Mélenchon diz que, se for primeiro-ministro, Assange “será naturalizado francês e condecorado”

O político francês concedeu a declaração a jornalistas após a Inglaterra aprovar a extradição de Julian Assange para os EUA

Jean-Luc Mélenchon, que disputa o segundo turno das eleições francesas com o presidente Emmanuel Macron, disse em coletiva de imprensa que, se for eleito primeiro-ministro do seu país, Julian Assange será naturalizado francês. 

“Se eu for primeiro-ministro na segunda-feira, Julian Assange será naturalizado francês e condecorado”, afirmou. O Reino Unido aprovou a extradição de Assange, fundador do WikiLeaks, para os Estados Unidos

Assange tornou-se conhecido internacionalmente em 2010 quando o WikiLeaks publicou documentos considerados sigilosos pelo governo dos Estados Unidos. Entre os vazamentos estavam informações acerca do ataque aéreo a Bagdá em 12 de julho de 2007, e os registros de guerra do Afeganistão e do Iraque.

Em 2015, o WikiLeaks divulgou que Dilma Rousseff e outros 29 integrantes do seu governo estavam sendo espionados pelos EUA.

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No Brasil, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta sexta-feira (17), em Maceió (AL), que Assange deveria receber um Prêmio Nobel pelas várias denúncias feitas contra as “falcatruas” dos EUA

O australiano Julian Assange está preso na penitenciária de segurança máxima Belmarsh, na Inglaterra, desde 2019. Antes disso, ele esteve na embaixada do Equador em Londres por sete anos.

Fonte: Brasil 247

Inglaterra aprova extradição de Assange aos Estados Unidos

Fundador do Wikileaks revelou crimes de guerra dos Estados Unidos

A ministra do Interior britânico, Priti Patel, aprovou nesta sexta-feira a extradição do fundador do WikiLeaks, Julian Assange, para os Estados Unidos para enfrentar acusações criminais, levando sua longa saga legal mais perto de uma conclusão.

Assange é procurado pelas autoridades dos EUA por 18 acusações, incluindo uma acusação de espionagem, relacionadas à divulgação pelo WikiLeaks de vastas coleções de registros militares confidenciais dos EUA e telegramas diplomáticos que, segundo Washington, colocaram vidas em perigo.

Seus apoiadores dizem que ele é um herói anti-establishment que foi vitimado porque expôs as irregularidades dos EUA em conflitos no Afeganistão e no Iraque, e que sua acusação é um ataque politicamente motivado ao jornalismo e à liberdade de expressão.

O Ministério do Interior disse que sua extradição já foi aprovada, mas ele ainda pode recorrer da decisão. O WikiLeaks disse que sim.

“Neste caso, os tribunais do Reino Unido não consideraram que seria opressivo, injusto ou um abuso de processo extraditar Assange”, disse o Ministério do Interior em comunicado.

“Também não descobriram que a extradição seria incompatível com seus direitos humanos, incluindo seu direito a um julgamento justo e à liberdade de expressão, e que enquanto estiver nos EUA ele será tratado adequadamente, inclusive em relação à sua saúde”.

Originalmente, um juiz britânico decidiu que Assange não deveria ser deportado, dizendo que seus problemas de saúde mental significavam que ele estaria em risco de suicídio se condenado e mantido em uma prisão de segurança máxima.

Mas isso foi anulado em um apelo depois que os Estados Unidos deram um pacote de garantias, incluindo uma promessa de que ele poderia ser transferido para a Austrália para cumprir qualquer sentença.

A decisão de Patel não significa o fim da batalha legal de Assange, nascido na Austrália, que já dura mais de uma década.

Ele pode apelar para o Tribunal Superior de Londres, que deve dar sua aprovação para que uma contestação continue. Ele pode, em última análise, tentar levar seu caso à Suprema Corte do Reino Unido. Mas se o recurso for negado, Assange deve ser extraditado em 28 dias.

“Este é um dia sombrio para a liberdade de imprensa e para a democracia britânica”, disse a esposa de Assange, Stella. “Hoje não é o fim da luta. É apenas o começo de uma nova batalha legal.”

