Aposentadoria dos servidores de Maceió em risco: IPREV aplicou R$ 168,5 milhões em Nest Eagle e Banco Master

O Instituto de Previdência dos Servidores do Município de Maceió (IPREV) aplicou R$ 117,9 milhões em letras financeiras do Banco Master e R$ 51,48 milhões em cotas do Nest Eagle Fundo de Investimento Imobiliário de Responsabilidade Limitada, criado em 2024 e registrado sob o CNPJ 54.422.883/0001-57. Ao todo, os investimentos somam R$ 168,5 milhões.

O vereador Rui Palmeira levou essas informações ao Ministério Público de Alagoas, ressaltando que se trata de operações consideradas de alto risco. O regulamento do Nest Eagle, datado de 16 de setembro de 2024, destaca que as cotas não possuem garantia de prestadores de serviços, terceiros, mecanismos de seguro ou do Fundo Garantidor de Créditos (FGC).

Isso significa que, em caso de inadimplência, perda de valor dos imóveis ou desempenho insatisfatório do fundo, os cotistas não têm acesso à proteção do FGC. Os recursos para pagamento e resgate das cotas dependem exclusivamente do patrimônio e dos resultados do próprio fundo.

O desempenho dos imóveis que compõem a carteira do fundo pode ser afetado por fatores externos, como condições econômicas gerais, oferta de imóveis semelhantes e interesse de potenciais compradores. Essas variações podem influenciar a valorização dos ativos e a distribuição de resultados aos investidores.

Além disso, a classificação de risco das cotas foi definida com base em análise conservadora da carteira à época da sua atribuição, sem garantia de que permanecerá inalterada durante toda a duração da classe de ativos.

O Nest Eagle FII RL é administrado pelo Banco Daycoval S.A. e gerido pela Nest International Administradora de Carteira de Valores Mobiliários Ltda. O fundo aplica recursos em imóveis prontos ou em construção, com objetivo de valorização e geração de renda por meio de locação ou arrendamento.

Fonte: 082 Notícias

Israel mata 50 palestinos em Gaza nas últimas 24 horas

  • Pelo menos 50 palestinos, incluindo cinco requerentes de ajuda, foram mortos e 184 feridos em ataques israelenses na Faixa de Gaza nas últimas 24 horas, de acordo com o Ministério da Saúde do enclave.
  • O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, deve se encontrar com o presidente dos EUA, Donald Trump, no Salão Oval, após a proposta dos EUA de parar a guerra em Gaza.

Durante a Conferência da ONU, vários países reconheceram o Estado Palestino, aumento ainda mais o isolamento do regime genocida e sionista de Israel.

A guerra de Israel em Gaza matou pelo menos 66.055 pessoas e feriu 168.346 desde outubro de 2023. Acredita-se que milhares mais estejam enterrados sob os escombros. Um total de 1.139 pessoas foram mortas em Israel durante os ataques de 7 de outubro de 2023 e cerca de 200 foram capturadas.

Redação com Al Jazeera

Pastor é preso por suspeita de abuso sexual de adolescentes no RS

Menina precisou passar por tratamento psicológico para ansiedade e pânico. Outros dois casos de abuso supostamente cometidos pelo líder religioso são investigados.

Um pastor de 57 anos foi preso preventivamente no dia 23/09 por suspeita de abuso sexual contra uma adolescente quando ela tinha 12 anos em Canoas, na Região Metropolitana de Porto Alegre.

De acordo com a Polícia Civil do RS, o homem é pastor de uma igreja da cidade e teria cometido o crime em 2018, durante um curso de preparação para batismo do qual a menina participava.

A identidade dele não foi revelada pela polícia, mas o g1 e a RBS TV apuraram que se trata de César Luís Boa Nova Silveira. Em nota, a defesa de César afirma que a prisão “não possui fundamento fático e muito menos jurídico” e que ele “nega veementemente o ocorrido”. Leia a nota completa abaixo.

O caso foi relatado somente em 2025, quando a vítima já tinha 19 anos. Ela passou por tratamento psicológico, pois desenvolveu transtornos de ansiedade e pânico. A denúncia teria acontecido após encorajamento dos profissionais.

