IMAGENS?

Flávio Show – Funcionário dos Correios

“Bandido bom é bandido morto” e se for no Guarujá, o Governador Tarcísio de Freitas é possuído pelo espirito do papagaio, repetindo o que ouve todos os dias nos grupos de zap que participa.
Depois do assassinato de um policial militar, a investigação seguiu todos trâmites da trilogia do filme o Poderoso Chefão, matar o inimigo é a lei. Depois dessa magnífica oitiva investigativa feita pela polícia paulista, o resultado superou uma dúzia de corpos enlatados, digo, encaixados num invólucro de madeirite tamanho único. Se tudo não bastasse e sem saber quem eram as pessoas mortas pela “poliça “, o Tarcínico de Freitas disse em entrevista que ficou “extremamente satisfeito” com a operação. Tudo bandido, segundo ele, pelo menos tem as imagens das câmeras nos uniformes dos policiais para deixar tudo às claras. Oi? Não tem imagens? Caso encerrado.

Em Brasília tudo normal, bandido bom é bandido bom, desde que não seja pobre, preto ou favelado.
A PF fez uma visita aos endereços e ao gabinete da Deputada Zambelli, acusada de tramar, junto com o harker Walter Delgati, a invasão das urnas eletrônicas nas últimas eleições e a prisão do Ministro Alexandre de Morais, o Xandão. Faltou chamar o Chapollin pra ajudar nessa árdua missão, pois tudo foi tão mal planejado que o super herói mexicano se encaixaria perfeitamente nesse enredo. Sobrou para o harker que tá preso e vivo, ainda!

E mails apresentados na CPI do Golpe 08 de Janeiro, trouxeram informações a respeito de algumas pedras preciosas escondidas no cofre grande do Palácio do Planalto. Os emails trazem como ator principal o ajudande de ordens de Bolsonaro, o Tenente Coronel Mauro Cid, esse cidadão de bem foi pego em outros e mails negociando um relógio Rolex que o Governo teria recebido em viagem oficial ao exterior.
Bolsonaro transformou o Palácio do Planalto em uma Leroy Merlin de produtos e serviços ilegais, onde foi comercializado de tudo nos últimos 4 anos, jóias, diamantes, Rolex, remédios sem eficácia, bíblias com ouro, armas, madeira ilegal, uma verdadeira feira do rolo com dinheiro público.
Não custa lembrar que o Excrementissimo recebeu 17 milhões pelo pix para pagar multas e processos e até hoje, nada foi pago e essa bagatela foi investida em fundos de renda fixa.
Coisa de bandido?

E o Governador de Brasília, Ibaneis Rocha, será que sua gestão tem como lema o mesmo praticado em São Paulo? Bandido bom é bandido morto?
Se tiver, a polícia do cerrado vai ter muito trabalho, creio eu!

Maceió, 06 de Agosto de 2023

Carnificina na Bahia: número de mortos pela polícia sobe para 30

Ações policiais são investigadas pelo Ministério Público. Somente nesta sexta, cinco pessoas foram mortas pela Polícia Militar em Salvador

O número de mortos na Bahia em meio a operações policiais desde a última sexta-feira de julho, há pouco mais de uma semana, subiu para 30, de acordo com confirmação da própria Polícia Militar do estado neste sábado (5), informa o Estadão.

Apenas ontem, mais cinco pessoas foram mortas em confronto com policiais em Salvador. De acordo com a versão da Polícia Civil, PMs foram acionados por moradores que denunciavam a presença de homens armados no bairro do Iapi. O confronto, então, se iniciou com a chegada dos agentes de segurança.

As mortes foram registradas como resultado de “resistência à ação policial” e serão investigadas pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), de Salvador, enquanto o Ministério Público também apura as ações policiais. Somente na capital baiana, dez morreram em confrontos recentes com a PM – o restante das mortes se concentra nos municípios de Camaçari e Itatim.

Fonte: Brasil 247

Ato no Jacintinho defende a reestatização da Eletrobras

Ocorreu hoje de manhã, 05/08, no bairro do Jacintinho um ato pela reestatização da Eletrobras. Muitos moradores do bairro, insatisfeitos com a conta de energia elétrica que não para de subir e a precariedade cada vez maior dos serviços, protestaram assinando um manifesto pela reestatização da empresa.

