Sindicato dos Urbanitários discute reestatização da Eletrobras em planejamento estratégico

O Sindicato dos Urbanitários realizou seu Planejamento Estratégico para o período de 2023 a fevereiro de 2024, durante os dias 03 e 04 de fevereiro, na cidade de União dos Palmares, onde a diretoria colegiada da entidade discutiu, avaliou e construiu uma matriz operacional que deverá direcionar as ações nos próximos meses.

Durante o planejamento, foi discutido a luta pela reestatização da Eletrobras, empresa estratégica para o desenvolvimento nacional e também da necessidade de rever o marco regulatório do saneamento. Os sindicalistas esperam que no governo Lula essas demandas possam ser atendidas.

O planejamento foi coordenado pela assistente social Marluce Pereira, ex-diretora do Sindicato e ex-trabalhadora da CASAL, que atuou como facilitadora do evento.

As atividades contaram com uma programação que se iniciou com a definição dos eixos do planejamento e a construção da matriz operacional, realizada através de grupos de trabalho.

Foi realizada ainda uma análise de conjuntura, com o professor Luiz Gomes, visando antecipar cenários futuros e ações a serem desenvolvidas para cada situação.

Ao final foi realizada uma avaliação do planejamento e as expectativas levantadas.

Redação com Ascom Urbanitários

Estudantes de escolas estaduais não sabem quando o ano letivo de 2023 vai começar

Mais de 100 mil alunos da rede estadual de educação de Alagoas não sabem quando quando o ano letivo de 2023 vai começar. As aulas deveriam ter retornado hoje, 06/02. A confusão toda começou quando o secretário Marcius Beltrão decidiu romper os contratos com os professores contratados (monitores) para não pagar o salário de janeiro.

A partir daí se estabeleceu o caos. Muitos professores tinham contratos de 2017 que vinham sendo renovados automaticamente e outros com contrato de 2021 com vigência até dezembro de 2023. Mesmo assim, o governo de Alagoas optou por demitir todos e contratar de forma mais barata: de fevereiro a dezembro para não pagar janeiro, mês de férias coletivas da categoria. O próprio secretário admitiu que se os professores quiserem receber janeiro “que der reforço aos alunos”.

Com isso, os novos contratos terão que passar por um processo seletivo que poderá demorar meses, enquanto isso os alunos ficam no prejuízo. Quem vai reparar os danos provocados aos alunos da rede estadual que irão fazer Enem esse ano?

Com a palavra o secretário de educação e o governador do estado.

PM de SP mata 61% menos após instalação de câmeras corporais

As mortes causadas por policiais militares em serviço em 2022 caíram para o menor patamar desde 2001 em São Paulo, segundo dados da Secretaria de Segurança Pública. Em relação há dois anos, a redução é de 61%, quando as câmeras corporais começaram a ser instaladas nos policiais. Com informações da CNN.

As principais razões para a queda da letalidade policial é o uso das câmeras, aquisição de mais armas não letais e a criação de órgãos de fiscalização de conduta dos agentes.

Acopladas às fardas, as câmeras gravam imagens das atividades policiais em tempo real e transmitem os dados para uma central. Segundo a Secretaria de Segurança Pública, “todas as abordagens, fiscalizações, buscas, varreduras, acidentes e demais interações com o público” são registradas automaticamente.

De acordo com dados oficiais, 256 pessoas foram mortas por policiais em serviço no ano passado, sendo o menor número de vítimas das últimas duas décadas. Em 2021, foram relatados 423 casos. Em 2020, havia ficado em 659 mortes.

Fonte: DCM

Governo Paulo Dantas exonera professores indígenas

Apoinme Brasil denuncia descaso com a educação indígena em Alagoas

Professores indígenas e demais profissionais da área no estado de Alagoas que são contratados pela SEDUC (Secretaria de Educação do Estado de Alagoas), são surpreendidos nessa última terça-feira(31) por publicação de lista com nomes para exoneração dos cargos sem consulta ou aviso prévio pelo governo de Alagoas.

Segundo informações os profissionais da educação escolar indígena que realizaram processo seletivo no ano de 2021 foram exonerados no mês dezembro, tendo o pagamento de janeiro suspenso.

Sendo que dentro do edital previa no mínimo 24 messes no exercício. As escolas indígenas são composta por servidores contratados pela SEDUC de Alagoas desde de 2002, dessa forma toda organização da escola é realizada por monitores que mesmo no período de férias ainda trabalham principalmente no apoio administrativo, pedagógico que no período de férias organizam o ano letivo e preparam a prestação de contas relacionadas ao financeiro.
Os profissionais se unem e solicitam por alguma resposta dos órgãos competentes.

Por Comunicação APOINME

Denúncias do senador Marcos do Val tinha como objetivo afastar Moraes de inquéritos

O senador Marcos do Val (podemos) apresentou várias e contraditórias versões sobre o golpe teria sido apresentado pelo ex-deputado Daniel Silveira numa reunião com a presença do então presidente Jair Bolsonaro. Depois das versões apresentadas, o que fica claro é a manobra do senador é afastar o ministro Alexandre de Moraes do comando de inquéritos que investigam o ex-presidente Bolsonaro e sua apoiadores mais próximos.

