Servidores protestam contra PEC 32 em frente ao escritório de Osmar Terra em Santa Rosa no RS

Um ato contra a reforma administrativa foi realizado, na manhã desta sexta-feira (16), em frente ao escritório político do deputado federal Osmar Terra (MDB), em Santa Rosa, no interior do Rio Grande do Sul.

Terra é um dos parlamentares gaúchos que faz parte da Comissão Especial criada pela Câmara dos Deputados para debater a reforma administrativa (PEC 32/2020). Os outros são Alceu Moreira (MDB) e Marcelo Moraes (PTB), titulares, e Marcel Van Hattem (Novo) e Paulo Pimenta (PT), suplentes.

A atividade, que teve o objetivo de fortalecer a pressão na luta contra a reforma, foi convocada pela Frente dos Servidores Públicos do RS (FSP), integrada pela CUT-RS, e contou com representações de centrais sindicais e de diversos sindicatos do setor público e da iniciativa privada.

O mesmo tipo de ação será realizado junto a outros deputados e deputadas do Estado que ainda não se posicionaram de forma contrária à PEC 32.

Quem vota contra os serviços públicos, não volta

Na próxima semana, a FSP irá intensificar a pressão sobre os deputados e as deputadas. O mote da mobilização, expresso na principal faixa levada à atividade, é a lembrança de que “quem vota contra os serviços públicos, não volta”.

Estiveram presentes representações da CUT, CTB, CPERS, Federação dos Trabalhadores e Trabalhadoras em Instituições Financeiras (Fetrafi-RS), Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica (Sinasefe), Sindicato dos Servidores Municipais de Santa Rosa, Federação dos Municipários do RS, Sindicato dos Bancários de Santa Rosa e Região, além de servidores e dirigentes dos metalúrgicos e dos servidores da Justiça Estadual.

Fonte: CUT RS

“Médicos pela morte” teve anúncio pago sobre tratamento precoce

Farmacêutica Ivermectina pagou anúncios sobre “tratamento precoce” do grupo “Médicos Pela Vida”, mais conhecido pelos setores opositores ao presidente Jair Bolsonaro como “médicos pela morte” por recomendar tratamento precoce inexistente para Covid-19.

Segundo a jornalista Raquel Lopes, da Folha, dados sigilosos da CPI da Covid no Senado revelam que a farmacêutica Vitamedic bancou a publicação em fevereiro de anúncios da Associação Médicos pelo Brasil em defesa do chamado tratamento precoce contra a Covid-19, tese sem respaldo na comunidade científica.

A peça defendia o tratamento precoce com o uso de cloroquina, ivermectina, zinco e vitamina D. Os remédios, à época, já eram descartados pelas comunidades científica e médica para o tratamento da doença.

A Vitamedic é uma das principais produtoras de ivermectina do país. Em dados enviados à CPI da Covid, ela informou que aumentou a venda de caixas do medicamento em 1.230%, passando de 5,7 milhões em 2019 para 75,8 milhões em 2020.

O financiamento da campanha pela farmacêutica pode configurar conflito de interesses, de acordo com o Código de Ética Médica.

A associação Médicos pela Vida mantém um site favorável ao tratamento precoce e alguns de seus integrantes compõem o chamado gabinete paralelo, grupo de aconselhamento informal do presidente Jair Bolsonaro, um dos principais defensores no Brasil do tratamento precoce.

O oftalmologista Antônio Jordão, que assinou o termo de responsabilidade para que os anúncios pudessem ser veiculados, aparece ao lado de Bolsonaro em uma reunião em setembro.

Os anúncios de fevereiro foram publicados na Folha e nos jornais O Globo, Estado de Minas e Zero Hora, entre outros. No dia seguinte, a Folha publicou reportagem relatando a publicação desses anúncios nos quais defendem o uso de medicação sem eficácia comprovada contra a Covid-19.

