Greve no IPT (SP) contra o reajuste zero!

Deflagrada em 26 de julho pelo SINTPq, sindicato que representa os trabalhadores do Instituto de Pesquisas Tecnológicas de São Paulo (IPT), a greve se deu contra o reajuste zero que o governo Dória (PSDB) apontou na mesa de conciliação de 21 de julho. Com uma perda acumulada em três anos de 11%, a reação dos servidores foi ir à greve.

O IPT/SP é uma referência de pesquisas tecnológicas para o país, mas, em contraste com seu discurso de “defensor da ciência”, Dória, na realidade, nega aos trabalhadores a reposição das perdas salariais e sucateia os serviços oferecidos pelo IPT, como denuncia o presidente do SINTPq, João Paulo Porsani.

No dia 27 de julho, segundo dia de greve, se manteve forte mobilização na porta do IPT (foto), com os trabalhadores realizando assembleia presencial.

Informados pelo SINTPq sobre a abertura de dissídio coletivo, decidiram suspender a greve, mantendo-se em estado de greve, alertas ao dissídio e em pressão contra o governo estadual.

Fonte: O Trabalho

18 de agosto é dia de greve dos servidores e de mobilização da classe trabalhadora

É o Dia Nacional de Luta de todos os trabalhadores e contra a PEC 32, as privatizações e a inflação; e em defesa do auxílio emergencial de R$ 600, por vacina já para todos e todas, e emprego

Os servidores das três esferas – municipal, estadual e federal – vão fazer uma greve de 24 horas no dia 18 de agosto, Dia Nacional de Luta e Paralisações, que terá mobilizações e paralisações também de trabalhadores da iniciativa privada em todas as capitais do país.

A CUT e as demais centrais sindicais estão organizando e mobilizando para a luta contra a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 32, da reforma Administrativa, enviada ao Congresso Nacional pelo governo de Jair Bolsonaro (ex-PSL), contra as privatizações, e a inflação; e, em defesa do auxílio emergencial de R$ 600, por vacina já para todos e todas, e emprego.

No próximo dia 9, a CUT realiza uma reunião com todas as CUTs estaduais e ramos para organizar e ampliar as mobilizações nas bases sindicais e conscientizar trabalhadores e trabalhadoras da importância de participar desde dia de luta.

Leia mais: CUT convoca para o dia nacional de luta em 18 de agosto

“É preciso deixar claro para todos e todas que a luta é de toda a classe trabalhadora porque tanto a PEC 32 de Bolsonaro, quanto as privatizações e todas as pauta que estarão em debate neste dia é de interesse de todos os brasileiros e brasileiras”, afirma Pedro Armengol, diretor da CUT e da Confederação Nacional dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condsef).

“As prioridades de Bolsonaro são a reforma Administrativa, que acaba com o serviço público, abre espaço para indicações políticas, aumentando o risco de corrupção; e as privatizações, que tiram do povo o seu patrimônio”, explcia Armengol.

Confira as 7 principais mentiras do governo Bolsonaro sobre a reforma Administrativa

“Todas as pautas do Dia Nacional de Luta estão interligadas com a luta dos servidores porque afetam diretamente os trabalhadores e as trabalhadoras”, já havia alertado o presidente Nacional da CUT, Sérgio Nobre, que ressaltou também a luta contra a disparada da inflação, as altas taxas de desemprego, a necessidade de vacina para todos já e o auxílio emergencial de R$ 600 até o fim da pandemia. 

“O dia 18 é um dia de mobilização nacional e em apoio à greve dos servidores contra a reforma Administrativa, que é ruim para o Brasil e para o povo brasileiro”, disse Sérgio.

Fonte: CUT Brasil

Apesar de Bolsonaro, o Brasil bate recorde nas Olimpíadas

Apesar do desmantelamento das políticas sociais promovidas pelo governo de Jair Bolsonaro, o Brasil conseguiu bater o recorde e ter sua melhor apresentação em uma olimpíada. O Brasil conquistou 7 medalhas de ouro, 6 de prata e 8 de bronze, 21 medalhas no total e ficou em na 12ª posição.

Apesar de todo ufanismo da mídia tradicional sobre os resultados conquistados por nossos atletas, o que era não diz, é que o resultado obtido está relacionado a um conjunto de políticas públicas desenvolvidas pelo governo Lula e Dilma, que com o Ministério dos Esportes e os programas de apoio, alavancaram e sustentaram a prática esportiva olímpica no Brasil.