Fonte: Brasil 247

Maior universidade federal do Brasil não tem verba para funcionar nos próximos meses

Universidade Federal do Rio de Janeiro

“Temos dinheiro para pagar apenas serviços básicos como água, luz, segurança e limpeza até o mês de agosto”, destaca Eduard Raupp, pró-reitor de Planejamento, Desenvolvimento e Finanças

A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e o conjunto de universidades federais recebeu do governo federal a notícia de um corte de R$ 3,2 bilhões na verba das universidades e dos institutos federais e, após pressão dos segmentos do setor da Educação, no dia 3/6, o Ministério da Educação anunciou que o bloqueio seria de R$ 1,6 bilhão. O bloqueio do orçamento discricionário proposto pelo governo federal impõe restrições à manutenção e continuidade das atividades acadêmicas nos próximos meses. O orçamento discricionário é a verba que a instituição tem para bancar seu custeio (água, luz, limpeza, segurança etc) e investimento (infraestrutura física). 

Após os sucessivos cortes e bloqueios, a continuidade da manutenção dos serviços básicos está comprometida. Sem orçamento discricionário para realização de suas atividades básicas para os próximos meses, a UFRJ será obrigada a interromper atividades até o restabelecimento das condições mínimas para exercício das atividades educacionais. A reitora Denise Pires de Carvalho, elucida o cenário vivenciado pela instituição:

“Teremos que realizar cortes nos contratos de segurança, limpeza e deixar de pagar à concessionária de energia, água e esgoto. Devido aos sucessivos cortes, as obras de manutenção e combate a incêndios serão paralisadas. Temos dinheiro para pagar apenas serviços básicos como água, luz, segurança e limpeza até o mês de agosto. Queremos oferecer à comunidade acadêmica um ambiente seguro para continuidade das atividades, mas com os sucessivos cortes e bloqueios torna-se complicada a nossa missão”. 

A UFRJ iniciou o ano de 2022 com valor orçamentário de aproximadamente R$ 329 milhões, que não corrigia as perdas inflacionárias com relação a 2021. O valor orçamentário do ano vigente proposto pelo governo federal impõe à instituição limitações quanto a sua atuação. O valor orçamentário inicialmente disponibilizado pelo governo, já configurava a impossibilidade de terminar o ano de 2022 sem dívidas milionárias. Com o bloqueio e o corte, a situação se agravou. 

“Foram bloqueados cerca de R$ 23 milhões. Desses R$ 23 milhões, R$ 12 milhões já foram cancelados, remanejados pelo governo federal para outros ministérios, para pagamento de despesas obrigatórias. Com isso, então, nosso orçamento já caiu para R$ 317 milhões, com a chance de cair para algo em torno de R$ 305 milhões. É um orçamento muito longe do que a UFRJ precisa. Lembrando que, na discussão do orçamento do ano passado, a UFRJ reivindicava, pelo menos, o orçamento de 2019 corrigido pela inflação: o orçamento era de cerca de R$ 374 milhões. A estimativa é de que o orçamento discricionário mínimo para a UFRJ esteja entre R$ 390 e 400 milhões para o funcionamento adequado da UFRJ e estamos, provavelmente, ficando com um orçamento com quase R$ 100 milhões abaixo disso. Isso, evidentemente, trará consequências para o funcionamento da Universidade”, salienta Eduardo Raupp, pró-reitor de Planejamento, Desenvolvimento e Finanças.

A estimativa é que todos os pagamentos estejam assegurados apenas até o fim do mês de agosto. Por obrigação contratual, as empresas devem dar garantias de manutenção dos serviços até 60 dias após o último mês pago. “Até outubro contávamos em honrar os compromissos e iríamos administrar em novembro e dezembro os casos emergenciais. Agora, o bloqueio e o cancelamento estão antecipando esse cenário para agosto. Então, setembro, outubro, novembro e dezembro estariam descobertos. A gente estima o impacto de empresas parando entre setembro e outubro. E, sinceramente, sem as reversões do bloqueio e com este corte, parece inevitável”, explicou o pró-reitor.