No texto, o jornal informou que o grupo intitulado Médicos pela Vida fez circular um anúncio “em diversos jornais do país, em defesa do chamado ‘tratamento precoce’ da Covid-19, com o uso de medicamentos como cloroquina, ivermectina, zinco e vitamina D —remédios que já foram descartados pela comunidade científica e médica para o tratamento da doença por não demonstrarem em diversos estudos clínicos a capacidade de barrar o vírus, prevenir a doença ou tratá-la”.

A Vitamedic informou à CPI o total de vendas de caixas de Ivermectina de janeiro de 2020 a maio de 2021 e o preço médio por caixa. Fazendo a conta, estima-se que a empresa tenha arrecadado R$ 734 milhões só com esse medicamento do “kit Covid” nesse período.

Fonte: Antropofagista

A farsa do Passe Livre do prefeito JHC

O prefeito João Henrique Caldas, o JHC (PSB), fez o maior alarde nas redes sociais anunciando passe livre para os estudantes das escolas públicas e particulares, e também os alunos do ensino superior.

Três meses depois, como revela agora o Blog do Odilon, o Passe Livre do JHC terá limitações e vai atender apenas à rede pública de Maceió, deixando de fora a maioria absoluta dos estudantes. Ou seja, os recursos para bancar o Passe Livre virá da verba já usada para o transporte escolar. Nada de recurso novo, nada além dos alunos da própria rede própria municipal.

Para os integrantes do Fórum de Transporte Público, que reivindica o passe livre estudantil para todos os estudantes de Maceió, “JHC fez muita zoada por nada e só queria se promover”.

Aliados de Bolsonaro comandam aumento do fundo eleitoral de 2 para 5,7 bilhões

Em plena pandemia, o Centrão, base aliada do presidente Bolsonaro, comandou o aumento do fundo eleitoral de 2 para R$ 5,7 bilhões.

Os recursos do fundo, que são públicos, são divididos entre os partidos políticos para financiar as campanhas eleitorais. De acordo com o texto, a verba do fundo será vinculada ao orçamento do Tribunal Superior Eleitoral, prevendo 25% da soma dos orçamentos de 2021 e 2022.

O fundo de financiamento de campanha foi criado após a proibição do financiamento privado, em 2015, pelo Supremo Tribunal Federal, sob o argumento de que as grandes doações empresariais desequilibram a disputa eleitoral. Nas eleições de 2018, foi criado o fundo de R$ 2 bilhões com recursos públicos.

FNL realiza Jornada de Luta em Maceió

A Frente Nacional de Luta Campo Cidade realizou nos dias 14 e 15, uma Jornada de Luta em Maceió. O objetivo do evento foi fazer o debate sobre a necessidade da reforma urbana e agrária e cobrar das autoridades a pauta de reivindicações do movimento.

Vindo de várias regiões do Estado, centenas de militantes da FNL acamparam na praça Sinimbú para participarem da Jornada de Luta. No dia 14, logo cedo, os participantes receberam a visita de uma delegação de movimentos sociais encabeçada pela CUT Alagoas, onde sua presidenta Rilda Alves reforçou o apoio à pauta da FNL. A tarde, o acampamento foi visitado por uma comissão do PT formada pelo presidente Marcelo Nascimento e o vereador Dr. Valmir, que expressaram solidariedade a luta.

Os participantes também estiveram na frente do Porto de Maceió, em protesto contra as privatizações e depois ocuparam o prédio da Prefeitura e seguida tiveram uma reunião com o presidente do Iteral Jaime Silva.

No dia 15, o movimento fez uma caminhada pelas ruas de Maceió, lutando pelos direitos, parou na frente do Palácio do Governador, em seguida seguiu para a Secretaria da Mulher e Direitos Humanos de Alagoas e depois até o Incra, onde uma reunião foi agendada.

No fim de tarde foi realizada uma Assembleia Geral e o encerramento do acampamento na praça Sinimbu. Para Marrom, liderança da FNL, o “movimento deu o recado, colocou na rua o grito de fora Bolsonaro, vacina, comida, emprego, moradia e terra para o povo brasileiro”.

