300 terroristas bolsonaristas foram presos em flagrante por invasão aos Poderes

Alvos serão autuados por crimes contra o estado democrático; 40 ônibus também foram apreendidos por terem deslocado terroristas para Brasília

Ao menos 300 pessoas foram presas por invadirem os prédios do Congresso, Planalto e Supremo Tribunal Federal (STF) neste domingo, informou a Polícia Civil. Todos os detidos são levados para a sede da Polícia Civil para serem identificados e ouvidos no inquérito que vai investigar os atos terroristas que culminaram na invasão e depredação de prédios públicos e na agressão a profissionais de imprensa.

Mais cedo, o ministro da Justiça Flávio Dino afirmou na noite deste domingo que cerca de 200 terroristas já foram presos em flagrante pelos atos de invasão aos Três Poderes. Disse ainda que cerca de 40 ônibus foram apreendidos por terem sido usados para deslocar os manifestantes de outros estados para Brasília.

De acordo com o ministro, esse número ainda pode crescer porque os detidos ainda estão sendo contabilizados. Mais cedo, a Polícia Civil do Distrito Federal havia estimado que cerca de 170 terroristas foram presos em flagrante.

— Temos aproximadamente 40 ônibus apreendidos. Porque esses ônibus são instrumento de perpetuação de crimes. Já identificamos todos os ônibus que se dirigiram a Brasília e todos os financiadores de tais ônibus — disse.

Os presos devem ser autuados por crimes contra o estado democrático, que preveem punição de prisão de quatro a doze anos. Quem é indiciado por esse crime fica detido e só poderá ser liberado após audiência de custódia.

Os detidos foram inicialmente conduzidos ao Departamento de Polícia Especializada da Polícia Civil, que vai lavrar os flagrantes. Depois, devem ser encaminhados ao Complexo Penitenciário da Papuda.

O GLOBO acompanhou o momento em que a Polícia Militar entrou no Palácio do Planalto para desocupar o prédio e prendeu os manifestantes que estavam lá dentro. Foram ao menos 20 pessoas presas no local. Eles foram revistados, para verificar se possuíam artefatos perigosos, e colocados em um ônibus da PM, que os encaminhou para uma delegacia.

Fonte: Exame

Acampamento bolsonarista em Brasília é desmontado

Os acampamentos golpistas, que já duram dois meses, deverão ser desmobilizados não apenas na capital federal, mas em todas as cidades do país. Terroristas não reagem em Brasília e, segundo o interventor Ricardo Cappelli, eles serão levados para a superintendência da PF para identificação

O acampamento bolsonarista instalado há dois meses no Quartel-General do Exército, em Brasília, começou a ser desmontado na manhã desta segunda-feira (9). Após os atos terroristas de ontem, a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) e o Exército cercaram o local mais cedo para cumprir decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, que, já na madrugada de hoje, determinou o imediato desmonte das instalações. 

De acordo com o magistrado, nada justifica a existência desses acampamentos que ainda são amplamente financiados e, segundo ele, contam com a complacência de autoridades civis e militares. Embora eles estejam em “total subversão ao necessário respeito à Constituição federal”, destacou Moraes. Os extremistas estavam acampados desde o fim do segundo turno, em outubro – que garantiu a vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) – não só em Brasília, mas em outras cidades do país. A ordem agora é para que todos os acampamentos sejam desmobilizados. 

Na capital federal, por volta das 8h30, o local já estavam bem esvaziado. Parte dos bolsonaristas ainda desmontavam as barracas, enquanto outras apenas retiravam seus pertences. Havia muito lixo no local. Segundo informações da GloboNews, o secretário-executivo do Ministério da Justiça, Ricardo Cappelli, acompanha a operação no local. 

Triagem na PF

Escolhido interventor pelo ministro da Justiça, Flávio Dino (PSB), após omissão do governador Ibaneis Rocha (MDB), Cappelli ressaltou que, além da desmobilização do acampamento, a ordem é também para que a polícia identifique e prenda os criminosos. De acordo com o interventor, eles serão levados para a Superintendência da Polícia Federal em Brasília para que sejam identificados ainda quem está financiando essa estrutura.

