Alagoas é o Estado dos banguelas: 214 mil vivem sem nenhum dente

Conforme última pesquisa nacional feita pelo IBGE, problema acomete 214 mil alagoanos acima de 18 anos

Por Luciana Beder – Colaboradora com Tribuna Independente

De acordo com a última Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 214 mil alagoanos com 18 anos ou mais vivem sem nenhum dente. Na capital alagoana, são 46 mil pessoas sem nenhum dente.

O cirurgião dentista Marcelo Veneziano contou que, em seu consultório, a maioria dos pacientes que usam próteses dentárias são idosos. “A maioria dos implantes que coloco são em idosos. Acredito que os genitores das novas gerações se preocupam mais com a saúde bucal e as pessoas, hoje, têm mais acesso ao dentista, devido ao grande número de profissionais, em virtude do número de cursos e faculdades”, afirmou.

Para Veneziano, atividades em escolas ensinando os alunos a cuidarem dos dentes são uma ótima forma de prevenir problemas bucais e dentários. “Acredito que a prevenção poderia ser na escola, como se fazia antigamente. Evitaria muitos problemas como as cáries e outras doenças periodontais que podem levar à perda dos dentes”, disse.

O aposentado Noberto do Carmo perdeu nove dentes ao longo da vida. Para ficar com um sorriso bonito, ele optou pela prótese dentária. “Minha mãe tinha cinco filhos, trabalhava, não tinha tempo de cuidar da nossa saúde bucal. Aí foi criando cárie e eu fui perdendo quando adulto, com uns 20 e poucos anos. Depois, coloquei as próteses, fui tratando e sempre estou fazendo limpeza”, contou.

A aposentada Ana Alves também perdeu alguns dentes porque, segundo ela, antigamente se extraia por qualquer motivo. “Já perdi alguns. Hoje em dia, cuido mais, vou ao dentista.

Antigamente, quando a gente ia pro dentista, ele extraia logo. Qualquer problema extraia e assim fui perdendo os dentes”, afirmou.

A dona de casa Marinete da Silva extraiu três dentes, mas não optou pela prótese. “Não uso prótese. Os dentes ficaram ruins e tive que extrair. Hoje, tenho cuidado, escovo com frequência e uso fio dental para não acontecer isso com os outros”, disse.

A comerciante Elza Monteiro perdeu seis dentes, mas optou por colocar a prótese apenas nos dentes superiores. “Já extrai seis dentes. Eles estavam muito estragados, não tinha mais jeito, aí tive que extrair. Coloquei prótese apenas nos de cima, já que os de baixo não aparecem”, afirmou.

Fonte: Tribuna Independente

Cerca de 8 mil pessoas morreram em terremoto na Turquia e na Síria

A contagem oficial de mortos por conta do maior terremoto em 80 anos na Turquia e na Síria, na madrugada de segunda-feira (6), subiu nesta terça-feira (7) para pelo menos 7.794.

Mais de 40 horas após o tremor, que durou um minuto e meio e abalou fortemente a região central da Turquia e o noroeste da Síria, milhares de pessoas ainda estão sendo resgatadas, e outras milhares seguem desaparecidas.

O número total de mortos leva em conta as contagens dos dois países. Na tarde desta terça-feira, o número de mortos na Turquia aumentou para 5.894. Na Síria, o balanço de mortos é de mais de 1.900. Os dados foram compilados pelos governos dos países e por grupos de resgate.

  • O terremoto ocorreu na madrugada de segunda-feira (6) no povoado de Kahramanmaras, no sudoeste da Turquia, perto da fronteira com a Síria.
  • raio de alcance do tremor foi de 250 quilômetros e, portanto, foi fortemente sentido em centenas de municípios e cidades dos dois países.
  • O epicentro ocorreu a 10 quilômetros da superfície — esta é uma profundidade considerada baixa e pode explicar, em parte, o tamanho da destruição provocada.
  • O tremor também foi sentido em Israel, no Iraque, no Chipre e no Líbano. Não há registro de vítimas ou feridos nesses países.
  • Foi o pior terremoto desde 1939 na região, muito propensa ao fenômeno por ser uma área de encontro de placas tectônicas.
  • Cerca de 90 réplicas também foram registradas após o primeiro tremor.
  • Segundo o último balanço do governo turco, 5.894 pessoas morreram na Turquia.
  • Na Síria, foram 1.900 mortos, segundo levantamento do governo e da ONU.
  • A OMS afirmou que o número de vítimas pode ser até oito vezes maior.
  • Mais de 10 mil pessoas ficaram feridas, e milhares ainda estão desaparecidas.
  • Segundo o governo turco, mais de 70 países já anunciaram que enviarão ajuda humanitária e equipes de busca, entre eles EUA, Reino Unido e Alemanha.
  • Fonte: G1

Professores indígenas ocupam secretaria contra exonerações e cobram salário de janeiro

Na manhã desta segunda-feira (06), lideranças de cinco etnias indígenas se reuniram em frente à Secretaria de Estado da Educação (Seduc) e protestaram contra a demissão de professores e funcionários indígenas que trabalhavam como contratados pelo Estado e foram exonerados no final de dezembro de 2022.