TCU aponta uso indevido de R$ 4,1 milhões por Forças Armadas contra Covid-19, diz jornal

Um relatório do Tribunal de Contas da União (TCU) aponta que as Forças Armadas teriam usado indevidamente R$ 4,1 milhões contra a Covid-19 para outras finalidades. O relatório foi obtido pelo O Globo.

De acordo com a reportagem, R$ 9,6 milhões possuem “pendência de comprovação” de ações para o enfrentamento da pandemia. O texto diz ainda que a avaliação consta no relatório do ministro do TCU Augusto Scherman Cavalcanti. O relatório mostra ainda que, em 2020, o Ministério da Defesa teria gasto, segundo o jornal, R$ 435 milhões em despesas atribuídas ao combate à Covid-19.

Patrimônio de bilionários aumenta 30% e chega a 1 trilhão de euros durante pandemia na França

A riqueza acumulada das 500 maiores fortunas da França aumentou 30% em um ano em plena pandemia, segundo a classificação a ser publicada nesta quinta-feira (8) na revista Challenges, que repertoriou 109 bilionários franceses este ano contra 95 no ano passado.

O ranking é dominado pelo quinto ano consecutivo por Bernard Arnault, o chefe do grupo LVMH, principal empresa do setor do luxo francês e a maior multinacional do mercado financeiro europeu.

A forte recuperação do luxo no segundo semestre de 2020, impulsionada pela Ásia, fez subir as cotações da bolsa de gigantes do setor, entre elas a LVMH (Vuitton, Dior, entre outras marcas) e Kering (Gucci, Saint Laurent, etc), e, junto com as marcas, os ativos de seus acionistas executivos.

Segundo a revista, que fez o seu cálculo com base no patrimônio profissional de personalidades entre junho de 2020 e junho de 2021, o montante da fortuna das 500 pessoas mais ricas da França “já se aproxima de € 1 trilhão”. “Estes são os aumentos anuais mais fortes já registrados por nossa lista, criada em 1996”, disse a Challenges. O número de bilionários franceses era de 51 em 2011, segundo a revista.

Como todos os anos desde 2017, quando ultrapassou a herdeira da L’Oréal Liliane Bettencourt, Bernard Arnault e sua família se encontram na liderança da lista, com uma fortuna estimada em mais de € 157 bilhões. Um aumento de 57% em relação a junho de 2020.

O CEO da LVMH foi ainda, durante algumas poucas horas em maio, o homem mais rico do mundo, à frente do americano Jeff Bezos [da Amazon], de acordo com a evolução dos preços que fazem variar sua fortuna em tempo real. “A crise nos fortalece”, disse Bernard Arnault no final de abril, comentando os bons resultados financeiros do grupo LVMH, número um do mundo em bens de luxo.

Seguem na lista a família Hermès (€ 81,5 bilhões), a de Bettencourt (€ 71,4 bilhões), e em quarto e quinto lugar as de Alain e Gérard Wertheimer, herdeiros de Chanel, e François Pinault, fundador de Kering, grupo agora dirigido por seu filho François- Henri. O fundador do eBay, Pierre Omidyar, oitavo no ranking, dobrou sua fortuna entre 2020 e 2021, já que as restruições da pandemia aumentaram o comércio online de itens de segunda mão.

“Os dez primeiros da lista, aqueles cuja fortuna ultrapassa os € 13 bilhões, viram seus ativos aumentarem 37%. Os outros 490 viram os seus crescerem 25%”, observa Challenges. Com a crise da Covid, o debate em torno da tributação dos mais ricos está se fortalecendo na França e em outros lugares.

Protesto

No sábado (3), a associação antiglobalização Attac França também visou diretamente Bernard Arnault ao tingir de preto as janelas da Samaritaine, a novíssima loja de departamentos da LVMH que acaba de ser inaugurada em Paris, para denunciar “o enriquecimento indecente de bilionários durante a crise sanitária”.