Até as 9h20, cerca de 40 ônibus deixaram a região em direção à PF, levando radicais bolsonaristas que deverão passar uma triagem. A estimativa é que, ao todo, já sejam 1.200 pessoas. O portal UOL reportou, contudo, que uma parte dos bolsonaristas saiu sem ser importunada, mesmo com a área cercada por centenas de viaturas e milhares de homens das forças de segurança. Por outro lado, os extremistas não mostraram disposição em resistir a ordem de desmobilização dos acampamentos. 

Na mesma decisão, o ministro do STF também determinou a verificação nos hotéis da capital federal, onde estariam os financiadores da tentativa de golpe neste domingo. Moraes também ordenou que a Polícia Rodoviária Federal atue para impedir que novos manifestantes cheguem em Brasília até o dia 31, quando termina o período de intervenção federal. 

Desmobilização pelo país

O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PSD), já confirmou que o acampamento golpista montado em frente ao Palácio Duque de Caxias, no centro da cidade, será desmontado até o final da noite de hoje. “Estou em contato com os militares do Exército e com o governador para essa ação conjunta”, disse Paes ao colunista Chico Alves do UOL

O Ministério Público do Pará (MPF) também pediu ao governo estadual e à PF a desmobilização urgente de radicais em frente a quartéis, como em Belém. No estado, de acordo com a PRF, bolsonaristas também bloquearam pontos da rodovia federal de Novo Progresso. Também foram identificadas intervenções antidemocráticas em Matupá (MT) e na Marginal Tietê, na cidade de São Paulo, que chegou a ser fechada [por bolsonaristas. 

Canais de denúncia

O Ministério da Justiça e Segurança Público criou, nesta segunda, um e-mail específico para que a população possa denunciar e repassar informações sobre os terroristas que cometeram atos de vandalismo na Esplanada dos Ministérios neste domingo. Além de reivindicarem um golpe de estado, o que é crime no Brasil, os bolsonaristas depredaram patrimônio histórico da humanidade assim classificado pela Unesco, em todos os prédios da Praça dos Três Poderes. 

  • As informações poderão ser enviadas para denuncia@mj.gov.br. A Procuradoria-Geral da República divulgou que abrirá canal para receber imagens e denúncias que ajudem na identificação dos extremistas que participaram dos atos golpistas. O presidente da Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR), Ubiratan Cazetta, afirmou que há uma atuação coordenada para identificar quem participou, financiou ou interveio de alguma forma no ataque deste domingo. 

“Temos que ter claramente uma resposta à sociedade. Não é possível que se veja esse tipo de vandalismo, esses atos de selvageria que aconteceram no Supremo Tribunal Federal, no Congresso Nacional e na Presidência da República como algo normal. isso não é protesto. Na democracia protesta-se vigiando o governo que eventual não se elegeu ou não teve o seu voto”, condenou Cazetta na GloboNews. 

Redação: Clara Assunção – Edição: Helder Lima

Fonte: Rede Brasil Atual

Dono do restaurante Maria Gorda participa de ato terrorista em Brasília

Terroristas invadiram e depredaram os prédios do Congresso Nacional, do Planalto do Alvorada e do Supremo Tribunal Federal na tarde de hoje, 08/01. Nesse movimento de radicais bolsonaristas, se destaca a participação do empresário alagoano e dono do restaurante Maria Gorda.

O empresário que é bolsonarista declarado está participando ativamente da invasão criminosa em Brasília. Em suas redes sociais, o empresário se vangloria do terrorismo promovido pelos seus comparsas em Brasília.

Cabe agora aos poderes constituídos, uma vez identificado um dos lideres do vandalismo tomar as devidas providências.

Bolsonaristas radicais depredam DF

Sem resistência da polícia, manifestantes invadiram o Congresso Nacional, o Palácio do Planalto e o STF

Bolsonaristas radicais invadiram e depredaram instalações do Congresso Nacional, do Palácio do Planalto e o do Supremo Tribunal Federal neste domingo (8), após entrar em confronto com a Polícia Militar na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, os participantes de atos antidemocráticos sem resistência avançaram em direção aos prédios dos três poderes.

Aos gritos de “faxina geral”, um grande grupo de bolsonaristas invadiu a Esplanada dos Ministérios. Alguns estão, inclusive, protegidos com máscaras de gás.

