Estado genocida de Israel já provocou a saída de quase 450 mil palestinos de Rafah

População civil palestina tenta desesperadamente escapar do genocídio

Quase 450 mil palestinos fugiram da cidade de Rafah, no sul da Faixa de Gaza, para escapar da ofensiva terrestre israelense, iniciada há nove dias, denunciou nesta terça-feira (14)a ONU.

“Ruas vazias em Rafah enquanto as famílias continuam a fugir em busca de segurança”, observou a Agência das Nações Unidas de Assistência e Obras para os Refugiados da Palestina no Médio Oriente (Unrwa) no seu relato na rede social X.

As pessoas enfrentam constante exaustão, fome e medo. Nenhum lugar é seguro. Um cessar-fogo imediato é a única esperança, disse ele.

Na mesma rede social, a porta-voz da UNRWA, Louise Wateridge, denunciou recentemente o êxodo dos palestinos.

“As famílias deslocaram-se o mais para oeste possível, chegando agora à costa e ao longo da praia”, explicou.

Hoje fui acordada pelo bombardeio da Marinha, o interior de Rafah é hoje uma cidade fantasma. É difícil acreditar que há apenas uma semana houvesse mais de um milhão de pessoas abrigadas aqui, frisou.

Na segunda-feira, Wateridge criticou as reivindicações israelenses sobre a criação de zonas seguras para acolher os cidadãos que abandonam aquela cidade numa entrevista ao canal de televisão americano NBC.

“Não quero ouvir ninguém me dizer que existe um lugar seguro em Gaza porque não existe. “Onde está essa segurança?”, disse.

O comissário geral da UNRWA, Philippe Lazzarini, também questionou os ataques militares e o êxodo da população civil.

“As autoridades israelitas continuam a emitir ordens de deslocação forçada (…) o que está a forçar as pessoas em Rafah a fugir para qualquer lugar e para todo o lado”, lamentou.

Há nove dias, as tropas israelitas ocuparam a passagem fronteiriça com o mesmo nome, que durante os últimos sete meses representou a única porta de entrada para Gaza para alimentos, medicamentos e combustível.

O Exército cortou então a cidade em duas como parte da sua ofensiva contra o Hamas, no meio de duras críticas internacionais sobre os receios de um massacre em grande escala entre a população civil.

Fonte: Prensa Latina

MP quer que TCU faça “pente-fino” nas mudanças de leis ambientais da gestão Leite

O Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União solicitou que a Corte conduza uma análise detalhada das alterações legislativas ambientais realizadas pelo governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), nos últimos anos, que possam ter contribuído para a atual catástrofe no estado.

Nas últimas semanas, mais de 147 pessoas perderam a vida devido às intensas tempestades. As inundações afetaram várias cidades em diferentes regiões, causando danos às estradas e impactando a vida de pelo menos 2,1 milhões de habitantes gaúchos.

O pedido, assinado pelo subprocurador-geral Lucas Rocha Furtado, foi encaminhado à presidência do TCU em 13 de maio. Se aceito, a investigação solicitada pelo representante do MP será incluída nas já existentes dentro do Programa Recupera RS, criado para supervisionar os esforços de recuperação do estado.

No documento, são mencionadas várias medidas adotadas por Leite que resultaram no afrouxamento de mais de 500 pontos do Código Ambiental gaúcho apenas em 2019, seu primeiro ano de mandato, alegadamente visando favorecer o ambiente de negócios. Na época, as modificações foram referidas pelo governador como “modernizações” da legislação.

Foi durante este período que o governador implementou a ideia do ‘autolicenciamento’. Na prática, isso significa que um empresário que pretende construir em uma área ambiental preenche uma declaração garantindo que está cumprindo todos os requisitos ambientais. Menos de 48 horas depois, ele recebe a aprovação do governo estadual.

Furtado questiona: “Legislações ambientais não devem ser flexibilizadas em troca de supostos benefícios econômicos. Certamente, as exportações do agronegócio do Rio Grande do Sul estavam em alta devido às mudanças legislativas. Mas a que custo?”.

Além disso, o subprocurador-geral insta o TCU a colaborar com o Congresso Nacional para avaliar os possíveis impactos ambientais de 25 projetos de lei e três propostas de emenda à Constituição identificadas pelo Observatório do Clima como potencialmente ampliadoras da destruição ambiental no país.