Desde 2015, as universidades federais estão sofrendo cortes sucessivos no orçamento discricionário. Exemplo disso é que, no ano de 2021, a UFRJ contou com um orçamento de R$ 299 milhões, o menor orçamento da década, tendo registrado uma queda de R$ 75 milhões em relação ao ano de 2020, que também já havia sido alvo de cortes. Em contraposição, as universidades federais se destacam pelo reconhecimento alcançado frente ao combate do coronavírus e à “varíola dos macacos”, diagnóstico e tratamento do Alzheimer, do câncer, Parkinson e esclerose lateral amiotrófica. Sem contar as contribuições para o pré-sal.

Durante o cenário pandêmico, a UFRJ atuou de forma remota, o que não descaracterizou a excelência de ensino da instituição e a promoção da ciência. O retorno presencial aumentou a expectativa de um maior investimento na educação, após tanto tempo de espera, o que não aconteceu. Mesmo com aulas remotas e com o sucateamento educacional vivenciado, a UFRJ foi avaliada como a melhor universidade federal no QS World University Rankings 2023 e a melhor universidade federal segundo o World University Rankings 2022-23 (Center for World University Rankings (CWUR), dos Emirados Árabes)

Os sucessivos cortes e bloqueios não afetam somente a manutenção dos serviços de água, energia elétrica, prevenção de incêndio e serviços de segurança e limpeza, mas também, impedem a ampliação de políticas de assistência estudantil durante esse ano, que hoje se demonstram urgentes tendo em vista principalmente a característica socioeconômica atual do corpo estudantil das Universidades (de acordo com a Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior, sete em cada 10 estudantes das Universidades Públicas são atualmente de baixa renda).

Cenário dramático

Para Eduardo Raupp, o cenário é lastimável. “Nesse momento não deixamos a assistência estudantil ser atingida. Estamos preservando as bolsas e auxílios, mas, se nada mudar, uma série de investimentos serão afetados e terão que ser postergados, a exemplo dos projetos de benfeitorias no entorno do alojamento estudantil. Todas as intervenções que permitiriam o funcionamento adequado do novo bloco e do entorno estarão comprometidas”, lamentou Raupp.

Segundo o Conselho Universitário (Consuni), órgão máximo da UFRJ, o bloqueio e o corte representam “uma opção política, num contexto de recordes de arrecadação em que o governo escolhe sacrificar a educação, a ciência e a tecnologia para ajustar-se ao Teto de Gastos, preservando seu orçamento secreto”.

Atualmente, a UFRJ tem cerca de 54.500 estudantes de graduação (presencial e a distância) e aproximadamente 15.700 estudantes de pós-graduação (especialização, residência médica, mestrado e doutorado). Deixar de fornecer investimento na educação, significa privar esses estudantes do direito à educação. 

“A UFRJ é a maior e mais antiga instituição federal de ensino do Brasil, zelar pela manutenção da UFRJ é zelar pela difusão do conhecimento e da ciência. Não voltaremos ao ensino remoto para fazer economia, porque economizar agora vai custar muito caro para o país”, enfatiza a reitora Denise Pires de Carvalho.

Diante do cenário descrito, o desbloqueio total e o retorno do orçamento cancelado são urgentes, assim como uma recomposição orçamentária e a revogação do Teto de Gastos, para permitir que a UFRJ e as demais universidades federais possam manter a qualidade do ensino, a produção de pesquisas de ponta, as iniciativas de extensão, as políticas de permanência e assistência estudantil, as reformas estruturais, o funcionamento dos seus campi e, assim, possa cumprir o seu papel de servir à sociedade.

Fonte: Conexão UFRJ

Assassinato de Dom e Bruno revela para o mundo o descaso de Bolsonaro com o meio ambiente e os povos das florestas

Bruno Pereira e Dom Philips foram assassinados no Vale do Javari, na Amazônia, por trabalharem defendendo a floresta e os povos indígenas. Entre tantas questões que envolvem o caso, é necessário levantar o debate sobre como as políticas e os órgãos públicos de preservação ambiental e proteção das populações tradicionais estão sofrendo com o desmonte, perseguição e descredibilização no governo do atual presidente Jair Bolsonaro.

É importante ressaltar a relevância do trabalho de décadas que as servidoras e os servidores públicos da Sesai, Funai, do Ibama e do Icmbio, entre outros, desempenham na garantia dos direitos dos povos indígenas e na preservação dos bens ambientais brasileiros. Mesmo lidando com a pressão do agronegócio, madeireiros, garimpeiros e outros empresários, os servidores públicos sempre primaram pelo compromisso com a administração pública. Entretanto, no governo Bolsonaro, tem sido cada vez mais difícil exercer a função para qual foram admitidos.

