Bolsonaro quer privatizar o porto de Santos

Saiu no Diário Oficial da União em 27 de julho: a gestão da Autoridade Portuária de Santos foi incluída no Programa Nacional de Desestatização. Falando português claro, a privatização da lucrativa administração foi permitida e o governo Bolsonaro tenta acelerar o processo. Trata-se de mais um agrado aos grandes empresários, às vésperas da eleição. O Porto de Santos é o maior do hemisfério sul. Fundamental para a soberania nacional, ele é o motor da economia e do mercado de trabalho da Baixada Santista.

O X da questão
Estão em jogo as autorizações para instalação de novas atividades – muito lucrativas para os acionistas – não para o país. Entre elas a do gás de xisto (gás natural liquefeito), que passa pelo Porto nos chamados “navios-bomba” (perigosos e poluentes). A maior parte vem dos EUA, hoje seu maior produtor e exportador mundial e precisando de mercados. Em meio à Guerra da Ucrânia a pressão dos EUA sobre a União Europeia para fechar as torneiras alemãs e outras, para o gás natural encanado da Rússia, é enorme. Na mesma toada o Brasil – que havia se tornado comprador de gás canalizado da Bolívia a bons preços – teve esse acordo desmantelado nos últimos anos por governos aliados dos yankees dos dois lados da fronteira e se tornou grande comprador do GNL dos EUA, enquanto a infraestrutura de combustíveis e energia é privatizada e desmantelada. Outro objetivo da privatização é a especialização na exportação de grãos e outras commodities, numa lógica colonial atrasada. Há ainda os pontos de estocagem de cargas perigosas, como o Nitrato de Amônio, mesmo que fez explodir bairros inteiros em Beirute em 2020 e a possibilidade de o Porto ser usado para estocagem de lixo dos “países ricos”, fato já comum em diversas partes do mundo.

Para o povo desemprego e despejo
Com a privatização centenas de demissões devem ocorrer, através da substituição pela mecanização e pela “importação” de mão-de-obra para a gestão e outros postos, de acordo com a vontade da administração privada. Na moradia, outra ameaça: diversas regiões da cidade de Santos e do Guarujá serão transformadas em área de apoio do Porto. Para onde irão os moradores destes bairros? Não há nenhuma política sobre moradia e milhares de pessoas estão ameaçadas de ficar sem casa.

Em visita à região dia 2 de agosto, Fernando Haddad – candidato ao governo de SP pelo PT – declarou, após a entrega de um manifesto assinado por diversas entidades sindicais e populares, que contou com apoio do DAP: “Sou contra privatizar (…). Isso faria com que a vocação produtiva do estado dependesse apenas do que o setor privado quer, podendo prejudicar setores econômicos inteiros em virtude do lucro de uma única empresa”. Desde já é muito importante que os trabalhadores e suas organizações debatam e tomem posição para lutar contra a privatização e pela defesa dos empregos.

Fonte: O Trabalho

PM de AL espanca e tortura torcedores do Náutico

Sem qualquer preocupação em serem flagrados e filmados, tropa da polícia alagoana perfila seguidores do time pernambucano e os espanca na área externa do estádio Rei Pelé, em Maceió

Uma imagem de violência policial explícita circula nas redes sociais na noite desta terça-feira (30). Policiais militares de Alagoas enfileiram torcedores do Náutico (PE), ajoelhados, na área externa do estádio Rei Pelé, em Maceió, e os espancam, enquanto são gravados por outros espectadores.

Agredidos com socos, tapas e pontapés, as várias dezenas de seguidores do alvirrubro recifense permanecem estáticos enquanto apanham, numa cena apontada por internautas como tortura, o que é equiparado a crime hediondo no Brasil.

O time pernambucano foi à capital alagoana para enfrentar o CRB, em rodada válida pelo Brasileirão da Série B. O jogo terminou 2 a 0 para os donos da casa.