Segundo o delegado Maurício Barison, que investiga o caso, o líder espiritual insinuava desejo sexual pela vítima durante todo o curso. No último dia de aulas, o homem teria dispensado os demais adolescentes e trancado a vítima no interior da igreja, onde supostamente praticou o abuso sexual.

Há investigação de outros supostos casos de abuso com pelo menos duas vítimas em investigação pela Polícia Civil.

Nota da defesa

“A defesa de César Luís Boa Nova Silveira, declara que a prisão preventiva ocorrida na data de hoje não possui fundamento fático e muito menos jurídico, ou seja, a prisão é desnecessária.

O representado nega veementemente o ocorrido, registra-se, que será demonstrado nos autos do processo, ao crivo da ampla defesa e do contraditório, sua inocência.”

Fonte: G1

Aumenta pressão sobre Alemanha por seu apoio a Israel

A pressão sobre a Alemanha para se juntar às medidas contra Israel pela guerra de Gaza continua aumentando, e isso desencadeou um intenso debate em um país que há décadas tenta expiar a culpa pelo Holocausto.

Berlim, um firme aliado de Israel, está cada vez mais isolada à medida que muitos de seus parceiros ocidentais – Reino Unido, França, Canadá, Austrália, Espanha – reconhecem a Palestina como Estado.

Embora esses países tenham condenado o ataque do Hamas em 7 de outubro de 2023, que desencadeou a guerra em Gaza, muitos consideram que a resposta militar israelense é desproporcional e sem um fim à vista.

Nesta semana, todas as atenções estarão voltadas novamente para a Alemanha e para saber se ela se oporá aos planos da União Europeia de sancionar Israel por sua campanha na Faixa, que, segundo números do Ministério da Saúde de Gaza, considerados confiáveis pela ONU, resultou em mais de 65.000 mortos em quase dois anos de conflito.

“A Alemanha está sob pressão crescente de várias direções”, ressalta Mariam Salehi, pesquisadora de política internacional na Universidade Livre de Berlim.

“Isso vem de parceiros políticos dentro da União Europeia (…), mas também da sociedade civil alemã”, aponta.

Há muitos anos, questionar o apoio a Israel tem sido um tabu na Alemanha, devido à esmagadora lembrança do genocídio perpetrado pelo nazismo, que matou seis milhões de judeus europeus.

A ex-chanceler Angela Merkel descreveu a segurança nacional de Israel como parte do “Staatsräson” (“razão de Estado”) da Alemanha, um princípio fundamental que deve prevalecer sobre considerações partidárias.

Por isso surpreendeu a mudança de rumo no mês passado por parte de seu ex-assessor de política externa e segurança, Christoph Heusgen.

Heusgen, que também foi embaixador da Alemanha na ONU, advertiu que Israel corre o risco de se tornar um “Estado de apartheid” se continuar com suas políticas em Gaza e na Cisjordânia ocupada, e pediu a Berlim que reconheça a Palestina como Estado.

– Divisão entre esquerda e direita –

À medida que a guerra em Gaza se prolonga, a Alemanha intensificou suas críticas a Israel pela situação humanitária na Faixa.

Em agosto, o chefe de governo Friedrich Merz anunciou que Berlim iria restringir a venda de armas a Israel.

Uma medida celebrada por muitos setores de esquerda, mas que gerou indignação na direita, especialmente na CSU, o partido irmão da CDU conservadora de Merz.

“Estamos alimentando uma narrativa de inversão entre perpetrador e vítima em Israel, o que, na minha opinião, não faz justiça à situação como um todo”, declarou o especialista em política externa da CSU, Stefan Mayer.

Por sua vez, a influente Sociedade Germano-Israelense classificou a decisão como “uma vitória para o Hamas na guerra de propaganda global”.

A Alemanha evitou até agora classificar a ofensiva israelense em Gaza como “genocídio”, mesmo depois que uma investigação das Nações Unidas utilizou o termo.

Berlim também deixou claro que não tem planos de reconhecer um Estado palestino, diferentemente de França, Reino Unido, Austrália, Canadá e outros aliados ocidentais, que o fizeram.