Aqui estão as propostas em tramitação no Congresso que, segundo Furtado, buscam “minar os direitos socioambientais”:

Flexibilização do Código Florestal e de outras normas de proteção da vegetação nativa:

PL 364/2019 – Elimina a proteção de todos os campos nativos e outras formações não florestais.
PL 3334/2023 – Possibilita a redução da reserva legal na Amazônia.
PL 2374/2020 – Oferece anistia para desmatadores.
PL 1282/2019 e PL 2168/2021 – Permitem obras de irrigação em áreas de preservação permanente.
PL 686/2022 – Suprime o controle sobre a vegetação secundária em área de uso alternativo do solo.

Licenciamento ambiental:

PL 2159/2021 – Propõe a Lei Geral do Licenciamento Ambiental.
PL 4994/2023 – Trata-se do PL da BR 319.
Financiamento da política ambiental:
PL 10273/2018 – Reduz a Taxa de Controle e Fiscalização Ambiental e o poder do Ibama.
PL 6049/2023 – Altera as regras do Fundo Amazônia.
Grilagem:
PL 2633/2020 e PL 510/2021 – Flexibilizam as normas sobre regularização fundiária.
PL 3915/2021 – Modifica o marco temporal para regularização fundiária de terras da União.
PL 2550/2021 – Amplia o uso da Certidão de Reconhecimento de Ocupação (CRO).
Unidades de Conservação:
PL 5822/2019 e PL 2623/2022 – Permitem exploração mineral em Unidades de Conservação (UCs).
PL 2001/2019, PL 717/2021 e PL 5028/2023 – Buscam impedir a criação de UCs.
PL 3087/2022 – Reduz o Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque/AP.
Terras indígenas:
PEC 48/2023 – Introduz o marco temporal no art. 231 da Constituição.
PEC 59/2023 – Atribui ao Congresso a competência para demarcação de terras indígenas.
PL 6050/2023 – Flexibiliza o desenvolvimento de atividades econômicas nas terras indígenas.
Recursos hídricos:
PL 4546/2021 – Estabelece política de infraestrutura hídrica desvinculada da Política Nacional de Recursos Hídricos.

Oceano e zona costeira:

PEC 03/2022 – Retira a propriedade exclusiva da União sobre os Terrenos de Marinha.
PLP 254/2023 – Atribui à Marinha o licenciamento ambiental de empreendimentos náuticos.
Mineração e garimpo:
PL 355/2020 – Modifica o Código de Mineração.
PL 3587/2023 – Propõe a criação do Banco Nacional Forense de Perfis Aurífero

Fonte: DCM

Provas do Enem 2024 serão em 3 e 10 de novembro; confira o cronograma

nscrições começam no próximo dia 27 e vão até 7 de junho

O cronograma do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2024 foi divulgado nesta segunda-feira (13). As provas serão aplicadas nos dias 3 e 10 de novembro, e o gabarito oficial será divulgado em 20 de novembro. A previsão é de que os resultados sejam divulgados em 13 de janeiro de 2025.

De acordo com o edital, as inscrições começam no próximo dia 27 e vão até 7 de junho. A inscrição deve ser realizada pelo endereço enem.inep.gov.br/participante. A taxa de inscrição (R$ 85) deve ser paga de 27 de maio até 12 de junho. As solicitações para tratamento por nome social e para atendimento especializado devem ser apresentadas até 7 de junho.

O resultado inicial do pedido de atendimento especializado será publicado em 17 de junho, quando inicia o período para apresentação de recursos, que vai até o dia 21. Já o resultado final, em resposta aos recursos apresentados, está previsto para 27 de junho.

É também na Página do Participante que será disponibilizado o Cartão de Confirmação da Inscrição, em data ainda a ser divulgada. O cartão informa o número de inscrição; a data, a hora e o local do exame; a opção de língua estrangeira, e as indicações para atendimento especializado e tratamento por nome social.

edital do Enem 2024 foi publicado no Diário Oficial da União desta segunda-feira (13), data que coincide com a divulgação dos resultados sobre os pedidos de isenção da taxa de inscrição, na Página do Participante, no site do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) – entidade organizadora do certame.