Veja o vídeo: https://twitter.com/pauloaraujotwt/status/1564793224715243520?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1564793224715243520%7Ctwgr%5E04881156d6d39c97fb2a1e53e807a47b8b15ed42%7Ctwcon%5Es1_&ref_url=https%3A%2F%2Fd-22934242082125483671.ampproject.net%2F2208121708000%2Fframe.html

Fonte: Revista Fórum

Simpósio da Uneal e Ifal discute os 200 anos da Independência do Brasil

Teve início ontem, 29 de agosto, no auditório do Ifal Arapiraca, o Simpósio 1822-2022: Bicentenário da Independência do Brasil – A Soberania Nacional em Questão. As Exposições foram feitas pelos professores Luiz Gomes, da Uneal Arapiraca e Fabiano Duarte, do Ifal Marechal Deodoro, e mediada pelo professor José Carlos Pessoa (Uneal). Nas exposições, os professores discorreram sobre os limites da Independência do Brasil, que ao longo desses 200 anos não incluiu a maioria da população brasileira, não realizou a reforma agrária, e que problemas estruturais como distribuição de renda e justiça social persistem.

Os palestrantes também destacaram que as tentativas de desenvolvimento Nacional acabaram sendo sufocada por pressão internacional, em especial do imperialismo estadunidense. Também foi destacado que o golpe de 2016, que derrubou a presidenta Dilma se inseriu uma nova modalidade de intervenção dos Estados Unidos na política interna dos países latino-americanos.

O evento prossegue hoje, com uma mesa sobre “A classe trabalhadora e a luta pela soberania no Brasil e na América Latina”, com exposições dos professores Everaldo Andrade e Antonio Carlos Mazzeo, ambos professores da USP. O evento de hoje pode ser assistindo pelo link: https://www.youtube.com/watch?v=YlrqboTvapI

As atividades continuarão até sexta-feira. O evento é organizado pelo Curso de História da Uneal Arapiraca e o Curso Superior de Gestão Ambiental do Ifal de Marechal Deodoro e diversos grupos de estudos e pesquisa de ambas as instituições.

Para mais informações sobre o Simpósio: https://www.even3.com.br/bicentenariounealeifal2022/

Bolsonaro e família compraram 107 imóveis, destes 51 com dinheiro vivo

Levantamento patrimonial demonstrou que Bolsonaro e sua família gastaram mais de 26 milhões com imóveis em dinheiro vivo

Levantamento patrimonial realizado pelo UOL nesta terça-feira (30) mostrou que quase metade do patrimônio em imóveis do presidente Jair Bolsonaro (PL) e familiares foi edificado, nos últimos 30 anos, com dinheiro vivo. Foram compras de R$ 13,5 milhões registradas no cartório com a forma de pagamento “em moeda corrente nacional”. Com a correção do atual IPCA, esse valor equivale a R$ 25,6 milhões.

Desde os anos 1990, Bolsonaro, seus três filhos mais velhos, sua mãe, cinco irmãos e duas ex-mulheres adquiriram 107 imóveis no Rio de Janeiro, em São Paulo e em Brasília. Desse total, ao menos 51 foram negociados com dinheiro em espécie. Pelo levantamento, não é possível identificar o modo de pagamento de 26 imóveis, que somaram R$ 1,99 milhão em valores corrigidos.

Ainda desses 107 imóveis, 25 passaram por investigações no Ministério Público do Rio e do Distrito Federal. Entre essas propriedades estão a casa do presidente no condomínio Vivendas da Barra, no Rio, e a mansão comprada pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em Brasília.

Em outubro de 2021, a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado aprovou a PL 3951/2019, que restringe o uso de dinheiro em espécie em vários tipos de transações. O projeto de lei foi criado graças a uma emenda do senador Oriovisto Guimarães (Podemos-PR). Para Orivisto, é na compra de imóveis que ocorre as operações mais comuns envolvendo dinheiro ilícito, por isso sugeriu a emenda. “Tal tipo de operação é rotineiramente usada para esconder patrimônio de origem não justificada ou lavar dinheiro obtido ilegalmente. Por isso, a importância da emenda proibindo o uso de qualquer valor em espécie”.