Agora que a UE estuda restringir as relações comerciais com Israel e sancionar alguns ministros, há vozes na Alemanha que pedem ações mais concretas.

“A Alemanha está fazendo muito pouco para acabar com este inferno”, disse o historiador Rene Wildangel, em referência ao discurso perante a Assembleia Geral da ONU do ministro das Relações Exteriores, Johann Wadephul, que se referiu a Gaza como “um inferno na terra”.

Nos últimos meses, os protestos pró-palestinos se tornaram mais significativos, refletindo uma mudança na opinião pública.

No sábado, milhares de manifestantes marcharam pelas ruas de Berlim exigindo que Israel interrompa sua campanha militar em Gaza.

Segundo uma pesquisa da rádio pública ZDF, 76% dos eleitores consideram que a ação militar de Israel na Faixa de Gaza é injustificada.

Outra pesquisa da YouGov, publicada esta semana, mostra que 62% dos eleitores alemães consideram que as ações de Israel em Gaza constituem um genocídio.

Fonte: MSN

Fiscalização encontra venezuelanos escravizados em obra do governo de Rondônia

Obra em escola mantinha operários em condições precárias, com salários atrasados e sem alimentação garantida

Uma força tarefa flagrou trabalhadores em condições análogas à escravidão na reforma de uma escola indígena contratada pelo governo de Rondônia. O caso chama atenção porque a gestão do governador Marcos Rocha (União Brasil) desarticulou a comissão de combate à escravidão no estado.

No último dia 10, procuradores do MPT (Ministério Público do Trabalho) e do MPF (Ministério Público Federal), auditores-fiscais do MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) e agentes da PF (Polícia Federal) resgataram dois venezuelanos que trabalhavam na obra, na Terra Indígena Rio Guaporé, custeada com recursos públicos.

Os trabalhadores estavam alojados em condições precárias, sem alimentação garantida, com salários atrasados e sem condições de deixar o local de trabalho nos dias de descanso.

Coronel aposentado da Polícia Militar, Rocha está no segundo mandato como governador de Rondônia. Elegeu-se em 2018 pelo PSL, então partido do ex-presidente Jair Bolsonaro, agora no PL. Em 2022, foi reeleito pelo União Brasil.

No início do atual mandato, ele revogou um decreto de 2017 que criava a Coetrae (Comissão Estadual para Erradicação do Trabalho Escravo). Trata-se de um órgão consultivo, formado por integrantes do poder público e da sociedade civil, responsável por executar e monitorar políticas de combate à escravidão contemporânea.

Procurado para comentar o caso, o governo de Rondônia não se pronunciou até o momento. O espaço segue aberto a manifestações.

Os autos de infração ainda não foram lavrados pelos auditores fiscais do trabalho. Os procuradores também não concluíram as apurações. As autoridades ainda estudam o grau de responsabilidade do governo de Rondônia e da empresa contratada para a obra.

Governo foi processado para reformar escola indígena

A escola em reforma fica na Aldeia Ricardo Franco, às margens do Rio Guaporé, em Guajará-Mirim (RO), região na fronteira entre o Brasil e a Bolívia. Lá vivem indígenas da etnia Wajuru, que há anos cobram a revitalização da Escola Estadual Indígena de Ensino Fundamental 5 de Julho. Em 2024, o MPF chegou a processar o governo para que a reforma fosse realizada.

Ainda no ano passado, a Seduc (Secretaria Estadual de Educação) incluiu a obra num contrato firmado com a empresa Terra Forte Limitada para reformas de unidades estaduais de ensino. Pelo contrato, a Terra Forte receberia R$ 21 milhões. Desse valor, segundo o MPT, R$ 504 mil seriam destinados à Escola 5 de Julho, que é relativamente pequena — atende entre 51 e 200 alunos, de acordo com o Censo Escolar de 2024.

Camilla Holanda Mendes da Rocha, procuradora do Trabalho e coordenadora regional da Conaete (Coordenadoria Nacional de Erradicação do Trabalho Escravo e Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas) em Rondônia e Acre, disse que os recursos previam a contratação regular de operários para a reforma, bem como a compra de equipamentos de proteção individual. A força-tarefa de fiscalização, contudo, encontrou uma situação diferente da prevista em contrato.

