IPCA: preços dos alimentos caem pelo quarto mês seguido

Com alta em energia elétrica, inflação foi de 0,48% em setembro, após deflação no mês anterior

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) variou em alta de 0,48% em setembro deste ano, informou o IBGE nesta quarta-feira (9). Em agosto, o indicador oficial de inflação do Brasil havia registrado deflação, queda de -0,11%. 

Em setembro, houve queda nos preços da alimentação e bebidas (-0,26%) – o quarto recuo mensal consecutivo –, em artigos de residência (-0,40%) e Comunicação (-0,17%). No entanto, esses resultados não puderam superar a pressão do grupo Habitação sob o IPCA, que no mês teve a maior variação (2,97%) e o maior impacto (0,45 p.p) no índice geral . 

Em habitação voltou a pesar os preços de energia, que subiram 10,31% em setembro, tendo o principal impacto individual no índice do mês (0,41 p.p.).  Esse aumento veio após o fim da incorporação do Bônus de Itaipu, creditado nas faturas emitidas no mês de agosto. 

Segundo o IBGE, excluindo o efeito da energia elétrica, a inflação teria subido apenas 0,08% em setembro deste ano.    

A conta de energia vem sendo fortemente impactada pelas bandeiras tarifarias da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica). Em setembro, o órgão manteve em vigor a bandeira tarifária vermelha patamar 2 (a mais cara de todas), adicionando R$ 7,87 na conta de luz a cada 100 Kwh consumidos.

Além disso, a agência autorizou novos aumentos tarifários: 18,62% em São Luís (alta no mês: 27,30%), a partir de 28 de agosto; 15,32% em Vitória (12,37%), a partir de 7 de agosto, e 4,25% em Belém (8,05%), a partir de 7 de agosto. 

Em 12 meses, os preços da energia subiram 10,64%, representando um impacto de 0,44 p.p. no IPCA, que acumula no período alta de 5,17%. No acumulado do ano (até setembro), o IPCA varia em alta de 3,64%, intervalo que os preços de energia subiram 16,46%. 

O IPCA de setembro veio abaixo das projeções dos analistas de “mercado”, que projetavam alta de 0,52% em setembro, e alta de 5,22% no acumulado de 12 meses.  

A expectativa de inflação para 2025 voltou a cair, de 4,81% para 4,80%, na semana passada, com os bancos pressionado para que o Banco Central (BC) mantenha o nível da Selic (taxa básica de juros) em 15% no final deste ano. 

No entanto, já está mais do que na hora do BC, chefiado por Gabriel Galipolo, cortar os juros. 

A inflação está controlada. Considerando o Índice de Difusão, que mede a proporção de bens e serviços que tiveram aumento e quedas de preços num período, a inflação se espalhou menos entre agosto e setembro, caiu de 57% para 52%.  

No período, o índice de produtos alimentícios subiu de 47% para 48%, enquanto os não alimentícios recuaram 65% para 56%.  

Além disso, na passagem de agosto para setembro, a inflação de Serviços desacelerou, de 0,39% para 0,13%. 

Resultados do IPCA de setembro, por grupos: 

Alimentação e Bebidas: -0,26% (impacto de -0,06 p.p no IPCA) 

Habitação: 2,97% (0,45) 

Artigos de residência: -0,40% (-0,01) 

Vestuário: 0,63% (0,03) 

Transportes: 0,01% (0,00) 

Saúde e cuidados pessoais: 0,17% (0,02) 

Despesas pessoais: 0,51% (0,05) 

Educação: 0,07% (0,01) 

Comunicação: -0,17% (-0,01) 

Fonte: Hora do Povo

Após cessar-fogo, milhares de palestinos retornam à destruída Cidade de Gaza

Milhares de palestinos deslocados voltaram neste sábado (11) à devastada Cidade de Gaza, no segundo dia do cessar-fogo entre Israel e o Hamas, em meio a cenas de destruição e emoção. A trégua, proposta pelo presidente dos EUA, Donald Trump, levou à retirada parcial das tropas israelenses e abriu caminho para o retorno de famílias que estavam abrigadas no sul do território.

De acordo com a agência de defesa civil de Gaza, cerca de 50 mil pessoas chegaram à cidade neste sábado, elevando o número total de retornados a 250 mil desde o início da trégua, na sexta-feira (10). Muitos voltaram a pé pela estrada costeira, observando os destroços deixados por semanas de bombardeios.