Fonte: Jornalistas Livres

Bolsonaro se compromete a empresários ‘evitar’ novos concursos públicos se reeleito

O presidente e candidato à reeleição, Jair Bolsonaro (PL), disse hoje a empresários e lideranças do setor de comércio e serviços que vai “evitar” novos concursos públicos a partir do ano que vem, se for reeleito. O governante também mudou o discurso sobre o impacto da implementação do Pix em relação ao faturamento dos bancos.

Agora, na versão dele, as instituições financeiras “não perderam nada”.

“São mais de 1 bilhão de movimentações por mês, são mais de 100 milhões de pessoas que estão com o Pix. Eu considero uma coisa revolucionária. Os bancos não perderam quase nada com isso aí porque ganharam 6 milhões de contas, e os bancos têm mecanismo para fazer com que seu lucro não diminua. Ninguém quer interferir em banco.”

A declaração de hoje contrasta com os ataques que ele fez à Febraban (Federação Brasileira dos Bancos) quando a entidade assinou documento em favor do Estado democrático de Direito, em 28 de julho. Disse o presidente à época:

“Você pode ver, esse negócio de carta aos brasileiros, à democracia, os banqueiros estão patrocinando. É o Pix que eu dei paulada neles, os bancos digitais que nós facilitamos”, declarou ele a apoiadores aglomerados no cercadinho do Palácio da Alvorada, em 28 de julho.

“Estamos acabando com o monopólio dos bancos. Eles estão perdendo poder. Carta pela democracia. Qual ameaça que eu estou oferecendo para a democracia?”, afirmou.

Vai ter concurso público?

Bolsonaro disse a empresários e líderes do setor de comércio e serviços que pretende “evitar” a abertura de novos concursos públicos em 2023, caso seja reeleito, para “proteger o servidor” já na ativa.

“Vamos evitar concursos públicos até para proteger atuais servidores. Muitos jovens ficam chateados, mas a máquina está no seu limite”, justificou Bolsonaro, ao responder uma pergunta sobre uma eventual reforma administrativa.

O postulante à reeleição também colocou a responsabilidade da aprovação de uma reforma a respeito do tema sob o poder Legislativo, mas disse que ano que vem pretende discutir reajustes salariais para determinadas categorias, como para a Polícia Rodoviária Federal.

Fonte: Uol

Ipec: Lula vence no primeiro turno com 44%

Lula tem 44% e todos os outros candidatos 43%, segundo a pesquisa Ipec, Lula vence no primeiro turno. Levantamento foi realizado entre 26 e 28 de agosto e tem margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou menos.

Pesquisa Ipec divulgada nesta segunda-feira (29), encomendada pela Globo, mostra o ex-presidente Lula (PT) com 44% das intenções de voto e o presidente Jair Bolsonaro (PL) com 32% na eleição para a Presidência da República em 2022.

Os dois têm exatamente o mesmo índice de 15 de agosto, data do último levantamento do Ipec para presidenteo que indica cenário estável na disputa.

Ciro Gomes (PDT) vem em seguida, com 7% das intenções. Simone Tebet (MDB) tem 3%, e Felipe d’Avila (Novo), 1%. Tebet, assim, está empatada tecnicamente com Ciro e d’Avila no limite da margem de erro, que é de dois pontos percentuais para cima ou para baixo.

Os nomes de Constituinte Eymael (DC), Léo Péricles (UP), Pablo Marçal (PROS), Roberto Jefferson (PTB), Sofia Manzano (PCB) e Soraya Thronicke (União Brasil) e Vera (PSTU) foram citados, mas não atingiram 1% das intenções de voto cada um.

