Haddad segue liderando em nova pesquisa eleitoral

Nesta segunda-feira (28), foi divulgada uma nova pesquisa de intenção de votos para o governo do estado de São Paulo. Em primeiro colocado na disputa pelo Palácio dos Bandeirantes aparece o ex-ministro Fernando Haddad (PT). A pesquisa é é do Instituto da RealTime Big Data para a Record TV.

Nesta segunda-feira (28), foi divulgada uma nova pesquisa de intenção de votos para o governo do estado de São Paulo. Em primeiro colocado na disputa pelo Palácio dos Bandeirantes aparece o ex-ministro Fernando Haddad (PT). A pesquisa é é do Instituto da RealTime Big Data para a Record TV.

Fonte: DCM

Estudantes realizam protesto na Secretaria Estadual de Educação

Os estudantes da Escola Estadual Irene Garrido protestaram na manhã desta segunda-feira, 28 de março, diante da Secretaria Estadual de Educação, exigindo professores, reforma da quadra e do refeitório da instituição.

Após serem impedidos de entrar na SEE, os estudantes expuseram suas reivindicações e denunciaram a situação de abandono da escola até serem recebidos pelo secretário de Educação, Rafael Brito, que prometeu resolver os problemas.

A presidenta do Grêmio, Melody dos Santos, garantiu que novos protestos serão realizados caso os problemas não sejam resolvidos.

Renda do trabalhador desaba no governo Bolsonaro

Os salários passam pelo maior arrocho desde o início da série histórica da pesquisa do IBGE.

A crise provocada pela política econômica de Bolsonaro e pela pandemia fez um estrago no mercado de trabalho do Brasil, a ponto de a soma de todos os salários dos 95 milhões de ocupados no país representar menos de um terço do Produto Interno Bruto (PIB), perdendo espaço na economia para outros tipos de renda como lucros e juros.

Segundo um cruzamento feito pela Corretora Tullet Prebom Brasil, a fatia de rendimentos do trabalho correspondia a 35,4% do PIB em fevereiro de 2020, antes da pandemia.

E caiu para 30,2% em abril de 2021, auge dos casos de Covid-19 no Brasil. Nem mesmo a inclusão dos salários de mais 12 milhões de ocupados à massa de rendimentos desde o segundo trimestre de 2020 fez a principal fonte de renda das famílias voltar aos níveis de antes da pandemia.

A queda no rendimento do trabalho funciona como um freio na economia, com menos recursos circulando para consumo e poupança.

A queda no rendimento do trabalho funciona como um freio na economia, com menos recursos circulando para consumo e poupança.

Redação com DCM

Para 75% dos brasileiros, Bolsonaro é o culpado pela inflação, diz pesquisa

A nova pesquisa Datafolha, divulgada nesta segunda-feira (28), indica que 75% dos brasileiros culpam o governo Bolsonaro pela alta da inflação. Destes, 39% creem que o presidente tem “um pouco de responsabilidade”, e 36% avaliam que ele possui “muita responsabilidade”. 21% afirmam que ele não tem responsabilidade, e 3% não sabem.

O levantamento foi realizado na terça (22) e na quarta-feira (23). Foram entrevistados 2.556 eleitores em 181 cidades de todo o país. A margem de erro é de dois pontos percentuais.

A última pesquisa Datafolha apontava os mesmos 75% culpando Bolsonaro pelo aumento da inflação. No entanto, o número de entrevistados que responderam que o governo tinha muita responsabilidade era maior: 41%. Para 34%, ele tinha um pouco de responsabilidade.

A nova pesquisa Datafolha, divulgada nesta segunda-feira (28), indica que 75% dos brasileiros culpam o governo Bolsonaro pela alta da inflação. Destes, 39% creem que o presidente tem “um pouco de responsabilidade”, e 36% avaliam que ele possui “muita responsabilidade”. 21% afirmam que ele não tem responsabilidade, e 3% não sabem.

O levantamento foi realizado na terça (22) e na quarta-feira (23). Foram entrevistados 2.556 eleitores em 181 cidades de todo o país. A margem de erro é de dois pontos percentuais.

A última pesquisa Datafolha apontava os mesmos 75% culpando Bolsonaro pelo aumento da inflação. No entanto, o número de entrevistados que responderam que o governo tinha muita responsabilidade era maior: 41%. Para 34%, ele tinha um pouco de responsabilidade.

Fonte: DCM

Colégio militar expulsa aluna por ter cabelo crespo

Uma aluna de 13 anos do Colégio Municipal da Polícia Militar Dr. João Paim, no município de São Sebastião do Passé, na Bahia, foi impedida de participar de uma aula porque seu cabelo não foi considerado “adequado às regras da escola”.

