Depois das Americanas, Ambev também é suspeita de rombo fiscal bilionário

Associação Brasileira da Indústria da Cerveja (CervBrasil) acusa a Ambev de esconder dívida de R$ 30 bilhões em impostos federais, estaduais e municipais

Depois do rombo de R$ 40 bilhões que colocou as Lojas Americanas à beira da bancarrota, a suspeita agora paira sobre a Ambev. A maior cervejaria da América Latina tem em comum com a rede de lojas a presença da 3G Capital, dos bilionários Jorge Paulo Lehmann, Beto Sucupira e Marcel Telles. A nova denúncia contra a Ambev partiu da Associação Brasileira da Indústria da Cerveja (CervBrasil). Conforme publicado na revista Veja, nesta quarta-feira (1º), o rombo estimado na companhia seria de R$ 30 bilhões, decorrentes de manobras tributárias por parte da gigante de bebidas.

A CervBrasil contratou a consultoria AC Lacerda, que identificou dívida bilionária em impostos federais, estaduais e municipais. A associação acusa a Ambev de inflacionar, intencionalmente, os preços dos componentes usados na produção de bebidas, passíveis de isenção e geração de créditos fiscais, na Zona Franca de Manaus.

De acordo com o diretor-geral da CervBrasil, Paulo Petroni, pelo menos desde 2017 relatórios de fiscalização da Receita Federal apontam “bilhões e bilhões de ilícitos tributários cometidos pelos fabricantes de concentrados de refrigerantes na Zona Franca de Manaus”. Os balanços da Ambev, no entanto, não registram essas quantias devidas ao erário público.

A Ambev nega a acusação, pois se coloca entre as cinco maiores pagadoras de impostos no país. “Calculamos todos os nossos créditos tributários estritamente com base na lei. Nossas demonstrações financeiras cumprem com todas as regras regulatórias e contábeis, as quais incluem a transparência do contencioso tributário”, disse a companhia, em nota.

Credibilidade em crise

Escaldados com o escândalo das Americanas, no entanto, os investidores da Ambev acusaram o golpe. Perto do fechamento do pregão, as ações da Ambev caiam 3,59% na Bolsa de Valores de São Paulo (B3), após a divulgação do rombo. Em comparação, as ações das Americanas, cotadas a R$ 12 antes do anúncio do rombo, caíram quase 80% em um mês.

Antes vistos como “semideuses” do capitalismo brasileiro, Lehmann, Sucupira e Telles enfrentam uma grave crise de reputação. Além do ceticismo dos investidores individuais, o trio trava uma guerra judicial contra os maiores bancos do país. O Bradesco, por exemplo, afirma que a Americanas, controlada há décadas pelos bilionários, “foi palco para uma das maiores fraudes contábeis da iniciativa privada”. Nesse sentido, as instituições financeiras tentam barrar na Justiça o pedido de recuperação judicial das Americanas.

Em outra ponta, as principais centrais sindicais do país também entraram na Justiça para garantir os direitos dos mais de 44 mil trabalhadores do Grupo Americanas em todo o país. Na ação civil pública, pedem o bloqueio de R$ 1,53 bilhão das contas pessoais dos empresários. Além disso, pediram a intermediação do governo federal com o objetivo de colocar os empregos e os pagamentos de fornecedores na frente do sistema bancário – já que a cadeia envolve outra dezenas de milhares de empregos. A ação é urgente, pois a Lojas Americanas já começa a corter trabalhadores terceirizados, no Rio de Janeiro e em Porto Alegre.

“Falsificação”

De acordo com o executivo Jean Van de Walle, da Sycamore Capital, o rombo na Ambev, a “estrela da 3G Capital”, revela mais uma “falsificação”. “Parece que tudo foi engenharia financeira, alavancagem e habilidades de administração escassas”, disse ele, em postagem no LinkedIn. 

Por outro lado, os bilionários da 3G Capital também são os principais beneficiários da privatização da Eletrobras. O processo, concluído pelo governo Bolsonaro em julho do ano passado, resultou em perdas para os cofres públicos de pelo menos R$ 63 bilhões, de acordo com relatório do Tribunal de Contas da União (TCU).