Bolsonaro extinguiu o Ministério dos Esportes em 2019, e com o sucateamento e privatizações das estatais abandonou o esporte amador pelo país afora. Mas, o que sobrou de programa social permitiu o desempenho obtido pelo Brasil. Pois, 80% dos atletas que participaram das olimpíadas recebem o bolsa atleta, programa criado no governo Lula. Isaquias Queiroz, um dos maiores medalhistas da história do Brasil, reconheceu que o foi o Programa Segundo Tempo, criado também no governo Lula, fundamental para a sua trajetória de conquistas.

O maior medalhista

Deputado Paulão se solidariza com jornalistas da Tribuna e pede punição da Braskem por crime ambiental

O deputado federal Paulão (PT-AL), usou suas redes sociais hoje, 07, para expressar sua solidariedade para com a equipe de jornalismo da Tribuna Independente, que foi impedida por seguranças da Braskem e Defesa Civil de Maceió de fazer cobertura jornalística no bairro do Pinheiro e defender a liberdade de imprensa.

O Pinheiro é um dos cincos bairros atingidos pela exploração mineral da empresa. E durante a cobertura de um desmoronamento, os profissionais foram coagidos por segurança da empresa.

Paulão também cobrou a “responsabilização da Braskem pelo maior crime ambiental da história do Brasil”. A empresa até hoje segue impune.

Capangas da Braskem e Defesa Civil ameaçam jornalista da Tribuna

A coação a liberdade de imprensa caracteriza crime, assim, os seguranças da Braskem agiram como capangas, que desrespeitam a lei para defender os interesses de seus patões a qualquer custo. A empresa precisa ser responsabilizada.

A equipe de reportagem da Tribuna foi impedida de fazer imagens e coletar informações em local de desabamento de uma casa, no bairro do Pinheiro. Os profissionais chegaram ao local que não tinha nenhum aviso ou fitas de isolamento. Quando estavam no exercício da profissão foram coagidos por um representante da Defesa Civil Municipal e um segurança de uma empresa privada contratada pela Braskem.

Entenda o caso

Na manhã da sexta-feira (6), uma residência que já estava isolada na Rua Santa Júlia, no bairro do Pinheiro, um dos afetados pelas rachaduras nos imóveis e afundamento do solo devido à extração de sal-gema feita pela Braskem desabou e danificou outra. O desabamento assustou moradores que ainda residem na região.

Apesar do susto não houve relatos de vítimas, no entanto, o Corpo de Bombeiros Militar de Alagoas (CBM/AL), foi acionado para fazer os procedimentos cabíveis. Para a ocorrência, três viaturas com sete militares foram empregados. Além disso, mesmo sem vítimas, cães farejadores foram utilizados para identificar se havia alguém soterrado pelos escombros, por ser parte de procedimento padrão nesses casos.

A Defesa Civil Municipal informou que foram duas edificações e que foi adotado o protocolo padrão de isolar a área e acionar o Corpo de Bombeiros, que, de forma diligente, diagnosticou que não havia vítimas causadas pelo evento. Na sequência, sob a supervisão a equipe da Defesa Civil e dos Bombeiros, uma equipe contratada pela Braskem iniciou a retirada dos escombros de forma mecânica.

“O desabamento – que atingiu uma casa com dois andares e outra com apenas um – foi provocado, segundo informações preliminares, pelo volume de chuvas, que nesses dias chegou a mais de 200 mm. A primeira casa de dois andares estava destelhada e, com o acúmulo de água na laje superior, a inclinação da edificação foi potencializada. Além disso, a região sofre de uma movimentação contínua. A subsidência dos bairros em Maceió é objeto de ininterrupto monitoramento da Defesa Civil, como forma de adotar as medidas necessárias para lidar com a situação e garantir a segurança da população’’, diz trecho da nota.

Com o fato, a equipe de reportagem foi até o local colher informações de moradores que ainda residem na região e fazer imagens e conseguiu entrar no local – uma vez que não havia fita de isolamento e nem segurança passando informações, após a equipe iniciar seu trabalho, um representante da Defesa Civil Municipal chegou exaltado pedindo que a equipe se retirasse do espaço, pois não havia autorização por ser uma área privada e afirmou que a equipe furou um isolamento, algo que não aconteceu porque não havia faixas de isolamento.