Isso porque o cabelo da menina era crespo, o que é desconsiderado pelo código de vestimenta da instituição. Segundo a mãe da criança, Jaciara de Jesus Tavares, de 31 anos, a justificativa foi dada por um funcionário da escola, que é militar reformado.

Expulsa de sala, Eloah Monique voltou para casa e, chorando, enviou áudios para a mãe, dizendo que não queria mais voltar ao colégio. “Ele ainda usou o termo o ‘diabo desse cabelo’, falando de uma coisa que ela amava tanto”, lamentou Jaciara.

No entanto, o caso aparentemente não é isolado. A mãe de Eloah afirmou ter ouvido outros relatos parecidos vindos de outras mães.https://d-386844460530866101.ampproject.net/2203101844000/frame.html

Para Jaciara, o pior de toda a situação foi a filha ter sido exposta. “Ele [o funcionário] não me comunicou que mandou ela para casa, não me avisou em momento nenhum. Ele colocou ela também numa situação de vulnerabilidade, sem contar o constrangimento”, pontua ela.

A mãe da vítima registrou boletim de ocorrência na Delegacia Territorial de São Sebastião do Passé, que vai apurar a denúncia. O Coletivo de Entidades Negras (CEN) também acompanha o caso.

Fonte: Revista Fórum

Justiça decreta prisão de dona de escola onde crianças eram torturadas

Justiça decretou a prisão de Roberta Serme, mas ela fugiu. Vídeos mostram crianças chorando e presas com ‘camisa de força’ no banheiro, próximas à privada. Mães revelam que filhos apresentam traumas. Investigação também pediu a reabertura de outros inquéritos envolvendo a diretora, inclusive um sobre a morte de uma bebê de 3 meses na escola

O Tribunal de Justiça de São Paulo determinou na segunda-feira (21/3) a prisão preventiva da diretora e proprietária da Escola de Educação Infantil Colmeia Mágica, Roberta Regina Rossi Serme, de 40 anos. A mulher não conseguiu ser encontrada pela Polícia e é considerada foragida.

Roberta Serme é investigada por suspeita de maus-tratos, periclitação de vida, que é colocar a saúde das crianças em risco, submissão delas a vexame ou constrangimento e tortura.

Vídeos que começaram a circular neste mês nas redes sociais mostram bebês amarrados com lençóis e chorando num banheiro da escolinha. As crianças aparecem com os braços imobilizados, presas em cadeirinhas de bebês embaixo de uma pia e próximas a uma privada. A Colmeia Mágica foi fundada em 2002 e atende crianças 0 a 5 anos, do berçário ao ensino infantil.

Num áudio gravado por uma das mães de alunos durante reunião com os pais das crianças na escolinha, no último dia 11 de março, a diretora havia se defendido, dizendo: “Denúncia completamente descabida e com coisas sem contexto”.

Em outras ocasiões, André Dias, advogado da diretora, chegou a negar à imprensa que sua cliente tenha amarrado ou mandado amarrar os bebês. Alegou ainda que alguém de dentro da escola, possivelmente alguma funcionária descontente, forjou a cena para prejudicar a direção.

Foi a Polícia Civil que pediu a prisão de Roberta. O Ministério Público concordou com o pedido e a Justiça a decretou, expedindo o mandado de prisão temporária de 30 dias. Ainda na terça policiais foram até a casa da diretora e outros dois endereços ligados a ela para tentar prendê-la, mas a mulher não estava nos locais.

Procurado nesta quarta para comentar o assunto, o MP informou por meio de nota que “as investigações prosseguem” e que não poderia dar mais detalhes porque “o caso corre em segredo de Justiça”.

Os vídeos das crianças amarradas e chorando chegaram à investigação há três semanas, quando foi aberto inquérito para apurar a denúncia e tentar identificar eventuais responsáveis pelos crimes.

Professoras que prestaram depoimentos na delegacia que investiga o caso disseram que eram orientadas por Roberta a amarrar os bebês no banheiro para eles não serem ouvidos chorando por quem passava pela rua. Há relatos de testemunhas de que a própria diretora amarrava os bebês.

Além das filmagens e depoimentos da professoras e funcionárias, mães contaram aos policiais que seus filhos chegavam em casa com ferimentos pelo corpo. Um deles chegou a ser internado por dois dias com falta de ar em 2021. As fotos das lesões e internação da criança foram encaminhadas à polícia para análise.