Fonte: rede Brasil Atual

Greve geral histórica no Reino Unido

Professores, funcionários públicos e dos serviços de transporte público param nesta quarta-feira (1º). Eles pedem aumento de salário compatível com crescimento do custo de vida no país.

Professores, funcionários públicos, maquinistas de trem e motoristas de ônibus do Reino Unido fazem nesta quarta-feira (1º) a maior greve geral do país na última década. A paralisação é um protesto por melhores salários diante do aumento brusco no custo de vida dos britânicos.

Milhares de escolas e universidades ficaram total ou parcialmente fechadas – o sindicato nacional de educação fala de 85% das instituições de ensino afetadas pela paralisação. Já o Ministério da Educação garante que a maioria delas abriu, mesmo que com menos aulas que o normal.

Entre as reivindicações, os grevistas pedem:

  • Aumentos salariais acima dos 5% ofertados pelo governo a professores;
  • Equiparação dos salários com a alta da inflação no Reino Unido;
  • Correção dos valores – segundo os principais sindicatos, a remuneração média de funcionários públicos piorou em 203 libras (mais de R$ 1.500), na comparação com 2010 e com o custo de vida atual.

A última vez que houve uma greve geral da mesma dimensão no Reino Unido foi em 2011, quando mais de um milhão de trabalhadores do setor público fizeram uma paralisação por negociações sobre pensões com o governo.

A secretária-geral do Sindicato Nacional de Educação, Mary Bousted, afirmou à agência de notícias Reuters que os professores de seu sindicato sentiram que muitos professores estão deixando a profissão por conta dos salários.

“Houve nos últimos 12 anos um declínio realmente catastrófico nos salários”, afirmou.

A paralisação do Reino Unido acontece um dia depois de trabalhadores pararem a França com uma greve e grandes protestos contra a reforma da previdência do país.

A medida, sugerida pelo presidente Emmanuel Macron, quer aumentar a idade para a aposentadoria e vem enfrentando forte resistência na sociedade.

Fonte: G1

Feira da AGRICULTURA FAMILIAR chega a 41ª edição com alimentos saudáveis direto da roça

Quer produtos fresquinhos DIRETO da roça? Quer alimentos saudáveis? Vem para a FEIRA da AGRICULTURA FAMILIAR da FETAG/AL nos dias 03 e 04/02. Nesta sexta (03) e sábado (04) acontece a 41a de FEIRA da AGRICULTURA FAMILIAR da FETAG/AL no Centro Social da FETAG/AL, que fica por traz do Hotel Escuna na Avenida João Davino, no bairro de Jatiúca.

Com a retomada da política de valorização da Agricultura Familiar pelo governo federal através do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, a FETAG/AL acredita que a produção e a comercialização de alimentos direto da roça irão crescer e expandir-se para outras regiões do Estado.

A feira proporciona aos moradores do bairro de Jatiúca e adjacências a compra de alimentos saudáveis vindos direto da roça para as mãos do consumidor.

Produtos trazidos pelos agricultores e agricultoras familiares como a banana, o alface, o inhame, a graviola, o coco, a macaxeira, a batata doce e a laranja são comercializados a preço justo.

➡️ FETAG/AL EM DEFESA DA AGRICULTURA FAMILIAR DE ALAGOAS!!!

🔊 SERVIÇO:

  • O quê? FEIRA DA AGRICULTURA FAMILIAR (41ª Edição)
  • Onde? Centro Social da FETAG/AL – R. Prof. Dilermando Reis, n° 330, Jatiúca – Maceió – AL. (por trás do Hotel Escuna, na Av. João Davino, Jatiúca)
  • Quando? Dias 03 e 04/02/2023 (sexta e sábado)
  • Horários de funcionamento:
    • Dia 03/02 (sexta) – de 06:00 às 21:00
    • Dia 04/02 (sábado) – de 06:00 às 14:00
    ☎️ Contatos: Leonardo Correia (Vice-presidente)/ Rilda Alves (Sec. de Políticas Sociais)/ Jairo Silva (99910-1326 – Ascom FETAG/AL)
  • Fonte: Ascom Fetag Alagoas