Intimidação

“Eles chegaram me intimidando, pediram que eu fosse para trás de um caminhão que estava estacionado em frente à casa para conversar e, falei que não ia, que conversaria, mas eles teriam que ir até o carro da reportagem. Eles foram até o carro e me pediram para apagar as imagens alegando que era uma área privada e que a imprensa não tinha autorização de estar ali. Falei que não iria apagar porque as imagens não identificavam nenhum trabalhador e outros veículos de comunicação já haviam ido até o local, até equipes de TVs. Nisso, um dos seguranças responsável pela área chamou reforços’’, relata o repórter fotográfico Edilson Omena, que estava acompanhado do diretor administrativo-financeiro, Flávio Peixoto, da Cooperativa de Jornalistas e Gráficos do Estado de Alagoas (Jorgraf) – detentora do jornal Tribuna Independente, portal Tribuna Hoje e TV Tribuna no Youtube, do repórter Lucas França e do motorista auxiliar Allan Rodrigues.

A reportagem entrou em contato com a assessoria de comunicação da Prefeitura para saber se de fato existia a proibição para a imprensa chegar ao local. E segundo a assessoria, a ordem de isolar o local para a retirada dos entulhos veio da Braskem.

Já a Braskem explicou que o imóvel fica em uma área já desocupada no bairro do Pinheiro e está vazio desde o dia 15 de setembro de 2020. E que no mês de novembro, um incêndio comprometeu a estrutura, situação que foi agravada com o período chuvoso. A Braskem tem um protocolo de segurança que proíbe o acesso a imóveis em situação de risco. Os três imóveis, localizados na Zona E do mapa da Defesa Civil, já ingressaram no fluxo de compensação. Por conta do colapso, a Defesa Civil foi acionada e recomendou a limpeza da área, com remoção do entulho e a demolição de outros imóveis já desocupados no entorno, o que deve ser feito nos próximos dias.

Em relação à intimidação dos seguranças, a Braskem disse que assim que foi comunicada sobre a situação relatada pela equipe de reportagem da Tribuna Independente, foi acionada imediatamente a empresa responsável pela segurança patrimonial nos bairros atingidos pelo fenômeno geológico, para que apure a situação e adote as providências necessárias. A Braskem reiterou o respeito ao trabalho da imprensa, fundamental para a cidadania e a democracia.

Sindjornal e Fenaj prestam solidariedade

O presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de Alagoas (Sindjornal), Izaías Barbosa prestou solidariedade aos profissionais.

“Quero manifestar solidariedade aos profissionais da Tribuna Independente/tribunahoje.com que foram intimidados e impedidos de realizar seu trabalho de cobertura jornalística no bairro do Pinheiro onde ocorreu o desabamento de uma residência, a intimidação se deu por ordem de um representante da Defesa Civil da Prefeitura de Maceió, acompanhado de seguranças da Braskem. O Sindicato dos Jornalistas de Alagoas não admite intimidação contra o trabalho dos profissionais da imprensa e já informou a Federação Nacional dos Jornalistas sobre o ocorrido”, ressalta.

A Diretoria Executiva da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), Valdice Gomes, também prestou solidariedade.

Fenaj

“A Fenaj é totalmente solidária aos profissionais da Tribuna Independente e do Tribuna Hoje, que foram impedidos de realizar o seu trabalho de cobertura jornalística em Maceió. Intimidar ou impedir a imprensa de realizar o seu trabalho de informar à população é uma violência inadmissível e condenável. É lamentável que agentes públicos ou privados prefiram esconder a realidade dos fatos com intimidação a esclarecer por meio da transparência. A Fenaj repudia veementemente qualquer ataque à liberdade de imprensa’’, afirma.

NOTA

A Defesa Civil de Maceió esclarece que seus agentes não intimidaram nenhum jornalista ou tentaram impedir que seu trabalho fosse realizado. No entanto, após invadir área isolada, o profissional foi orientado a sair do local, já que há risco de desabamento de outras residências. Não houve desrespeito da parte dos agentes, mas orientação já que se trata de local de risco.

A Defesa Civil, que está sempre à disposição da população e da imprensa, reforça a importância do jornalismo e o respeito aos profissionais da área, mas ressalta que a prioridade é sempre salvaguardar vidas.