Intenção de voto estimulada

  • Lula (PT): 44% (44% na pesquisa anterior, em 15 de agosto)
  • Jair Bolsonaro (PL): 32% (32% na pesquisa anterior)
  • Ciro Gomes (PDT): 7% (6% na pesquisa anterior)
  • Simone Tebet (MDB): 3% (2% na pesquisa anterior)
  • Felipe d’Avila (Novo): 1% (0% na pesquisa anterior)
  • Vera (PSTU): 0% (1% na pesquisa anterior)
  • Constituinte Eymael (DC): 0% (0% na pesquisa anterior)
  • Léo Péricles (UP): 0% (0% na pesquisa anterior)
  • Pablo Marçal (PROS): 0% (0% na pesquisa anterior)
  • Roberto Jefferson (PTB): 0% (não participou do levantamento anterior*)
  • Sofia Manzano (PCB): 0% (0% na pesquisa anterior)
  • Soraya Thronicke (União Brasil): 0% (0% na pesquisa anterior)
  • Branco/nulo: 7% (8% na pesquisa anterior)
  • Não sabe/não respondeu: 6% (7% na pesquisa anterior)

* O nome do candidato Roberto Jefferson (PTB) constou pela primeira vez na pesquisa.

A pesquisa ouviu 2.000 pessoas entre os dias 26 e 28 de agosto em 128 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, considerando um nível de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-01979/2022.

A pesquisa mostra que Lula vai melhor entre quem tem renda de até um salário mínimo, entre quem recebe algum tipo de benefício do governo federal e no interior do Brasil. As intenções de voto no petista são mais expressivas entre:

  • Eleitores que avaliam como ruim ou péssima a gestão do presidente Jair Bolsonaro (73%, mesmo índice da última pesquisa, de 15 de agosto);
  • Aqueles que têm renda familiar mensal de até 1 salário mínimo (54%); eram 60% no levantamento anterior;
  • Os que vivem na região Nordeste (57%, mesmo índice da pesquisa anterior);
  • Aqueles que têm ensino fundamental (52, ante 53% da pesquisa anterior);
  • Eleitores em domicílios que alguém recebe benefício do governo federal (52%, mesmo índice da pesquisa anterior);
  • Os católicos (51%, mesmo índice da pesquisa anterior).

Neste levantamento, Lula passa a se destacar também:

  • No interior do Brasil (45%), quando comparado com o índice do ex-presidente nas capitais brasileiras (38%);
  • Em cidades com até 50 mil habitantes (51%);
  • Entre pretos e pardos (47%);

Já Bolsonaro vai melhor entre homens, evangélicos e entre aqueles que ganham mais de 5 salários mínimos:

  • Eleitores que avaliam positivamente a sua gestão atual (81%, mesmo índice da última pesquisa, de 15 de agosto);
  • Os evangélicos (48, ante 47% da pesquisa anterior);
  • Aqueles cuja renda familiar mensal é superior a 5 salários mínimos (47%, contra 46% da pesquisa anterior)
  • Homens (36%, contra 37% da pesquisa anterior; entre as mulheres é citado por 29%; na pesquisa anterior, eram 27%).

Neste levantamento, Bolsonaro passa a se destacar também:

  • Entre os que têm ensino médio (37%) e superior (34%), na comparação com os menos instruídos (25%);
  • Entre os que vivem nas capitais (36%); nas cidades das periferias, ele tem 25%.

Segundo o Ipec, os outros candidatos “apresentam intenções de voto distribuídas de maneira homogênea nos segmentos analisados”.

Fonte: G1

Derrotado no debate da Band, Bolsonaro foge da sabatina na Jovem Pan

Campanha avalia que ataques às mulheres e à imprensa podem tirar votos de Bolsonaro

A coordenação de campanha de Jair Bolsonaro (PL) avaliou e decidiu que o atual ocupante do Palácio do Planalto não deverá participar de sabatinas e entrevistas após o fiasco do primeiro debate entre os presidenciáveis, realizado no domingo (28) na Band. Com a decisão, Bolsonaro não deve participar da sabatina da Jovem Pan, prevista para acontecer nesta segunda-feira (29), informa o jornal O Globo.

