31ª Feira da Agricultura Familiar da Fetag acontece nos dias 26 e 27 de agosto

Feira da Agricultura Familiar da FETAG/AL comercializa alimentos DIRETO da roça produzidos pelos Agricultores Familiares de Alagoas

Para fortalecer o processo de produção e comercialização da Agricultura Familiar em Alagoas, a FETAG/AL promove mais uma edição da Feira da AGRICULTURA FAMILIAR na sede social da federação. Nesta trigésima primeira edição da feira teremos música ao vivo e o nosso tradicional bingo especial com produtos da roça.

Na 31ª edição da FEIRA da AGRICULTURA FAMILIAR da FETAG/AL, que acontece nos dias 26 e 27 de agosto no Centro Social da FETAG/AL, onde os agricultores e agricultoras familiares do pólo sindical da Zona da Mata Alagoana trazem os produtos DIRETO da roça para os consumidores na capital.

Além dos produtos tradicionais presentes na feira trazidos da roça DIRETO para o consumidor da Jatiúca e bairros vizinhos, a feira também proporciona aos clientes, bolachas e biscoitos caseiros e o tradicional pastel com caldo de cana.

A feira proporciona aos moradores do bairro de Jatiúca e adjacências a compra de alimentos saudáveis vindos direto da roça para as mãos do consumidor. Produtos trazidos pelos agricultores e agricultoras familiares como a banana, o alface, o inhame, a graviola, o coco, a macaxeira, a batata doce e a laranja são oferecidos à população.

Para assessorar e acompanhar de perto os agricultores e agricultoras familiares que produzem e trazem seus alimentos para a comercialização na feira, a FETAG/AL vem realizando visitas técnicas nas propriedades rurais e parceiras com instituições com o Ifal – campus Satuba – para melhorar a produtividade e a relação dos agricultores e das agricultoras familiares com a sociedade.

Nesta edição da Feira da AGRICULTURA FAMILIAR, os agricultores da Zona da Mata de Alagoas estarão presentes com seus produtos fresquinhos da roça, que aposta na venda direta dos produtos que são plantados e colhidos pelos agricultores familiares em suas propriedades.

FETAG/AL EM DEFESA DA AGRICULTURA FAMILIAR DE ALAGOAS!!!

SERVIÇO:

  • O quê? FEIRA DA AGRICULTURA FAMILIAR (31ª Edição)
  • Onde? Centro Social da FETAG/AL – R. Prof. Dilermando Reis, no 330, Jatiúca – Maceió – AL.
    (por trás do Hotel Escuna, na Av. João Davino, Jatiúca)
  • Quando? Dias 26 e 27/08/22 (sexta e sábado)
  • Horários de funcionamento:
    • Dia 26/08 (sexta) – de 06:00 às 22:00
    • Dia 27/08 (sábado) – de 06:00 às 14:00
  • Contatos: (82) 99928-8887 – Robério Oliveira (Sec. de Formação) / 98179-7571 – Raquel Braz (Sec. de Mulheres) / 99910-1326 – Jairo Silva (Ascom FETAG/AL) / 99910-1326 – Jairo Silva (Ascom FETAG/AL)

Professor Luizinho inicia campanha para conquistar vaga na ALE

Com apoios de militantes históricos, dirigentes sindicais e do PT de diversas cidades, Professor Luizinho demonstrou força no lançamento de sua candidatura de deputado estadual, no dia 20/08, e desponta como um forte nome do Partido dos Trabalhadores na disputa de uma vaga na Assembleia Legislativa.

O Ato Político de lançamento da candidatura do professor Luizinho, ocorreu na sede do PT, em Maceió, e reuniu mais de 70 militantes e lideranças petistas que colocaram a candidatura não só como aglutinadora da esquerda, como também viável eleitoralmente.

Segundo Roberto Martins, liderança do PT de Girau do Ponciano e diretor do Sindicato dos Servidores do Detran, “professor Luizinho representa a história das lutas em Alagoas e se confunde com a história do PT em nosso estado. E mais, sua candidatura é que melhor representa a base do partido”.