Cinco trabalhadores foram encontrados no canteiro de obras. Três deles eram indígenas da Aldeia Ricardo Franco, trabalhando sem proteção e contratados de forma precária. Outros dois eram imigrantes venezuelanos que atuavam como serralheiros. No caso deles, as irregularidades configuravam trabalho análogo à escravidão, segundo a procuradora.

Ela conta que os trabalhadores não tinham banheiro adequado. No lugar de portas e janelas havia telhas de fibrocimento. Eles usavam como copo coletivo uma latinha de cerveja improvisada e dormiam em colchões em cima de mesas escolares juntas umas às outras.

Alojamento dos dois trabalhadores venezuelanos resgatados em obra do governo de Rondônia tinha condições precárias, segundo a fiscalização. Unidade também sofre com falta de merenda escolar e insuficiência de materiais pedagógicos, segundo o MPT (Reprodução / MPT)

“As condições encontradas eram de fato degradantes”, descreveu o auditor-fiscal do trabalho André Vagner Dourado Santos, que participou da operação, segundo declarações publicadas no site do MPT.

“Eles estavam privados de sair do local porque a empresa não pagava os salários regularmente e, como o acesso era difícil, não tinham dinheiro sequer para tentar sair de lá. Por algumas vezes, tentaram falar com quem eles entendiam que seria o patrão e não obtiveram resposta, o que acabou configurando essa privação do direito de ir e vir por se encontrarem em local de dificílimo acesso”, acrescentou Santos.

Os próprios membros da força-tarefa só conseguiram chegar ao canteiro de obras de helicóptero, depois de receberem uma denúncia de alunos e professores da pós-graduação da Unir (Universidade Federal de Rondônia), que visitaram a aldeia em agosto.

De acordo com o artigo 149 do Código Penal, quatro elementos podem definir escravidão contemporânea no Brasil: trabalho forçado (que envolve cerceamento do direito de ir e vir); servidão por dívida (um cativeiro atrelado a dívidas, muitas vezes fraudulentas); condições degradantes (trabalho que nega a dignidade humana, colocando em risco a saúde e a vida); ou jornada exaustiva (levar ao trabalhador ao completo esgotamento dado à intensidade da exploração, também colocando em risco sua saúde e vida). A presença de apenas um desses elementos já configura trabalho escravo.

Para a procuradora Camilla Rocha, o isolamento da aldeia e até o senso de urgência dos indígenas sobre a reforma da escola da comunidade acabaram por contribuir para a situação degradante dos trabalhadores. “Os indígenas eram quem muitas vezes fornecia comida aos venezuelanos, pois viam a situação deles e também queriam que a obra avançasse”, explicou.

“Toda essa situação gerou um caso absurdo: o dinheiro da sociedade acabou financiando o trabalho análogo à escravidão no estado”, disse Camilla Holanda Mendes da Rocha, procuradora do Trabalho.

À força-tarefa, um dos trabalhadores contou que passou situação semelhante na Guatemala, onde não teve apoio estatal. Na Terra Indígena Rio Guaporé, ele se recusou inicialmente a ficar no alojamento oferecido, mas por fim teve de ceder. “Havia morcegos por todo lado”, declarou.

Camilla ainda lembrou que o STF (Supremo Tribunal Federal) ratificou recentemente que a administração pública é responsável pelo meio ambiente do trabalho, mesmo nos casos em que contrata uma empresa para executar o serviço. A corte ratificou também que os contratos preveem verbas para que isso seja garantido. Como isso não ocorreu, é preciso saber para onde esses recursos foram destinados. “Há um outro tema a ser apurado”, disse a procuradora.

A Escola 5 de Julho passa por reforma por enfrentar vários problemas, como banheiros quebrados e infestação de morcegos. Unidade também sofre com falta de merenda escolar e insuficiência de materiais pedagógicos, segundo o MPT (Reprodução / MPT)

Contexto de fragilização em Rondônia

A procuradora também reclamou da falta de políticas públicas em Rondônia para a prevenção de casos de trabalho escravo. Após o resgate de trabalhadores venezuelanos, o MPT enviou uma recomendação para que o governo garanta o cumprimento das leis e normas de trabalho. A Repórter Brasil cobrou a gestão estadual sobre o recebimento da recomendação, mas não houve retorno.