As investigações ainda levantaram pelo menos mais três boletins de ocorrência de casos envolvendo a escola ou a diretora. A Polícia pediu a reabertura de um inquérito de 2010, quando uma bebê de 3 meses morreu após sofrer parada cardiorrespiratória no berçário da creche. O caso foi investigado como “morte suspeita” e arquivado pela Justiça à época depois que o laudo necroscópico indicou que ela morreu por “broncoaspiração”.

Além desse caso, um registro policial de 2014 feito como “vias de fato” também foi arquivado. À época a mãe de um aluno de 2 anos acusou Roberta de arranhar seu filho no rosto e as duas acabaram brigando. A mãe ainda gravou um vídeo do menino dizendo que a diretora o havia agredido. Em 2017, Roberta foi acusada por uma adolescente de 14 anos de xingá-la na rua.

Fonte: Pragmatismo Politico

Sindicato de docentes na Rússia denuncia perseguição a professores contra a guerra

Tomamos conhecimento desta declaração do Sindicato de docentes russos “Universidade Solidária”.

O texto, que é um chamamento à solidariedade, denuncia a perseguição a professores, servidores e estudantes das universidades russas por conta de seus posicionamentos contra a guerra, além de apontar o isolamento a que estão submetidos os cientistas russos e ucranianos.

Publicado originalmente em SOLIDARIEDADE UNIVERSITÁRIA – Site oficial do Sindicato Inter-regional dos Trabalhadores do Ensino Superior da Rússia.

Declaração do Conselho Central do Sindicato “Universidade Solidária”:

O chamado destacamento especial de tropas russas na Ucrânia, que tem provocado o sacrifício humano e a destruição, complicou seriamente a situação dos direitos humanos na própria Rússia. No país, a mídia independente do Estado é eliminada, as redes sociais são bloqueadas, são aprovadas leis que restringem significativamente a liberdade de expressão. De fato, pode-se falar da introdução da censura militar.

Os direitos trabalhistas dos professores e as liberdades acadêmicas também foram ameaçados. Há pressão das administrações universitárias sobre os trabalhadores do ensino superior que expressam abertamente uma posição antiguerra, e alguns colegas são forçados a renunciar. Tais casos foram registrados, em particular, na Academia de Direito do Estado de Saratov, na Universidade Humanitária dos Sindicatos de São Petersburgo, na Universidade Médica Pediátrica do Estado de São Petersburgo, na Universidade Pedagógica do Estado de Ural, na Universidade Estadual de Adyghe, na Universidade Nacional de Pesquisa, na Escola Superior de Economia e algumas outras. Estudantes que são ilegalmente ameaçados de serem processados ​​e expulsos das universidades por participarem de protestos pacíficos contra a guerra também estão sob pressão.

O sindicato “Universidade Solidária” condena veementemente qualquer perseguição a professores e alunos por suas posições cívicas. Apelamos a todos os colegas que enfrentam uma violação de seus direitos trabalhistas a denunciar isso ao sindicato e se juntar ao sindicato “Universidade Solidária” para lutar juntos contra os abusos dos funcionários da educação.

Ao mesmo tempo, o isolamento internacional da Rússia está se desenvolvendo rapidamente, incluindo o isolamento da comunidade acadêmica russa. A ciência que é naturalmente internacional não pode se desenvolver isoladamente. Seguramente nem todos os pesquisadores e professores russos apoiam a chamada operação especial e, portanto, um boicote acadêmico completo seria uma medida ilógica e prejudicial contra eles. Chamamos a comunidade científica e educacional internacional a se solidarizar com os colegas da Ucrânia e da Rússia.

Não há dúvida de que o resultado do isolamento do país será uma forte recessão econômica, a intensificação dos problemas sociais e a queda do padrão de vida. O aumento de preços já iniciado levará a um agravamento significativo da situação de todos os cidadãos russos, incluindo professores.

Hoje, no contexto da propaganda obsessiva do patriotismo militarista oficial, é importante ressaltar que o verdadeiro patriotismo não consiste em agradar as autoridades e aprovar qualquer de suas ações, mas em lutar pelo estabelecimento dos princípios do direito, do humanismo e paz em seu país. Esperamos que essa compreensão do amor à pátria seja compartilhada pela maioria de nossos colegas.

Na luta encontraremos nosso direito!

Fonte: O Trabalho

Alunos do Paraná protestam contra terceirização dos cursos técnicos

Governo do Paraná substituiu professores da rede por universidade privada

Estudantes dos cursos técnicos de ensino médio das escolas estaduais do Paraná têm se recusado a assistir aulas à distância terceirizadas da Unicesumar, universidade privada contratada pelo governo estadual. Eles querem de volta as aulas com professores da rede pública de ensino, em sala de aula. O governador Ratinho Jr decidiu arbitrariamente substituir os docentes de disciplinas técnicas por aulas da universidade, num contrato de R$ 38,4 milhões. Com a mudança, os estudantes devem assistir aulas pela TV, ministradas por um professor da Unicesumar, à distância, para dezenas de turmas por vez.  