Cronograma

Inscrições: 27 de maio a 7 de junho

Solicitações (nome social e atendimento especializado): até 7 de junho

Resultado do pedido de atendimento especializado: 17 de junho

Pagamento da taxa de inscrição: 27 de maio a 12 de junho

Provas: 3 e 10 de novembro

Gabarito oficial: 20 de novembro

Resultado da prova: 13 de janeiro de 2025

Provas

O edital prevê que o exame será constituído de quatro provas objetivas (cada uma com 45 questões de múltiplas escolhas) e uma redação em língua portuguesa.

São quatro áreas de conhecimento a serem avaliadas. A primeira, de linguagens, redação, códigos e suas tecnologias, tem como componentes curriculares as disciplinas língua portuguesa, literatura, língua estrangeira (inglês ou espanhol), artes, educação física e tecnologias da informação e comunicação.

A segunda área de conhecimento (ciências humanas e suas tecnologias) tem como componentes curriculares as disciplinas de história, geografia, filosofia e sociologia. Na área de ciências da natureza e suas tecnologias, serão cobrados conteúdos de química, física e biologia. A quarta área de conhecimento é a de matemática.

De acordo com o Ministério da Educação, o exame é estruturado a partir de matrizes de referências disponibilizadas no portal do Inep.

No primeiro dia do exame, serão aplicadas as provas de linguagens; redação; códigos, ciências humanas e suas tecnologias. Os candidatos terão cinco horas e 30 minutos para responderem as questões.

O segundo dia será dedicado à aplicação das provas de ciências da natureza, matemática e suas tecnologias. A aplicação terá cinco horas de duração.

Enem

Há mais de duas décadas, o Enem avalia o desempenho escolar dos estudantes ao término da educação básica e representa a principal porta de entrada para a educação superior no Brasil. Isso porque as instituições de ensino públicas e privadas adotam as notas do Enem para selecionar estudantes, nos processos seletivos.

Os resultados servem também para seleções de beneficiados pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) e pelo Programa Universidade para Todos (ProUni).

Os resultados individuais do Enem também podem ser aproveitados nos processos seletivos de instituições de educação superior portuguesas. Algumas universidades lusitanas possuem convênio com o Inep para aceitarem as notas do exame.

Fonte: Agência Brasil

Egito anuncia apoio à África do Sul em processo que acusa Israel de genocídio na Faixa de Gaza

Decisão foi comunicada por meio do Ministério das Relações Exteriores egípcio; país junta-se a autor de denúncia, Turquia e Colômbia

O Egito, um dos países mediadores do conflito israelense na Faixa de Gaza, anunciou neste domingo (12/05) que se juntará à África do Sul em sua denúncia contra Israel na Corte Internacional de Justiça (CIJ), que acusa o país genocídio no enclave palestino.

A declaração foi feita por meio do Ministério das Relações Exteriores egípcio “após o agravamento da agressão israelense e a persistente perpetração de práticas sistemáticas contra o povo palestino”.

“A República Árabe do Egito anuncia sua intenção de intervir formalmente em apoio ao caso da África do Sul contra Israel perante a Corte Internacional de Justiça (CIJ) para examinar as violações de Israel de suas obrigações de acordo com a Convenção sobre a Prevenção e Punição do Crime de Genocídio na Faixa de Gaza”, escreveu o comunicado, veiculado nas redes sociais do porta-voz da chancelaria, Ahmed Abu Zeid.

O governo egípcio denunciou ainda que Israel tem efetuado “ataques diretos a civis e perpetuado a destruição da infraestrutura na Faixa de Gaza, o que levou a uma crise humanitária sem precedentes que criou condições inabitáveis”.

Assim, o Egito instou Israel a “cumprir suas obrigações” emitidas pela Corte Internacional de Justiça, entre elas garantir acesso à ajuda humanitária e de socorro para os feridos em Gaza.

“A República Árabe do Egito conclama que as forças israelenses não cometam nenhuma violação contra o povo palestino como um povo protegido pela Convenção para a Prevenção e Punição do Crime de Genocídio”, ressaltou o texto sobre as ordens que a CIJ emitiu, em janeiro, ao reconhecer “risco plausível de genocídio” na região

O país, que recebeu as reuniões de negociação para trégua no conflito, ainda reiterou que o Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) e demais atores internacionais “tomem medidas imediatas para o cessar-fogo na Faixa de Gaza e interromper as operações militares” de Israel no enclave.