STF manda investigar autoridades da gestão Bolsonaro por genocídio

O ministro Roberto Barroso, do STF (Supremo Tribunal Federal), determinou nesta segunda-feira (30) a apuração de possível participação de autoridades do governo Jair Bolsonaro (PL) na prática de supostos crimes de genocídio, desobediência e quebra de segredo de Justiça relacionados à segurança de comunidades indígenas.

A decisão foi proferida após o ministro receber informações sobre a situação enfrentada pela comunidade yanomami, que sofre com uma crise humanitária em Roraima.

Barroso lista documentos que demonstraram “absoluta insegurança” da população indígena e a ocorrência de “ação ou omissão, parcial ou total, por parte de autoridades federais”. Os nomes das autoridades não foram divulgados.

Os documentos relacionados foram repassados à Procuradoria-Geral da República, ao Ministério Público Militar, ao Ministério da Justiça e à Superintendência Regional da Polícia Federal em Roraima.

Fonte: Uol

Bolsonaristas terroristas derrubam mais uma torre de energia e deixa 6 mil sem luz no interior do RS

O ato criminoso foi confirmada por técnicos da Cooperativa Certaja, responsável pelo fornecimento de energia

Após sabotagem, uma torre de energia elétrica caiu no município de Vale Verde, no Vale do Rio Pardo, no interior do Rio Grande do Sul, deixando mais de 6 mil pessoas sem luz, incluindo moradores General Câmara, Passo do Sobrado e Rio Pardo. A queda aconteceu durante um temporal no último sábado (28).

A sabotagem foi confirmada por técnicos da Cooperativa Certaja, responsável pelo fornecimento de energia, que verificaram a retirada criminosa de cerca de 20 parafusos da base de estrutura da torre, segundo reportagem do jornal Zero Hora.

Sem o reforço na base, a torre cedeu, fazendo entornar outra torre distante cerca de 60 metros. A conclusão do serviço de recuperação das estruturas ocorre nesta segunda-feira (30). 

O presidente da Certaja, Renato Martins, disse que esta é a primeira vez que algo do tipo acontece na região. “Nunca passamos por algo do tipo, agora fica o alerta. Vamos avaliar o que aconteceu e pensar em medidas de segurança que podem ser implementadas”, afirmou. 

A torre que caiu está situada na localidade de Cerro do Chileno, a cerca de 10 quilômetros do centro de Vale Verde. Técnicos da Certaja desconfiam que a retirada dos parafusos doi feita nos últimos dias, já que o local foi vistoriado há cerca de duas semanas. A Polícia Civil foi acionada e irá investigar o caso. 

Aneel soma 11 ataques a torres desde ato golpista de 8 de janeiro

A queda ocorreu em meio a uma série de atos de sabotagem e vandalismo contra torres de transmissão de energia, que estão sendo investigados pela Polícia Federal. Os ataques tiveram início logo após a invasão e depredação do Palácio do Planalto, Congresso Nacional e Supremo Tribunal Federal (STF) por bolsonaristas terroristas no dia 8 de janeiro, durante tentativa de golpe de estado. 

Segundo balanço divulgado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), foram 11 ataques verficados até o dia 25 de janeiro, com quatro torres derrubadas.

Fonte: CUT

MP-AL cobra fornecimento de fraldas geriátricas e suplementos em Maceió

O Ministério Público de Alagoas reuniu-se nesta segunda-feira (30) com representantes da Secretaria Municipal da Saúde de Maceió para tratar sobre irregularidades na distribuição de fraldas geriátricas aos usuários do SUS. Durante o encontro, a Pasta informou que recebeu remessa do material, garantindo a distribuição de fraldas para os próximos 15 dias. A SMS também informou ao MP que o Município está se articulando para a aquisição de mais fraldas para a outra quinzena.

