Governo Bolsonaro já provocou a morte de mais de 7 mil crianças por desnutrição

Neste ano, até o mês de setembro, já foram registradas 3.061 mortes de crianças de 0 a 9 anos por desnutrição no país, de acordo com a plataforma DataSUS, do Ministério da Saúde. Em todo o ano de 2020, foram quase 4 mil mortes. Os números só aumentaram desde o início do governo do presidente Jair Bolsonaro, que assumiu em 2019.

Os dados são de uma pesquisa feita pelo Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional (SISVAN) do Ministério da Saúde, obtida pela Globonews por meio da Lei de Acesso à Informação. Somente 1 em cada 4 crianças atendidas nos serviços de Atenção Básica realiza as três principais refeições do dia — café da manhã, almoço e jantar.

Em todo o Brasil, entre janeiro e outubro de 2021, apenas 26% das crianças atendidas pelo SUS, com idades entre 2 e 9 anos, realizavam pelo menos essas três principais refeições.

A piora aconteceu com Bolsonaro

No ano passado, o índice foi ainda pior: apenas 21% das famílias entrevistadas pelo SISVAN disseram que as crianças consumiam ao menos três refeições por dia — ou seja, somente 1 em cada 5 crianças.

O índice começou a retroceder há cerca de sete anos. Em 2015, 76% dessas crianças realizavam pelo menos três refeições por dia. No ano seguinte, o número caiu para 42%. Em 2019, já eram apenas 28% das crianças que conseguiam fazer as três refeições.

Fonte: DCM

A economia do país está parada; povo sofre com o desemprego

Setor de serviços acumulou queda de -0,6% em setembro, acompanhando recuos da indústria e do comércio. “A economia parou no terceiro trimestre”, diz economista

Retrato do setor mais prejudicado pelas medidas de isolamento social impostas pela pandemia em 2020, a Pesquisa Mensal de Serviços divulgada nesta sexta-feira (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revela queda em um momento que deveria ser de recuperação. Como o a Produção Industrial (-0,4%) e o Varejo (-1,3%), o setor de Serviços recuou -0,6% na passagem de agosto para setembro.

A queda, maior do que a esperada pelos analistas do mercado, interrompeu uma sequência de taxas positivas nos cinco meses anteriores, período em que acumulou ganho de 6,2% sobre a terra arrasada do ano passado. O setor está 3,7% acima do patamar pré-pandemia, registrado em fevereiro do ano passado, mas 8,0% abaixo do recorde alcançado em novembro de 2014, sob o Governo Dilma Rousseff.

Em setembro, houve recuo em 20 das 27 unidades da Federação, na comparação com o mês anterior. O maior impacto veio de São Paulo (-1,6%), seguido por Minas Gerais (-1,3%), Rio Grande do Sul (-1,3%), Pernambuco (-2,2%) e Goiás (-2,2%).Quatro das cinco atividades investigadas pela pesquisa acompanharam o recuo, com destaque para transportes (-1,9%), com a taxa negativa mais acentuada desde abril de 2020 (-19,0%).

“O principal impacto negativo nessa queda do setor de serviços veio dos transportes, que foram influenciados pelas quedas no transporte aéreo de passageiros, devido à alta de 28,19% no preço das passagens aéreas, no transporte rodoviário de cargas e também no ferroviário de cargas”, explica o gerente da pesquisa, Rodrigo Lobo.

Outras atividades que recuaram no período foram outros serviços (-4,7%), informação e comunicação (-0,9%) e serviços profissionais, administrativos e complementares (-1,1%).

“A queda do setor de serviços se deu de maneira relativamente disseminada. Quando observamos por segmentos, as principais pressões negativas vieram, além do transporte aéreo de passageiros, de serviços financeiros auxiliares e de telecomunicações”, prosseguiu o pesquisador.

O setor de serviços prestados às famílias (1,3%) foi o único a avançar. “Esses são justamente os serviços que mais sofreram com os efeitos econômicos da pandemia e têm mostrado algum tipo de fôlego, de crescimento”, afirmou Lobo. “Com o avanço da vacinação e a flexibilização das atividades econômicas, as pessoas voltam a consumir com maior intensidade serviços de alojamento e alimentação”, finalizou, ressaltando que o setor ainda está 16,2% abaixo do patamar pré-pandemia.