Assim, o país se une à Turquia e à Colômbia como apoiador do caso contra Israel.

Fonte: Ópera Mundi

Lula vai suspender dívida do RS por três anos e zerar taxa de juros

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O governo Lula vai suspender a dívida do Rio Grande do Sul com a União por três anos e zerar a taxa de juros cobrada sobre as parcelas no período. O projeto deve dar um alívio de R$ 11 bilhões ao governo gaúcho e também auxiliar os municípios que estão em situação de calamidade que possuem dívida com o Estado.

A medida deve ser anunciada oficialmente na tarde desta segunda (13), quando o presidente se reúne virtualmente com o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB). O estado tem somado prejuízos bilionários em meio à catástrofe causada pelas fortes chuvas.

A proposta do governo prevê que o dinheiro economizado pelo estado com a suspensão da dívida deve ser integralmente destinado a um fundo público específico, que será criado para financiar ações de enfrentamento e mitigação dos danos causados pelos temporais.

As ações devem incluir obras de reconstrução, melhoria ou ampliação da infraestrutura afetada, mitigação de efeitos dos fenômenos que causaram a calamidade, contratação de mão de obra temporária, financiamento para remoção de famílias e empresas de áreas de risco, aquisição de materiais e equipamento, e a contratação de serviços necessários para enfrentar a tragédia.

O governo Lula vem estudando a medida desde a semana passada. O objetivo é evitar que o Executivo estadual retome os pagamentos devendo um valor ainda maior à União. A ideia da gestão petista é criar um arcabouço permanente para permitir a suspensão de dívidas de estados em casos de calamidade reconhecida pelo Congresso nacional.

Com isso, o Rio Grande do Sul poderá acionar o gatilho imediatamente, mas outros estados poderão ser beneficiados futuramente, caso eventos dessa natureza se repitam. A proposta será feita por meio de um projeto de lei complementar e enviada ao Congresso Nacional.

O texto ainda estabelece regras para que o ente beneficiado dê publicidade à aplicação dos recursos, comprovando a relação entre o alívio da dívida e as ações desenvolvidas pelo Executivo, e prevê um prazo para que os governos estaduais ou municipais apresentem um plano de trabalho ao Ministério da Fazenda.

Até o momento, a catástrofe deixou 147 mortos, 127 desaparecidos e 806 feridos no estado, além de 538.241 desalojados no estado. Técnicos do governo gaúcho calculam que a restauração só da infraestrutura pública atingida pelas chuvas deve custar ao menos R$ 19 bilhões.

Fonte: DCM

Fiéis abandonam culto na Assembleia de Deus após pastor criticar ajuda a animais no RS

Durante um culto na Igreja Assembleia de Deus, em Campina Grande, que aconteceu na noite de quarta-feira (8/5), no bairro do Catolé, uma fala do pastor José Rafael sobre a ajuda aos animais atingidos por uma tragédia climática no Rio Grande do Sul causou um verdadeiro alvoroço. Alguns fiéis não gostaram do que ouviram e decidiram sair na hora.

O pastor começou seu sermão alertando que poderia ofender algumas pessoas com suas palavras. Logo depois, ele soltou uma frase que pegou muita gente de surpresa: “Não é hora de se preocupar com um cachorro, não comprem ração para doar”. Ele queria dizer que era melhor ajudar pessoas do que animais naquele momento.

Mas a coisa ficou tensa mesmo quando ele falou sobre uma situação hipotética onde se um bebê e um cachorro estivessem se afogando, só o bebê deveria ser salvo porque cachorro a gente pode comprar outro depois. Essa comparação não caiu bem para muitos que estavam lá.

Uma fiel, que estava tão chocada que preferiu não se identificar, desabafou nas redes sociais: “Como assim, gente? Como o líder de uma igreja fala uma coisa dessas? Os animais também são criações de Deus, sentem fome, dor e frio! Não precisa atacar um para defender o outro.”

Depois de ouvir o pastor falar várias vezes para não comprar ração e ajudar só as pessoas, ela e outros se levantaram e saíram da igreja.

Até agora, a Igreja Assembleia de Deus não deu nenhuma resposta oficial sobre o que aconteceu.