“Caminhamos por horas, e cada passo foi tomado com medo e ansiedade pelo meu lar”, contou Raja Salmi à AFP. Ao chegar ao bairro de Al-Rimal, ela encontrou apenas ruínas. “Ela não existe mais. É apenas um monte de escombros. Fiquei diante dela e chorei. Todas aquelas memórias agora são apenas pó.”

Outros, como Sami Musa, de 28 anos, encontraram parte das casas de pé. “Graças a Deus… descobri que nossa casa ainda está de pé, embora tenha sofrido alguns danos que podemos reparar”, disse.

Entre escombros e o cheiro da morte, muitos moradores descrevem a sensação de retorno como o reencontro com uma cidade irreconhecível. “Parecia uma cidade fantasma, não Gaza”, completou Sami Musa. “Mas é o nosso lar — e é aqui que vamos recomeçar.”

O acordo de cessar-fogo

Pelo acordo mediado por Trump, o Hamas deve libertar 47 reféns restantes — vivos e mortos — dos 251 sequestrados em 7 de outubro de 2023, além dos restos mortais de um refém mantido desde 2014. Em troca, Israel libertará 250 prisioneiros, incluindo condenados à prisão perpétua, e 1.700 palestinos detidos em Gaza desde o início da guerra.

O cessar-fogo de 72 horas começou às 9h de sexta-feira e deve durar até a manhã de segunda (13). Enquanto o Hamas e seus aliados celebraram o acordo como “um revés para os planos de deslocamento” de Israel, Trump afirmou acreditar que “ambos os lados estão cansados da luta” e que a trégua deve se manter.

Divergências e incertezas

Apesar da trégua, ainda há divergências sobre o plano pós-guerra. O Hamas rejeita a exigência de desarmamento prevista no acordo. “Não vamos nos desarmar… (até que) tenhamos um Estado independente e soberano capaz de se defender”, declarou Bassem Naim, integrante do bureau político do grupo, à Sky News.

O plano também prevê a criação de uma força internacional de segurança em Gaza, proposta que segue em negociação entre mediadores internacionais.

Enquanto famílias vasculham ruínas em busca de sobreviventes e lembranças, Gaza segue marcada pela devastação. A ofensiva israelense deixou 67.682 mortos, segundo o Ministério da Saúde do território — número considerado confiável pela ONU. Mais da metade das vítimas são mulheres e crianças.

Fonte: DCM

Vem aí o Arte Jazz Festival!

Nos dias 30 e 31 de outubro, o Arte Pajuçara se transforma em palco para grandes nomes do jazz e do blues, reunindo artistas locais e nacionais em dois dias de pura celebração sonora.

No lineup, destaque para o saxofonista Derico (ex-Quinteto do Jô), o guitarrista Eric Assmar (BA) com participação de Dinho Zampier (AL), além de apresentações de À La Sax Quarteto, Barba de Gato, Ricardo Lopes e Trio com Érika Morise, Clube do Jazz, Fernanda Guimarães e LoreB.

🎶 Programação
🗓️ 30/10:
Barba de Gato (AL) | Eric Assmar (BA) part. Dinho Zampier (AL) | Ricardo Lopes e Trio part. Érika Morise (AL)

🗓️ 31/10:
À La Sax Quarteto (AL) | Clube do Jazz (AL) | Derico Sciotti (SP) | LoreB (AL) | Fernanda Guimarães (AL).

🎟️ Ingressos antecipados na Sympla: https://www.sympla.com.br/evento/festival-arte-jazz—arte-pajuCara/3159795

30/10 — R$ 80 (promoção: todos pagam meia) | R$ 160* inteira
31/10 — R$ 100 (promoção: todos pagam meia) | R$ 200* inteira
Combo 2 noites (30 e 31) — R$ 150 (promoção: todos pagam meia) | R$ 300* inteira.

Este projeto conta com o apoio de recursos da PNAB — Política Nacional Aldir Blanc, do Ministério da Cultura do Governo Federal, operacionalizado pela SEMCE (Secretaria Municipal de Cultura e Economia Criativa da Prefeitura de Maceió – AL).
Apoio: Clube do Jazz Maceió, Derico, Jazz Panorama, Hilton Garden Inn Maceió, Café do Sobrado, Novo Mundo Pizza em Casa, Coberta de Flor, Pousada Aquarela do Brasil, Anamá, Ao Pharmacêutico e Núcleo Zero.

*Pela legislação temos que divulgar os valores da inteira e informar que todos terão direito a meia-entrada.