A reunião se deu após reclamações de pacientes trazidas ao MP por representantes do grupo SOS Fraldas. De acordo com o promotor de Justiça Luciano Romero, o encontro com a Secretaria Municipal de Saúde foi positivo. A gestão municipal mostrou-se empenhada em adotar as medidas necessárias para solucionar a situação, pondera.

“Nós emitimos um ofício solicitando esclarecimentos à SMS. Porém, por conta da urgência da situação, decidimos também marcar uma reunião com a Pasta, que prontamente nos recebeu. No encontro, os gestores informaram que a Secretaria adquiriu fraldas para os próximos 15 dias e está em tratativas para a compra de mais material. Eles transpareceram empenho em resolver a questão”, afirmou Romero, que está à frente da 67ª Promotoria de Justiça.

Ainda foi tratada na reunião situação referente ao fornecimento de suplementos destinados a idosos. A Secretaria comprometeu-se a regularizar a questão em breve. Além do promotor Romero, participaram do encontro a secretária-adjunta de Gestão em Saúde, Roberta Borges; o coordenador-geral de Farmácia e Bioquímica, Paulo Anderson; a assessora especial jurídica Karine Freitas; e Rayanne Alves, voluntária na 67ª PJC.

Fonte: Ascom MP/AL

Território Yanomami: Lula manda cortar tráfego de aeronaves do garimpo

Presidente reuniu ministros e militares e montou uma força-tarefa para remover garimpeiros criminosos de região próxima às terras indígenas

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva vem trabalhando não só para intensificar as ações emergenciais em auxílio ao povo Yanomami de Roraima, bem como para adotar medidas mais duras contra os garimpeiros ilegais. O avanço do garimpo criminoso em áreas ao redor do território indígena, assim como o desmonte de políticas de saúde e falta de assistência por parte da administração de Jair Bolsonaro, culminaram em uma situação calamitosa, levando centenas de yanomami à morte, incluindo crianças, sendo que inúmeros estão internados e sofrendo com a desnutrição e outras doenças. 

Nesta segunda-feira (30), com o objetivo de estabelecer uma força-tarefa para expulsar garimpeiros da região, Lula se reuniu com os ministros da Casa Civil, Rui Costa; Justiça, Flávio Dino; Defesa, José Mucio; Povos Originários, Sônia Guajajara; Direitos Humanos, Silvio de Almeida; Minas e Energia, Alexandre Silveira; Relações Institucionais, Alexandre Padilha; o comandante da Aeronáutica, Marcelo Damasceno, com a presidenta da Funai Joenia Wapichana e com o secretário-executivo do Ministério da Saúde, Swedenberger Barbosa.

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva vem trabalhando não só para intensificar as ações emergenciais em auxílio ao povo Yanomami de Roraima, bem como para adotar medidas mais duras contra os garimpeiros ilegais. O avanço do garimpo criminoso em áreas ao redor do território indígena, assim como o desmonte de políticas de saúde e falta de assistência por parte da administração de Jair Bolsonaro, culminaram em uma situação calamitosa, levando centenas de yanomami à morte, incluindo crianças, sendo que inúmeros estão internados e sofrendo com a desnutrição e outras doenças. 

Nesta segunda-feira (30), com o objetivo de estabelecer uma força-tarefa para expulsar garimpeiros da região, Lula se reuniu com os ministros da Casa Civil, Rui Costa; Justiça, Flávio Dino; Defesa, José Mucio; Povos Originários, Sônia Guajajara; Direitos Humanos, Silvio de Almeida; Minas e Energia, Alexandre Silveira; Relações Institucionais, Alexandre Padilha; o comandante da Aeronáutica, Marcelo Damasceno, com a presidenta da Funai Joenia Wapichana e com o secretário-executivo do Ministério da Saúde, Swedenberger Barbosa.

Após a decretação de emergência de saúde pública, Lula criou o Comitê de Coordenação Nacional para discutir e adotar medidas em articulação entre os poderes para prestar atendimento a essa população. O plano de ação deve ser apresentado no prazo de 45 dias, e o comitê trabalhará por 90 dias, prazo que pode ser prorrogado.

