Uneal realiza sorteio de vagas para PcD e NIQ no concurso para docentes

Para a realização do concurso público, só falta o governador Paulo Dantas autorizar a publicação do edital no Diário Oficial do Estado

A Universidade Estadual de Alagoas (Uneal) realizou, nesta quarta-feira (23), o sorteio público das vagas a serem reservadas para Pessoas com Deficiência (PcD) e Negros, Indígenas e Quilombolas (NIQ) no concurso para docentes da instituição. O certame ofertará 127 vagas, das quais 32 são destinadas a PcD e NIQ. .

A sessão aconteceu no Laboratório de Informática e Metodologias Ativas (LABIMA), sala 38, no Campus I – Arapiraca, e foi transmitido ao vivo pelo canal oficial da Uneal no YouTube onde permanece disponível: https://www.youtube.com/@UnealOficial.

O presidente da comissão organizadora, professor José Carlos Pessoa, esclareceu que “o sorteio definiu quais serão os códigos de vagas reservadas para Pessoas com Deficiência (PcD) e Negros, Indígenas e Quilombolas (NIQ) que estarão no edital do concurso”.

Para conferir o resultado, basta acessar o link:  https://uneal.edu.br/concurso/docente/category/2345-docente.

O reitor da Uneal, Odilon Máximo, e o diretor do Campus I, Marcos Alexandre, acompanharam a sessão de sorteio.

Operação da PF interrompeu esquema bilionário no INSS

Escândalo levou à queda do então presidente do órgão, Alessandro Stefanutto

A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (23) uma operação para combater um esquema bilionário de fraude no INSS baseado em descontos não autorizados em aposentadorias e pensões.

Foram cumpridos 211 mandados de busca e apreensão, e ao menos cinco pessoas foram presas por envolvimento no esquema. Também foram apreendidos carros de luxo, dinheiro em espécie, quadros e joias.

A justiça determinou o afastamento do presidente do INSS, Alessandro Stefanutto, que foi demitido horas depois, por pressão do Palácio do Planalto. Foram afastados outros três integrantes do alto escalão da previdência social e o chefe da Procuradoria Federal especializada do INSS, além de um agente da própria Polícia Federal.

“O afastamento foi solicitado pela polícia federal a partir dos elementos colhidos no inquérito que foi instaurado em junho de 2024. O que se percebeu foi a continuidade (do esquema) sem que houvesse ações mais efetivas em sentido contrário.” afirmou Andrei Rodrigues, diretor-geral da PF.

A CGU começou a desconfiar de irregularidades ao perceber um aumento de valores cobrados na folha dos aposentados na modalidade de descontos associativos.

Numa pesquisa com os beneficiários, os auditores descobriram que 98% dos aposentados e pensionistas nunca tinham feito qualquer pedido de associação e sequer reconheciam as cobranças.

Desde 2019, o montante total recolhido nessa modalidade chegou a R$ 6 bilhões.

A investigação detectou a falta de verificação das autorizações e a possibilidade de falsificação de documentos. Onze entidades foram alvo de medidas judiciais. O INSS suspendeu todos os convênios do tipo.

A Diretoria de Benefícios do INSS é considerada um cargo-chave no esquema. É a estrutura responsável por analisar quais entidades podem se inscrever no modelo de recolhimento em folha.

O então diretor da área, Vanderlei Barbosa dos Santos, caiu na operação desta quarta-feira.

A primeira denúncia sobre os desvios foi feita ainda em 2024. O governo exonerou o então diretor de benefícios, André Fidelis. o servidor é ligado a uma das entidades investigadas no esquema, a Conafer.

As irregularidades ocorriam em cobranças de baixo valor — entre R$ 30 e R$ 50 por mês. Na teoria, as entidades deveriam dar, em troca, benefícios aos aposentados: como descontos em academias ou planejamento funerário, por exemplo. Na prática, entretanto, não havia qualquer retorno.

Para manter o esquema, era necessário arrecadar em alta escala. Até a véspera da operação, cerca de três milhões de pensionistas contribuiam com alguma associação do tipo.

O governo afirmou que vai ressarcir o valor cobrados de maneira ilegal e que usará os bens apreendidos nesta quarta-feira para cobrir parte do buraco.

