Deputados Ricardo Salles e Delegado Fábio Costa impedem que a imprensa acompanhe diligência da CPI do MST em Alagoas

Diligência da CPI do MST comandada pelos deputados Ricardo Salles e Delegado Fábio Costa impediu hoje, 11/08, que a sociedade acompanhasse a visita de uma comissão de deputados em um acampamento dos trabalhadores Sem Terra fora da rota aprovada em sessão.

Os movimentos sociais denunciam que o objetivo de barrar a imprensa e dos movimentos é o de manipulação para tentar prorrogar a CPI que tenta criminalizar luta pela reforma agrária no Brasil.

Os deputados visitaram o Acampamento São José, em Atalaia, Zona da Mata de Alagoas, e impediram que fossem acompanhados pela imprensa e dos moradores da comunidade. A ação truculenta comandada por Ricardo Salles e Delegado Fábio Costa foi registrada pelos manifestantes.

Para a presidenta do Sindicato dos Urbanitários de Alagoas, Dafne Orion, “O deputado Fábio deveria se preocupar em trabalhar para resolver o problema de quem vive no campo, viabilizando água encanada e trazer qualidade de vida para o povo e não impedir os movimentos e a imprensa de acompanharem essa diligência”, destacou a sindicalista.

Professores e estudantes protestam em Arapiraca

Ocorreu na manhã de hoje, 11/08, uma manifestação de professores e estudantes que paralisou diversas ruas em Arapiraca.

O protesto começou na porta da escola Quintela Cavalcante e seguiu pelas ruas do centro até Praça Marques.

Os professores cobram do governador Paula Dantas (MDB) o pagamento do piso da educação e valorização salarial. Já os estudantes cobravam a revogação do novo ensino médio.

Para Carlos Jorge, presidente do Sinteal Arapiraca, “o governador Paulo Dantas se negue a valorizar a educação e a luta não vai parar enquanto a categoria conquistar o piso e a valorização salarial”.

Já para Jana, representante do grêmio estudantil “o novo ensino médio é uma enrolação e precisa ser revogado”.

Também participou do ato uma delegação de professores e estudantes da Universidade Estadual de Alagoas, que segundo o diretor do Centro Acadêmico de História, Klévio Thawan, “os alunos e professores da Uneal também estão nessa luta em defesa da educação e cobrando do governador a realização de concurso público e a construção de restaurante universitário”.

Arthur Lira volta a pressionar pela reforma administrativa e desmantelamento dos serviços públicos

Lira volta à carga e diz que governo terá “forçadamente” que entrar na discussão da reforma administrativa neste ano; muita gente se “aperreia”, segundo ele

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), voltou à carga em suas declarações que visam pressionar o governo Lula (PT) pela aprovação da proposta de emenda à Constituição (PEC) 32/2020. Dessa vez, Lira disse que o governo terá “forçadamente” que fazer essa discussão até o final do ano.

As novas declarações foram dadas durante palestra no painel de abertura de um evento de um grupo de investimentos. Lira segue, assim, de braços dados com o mercado, tentando impor a agenda derrotada nas eleições presidenciais do ano passado. O presidente eleito, Lula, repetiu em diversos momentos sua posição contrária à PEC 32.

Lira voltou a pedir dos grandes empresários para que pressionem pela reforma, da qual é o grande entusiasta: “A única maneira de controlar os seus gastos é com reforma administrativa. Muita gente se aperreia quando eu falo. Olha, a reforma administrativa está pronta. Se tiver o apoio de todos, do empresariado, porque gera emprego, gera renda. O governo forçadamente vai ter de entrar nessa discussão até o final do ano”, afirmou o presidente da Câmara. No mesmo movimento, Lira tem gerado incertezas sobre o orçamento de 2024, tentando piorar ainda mais a proposta de arcabouço fiscal aprovada na Câmara e modificada no Senado. Mais que isso, já criou obstáculos à propostas que aumentem a arrecadação como a taxação das grandes fortunas.

O presidente da Câmara, ao defender a PEC 32, novamente repetiu a mentira de que os servidores e as servidoras atuais não sofrerão com os efeitos da proposta: ele disse que o projeto “não mexe em nenhum direito adquirido de quem já é funcionário, de quem já trabalha, se esforça. Há um corte temporal, e nós vamos tratar para os novos entrantes”.