Para Valdir Dias, professor aposentado e coordenador do grupo de base do Diálogo e Ação Petista no Jacintinho, “o povo sente no bolso a conta todo mês, pois a energia elétrica subiu muito e o serviço piorou. Estamos aqui hoje, para ajudar nessa campanha pela reestatização da Eletrobras”.

Para Dafne Orion, presidenta do Sindicato dos Urbanitários de Alagoas, “com a privatização da Eletrobras Alagoas, muitos trabalhadores foram demitidos, o preço da energia subiu e o povo é quem paga a conta. Por isso, é muito importante essa iniciativa dos companheiros do Jacintinho”.

Para o professor da Uneal, Luiz Gomes, “a reestatização da Eletrobras é uma necessidade, pois trata-se de uma questão de soberania nacional e sua privatização foi um roubo ao patrimônio do povo”.

As adesões ao manifesto vão continuar no bairro, onde os organizadores do evento prometem visitar igrejas, escolas, pontos de ônibus e outros locais para discutir com a população.

Quem quiser aderir ao manifesto, basta clicar no link abaixo e assinar:

https://salveaenergia.com.br/manifesto/

Governo de SP determina assédio moral aos professores com monitoramento em sala de aula

Portaria impõe presença de diretores e coordenadores durante as aulas e envio bimestral de relatório ao poder público

A Secretaria de Educação do Estado de São Paulo divulgou uma portaria que estabelece “apoio presencial, em sala de aula”, por parte da gestão escolar. A medida da Coordenadoria Pedagógica determina que, pelo menos duas vezes por semana, as aulas terão que ser monitoradas, inclusive com a produção de relatórios. 

Bimestralmente, os documentos produzidos precisarão ser apresentados à Diretoria de Ensino. De acordo com a portaria, “a rotina de observação de aulas deve cobrir o maior número de professores possível ao longo do bimestre letivo”. 

A medida gerou críticas incisivas entre representantes do corpo docente das escolas. O Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp) considera que a prática fere o princípio da liberdade de cátedra.  

“É totalmente inaceitável a portaria impondo a presença de diretores e coordenadores nas salas de aula para fiscalizar as atividades dos professores com os estudantes”, afirma o sindicato em divulgação interna. 

Ainda de acordo com o texto da entidade, a liberdade de cátedra é um princípio constitucional, previsto também na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, de 1996. “Dentro da sala de aula o(a) professor(a) é autoridade (…) estando totalmente capacitado para a função. Não tem cabimento que professores e professoras sejam assediados e que tenham seu trabalho tolhido desta forma”, argumenta. 

O especialista em educação Fernando Cássio, professor da Universidade Federal do ABC (UFABC) e integrante da Rede Escola Pública e Universidade (Repu), afirma que a reação do sindicato se justifica frente a um contexto de extrema precarização do trabalho. 

“Já temos políticas de avaliação que são punitivas na rede estadual de São Paulo, isso não é de agora. Então, é compreensível que exista essa reação. Muito embora pudéssemos pensar que isso poderia ter um efeito pedagógico positivo, o ambiente de trabalho e as condições de trabalho são tão degradadas que a última coisa que deveríamos fazer neste momento seria estabelecer um instrumento como esse”, defende. 

Cenário de desconfiança

Fernando Cássio alerta que a medida chega à rede de educação em um cenário já permeado pela desconfiança. “Quando temos reclamações de que esse tipo de coisa pode soar como vigilância, mais uma camada de controle, que pode gerar, por exemplo, censura e perseguição, é porque não temos um clima de confiança instalado”, considera.  

Segundo ele, o contexto das condições de tralho é negativo em todos os sentidos, “tanto do ponto de vista objetivo – do salário, das carreiras, do controle de trabalho, dos recursos de infraestrutura – quanto subjetivo, dessa própria sensação de que você está sendo vigiado por alguém de fora, que vai controlar o seu trabalho, que vai transformar isso em punição”.

O Brasil de Fato entrou em contato com a Secretaria de Educação do Estado de São Paulo para obter mais informações sobre a portaria. Entre as perguntas enviadas, a reportagem pediu mais detalhes sobre o relatório que deve ser encaminhado ao órgão bimestralmente. O pedido específico não foi atendido, mas já circula nas redes sociais o documento que deve ser preenchido durante o trabalho de monitoramento.