Bruno Pereira é um exemplo da lógica perversa implementada por Bolsonaro. Atuando há mais de 11 anos como indigenista na região onde desapareceu, foi Coordenador-Geral de Índios Isolados e de Recente Contato, na Funai, foi perseguido e precisou se afastar em 2019, após atuar em uma operação que destruiu mais de 60 balsas de garimpo ilegal na Terra Indígena Vale do Javari.

Outra face dessa lógica, diz respeito ao ataque à imprensa que questiona as ações do presidente. O jornalista Dom Philips, perguntou em 2019 numa coletiva de imprensa, qual a política ambiental do país se o desmatamento só aumentava, se o Ibama estava aplicando menos multas e realizando menos operações, se o Ministro do meio [Ricardo Salles, na época] andava por aí com “a galera das madeireiras”. O Jornalista foi prontamente atacado com a resposta de Bolsonaro dizendo que a Amazônia é do Brasil, dando a entender que Philips não tinha direito de abordar este tema.

A violência na zona rural e especialmente na Amazônia tem crescido assustadoramente na proporção que a presença do estado diminui nessas regiões. Com um governante que faz vista grossa aos crimes ambientais e a destruição dos povos indígenas, os mal feitores têm se sentido a vontade para atuar e deixar a população acuada. Até quando? Essa situação precisa mudar!

Redação com Sintsef-CE

Moradores de loteamento no francês estão totalmente ilhados

As fortes chuvas que caíram em Alagoas nos últimos dias e a precariedade de serviços de saneamento e urbanização tem provocado o pesadelo de muitos moradores de Marechal Deodoro.

Esse é o caso dos moradores do Loteamento Novo Sonho Verde do Francês, que investiram seus recursos em lotes e construções e que hoje se encontram ilhados sem puderem sair de suas casas.

A situação todo ano se agrava na estação das chuvas em função da falta de manutenção de um canal que atravessa a rodovia Edval Lemos e desagua na entrada do loteamento e também pela falta de urbanização.

Como as chuvas esse ano foram mais fortes, os moradores estão literalmente ilhados, sem puder sair ou entrar. Segundo um morador, os carros ficam na rodovia e que quiser entrar em casa tem que atravessar um rio d’água de praticamente um metro de altura. “É situação desesperadora, porque a gente nunca sabe se a água vai inundar nossas casas como da outra vez e a Prefeitura nada faz.”

De fato, os moradores continuam cobrando as promessas da Secretaria Municipal de Obras que desde 2019 tem sido procurada e nada tem feito para resolver tão grave situação.

Sob o comando de Bolsonaro, Petrobrás aprova novo aumento dos combustíveis

O reajuste nos preços entrará em vigor na próxima semana

O conselho de administração da Petrobrás, indicado pelo governo Jair Bolsonaro (PL), aprovou nesta quinta-feira (16) um novo aumento do diesel e da gasolina. O reajuste, sem valor definido, entrará em vigor na próxima semana. A informação foi publicada pela coluna de Lauro Jardim

De acordo com a Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom), a defasagem de preço do diesel e da gasolina, quando comparado aos valores internacionais, é de 18% e 14%, respectivamente.

A política de preços da empresa varia de acordo com a cotação do dólar no mercado internacional e, em consequência, aumenta o preço de produtos derivados de petróleo no Brasil, o que tem penalizado principalmente os mais pobres. Cabe a Bolsonaro mudar a atual política de preços da empresa, implantada no governo golpista de Michel Temer (MDB).

Fonte: Brasil247

Polícia prende pastora acusada de aplicar golpes na cidade de SP

Não se engane pela pregação… segundo a polícia, a especialidade mesmo de Claudeci Santos Almeida era aplicar golpes contra os fiéis. Era nos cultos, inclusive, que a falsa pastora conquistava a confiança das futuras vítimas.

Além de missionária, Claudeci dizia ser advogada, e daquelas que prometem milagres em causas perdidas. A mulher alegava ter muitos contatos no judiciário e que, com o pagamento de propina, ela poderia resolver qualquer problema.

