Bolsonaro veta reajuste de policiais e mantém ‘orçamento secreto’

Policiais federais e rodoviários acusam governo Bolsonaro de traição

O presidente Jair Bolsonaro (PL) sancionou a Lei de Diretrizes Orçamentária (LDO) 2023. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) nesta quarta-feira, 10, e contempla 36 vetos ao texto aprovado pelo Congresso Nacional em 12 de julho.

Entre os pontos rejeitados está a destinação de recursos para a reestruturação e recomposição salarial de carreiras de policiais federais e de carreira do Distrito Federal, policiais rodoviários federais, assim como vetou a criação, gratificação e aumento de remuneração de servidores da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e do Departamento Penitenciário Nacional (Depen).

A LDO, por sua vez, manteve a criação do “Orçamento Secreto“, que é a destinação de parte dos recursos para as emendas parlamentares, também conhecidas como emendas de relator. 

A projeção do governo para a inflação é de 3,3%, enquanto o PIB (Produto Interno Bruto) tem estimativa de alta de 2,5% e a taxa de Selic, que é a taxa de juros do Brasil, deve ser de 10%. A média de câmbio ficou em R$ 5,3 cada dólar.

Fonte: Jovem Pan

Bolsonaro veta reajuste de verba para merenda escolar

Medida compromete o fornecimento de merenda escolar nas escolas

O presidente Jair Bolsonaro (PL) vetou nesta quarta-feira, 10, o reajuste aprovado pelo Congresso do valor repassado a Estados e municípios para a merenda escolar. Também vetou o reajuste do orçamento de institutos e universidades federais e de bolsas de permanência.

O veto refere-se à Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), que estabelece as bases para o orçamento do ano seguinte – no caso, 2023. O detalhamento dos recursos será apresentado na proposta de lei orçamentária, que deve ser enviada ao Congresso até o final de agosto.

Hoje, pelo Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), o governo repassa apenas R$ 0,53 para alimentação de cada aluno matriculado na pré-escola e R$ 0,36 por aluno do ensino fundamental e médio. Nas creches, o repasse por criança é de R$ 1,07. O repasse é feito diretamente aos Estados e municípios, com base no Censo Escolar realizado no ano anterior ao do atendimento.

A LDO previa a correção, pela inflação, desses valores para a oferta de merenda escolar. O texto também blindava os orçamentos de universidades e institutos federais, evitando novos cortes de gastos na educação superior em 2023. O artigo previa que os recursos destinados a cada instituição no próximo ano não poderiam ser menores que os orçados em 2022 e ainda deveriam ser corrigidos pela inflação.

Fonte: Isto É Dinheiro

Pesquisa Quaest: Haddad tem 34%; Tarcísio e Rodrigo, 14%

Pesquisa Genial/Quaest para a eleição para o governo de São Paulo, divulgada nesta quinta-feira (11), traz o ex-ministro Fernando Haddad (PT) à frente, com 34% das intenções de voto, seguido pelo ex-ministro Tarcísio de Freitas (Republicanos) e pelo atual governador, Rodrigo Garcia (PSDB), ambos com 14%.

Depois aparecem Elviz Cezar (PDT), com 2%; Vinicius Poit (Novo), Gabriel Colombo (PCB), Altino Junior (PSTU) e Edson Dorta (PCO) empatados com 1%.

A proporção dos que dizem que irão votar em branco, anular ou deixar de votar chega a 19%. Os indecisos representam 13%.

A margem de erro é de 2,4 pontos percentuais para mais ou para menos. Foram entrevistadas 2.000 pessoas face a face entre os dias 5 e 8.

O levantamento tem 95% de confiança. Ou seja, se 100 pesquisas fossem realizadas, ao menos 95 apresentariam os mesmos resultados dentro desta margem.

A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob os números SP-02135/2022 e BR-07655/2022.

Primeiro turno

Intenção de voto estimulada para governador de São Paulo

  • Fernando Haddad (PT) – 34%
  • Tarcísio de Freitas (Republicanos) – 14%
  • Rodrigo Garcia (PSDB) – 14%
  • Elvis Cezar (PDT) – 2%
  • Vinicius Poit (Novo) – 1%
  • Gabriel Colombo (PCB) – 1%
  • Altino Junior (PSTU) – 1%
  • Edson Dorta (PCO) — 1%
  • Branco/Nulo/Não vai votar – 19%
  • Indecisos – 13%

Fonte: CNN Brasil

Manifestantes vão às ruas em defesa da democracia e respeito ao voto popular, em Maceió

Maceioenses foram às ruas nesta quinta-feira, 11 de agosto, em defesa da Democracia e respeito ao voto popular. Os manifestantes se reuniram na Praça Centenário e seguiram em caminhada até a sede histórica da OAB Alagoas, onde ocorreu um ato de leitura da Carta às brasileiras e aos brasileiros em defesa do Estado Democrático de Direito, da USP.