A verdade: ataque à estabilidade, precarização, risco aos salários e facilitação do assédio

Não é verdade que a reforma não afeta os servidores e as servidoras atuais. A PEC 32/2020 é uma ameaça aos serviços públicos e é preciso “afastar versões”, como as de Arthur Lira. A reforma administrativa que tramita atualmente na Câmara afeta servidores e servidoras das três esferas, dos três poderes, atuais e novos, da ativa e aposentados e aposentadas. Mesmo que, em um primeiro momento, somente os novos não teriam direito à estabilidade, os atuais servidores e servidoras seriam submetidos a avaliações de desempenho que poderiam, por exemplo, ser negativadas por participação em greves ou por perseguições políticas. Importante lembrar que a atual legislação já prevê a demissão de servidores e servidoras estáveis, mas a PEC 32/2020 inclui ferramentas que favorecem a pressão, o assédio e a ameaça nos locais de trabalho.

Os atuais aposentados e pensionistas que têm direito a paridade e integralidade também seriam atingidos, pois estariam vinculados a carreiras em extinção. Outro ponto a destacar é a remuneração ligada à premiação por produtividade, proposta na reforma, a qual, tira a possibilidade dos aposentados de receberem esses valores, aumentando a diferença salarial em relação ao pessoal da ativa. Os atuais servidores e servidoras ainda serão atingidos em vários outros aspectos, uma vez que a reforma facilita a quebra da estabilidade no emprego; reduz o salário de ingresso e coloca e, dessa forma, legitima o congelamento salarial em longo prazo, sob alegação de disparidade salarial.

Mobilização contra a PEC 32 volta à ordem do dia; tramitação em comissões colocou um novo problema

O Sintrajufe/RS esteve em Brasília, no dia 13 de junho, para o lançamento da Frente Parlamentar Mista do Serviço Público. Um dos palestrantes foi o servidor aposentado e assessor parlamentar Vladimir Nepomuceno, que falou sobre os desafios que os servidores e as servidoras têm pela frente. Ele lembrou que o ministro da Economia do governo Bolsonaro, Paulo Guedes, “batia no peito” para falar da “economia” de R$ 68 bilhões em 2021, “fazendo uma reforma administrativa silenciosa”, cortando em custeio e pessoal, em coisas que não dependiam de mudanças na Constituição, ou seja, enquanto a reforma administrativa não era aprovada.

Nepomuceno explicou que o arquivamento da PEC 32/2020 não depende unicamente da vontade do atual governo. “O chefe do Executivo, não importa o nome dele – era Temer, virou Bolsonaro, agora é Lula –, mas a pessoa jurídica é a mesma, é o autor da PEC. Então, ele é o único que pode pedir para retirar a PEC”. No entanto, “a partir do momento em que a PEC já passou por comissões, o texto que está lá não é o original, é um substitutivo, e ela está pronta para o plenário, só o plenário autoriza”. Isso significa que a Câmara precisar receber o pedido e remetê-lo ao plenário. “Se a gente tiver número de votos suficiente no plenário da Câmara para que seja aprovado o pedido de devolução, a PEC volta para o Executivo. E se a gente perder? Arthur Lira está autorizado a colocar em votação no dia seguinte a PEC 32”.

Nesse contexto, a mobilização dos servidores e da população que depende dos serviços públicos é que pode abrir a via para que a PEC 32 seja enterrada de vez, assim como o entulho que os anos de governo Temer e Bolsonaro deixaram para trás.

Fonte: Sintrajufe-RS

Movimentos cobram punição aos assassinos do líder da juventude socialista na Azânia (África do Sul)

Foi assassinado na Azânia (África do Sul) o camarada Lehlohonolo Makhele, dirigente da Organização Revolucionária de Juventude Socialista Azaniana (Sayro, na sigla em inglês). Essa organização é formada por jovens do Partido Socialista da Azânia (Sopa).

Pelas informações disponíveis, Makhele perdeu a vida depois de um sequestro e um assassinato executados por pessoas que parecem ser opositores políticos. A triste notícia chegou no dia 12 de julho.

A Azânia vive uma situação de ressurgimento desse tipo de assassinatos políticos, que lembram os ocorridos nos anos 1980, quando o Estado do apartheid e seus colaboradores visavam a eliminar os quadros do Movimento da Consciência Negra.

