Conta de luz deve subir 21,04% em 2022 e vai impactar a economia

A conta de luz deve sofrer, em média, reajuste de 21,04% no ano que vem. E esse aumento deve impactar fortemente a economia, pois o aumento da energia impacta a indústria, o setor de serviço, enfim, toda a economia será afetada e provocará inevitavelmente mais inflação.

Os técnicos do governo Bolsonaro alegam como justificativa para esse provável aumento, a seca, que provocou o acionamento de usinas térmicas para suprir a demanda por energia elétrica.

O levantamento da empresa aponta que em algumas regiões a alta da conta no ano que vem pode ser superior a 30%. A TR Soluções não detalhou quais seriam esses locais, alegando questões comerciais.

Documentos internos da própria Aneel, obtidos pelo jornal “O Estado de S. Paulo”, preveem aumento médio de 21,04% na conta em 2022.

Em 2021, o reajuste acumulado na conta de luz para o consumidor residencial chega a 7%.

Redação com Uol

Semana decisiva contra a PEC 32

O governo Bolsonaro ainda não tem os votos necessários para aprovar a PEC 32 e desmontar os serviços públicos no Brasil. A avaliação é do movimento dos servidores que está em Brasília.

Ontem, 30/11, teve início mais uma semana de luta, em Brasília, contra a #PEC32, da Reforma Administrativa. Até o momento, a PEC não entrou na pauta do plenário da Câmara dos Deputados e isso se deve à luta permanente dos servidores públicos, em Brasília e nos estados.

No dia 30, ocorreu de manhã, manifestação no Aeroporto Internacional de Brasília e à tarde aconteceu em frente ao Senado Federal, contra a PEC do Calote (PEC 23/2021 – dos precatórios).

É pressão em cima dos deputados contra a destruição dos serviços públicos.

Lula amplia vantagem e vence a todos no segundo turno

Pesquisa da Atlas Político mostra que ex-presidente amplia vantagens sobre adversários com 42,8% de intenções para 2022 e venceria a todos no segundo turno. Ex-juiz alcança 13,7% das intenções. Bolsonaro mantém vice liderança (31,5%) e Doria fica na lanterna

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ampliou sua vantagem sobre os adversário na corrida eleitoral de 2022, conforme pesquisa do Atlas Político divulgada nesta terça-feira. Se a eleição fosse hoje, Lula teria 42,8% das intenções de votos, contra 31,5% de Jair Bolsonaro (sem partido), reforçando sua liderança. A entrada do ex-juiz e ex-ministro Sergio Moro (Podemos) na disputa bagunçou a chamada terceira via, dividindo a preferência dos eleitores antipetistas. Moro assumiu a terceira posição, com 13,7% dos votos, tirando uma parcela de votos de Bolsonaro, mas também de Ciro Gomes (PDT) ―na quarta posição com 6,1% dos votos―, e especialmente de João Doria (PSDB).

Doria, confirmado candidato tucano após as prévias deste final de semana, foi o candidato que mais perdeu com a chegada do ex-juiz. “O eleitorado de Moro é uma base antipetista, apoiador da Lava Jato, que vê o ex-juiz como herói e busca um candidato mais ao centro”, diz o cientista político Andrei Roman, CEO do Atlas. “Esse resultado reflete o momento de Doria, que já estava com dificuldade de decolar e teve prévias conturbadas com seu partido rachado”, diz.

O levantamento on-line feito com 4.401 pessoas entre os dias 27 e 29 de novembro, perguntou como seria a eleição em um cenário sem Moro, para entender o impacto da chegada do ex-juiz nos candidatos. Apenas Lula mantém sua posição inalterada. Bolsonaro saltaria para 34,3% das intenções de voto ― uma diferença de quase 3 pontos percentuais (p.p.); enquanto Ciro iria para 8,5% (+2,4 p.p.); e Doria subiria para 5,7% (+4 p.p.)

“Até então, Bolsonaro não tinha competição”, afirma Roman. O presidente vinha perdendo espaço na corrida eleitoral para sua própria atuação no Governo. A aprovação de Bolsonaro alcançou seu índice mais baixo desde o início de 2019: 65,3% dos brasileiros rejeitam seu Governo. Somente 19% aprovam o seu Governo, a pior marca desde o início da sua gestão, conforme mostra a pesquisa Atlas, divulgada nesta segunda, dia 29.