Os atos desse 11 de agosto foram convocados com o principal objetivo de reagir às ações golpistas de Jair Bolsonaro (PL), que permanece atacando o sistema eleitoral brasileiro colocando em dúvida a segurança das urnas eletrônicas, sem qualquer indício ou prova.

Além de defender a democracia, a Educação Pública e os Serviços Públicos, os manifestantes também reforçaram a oposição ao governo Bolsonaro, que ataca os direitos da classe trabalhadora e que hoje amplia sua escalada autoritária, com ameaças de ruptura com o regime político.

Na sede histórica da OAB Alagoas, professores do curso de Direito da Ufal realizaram a leitura de uma carta produzida e assinada por diversos professores da Faculdade de Direito de Alagoas (FDA-Ufal) em defesa da Democracia. Já a Carta produzida pela Universidade de São Paulo (USP), que já conta com milhares de assinaturas, foi lida em seguida, pelo professor decano da FDA, Jasiel Ivo.

Participaram da manifestação entidades sindicais, movimentos sociais, estudantil e partidos de oposição.

Fonte: Redação com Adufal

Recreadoras infantis relatam situação de injustiça e desvalorização em Arapiraca

A situação das/os profissionais recreadoras/es infantis da rede pública de educação em Arapiraca foi discutida em reunião na tarde desta quarta-feira (06/04), na sede da executiva estadual do Sinteal, em Maceió. A reunião foi solicitada pelo Núcleo Regional Sinteal/Arapiraca. Representada pelas profissionais Maria Eduarda e Adriana Cristina, a categoria denuncia tratamento desigual por parte da Prefeitura e da Secretaria Municipal de Educação. Segundo Célio Sampaio, secretário de Formação Sindical do Núcleo Regional, também presente à reunião, “recreadoras e recreadores infantis estão assumindo, nas creches, no horário vespertino (da tarde), as mesmas funções exercidas pelos professores e professoras na parte da manhã, sem, contudo, receber a contra-partida financeira para o trabalho exercido”.

Cobrança antiga

Em 2019, durante sessão ordinária na Câmara de Vereadores de Arapiraca, o Núcleo Regional do Sinteal já denunciava esta situação, reivindicando a intervenção dos/as parlamentares para que a prefeitura e a secretaria municipal de Educação concedessem uma equiparação salarial aos recreadores infantis, tendo em vista que a categoria vem assumindo, com profissionalismo e esforço, as mesmas tarefas desempenhadas pelos/as professores/as da rede.

A presidenta do Sinteal, professora Consuelo Correia, salientou a importância da reunião e reafirmou que o Sinteal continuará defendendo e reivindicando “justiça e o urgente reconhecimento pelo trabalho exercido pelos recreadores infantis no município. Esta categoria está assumindo responsabilidades e tarefas iguais aos professores, assumindo a gestão das creches no horário da tarde, mas continuam injustamente desvalorizados em termos financeiros”. Consuelo garantiu que o Sinteal irá acionar novamente o departamento jurídico “para reparar essa injustiça cometida pela gestão”.

A advogada do sindicato, Drª Betânia Pereira, também esteve na reunião, para colher informações das representantes da categoria, e repassar orientações quanto à luta jurídica para reverter esta irregularidade, que precariza a atuação de todas/os as/os recreadoras/es infantis na rede pública de educação em Arapiraca.

Garantia de direitos

“A luta é para que esta situação seja corrigida no Plano de Cargos e Carreira, no prazo mais curto possível, e passa por ações políticas e sindicais junto à prefeitura e à secretaria municipal de Educação. É preciso que estes valorosos profissionais tenham garantidos direitos como, por exemplo, hora-atividade igual a dos professores e também tempo para planejamento de trabalho. O Sinteal está junto nessa luta”, disse a presidenta do Sinteal.

Participaram também da reunião as diretoras Girlene Lázaro, Edna Lopes e Neide Brito.

Fonte: Sinteal

Deputado bolsonarista quer acabar com a fauna no Mato Grosso

Projeto libera caça esportiva no Mato Grosso. O Autor da proposta é o deputado bolsonarista Gilberto Cattani (PL)

A Assembleia Legislativa deve votar a qualquer momento, o Projeto de Lei 16/2022, que permite a caça esportiva de animais no Estado de Mato Grosso. O PL proposto pelo Deputado Estadual Gilberto Cattani permite de forma ampla e indistinta a caça de indivíduos da fauna silvestre, para fins de esportivo.