Um dos fiéis, que caíram no golpe, entregou à polícia mensagens de áudio que recebeu de Claudeci. “O desembargador está na ligação com o ministro, assim que terminarem, eu já falo com você. Mas, precisa das contas, sua e da sua esposa”, diz uma das gravações.

“Era um processo que estava tramitando, e a gente não estava conseguindo resolver, e ela disse que resolvia. Inicialmente, ela começou a pedi um valor em torno de R$ 2 mil. A partir de R$ 2 mil. Aí, passa uma semana, duas, não foi, e ela fala assim: ‘Olha, não deu certo, preciso de mais mil reais’. E assim foi…”, relata uma das vítimas da estelionatária.

Nesta 3ª feira (14.jun), em São Paulo, a falsa pastora fez mais uma vítima, ela só não sabia que estava sendo vigiada pela polícia. Assim, quando o homem entregou os R$ 35 mil para a golpista, ela foi presa em flagrante.

“A investigação já demonstra que ela tem outras ocorrências aqui, no estado de São Paulo, e que ela é envolvida também em outros fatos criminosos. Nós investigamos também a associação criminosa, pois tem outras pessoas envolvidas que receberam esses valores por ela”, explica o delegado Denis Camargo.

A Justiça de São Paulo, no entanto, decidiu que ela pode responder ao processo em liberdade, e que, para voltar às ruas, só precisa pagar uma fiança de R$ 35 mil, o valor do último golpe. 

Fonte: SBT News

Polícia prende criminosos que atacaram ato do PT em MG

A Polícia Militar prendeu, na noite desta quarta-feira (15), mais dois suspeitos de atirarem fezes com um drone em evento promovido pelo ex-presidente Lula (PT) e o ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil (PSD) em Uberlândia, Minas Gerais. A informação é do jornal Estado de Minas.

De acordo com a reportagem, o drone teria saído de um condomínio próximo ao centro universitário onde o encontro foi sediado. Já na noite de ontem, o primeiro suspeito havia sido detido após pessoas presentes no evento seguirem o caminho do drone até o pouso e chamarem agentes de segurança.

Detidos, os suspeitos foram dirigidos à delegacia e prestaram depoimento. Após assinarem o Termo Circunstanciado de Ocorrência, foram liberados, mas devem seguir à disposição da Justiça para mais um interrogatório.

O drone utilizado para o ataque é utilizado para pulverizar lavouras com agrotóxicos. Seu dono é Rodrigo Luiz Parreira, produtor rural da região. Quando foi apreendido pela polícia, o aparelho se encontrava no interior do veículo de placa RCF1J00, onde também se encontravam Parreira e seus dois amigos.

Os três foram presos em flagrante por soldados da Polícia Militar que faziam a segurança do evento e conduzidos para um distrito policial, onde foi lavrada a ocorrência. Antes disso, os policiais tiraram o drone do interior do veículo, colocaram sobre a caçamba da caminhonete e fizeram fotos, para posterior anexação das imagens nos autos processuais.

Fonte: Brasil247 e DCM

Servidores federais animados com chapa de oposição no Sintsep

Depois de muitos anos sem oposição, a atual diretoria do Sindicato dos Trabalhadores do Serviço Público Federal de Alagoas (Sintsep-AL), enfrenta nas eleições que ocorrerão nos dias 21 e 22 de junho, uma forte chapa de oposição.

A chapa unificou todos os setores que faziam oposição a gestão de Jogelson Veras, que está no poder do sindicato há décadas. Segundo a oposição é hora de mudança e de por fim a “dinastia Jogelson” no sindicato.

Para os opositores, Jogelson transformou o sindicato num meio de vida, empregando amigos e parentes. Os opositores também denuncia que o Sintsep deixou de fazer o trabalho de base e mobilização e que só faz festa e cachaçada.

A crítica da categoria é forte contra a direção, pois segundo alguns servidores federais, o Sintsep se afastou da mobilização nacional contra a Reforma Administrativa e pelo reajuste salarial.

A chapa Tamo Junto defende um sindicato democrático e de luta. A chapa é encabeçada pelos servidores Wilson Noronha e Maria Cauterine. A chapa promete dá novo fôlego ao cambaleante movimento sindical nos servidores federais de Alagoas.

Dinastia Jogelson

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