A Tribuna refrisa que a equipe de reportagem, ao chegar no local, não encontrou nenhuma sinalização de isolamento da área ou qualquer outro tipo de orientação. Veículos e pedestres circulavam, normalmente, no bairro. “A reportagem da Tribuna Independente/tribunahoje.com fez vários contatos com a assessoria da Defesa Civil da Prefeitura de Maceió no dia de ontem e somente neste sábado (7) enviaram uma nota”.

Redação com Tribuna Hoje

Peru anuncia saída do Grupo Lima

O novo governo de Pedro Castillo implementa uma política externa de não ingerência com esta medida.

O Ministro das Relações Exteriores do Peru, Héctor Béjar, anunciou a saída de seu país do denominado Grupo Lima como parte da implementação de uma política externa de não ingerência, a pedido do Presidente Pedro Castillo.

O Chanceler peruano destacou que quatro anos após a criação do Grupo Lima, que foi estabelecido para apoiar a oposição golpista venezuelana a uma mudança de governo em Caracas, seus participantes mudaram de ponto de vista.

Assim, o Peru junta-se ao México, à Bolívia e à Argentina na lista das nações que subscreveram a criação do Grupo Lima e o abandonaram, embora o caso peruano seja o mais significativo, por dar ao conclave seu nome com sua capital.

Béjar disse que assim o Peru se juntará às nações europeias e latino-americanas que já trabalham contra as políticas de bloqueios unilaterais que afetam a Venezuela, sem intervir em suas diferentes tendências políticas.

A posição da diplomacia peruana havia sido avançada há vários dias pelo próprio Béjar, que em seu discurso de posse como ministro disse que o tema prioritário não é a Venezuela, mas como buscar melhorias em todos os países latino-americanos.

Anunciou também que a diplomacia peruana retirará do Congresso o pedido de saída do tratado que instituiu a União de Nações Sul-Americanas (Unasul) e que, ao contrário, promoverá sua reconstituição e modernização como órgão de cooperação e consulta que afirma o entidade própria da América do Sul na política mundial.

Da mesma forma, Béjar anunciou que Lima será reintegrada à Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac) e, nesse espírito, de acordo com o direito internacional e a Carta das Nações Unidas, o Peru condena os bloqueios e medidas restritivas unilaterais que só afetam povos.

Fonte: Telesur

Estado do Rio suspende aulas presenciais na rede estadual da capital e outros 35 municípios

A decisão acontece após o aumento do número de casos de contaminação de covid-19 nos últimos dias; outros 56 munícipios permanecem com o ensino híbrido

governo do Rio de Janeiro suspendeu, nesta sexta-feira, as aulas presenciais da rede estadual de ensino para a capital e outros 35 municípios devido ao aumento do número de casos de contaminação de covid-19 nos últimos dias. A decisão fica válida no período de 9 a 13 de agosto. As unidades permanecerão com ensino exclusivamente remoto e funcionarão apenas para atividades administrativas, como a retirada de material pedagógico e do kit alimentação, além de entrega de documentos e matrícula de alunos.São elas: Aperibé, Belford Roxo, Bom Jesus do Itabapoana, Cambuci, Carapebus, Cardoso Moreira, Cordeiro, Duas Barras, Duque de Caxias, Iguaba Grande, Italva, Itaocara, Itaperuna, Japeri, Laje do Muriaé, Mesquita, Miracema, Natividade, Nilópolis, Nova Iguaçu, Porciúncula, Queimados, Rio de Janeiro, Rio das Flores, Santo Antônio de Pádua, São João de Meriti, São Francisco de Itabapoana, São João da Barra, São José de Ubá, São Pedro da Aldeia, São Sebastião do Alto, Seropédica, Silva Jardim, Teresópolis, Trajano de Moraes e Varre-Sai.

As escolas estaduais de 56 municípios fluminenses estão autorizadas a oferecer aulas no modelo de ensino híbrido (presencial e remoto).