É constitucionalmente VEDADA a adoção de práticas que provoquem a extinção de espécies e submetam os animais a CRUELDADE. A caça é ato CRUEL com os animais e contribui para a EXTINÇÃO de espécies, inexistindo justificativa que sustente a possibilidade de tirar a vida de um animal por esporte ou lazer. Compete ao estado reforçar a proteção constitucional conferida aos animais, e não a abrandar!

Se aprovado, os impactos do PL recairão não apenas sobre cada indivíduo e coletividade das espécies de animais, mas também sobre a saúde humana, já que a caça, conforme estudos científicos, é um dos principais fatores para o surgimento de zoonoses‼️

Severos impactos ambientais já têm colocado em RISCO a nossa fauna silvestre. Recentemente, incêndios florestais acarretaram a perda de milhões de indivíduos da fauna do nosso Pantanal, conforme dados amplamente divulgados por instituição de pesquisa.

Está nas mãos dos Deputados Estaduais de Mato Grosso a vida dos indivíduos e conservação das espécies da nossa fauna, uma das mais ricas em biodiversidade do Brasil, composta por espécies integrantes de lista de animais ameaçados de extinção, como a onça-pintada, o tamanduá-bandeira e a anta!
✓ COMENTE nas páginas dos deputados e deputadas que votarão, esse terrível RETROCESSO‼️

@carlosavalloneoficial
@delegadoclaudinei
@dilmardalbosco
@dreugeniomt
@drgimenezmt
@depdrjoao
@deputadobotelho
@elizeunascimentomt
@faissalcalil
@gilbertocattaniofc
@janainariva
@ludiocabral
@maxrussi
@depnininho
@deputadopauloaraujo
@profallankardec
@sebastiaomrezende
@thiagosilvamt
@ulysses_moraes
@deputadobarranco
Valdeneria
Valmir Moretto
@xuxudalmolin
@wilsonsantosmt

pl16NÃO

cacanao

eobichomt

matogrosso

naoacaça

contracaça

sossilvestres

Rejeição de Bolsonaro entre evangélicas contém seu crescimento nas igrejas

O úiltimo Datafolha divulgado revela que as mulheres evangélicas impedem que o presidente Jair Bolsonaro (PL) consiga um melhor desempenho nas pesquisas entre o eleitorado cristão.

De acordo com o levantamento, 34% das evangélicas não conseguem apontar um nome antes de conhecer os outros candidatos. Outras 29% declaram apoio a Bolsonaro, e 25% ao ex-presidente Lula (PT), o que os mantêm em empate técnico.

Os números sugerem que as mulheres impediram, ao menos até agora, que Bolsonaro abrisse uma superioridade ainda mais larga sobre Lula nesse segmento.

Na pesquisa estimulada, em que o eleitor escolhe um nome entre as opções exibidas numa cartela, o chefe do Executivo tem, entre os crentes homens, uma vantagem de 16 pontos sobre Lula (PT) no primeiro turno. No caso das fiéis, a diferença é de 7 pontos, ou seja, mais um empate técnico.

Além de mais vulneráveis financeiramente, as evangélicas são mais refratárias ao estilo grosseiro de Bolsonaro do que o naco masculino das igrejas, diz Christina Vital.

De acordo com o levantamento, realizado nos dias 27 e 28 de julho com 2.556 pessoas de 183 cidades, evangélicos são 1 em cada 4 brasileiros.

Fonte: DCM

Endividamento bate recorde e atinge 78% das famílias brasileiras em julho

As altas taxas de desemprego e de inflação, além dos salários arrochados, que não dão para pagar sequer contas básicas como água e luz, atingiu em cheio os orçamentos das famílias brasileiras em julho e o resultado foi o aumento das dívidas em +0,7 ponto percentual, com o endividamento atingindo a marca recorde de 78% dos lares do país.

As medidas paliativas anunciadas pelo governo de Jair Bolsonaro (PL), como os saques extras do FGTS e a antecipação do 13º salário aos beneficiários do INSS, tiveram efeito restrito ao segundo trimestre no que se refere ao pagamento de contas e/ou dívidas já atrasadas.

É isso que mostram os dados da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), divulgados nesta segunda-feira (8) pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

Entre os que têm dívidas, 85,4% possuem dívidas no cartão de crédito. Os consumidores com até 35 anos de idade são o grupo mais endividado no cartão de crédito (87,5%). Já as mulheres responderam pela maior proporção de endividados no cartão, 87,1%, enquanto homens representam 84,2%

As demais dívidas são com cheque pré-datado, cheque especial, carnê de loja, crédito consignado, empréstimo pessoal, prestação de carro e de casa.