Para Zé Carlos, ex-presidente do Sindpol, que participou do movimento de 17 de julho que derrubou o governador Suruagy e agora participa do grupo policiais antifascista, “o Professor Luizinho tem uma História dedicada a luta social e em Alagoas, nenhum candidato tem o seu perfil e o compromisso com os trabalhadores como ele tem”.

Para o professor da Universidade Estadual de Alagoas e diretor do Sinduneal, Kléber Bezerra, foi uma “honra militar com Professor Luizinho na criação do Sintep para defender os trabalhadores do ensino privado e agora é um privilégio participar junto com ele na luta em defesa dos professores, técnicos e alunos da nossa universidade estadual, a Uneal”.

Para Clara Lopes, coordenadora da Juventude Revolução do PT, o “Professor Luizinho tem compromisso com a juventude, com o passe livre estudantil, com a escola e a universidade pública, por isso, defendemos seu nome”.

Também participaram da mesa do Ato e fizeram saudações expressando apoio a candidatura a deputado estadual do professor Luizinho, o dirigente da CUT e do Sindicato dos Urbanitários, Luciano Santos, o professor da Ufal e coordenador do movimento Renova Andes, Flávio Melo, a professora e economista Luciana Caetano, o presidente do Sindprev Chico Malta, o presidente do PT de Santa Luzia do Norte Rui Fernando, o diretor do Sindagro Péricles, o diretor do Sinteal Emmanuel Miranda, e o professor Marcos, coordenador do núcleo do PT do Jacintinho.

Em sua intervenção, o Professor Luizinho saudou os presentes e assumiu os compromissos de luta em defesa dos direitos e conquistas dos trabalhadores, contra o golpe e respeito ao voto popular, por uma constituinte com Lula para revogar a reforma trabalhista e atender as reivindicações populares e transformar o mandato popular na voz dos professores, dos servidores públicos, dos trabalhadores, da juventude e da maioria do povo alagoano que precisa ter vez e voz no parlamento.

México implica militares no desaparecimento de 43 estudantes em 2014

Oito anos após tragédia, relatório aponta que ações ou omissões permitiram execução dos jovens de Ayotzinapa

Militares mexicanos têm responsabilidade no desaparecimento de 43 estudantes de Ayotzinapa em 2014, segundo relatório de uma comissão governamental divulgado nesta quinta-feira (18/09).

“As ações, omissões ou participação [de militares] permitiram o desaparecimento e a execução dos estudantes, assim como o assassinato de outras seis pessoas”, afirmou Alejandro Encinas, subsecretário do Interior e chefe da Comissão da Verdade de Ayotzinapa, ao apresentar o relatório em um ato público.

Encinas acrescentou que não foi comprovada “uma ação de caráter institucional, mas sim responsabilidades claras de integrantes” das secretarias de Defesa e da Marinha destacados para a área dos acontecimentos. Ele não especificou se os agentes ainda continuam na ativa.

Por isso, o chefe da comissão enfatizou que é preciso continuar investigando qual foi o grau de participação do Exército e da Marinha do México no que ele descreveu, repetidamente, como um “crime de Estado”.

Não há indícios de sobreviventes

Conforme declarações de Encinas ao jornal mexicano Milenio, não há indícios de sobreviventes entre os 43 desaparecidos, e todas as evidências apontam que eles foram assassinados.

Em 29 de março deste ano, o presidente do México, Andrés Manuel López Obrador, anunciou que membros da Marinha estavam sob investigação por supostamente terem adulterado provas durante as primeiras investigações, mais especificamente em um depósito de lixo onde foram encontrados restos humanos, incluindo os dos três estudantes identificados até o momento.

“A instrução era investigar os chefes da Marinha que participaram dessa operação, e todos já prestaram depoimentos ao Ministério Público”, disse Obrador, que criou a comissão para dar novo impulso às investigações.

Capturados por policiais

O desaparecimento dos 43 estudantes ocorreu entre a noite de 26 e a madrugada de 27 de setembro de 2014, quando o grupo estava a caminho da cidade de Iguala – que assim como Ayotzinapa fica no estado de Guerrero, no sul do país. Lá pretendiam pegar um ônibus rumo à Cidade do México para participar de protestos contra as más condições da educação no país.