De acordo com uma das lideranças, Gecinaldo Xukuru-Kariri, estiveram presentes à mobilização representantes dos povos Wassu Kokal, de Joaquim Gomes, Xucuru-Kariri, de Palmeira dos índios, Karapotó Plak-ô, de São Sebastião, Tingui-Botó, de Feira Grande, Aconã, de Traipu, e Kariri-Xokó, de Porto Real do Colégio.

Ainda segundo o líder foi realizada uma reunião com o secretário da educação Marcius Beltrão, na qual foi feita uma proposta de renovação dos vínculos dos indígenas exonerados, bem como o pagamento do salário referente ao mês de janeiro de 2023.

Fonte: Mídia Caeté

Sindicato dos Urbanitários discute reestatização da Eletrobras em planejamento estratégico

O Sindicato dos Urbanitários realizou seu Planejamento Estratégico para o período de 2023 a fevereiro de 2024, durante os dias 03 e 04 de fevereiro, na cidade de União dos Palmares, onde a diretoria colegiada da entidade discutiu, avaliou e construiu uma matriz operacional que deverá direcionar as ações nos próximos meses.

Durante o planejamento, foi discutido a luta pela reestatização da Eletrobras, empresa estratégica para o desenvolvimento nacional e também da necessidade de rever o marco regulatório do saneamento. Os sindicalistas esperam que no governo Lula essas demandas possam ser atendidas.

O planejamento foi coordenado pela assistente social Marluce Pereira, ex-diretora do Sindicato e ex-trabalhadora da CASAL, que atuou como facilitadora do evento.

As atividades contaram com uma programação que se iniciou com a definição dos eixos do planejamento e a construção da matriz operacional, realizada através de grupos de trabalho.

Foi realizada ainda uma análise de conjuntura, com o professor Luiz Gomes, visando antecipar cenários futuros e ações a serem desenvolvidas para cada situação.

Ao final foi realizada uma avaliação do planejamento e as expectativas levantadas.

Redação com Ascom Urbanitários

Estudantes de escolas estaduais não sabem quando o ano letivo de 2023 vai começar

Mais de 100 mil alunos da rede estadual de educação de Alagoas não sabem quando quando o ano letivo de 2023 vai começar. As aulas deveriam ter retornado hoje, 06/02. A confusão toda começou quando o secretário Marcius Beltrão decidiu romper os contratos com os professores contratados (monitores) para não pagar o salário de janeiro.

A partir daí se estabeleceu o caos. Muitos professores tinham contratos de 2017 que vinham sendo renovados automaticamente e outros com contrato de 2021 com vigência até dezembro de 2023. Mesmo assim, o governo de Alagoas optou por demitir todos e contratar de forma mais barata: de fevereiro a dezembro para não pagar janeiro, mês de férias coletivas da categoria. O próprio secretário admitiu que se os professores quiserem receber janeiro “que der reforço aos alunos”.

Com isso, os novos contratos terão que passar por um processo seletivo que poderá demorar meses, enquanto isso os alunos ficam no prejuízo. Quem vai reparar os danos provocados aos alunos da rede estadual que irão fazer Enem esse ano?

Com a palavra o secretário de educação e o governador do estado.

PM de SP mata 61% menos após instalação de câmeras corporais

As mortes causadas por policiais militares em serviço em 2022 caíram para o menor patamar desde 2001 em São Paulo, segundo dados da Secretaria de Segurança Pública. Em relação há dois anos, a redução é de 61%, quando as câmeras corporais começaram a ser instaladas nos policiais. Com informações da CNN.

As principais razões para a queda da letalidade policial é o uso das câmeras, aquisição de mais armas não letais e a criação de órgãos de fiscalização de conduta dos agentes.

Acopladas às fardas, as câmeras gravam imagens das atividades policiais em tempo real e transmitem os dados para uma central. Segundo a Secretaria de Segurança Pública, “todas as abordagens, fiscalizações, buscas, varreduras, acidentes e demais interações com o público” são registradas automaticamente.

De acordo com dados oficiais, 256 pessoas foram mortas por policiais em serviço no ano passado, sendo o menor número de vítimas das últimas duas décadas. Em 2021, foram relatados 423 casos. Em 2020, havia ficado em 659 mortes.

Fonte: DCM

Governo Paulo Dantas exonera professores indígenas

Apoinme Brasil denuncia descaso com a educação indígena em Alagoas

Professores indígenas e demais profissionais da área no estado de Alagoas que são contratados pela SEDUC (Secretaria de Educação do Estado de Alagoas), são surpreendidos nessa última terça-feira(31) por publicação de lista com nomes para exoneração dos cargos sem consulta ou aviso prévio pelo governo de Alagoas.