Economist: “Bolsonaro é ruim para a economia brasileira”

Frente a setembro do ano passado, o volume de serviços avançou 11,4%, sétima taxa positiva consecutiva. No ano, o setor acumula ganho de 11,4% na comparação com o mesmo período do ano anterior. Já o acumulado em 12 meses atingiu 6,8%, a taxa mais intensa da série histórica, iniciada em dezembro de 2012.Esses avanços, no entanto, ocorrem diante de um tombo recorde de -7,8% em 2020.

“Com o número de hoje temos os dados fechados do terceiro trimestre das principais pesquisas do IBGE e é seguro dizer que a economia parou no trimestre encerrado em setembro”, afirmou em nota técnica o economista André Perfeito, da Necton Investimentos.

Para ele, o recuo generalizado da economia demonstra que a política monetária do Banco Central (BC) não precisa ser mais contracionista do que “já está contratado”. O mercado espera alta de 1,5 ponto para a taxa básica de juros (Selic) na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), com a taxa fechando o ano em 11,5%.

“O Brasil está sem nenhum pólo dinâmico no momento, e com a renda em queda por conta da inflação e do elevado desemprego o prognóstico se mantém de desaceleração”, prosseguiu o economista. “Neste sentido a alta de juros se mostra inócua, uma vez que a inflação não se trata de demanda aquecida, pelo contrário.”

Diante do cenário de degradação econômica disseminada por todos os setores, e do vácuo de propostas do desgoverno Bolsonaro para recuperar a economia, Perfeito revisou de 1% para 0,3% a estimativa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB)em 2022. Os juros altos, aponta, “irão contribuir ainda mais para desacelerar a economia que já está fragilizada”.

A nota do economista brasileiro ecoa as conclusões da revista britânica Economist em artigo publicado nesta sexta. “O crescimento desacelerado da economia mostra que Bolsonaro não é ruim apenas para o meio ambiente, para os direitos humanos e para a democracia, mas também para a saúde fiscal do Brasil”, afirmou a publicação ao final do texto.

Fonte: PT

TV Tribuna de Olinda, afiliada da Band, paga trabalhadores com bandejas de ovos

Jornalistas e radialistas acusam a emissora de trocar salários por produtos que consegue por meio de permuta, que é a troca anúncios por mercadorias

Depois de três meses sem receber os salários, trabalhadores e trabalhadoras da TV Tribuna, afiliada da Band, em Olinda, em Pernambuco, receberam uma cesta com duas bandejas de ovos, linguiça, uma ave natalina e um espetinho.

Nenhum centavo caiu nas contas dos trabalhadores para pagar contas de luz, de água, aluguel, nem para transporte, muito menos gasolina e alimentos para a família.

Esses produtos que a TV Tribuna de Olinda repassou para os trabalhadores, em geral, são conseguidos pelas emissoras por meio de permutas, que  funcionam assim: em troca de anúncios publicitários, as emissoras recebem mercadorias das empresas que anunciam no canal. Em São Paulo, a TV Band costumava dar enormes cestas aos trabalhadores no final do ano, com produtos como esses, e até jogos de café, de chá e outros, mas bandeja de ovos em troca de salário é inovação mesquinha dos donos da TV Tribuna de Olinda.

De acordo com o Sindicato dos Jornalistas de Pernambuco (Sinjope), os jornalistas da TV Tribuna decidiram manter o estado de greve durante Assembleia Geral Extraordinária realizada, de forma remota, na quarta-feira (10).

Para os trabalhadores, não existe mais diálogo com a empresa que promete, mas não cumpre, os pagamentos de salários e férias nem deposita mensalmente os valores devidos ao Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS).

Os trabalhadores e a direção do Sinjope entraram em contato, por diversas vezes, com os donos da emissora para tentar solucionar a situação sem resultado.

Durante a Assembleia de quarta, os trabalhadores deixaram muito claro que querem continuar na empresa, que gostam do ambiente de trabalho e se sentem bem em fazer parte da TV Tribuna. Mas todos têm contas a pagar e uma vida de compromissos a cumprir para além da emissora.

A situação está tão dramática que alguns trabalhadores estão tendo que pedir dinheiro emprestado para colocar gasolina em seus carros ou pagar a passagem de ônibus para irem para a TV. Ou seja, estão pagando para trabalhar!   