Israel mantém ataques a Gaza após anúncio de cessar-fogo parcial

Bombardeios continuam no enclave palestino mesmo após acordo inicial de paz assinado entre Israel e Hamas

Israel seguiu bombardeando a Faixa de Gaza poucas horas depois do anúncio de um acordo de paz preliminar pactuado com o Hamas. A informação foi confirmada nesta quarta-feira (9) pelo serviço de defesa civil do território palestino, que relatou intensos ataques aéreos, principalmente na região norte de Gaza .

De acordo com a agência russa TASS, os ataques ocorreram após a oficialização da primeira fase de um plano de paz negociado no Egito entre representantes de Israel e do Hamas. Apesar do anúncio, moradores de Gaza relataram explosões durante a madrugada e ao longo da manhã. “Após o anúncio de um acordo de cessar-fogo na noite passada, recebemos inúmeros relatos de explosões em toda a região, particularmente no norte de Gaza. A cidade de Gaza também foi alvo de pesados ataques aéreos”, informou o órgão de defesa civil em comunicado.

Fonte: Brasil 247

Ação resgata 17 trabalhadores em condições análogas à escravidão em SP

Vítimas trabalhavam em restaurante japonês na zona norte da capital paulista

Uma ação conjunta do Ministério Público do Trabalho (MPT), o Ministério do Trabalho e Emprego e a Polícia Civil de São Paulo resgatou 17 trabalhadores de um restaurante japonês da zona norte da capital paulista submetidos a condições análogas a de escravos. O nome do restaurante não foi divulgado pelas autoridades.

Segundo o Ministério Público do Trabalho, alguns desses trabalhadores não tinham registro formal de emprego e ficavam alojados em uma casa que era mantida pelo empregador, com camas instaladas na cozinha, sanitários sem higiene, paredes tomadas por mofo e umidade e com fiação elétrica exposta.

Essas condições, afirma o MPT, ferem a dignidade e comprometem a saúde desses trabalhadores.

Durante a ação, realizada no último dia 3, foi determinado ao empregador que removesse imediatamente os trabalhadores dos alojamentos precários e que eles fossem encaminhados para hotéis. O proprietário do restaurante foi autuado e terá que pagar os créditos trabalhistas relativos às rescisões contratuais, fazer o depósito do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e recolher as contribuições previdenciárias.

Além disso, foi proposto um termo de ajustamento de conduta (TAC) em que foi proibido ao empregador manter os empregados nestas condições, sob pena de multa de R$ 5 mil por cada trabalhador e infração, com valores dobrados em caso de reincidência.

Por esse documento, o proprietário do restaurante também terá que fazer um registro retroativo na carteira de trabalho e rescindir todos os contratos de trabalho, tendo que pagar integralmente as verbas rescisórias no prazo de até 10 dias, além de uma indenização por dano moral individual de R$ 10 mil a cada trabalhador e de R$ 100 mil por dano moral coletivo, valor que será destinado a entidades assistenciais.

Nesta segunda-feira (6), o Ministério do Trabalho e Emprego atualizou o Cadastro de Empregadores que submetem seus trabalhadores a condições análogas à escravidão.

Nesta atualização, o ministério incluiu 155 novos empregadores, sendo 101 pessoas físicas e 58 pessoas jurídicas, um aumento de 20% em relação à atualização anterior.

Denúncias

Denúncias de trabalho análogo à escravidão podem ser feitas de forma remota e sigilosa por meio do Sistema Ipê, uma plataforma criada em 2020 pela Secretaria de Inspeção do Trabalho (SIT), em parceria com a Organização Internacional do Trabalho (OIT).

Fonte: Agência Brasil

UFC rompe acordo com universidade de Israel por causa do genocídio em Gaza

A Universidade Federal do Ceará informou que o programa de intercâmbio foi firmado em 2022 e que, desde então, as únicas atividades realizadas foram dois cursos online em 2023. Não há alunos em intercâmbio.

O Conselho Universitário (Consuni) da Universidade Federal do Ceará (UFC), principal órgão de deliberação da instituição, aprovou na última segunda-feira (6) o rompimento do programa de intercâmbio entre a universidade cearense e a Universidade Ben-Gurion, em Israel.

Conforme o colegiado, a medida atende a um apelo da comunidade universitária em função da “grave crise humanitária e o genocídio praticado pelo Estado israelense contra o povo palestino, em especial na Faixa da Gaza”.