Fonte: Fuxico Gospel

CHUVA DE FAKES

Flávio Show – Funcionário dos Correios

Maceió, 12 de Maio de 2024

Uma enchente de críticas ao show da Madonna inundou as redes de zap dos patriotas “cristãos”, pessoas de bem e de familia fecharam um olho na hora do evento e o outro nem piscava vendo a “globolixo” transmitir ao vivo a apresentação da cantora. Mesmo assim alguns bolsonaristas pegaram seus botes e cruzaram o Brasil pra ver e ouvir clássicos da cantora, Jorge Seif, Wangarten, Cláudio Castro e outros rebolaram junto com a Pablo Vittar, depois de descobertos pediram desculpas e nadaram pra longe das “orgias” artísticas da cantora.
A Direitinha Golpista só pode curtir shows de sertanejos que são mais pornográficos que postagens pornôs no Onlyfans. Hipocrisia bovina ao extremo!

Depois da ressaca do show, os bolsonaristas pegaram uma lancha e desembarcaram, via Internet, ao Rio Grande do Sul, que continua sofrendo com as fortes chuvas, lá o intuito era afogar qualquer possibilidade de ajuda aos desabrigados, ligando as bombas de fakes news. Pablo Marçal, Deputado Gustavo Gayer, Nego Di(não conheço) Senador Cleitinho e todo entulho parlamentar da Direita usaram dos mais sórdidos argumentos(mentiras) para desmerecer a atuação do Governo Lula.
Sobrou até as Forças Armadas que ao invés de tá ajudando no Golpe, tava ajudando os gauchos, deve ter sido por isso que viraram alvo do ódio da extrema direita.
A própria Jojô Todinho entrou na água suja das meias verdades ou das inteiras mentiras.lacraçao pura! . Fica o alerta; evite a mistura do Governador Leite com Todinho, pode causar muito mal estar e até afogamentos cognitivos severos.

O que tem acontecido no Rio Grande do Sul é o abandono por anos das políticas públicas contra as mudanças climáticas. O Brasil foi devastado por um discurso extremista de que o combate ao “comunismo”, à comunidade LGBT, à imprensa, aos direitos trabalhistas e previdenciários, convenceu uma parcela da população que o meio ambiente é secundário e que tragédias climáticas são desígnios divinos. O “evangelistão” atacando mais uma vez. “Ouremos”!

Saber combater as mudanças climáticas é tão complicado quanto combater os lacradores da redes sociais. Vimos o Prefeito de Farroupilha gravando e editando uma conversa com o Ministro Paulo Pimenta, numa atitude sem precedentes, o Prefeito usa uma enxurrada de falácias tentando se vitimizar para o deleite dos seus eleitores. Não funcionou, pois o Ministro também gravou a conversa e postou a verdade na integra. A lacraçao do Prefeito afundou.

A água no Rio Grande do Sul vai abaixar, as casas serão reconstruídas, as ruas serão refeitas e uma nova estrutura contra enchentes já está no radar das autoridades, mas nada disso vai adiantar se o lamaçal da ignorância politica permanecer chovendo 24 horas na cabeça dos gaúchos. Escolher bem seus representantes é um passo em terra firme para que políticas ambientais sejam mais preocupantes que uma bandeira vermelha com uma foice e um martelo.
O Nordeste resgatou o Brasil na última eleição, falta o Sul se salvar.

Feliz dia das mães!

Reflexões* Flávio Show 2024 , ano 04 – Edição 179

Tarcísio pretende entregar a fazendeiros áreas com descontos de 90%

As áreas que o governador bolsonarista pretende entregar com desconto a fazendeiros é equivalente a 4 cidades de SP

Quase dois anos após entrar em vigor em São Paulo, a lei que entrega terras a fazendeiros com até 90% de desconto já tem processos em curso cujas áreas ultrapassam 1.300 parques Ibirapuera ou território superior ao da capital paulista.

O governo Tarcísio de Freitas (Republicanos) estima que a legislação tem potencial para triplicar essa área.

Isso porque a Alesp (Assembleia Legislativa de São Paulo) aprovou no fim de abril um projeto de lei que estendeu de janeiro deste ano para o fim de 2026 o prazo final para novos acordos entre fazendeiros e o governo.