Os municípios são: Angra dos Reis; Araruama; Areal; Armação de Búzios; Arraial do Cabo; Barra do Piraí; Barra Mansa; Bom Jardim; Cabo Frio; Cachoeiras de Macacu; Campos dos Goytacazes; Cantagalo; Carmo; Casimiro de Abreu; Comendador Levy Gasparian; Conceição de Macabu; Engenheiro Paulo de Frontin; Guapimirim; Itaboraí; Itaguaí; Itatiaia; Macaé; Macuco; Magé; Mangaratiba; Maricá; Mendes; Miguel Pereira; Niterói; Nova Friburgo; Paracambi; Paraíba do Sul; Paraty; Paty do Alferes; Petrópolis; Pinheiral; Piraí; Porto Real; Quatis; Quissamã; Resende; Rio Bonito ;Rio Claro; Rio das Ostras; Santa Maria Madalena; São Fidélis; São Gonçalo; São José do Vale do Rio Preto; Sapucaia; Saquarema; Sumidouro; Tanguá; Três Rios; Valença; Vassouras; Volta Redonda.

Nesses casos, as unidades escolares poderão oferecer atividades pedagógicas presenciais, conforme prevê a Resolução nº 5.930/2021, publicada no dia 23 de abril, que estabeleceu protocolos e orientações complementares para o atendimento nas unidades escolares públicas e privadas do sistema estadual de ensino. Caberá aos responsáveis, ou alunos maiores de idade desses municípios, a opção pelo retorno presencial ou a permanência somente no ensino remoto.

O Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação do Rio de Janeiro (SEPE/RJ) se pronunciou sobre a decisão e fez fortes críticas à postura da Prefeitura do Rio em planejar a reabertura de 100% das unidades escolares. 

Fonte: O Dia

Há 76 anos, os EUA promoveram o maior ataque terrorista da história

Há 76 anos os EUA lançaram duas bombas atômicas contra alvo civis das cidades de Hiroshima e Nagasaki, no Japão.

No dia 6 de agosto de 1945, quando o avião bombardeiro B-29 chamado de “Enola Gay” jogou uma bomba de urânio de 4,4 toneladas apelidada de “Little Boy” sobre a cidade de Hiroshima, no Japão, mais de 70 mil pessoas morreram instantaneamente pela explosão, que causou um raio de destruição de cerca de 1,3 quilômetro. Dois terços dos cerca de 60 mil edifícios de Hiroshima, fora reduzidos a escombros. Até 1950, o número de vítimas aumentaria para 200 mil, em decorrência das queimaduras fatais e doenças radiativas.

Dias depois, os EUA lançaram outra bomba atômica, dessa vez sobre a cidade de Nagasaki, deixando cerca de 50 mil mortos. “O lugar se transformou em um mar de fogo. Era o inferno. Corpos queimados, vozes pedindo ajuda em edifícios derrubados, pessoas com as entranhas caindo do corpo…”, disse à BBC Sumiteru Taniguchi, sobrevivente de Nagasaki.

Os EUA nunca foram julgados, nem condenados pelo monstruoso crime de guerra provocado. Até hoje, sua hegemonia mundial segue fundamentada no terror, na violência e na exploração econômica dos países submissos.

A serviço dos interesses estrangeiros, Câmara aprova projeto de privatização dos Correios

A serviço dos interesses estrangeiros e subserviente a politica econômica de Bolsonaro, Plenário rejeitou os destaques apresentados pelos partidos ao texto que autoriza a exploração pela iniciativa privada de todos os serviços postais. Correios lucraram R$ 1,5 bilhão em 2020.

A Câmara dos Deputados concluiu a votação do Projeto de Lei 591/21, do Poder Executivo, que autoriza a exploração pela iniciativa privada de todos os serviços postais. A proposta estabelece condições para a desestatização da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) e remete a regulação do setor à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). A matéria será enviada ao Senado.

O Plenário rejeitou os destaques apresentados pelos partidos ao texto.

Segundo o substitutivo aprovado, do deputado Gil Cutrim (Republicanos-MA), o monopólio para carta e cartão postal, telegrama e correspondência agrupada continuará com a ECT por mais cinco anos, podendo o contrato de concessão estipular prazo superior.

Atualmente, a iniciativa privada participa da exploração dos serviços postais por meio de franquias, mas os preços seguem tabelas da ECT, que detém o monopólio de vários serviços. Entretanto, já existe concorrência privada para a entrega de encomendas, por exemplo.

Com a privatização, cerca de 100 mil trabalhadores poderão perder o emprego. Mas, para Paulo Guedes e Bolsonaro, os interesses do mercado falam mais alto e segue o desmanche da soberania nacional.

Redação com Brasil 247

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