Modelo do documento enviado às diretorias e coordenações / Reprodução

No “Instrumento de apoio presencial em sala de aula para diretor(a)”, há campos para avaliações sobre a interação dos estudantes com as atividades propostas, a gestão do tempo, a metodologia, estratégia e recursos usados, a forma de comunicação e o clima em sala de aula. É preciso registrar pontos positivos, de melhoria e os próximos passos para a questão tratada. 

Também nas redes sociais, publicações de diretores e diretoras e coordenadores e coordenadoras mostram o documento preenchido com menção aos diversos problemas estruturais enfrentados pelo ensino público estadual. Entre eles estão salas superlotadas, internet ruim, menos tempo para as disciplinas com a fragmentação do currículo e desvalorização de professores e professoras. 

Resposta da Secretaria 

Em nota enviada ao Brasil de Fato, a Secretaria informou que “atua para fortalecer o protagonismo e a autonomia do educador em sala de aula”. Segundo o órgão, a medida visa garantir suporte com maior interação e apoio por meio das equipes de coordenação e direção. 

O BdF também perguntou se foram estabelecidos meios para se garantir o equilíbrio entre as atividades, a fim de evitar sobrecarga de trabalho e jornadas excessivas. A pasta disse que “os gestores pedagógicos passam a ter a indicação da carga horária mínima direcionada para acompanhar e auxiliar os docentes”. 

Também foi enviada pergunta sobre dados ou estudos que embasaram a portaria. O questionamento não foi respondido pela pasta, que concluiu o texto afirmando que “a aplicação da portaria será realizada de acordo com a realidade de cada unidade escolar”.

Fonte: CUT

Polícia Federal prende fazendeiro que ameaçou ‘dar tiro’ em Lula no Pará

Presidente participa de evento no Estado nos próximos dias. Fazendeiro é ainda é apontado como homem vinculado à grilagem e ao garimpo. Ministério da Justiça confirmou a prisão.

A Polícia Federal prendeu no fim da tarde desta quinta-feira (3) um fazendeiro do Pará suspeito de ter ameaçado “dar um tiro” no presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que visitará o Estado nos próximos dias. A prisão foi em Santarém.

Segundo pessoas familiarizadas com a investigação ao blog, Arilson Strapasson chegou a tentar descobrir o hotel em que Lula vai se hospedar em Santarém. Está previsto que o presidente chegue nesta sexta (4) à cidade.

Em comunicado, a PF afirma que o homem teria feito as ameaças enquanto fazia compras em uma loja de bebidas na quarta-feira (2). Enquanto realizava a compra, o homem teria dito que daria um tiro na barriga do presidente, e teria perguntado aos presentes se sabiam onde ele se hospedaria quando fosse ao município.

O inquérito foi instaurado após uma das testemunhas realizar uma denúncia logo após o ocorrido. Ele responderá pelos crimes de ameaça e incitação de atentado contra autoridade por motivação política.

O fazendeiro é apontado ainda como homem vinculado à grilagem e ao garimpo. Ele teria terras avaliadas em mais de R$ 2,5 milhões.

Ao ser encontrado pela PF nesta quinta, o suspeito disse aos policiais que teria participado dos atos de 8 de janeiro, em Brasília, e que teria invadido o salão verde da Câmara dos Deputados. Segundo o próprio homem, ele teria participado das manifestações em frente ao 8º Batalhão de Engenharia de Construção situado na cidade de Santarém durante 60 dias ininterruptos e que, inclusive, financiou a manifestação com R$1 mil todos os dias.

presidente participa da Cúpula da Amazônia, nos dias 8 e 9 de agosto, no Pará. Antes, no dia 7, está previsto que Lula visite o Navio Hospital Escola Abaré, e no mesmo dia, às 9h30, participa da Inauguração da Infovia 01.

Procurado, o Ministério da Justiça se limitou a confirmar a prisão.

Nas redes sociais, o ministro da Justiça, Flávio Dino, disse na noite desta quinta-feira que as ameaças a autoridades dos Poderes da República “não é liberdade de expressão” e que a PF “seguirá aplicando a lei contra criminosos”.