A lei foi sancionada pelo ex-governador Rodrigo Garcia (na época, no PSDB) em 2022, mas passou a ser aplicada por Tarcísio, eleito com apoio do agro.

A legislação beneficia aqueles que estão em terras públicas ocupadas de maneira irregular, o que inclui áreas julgadas devolutas ou em vias de serem declaradas dessa maneira. Terras devolutas são áreas públicas que nunca receberam uma destinação específica por parte do poder público e jamais foram propriedade particular.

O governo, então, inicia uma ação de discriminação desses terrenos, dando preferência a quem os ocupa atualmente.

Até o momento já há 355 pedidos que abrangem a área de 205 mil hectares.

A previsão do governo é que ela possa chegar a 600 mil hectares até 2026. Para se ter uma ideia, essa área é equivalente a quase quatro cidades de São Paulo (que tem 152.100 hectares) ou cerca de oito Campinas (com 79.500 hectares).

O caminho dos processos é o seguinte: fazendeiros fazem os pedidos, analisados pelo Itesp (Fundação Instituto de Terras) e depois validados pela PGE (Procuradoria Geral do Estado).

Até agora, foram finalizados 64 processos relativos a 78 imóveis, em uma área que soma 33 mil hectares, território maior do que a de Guarulhos.

O limite máximo de área que pode entrar nos acordos é de 2.500 hectares -acima disso, é necessária a aprovação do Congresso Nacional, segundo a Constituição.

Os críticos da legislação apontam risco de que grandes áreas estejam sendo subdivididas com objetivo de facilitar a aprovação dos processos, favorecendo a concentração de terra entre clãs do agro paulista.

A lista de processos para realização de acordos traz diversos sobrenomes em comum, conforme documento enviado pelo governo ao gabinete do deputado estadual Paulo Fiorilo, do PT, sigla que se opõe à lei.

Por exemplo, os sobrenomes Catarino Pereira ou Catarino da Fonseca Pereira aparecem 25 vezes, com um total de área pleiteada para regularização que se aproxima dos 6.000 hectares. O sobrenome Junqueira aparece 20 vezes, em áreas que chegam perto dos 17 mil hectares.

Já os Duarte do Valle aparecem dez vezes, em áreas que totalizam 8.466 hectares (9% do total).

“O que estamos vendo aqui em relação ao que aconteceu de 2022 até 2024, o que está acontecendo, em uma área que está superior à legislação federal está sendo feito um desmembramento para famílias com mesmo sobrenome, para dar um ar de legalidade”, afirmou o deputado estadual Luiz Cláudio Marcolino (PT), durante a discussão do projeto que estendeu a lei que prorrogou o prazo para novos acordos.

Já o bolsonarista Lucas Bove (PL) argumentou que algumas dessas terras já estão na mão dessas pessoas há mais de cem anos. “Esses produtores rurais, pequenos, médios e grandes, nunca vão sair daquelas terras. A diferença é que agora o Estado está recebendo pelo menos uma parte desse recurso de volta para poder investir em educação, em segurança pública, para poder investir em infraestrutura”, disse o deputado.

As tentativas de acordos por parte de fazendeiros se concentram na região do Pontal do Paranapanema, foco constante de tensão entre movimentos como o MST (Movimento dos Trabalhadores Sem Terra) e fazendeiros. O local é reduto do secretário de Agricultura, Guilherme Piai, que tentou se eleger deputado federal em 2022.

Na época, entre seus doadores de campanha estava Paulo Duarte do Valle, com R$ 10 mil, que também doou R$ 22 mil a Tarcísio e R$ 35 mil a Jair Bolsonaro (PL), segundo o TSE (Tribunal Superior Eleitoral). O nome dele consta da lista de interessados em regularizar fazenda, sendo que ao menos um pedido já teve parecer favorável da PGE.

A reportagem enviou email para endereço que consta do cadastro da fazenda de Valle para saber se gostaria de comentar sobre a lei de terras e as doações aos candidatos, mas não obteve retorno.

Conforme a Folha revelou, Piai já apareceu em vídeo quando era diretor do Itesp orientando agilização de processos antes que a lei caia -atualmente, ela aguarda julgamento pelo STF (Supremo Tribunal Federal).