Segundo turno

Em um cenário de segundo turno, a pesquisa mostra que Lula vence de todos os candidatos: com 50,5% das intenções de voto numa disputa contra Bolsonaro; 46,4% dos votos contra Moro; 42,3% contra Ciro; e 47,2% contra Doria. O número de eleitores que declaram voto em branco, nulo ou que não sabem em quem votar ainda é alto nos cenários em que Lula disputa com Moro, Ciro e Doria, o que mostra que o eleitor ainda está em dúvida. Numa disputa entre Lula e Bolsonaro, somente 13,5% dos eleitores não se posicionam. Esse número sobe, de acordo com o candidato: 24,4% mostram indecisão num confronto entre Lula e Moro, e 37,4% no caso de uma disputa entre Lula e Doria.

Fonte: El País

Trabalhadores da EBC estão em greve

Os jornalistas e radialistas da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) estão de braços cruzados, desde a meia-noite de sexta (26). A greve se dá pela intransigência da empresa em negociar o Acordo Coletivo de Trabalho desde 2020.

A EBC se recusa a negociar com os Sindicatos que representam os empregados (Jornalistas e Radialistas), anunciou o fim do acordo e mantém apenas direitos previstos na CLT e nas normas internas da empresa.

Segundo o presidente do Sindicato dos Jornalistas de SP, Thiago Tanji, a paralisação não é apenas justa, mas também necessária. “Essa última medida da empresa em suspender as cláusulas do Acordo Coletivo de Trabalho mostra não só uma atitude de intransigência como violência explícita aos trabalhadores. Então, a resposta tem que ser coletiva e se dá por meio de uma greve por tempo indeterminado”, explica o dirigente.

Segundo Thiago, os Jornalistas estão engajados ao lado da Federação Nacional da categoria e também dos Radialistas. “Vamos cruzar os braços e dar esse apoio até que se consiga colocar pressão, reconquistar a ACT e avançar naquilo que é minimamente justo, que é a recomposição dos salários”, afirma.

Retirada – O diretor da Fenaj e funcionário da EBC, Márcio Garoni, reclama da retirada de direitos na empresa. “A gente decidiu iniciar a greve para que a empresa possa negociar e a gente possa ter o mínimo, que é o reajuste correspondente às perdas salariais. Ela alega que não pode aumentar gastos na pandemia, mas comprou novela da Record, gastou com a contratação de funcionários comissionados, economizou com o teletrabalho”, ressalta Márcio.

Base – A Empresa Brasil de Comunicação é pública e possui um conglomerado de mídia no País. Os trabalhadores são representados pelos Sindicatos dos Jornalistas de SP, Rio de Janeiro e Distrito Federal, e também pelos Radilistas de SP, RJ e Distrito Federal.

Fonte: Agência Sindical

Alunos fazem manifestação contra maus tratos em escola militar

A manifestação foi no Colégio Estadual Cívico-Militar Olivo Fracaro. Alunos reclamam da forma ríspida que estariam sendo tratados

Na manhã desta segunda-feira (29), os alunos do Colégio Estadual Cívico-Militar Olivo Fracaro realizaram uma manifestação em frente à instituição de ensino, cobrando mais respeito por parte da direção.

Com cartazes, diversos alunos ficaram em frente ao Colégio, buscando chamar a atenção dos pais e também da Coordenação para a forma que estariam sendo tratados.

Eles contaram, em entrevista, que a direção estaria agindo de forma muito ríspida, após a mudança para o formato Cívico-Militar, sendo que eles acreditam que não seja necessário o método tão agressivo.

Conforme um dos alunos, a manifestação não é uma brincadeira de criança, pois também relataram que a diretora teria ofendido uma professora de português e eles têm a aprovação de pais e professores para realização do ato.

Eles também pedem atenção do Núcleo Regional de Educação para que deem um respaldo e uma resposta aos alunos sobre as reclamações.

A Polícia Militar também deslocou uma viatura à instituição, sendo que os militares acompanharam o ato à distância.

Fonte: CGN

Vigília contra a violência lembra os 16 anos do assassinato de Jaelson Melquíades

Contra a violência e a impunidade, camponeses iniciam vigília na frente do Fórum de Atalaia

Reunidos na frente do Fórum da cidade de Atalaia, na Zona da Mata de Alagoas, os camponeses e camponesas relembram o assassinato de lideranças dos movimentos de luta pela terra e seus casos que ainda seguem impunes.
A vigília rememora ainda os 16 anos do assassinato de Jaelson Melquíades, do MST, morto em uma emboscada planejada pelas elites da região.