Início da invasão

Parte dos extremistas seguem à região central da capital da República com pedaços de pau na mão. Enquanto desciam pelo Eixo Monumental, sentido Rodoviária, algumas pessoas jogaram garrafas de água em um carro, no qual o motorista buzinou e fez o sinal do “L”, referência ao chefe do Executivo Federal.

Policiais militares tentaram conter os bolsonaristas com uso de spray de pimenta, no entanto, eles invadiram a área de contenção que cercava o Congresso Nacional. Imagens do local mostram que um veículo da Força Nacional caiu no espelho d’água do monumento.

No local, há pontos com fumaça. Além disso, vidraças do monumento foram quebradas. Os bolsonaristas radicais alcançaram o Salão Verde da Câmara dos Deputados, área que dá acesso ao plenário da Casa.

Os policiais também usaram bombas de efeito moral na tentativa de conter os participantes do ato antidemocrático. Até a última atualização desta publicação, a Polícia Militar ainda não havia se manifestado sobre a invasão.

O ex-ministro da Justiça e atual secretário de Segurança Pública do DF, Anderson Torres, disse que determinou que o setor de operações da pasta tome “providências imediatas para o restabelecimento da ordem no centro de Brasília. “Cenas lamentáveis agora na Esplanada dos Ministérios”, afirmou.

Após a ivnasão, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco disse em uma rede social que em uma conversa por telefone, o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), afirmou que “está concentrando os esforços de todo o aparato policial, no sentido de controlar a situação”. Pacheco disse ainda que repudia os atos antidemocráticos e que eles devem “sofrer o rigor da lei com urgência”.

Fonte: redação com G1 e Metrópoles

Funcionários do Hospital Regional de Arapiraca protestam contra salários atrasados

Na manhã desta sexta-feira (06) a Rua São Francisco, principal via de acesso ao Centro de Arapiraca, foi ocupada por funcionários do Hospital Regional de Arapiraca (HRA). Com cartazes e apitaço eles tentavam chamar a atenção da sociedade e de orgãos públicos, sobre a caótica situação salarial que eles estão vivendo.

Os funcinários denunciam que estão com quatro meses de salários atrasados além do 13º. A situação está insustentável. Muitos deles estão dependendo de outros parentes para comprar alimentos para os filhos. Outros estão endividados sem poder cumprir os compromissos financeiros.

Portal 7Segundos entrou em contato com a assessoria de comunicação do Hospital Regional e foi informado que o atraso salarial ocorre porque a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) está há cinco meses sem repasser os recursos de convênios estabelecidos com o Hospital Regional.

Ainda segundo a assessoria, pelo menos três convênios dos programas Provida, Promater e Mais Saúde estão com repasses atrasados que somam o valor de quase R$ 8 milhões.

Segundo dirigentes do HRA, este dinheiro seria para quitar as folhas salariais atrasadas e garantir melhorias na própria unidade.

A redação do 7Segundos também tentou entrar em contato com a Sesau mas não obteve êxito. 

Fonte: 7 Segundos

Coletes amarelos voltam às ruas na França para barrar reforma da previdência de Macron

A reforma é rejeitada por dois terços da população

Após o presidente da França, Emmanuel Macron, prometer aprovar, até o mês de julho, uma reforma da previdência, o movimento coletes amarelos prometeu resistência nas ruas.

Embora os detalhes sobre o projeto previdenciário de Macron devam ser divulgados na próxima semana, a imprensa francesa aponta que a reforma aumentará a idade mínima de aposentadoria, dos atuais 62 anos para 64 ou 65 anos.Playvolume

A reforma, que é rejeitada por dois terços da população e diversas organizações sindicais de trabalhadores do país, sinaliza meses de protestos pela frente, escreve a Rádio França Internacional.

A primeira manifestação dos coletes amarelos ocorrerá neste sábado (7), em protesto, também, contra o aumento dos custos da energia, dos combustíveis e da inflação. Chamados para passeatas em Paris e outras cidades francesas estão sendo mobilizados nas redes sociais.

Segundo a imprensa francesa, “a rejeição massiva dos franceses à reforma da previdência tem múltiplas razões”, como as condições de vida mais difíceis ante ao crescimento progressivo da inflação.