A Oxfam França, por meio da voz de seu porta-voz Quentin Parrinello, reagiu nesta quarta-feira (7) em um comunicado: “Embora a pandemia tenha derrubado a economia e levado centenas de milhares de pessoas à precariedade na França, uma minoria ultra-rica continua a prosperar”, lamentou a ONG.

“Nada a comemorar quando sabemos que um em cada oito franceses precisa de ajuda alimentar para viver”, continuou Parrinello, acrescentando que “essas desigualdades indecentes são inaceitáveis” e que lembram “a urgência de uma tributação mais justa sobre os mais ricos”.

Fonte: RFI

Contratos milionários ligam filho de Arthur Lira ao governo Bolsonaro

Um filho do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), é dono de uma empresa de representação de veículos publicitários que, por sua vez, prestam serviço para órgãos públicos. Arthur Lira Filho tem como sócia, no negócio, Malu Cavalcante, filha de Luciano Cavalcante, braço direito, secretário parlamentar e coordenador de campanha do deputado. Com pouca experiência na área e na faixa dos 20 anos, Arthur Filho e Malu recebem comissão de cerca de 7% a 15% do valor do contrato entre a agência e o veículo que representam.

A reportagem do Congresso em Foco obteve um e-mail, cujo título se refere ao Ministério da Cidadania (“MCIDADANIA – PROGRAMAS E AÇÕES”), em que Arthur Filho e Malu estão copiados. Optamos por não publicar o e-mail para garantir o sigilo da fonte.

A mensagem foi enviada por Rodolfo Darakdjian, CEO da OPL Digital, empresa que afirma, em seu site, ter contratos com órgãos públicos como a Caixa Econômica Federal e os ministérios da Saúde e do Turismo. O empresário foi recebido duas vezes em três meses por Rodrigo Fayad de Albuquerque Rosa, que comandava a distribuição das verbas publicitárias do governo e foi exonerado na semana passada.

Outras empresas agenciadas por Malu e Arthur Filho foram contratadas como fornecedoras em publicidade pela Caixa: a Akee Mídia em janeiro deste ano e a Agência Musik’a entre dezembro e fevereiro.

A empresa dos dois jovens, a Mídia Nova Representações, não tem sede, site ou mesmo e-mail oficiais. O endereço que consta no registro de CNPJ é de um apartamento residencial da Asa Norte, em Brasília – onde Malu mora com os pais.

Quando criaram a empresa, Malu era recém-formada em Direito e Arthur Filho estava estagiando em um restaurante em Brasília. Segundo pessoas que atuam no mercado de publicidade em Brasília e não quiseram ser identificadas por temer represálias, Arthur é visto frequentemente em agências que possuem contratos milionários com o governo, como a Calia e a Propeg.

“Desde que Arthur Lira virou presidente, a empresa [do filho] passou a vender mais”, disse um dos interlocutores, que participou de uma negociação com a agência de Arthur Filho. Os envolvidos negam irregularidades e dizem que a atuação é condizente com a praticada no mercado.

No entanto, especialistas apontam que a prática pode configurar quebra do princípio de imparcialidade em contratações pelo poder público. “Quando há a intermediação de contratos de publicidade feita por parentes de representantes de órgãos públicos, indiretamente há uma quebra do princípio de imparcialidade na contratação, mesmo que todos os requisitos técnicos e legais previstos na Lei 12.232/90 sejam atendidos”, afirmou Denise Fabretti, professora de Ética, Legislação e Dados da ESPM.

Em conversa com a reportagem (identificada como tal) por WhatsApp, Malu confirmou que atua como representante de veículos publicitários “de mídia exterior, digitais e na área comercial”. Ela explicou que a empresa, aberta nos últimos dias de 2019, “recebe uma comissão de representação alinhada e celebrada em contrato entre privados”. “Os percentuais seguem o padrão de mercado”, afirma.