“O Conselho Universitário da UFC repudia veementemente o genocídio em curso, solidariza-se com o Povo Palestino que resiste às agressões, cancela o Acordo para Programa de Intercâmbio e Cooperação Acadêmica com a Universidade Ben-Gurion, manifesta que não mantém quaisquer relações acadêmicas de colaboração com instituições israelenses, em consonância com outras entidades brasileiras e internacionais”, disse o Conselho Universitário em nota.

Ao g1, a UFC informou que o programa de intercâmbio havia sido firmado em 2022 e que, desde então, as únicas duas atividades realizadas foram um curso online e um hackaton, também remoto, ambos concluídos em julho de 2023.

A universidade disse que não há alunos da UFC em intercâmbio presencial com a Universidade Ben-Gurion nem alunos da universidade israelense em intercâmbio presencial com a instituição cearense.

O rompimento do programa de intercâmbio foi anunciado às vésperas do aniversário de dois anos dos ataques do grupo terrorista Hamas, em 7 de outubro de 2023, que matou mais de 1.200 pessoas e sequestrou outras 251.

O anúncio também ocorre em meio ao processo de deportação de Israel da professora licenciada da UFC, a deputada federal Luizianne Lins (PT). Ela e ativistas de dezenas de países estavam na Flotilha Global Sumud, que transportava ajuda humanitária para Gaza, e foi interceptada por forças israelenses no dia 2 de outubro.

Os ativistas levados para Israel, de onde começaram a ser deportados para seus países de origem. Na moção divulgada, o Conselho Universitário destacou que o engajamento de Luizianne na causa pró-Palestina.

“Manifestamos também solidariedade à deputada federal Luizianne Lins, professora licenciada do curso de Jornalismo do ICA [Instituto de Cultura e Arte da UFC], que se encontra detida após a interceptação da Flotilha Global Sumud, missão humanitária com destino à Faixa de Gaza. Reconhecemos a trajetória da professora Luizianne, marcada desde o movimento estudantil por uma militância firme em defesa dos direitos humanos, da democracia, da justiça social e da liberdade dos povos”, disse o Conselho Universitário.

Fonte: G1

Deputados alagoanos votam para livrar super ricos e Bets de pagarem impostos

A bancada alagoana na Câmara dos Deputados dividiu-se na votação que resultou na caducidade da Medida Provisória 1303/25, que pretendia arrecadar R$ 17 bilhões aos cofres públicos em 2026. Dos sete representantes do estado, quatro votaram a favor do adiamento – que inviabilizou a proposta – e três mantiveram-se alinhados ao governo Lula.

Como votaram os deputados de Alagoas:
A favor do adiamento (e jogando fora R$ 17 bilhões):

  • Alfredo Gaspar (União-AL)
  • Delegado Fabio Costa (PP-AL)
  • Marx Beltrão (PP-AL)

Contra o adiamento (apoiando o governo):

  • Isnaldo Bulhões Jr (MDB-AL)
  • Luciano Amaral (PSD-AL)
  • Paulão (PT-AL)
  • Rafael Brito (MDB-AL)

A votação terminou com 251 votos a favor do adiamento e 193 contra, configurando uma expressiva derrota para o governo. A MP, que taxaria rendimentos de aplicações financeiras e apostas esportivas, perderia sua validade às 23h59 desta quarta-feira (8) se não fosse aprovada por ambas as casas legislativas.

Coube ao Centrão e a bancada do Agronegócios o papel principal para derrubar a MP, tornando assim intocáveis os super ricos, os bancos e as casas de apostas Bets.

Segundo o líder do governo na Câmara, deputado Lindberg Farias (PT-RJ), um acordo feito anteriormente com líderes partidários para preservar a Medida Provisória foi rompido. Trabalharam pela derrubada da Medida Provisória o presidente do PP, Ciro Nogueita, o presidente do União Brasil, Antônio Rueda, e o governador de São Paulo, Tarcísio Freitas, candidato dos dois partidos a presidência da República em 2026.

Fonte: É Assim

Lula vence todos adversários no 1° turno, diz Quaest

Petista supera Ciro, Michelle e até o inelegível Bolsonaro, e alcança sua maior vantagem sobre o governador de SP desde maio

A pesquisa Genial/Quaest, divulgada nesta quinta-feira (9), mostra que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) mantém a liderança em todos os eventuais cenários de primeiro e segundo turno simulados para a disputa presidencial de 2026.

O levantamento aponta estabilidade pelo segundo mês consecutivo, repetindo o cenário de setembro. O petista passou a liderar em todos os cenários pesquisados desde agosto.