O principal argumento de resistência à reforma é a dificuldade de manter o emprego depois dos 55 anos. O próprio Ministério do Trabalho admite que só a metade das pessoas na faixa etária de 55 a 64 anos permanece empregada na França.

Para contornar a situação, o ministro do Trabalho, Olivier Dussopt, cogitou obrigar as empresas a publicar anualmente o número de pessoas que mantêm empregadas com mais de 55 anos.

Diversas cidades francesas, assim como o Reino Unido, conviveram com greves nos últimos meses. Em dezembro, os ferroviários de Paris paralisaram atividades no fim de semana do Natal.

Fonte: Brasil 247

‘Sem anistia’: senadores querem punição de Bolsonaro por crimes na pandemia

Senadores que participaram da CPI da Covid e foram da cúpula do colegiado decidiram voltar a dar andamento às denúncias contra Jair Bolsonaro pelos crimes denunciados no período de seu governo na gestão da pandemia. A Procuradoria-Geral da República, comandada por Augusto Aras, recebeu o relatório final da comissão no final de 2021, mas nada fez. Agora que deixou a Presidência da República, Bolsonaro não tem mais foro privilegiado e passar a estar sujeito aos trâmites e instâncias da Justiça comuns a qualquer cidadão.

Neste sentido, os parlamentares acionaram a Advocacia do Senado para fazer uma “radiografia” dos processos instaurados após a apresentação do relatório final. A ideia é juntar todos os documentos que consideram provas de crimes de Bolsonaro no auge da pandemia. 

“Tomei a iniciativa de mobilizar os colegas senadores da CPI da Covid e vamos reunir as provas dos crimes cometidos por Bolsonaro, que não tem mais como se esconder por trás do foro privilegiado”, disse o senador Humberto Costa (PT-PE) nas redes sociais.

O relatório final, do senador Renan Calheiros (MDB-AL), acusou formalmente Jair Bolsonaro de nove crimes cometidos na pandemias:

  • prevaricação;
  • charlatanismo;
  • epidemia com resultado morte;
  • infração a medidas sanitárias preventivas;
  • emprego irregular de verba pública;
  • incitação ao crime;
  • falsificação de documentos particulares;
  • crime de responsabilidade e crimes contra a humanidade.

“Sem anistia: pela não repetição”

A tentativa de fazer andar as denúncias são de certa maneira uma resposta aos pedidos de cidadãos  que entoam o coro “sem anistia” desde domingo, o dia da posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em referência ao ex-presidente da República.

Em artigo no site Jota nesta quinta-feira (5), o advogado em direitos humanos Flávio de Leão Bastos Pereira defende que “os crimes do governo brasileiro entre 2019 e 2022 devem ser investigados e punidos”. Segundo ele, “a forma pela qual o país lidou com o fim do período ditatorial confirmou (…) que a realização da Justiça não é negociável após o fim de períodos traumáticos e de ruptura”.

Ele lembra que, no sentido inverso de seus vizinhos, especialmente a Argentina, “o Brasil não puniu seus torturadores”. No artigo, intitulado “Sem anistia: pela não repetição”, ele elenca os inúmeros motivos pelos quais os crimes de Bolsonaro não podem ser esquecidos.

Por exemplo: quando o general Eduardo Pazuello assumiu o Ministério da Saúde, em setembro de 2020, o Brasil tinha cerca de 133 mil mortos pela covid-19. Quando deixou a pasta, em março de 2021, os mortos eram 279.602.

“Medidas de um biopoder letal”

Bolsonaro também perseguiu povos indígenas, e, com “medidas própria de um biopoder letal”, armou a população e destruiu a cultura; estimulou grupos extremistas que bloquearam estradas e vandalizaram Brasília.

O governo já extinto do ex-capitão “buscou destruir a democracia, suas instituições” e “militarizou a administração pública com nomes absolutamente incompetentes para o enfrentamento de desafios gravíssimos”.  Também estimulou o racismo e o genocídio estruturais, o que tem “clara conexão com os passados de escravidão e de ditadura militar”.

Segundo Pereira, “não é possível pensarmos em um futuro seguro para as próximas gerações de brasileiras(os) se nosso passado, remoto e recente, não for enfrentado e compreendido em suas causas e consequências”.