Sobre esse caso, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, esclareceu no dia 03/02 que o senador Marcos do Val o procurou para revelar a existência de um suposto plano para constranger o ministro e, assim, impedi-lo de seguir à frente das investigações que apuram a divulgação de notícias falsas (fake news) e os ataques a ministros da Corte.

“Assim como inúmeros parlamentares, ele [do Val] solicitou uma audiência. Eu o recebi no salão branco e o que ele me disse foi que o deputado Daniel Silveira o teria procurado e ele teria [então] participado de uma reunião com o [ex-]presidente da República [Jair Bolsonaro]”, disse Moraes ao participar, por vídeo, de um evento realizado pela Lide, em Lisboa.

Segundo o ministro, do Val contou que Silveira e outras pessoas próximas a Bolsonaro planejavam delegar a alguém em quem Moraes confiasse a missão de gravar uma conversa com o ministro, tentando obter algo comprometedor. O senador do Val seria esta pessoa, ainda que Moraes garanta que os dois não são próximos, só tendo estado juntos em três ocasiões.

“A ideia genial que tiveram foi colocar uma escuta no senador [do Val] para que ele, que não tem nenhuma intimidade comigo, me gravasse para que, com isso, pudessem solicitar a minha retirada da presidência dos inquéritos”, acrescentou Moraes.

“Indaguei ao senador se ele reafirmaria isso e colocaria no papel [pois, desta forma] eu tomaria seu depoimento imediatamente. Ele me disse que, infelizmente, não poderia confirmar [o relato oficialmente]. Então, me levantei, me despedi e agradeci a presença do senador. Porque, para mim, o que não é oficial não existe”, continuou o ministro.

Apesar da recusa inicial, o senador acabou por revelar a história à revista Veja – que a transformou na matéria de capa da edição que circula a partir de hoje. Antes que a revista chegasse às bancas, do Val falou sobre o assunto em uma transmissão ao vivo, em seu perfil no Instagram. Durante alive, ele chegou inclusive a anunciar que planejava deixar a atuação político partidária.

Diante da repercussão das declarações de do Val, o próprio ministro Alexandre de Moraes determinou que a Polícia Federal colhesse seu depoimento – o que foi feito ontem (2). Hoje, Moraes disse que “tudo ainda está sendo apurado”, mas ridicularizou o suposto plano para constrangê-lo.

“Esta tentativa de uma operação tabajara mostra exatamente o quão ridículo chegamos na tentativa de um golpe”, comentou o ministro.

Fonte: Redação com Agência Brasil

MP investiga vereadores de Palmeira dos Índios por compra de gasolina na pandemia suficiente para dar 14 voltas no globo terrestre

O Ministério Público está investigando o uso de verba indenizatória para a aquisição de combustível pelos vereadores. O esquema que foi constatado pelo MP estadual mostra que os edis palmeirenses utilizaram desse expediente durante a pandemia de covid-19 quando as atividades presenciais estavam suspensas e algumas sessões ocorreram de forma remota. Só no ano de 2021 cada vereador recebeu em média a quantia de R$21.600 (vinte e um mil e seiscentos Reais) para abastecer o tanque de seus veículos. O total do botim naquele ano foi de R$ 324.000,00 (trezentos e vinte quatro mil Reais) o equivalente a 57.402 litros de gasolina à época. Esse número daria num carro médio que perfaz 10 quilômetros com um litro de gasolina um total de 574200 quilômetros, ou seja, um pouco mais de 14 voltas inteiras na terra.

Fonte: Tribuna do Sertão

Familiares de pacientes de homecare protesta contra ameaça de suspensão do serviço

O protesto ocorreu hoje, 03/02, em frente ao Cepa. Parentes de usuários do serviço de saúde homecare protestaram contra ameaça de transferência dos pacientes para o HGE, já que o Estado de Alagoas tem dívida não paga com o prestador de serviço.

A crise começou no dia 01/04, quando os parentes de usuários do serviço de homecare foram avisados que os pacientes iriam ser transferidos para o Hospital Geral do Estado, porque desde maio de 2022 que o governo do Estado de Alagoas não repassa o pagamento dos serviços para a empresa prestadora de serviço. Na nota a empresa Saúde e Suporte Homecare avisa aos usuários que “Se em 5 dias o Estado não prover o pagamento, os pacientes serão hospitalizados”.

Diante da gravidade da situação os familiares se organizaram e foram ao Ministério Público Estadual cobrar as providências legais e organizaram uma manifestação de protesto em frente ao Cepa.

A manifestação chegou a bloquear parcialmente o trânsito na avenida Fernandes Lima, uma das principais avenidas de Maceió. A Secretaria Estadual de Saúde enviou um representante para falar com os manifestantes e anunciar que uma parte da dívida com a empresa estava sendo quitada.

Os familiares de pacientes na situação de homecare, em função da gravidade e da especificidade desses atendimentos, esperam que a prestação de serviço não seja interrompida e seus familiares transferidos para o HGE. Com a palavra o governador Paulo Dantas.