O caso, que gerou forte comoção internacional, é considerado uma das piores violações de direitos humanos da história do México, que tem cerca de 100 mil pessoas desaparecidas.

De acordo com as investigações, os jovens foram capturados por policiais locais em conluio com integrantes do cartel de drogas Guerreros Unidos, que são suspeitos de assassiná-los e incinerar seus corpos. O caso ficou conhecido como massacre de Iguala.

Fonte: Ópera Mundi

STJ veda atuação da guarda municipal como força policial

A 6ª Turma do Superior Tribunal de Justiça reforçou o entendimento de que a guarda municipal, por não estar entre os órgãos de segurança pública previstos pela Constituição Federal, não pode exercer atribuições das polícias civis e militares. Para o colegiado, a sua atuação deve se limitar à proteção de bens, serviços e instalações do município.

O colegiado também considerou que só em situações absolutamente excepcionais a guarda pode realizar a abordagem de pessoas e a busca pessoal, quando a ação se mostrar diretamente relacionada à finalidade da corporação.

A tese foi firmada em julgamento de recurso no qual foram declaradas ilícitas as provas colhidas em busca pessoal feita por guardas municipais durante patrulhamento rotineiro. Em consequência, foi anulada a condenação do réu por tráfico de drogas.

O relator, ministro Rogerio Schietti Cruz, destacou a importância de se definir um entendimento da corte sobre o tema, tendo em vista o quadro atual de expansão e militarização dessas corporações.

Segundo explicou, o propósito das guardas municipais vem sendo significativamente desvirtuado na prática, ao ponto de estarem se equipando com fuzis, armamento de alto poder letal, e alterando sua denominação para “polícia municipal”.

O ministro apontou que o poder constituinte originário excluiu propositalmente a guarda municipal do rol dos órgãos da segurança pública (artigo 144, caput) e estabeleceu suas atribuições e seus limites no parágrafo 8º do mesmo dispositivo.

Schietti observou que, apesar de estar inserida no mesmo capítulo da Constituição, a corporação tem poderes apenas para proteger bens, serviços e instalações do município, não possuindo a mesma amplitude de atuação das polícias.

Conforme o ministro, as polícias civis e militares estão sujeitas a um rígido controle correcional externo do Ministério Público e do Poder Judiciário, que é uma contrapartida do exercício da força pública e do monopólio estatal da violência.

Por outro lado, as guardas municipais respondem apenas, administrativamente, aos prefeitos e às suas corregedorias internas. Para ele, seria potencialmente caótico “autorizar que cada um dos 5.570 municípios brasileiros tenha sua própria polícia, subordinada apenas ao comando do prefeito local e insubmissa a qualquer controle externo”.

O ministro explicou que a guarda municipal não está impedida de agir quando tem como objetivo tutelar o patrimônio do município, realizando, excepcionalmente, busca pessoal quando estiver relacionada a essa finalidade. Essa exceção, entretanto, não se confunde com permissão para realizar atividades ostensivas ou investigativas típicas das polícias no combate à criminalidade.

Em seu voto, Schietti assinalou que a fundada suspeita mencionada pelo artigo 244 do Código de Processo Penal (CPP) é um requisito necessário para a realização de busca pessoal, mas não suficiente, porque não é a qualquer cidadão que é dada a possibilidade de avaliar sua presença.

Quanto ao artigo 301 do CPP, que permite a qualquer pessoa do povo efetuar uma prisão em flagrante, o ministro observou que não é fundamento válido para justificar a busca pessoal por guardas municipais, ao argumento de que quem pode prender também poderia realizar uma revista, que é menos grave.

A hipótese do artigo 301, segundo ele, se aplica apenas ao caso de flagrante visível de plano, o qual se diferencia da situação flagrancial que só é descoberta após a realização de diligências invasivas típicas da atividade policial, tal como a busca pessoal, “uma vez que não é qualquer do povo que pode investigar, interrogar, abordar ou revistar seus semelhantes”. Com informações da assessoria de imprensa do STJ.