Oficialmente, a carteira de clientes da Mídia Nova Representações tem nove empresas agenciadas – em sua maioria, pequenos negócios que buscam interlocução para obter contratos com agências que ganharam licitações do governo.

Não há registro da Mídia Nova Representações nos portais de transparência do governo, uma vez que só são publicados os dados das agências de publicidade detentoras do contrato principal. Os serviços de representação são subcontratados e, portanto, não entram nas prestações de contas dos órgãos públicos.

Tentamos obter detalhes dos contratos diretamente com as empresas, mas recebemos a resposta de que eles têm cláusulas de confidencialidade.

Indicações no Congresso e CBTU

Luciano Cavalcante, o assessor de Lira e pai de Malu, é considerado o braço direito do deputado. Ele trabalhou por anos com o ex-senador Benedito de Lira, pai do atual presidente da Câmara e aparece em várias fotos junto aos dois. Cavalcante, inclusive, participa de eventos representando Lira.

Natural de Atalaia, em Alagoas, ele empregou a esposa, Gláucia, e a filha Malu nos gabinetes de Lira filho e Lira pai, como assessoras parlamentares. Gláucia atuou no gabinete de Arthur entre 2015 e 2016 e hoje possui um cargo de gerência na superintendência da Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) em Maceió. O superintendente, aliás, é Carlos Jorge Ferreira Cavalcante, cunhado de Gláucia. Já Malu esteve lotada com Benedito entre 2016 e 2019.

A nomeação da esposa e do irmão de Luciano em cargos na CBTU é curiosa. Arthur Lira se tornou réu no Supremo Tribunal Federal acusado de receber R$ 106 mil de propina do então presidente da companhia, Francisco Colombo.

Em conversa com a reportagem, Luciano Cavalcante afirmou que nem ele e nem Lira atuaram para beneficiar os filhos nos negócios. Ele diz ainda que as nomeações de sua família são de acordo com a lei.

Ainda segundo o secretário, Arthur Filho e Malu estão começando na carreira e “não ganham muito dinheiro” com a empresa. Ele disse que a filha e Arthur são amigos de infância e que esta semana, um ano após a abertura da empresa e após os contatos da reportagem, alugaram uma sala para usar como sede e vão lançar a marca oficialmente.

Congresso em Foco procurou Arthur Lira e Arthur Filho, as empresas citadas e a CBTU, mas não recebemos retorno até a publicação desta reportagem. O espaço está aberto para manifestações.

Fonte: Congresso em Foco

Eduardo Bolsonaro defende que PM possa matar negros e pobres nas periferias

Ao criticar uso de câmeras corporais pela Polícia Militar de São Paulo e defender que policiais possam matar sem fiscalização, Eduardo Bolsonaro expôs seu verdadeiro ponto de vista genocida: que a PM continue matando negros e pobres nas periferias!

O deputado criticou a medida implementada pela Polícia Militar de São Paulo que obriga os policiais a utilizar câmeras corporais, que zerou a letalidade em 15 batalhões.

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), que é filho do presidente Jair Bolsonaro, defendeu que policiais tenham o direito de matar. Em um ato que reuniu centenas de bolsonaristas em Brasília, ele criticou a medida implementada pela Polícia Militar de São Paulo (PM SP) que obriga os policiais a utilizar câmeras corporais, que gravam a ação dos agentes sem interrupção. 

A medida resultou na redução para zero o índice de letalidade em 15 batalhões da PM SP em junho. Para o deputado, a fiscalização significa que policiais não poderão mais matar livremente: 

“Se o policial já morre por ter receio de apertar o gatilho, imagina com uma câmera, que depois, certamente, as imagens serão analisadas no conforto de um ar condicionado por algum juiz que vai dizer que deveria ter dado dois tiros na perna ou um tiro para o alto. Mas nunca foi na padaria comprar pão! Sabendo que se fosse identificado com uma arma por um policial seria executado”, disse. 

Redação com Brasil 247

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