Fonte: CUT Brasil

Os equívocos na aprovação da PEC 23/2021

Luciana Caetano – Economista e professora da FEAC/UFAL

A Constituição Cidadã de 1988 tem apenas 33 anos e já sofreu 111 emendas, a primeira em 1992, quatro anos após sua promulgação. Por ser inclusiva e universalizar direitos democráticos, a Carta Magna tem enfrentado a fúria de grupos oligárquicos, herdeiros da cultura escravocrata, acostumados à exploração sem limites da força de trabalho. “Desde que criaram o Bolsa Família, ninguém consegue mais uma empregada doméstica” – ouvi de uma senhora habituada aos tradicionais métodos de exploração, assim como em vídeo de Bolsonaro, antes de ser presidente da República. A frase não lhe constrangia, ao contrário, parecia uma reivindicação legítima pagar 1/2 salário mínimo por uma jornada de tempo quase integral.

Essas mesmas pessoas vão a templos religiosos aos finais de semana, onde depositam moedas em troca da “paz de consciência” – uma mercantilização assentada no senso de utilitarismo. De um lado, a liderança religiosa enche o cofrinho de moedas, do outro, o cristão carregado de culpa esvazia o peso de sua consciência. Na segunda-feira, o ciclo recomeça. A igreja funciona como unidade de reciclagem de lixo tóxico:  o “pecador” descarrega seus pecados, paga umas moedas e retorna à sua casa livre de culpa.

Retornemos às Emendas Constitucionais. A Proposta de Emenda Constitucional (PEC) nº 23/2021, já aprovada na Câmara dos Deputados em dois turnos, se aprovada no Senado, resultará em nova Emenda Constitucional (EC), instituindo calote nos credores da União após ação transitada em julgado. Atualmente, esse calote é inconstitucional, mas a aprovação da PEC transforma o crime em ato lícito, pelas mãos do Congresso Nacional e do Presidente da República.

Duas perguntas: i. qual o interesse em dar calote em trabalhadores que esperam essa reparação há décadas? ii. Qual a relação da PEC 23/2021 com o Auxílio Brasil?

Para a primeira pergunta, há duas explicações não excludentes: i. a perseguição a servidores públicos tem sido uma fonte inesgotável de prazer sádico a Bolsonaro e Paulo Guedes; ii. Transferir 2/3 da dívida de quase R$ 90 bilhões para os próximos 9 anos e disponibilizar mais recurso para ser distribuído entre as Emendas do Relator (Orçamento Secreto), dotando os parlamentares de vantagem competitiva em relação aos novos aspirantes a cargo eletivo. Os parlamentares sempre anunciam as obras financiadas por essas Emendas como generosidade sua e não como fruto da contribuição compulsória às custas da sociedade.

Para a segunda pergunta, NÃO HÁ RELAÇÃO entre PEC 23/2021 e Auxílio Brasil. Os precatórios são dívidas da União e não fonte de financiamento para despesa contínua. Ademais, o programa Bolsa Família, já destruído por Bolsonaro, integrava o grupo de benefícios da Seguridade Social para o qual já existe fonte de financiamento prevista na Constituição Federal de 1988.

Criado no Governo de Luiz Inácio Lula da Silva (2004), o Bolsa Família estava sem reajuste desde 2018. O valor médio era R$ 189,0 e a previsão é que o Auxílio Brasil fique em torno de R$ 217,0 e não R$ 400,0 como foi anunciado por Bolsonaro, portanto, um reajuste de apenas 17%. Vale ressaltar que, para este benefício, não há previsão de fonte de financiamento e ele está assegurado por Medida Provisória até dez/2022. Na prática, não há de garantia de recebimento a partir de 2023. Essa insegurança referente à fonte de recurso do Auxílio Brasil não é falta de atenção do relator, mas um projeto de governo para tornar a população vulnerável refém das artimanhas de Bolsonaro.

A dívida ativa da União é de quase R$ 2 trilhões, suficiente para pagar o Bolsa Família ou Auxílio Brasil por muitos anos, sem dar calote em trabalhadores e sem sacrificar os mais pobres. Com a elevada taxa de desemprego e queda da massa salarial, injetar R$ 90 bilhões na economia, pelas mãos da classe trabalhadora, poderia contribuir com sua reanimação. O estado de expectativa dos investidores é de muita desconfiança e cada dia com Bolsonaro tende a aumentar o prazo necessário para recuperação econômica. Suas ações são equivocadas até mesmo para os parâmetros neoliberais. O saldo desse mandato é retrocesso econômico, social, ambiental e cultural.