Fonte: Conjur

Datafolha confirma: Lula tem 47% e vence no primeiro turno

Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (18), encomendada pela Globo e pelo jornal Folha de S. Paulo, mostra o ex-presidente Lula com 47% das intenções de voto no primeiro turno da eleição presidencial, seguido pelo atual presidente Jair Bolsonaro, com 32%.

O petista manteve o percentual e o presidente avançou 3 pontos em relação à última pesquisa, feita na última semana de julho, que ainda tinha os nomes de André Janones (Avante) e Luciano Bivar (União Brasil).

Intenção de voto estimulada

O novo levamento mostra Ciro Gomes (PDT) com 7%, seguido por Simone Tebet (MDB), com 2%, e Vera (PSTU), 1%. Pablo Marçal (PROS), Sofia Manzano (PCB), Felipe d’Ávila (NOVO), Soraya Thronicke (União Brasil), Eymael (Democracia Cristã), Léo Péricles (UP) e Roberto Jefferson (PTB) não pontuaram.

O questionário foi registrado no TSE no dia 12, antes da retirada da candidatura de Pablo Marçal e do registro da candidatura de Eymael como Constituinte Eymael. A pesquisa ouviu 5.744 pessoas em 281 municípios e tem margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.

De acordo com o Datafolha, mesmo com um quadro diferente de candidatos, a pesquisa atual pode ser comparada com as anteriores porque o percentual atingido pelos candidatos que entraram ou saíram da disputa fica entre 0 e 2%, dentro da margem de erro dos levantamentos, “e dessa forma não compromete a evolução dos resultados registrados desde maio deste ano”.

A pesquisa mostra que Lula vai melhor entre os mais pobres, os que se declaram pretos e os que vivem na região Nordeste. As intenções de voto no petista são mais expressivas entre:

  • Eleitores com renda de até 2 salários mínimos (55%)
  • Quem recebe ou mora com alguém que recebe Auxílio Brasil (56%)
  • Moradores da região Nordeste (57%)
  • Autodeclarados pretos (60%)
  • Homossexuais ou bissexuais (69%)

Já Bolsonaro tem melhor desempenho entre os mais ricos, os brancos, os evangélicos e os que vivem na região Norte. A intenção de voto no presidente é maior entre:

  • Quem tem renda superior a 10 salários mínimos (43%)
  • Moradores da região Norte (43%)
  • Autodeclarados brancos (38%)
  • Evangélicos (49%)

Votos válidos

Contando apenas os votos válidos, sem nulos, brancos e indecisos, Lula tem 51%, o que deixa a possibilidade de vitória no primeiro turno dentro da margem de erro. Bolsonaro tem 35% dos votos válidos e Ciro, 8%.

  • Lula (PT): 51%
  • Jair Bolsonaro (PL): 35%
  • Ciro Gomes (PDT): 8%
  • Simone Tebet (MDB): 2%
  • Vera (PSTU): 1%
  • Pablo Marçal (PROS): 1%
  • Roberto Jefferson (PTB): 0%
  • Felipe d’Avila (NOVO): 0%
  • Sofia Manzano (PCB): 0%
  • Léo Péricles (UP): 0%
  • Soraya Thronicke (União Brasil): 0%
  • Eymael (DEMOCRACIA CRISTÃ): 0%

Intenção de voto espontânea

Na pesquisa espontânea, em que não são apresentados nomes de candidatos, Lula aparece com 40% das intenções de voto e Bolsonaro com 28%. Ciro foi citado por 2% e Simone Tebet por 1%.

  • Lula (PT): 40%
  • Jair Bolsonaro (PL): 28%
  • Ciro Gomes (PDT): 2%
  • Simone Tebet (MDB): 1%
  • Outras respostas: 2%
  • Em branco/nulo/nenhum: 6%
  • Não sabe: 22%
  • Fonte: G1

Mamata: Irmão de Michelle Bolsonaro enriqueceu em quatro anos

Eduardo Torres (PL) é irmão de Michelle Bolsonaro e concorre a deputado distrital pelo partido do atual presidente

De acordo com a prestação de contas para sua candidatura a deputado distrital, o irmão de Michelle BolsonaroEduardo Torres (PL-DF), informou um aumento de R$ 425 mil em seu patrimônio no últimos quatro anos, durante o mandato do cunhado. Se em 2018 Torres não teria qualquer patrimônio declarado, neste ano declarou um veículo no valor de R$ 25 mil e outros R$ 400 mil em bens imobiliários não especificados.