O estado de Rondônia firmou em 2016 o Pacto Nacional para a Erradicação do Trabalho Escravo, justamente para tentar garantir empregos dignos aos seus habitantes. Segundo Camilla, desde então, muito pouco foi feito.

Em 2017, o então governador Confúcio Moura, hoje senador pelo MDB, assinou o decreto que criou a Coetrae em Rondônia. Nunca, entretanto, nomeou todos os seus membros para que a comissão funcionasse em condições ideais. A partir de 2019, a pressão pela nomeação de membros da Coetrae recaiu sobre o coronel Marcos Rocha.

Em 2022, a Conatrae (Comissão Nacional de Erradicação do Trabalho Escravo) chegou a emitir uma nota pública revelando que o governador Rocha planejava extinguir a comissão estadual e posicionando-se contra a ideia. Acabou não sendo ouvida.

Além de Rondônia, outros seis estados criaram uma Coetrae e a desativaram: Acre, Amazonas, Espírito Santo, Minas Gerais, Paraíba e Pernambuco. As comissões de Espírito Santo e Paraíba estão em processo de reativação, segundo levantamento do Ministério dos Direitos Humanos.

Outros três estados nunca criaram uma Coetrae, segundo o ministério: Amapá, Roraima e Santa Catarina. As comissões do DF e dos 16 estados restantes estão ativas.

Em 2023, ano da extinção da Coetrae em Rondônia, o estado registrou o maior número de casos de trabalho escravo em dez anos: foram quatro episódios, com 16 trabalhadores resgatados, de acordo com dados do MTE tabulados pelo projeto Perfil Resgatado, da Repórter Brasil. O número de trabalhadores resgatados nos últimos três anos (51) representa 55% do total de resgatados da última década.

Responsabilidades e indenizações

A Repórter Brasil enviou pedidos de informações à Secretaria de Comunicação de Rondônia desde a segunda-feira (22), mas não recebeu respostas. Representantes do governo do estado participaram de audiência com o MPT para tratar do assunto no último dia 17. Eles têm até a próxima segunda-feira (29) para se pronunciar sobre o tema.

No mesmo dia, também estiveram em audiência representantes da Terra Forte. A empresa da capital Porto Velho, em Rondônia, tem mais de R$ 66 milhões em contratos firmados com o governo de Rondônia só em 2024. Também já recebeu outros R$ 6,2 milhões do governo federal. A Repórter Brasil ligou e enviou e-mail aos contatos da empresa que constam em seus registros oficiais. Ninguém respondeu.

Os trabalhadores resgatados foram encaminhados à Semias (Secretaria Municipal de Inclusão e Assistência Social) de Porto Velho para atendimento psicológico e análise da situação familiar. Cada um deverá receber R$ 16,6 mil em verbas rescisórias, incluindo saldo de salário, férias, 13º proporcional e horas extras.

Fonte: ICL

I LOVE YOU NINE

Flávio Show – Funcionário dos Correios

Maceió, 28 de Setembro/25

Essa semana começou com um contra ataque do povo brasileiro para barrar a PEC da Blindagem e o resultado foi uma goleada 7×1, na verdade, um chocolate de 26×0 a favor do povo no Senado.
A PEC foi abolida de vez, mas o projeto de anistia ta vivo e o novo engenheiro desse absurdo é o Deputado Paulinho da Força, que aproveitou a missão impossível para contratar dois ajudantes, Temer Vampirão e Aécio Abominável da Neves. Parece piada, mas os golpistas apostaram todas suas fichas em dois golpistas ou seriam 3?