Na manhã de hoje, 29/11, ocorreu o Dia Estadual de Luta contra Violência e a Impunidade no Campo e na Cidade, com a participação de lideranças de diversas entidades. Para a presidenta da CUT Alagoas, Rilda Alves, “os movimentos sociais cobram o fim da violência contra os trabalhadores do campo e da cidade.”

Aprovação a Bolsonaro desaba e cai para 19%

Aprovação a Bolsonaro desaba e cai pela primeira vez abaixo de 20%, segundo pesquisa Atlas. Inflação e desemprego são as maiores preocupações da população

Jair Bolsonaro nunca esteve tão mal avaliado como agora. É o que aponta Pesquisa Atlas, divulgada pelo jornal Valor Econômico, nesta segunda-feira. Com dados coletados entre 23 e 26 de novembro, os resultados apontam que apenas 19% dos brasileiros o aprovam – o que revela um número abaixo de 20% pela primeira vez desde o início do levantamento. Há um ano, Bolsonaro ainda mantinha 31% de apoio.

aprovação do presidente Jair Bolsonaro alcançou seu índice mais baixo desde o início de seu Governo: 29,3% dos brasileiros aprovam seu desempenho na presidência, enquanto 65,3% o rejeitam, conforme mostra a pesquisa Atlas, realizada pelo AtlasIntel e divulgada nesta segunda-feira. O levantamento também aponta que para 59,7% da população gestão do mandatário é ruim ou péssima, enquanto 19% a classificam como ótima ou boa. A queda ocorre em meio à crise econômica que atinge o país: 59% dos entrevistados apontaram questões como desemprego, inflação, desigualdade social e pobreza como alguns dos principais problemas do Brasil.

A desidratação da popularidade de Bolsonaro já aparecia nas sondagens anteriores, com queda na avaliação positiva do Governo de 36%, em agosto, para 32%, em setembro, para agora não chegar numericamente aos 30%. Já a alta da rejeição evolui de forma menos intensa, passando de 62%, em agosto, para 64% na consulta de setembro —e agora 65%. O levantamento atual ouviu dos 4.921 pessoas de forma on-line, via convites randomizados, entre os dias 23 e 26 de novembro. A margem de erro é de um ponto percentual, para mais ou para menos, e índice de confiança é de 95%.

A primeira pesquisa de popularidade publicada após a conclusão da CPI da Pandemia no Senado —cujo relatório final pede o indiciamento de Bolsonaro por crime contra a humanidade, além de delitos como incitação e propagação da pandemia— aponta um enfraquecimento do núcleo de apoiadores fiéis do bolsonarismo que sempre serviu de flutuador para o Governo em meios às crises que pressagiavam naufrágios. “Esse recorde de impopularidade deveria preocupar o presidente, porque sua aprovação caiu abaixo do que, por muito tempo, considerávamos um piso (30%)”, comenta o cientista político Andrei Roman, CEO do AtlasIntel. Ele destaca que o cenário aponta um fenômeno sustentado, “mais estrutural”, de queda de aprovação, ao lembrar que o presidente só havia despertado proporcional rejeição de forma temporária, quando o noticiário dava conta de escândalos políticos e de corrupção, como o esquema das rachadinhas (que consiste em contratar funcionários fantasmas pelos gabinetes e reter parte de seus salários) no qual sua família é investigada. “Também acontecia quando havia queda de ministros ou de nomes fortes do Governo, mas essa impopularidade agora se dá na ausência de qualquer crise desse tipo”, avalia Roman.