Segundo informações os profissionais da educação escolar indígena que realizaram processo seletivo no ano de 2021 foram exonerados no mês dezembro, tendo o pagamento de janeiro suspenso.

Sendo que dentro do edital previa no mínimo 24 messes no exercício. As escolas indígenas são composta por servidores contratados pela SEDUC de Alagoas desde de 2002, dessa forma toda organização da escola é realizada por monitores que mesmo no período de férias ainda trabalham principalmente no apoio administrativo, pedagógico que no período de férias organizam o ano letivo e preparam a prestação de contas relacionadas ao financeiro.
Os profissionais se unem e solicitam por alguma resposta dos órgãos competentes.

Por Comunicação APOINME

Denúncias do senador Marcos do Val tinha como objetivo afastar Moraes de inquéritos

O senador Marcos do Val (podemos) apresentou várias e contraditórias versões sobre o golpe teria sido apresentado pelo ex-deputado Daniel Silveira numa reunião com a presença do então presidente Jair Bolsonaro. Depois das versões apresentadas, o que fica claro é a manobra do senador é afastar o ministro Alexandre de Moraes do comando de inquéritos que investigam o ex-presidente Bolsonaro e sua apoiadores mais próximos.

Sobre esse caso, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, esclareceu no dia 03/02 que o senador Marcos do Val o procurou para revelar a existência de um suposto plano para constranger o ministro e, assim, impedi-lo de seguir à frente das investigações que apuram a divulgação de notícias falsas (fake news) e os ataques a ministros da Corte.

“Assim como inúmeros parlamentares, ele [do Val] solicitou uma audiência. Eu o recebi no salão branco e o que ele me disse foi que o deputado Daniel Silveira o teria procurado e ele teria [então] participado de uma reunião com o [ex-]presidente da República [Jair Bolsonaro]”, disse Moraes ao participar, por vídeo, de um evento realizado pela Lide, em Lisboa.

Segundo o ministro, do Val contou que Silveira e outras pessoas próximas a Bolsonaro planejavam delegar a alguém em quem Moraes confiasse a missão de gravar uma conversa com o ministro, tentando obter algo comprometedor. O senador do Val seria esta pessoa, ainda que Moraes garanta que os dois não são próximos, só tendo estado juntos em três ocasiões.

“A ideia genial que tiveram foi colocar uma escuta no senador [do Val] para que ele, que não tem nenhuma intimidade comigo, me gravasse para que, com isso, pudessem solicitar a minha retirada da presidência dos inquéritos”, acrescentou Moraes.

“Indaguei ao senador se ele reafirmaria isso e colocaria no papel [pois, desta forma] eu tomaria seu depoimento imediatamente. Ele me disse que, infelizmente, não poderia confirmar [o relato oficialmente]. Então, me levantei, me despedi e agradeci a presença do senador. Porque, para mim, o que não é oficial não existe”, continuou o ministro.

Apesar da recusa inicial, o senador acabou por revelar a história à revista Veja – que a transformou na matéria de capa da edição que circula a partir de hoje. Antes que a revista chegasse às bancas, do Val falou sobre o assunto em uma transmissão ao vivo, em seu perfil no Instagram. Durante alive, ele chegou inclusive a anunciar que planejava deixar a atuação político partidária.

Diante da repercussão das declarações de do Val, o próprio ministro Alexandre de Moraes determinou que a Polícia Federal colhesse seu depoimento – o que foi feito ontem (2). Hoje, Moraes disse que “tudo ainda está sendo apurado”, mas ridicularizou o suposto plano para constrangê-lo.

“Esta tentativa de uma operação tabajara mostra exatamente o quão ridículo chegamos na tentativa de um golpe”, comentou o ministro.

Fonte: Redação com Agência Brasil

MP investiga vereadores de Palmeira dos Índios por compra de gasolina na pandemia suficiente para dar 14 voltas no globo terrestre

O Ministério Público está investigando o uso de verba indenizatória para a aquisição de combustível pelos vereadores. O esquema que foi constatado pelo MP estadual mostra que os edis palmeirenses utilizaram desse expediente durante a pandemia de covid-19 quando as atividades presenciais estavam suspensas e algumas sessões ocorreram de forma remota. Só no ano de 2021 cada vereador recebeu em média a quantia de R$21.600 (vinte e um mil e seiscentos Reais) para abastecer o tanque de seus veículos. O total do botim naquele ano foi de R$ 324.000,00 (trezentos e vinte quatro mil Reais) o equivalente a 57.402 litros de gasolina à época. Esse número daria num carro médio que perfaz 10 quilômetros com um litro de gasolina um total de 574200 quilômetros, ou seja, um pouco mais de 14 voltas inteiras na terra.

Fonte: Tribuna do Sertão

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