Numa pesquisa com os beneficiários, os auditores descobriram que 98% dos aposentados e pensionistas nunca tinham feito qualquer pedido de associação e sequer reconheciam as cobranças.

Desde 2019, o montante total recolhido nessa modalidade chegou a R$ 6 bilhões.

A investigação detectou a falta de verificação das autorizações e a possibilidade de falsificação de documentos. Onze entidades foram alvo de medidas judiciais. O INSS suspendeu todos os convênios do tipo.

A Diretoria de Benefícios do INSS é considerada um cargo-chave no esquema. É a estrutura responsável por analisar quais entidades podem se inscrever no modelo de recolhimento em folha.

O então diretor da área, Vanderlei Barbosa dos Santos, caiu na operação desta quarta-feira.

A primeira denúncia sobre os desvios foi feita ainda em 2024. O governo exonerou o então diretor de benefícios, André Fidelis. o servidor é ligado a uma das entidades investigadas no esquema, a Conafer.

As irregularidades ocorriam em cobranças de baixo valor — entre R$ 30 e R$ 50 por mês. Na teoria, as entidades deveriam dar, em troca, benefícios aos aposentados: como descontos em academias ou planejamento funerário, por exemplo. Na prática, entretanto, não havia qualquer retorno.

Para manter o esquema, era necessário arrecadar em alta escala. Até a véspera da operação, cerca de três milhões de pensionistas contribuiam com alguma associação do tipo.

O governo afirmou que vai ressarcir o valor cobrados de maneira ilegal e que usará os bens apreendidos nesta quarta-feira para cobrir parte do buraco.

Fonte: CNN Brasil

Caos no transporte público de Maceió escancara abandono da gestão JHC

Apesar do anúncio recente de renovação da frota com a chegada de 105 novos ônibus, apenas 95 veículos dos 549 em operação estão equipados com ar-condicionado

Superlotação, ônibus sucateados, atrasos constantes e insegurança. Esse é o retrato diário do transporte público em Maceió, uma cidade que gasta milhões em festas e propaganda, mas negligencia o básico: o direito a transporte com dignidade.

Apesar do anúncio recente de renovação da frota com a chegada de 105 novos ônibus, apenas 95 veículos dos 549 em operação estão equipados com ar-condicionado. Ou seja, apenas 17% da frota oferece um mínimo de conforto climático aos usuários — um número vergonhoso para uma capital onde o calor beira os 30 graus o ano inteiro.

Na última terça-feira (22), um vídeo de um passageiro revoltado viralizou nas redes sociais. Ele denunciou os atrasos e criticou duramente o Departamento Municipal de Transportes e Trânsito (DMTT) e o prefeito João Henrique Caldas (JHC) pela má gestão. “Os ônibus são tão velhos que a cada freada parece que vão desmontar”, desabafou.

As críticas não são isoladas. Dados do DMTT apontam que Maceió concentra a maior frota de veículos de Alagoas, com mais de 408 mil carros registrados, número que cresceu mais de 50% em dez anos. O aumento da frota particular, somado à falta de alternativas eficientes no transporte coletivo, gera congestionamentos diários e contribui para o caos urbano.

A gestão JHC anunciou o ambicioso projeto BRT Maceió, prometendo investir R$ 2 bilhões na construção de 50 km de corredores exclusivos de ônibus. A previsão é atender cerca de 600 mil pessoas com uma ligação direta entre a parte alta e a parte baixa da cidade. Mas enquanto o projeto não sai do papel, a população continua enfrentando uma realidade de abandono, esperando horas em pontos superlotados, entrando em veículos superaquecidos e inseguros.

Maceió não aguenta mais promessas e maquiagem publicitária. A população exige um transporte público seguro e digno.

Fonte: 082 Notícias

Israel já destruiu mais de 90% das casas no campo de extermínio de Gaza, alerta ONU

Mais de 90% das casas na Faixa de Gaza foram destruídas ou danificadas desde o início da ofensiva militar israelense. A informação é da Organização Internacional para as Migrações (OIM), que publicou um relatório citando dados do Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA). A matéria foi publicada originalmente pelo portal Al Mayadeen, com base em informações de agências internacionais.