Marcha contra a fome em Maceió

Ocorreu hoje, 13/11, em Maceió, uma Marcha Contra fome organizada pelo Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST). A Marcha percorreu diversas ruas denunciando a política de fome do presidente Bolsonaro.

Os participantes denunciaram o desmonte das políticas públicas, como o Bolsa Família e exigiram um basta na política que joga o povo cada vez mais na miséria e o fim alto custo de vida. Eles também reivindicaram uma política de emprego e geração de renda.
Faixas e cartazes lembrando o desemprego, o aumento do gás e da carne e Fora Bolsonaro foram exibidas pelos participantes.

Governo Bolsonaro pretende aumentar em 21% a conta de luz em 2022

Salário mínimo não terá aumento real, já o aumento da conta de luz, equivale ao triplo da alta registrada neste ano. Informação consta em documento interno da Aneel.

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) prevê um aumento médio de 21% no preço da conta de energia em 2022.

“Nossas estimativas apontam para um cenário de impacto tarifário médio em 2022 da ordem de 21,04%”, diz a Aneel, em documento interno publicado na última sexta-feira (5/11) e revelado em reportagem do jornal O Estado de S. Paulo.

Na prática, para o bolso do consumidor, a alta é três vezes maior que a registrada neste ano. O reajuste da conta de luz em 2021 foi de 7,04%; no ano passado, o aumento acumulado foi de 3,25%.

Para cobrir os custos das usinas termelétricas e o lucro das empresas privadas que atuam no setor, a Aneel anunciou, no fim de agosto, a criação da “bandeira de escassez hídrica”. O valor é de R$ 14,20/100 kWh.

Até então, a bandeira vermelha patamar 2 era a mais cara do sistema. Em vigor desde junho, a tarifa já tinha acréscimo de R$ 9,49 a cada kWh na conta mensal. A nova bandeira representa alta de 49,63% em relação à bandeira vermelha patamar 2.

A razão para a disparada da tarifa, segundo o governo, é a seca nas principais bacias hidrográficas que abastecem o país. A situação foi ocasionada pelo baixo volume de chuvas na região dos reservatórios do Sudeste e Centro-Oeste, que respondem por 70% da geração de energia no Brasil.

Redação com Brasil 247 e Metrópoles

Fim do Bolsa Família: situação já está ruim, vai piorar

Com protestos tímidos da oposição, inclusive do PT, o Programa Bolsa Família fez em 29 de outubro seu último pagamento. Nesta data, o Governo Bolsonaro extinguiu o Programa e toda uma concepção de proteção social que transcendia o mero pagamento da bolsa em dinheiro.

O Bolsa Família, instituído no primeiro governo de Lula, era o programa central de uma rede que visava a unificar a proteção social às camadas mais vulneráveis da sociedade, jogadas à margem da produção e do consumo pelos efeitos da crise do sistema capitalista, mais drásticos em nações oprimidas pelo imperialismo, como o Brasil. Por isso mesmo, o Bolsa Família se baseava no Cadastro Único, que reunia o conjunto das famílias incluídas no seu perfil de renda, articulando o próprio benefício monetário com o atendimento previdenciário, a assistência à saúde, a requalificação e recolocação no mercado de trabalho e outros programas governamentais. A isto se chamou de rede de proteção social.

A instituição do Bolsa Família foi peça central entre as medidas dos governos Lula e Dilma, que teve um papel na redução da pobreza extrema. Com efeito, tomando dados abrangentes da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF), investigação do INSPER/Oppen Social mostra que, neste mesmo período, houve uma melhora na renda das camadas mais pobres, o que se explica também por conquistas operárias como o reajuste real do salário mínimo. Tal tendência, segundo o mesmo estudo, foi revertida a partir do golpe de 2016.