A aceleração da lei relacionada às terras é um dos vários acenos do governador ao eleitorado do agro, assim como a adoção de um discurso linha-dura contra movimentos sem-terra e também financiamentos voltados a produtores rurais. O governo também pretende regularizar mais assentamentos de pequenos produtores no estado, em uma estratégia vista pela oposição como tentativa de enfraquecer os movimentos.

Na visão dos oposicionistas, a lei permite que o governo se desfaça de terras a preços módicos, atrapalhando o processo da reforma agrária. A área potencialmente abrangida pela lei daria para assentar 60 mil famílias, uma vez que cada uma necessita de dez hectares para trabalhar.

Nas contas da liderança do PT na Alesp, se o governo conseguir regularizar todas as fazendas pretendidas, pode renunciar a mais de R$ 7 bilhões.

O Palácio dos Bandeirantes, por outro lado, estima que arrecadará R$ 1,9 bilhão em recursos para investir no estado e ainda economizará com o fim da judicialização dos processos relacionados às áreas devolutas.

Com os imóveis regularizados até o momento, o governo estima arrecadar R$ 89 milhões pelo pagamento de valores que variam entre 10% a 40% do valor estimado da área.

A gestão Tarcísio ressalta que o dinheiro “é destinado estritamente para políticas públicas de saúde, educação e desenvolvimento social e econômico, priorizando investimentos nos respectivos municípios onde houver a regularização fundiária”.

Sobre a suspeita da oposição de desmembramento das áreas, o governo afirma que em mais de 90% dos pedidos as áreas têm registros imobiliários válidos e demonstram de forma pública a individualização ou não das áreas antes da vigência da lei.

“Todos os processos ocorrem com total transparência e são analisados de maneira estritamente técnica”, diz o governo, que acrescenta que qualquer relação entre doadores do governador e do secretário “não passam de ilação, cabendo reforçar que a lei foi sancionada e regulamentada na gestão anterior”.

A gestão Tarcísio afirma ter promovido a regularização fundiária de mais de 2 mil pequenos agricultores em assentamentos estaduais. Segundo a administração, 153 mil hectares de assentamentos podem ser regularizados nos próximos anos.

Fonte: MSN

Ataques genocidas de Israel provoca a fuga de 300 mil pessoas de Rafah

Ao ignorar os apelos da comunidade internacional, as Forças de Defesa de Israel ampliaram a zona de combate em Rafah. Até poucos dias, Rafah abrigava 1,2 milhão de palestinos. Desde segunda-feira (6/5), 300 mil pessoas desesperadas fugiram da cidade. 

Israel ordenou novas evacuações na cidade de Rafah, no extremo sul da Faixa de Gaza , neste sábado (11). A medida acontece em meio ao preparo das forças israelenses para expandirem operações no local, oque pode provocar uma carnificina, conforme tem alertada a ONU.

A Organização das Nações Unidas (ONU) e outras agências alertam há semanas que um ataque israelita a Rafah, que faz fronteira com o Egito, perto dos principais pontos de entrada de ajuda, paralisaria as operações humanitárias e causaria um aumento desastroso no número de vítimas civis.

Mais de 1,4 milhão de palestinos – metade da população de Gaza – se refugia em Rafah, a maioria depois de fugir das ofensivas de Israel em outros locais.

O porta-voz do Exército, Avichay Adraee, disse aos palestinos nas cidades de Jabaliya e Beit Lahiya e nas áreas vizinhas para deixarem suas casas e se dirigirem para abrigos no oeste da Cidade de Gaza. Ele alertou que as pessoas estavam em “uma zona de combate perigosa” e que Israel iria atacar com “grande força”.

Os bombardeios e ofensivas terrestres de Israel em Gaza mataram mais de 34.800 palestinos, a maioria mulheres e crianças, segundo o Ministério da Saúde de Gaza. Grande parte de Gaza foi destruída e cerca de 80% da população de foi expulsa de suas casas.

A União Europeia (UE) criticou a expansão da retirada de civis de Rafah por parte de Israel. “As ordens de evacuação de civis presos em Rafah para áreas inseguras são inaceitáveis”, declarou Charles Michel, presidente do Conselho Europeu. “Pedimos ao governo israelense que respeite o direito internacional humanitário e instamos que não empreenda nenhuma operação terrestre em Rafah.”

Redação com G1 e Correio Braziliense

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