Nos confrontos diretos simulados, Lula aparece com vantagem em todos os cenários de segundo turno. Ele tem nove pontos à frente de Ciro Gomes (PDT), 10 de Jair Bolsonaro (PL), 12 de Tarcísio de Freitas (Republicanos) e Michelle Bolsonaro (PL), 13 de Ratinho Júnior (PSD), 15 de Romeu Zema (Novo), Ronaldo Caiado (União) e Eduardo Bolsonaro (PL), e 23 pontos sobre Eduardo Leite (PSD).

É a maior diferença registrada entre Lula e Tarcísio desde maio, quando o petista tinha 41% das intenções de voto, contra 40% do governador paulista.

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Pesquisa Genial/Quaest. Foto: Reprodução

Cenários do 1º turno

O levantamento traçou oito eventuais cenários na pesquisa estimulada para o primeiro turno das eleições presidenciais de 2026:

Cenário 1 – Com Lula e Bolsonaro

  • Lula (PT): 35%
  • Jair Bolsonaro (PL): 26%
  • Ratinho Júnior (PSD): 10%
  • Ciro Gomes (PDT): 9%
  • Romeu Zema (Novo): 3%
  • Ronaldo Caiado (União Brasil): 3%
  • Indecisos: 4%
  • Branco/Nulo/Não vai votar: 10%

Cenário 2 – Com Lula e Michelle

  • Lula (PT): 36%
  • Michelle Bolsonaro (PL): 21%
  • Ciro Gomes (PDT): 10%
  • Ratinho Júnior (PSD): 10%
  • Romeu Zema (Novo): 4%
  • Ronaldo Caiado (União Brasil): 3%
  • Indecisos: 4%
  • Branco/Nulo/Não vai votar: 12%
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Pesquisa Genial/Quaest. Foto: Reprodução

Cenário 3 – Com Lula e Tarcísio

  • Lula (PT): 39%
  • Tarcísio de Freitas (Republicanos): 18%
  • Ciro Gomes (PDT): 12%
  • Ronaldo Caiado (União Brasil): 4%
  • Romeu Zema (Novo): 4%
  • Indecisos: 5%
  • Branco/Nulo/Não vai votar: 18%
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Pesquisa Genial/Quaest. Foto: Reprodução

Cenário 4 – Com Lula e Eduardo Bolsonaro

  • Lula (PT): 35%
  • Eduardo Bolsonaro (PL): 15%
  • Ratinho Júnior (PSD): 12%
  • Ciro Gomes (PDT): 11%
  • Romeu Zema (Novo): 5%
  • Ronaldo Caiado (União Brasil): 4%
  • Indecisos: 4%
  • Branco/Nulo/Não vai votar: 14%
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Pesquisa Genial/Quaest. Foto: Reprodução

Cenário 5 – Com Lula, Tarcísio e Eduardo Bolsonaro

  • Lula (PT): 42%
  • Tarcísio de Freitas (Republicanos): 19%
  • Eduardo Bolsonaro (PL): 17%
  • Indecisos: 4%
  • Branco/Nulo/Não vai votar: 18%
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Pesquisa Genial/Quaest. Foto: Reprodução

Cenário 6 – Com Lula, Eduardo Bolsonaro e Ratinho

  • Lula (PT): 41%
  • Eduardo Bolsonaro (PL): 20%
  • Ratinho Júnior (PSD): 17%
  • Indecisos: 4%
  • Branco/Nulo/Não vai votar: 18%
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Pesquisa Genial/Quaest. Foto: Reprodução

Cenário 7 – Com Lula, Eduardo Bolsonaro e Zema

  • Lula (PT): 43%
  • Eduardo Bolsonaro (PL): 22%
  • Romeu Zema (Novo): 11%
  • Indecisos: 4%
  • Branco/Nulo/Não vai votar: 20%

Cenário 8 – Com Lula, Eduardo Bolsonaro e Caiado

  • Lula (PT): 43%
  • Eduardo Bolsonaro (PL): 23%
  • Ronaldo Caiado (União): 10%
  • Indecisos: 4%
  • Branco/Nulo/Não vai votar: 20%

Cenários do 2º turno

Cenário 1 – Lula e Ciro Gomes

  • Lula (PT): 41% (eram 40% em setembro)
  • Ciro Gomes (PDT): 32% (eram 33%)
  • Indecisos: 3% (eram 3%)
  • Branco/Nulo/Não vai votar: 24% (eram 24%)
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Pesquisa Genial/Quaest. Foto: Reprodução