22 milhões ficarão de fora
O fim do Bolsa Família se dá a pretexto da instituição de um novo programa, o Auxílio Brasil anunciado por Bolsonaro já há meses. Este programa abandona a metodologia do Cadastro Único e, assim, desmonta a rede de proteção social. Por outro lado, o Auxílio Brasil reduz o número de indivíduos beneficiados de 39 para apenas 17 milhões, excluindo 22 milhões de beneficiários. O aumento de famílias atendidas que Bolsonaro alega corresponde somente às 10 milhões que estão há meses na fila de espera do Bolsa Família, como todos os pré-requisitos para sua inclusão, sem serem admitidas no Programa. Ficam descobertos ainda os beneficiários do auxílio emergencial da pandemia, que terminou no dia 31 de outubro e ainda não se sabe se será prorrogado.

Contudo o pior é o fato de que nenhuma política de assistência substituirá de fato o Bolsa Família. O Auxílio Brasil traz a “novidade” de que não prevê políticas tributárias que compensem o gasto com assistência, uma norma obrigatória para programas sociais permanentes. A vigência do Auxílio Brasil se encerra em dezembro de 2022, logo após as eleições presidenciais.

O custo do programa, que não cabe no teto dos gastos, seria coberto pela suspensão do pagamento de precatórios devido a estados e municípios, incluindo aí a dívida com os professores das redes oficiais de ensino, advinda de ações judiciais já vencidas pelos sindicatos.

A PEC do calote, depois de idas e vindas e muita negociata, em função da crise que corrói o governo, foi aprovada em 1º turno. Entretanto, tal crise não dói no bolso e nem no estômago dos que compõe o governo. Já a situação do povo está cada vez mais próxima da descrita num poema de 1947, “O Bicho”, de Manuel Bandeira, citado em um artigo de Cristina Serra (FSP): “Vi ontem um bicho/ Na imundície do pátio/ Catando comida entre os detritos/ Quando achava alguma coisa/ Não examinava nem cheirava/ Engolia com voracidade/ O bicho não era um cão/ Não era um gato/ Não era um rato/ O bicho, meu Deus, era um homem”.

Eudes Baima

Fonte: O Trabalho

Servidores do Ifal protestam por retorno seguro para todos

Ato também realizou homenagem a docentes e TAEs vitimados pela covid-19

Com cartões de vacina em mãos e camisas pretas, servidores/as do Ifal realizaram na manhã desta quarta-feira, dia 10 de novembro, um ato pelo retorno gradual e seguro para todos/as no Ifal.

A mobilização reivindicou respeito aos TAEs na volta ao trabalho presencial, adoção de passaporte sanitário no Ifal e garantia das 30 horas nos ambientes organizacionais da instituição.

“Foi um ato importante para mostrar à reitoria que somos contra esse retorno ao trabalho presencial, sem diálogo e de forma impositiva, principalmente para os TAEs. Também queremos voltar à presencialidade, mas com gradatividade e segurança para todos/as”, disse Hugo Brandão, presidente do Sintietfal.

Fonte: Sintietfal

Pesquisa Vox indica vitória de Lula no primeiro turno

Um levantamento feito pelo Vox Populi, divulgado nesta quinta-feira (11), apontou que, em um dos cenários, com João Doria, o ex-presidente Lula tem 44% contra 33% da soma de todos os adversários. O petista também vence todos os candidatos no segundo turno

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva lidera a disputa, com 44% dos votos, contra 21% de Jair Bolsonaro.

Em terceiro lugar ficou o ex-ministro Ciro Gomes (PDT), com 4%, seguido por Sérgio Moro (Podemos) e pelo apresentador José Luiz Datena , com 3% cada. 

Na sequência aparecem o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), e o ex-ministro Luiz Henrique Mandetta, com 1% cada. O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD) ficou com 0%. Brancos e nulos somaram 10%, e não souberam ou não responderam, 12%.

Em outro cenário, com o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), e não com Doria, Lula alcança 45%, seguido por Bolsonaro (21%) e Ciro (5%). 

Moro e Datena atingem 3%, Mandetta, 1%, e Pacheco, 0%. 

Brancos e nulos somaram 9%, e não souberam ou não responderam, 12%.

Segundo turno

Na simulação de segundo turno, Lula vence Bolsonaro por 52% a 24%. Também ganha de Ciro por 49% a 15%, e de João Doria por 53% a 10%.

A pesquisa foi feita de 30 de outubro a 4 de novembro de 2021, com pessoas 16 anos ou mais, residente em áreas urbanas e rurais, de todos os estados e do Distrito Federal, em capitais, regiões metropolitanas e no interior, de todos os estratos socioeconômicos.

vox

Fonte: Brasil 247

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