Bolsonaro foi duramente criticado por seu ataque à imprensa, quando respondeu grosseiramente à jornalista Vera Magalhães, além dos ataques machistas e misóginos direcionados às candidatas Simone Tabet (MDB) e Soraya Thronicke (União).

“A ala política acha que, além de impedir a busca de votos das mulheres, a agressividade de Bolsonaro pode tirar votos nos estratos mais pobres e também entre os evangélicos, público em que a condução do governo federal da pandemia tinha sido muito mal avaliada, mas que ele vem reconquistando”, diz um trecho da reportagem.

Fonte: Brasil 247

Alagoas: Lula tem 51,29% e Bolsonaro 35,96%, segundo pesquisa Fundepes

Todo o conteúdo do Tribuna do Sertão está protegido pela legislação brasileira sobre direito autoral. É proibida a cópia/reprodução deste material em qualquer meio de comunicação sem a devida autorização. Se deseja compartilhar, utilize os meios fornecidos no Tribuna do Sertão.

A segunda pesquisa realizada pela FUNDEPES (Fundação Universitária de Desenvolvimento de Extensão e Pesquisa) divulgada em parceria com esta Tribuna do Sertão apontou também os novos números para presidente da República. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo AL-09303/2022.

A pesquisa foi realizada nos municípios de Maceió, Arapiraca, Penedo, São Miguel dos Campos, Porto Calvo, São Luiz do Quitunde, Delmiro Gouveia, Santana do Ipanema, Palmeira dos Índios e União dos Palmares.

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Entre os nomes disputantes para presidente da República em pesquisa espontânea Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera com ampla margem: 51,29% da intenção de voto dos consultados. Em segundo lugar aparece Jair Bolsonaro com 35,96%. Em terceiro lugar Ciro Gomes com 1,97% e não sabem ou não responderam 10,77%.

De forma estimulada os eleitores consultados decidiram da seguinte forma: Luiz Inácio Lula da Silva, 53,81%%; Jair Bolsonaro 34,60%; Ciro Gomes 2,90%, brancos e nulo 1,83% e não sabem ou não responderam 6,86%.

Lula mantém liderança e Bolsonaro não cresce em nova pesquisa BTG/FSB

Presidente não conseguiu crescer nem entre os beneficiários do Auxílio Brasil, ficando atrás de Lula no segmento

Pesquisa BTG/FSB aponta estabilidade na corrida presidencial. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) continua em primeiro, com 43% das intenções de votos, enquanto o presidente Jair Bolsonaro (PL) tem 36%.

Ciro Gomes (PDT) foi de 6% para 9% (patamar que ele tinha no final de julho) e Simone Tebet (MDB), de 3% para 4%.

Esta é a primeira pesquisa feita após as sabatinas do Jornal Nacional e o início do horário eleitoral gratuito.

Votos válidos

De acordo com a pesquisa BTG/FSB, Lula tem 46% dos votos válidos. Bolsonaro ficou estagnado e não conseguiu crescer nem mesmo entre os beneficiários do Auxílio Brasil, segmento em que, apesar do aumento do valor de R$ 400,00 para R$ 600,00, Lula voltou a ampliar sua liderança.

Lula também melhorou no Nordeste (63% a 22% de Bolsonaro), enquanto nesta rodada Bolsonaro apareceu numericamente à frente no Sudeste (39% a 35%, considerada a margem de erro, um empate técnico).

O Instituto FSB ouviu, por telefone, 2.000 pessoas entre os dias 26 e 28 de agosto. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, com intervalo de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no TSE sob o número BR-08934/2022.

A pesquisa BTG/FSB traz um estranho índice de 0% de brancos e nulos.

Fonte: Revista Fórum

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