Cenário 2 – Lula e Bolsonaro

  • Lula (PT): 46% (eram 47% em setembro)
  • Jair Bolsonaro (PL): 36% (eram 34%)
  • Indecisos: 2% (eram 2%)
  • Branco/Nulo/Não vai votar: 16% (eram 17%)
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Pesquisa Genial/Quaest. Foto: Reprodução

Cenário 3 – Lula e Tarcísio

  • Lula (PT): 45% (eram 43% em setembro)
  • Tarcísio de Freitas (Republicanos): 33% (eram 35%)
  • Indecisos: 3% (eram 3%)
  • Branco/Nulo/Não vai votar: 19% (eram 19%)
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Pesquisa Genial/Quaest. Foto: Reprodução

Cenário 4 – Lula e Michelle Bolsonaro

  • Lula (PT): 46% (eram 47% em setembro)
  • Michelle Bolsonaro (PL): 34% (eram 32%)
  • Indecisos: 2% (eram 3%)
  • Branco/Nulo/Não vai votar: 18% (eram 18%)
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Pesquisa Genial/Quaest. Foto: Reprodução

Cenário 5 – Lula e Ratinho Júnior

  • Lula (PT): 44% (eram 44% em setembro)
  • Ratinho Júnior (PSD): 31% (eram 32%)
  • Indecisos: 3% (eram 3%)
  • Branco/Nulo/Não vai votar: 22% (eram 21%)
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Pesquisa Genial/Quaest. Foto: Reprodução

Cenário 6 – Lula e Romeu Zema

  • Lula (PT): 47% (eram 45% em setembro)
  • Romeu Zema (Novo): 32% (eram 32%)
  • Indecisos: 3% (eram 4%)
  • Branco/Nulo/Não vai votar: 18% (eram 19%)
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Pesquisa Genial/Quaest. Foto: Reprodução

Cenário 7 – Lula e Ronaldo Caiado

  • Lula (PT): 46% (eram 46% em setembro)
  • Ronaldo Caiado (União Brasil): 31% (eram 31%)
  • Indecisos: 3% (eram 3%)
  • Branco/Nulo/Não vai votar: 20% (eram 20%)
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Pesquisa Genial/Quaest. Foto: Reprodução

Cenário 8 – Lula e Eduardo Bolsonaro

  • Lula (PT): 46% (eram 47% em setembro)
  • Eduardo Bolsonaro (PL): 31% (eram 29%)
  • Indecisos: 3% (eram 3%)
  • Branco/Nulo/Não vai votar: 20% (eram 21%)
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Pesquisa Genial/Quaest. Foto: Reprodução

Cenário 9 – Lula e Eduardo Leite

  • Lula (PT): 45% (eram 45% em setembro)
  • Eduardo Leite (PSD): 22% (eram 26%)
  • Indecisos: 4% (eram 4%)
  • Branco/Nulo/Não vai votar: 29% (eram 25%)

Metodologia

A pesquisa foi encomendada pela Genial Investimentos e realizada entre os dias 2 e 5 de outubro. O levantamento ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais em todas as regiões do país.

A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

Fonte: DCM

Israel mata 8 palestinos em Gaza em 24 horas enquanto negociações estão em andamento no Egito

  • Pelo menos oito palestinos foram mortos e outros 61 ficaram feridos em novos ataques israelenses na Faixa de Gaza nas últimas 24 horas, de acordo com o Ministério da Saúde do enclave.
  • Dois corpos também foram recuperados dos escombros dos ataques israelenses anteriores no mesmo período, acrescentou o ministério.
  • Os assassinatos continuam apesar das negociações de cessar-fogo que estão em andamento em Sharm el-Sheikh, no Egito, nos últimos três dias.
  • Coalizão da Flotilha da Liberdade diz que os militares israelenses atacaram seu comboio de barcos e interceptaram várias embarcações enquanto navegavam em direção a Gaza.
  • A primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, disse que foi acusada de “cumplicidade em genocídio” em uma queixa apresentada ao Tribunal Penal Internacional (TPI) sobre o apoio de Roma a Israel no bombardeio de Gaza.
  • A guerra de Israel em Gaza matou pelo menos 67.183 pessoas e feriu 169.841 desde outubro de 2023. Acredita-se que milhares de outras pessoas estejam soterradas sob os escombros. Um total de 1.139 pessoas foram mortas em Israel durante os ataques de 7 de outubro de 2023, e cerca de 200 foram feitas reféns.
  • Fonte: Al Jazeera

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