A OIM destacou a escala alarmante da devastação e alertou para o agravamento da crise humanitária, uma vez que milhões de civis palestinos seguem expostos, sem acesso a abrigos seguros e vivendo sob constante ameaça. “Sem ter para onde ir, as famílias se abrigam em ruínas inseguras”, declarou a agência por meio da plataforma X (antigo Twitter).

A destruição em larga escala reduziu bairros inteiros a escombros, deixando a maioria da população desabrigada e forçada a improvisar abrigos com o que resta de suas casas. De acordo com a OIM, “a ajuda humanitária essencial para abrigos está pronta para ser enviada”, mas os bloqueios impostos nos pontos de entrada têm impedido a entrega de itens básicos como tendas, materiais de construção e kits de emergência. “A OIM tem abrigo pronto — os pontos de entrada devem abrir AGORA”, apelou a organização.

Em um cenário que a ONU já classificou como “catastrófico”, as denúncias se acumulam. A destruição sistemática de infraestrutura civil, o cerco militar e a falta de acesso a recursos básicos colocam em risco iminente a vida de mais de dois milhões de pessoas em Gaza. A maioria das vítimas é composta por mulheres e crianças, segundo dados da Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina (UNRWA).

O comissário-geral da UNRWA, Philippe Lazzarini, fez duras críticas à conduta israelense na Faixa de Gaza. “A fome está se espalhando e se aprofundando, de forma deliberada e provocada pelo homem”, afirmou à imprensa na última terça-feira. Segundo ele, “a ajuda humanitária está sendo usada como moeda de troca e arma de guerra por Israel na Faixa de Gaza”.

Lazzarini defendeu a suspensão imediata do cerco israelense e destacou a urgência de uma ação internacional concreta: “O cerco deve ser levantado, os suprimentos devem chegar, os reféns devem ser libertados e o cessar-fogo deve ser retomado”. Ele ainda lançou um questionamento incisivo: “Quanto tempo mais levará até que palavras vazias de condenação se transformem em ações para levantar o cerco, retomar o cessar-fogo e salvar o que resta da humanidade?”

A comunidade internacional, apesar das declarações formais, ainda não conseguiu exercer pressão efetiva sobre o governo de Israel para permitir o fluxo contínuo de ajuda humanitária e respeitar os princípios do direito internacional humanitário. Enquanto isso, a crise se aprofunda e a população civil segue à mercê do que organizações internacionais já descrevem como uma política de punição coletiva.

O conflito em Gaza tem provocado crescente indignação em diferentes partes do mundo. Artistas, cineastas e defensores dos direitos humanos têm se manifestado contra a ofensiva militar. No Festival de Cannes, por exemplo, um documentário homenageando um fotojornalista palestino morto durante os bombardeios foi exibido em solidariedade ao povo de Gaza.

Apesar das crescentes denúncias e do clamor por um cessar-fogo imediato, o presidente dos EUA, Donald Trump, segue prestando apoio político e militar ao governo israelense, o que tem sido apontado por analistas como fator de estímulo à continuidade da ofensiva.

Fonte: Brasil 247

Por unanimidade, STF torna réus mais 6 denunciados por trama golpista

Placar pelo recebimento da denúncia foi obtido com o voto de Moraes

Por unanimidade, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta terça-feira (22) tornar réus seis denunciados do núcleo 2 da trama golpista. São eles:

  • Filipe Martins, ex-assessor de Assuntos Internacionais do então presidente Jair Bolsonaro;
  • Marcelo Câmara, também ex-assessor de Bolsonaro;
  • Silvinei Vasques, ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal;
  • Mário Fernandes, general da reserva;
  • Marília de Alencar, ex-diretora de Inteligência do Ministério da Justiça;
  • Fernando de Sousa Oliveira, ex-diretor de Operações do Ministério da Justiça.

Com a decisão, os acusados do núcleo passam a responder a uma ação penal pelos crimes de organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado pela violência e grave ameaça e deterioração de patrimônio tombado.

O placar de 5 votos a 0 pelo recebimento da denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) foi obtido com o voto do relator, ministro Alexandre de Moraes. Ele foi acompanhado pelos ministros Flávio Dino, Cármen Lúcia, Luiz Fux e Cristiano Zanin.