A princípio pode não parecer muito. Dividindo por 48 meses, daria pouco menos de R$ 9 mil mensais. Algo relativamente possível para uma pessoa que ganhe um alto salário e já tenha alguma estrutura familiar anterior à vida produtiva. No entanto, o aumento no patrimônio do candidato não parece bater com condições semelhantes a essas.

Torres ficou conhecido em 2020, durante a pandemia de Covid-19, ao aparecer na imprensa recebendo o auxílio emergencial. Ele teria recebido do governo um total de R$3,6 mil de um benefício destinado a pessoas em situação de vulnerabilidade econômica e social, o que não era seu caso. Como justificativa ele declarou à época que estava sem trabalho fixo.

O irmão da primeira-dama estaria vivendo naquele momento de trabalhos esporádicos dentro da sua área, que é a de produção audiovisual e de eventos. Eduardo foi produtor audiovisual da Caixa, terceirizado, por mais de uma década e, durante a gestão do atual presidente, trabalhou para Bolsonaro em suas lives, viagens e eventos presidenciais.

Fonte: Revista Fórum

Descontrolado, Bolsonaro agride youtuber em Brasília

O youtuber Wilker Leão foi agredido pelo presidente Jair Bolsonaro, hoje de manhã em Brasília

O presidente Jair Bolsonaro se envolveu em uma confusão na manhã desta quinta-feira (18) após ter sido provocado pelo youtuber Wilker Leão, na saída do Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência em Brasília.

Leão costuma ficar na saída do Alvorada e fazer vídeos provocando apoiadores do presidente. Ele também faz vídeos provocando petistas em manifestações.

Nesta manhã, Bolsonaro parou para tirar fotos e fazer lives com seus apoiadores na saída do Alvorada. Leão começou a fazer perguntas e provocações, foi empurrado e caiu no chão. Não fica claro quem empurrou o blogueiro. Irritado, ele passou a xingar o presidente de “vagabundo”, “safado”, “covarde” e “tchutchuca do Centrão”.

Bolsonaro entrou no carro oficial para seguir para sua agenda de campanha eleitoral, mas, com a aumento dos xingamentos, acabou saindo do veículo e foi em direção a Leão. O presidente disse que queria falar com o youtuber e tentou pegar o celular dele, mas acabou puxando o homem pela gola da blusa, depois no braço dele.

Em meio à confusão, os seguranças do presidente tiraram Leão de perto de Bolsonaro. Depois do episódio, Bolsonaro conversou com ele por alguns minutos e foi para a Base Aérea. O presidente faz campanha eleitoral em São José dos Campos (SP). Leão ainda permaneceu no local e conversou com outros apoiadores.

g1 procurou o Gabinete de Segurança Institucional (GSI) e a Secretaria de Comunicação Social (Secom) e mandou mensagens nas redes sociais de Leão, mas não obteve retorno deles até a última atualização desta reportagem.

O canal de Leão no YouTube tem 13 mil inscritos. Ele diz ser cabo do Exército desde 2014 e auxiliar da Assessoria Jurídica da Secretaria de Economia e Finanças do Exército desde 2015. E o objetivo de seu canal é “promover discussão acerca de tudo que está relacionado a esse universo político e militar”. Ele também tem 5,2 mil seguidores no Instagram e 125 mil no TikTok.

Conversa sem confusão

Após o episódio, Bolsonaro conversou por cerca de 5 minutos com Leão. Entre outros temas, os dois abordaram temas como mudanças na lei da delação premiada, orçamento secreto, reforma tributária, posse de armas e aliança com partidos do Centrão.

“Eu preciso aprovar as coisas no Parlamento, certo? Se for para aprovar sozinho, eu sou ditador. Fecha tudo, fecha Supremo, fecha Congresso, fecha tudo e eu resolvo as coisas sozinho. Eu tenho que ter o apoio do Parlamento. Os partidos de centro são quase 300 dos 513 parlamentares. Como vou aprovar um projeto simples de lei dispensando 300 votos?”, disse Bolsonaro.