O atual regime de aliança tripartite dirigido pelo Congresso Nacional Africano (CNA) está a ponto de desabar. O capitalismo está a ponto de desabar, e os quadros socialistas são atacados na Azânia, enquanto a população se volta para o Movimento da Consciência Negra como uma alternativa ao Estado capitalista neoliberal falido dirigido pelo CNA.

O camarada Makhele junta-se aos mártires da revolução azaniana. Camarada Makhele, presente!

Fonte: O Trabalho

Itália surpreende bancos com taxa excepcional de 40% sobre lucros em 2023

Taxas de juros oficiais consideravelmente mais altas têm gerado lucros recordes para os bancos

A Itália aprovou um imposto excepcional de 40% sobre os lucros que os bancos obtêm com taxas de juros mais altas, após repreender as instituições financeiras por não recompensarem os depósitos, em uma medida surpreendente que fez as ações bancárias despencarem por toda a Europa.

Taxas de juros oficiais consideravelmente mais altas têm gerado lucros recordes para os bancos, à medida que as instituições financeiras aumentam o custo dos empréstimos enquanto evitam pagar mais nos depósitos.

Países como Espanha e Hungria já impuseram impostos sobre lucros extraordinários ao setor, e outros podem seguir o exemplo.

O governo da primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, havia considerado a ideia de um imposto sobre lucros extraordinários dos bancos no início do ano, mas pareceu ter esfriado em relação ao plano.

Um executivo bancário sênior disse à Reuters que os bancos estavam preparados para “a guilhotina, mas a lâmina não caiu”.

No entanto, resultados robustos no primeiro semestre dos bancos trouxeram a questão de volta ao foco de maneira contundente, levando o governo a agir na véspera do recesso político de verão.

Uma fonte disse que o plano pegou até mesmo alguns ministros de surpresa na reunião do gabinete na noite de segunda-feira.

O índice de ações bancárias da Itália caiu 7,4% até as 09h15 GMT de terça-feira, com o principal banco Intesa Sanpaolo (ISP.MI) em queda de 8% e seu rival de peso, UniCredit (CRDI.MI), em queda de 6,5%. Os bancos italianos arrastaram o índice europeu (.SX7E) para baixo 2,4%, com um rebaixamento da Moody’s de alguns bancos dos EUA também pressionando as ações bancárias.

“É só olhar para os lucros do primeiro semestre dos bancos… para perceber que não estamos falando de alguns milhões, mas… de bilhões”, disse o vice-primeiro-ministro Matteo Salvini em uma coletiva de imprensa em Roma na noite de segunda-feira.

“Se (for verdade que) o fardo decorrente do custo do dinheiro… dobrou para famílias e empresas, o que os titulares de contas correntes recebem certamente não dobrou”, disse Salvini.

O governo pretende usar as receitas para ajudar aqueles que enfrentam dificuldades com o custo de vida, como titulares de hipotecas.

VENTO FORTE PARA O TESOURO – Analistas do Citigroup calcularam que o imposto poderia reduzir quase um quinto do lucro líquido dos bancos italianos em 2023. O Bank of America estimou que o governo arrecadaria entre 2 e 3 bilhões de euros.

Fontes disseram que o Tesouro esperava arrecadar menos de 3 bilhões de euros (US$ 3,3 bilhões) com a medida.

Isso seria semelhante à quantia de 2,8 bilhões de euros arrecadada pelo imposto extraordinário sobre empresas de energia deste ano.

A Itália aplicará o imposto apenas em 2023, com os bancos pagando as quantias até 30 de junho de 2024. A medida se aplica à margem de juros líquida (NIM), uma medida de receita que os bancos obtêm com a diferença entre as taxas de empréstimos e depósitos.

A Itália taxará 40% do NIM obtido em 2022 ou 2023 – dependendo de qual montante for maior – e acima dos limites estabelecidos para aumentos anuais.

A Intesa, no final do mês passado, afirmou que esperava embolsar mais de 13,5 bilhões de euros somente neste ano a partir da sua margem de juros líquida.

Todos os principais bancos italianos relataram resultados muito mais fortes do que o esperado para os primeiros seis meses e atualizaram suas perspectivas de lucro graças ao impulso das taxas mais altas.