Durante o julgamento, Alexandre de Moraes apresentou seu voto por tópicos e concordou com as acusações da PGR.

O ministro citou a participação dos denunciados na elaboração da minuta do golpe, documento no qual justificam a decretação de estado de sítio, a operação de Garantia da Lei e de Ordem (GLO) pelas Forças Armadas, além do plano “Punhal Verde Amarelo” para matar Alexandre de Moraes, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o vice-presidente, Geraldo Alckmin, e as ações da Polícia Rodoviária Federal (PRF) para dificultar a circulação de eleitores do Nordeste durante as eleições de 2022.

Ações da PRF nas eleições: O ministro concordou com a acusação da PGR e disse que Silvinei Vasques, Marília de Alencar e Fernando de Sousa atuaram para viabilizar as operações da Polícia Rodoviária Federal (PRF) para dificultar a circulação de eleitores do Nordeste no segundo turno do pleito de 2022.

Segundo o ministro, Marília e Fernando produziram informações sobre os locais onde Bolsonaro obteve baixa votação no primeiro turno das eleições. Com base nas planilhas, a PRF realizou as operações.

Plano Punhal Verde Amarelo: Moraes também citou que o plano foi apreendido com  o general da reserva Mário Fernandes e previa “ações para neutralizar” e matar o próprio ministro, além de Lula e Alckmin. Segundo as investigações, o plano foi impresso no Palácio do Planalto para iniciar as tratativas com Bolsonaro.

“Não há dúvida sobre a violência praticada. Cada um dos denunciados terá toda a ação penal para provar que eles não participaram, mas não é possível negar que houve, no dia 8 de janeiro de 2023, a tentativa de golpe de Estado”, afirmou.

Minuta do golpe: O relator também destacou que Bolsonaro tinha conhecimento da minuta do golpe, que foi apreendida pela Polícia Federal na casa do ex-ministro da Justiça Anderson Torres.

“O próprio réu, Jair Bolsonaro, logo após o recebimento da denúncia por esta turma, em entrevista coletiva, disse que recebeu a minuta do golpe, manuseou e analisou porque iria pensar sobre a decretação de um estado de sítio ou de defesa. O que importa é que não há mais dúvida de que essa minuta passou a mão em mão, chegando ao presidente da República”, disse.

Próximos passos

Com a abertura do processo criminal, os acusados passam a responder pelos seguintes crimes:

  • organização criminosa armada,
  • tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito,
  • golpe de Estado,
  • dano qualificado pela violência,
  • grave ameaça e deterioração de patrimônio tombado.

A ação penal também marca o início da instrução processual, fase na qual os advogados poderão indicar testemunhas e pedir a produção de novas provas para comprovar as teses de defesa. Os acusados também serão interrogados ao final dessa fase. Os trabalhos serão conduzidos pelo gabinete do ministro Alexandre de Moraes.

Após o fim da instrução, o julgamento será marcado e os ministros vão decidir se os acusados serão condenados à prisão ou absolvidos. Não há data definida para o julgamento.

Até o momento, somente as denúncias contra os núcleos 1 e 2 foram julgadas, totalizando 14 réus. No mês passado, por unanimidade, o ex-presidente Jair Bolsonaro e mais sete acusados viraram réus. Ainda serão analisadas as denúncias contra os núcleos 3,4 e 5.

Defesas

Durante a primeira parte do julgamento, realizada nesta manhã, os advogados dos denunciados negaram as acusações e qualquer ligação com a trama golpista.

Fonte: Agência Brasil

Policial acusado de matar Kleber Malaquias é preso por tentativa de homicídio no MT

Ativista político foi morto em 15 de julho de 2020, dentro do bar da Buchada, localizado na Avenida Teotônio Vilela, na Mata do Rolo, na cidade de Rio Largo

O agente da Polícia Civil de Alagoas (PC/AL) que é acusado de ter participado da trama que resultou no homicídio do ativista político Kléber Malaquias foi preso, no último sábado (19), por crime de natureza semelhante, cometido no Mato Grosso (MT). Ele teve a prisão preventiva decretada pelo Poder Judiciário daquele estado sob a acusação de envolvimento numa tentativa de assassinato ocorrida em setembro do ano passado. O Ministério Público do Estado de Alagoas (MP/AL) compartilhou com os órgãos da persecução penal do Mato Grosso (responsáveis por investigar, acusar e julgar crimes) todas as informações a respeito das provas encontradas na oportunidade de sua prisão pelo homicídio de Malaquias. Tais provas, consideradas consistentes, foram adquiridas por meio da quebra de dados telemáticos, que são informações digitais geradas através da combinação de telecomunicações e informática. No caso em questão, elas envolveram conversas que relacionavam o réu com a tentativa de homicídio.