“Eu não posso ser um presidente 100%. Vai desagradar um ou outro em alguma coisa, vai desagradar”, afirmou Bolsonaro.

Fonte: G1

Moradores do Bom Parto protestam contra a BRK

Moradores do Bom Parto fecharam a rua General Hermes, nessa quinta-feira, 18/08, em protesto contra o descaso da BRK. Segundo os moradores a falta d’água no bairro já se arrasta há mais de um mês.

A BRK comprou a Casal (empresa estatal de água e saneamento) num processo de privatização questionado pelo Sindicato dos Urbanitários e dezenas de entidades.

Desde então, a BRK tem demitido trabalhadores, aumentado a tarifa e precarizado os serviços. A consequência é a falta de água em diversos bairros de Maceió e de cidades da região metropolitana.

No caso do Bom Parto, a população diante da gravidade da situação atearam fogo em pneus, madeiras e outros objetos para protestar e chamar a atenção da população e da empresa, que até agora não resolveu a situação.

Como a manifestação parou o trânsito do bairro, policiais militares foram negociar o fim do protesto com os moradores, mas, a BRK, a responsável pela situação, e as autoridades permanecem em silêncio.

Pistoleiros e milicianos atacam povo Pataxó na Bahia

Aconteceu nesta quarta-feira, dia 17, mais um episódio de pânico e desespero em aldeias do Povo Pataxó na T.I Barra Velha, município de Porto Seguro, Bahia. Pistoleiros e milicianos, policiais militares a paisana, a mando de fazendeiros da localidade atacaram a comunidade Boca da Mata nesta tarde de quarta-feira.

Segundo informações preliminares, o tiroteio durou aproximadamente 1 hora e encurralou a comunidade em suas casas, escolas, e algumas pessoas fugiram também para a mata. Em vídeo que circula nas redes sociais é possível ver claramente a comunidade correndo para se abrigar dos tiros e é possível ouvir o barulho de tiros ao fundo.

Já mais para o final da noite, em troca de tiro entre os próprios milicianos, policiais Militares ficaram feridos, não se tem notícias do quadro clínico dos mesmos, porém segundo o que está circulando nos grupos de whatsapp, os próprios fazendeiros acusam os indígenas de terem causado os ferimentos, o que é totalmente contraditório, uma vez que os próprios milicianos que estavam atacando a comunidade, e a comunidade se quer tem recursos básicos para subsistência.

Não é a primeira vez que episódios como esse acontecem na localidade. Recentemente fazendeiros expulsaram indígenas que faziam ocupação próximo a aldeia Cassiana, aldeia vizinha a Boca da Mata.

As comunidades vivem com o medo de um novo FOGO DE 51 possa acontecer. O medo é por conta do forte clima de tensão que paira as aldeias, pois pistoleiros cercam as comunidades os inibindo de saíram das aldeias. A poucos dias atrás, em mais uma tentativa frustrada de tornar a comunidade refém, pistoleiros tentaram atear fogo em uma das pontes de madeira que dá acesso a aldeia Boca da Mata e Cassiana.

OMISSÃO DO GOVERNO DO ESTADO E DO GOVERNO FEDERAL

Todas as denúncias foram devidamente registradas e denunciadas junto as instâncias de governo, a FUNAI como sempre se abstém de qualquer ação, em um nítido reflexo da política anti indígena do governo Federal. O governo do Estado da Bahia também foi procurado para tentar intervir na situação, uma vez que é possível constatar policiais a paisana junto aos pistoleiros, porém nada fez até o presente momento.

A maior cobrança nesse momento é que a FUNAI faça cumprir seu papel de acompanhar as comunidades, e de que o governo do Estado, faça os devidos encaminhamentos junto a Secretaria de Segurança Pública. Vale ressaltar que à alguns meses o Secretário de Segurança Pública do Estado da Bahia se prontificou a ir até as comunidades, porém até o presente momento nem o mesmo, e nenhuma instância do Governo Estadual se manifestou.

Fonte: TV Pataxó

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