O secretário de Saúde Indígena (Sesai) do Ministério da Saúde Weibe Tapeba, que ficou em Roraima e embarcou para Surucucu, disse que as equipes estavam fazendo uma verdadeira operação de guerra para resgatar os doentes.

Na primeira semana, ao menos mil indígenas foram resgatados e atendidos. Na segunda-feira (23), 12 profissionais da saúde, vinculados à Força Nacional do Sistema Único de Saúde (SUS), chegaram a Roraima para reforçar os atendimentos na Casa de Saúde Indígena (Casai), unidade que enfrentava superlotação: havia 715 indígenas internados, o dobro da capacidade de 300 vagas.

Fonte: Revista Fórum

Corrupção escancarada: TCU diz que obras na Educação de Bolsonaro custaram 14 vezes mais que o previsto!

Órgão fiscalizador acredita que houve crime ao se repassar dinheiro do FNDE para aliados e pede investigação da PF e do MPF. Entenda

O Tribunal de Contas da União (TCU) descobriu que o FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação) durante o governo de Jair Bolsonaro (PL) desprezou critérios técnicos e repassou R$ 8,8 bilhões para obras na área de Educação em inúmeros empenhos fracionados, o que representa um valor 14 vezes maior do que o previsto para o orçamento da área em 2021.

Tramitando sob sigilo, o relatório realizado pela área técnica do TCU, ao qual a Folha de S.Paulo teve acesso, entende que houve crime no repasse desses valores a aliados do ex-mandatário de extrema direita e solicita que o Ministério Público Federal (MPF) e a Polícia Federal (PF) abram uma investigação imediatamente.

O FNDE, que é ligado ao Ministério da Educação (MEC), diante das análises realizadas até agora pelo órgão de controle, teria realizado uma série de transferências irregulares para integrantes do centrão, o grupo de parlamentares fisiológicos que davam apoio a Bolsonaro. Os atos envolveriam também os ‘pastores do MEC’, o grupo de clérigos evangélicos que assumiu plenos poderes na pasta durante um período do governo anterior, sobretudo durante o tempo em que o pastor Milton Ribeiro, que chegou a ser preso, esteve à frente do ministério.

Afronta à lei de responsabilidade fiscal, aos princípios da moralidade e impessoalidade e às exigências da Lei de Diretrizes Orçamentárias são os crimes apontados pelo relatório do TCU, que agora quer diligências por parte do MPF e da PF para reunir elementos que apontem exatamente qual foi o caminho percorrido pela fortuna que saiu dos cofres públicos para ser entregue a esses aliados do antigo governo.

De acordo com o documento, 3.356 termos de compromisso entre o FNDE e prefeituras, relacionados a obras na área de Educação, foram firmados entre 2020 e maio de 2022, sendo a maioria deles, 3.047, datados de 2021. A somatória desses empenhos foi o que totalizou R$ 8.8 bilhões, ao passo que as dotações que foram liberadas para essa finalidade deveriam ser no máximo de R$ 506 milhões.

Fonte: Revista Fórum

“Você sabe por que que a gasolina tá cara?”, Lula explica em vídeo

“É porque esse Brasil tinha uma grande distribuidora chamada BR que foi privatizada”, explica

O ex-senador Roberto Requião resgatou uma entrevista do presidente Lula em que ele explica a alta dos preços dos combustíveis.

O vídeo começa com Lula indagando: “Você sabe por que que a gasolina tá cara? Você sabe por que o óleo diesel tá caro? Você sabe por que o gás tá caro?”.

Na sequência, Lula explica: “É porque esse Brasil tinha uma grande distribuidora chamada BR que foi privatizada e agora você tem mais de 400 empresas importando gasolina dos Estados Unidos ao preço de dólar quando nós temos autossuficiência e produzimos petróleo em reais”.

Fonte: Brasil 247

O vídeo é um trecho da entrevista de Lula à Rádio Itatiaia, em março do ano passado:

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