Alunos do Centro Estadual de Educação Profissional Pedro Boaretto Neto, em Cascavel, e também do Colégio Estadual Leonardo da Vinci, no município de Dois Vizinhos, nos horários que as aulas são veiculadas, deixam as salas como forma de protesto. Inclusive, já organizaram um movimento chamado “Não às aulas a distância da Unicesumar”, com páginas nas redes sociais. O intuito é mobilizar outras escolas. 

Professores em sala  

Organizadoras do movimento em Cascavel, as alunas Luana e Bela, em vídeo nas redes sociais, explicaram que o novo ensino médio não está sendo bom para os alunos. “Diferentemente do que o governo está falando, que não tem professor, em nosso colégio temos excelentes professores para dar essas aulas. Então, até que essa situação seja revertida, estamos saindo da sala na hora das aulas a distância e estamos ficando no refeitório lendo e estudando”, disseram. 

Não estamos aprendendo  

Camile Brustolin, estudante do curso Técnico de Desenvolvimento de Sistemas do Colégio Leonardo da Vinci, diz que a mudança está afetando sua aprendizagem. “Teremos consequências com essa mudança, que não foi dialogada com os alunos. Além disso, tivemos a pandemia com aulas remotas que já nos prejudicaram bastante. Não conseguimos visualizar os slides que passam na TV e nem conseguimos escutar direito. Ou seja, não estamos aprendendo nada. Temos professores na escola que podem dar essas aulas”, afirma. 

A mobilização tem o apoio de pais e mães, preocupados com a formação dos estudantes. É o caso de Célia Ianoski, mãe de Clara Gabrieli Ianoski Mota, aluna do curso técnico de Administração. “Eu apoio esse movimento. Nossos filhos precisam de ensino de qualidade, não de faz-deconta”, justifica. Célia relata que na semana passada, após mobilização dos alunos, foi realizada reunião do Núcleo e da Unicesumar com a comunidade escolar.  “Teve bastante dificuldade de entendimento, pois quiseram passar uma situação que deve estar acontecendo em outro país, pois a nossa realidade não é”, conta a mãe. 

Em nota, a assessoria da Secretaria de Estado da Educação (SEED) disse que “a Seed-PR) está em diálogo com a direção da escola, com os professores e com os alunos. A partir do diagnóstico, a pasta agirá de maneira a contemplar a comunidade escolar e garantir o direito à educação.” 

Fonte: Brasil de Fato

Lula sobe um ponto e Bolsonaro cai dois em nova pesquisa XP/Ipespe

Pré-candidato do PT, Lula abre vantagem sobre Bolsonaro, que voltou a cair após pagamento do Auxílio Brasil. Oscilações ocorrem dentro da margem de erro.

Pesquisa XP/Ipespe divulgada nesta sexta-feira (25) mostra que Lula (PT) voltou a subir e Jair Bolsonaro (PL) a cair após leve oscilação positiva do presidente após o início do pagamento do Auxílio Brasil.

O levantamento revela que Lula subiu de 43% para 44%. Já Bolsonaro foi de 28% para 26%, um recuo de dois pontos em relação à pesquisa anterior. As oscilações estão dentro da margem de erro, de 3,2 pontos para mais ou para menos.

Sergio Moro (Podemos) aparece em terceiro, com 9%, seguido de Ciro Gomes (PDT), com 7%. João Doria (PSDB) tem 2%. Simone Tebet, Eduardo Leite, André Janones e Luiz Felipe D’Ávila marcaram 1% cada.

Na pesquisa espontânea, quando não são revelados os nomes dos candidatos, Lula manteve 36% da pesquisa realizada há duas semanas. Bolsonaro oscilou um ponto para baixo e marcou 25%. Moro foi lembrado por 5% dos eleitores.

Lula amplia vantagem no segundo turno

O cenário do primeiro turno se repete na simulação de um possível embate entre os dois primeiros colocados na pesquisa, com aumento da vantagem de Lula em três pontos percentuais sobre Bolsonaro.

Em 15 dias, o petista foi de 51% para 53% e o atual presidente caiu de 33% para 31%. Lula ainda vence Moro com vantagem de 22 pontos, Ciro com 27 pontos de vantagem, Doria com 35 e Leite com 37 pontos.

O Ipespe fez 1.000 entrevistas com eleitores em todo o país nos dias 21, 22 e 23 de março. O nível de confiança é de 95,5%. 

Fonte: Revista Fórum

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