Ao contrário de seus pares em alguns outros países europeus, os bancos italianos nunca cobraram por depósitos quando as taxas oficiais ficaram abaixo de zero.

Desde o aumento das taxas, eles reduziram os custos das contas correntes, mas se recusaram a recompensar o dinheiro mantido lá, alegando que esse dinheiro é mantido para uso diário, não como um investimento.

Fonte: Brasil 247

Bolsonarista Bruno Heller, foi preso depois de desmatar 6,5 mil hectares de floresta amazônica

Destruição na Amazônia por empresário emitiu 3,2 milhões de toneladas de CO2.

O empresário Bruno Heller, de 71 anos, suspeito de ser o “maior devastador” da Amazônia, foi preso pela Polícia Federal no último dia 3 de agosto em Novo Progresso, no Pará. A identidade e prisão dele foram divulgadas pelo portal g1. Heller foi detido por grilagem e desmatamento ilegal de 6,5 mil hectares de floresta.

Segundo o Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM), Heller foi responsável pela emissão de ao menos 3,2 milhões de toneladas de gás carbônico (CO2) — o que corresponde a aproximadamente 70% das emissões anuais do estado do Amapá. Isso também equivale a cerca de 4,5 milhões de toneladas de CO2, segundo o Sistema de Estimativas de Emissões e Remoções de Gases do Efeito Estufa (SEEG).

“É inadmissível um indivíduo causar um dano tão grande para todos nós, aumentando ilegalmente nossas emissões de carbono e distanciando o Brasil de cumprir seus compromissos internacionais com o clima do planeta”, avalia André Guimarães, diretor-executivo do IPAM, em comunicado.

A Polícia Federal estima que o empresário invadiu ao menos 21 mil hectares de terras públicas e tentou emular a posse das áreas com registros irregulares no Cadastro Ambiental Rural (CAR). Durante a operação que prendeu Heller, foram encontrados R$ 125 mil em notas, entre dólares, euros e reais em sua casa, conforme o g1.

Parte do dinheiro estava no fundo falso de um bidê ao lado de uma cama. No local havia ainda uma arma ilegal e 350 gramas de ouro bruto, supostamente com origem em garimpo ilegal, o que levou à prisão em flagrante.

O homem preso seria o chefe de um grupo criminoso suspeito de desmatar mais de 6,5 mil hectares de floresta — quase quatro ilhas de Fernando de Noronha — após registrar essas terras no nome de terceiros, de forma fraudulenta, no CAR.

A Justiça determinou o bloqueio de 16 fazendas do suspeito, 10 mil cabeças de gado e R$ 116 milhões, pertencentes ao seu suposto grupo. O inquérito policial relativo à operação identificou que Heller e os criminosos teriam se apossado de mais de 21 mil hectares de terras da União.

Segundo observa o IPAM, o caso reforça estudos que já indicavam a relação entre grilagem e florestas públicas na Amazônia. Segundo o instituto, cerca de 50% do desmatamento no bioma no Brasil ocorre em terras de domínio público.

Em março de 2023, o IPAM e a Associação Brasileira dos Membros do Ministério Público de Meio Ambiente (Abrampa) publicaram uma nota técnica sobre o tema com algumas propostas. Entre as soluções sugeridas está o cancelamento ou suspensão de CAR total ou parcialmente sobrepostos a áreas públicas e a destinação das florestas públicas ainda não designadas para a conservação.

O IPAM reforça que tais pontos integram o novo Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal (PPCDAm), lançado em 5 de junho pelo governo federal.

Fonte: Revista Galileu

Bolsonaro “abriu as portas para o crime” na Amazônia, diz Lula

Na Cúpula da Amazônia, o presidente lembrou que seu antecessor culpou “índios e caboclos pelas queimadas” na floresta. “Nos tornamos um pária”, avaliou

Em discurso na Cúpula da Amazônia, realizada em Belém, no Pará, nesta terça-feira (8), o presidente Lula (PT) criticou a política ambiental do governo Jair Bolsonaro (PL) e afirmou que seu antecessor “abriu as portas” da floresta para o crime organizado. >>> Lula diz que cúpula visa ‘fortalecer países da Amazônia na agenda global’

