Seminário debaterá as escolas militares de Bolsonaro

O Seminário A Educação Pública Ameaçada, discutirá hoje, dia 30, as escolas militares do governo Bolsonaro.

Em Maceió, o prefeito JHC prometeu entregar duas escolas ao programa de Bolsonaro, o que gerou resistência por parte da comunidade escolar que não aceita a proposta.

As escolas militares também são rejeitadas por especialistas da educação e vistas como um modelo autoritário e que não formam cidadãos conscientes como preconiza a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB).

Os palestrantes serão Jorge E. de Oliveira (Ufal), Josefa Conceição (presidenta do Conselho Municipal de Educação), e Kleber Bezerra (Uneal) e a mediação de Suzana Marcolino (Ufal). O evento será transmito pelo canal ProgradUFAL no youtube.

Bolsonaro está feliz: ele já matou mais de 400 mil!

Durante toda pandemia, o presidente genocida agiu para negar proteção ao povo brasileiro, negando auxílio, testagem em massa e vacina, Bolsonaro é o responsável pela mais de 400 mil mortes.

O Brasil ultrapassou a marca de 400 mil mortes pela covid-19. Mais precisamente, 401.186 perderam a vida, segundo os registros oficiais desde 12 de março do ano passado, quando o país deparou com o primeiro óbito da pandemia do novo coronavírus. Somente nas últimas 24 horas foram identificados 69.389 novos casos de covid-19, e 3.001 mortes, de acordo com o Conselho Nacional dos Secretários de Saúde (Conass). Esses números, porém, não são o retrato fiel da trágica realidade, já que existe uma grande subnotificação no país. Entre as razões pela imprecisão dos registros está a baixa quantidade de testes e a má gestão da pandemia em âmbito nacional. Durante todo o período de crise, em vez de uma coordenação nacional para o combate ao vírus, o governo de presidente Jair Bolsonaro atuou para impedir medidas protetivas à população.

Em toda a pandemia, 14.590.678 pessoas foram infectadas, sem contar as que não realizaram testes ou que são assintomáticas para a doença. O valor do contágio é superior à média móvel atual, calculada em sete dias, que está em 60.386; o que revela que o descontrole no surto segue. Já a média móvel de mortos está em 2.526. Hoje encerra um período de queda neste indicador que vigora desde o dia 17 de abril.

Fonte: Rede Brasil Atual

O Nordeste é a região que mais rejeita o governo Bolsonaro: 77% o desaprovam!

Dados da pesquisa DataPoder, divulgado essa semana, mostram que na região Nordeste, a gestão do governo genocida e destruidor de empregos e renda é de 77%.

Na avaliação de especialistas, a rejeição do governo Bolsonaro está ligada ao seu comportamento irresponsável na condução da pandemia de Covid-19, onde suas medidas sabotam a ação dos governadores da região.

Os especialistas ainda apontam que o governo Bolsonaro, com sua política econômica vem destruindo emprego e renda, empobrecendo a população que perde poder de compra e a volta da inflação, como fatores de forte rejeição.

Moradores de Bebedouro realizam protestam contra a Braskem

Para reivindicar seus direitos diante do caos provocado pela Braskem, os moradores da Rua Marques de Abrantes realizaram nessa manhã, dia 29, um protesto com a participação de dezenas de moradores.

Portando faixas e cartazes, os manifestantes paralisaram o trânsito na altura do acesso a Chã da Jaqueira e da ladeira da Chã de Bebedouro e denunciaram o descaso da Braskem e das autoridades.

Lula atropela Bolsonaro em Alagoas

O ex-presidente Lula (PT) lidera no estado de Alagoas

Segundo a Paraná Pesquisas, Lula tem 39% das intenções dos votos, enquanto Bolsonaro possui 29,9%.

O ex-ministro Ciro Gomes (PDT), chegou a 7,1%, ante 3% do governador de São Paulo, João Doria (PSDB).

Já o ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta (DEM), tem 1,9%, empatado com o mesmo índice com João Amoêdo (Novo).

Cabo Daciolo (Avante) tem 1,2%.

A Paraná Pesquisas entrevistou pessoalmente 1.220 eleitores no estado de Alagoas, via telefone, entre os dias 22 e 26 de abril de 2021. A margem de erro é de 3%.