Ministério Público pede a prisão de Sikêra Jr. e multa por crime de racismo

Apresentador bolsonarista tem prisão e multa pedidas por crime de racismo. Ministério Público Federal entendeu que Sikêra extrapolou os limites da liberdade de expressão e incitou, inflamou e propagou discurso de ódio com atos de discriminação, violentando a dignidade humana

O Ministério Público Federal (MPF) na Paraíba entrou com ação penal na última segunda-feira (30) pedindo a prisão e multa do apresentador Sikêra Jr., da RedeTV, por crime de racismo. O comunicador é amigo pessoal de Jair Bolsonaro e usou o seu programa televisivo para tentar ajudar o ex-presidente a garantir sua reeleição.

O processo que Sikêra enfrenta é referente a um episódio de 5 de junho de 2018 do programa Cidade em Ação, da TV Arapuã, afiliada da RedeTV na Paraíba, em que o apresentador proferiu falas racistas e misóginas contra uma mulher negra custodiada pelo estado.

O MPF entendeu que Sikêra extrapolou os limites da liberdade de expressão e incitou, inflamou e propagou discurso de ódio com atos de discriminação por gênero, preconceito, exclusão e estigmatização, violentando a dignidade humana.

A conclusão do órgão é de que o apresentador cometeu crime de racismo, “pois praticou discriminação e preconceito racial de gênero por intermédio dos meios de comunicação social ou publicação de qualquer natureza, cuja pena é de reclusão de dois a cinco anos e multa”.

O caso foi entregue à 16ª Vara Federal na Paraíba, que vai julgá-lo. A Constituição Brasileira considera racismo um crime inafiançável e imprescritível. Não há, portanto, previsão da realização de um possível acordo com Sikêra Jr.

Outro caso, mesmo apresentador

No fim do ano passado, o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) confirmou a decisão de primeira instância que condenava a RedeTV e o apresentador Sikêra Jr. por danos morais à apresentadora Xuxa Meneghel. De acordo com a sentença do Tribunal, o valor da indenização a ser paga foi reduzido de R$ 300 mil para R$ 50 mil.

Há três anos, Sikêra fez graves acusações falsas e ofensas à Xuxa durante seu programa, dizendo que a apresentadora queria “levar crianças às travessuras, prostituição e suruba”, além de dizer que “pedofilia é crime e não prescreve”.

O apresentador também é alvo de uma campanha de desmonetização promovida pelo Sleeping Giants Brasil (SGBR). A ação busca conscientizar e responsabilizar as empresas que compram espaços de publicidade no programa apresentado por Sikêra, bem como os anunciantes que figuram nos vídeos do apresentador no YouTube. Em novembro de 2022, o SGBR já contabilizava 200 empresas que haviam deixado de financiar o programa transmitido pela RedeTV!.

Negacionista

Sikêra Jr. adotou um discurso negacionista no auge da pandemia da Covid-19. O apresentador só mudou de postura depois que foi contaminado pela doença e quase perdeu a vida.

Fonte: Pragmatismo Politico

Desastre de Paulo Dantas na educação ameaça início do ano letivo

A política educacional do governador Paulo Dantas (MDB) conduzida pelo secretário Marcius Beltrão se mostrou um fiasco e ameaça o início do ano letivo. Os pais e alunos estão desesperados com a incompetência da Secretaria de Educação que não tem como garantir o começo das aulas no dia 06.

Ainda em 2022, Paulo Dantas repassou para o fundo garantidor da Previdência Estadual 304 escolas (toda rede escolar do Estado), o que provocou a ira do Sindicato dos Trabalhadores da Educação em Alagoas (Sinteal), que acusou o governo de querer privatizar as escolas e desviar os poucos recursos destinados a educação.

Agora, o secretário Marcius Beltrão demite todos os professores contratados (monitores) na véspera do início do ano letivo. Como os monitores correspondem a cerca de 50% do total de professores da rede estadual, as escolas não tem professores para começar o ano letivo de 2023. Ou seja, se a educação em Alagoas estava ruim, agora desorganizou de vez!

E pior, o secretário Marcius Beltrão suspendeu o pagamento do mês de janeiro, período de férias escolares da categoria, pois segundo o secretário, se os professores quiserem “receber janeiro, tem que trabalhar dando reforço aos alunos”. Segundo os professores, o que o governo quer é contratar de fevereiro a dezembro para não pagar o mês de janeiro. Um professor que não quis se identificar definiu bem a política do secretário: “ele pensa que a Secretaria da Educação é a fazenda da família dele para nos tratar dessa forma, ele acha que a gente é escrava dele, o que ele fez foi humilhante, deixou muitos pais de famílias sem condições de arcar com suas despesas e no desespero”.

A denúncia de que a Secretaria de Educação demitiu milhares de professores substitutos para recontratar de forma mais barata e mais precária tem que ser investigada pelo Ministério Público. E ainda tem a denúncia que o secretário quer trocar o processo seletivo na educação pela indicação política de favorecidos da família Beltrão.

Com a palavra o Ministério Público e o Conselho Tutelar!

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