Lula ainda disse que Bolsonaro “ressuscitou um nacionalismo primitivo” ao culpar os povos originários pela degradação do meio ambiente. “A crise política que se abateu sobre o Brasil levou ao poder um governo negacionista, com consequências nefastas. Meu antecessor abriu as portas para os ilícitos ambientais e o crime organizado. Os índices de desmatamento voltaram a crescer. Suas políticas beneficiaram apenas uma minoria que visa lucro imediato. Na tribuna da ONU, o Brasil ressuscitou noções de um nacionalismo primitivo e responsabilizou índios e caboclos pelas queimadas provocadas pela ação humana. Nos tornamos um pária entre as nações e nos afastamos de nossa própria região. Os que sempre atuaram em prol da preservação ambiental e dos direitos humanos foram perseguidos e atacados. Perdemos de forma violenta diversas lideranças que lutaram contra a destruição e o descaso. Os que mais sofreram foram os indígenas e outros povos tradicionais. A invasão da terra ianomâmi evidenciou o desprezo pela vida humana e pelo meio ambiente”.

Em seu governo, disse o presidente, “a criação do Ministério dos Povos Indígenas, comandado por uma ministra indígena, o primeiro na história do Brasil, simboliza nosso compromisso com a reparação à invisibilidade a que foram submetidos os povos originários em nosso país”. 

“Felizmente, pela decisão soberana do povo brasileiro e seu compromisso com a democracia, conseguimos virar essa triste página da nossa história”, completou.

Fonte: Brasil 247

JHC nomeia Kayo Fragoso, um dos presos em Brasília por terrorismo

Bolsonarista radical foi um dos presos em Brasília no 8 de janeiro, pelos atos antidemocráticos

Demonstrando estar cada vez mais alinhado ao bolsonarismo, que defende abertamente golpe de estado, o prefeito de Maceió, JHC (PL), autorizou a nomeação do ex-candidato a deputado federal pelo PL, Kayo Fragoso. Kayo foi preso no dia 8 de janeiro e levado à sede da Polícia Federal em Brasília, após participar das manifestações antidemocráticas que destruíram parcialmente o Palácio do Planalto, o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal (STF). 

A nomeação de Kayo Fragoso foi publicada no Diário Oficial do Município no último dia 2 de agosto para exercer cargo de comissão de assessor vinculado à Secretaria Municipal de Gestão de Pessoas e Patrimônio (Semge). 

Fragoso também era responsável pelo perfil no Instagram Acorda Maceió (@acordamaceio) e também de um grupo no aplicativo Telegram, que reunia apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro. 

Ao fim da eleição do ano passado, com a vitória de Lula ao cargo de presidente, Kayo Fragoso passou a se mobilizar com outros bolsonaristas para bloquear rodovias federais e estaduais. Também foi um dos apoiadores da ocupação golpista em frente ao 59° Batalhão de Infantaria Motorizada na Avenida Fernandes Lima em Maceió. 

Na eleição passada, quando disputou o cargo de deputado federal, Fragoso 687 votos.

Fonte: Aconteceu BR

CPMI encontra novos depósitos de Mauro Cid para Michelle Bolsonaro

Site Metrópoles mostrou que ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro realizava pagamentos para a primeira-dama durante o governo

Comprovantes enviados à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) dos Atos Golpistas de 8 de janeiro e obtidos pelo Metrópoles mostram que a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) recebeu o montante de R$ 60 mil depositado por membros da equipe de Mauro Cid, então ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Os depósitos foram feitos de forma fracionada e em dinheiro, ao longo de 11 dias distribuídos em oito meses do ano passado.

O colunista do Metrópoles Rodrigo Rangel revelou, com exclusividade, que o Palácio do Planalto tinha uma espécie de caixa dois. A reportagem mostrava que havia uma estrutura, no Planalto, sob comando de Cid, que cuidava de pagar, muitas vezes em dinheiro vivo e na boca do caixa, despesas do clã presidencial. Entre esses pagamentos havia até faturas de um cartão de crédito que uma amiga de Michelle emprestava à então primeira-dama.

Em uma atividade similar, os novos depósitos foram realizados por auxiliares do ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, Mauro Cid, durante os meses de janeiro, fevereiro, março, abril, junho, julho, agosto e dezembro na conta da ex-primeira-dama.

Fonte: Metrópoles

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