Em Alagoas, o agente da PC/AL, de acordo com denúncia apresentada pela 3ª Promotoria de Justiça de Rio Largo, participou do homicídio duplamente qualificado, por impossibilidade de defesa da vítima e por ter sido o assassinato cometido mediante promessa de recompensa, que assassinou Kléber Malaquias, em 15 de julho de 2020, dentro do bar da Buchada, localizado na Avenida Teotônio Vilela, na Mata do Rolo, na cidade de Rio Largo. A vítima era conhecida por fazer diversas denúncias contra políticos e por fornecer informações ligadas a essas mesmas denúncias à polícia e ao MP/AL.

Já em Mato Grosso, o policial foi formalmente acusado pelo Ministério Público local de envolvimento em uma tentativa de assassinato ocorrida em via pública, em setembro de 2024. Assim como no caso de Alagoas, o agente da PC/AL teria fornecido apoio logístico e financeiro para a execução do crime e, por esse motivo, teve a prisão decretada. Posteriormente, no entanto, a medida foi suspensa por decisão liminar. Na semana passada, acompanhando o entendimento do Ministério Público mato-grossense, o Tribunal de Justiça daquele estado reformou a decisão e, por unanimidade, cassou a liminar, restabelecendo a ordem de prisão. O réu se apresentou voluntariamente e permanece custodiado na Central de Flagrantes, em Maceió.

Caso Kleber Malaquias

O agente da Polícia Civil foi denunciado pelo Ministério Público do Estado de Alagoas no ano passado por participação no homicídio de Kléber Malaquias, dando suporte logístico para que o assassinato pudesse ser executado. Para além disso, ele também está envolvido na fraude processual e outros crimes praticados em conjunto com um delegado da PC/AL e outros réus do caso Malaquias, para tentar inocentar os demais acusados que cometeram o crime.

Fonte: Ascom MP/AL

Israel bloqueia vacinação contra pólio no campo de extermínio de Gaza

Israel intensifica ataques em Gaza; bloqueio interrompe vacinação contra pólio

 As Forças Armadas de Israel lançaram uma das maiores ondas de ataques em Gaza em semanas na terça-feira, disseram moradores, e autoridades de saúde emitiram um novo alerta de que o sistema de saúde enfrenta um colapso total devido ao bloqueio israelense a todos os suprimentos.

O Ministério da Saúde de Gaza informou que uma campanha de vacinação contra a poliomielite apoiada pela ONU, destinada a atingir mais de 600.000 crianças, foi suspensa, colocando o enclave em risco de ressurgimento de uma doença debilitante que já havia sido praticamente erradicada.

Em uma tentativa de pôr fim ao conflito, uma delegação do Hamas chegaria ao Cairo para negociações. Duas fontes disseram que a delegação discutirá uma nova oferta que incluiria uma trégua de 5 a 7 anos após a libertação de todos os reféns e o fim dos combates.

As fontes disseram que Israel, que rejeitou uma oferta recente do Hamas de libertar todos os reféns em troca do fim da guerra, ainda não respondeu à proposta reformulada de trégua de longo prazo. Israel exige o desarmamento do Hamas, o que os militantes rejeitam.

Moradores disseram que as forças israelenses bombardearam diversas áreas do enclave com tanques, aviões e barcos. Os ataques atingiram casas, acampamentos de barracas e estradas, acrescentaram.

Os ataques aéreos destruíram escavadeiras e veículos usados ​​para levantar escombros e ajudar a recuperar corpos presos sob as ruínas, segundo autoridades e moradores.