Sem nada a ver com isso, Lula foi até aos EUA para discursar na ONU, isso mesmo, Lula invadiu o campo minado do inimigo para falar ao mundo.
Lá e aqui os bolsonaristas esperavam que Lula seria enxotado pelo Laranjão americano, mas não aconteceu, o que houve foi um episódio que mexeu até com a Bolsa de Valores e o Dólar aqui em terras tupiniquins.
Trump em menos de 40 segundos foi abduzido pelo carisma do pernambucano de Garanhus e uma química rolou entre os dois. Lula deixou o coração do Laranjão so o bagaço. Um encontro ficou agendado entre os dois, mas todo cuidado é pouco e o Barba colocou as barbas de molho, teme acontecer o mesmo que houve com Zelensky e com o Presidente Ramaphosa da África do Sul que foram humilhados na Casa Branca. Lula sabe que o Tarifaço americano tem feito muitos estragos aos brasileiros e tenta negociar taxas mais brandas, porém não jogará sua carreira política no lixo fazendo um movimento errado no tabuleiro político .Muita calma nessa nessa hora.
Trump e Lula trocaram olhares, mas para chegar a um casamento tem muito chão ainda!

Lula voltou da ONU mais forte do que nunca e as próximas pesquisas vão apontar isso. Luiz Inácio se valeu da paçoquinha brasileira pra elevar sua energia como o maior lider mundial do momento, ouvido e respeitado pelos líderes do planeta.
De volta ao Brasil ele envida esforços para a aprovação da isenção do imposto de renda para quem ganha até 5 mil reais, mas o Congresso ja chantageia e tenta emplacar o projeto de Anistia, dosimetria, sei lá!
Uma coisa é certa; a extrema direita que tanto fala em armas conseguiu dar muitos tiros no pé, pavimentando a reeleição do Nine em 2026.

Pra finalizar; Lula com química ou sem química, com matemática ou sem, com física ou biologia, conquistou de vez o outro lado do mundo e o resultado do encontro com Trump poderá resultar no seu maior troféu para o próximo ano.
Vai um suco ai de laranja ai?

Reflexões* Flávio Show 2025 , ano 05 – Edição 250

Atriz Lidiane Amorim é premiada no Festival de Esquetes do Estúdio Mineirinho das Artes

“Dona Biu: O que lembro” conquista Melhor Atriz e Segunda Melhor Esquete

A atriz Lidiane Amorim, natural de Jundiá, Alagoas, vem se consolidando como um dos grandes talentos do teatro nordestino. No último Festival de Esquetes do Estúdio Mineirinho das Artes (FESMA), Lidiane foi premiada como Melhor Atriz e também recebeu o reconhecimento de Segunda Melhor Esquete com a montagem “Dona Biu: O que lembro”.

O espetáculo apresenta a história de uma senhorinha que enfrenta esquecimentos, mas guarda o desejo profundo de ser lembrada. A narrativa emociona e provoca reflexão sobre memória, envelhecimento e o cuidado com os idosos.

“Interpretar Dona Biu foi um desafio e, ao mesmo tempo, uma experiência transformadora. Eu queria que o público se reconhecesse na personagem e olhasse com mais carinho para os idosos”, destaca Lidiane Amorim.

Além da recente conquista, Lidiane integra o grupo de teatro do Sesi, é fundadora da Cia Vixe Maria e da Cia Manguaba Cultural, esta última sediada em sua terra natal, Jundiá. Sua atuação vem se destacando não apenas pela sensibilidade artística, mas também pelo compromisso em valorizar a cultura local e regional.

O Festival de Esquetes do Estúdio Mineirinho das Artes movimentou a cena cultural reunindo artistas de várias cidades, premiando produções que aliaram criatividade, qualidade e emoção. Para Lidiane, o reconhecimento recebido representa não apenas um marco em sua carreira, mas também a confirmação de que o teatro é um espaço de afeto, resistência e transformação social.

Com o sucesso de “Dona Biu: O que lembro”, Lidiane Amorim reafirma sua força artística e se firma como uma das grandes promessas do teatro alagoano.

Motoristas ficam indignados com aumento abusivo nos preços dos combustíveis em Maceió

Motoristas dizem que postos aumentaram a gasolina de R$ 5,49 para R$ 6,29 sem nenhuma explicação. Motoristas acionaram o Procon.

O Procon Maceió autuou postos de combustíveis, após denúncias de reajustes abusivos nos preços da gasolina e do etanol. Durante a fiscalização, foram encontrados aumentos de até R$ 1,20 por litro, configurando indícios de infração ao Código de Defesa do Consumidor.