Fonte: Rede Brasil Atual

Amazon anuncia demissão de 18 mil trabalhadores em sua operação mundial

O plano de redução de pessoal é o maior entre os recentes anúncios de cortes de empregos que afetam o setor de tecnologia dos Estados Unidos

A Amazon anunciou ontem (4) que cortará mais de 18.000 empregos de sua força de trabalho, incluindo alguns na Europa, e justificou a decisão pelo contexto de uma “economia incerta” e pelo fato de a gigante do varejo online ter contratado rapidamente durante a pandemia da covid-19.

“Entre as reduções que efetuamos em novembro e as que compartilhamos hoje, planejamos eliminar pouco mais de 18.000 postos”, declarou o CEO do grupo americano, Andy Jassy, em comunicado enviado aos funcionários. Ele informou que a diretoria da empresa estava “profundamente ciente de que esses cortes de empregos são difíceis para as pessoas e não tomamos essas decisões levianamente”.

“Estamos trabalhando para apoiar os afetados e oferecer a eles pacotes que incluem indenização, seguro de saúde temporário e ajuda externa para encontrar trabalho”, acrescentou.

O plano de redução de pessoal é o maior entre os recentes anúncios de cortes de empregos que afetam o setor de tecnologia dos Estados Unidos. É também o plano mais severo da história da empresa com sede em Seattle.

Algumas das demissões ocorrerão na Europa, segundo Jassy, que acrescentou que os trabalhadores afetados serão informados a partir de 18 de janeiro da demissão.

O anúncio repentino, observou Jassy, estava sendo feito, porque “um de nossos colegas de equipe vazou essa informação externamente”. A empresa já havia anunciado seus planos para cortar cerca de 10.000 empregos em novembro.

No final de setembro de 2022, o grupo contava com 1,54 milhão de colaboradores em todo mundo, excluindo-se os sazonais que trabalham em períodos de maior atividade, sobretudo nas festas de fim de ano.

Durante a pandemia, a empresa fez grandes contratações para atender à demanda, dobrando sua equipe global entre 2020 e 2022.

Hoje, grandes plataformas do setor de tecnologia — muitas com modelos de negócios baseados em publicidade — enfrentam cortes orçamentários e anunciantes que reduzem seus gastos diante do aumento da inflação e dos juros. É o caso da Meta, por exemplo, controladora do Facebook, que anunciou em novembro o corte de 11.000 empregos, o que corresponde a algo em torno de 13% da sua força de trabalho.

Já o Twitter, comprado em outubro pelo bilionário Elon Musk, demitiu cerca de metade de seus 7.500 funcionários, enquanto o Snapchat cortou aproximadamente 20% de seus funcionários em agosto, o equivalente a 1.200 pessoas.

Fonte: Rede Brasil Atual

Empresário de filho de Bolsonaro, é preso por tráfico de armas

Maciel Carvalho, que se apresentava como advogado e ex-pastor, teria usado documentos falsos para importar arsenal. Ele é “coach” e instrutor de tiros de Jair Renan e de Ana Cristina Valle, ex de Bolsonaro.

Empresário de Jair Renan Bolsonaro, filho 04 do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), o influenciador digital Maciel Carvalho, de 41 anos, foi preso na manhã desta quinta-feira (5) pela Polícia Civil do Distrito Federal em investigação contra o tráfico de armamentos.

Carvalho, que tem mais de 426 mil seguidores no Instagram em perfil voltado para divulgação do armamentismo, é o principal alvo da   Operação Falso Coach e deve ser indiciado por posse, porte e comércio ilegal de armas de fogo.

O empresário de Jair Renan foi preso em Águas Claras e é suspeito de usar documentos falsos para comprar um arsenal. 

Carvalho acompanhou o filho de Bolsonaro em uma entrevista a Rodrigo Rangel, do portal Metrópoles, em julho do ano passado. Na ocasião, ele se apresentou como advogado, ex-pastor, além de empresário e instrutor de tiro de Jair Renan.

Mãe de Jair Renan, Ana Cristina Siqueira Valle também teve aulas de tiros com Carvalho, que também se apresenta como “coach”.

Com informações do site Metrópoles.

Fonte: Revista Fórum

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