“Mesmo após o fracasso dos atos golpistas de 8 de janeiro, ainda existem pessoas que ameaçam MATAR ou AGREDIR FISICAMENTE autoridades dos Poderes da República. Isso não é “liberdade de expressão” e a Polícia Federal seguirá aplicando a lei contra criminosos. Renovo os apelos para que as pessoas protestem pacificamente e esperem a eleição de 2026.”

Fonte: G1

Paris Saint-Germain oferece Neymar de troco para o Barça por Ousmane Dembélé

Paris Saint-Germain, que está próximo de fechar a contratação do ponta Ousmane Dembélé, do Barcelona, por 50 milhões de euros (cerca de R$ 263 milhões) — valor da multa rescisória, tentou envolver o jogador brasileiro Neymar na negociação.

Para tentar baixar o valor, o PSG ofereceu Neymar por empréstimo. De acordo com o jornal espanhol Sport, o clube catalão rejeitou a proposta. O técnico Xavi, do Barcelona, entende que para o atual projeto o brasileiro não é um jogador que ele precisa no vestiário.

Neymar é um dos três supercraques que deverão ser desligados pelo PSG. Messi foi dispensado após o fim de seu contrato e Mbappé também pode estar de saída. Contudo, o brasileiro não recebeu nenhuma oferta vantajosa para ambos os lados.

O craque brasileiro descartou a ida à Arábia Saudita, apesar de ter recebido várias propostas e ter tido algumas aproximações com o Chelsea, mas sem chegar a nenhum acordo. Ele já deixou clara a sua intenção de ficar no PSG e, inclusive, participou do amistoso contra o Jeonbuk, na Coreia do Sul, onde voltou aos gramados depois de quase seis meses e marcou dois gols.

Fonte: Revista Fórum

Em ato de vingança, PM promove terror e chacina 14 pessoas em SP

Tiros, gritos de dor e pedido de socorro: PM leva massacre ao Guarujá e celebra cifra de mortos

“Eu estou extremamente satisfeito com a ação policial” definiu o governador de São Paulo, o bolsonarista Tarcísio de Freitas, a respeito da chacina cometida pela PM paulista que deixou pelo menos 14 mortos na periferia do Guarujá (SP), na segunda feira (31). As investigações apontam que o número pode ser maior. Já se fala em 19 pessoas assassinadas.

Após o assassinato do policial militar Patrick Bastos Reis, 30 anos, soldado da Rota (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar, força especial da PM paulista), ocorrido na última quinta-feira (27/7), no Guarujá (SP), PMs de diferentes batalhões estariam espalhando o terror nas favelas da cidade litorânea por meio de execuções de moradores, segundo testemunhas. 

Essas mortes estão sendo celebradas nas redes sociais por policiais influencers e páginas de apoiadores da PM. Postagens que mostram cenas da operação na cidade litorânea, acompanhada de um trecho da canção Rotomusic De Liquidificapum, da banda Pato Fu, que diz “Hoje as pessoas vão morrer/ Hoje as pessoas vão matar/ O espírito fatal/ E a psicose da morte estão no ar”, foram compartilhadas em páginas como as do cabo Silvino Martins Santos, do soldado Diogo Raniere Rodrigues Lima e do ex-PM e candidato derrotado a deputado estadual Luiz Paulo Madalhano Magalhães.

Na contagem das páginas policiais, 14 pessoas já teriam sido mortas pela PM — número não confirmado pelas fontes oficiais até o momento. Nos grupos de WhatsApp dos bairros e nos papos nas ruas, corre o rumor de que policiais teriam prometido chegar a 60 mortos para se vingarem da morte de Patrick.

“Eles não querem saber se está no crime ou não. Se tem família, se é trabalhador, se sustenta filhos… Não querem saber de nada, se tiver passagem [pelo sistema carcerário] ou qualquer tipo de tatuagem que eles atribuem ao crime, já vão matar”, afirma um morador da favela da Vila Edna. Outro bairro que vem sendo alvo dos ataques policiais é a Vila Zilda, onde o soldado foi morto.

Policiais militares não podem sair por aí matando quem encontrar pela frente. Um governador não podem incentivar a carnificina das tropas. Nesse show de horror, onde PMs viram justiceiros e o governador aplaude, a justiça precisa ser feita exemplarmente. Pois, todos tem as mãos sujas de sangue.

Redação com Diálogos do Sul

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