Até o momento, cinco postos foram autuados pela conduta infrativa. Os estabelecimentos têm o prazo de 10 dias para apresentar defesa e justificar os reajustes aplicados. Caso as justificativas não sejam aceitas, poderão ser aplicadas sanções administrativas previstas no Código de Defesa do Consumidor.

O coordenador de fiscalização do Procon Maceió, Daiwisson Alves, reforçou que a atuação do órgão visa proteger a população contra abusos.

“Estamos atentos a qualquer movimentação irregular nos preços e atuamos de forma imediata para garantir que os consumidores não sejam prejudicados. Os estabelecimentos precisam apresentar notas fiscais de compra que comprovem a necessidade do aumento. Caso contrário, responderão pelas práticas abusivas”, destacou.

A ação de fiscalização continuará nos próximos dias, com acompanhamento constante dos preços praticados nos postos de combustíveis da capital alagoana.

O Procon Maceió orienta que os consumidores denunciem casos de preços abusivos ou outras irregularidades no comércio. As denúncias podem ser feitas pelo WhatsApp (82) 98882-8326.

Fonte: THN1

ANP interdita refinaria da Refit por suspeita de fraude na venda de combustíveis

ANP também apura as licenças de importação (LI) da refinaria, a fim de verificar se os produtos recebidos correspondem aos declarados

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) interditou cautelarmente, nesta sexta-feira (26/9), as instalações da Refinaria de Petróleos de Manguinhos S.A. – em recuperação judicial (Refit), no Rio de Janeiro. A medida permanecerá em vigor até que sejam esclarecidas as irregularidades identificadas durante operações de fiscalização.

Com a decisão, a empresa deve suspender imediatamente todas as atividades relacionadas aos tanques interditados e aos produtos apreendidos, ficando proibida de movimentá-los ou misturá-los a outros fluxos sem autorização expressa da ANP.

A ação de fiscalização teve como objetivo verificar a conformidade operacional, contábil e de segurança da refinaria, especialmente em relação a estoques, movimentação de produtos, integridade da operação e cumprimento da legislação vigente.

No âmbito da Operação Cadeia de Carbono, deflagrada pela Receita Federal com apoio do Ministério de Minas e Energia (MME) e da ANP, foram coletadas, em 19 de setembro de 2025, mais de 100 amostras de nafta, condensado, gasolina, diesel, N-Metil-Anilina (NMA) e outros produtos.

Na ocasião, foram detectadas infrações a determinações cautelares impostas pela ANP sobre a cessão de tanques da Refit para distribuidoras de combustíveis, o que motivou nova fiscalização nos dias 25 e 26 de setembro, em conjunto com a Receita Federal. Durante a operação, foram constatadas, entre outras irregularidades:

A ANP também apura as licenças de importação (LI) da refinaria, a fim de verificar se os produtos recebidos correspondem aos declarados. A Refit foi notificada a encaminhar à Agência o histórico de recebimentos dos últimos seis a doze meses, incluindo: LI; origem do produto; identificação do navio; datas de operação; certificados de origem e qualidade; tanques de recebimento; derivados produzidos; resíduos gerados; destinação dos resíduos não combustíveis; e respectivas notas fiscais.

Se forem confirmadas inconsistências nesses documentos ou nos produtos em análise laboratorial, novos autos de infração poderão ser aplicados.

Para evitar o uso irregular da importação de gasolina registrada como nafta, a ANP passou a exigir que todos os pedidos de licença de importação desse insumo sejam acompanhados do certificado de análise do produto, ampliando o rigor da checagem.

A fiscalização desta sexta-feira dá sequência às ações iniciadas pela ANP em 2023 para controlar a importação e o uso de insumos como metanol e nafta, a fim de garantir que a destinação ocorra de forma regular. Nesse contexto, agentes autorizados a importar tais produtos foram notificados a apresentar documentos e esclarecimentos.

Como resultado dessas ações, a Agência já revogou autorizações de diversos agentes econômicos nos quais foram comprovadas irregularidades e suspendeu a atividade exclusiva de formulação de combustíveis, que será reavaliada. A formulação consiste na produção de gasolina e óleo diesel por meio da mistura mecânica de hidrocarbonetos líquidos, como a nafta.

Fonte: ICL

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