Israel impôs um bloqueio total a todos os suprimentos para Gaza desde o início de março e retomou suas operações militares em 18 de março, após o colapso de um cessar-fogo.

Desde então, ataques israelenses mataram mais de 1.600 palestinos, de acordo com as autoridades de saúde de Gaza, e centenas de milhares foram forçados a deixar suas casas enquanto Israel tomava o que chama de zona-tampão em território de Gaza.

A campanha de bombardeios israelense, que já dura 18 meses, tornou quase todos os prédios na Faixa de Gaza inabitáveis, e os 2,3 milhões de habitantes de Gaza agora vivem, em sua maioria, ao relento, em tendas improvisadas. Desde que o bloqueio total foi imposto no mês passado, todas as 25 padarias abastecidas pela ONU que produzem pão foram fechadas.

Fonte: MSN

Bombardeios de Israel mataram 29 palestinos no campo de extermínio de Gaza em 24 horas

Pelo menos 29 civis palestinos morreram nas últimas 24 horas após uma nova série de bombardeios israelenses sobre a Faixa de Gaza. A informação foi divulgada pela rede de televisão Al Jazeera, do Catar, que aponta que os ataques atingiram principalmente campos de deslocados espalhados pelo enclave, ampliando ainda mais a crise humanitária enfrentada pela população local.

De acordo com a reportagem da emissora árabe, os bombardeios ocorreram em áreas onde milhares de palestinos buscavam abrigo após meses de confrontos e deslocamentos forçados. Desde o início da nova escalada de violência, em outubro de 2023, mais de 51 mil palestinos foram mortos, e cerca de 117 mil ficaram feridos, conforme estimativas atualizadas dos serviços de saúde da região.

A retomada dos ataques israelenses em março deste ano representou uma nova fase da operação. Em 18 de março, o governo do primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu ordenou a retomada das ofensivas após o fracasso nas negociações de cessar-fogo intermediadas por representantes internacionais, incluindo o enviado especial presidencial dos EUA, Steve Witkoff.

Enquanto os bombardeios persistem, relatos de organizações humanitárias e da imprensa internacional apontam para o agravamento do colapso social em Gaza. Estruturas hospitalares estão em ruínas, há escassez severa de água potável, alimentos e medicamentos, e centenas de milhares de palestinos permanecem em condições de deslocamento, vivendo em tendas improvisadas sob constante ameaça aérea.

Chega a 14 número de feridos após incêndio em plataforma da Petrobras

A Petrobras divulgou nota nesta tarde informando que mais 13 trabalhadores ficaram feridos após o incêndio na Plataforma PCH-1 (Cherne 1), na Bacia de Campos, a cerca de 130 quilômetros da costa de Macaé, no Rio de Janeiro.

Com isso, o número de feridos chega a 14. Mais cedo, a empresa havia informado que um prestador de serviço da companhia sofreu queimaduras leves e estava consciente. O funcionário caiu no mar durante o acidente.

“O trabalhador resgatado no mar se encontra em atendimento hospitalar em terra, consciente e estável. Outros 13 trabalhadores que prestam serviço para a companhia foram classificados como feridos e também estão recebendo atendimento em hospital da região”, diz a nota divulgada agora à tarde pela empresa.

Segundo a Petrobras, desde o ano de 2020, a Plataforma PCH-1 (Cherne 1) não produz petróleo.

De acordo com o coordenador-geral do Sindicato dos Petroleiros do Norte Fluminense (Sindipetro-NF) e diretor da Federação Única dos Petroleiros (FUP), Sergio Borges Cordeiro, 176 trabalhadores estavam a bordo da plataforma.

“O escoamento de gás foi interrompido, as comunicações da plataforma caíram e embarcações de emergência foram acionadas. O Sindipetro-NF acompanha o caso e cobra providências urgentes”, escreveu Cordeiro nas redes sociais.

A Petrobras informou que as demais pessoas que estão na plataforma estão bem e que “uma comissão será formada para apurar as causas do incidente”.

Acidentes em 2024

Segundo a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), as atividades de exploração e produção de petróleo no país registraram 731 acidentes no ano passado.

De acordo com os dados, 183 pessoas ficaram feridas, sendo 78 com gravidade, e uma morte foi registrada.

Fonte: DCM

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