Fonte: Blog do Esmael

Pressão popular retira da pauta homenagem a Bolsonaro em Maceió

O Vereador Leonardo Dias sentiu a pressão dos movimentos sociais, da oposição e da repulsa da população maceioense e solicitou a retirada do Projeto de Decreto Legislativo que concedia de título de cidadão maceioense ao Presidente Jair Bolsonaro, sofrendo uma fragorosa derrota no parlamento municipal da capital.

Os vereadores oposicionistas Dr. Valmir e Teca Nelma proferiram duros discursos contra a concessão do título para Bolsonaro, deixando claro ser lamentável a Casa de Mario Guimarães está discutindo uma possível homenagem a um presidente que vai deixar como legado de seu governo, o genocídio de milhares de brasileiros devido à condução catastrófica da pandemia da Covid-19. Também, foram mencionados os índices recordes de desemprego, a alta inflação, a destruição do meio ambiente, a entrega do patrimônio nacional através das privatizações e os ataques à educação pública brasileira.

Os movimentos sociais e partidos de oposição deixaram claro que vão aumentar a pressão sobre o parlamento municipal até que o projeto seja definidamente arquivado.

Genocida não pode ser cidadão maceioense!

A Câmara Municipal de Maceió vota hoje, quarta-feira (28), o projeto de lei de autoria do vereador Leonardo Dias (PSD) que pretende conceder o título de cidadão honorário de Maceió para o presidente genocida Jair Bolsonaro.

É um tapa na cara dos parentes das cerca de 400 mil vítimas mortais de Covid-19 esse título e um verdadeiro insulto essa iniciativa.

Bolsonaro é responsável pelo descaso com a saúde pública e por todo esse genocídio contra o povo brasileiro. Bolsonaro nega a vacina e o auxílio emergencial, o que provocará mais mortes.

O vereador Dr. Valmir (PT) e Teca Nelma (PSDB) estão articulando a resistência na Câmara para que Maceió não passe por esse vexame nacional.

Manifestação contra corte de bolsas na Universidade de Juiz de Fora

A juventude se lançou na luta contra os cortes de mais de 800 bolsas que antes eram oferecidas aos estudantes e a demissão de mais de 300 trabalhadores terceirizados da Universidade Federal de Juiz de Fora. Nem mesmo a chuva foi capaz de espantar os jovens que participaram do ato na tarde do último dia 27 de abril no portão da UFJF. Com palavras de ordem contra o governo e uma faixa em mãos com os dizeres “Não aos cortes na UFJF – Fora Bolsonaro” os estudantes fechavam e liberavam o trânsito enquanto dialogavam com a população.

Em seguida, a mobilização seguiu em direção à reitoria da universidade onde foram feitas falas denunciando o sucateamento sistêmico das universidades públicas brasileiras, processo agravado desde a implementação da famigerada EC 95 do golpista Michel Temer.

Não dá para aceitar os ataques promovidos pelo Governo Bolsonaro e manter a inércia como parecem desejar diversos setores da esquerda brasileira, desde os caciques das centrais sindicais, aos dirigentes partidários e os movimentos sociais e de juventude.
Fica cada vez mais claro que a campanha do “Fique em casa” só serve para que Bolsonaro governe de braçada, sem enfrentar uma oposição verdadeiramente organizada, enquanto se empilham corpos de trabalhadores mortos e ataques aos direitos daqueles que sobrevivem. A hora é de organizarmos uma verdadeira luta por Fora Bolsonaro e todo esse governo genocida!

Durante a atividade foi respeitado o distanciamento social e o uso de máscaras, afinal, ainda vivemos uma pandemia, muito por culpa do governo genocida de Bolsonaro que não testa, não rastreia e nem ao menos vacina a população.

Fonte: Juventude Revolução

Começa hoje o Seminário desfinanciamento, obscurantismo, mordaça e militarização na educação pública

Começa hoje, às 19 horas, o Seminário A Educação Pública Ameaçada, discutirá as ameaças de desmonte do ensino público. O evento será transmito pelo canal ProgradUFAL no youtube.

Os palestrantes serão Celi Taffarel (Ufba), Nelson Galvão (CNTE), e Dani Braz (UNE) e a mediação de Consuelo Correia, presidenta do Sinteal.

O Seminário segue com duas mesas na quinta-feira e uma na sexta-feira.

As inscrições para o evento são gratuitas e podem ser feitas em https://doity.com.br/educacao-publica e os participantes receberão certificados.

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