Para o pesquisador, os números indicam que o chamado “núcleo duro do bolsonarismo” não está imune à inflação galopante —os juros já subiram de 2% em janeiro para 7,75% no início de novembro—, ao aumento de preço de mercadorias, como a gasolina, que superou os sete reais, e ao desemprego. Mais de 13 milhões de brasileiros estão sem trabalho (13,2% no último trimestre) e 25 milhões trabalham por conta própria (desde o motorista do Uber ao entregador de comida). A renda do trabalhador despencou 10% no último ano, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Abaixo da corrupção, citada por 21,4% dos participantes da pesquisa Atlas, aparecem a pobreza e desigualdade social, escolhidas por 19,3% dos respondentes como “o maior problema do Brasil hoje em dia”. Nas pesquisas realizadas em 2020, o indicador “corrupção”, impulsionou a eleição de Bolsonaro em 2018 com a promessa de combatê-la, era citado por 40% das pessoas como o principal problema do país. “A população passou a enxergar a economia como um tema mais importante e 46% acreditam que os preços subiram fora de controle nos últimos seis meses. Essa é uma preocupação que penetra todos os segmentos da sociedade. Enquanto Bolsonaro não controlar a inflação, melhorar os índices de desemprego e gerar crescimento econômico, continuará perdendo apoio”, diz Ronan. O cientista político pondera, no entanto, que como o presidente apostou suas fichas no auxílio emergencial distribuído durante a pandemia para chegar a outro eleitorado, tem chance de melhorar sua imagem com a “população que reage a estímulos econômicos”.

A pesquisa Atlas mostra que os desafios econômicos do país devem ser destaque nos debates políticos e eleitorais do ano que vem. “Todos os candidatos terão que demonstrar credibilidade para enfrentar esse cenário. As pessoas acreditavam que, se não com o final, pelo menos com o controle da pandemia a economia poderia melhorar, mas esse horizonte nunca chega.”

Redação com Brasil 247 e El País

Plantou golpe, colheu tempestade: Globo encerra canal na Europa

Globo encerra atividades na TV da Europa após 22 anos

O canal Globo Internacional será desligado das operadoras de televisão de 43 países da Europa no dia 31 de dezembro de 2021. Apenas Portugal permanecerá com a transmissão da emissora. O grupo de comunicação publicou um comunicado oficial em suas redes sociais.

– Iremos mudar de casa na Europa. A Globo Internacional será desligada das operadoras de televisão na Europa, com exceção de Portugal, em 31 de dezembro de 2021 – diz o anúncio.

Foram 22 anos de transmissão ininterrupta no velho continente. De acordo com a emissora, trata-se de uma estratégia para expandir sua plataforma de streaming, o Globoplay, na Europa.

– […] Mas não vamos dizer adeus! Você agora pode assinar o Globoplay e ter acesso ao meu canal e um mundo de conteúdos! São sete canais ao vivo mais muitos programas para você ver a hora que quiser – completou.

A novidade não foi muito bem aceita entre os comentários da publicação, uma vez que, a partir do ano que vem, os conteúdos da emissora serão pagos.

A plataforma de streaming foi lançada recentemente, em outubro, na Europa, em países como Alemanha, Espanha, França, Itália, Portugal e Reino Unido. De acordo com dados do Itamaraty, mais de 1,1 milhão de brasileiros vivem nestes países.

A expectativa da emissora é de que o público que já acompanhava a programação televisiva da Globo Internacional se torne assinante do serviço.

Fonte: Pleno.News

Candidato de esquerda abre vantagem no Chile sobre o “Bolsonaro” chileno

Candidato de esquerda e moderado, Gabriel Boric, abriu vantagem sobre o candidato de extrema-direita, José Antonio Kast, chamado de “Bolsonaro” chileno. A vantagem é larga, contudo não se deve descuidar da campanha subterrânea da extrema-direita.

Novos ventos podem estar soprando na América Latina, agora é do Chile que a esperança volta a renascer também.

Logo após um primeiro turno difícil, em que a extrema-direita e seu candidato despontaram em primeiro lugar, por estreita vantagem, sobre o candidato de esquerda, Gabriel Gobric, agora o cenário mudou.

Gabriel Boric, e o candidato do Partido Republicano, ultrapassou José Antonio Kast, da extrema direita, a Pesquisa Pulso Ciudadano  em pesquisa divulgada neste domingo (28). O primeiro desde o início do segundo turno.

Boric aparece com 40,4% das intenções de voto enquanto Kast aparece com 24,5%.

Dos entrevistados, 15,6% afirmaram não saber em quem irão votar, 12,8% disseram que não votarão e 6,9% que votarão nulo.

A América Latina que viu soprar ventos de extrema-direita, com golpe na Bolívia, eleição de Bolsonaro, prisão de Lula e outros, agora pode respirar melhor.

Fonte: Falando Verdades

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