Cresce inadimplência

O total de famílias com dívidas ou contas em atraso ficou em 29% em julho. Desses, 10,7% disseram não ter como pagar os compromissos assumidos, ou seja, ficarão inadimplentes.

Mulheres mais endividadas

A proporção de mulheres endividadas aumentou 0,5 ponto percentual entre junho e julho e atingiu 80,6%, mas cresceu ainda mais entre os homens, 1,0 ponto, passando a 77,5%.

Por faixa de renda, a Peic aponta que as famílias na faixa acima de dez salários mínimos mensais contraíram mais 0,8 ponto percentual de dívidas em julho, chegando a 75% com dívidas.

Na faixa com renda abaixo de dez salários mínimos, o endividamento cresceu 0,6 ponto percentual, atingindo 78,8%. Nas duas faixas, a taxa é recorde.

Os dados da Peic são coletados em todas as capitais e no Distrito Federal, com cerca de 18 mil consumidores. Os principais tipos de dívida levantados são cartão de crédito, cheque especial, cheque pré-datado, crédito consignado, crédito pessoal, carnês, financiamento de carro e financiamento de casa.

Fonte: CUT

Brasileiros confiam mais em professores do que em militares, diz pesquisa

Professores e cientistas são os mais confiáveis

Os três grupos que os brasileiros mais confiam são, respectivamente, professores, cientistas, e médicos, segundo o ranking de “Confiabilidade Global”, divulgado nesta terça-feira (9) pela Ipsos, uma das maiores empresas de pesquisa do mundo.

O pódio brasileiro praticamente coincide com o ranking geral, com a única diferença de que o primeiro e o terceiro lugar se invertem.

Na descrição da metodologia, os pesquisadores apontam que as amostras colhidas no Brasil reproduzem o perfil da população mais urbana, com maior nível de instrução e renda maior do que outros cidadãos.

“Os resultados da pesquisa devem ser vistos como refletindo as visões do segmento mais “conectado” de sua população”, apontou a Ipsos.

Para a pesquisa, foram ouvidos virtualmente 21.515 participantes, de idades que variam de 16 a 84 anos, entre os dias 27 de maio de 10 de junho deste ano.

Além do Brasil, estão incluídos África do Sul, Alemanha, Arábia Saudita, Argentina, Austrália, Bélgica, Canadá, Chile, China, Colômbia, Coreia do Sul, Dinamarca, Espanha, Estados Unidos, França, Holanda, Hungria, Índia, Itália, Japão, Malásia, México, Peru, Polônia, Reino Unido, Suécia e Turquia.

Menos confiáveis no ranking mundial

Considerando todos os países da pesquisa, a Ipsos apontou que “políticos em geral”, “ministros de governo” e “executivos de publicidade” são os grupos menos confiáveis no ranking de confiabilidade.

Eles angariaram 12%, 16% e 18%, respectivamente, da confiança de todos os participantes do levantamento.

“À medida que saímos do período de pandemia, o estado de confiança nas profissões parece praticamente inalterado”, afirmou o pesquisador da Ipsos, Mike Clemence, em comunicado.

“O quadro é semelhante com as profissões em que o mundo menos confia: como nos anos anteriores, são políticos e publicitários. No geral, pouco mais de um em cada dez acha que os políticos são confiáveis, e esse número é ainda menor em grande parte da América Latina, bem como na Hungria, Polônia e Espanha”, acrescentou.

Confiança nas Forças Armadas

pesquisa também apontou que o Brasil está entre os países com menor nível de confiança nas Forças Armadas.

O ranking indicou que 30% dos brasileiros confiam nas Forças Armadas – um dos menores índices entre os 28 países analisados.

O índice do Brasil empata com a Polônia e fica à frente de Colômbia (29%), África do Sul (28%) e Coreia do Sul (25%).

O resultado brasileiro contrasta com o ranking geral, que considera todos os países da pesquisa, no qual as Forças Armadas são consideradas o 4º grupo mais confiável.

Confira o ranking de confiabilidade do Brasil:

  • Professores – 64%
  • Cientistas – 61%
  • Médicos – 59%
  • Pesquisadores – 37%
  • Homens/Mulheres comuns – 36%
  • Jornalistas – 34%
  • Membros do clero/sacerdotes – 30%
  • Membros das Forças Armadas – 30%
  • Polícia – 29%
  • Apresentadores de notícias da TV – 28%
  • Juízes – 28%
  • Funcionários públicos – 24%
  • Advogados – 20%
  • Líderes de negócios – 20%
  • Executivos de publicidade – 18%
  • Banqueiros – 14%
  • Ministros de governo -13%
  • Políticos em geral – 9%

Fonte: CNN Brasil

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