Tony Garcia faz graves denúncias contra Sergio Moro

O empresário paranaense, Tony Garcia, volta ao cenário político com denúncias contra o ex-juiz federal e hoje senador Sergio Moro(UB). Em depoimento sigiloso, Garcia diz que gravou o ex-governador, Beto Richa (PSDB) e outras autoridades da República a mando de Moro e de procuradores da operação, segundo publicou nesta sexta-feira a revista Veja.

Segundo Garcia, as provas, clandestinas, eram produzidas em troca de promessas de benefícios na Justiça. Garcia sustenta que era obrigado a omitir de seus advogados a parceria ilegal, informa a Veja

Garcia fez as acusações contra Moro num depoimento à juíza Gabriela Hardt, em 2021. O caso ficou parado na 13ª Vara Federal de Curitiba até que foi remetido ao STF pelo juiz Eduardo Appio, hoje afastado do cargo.

Segundo a revista, Moro negou as acusações do delator.

Fonte: Paraná Portal

Toffoli libera e Lira será julgado por corrupção pelo STF até junho

O Brasil não é para amadores, diz o ditado popular nas redes sociais. O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, liberou nesta quarta-feira (31) um processo que estava parado havia dois anos na Corte, após um pedido de vistas seu, contra o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), no qual o parlamentar é acusado de corrupção passiva.

Lira vem impondo um verdadeiro terror ao governo Lula (PT), travando a gestão federal do presidente que assumiu o cargo há cinco meses, e impedindo qualquer ação do Planalto, sempre com a desculpa de que os sucessivos fracassos no Legislativo são “culpa da articulação do governo”. O preço cobrado pelo deputado alagoano é impagável, já que ele e seu grupo exigem cada vez mais cargos, ministérios e liberações bilionárias de emendas parlamentares.https://64a93869083911b4fba6dd3960393ef9.safeframe.googlesyndication.com/safeframe/1-0-40/html/container.html?n=0

O caso a que responde Lira no STF diz respeito à detenção, em 2018, de um assessor seu, no aeroporto de Congonhas, em São Paulo, levando R$ 106 mil em espécie nas roupas. Em depoimento após aceitar um acordo de delação premiada, o funcionário do gabinete de Lira afirmou que o dinheiro era destinado ao deputado e seria propina paga pelo então presidente da Companhia Brasileira de Transportes Urbanos (CBTU), Francisco Colombo, que queria apoio político do parlamentar do centrão para se manter por mais tempo no cargo.

A denúncia foi apresentada meses depois pela então procuradora-geral de Justiça, Raquel Dodge, que o acusou formalmente de corrupção passiva. Dois anos depois, em 2020, os ministros Alexandre de Moraes, Luís Roberto Barroso e Marco Aurélio Mello, que agora está aposentado, formaram maioria para indeferir o pedido de Lira para que o processo fosse anulado. Foi então que Dias Toffoli pediu vistas. Ele poderia ficar com a ação até 19 de junho deste ano, mas resolveu liberá-la para julgamento agora.https://d-9504194662604947369.ampproject.net/2305182038000/frame.html

Mesmo com a mudança de Toffoli para a Segunda Turma do STF, o processo será julgado pela Primeira Turma, da qual ele fazia parte até a última semana. Composta por Luís Roberto Barroso, Cármen Lúcia, Luiz Fux e Alexandre de Moraes, a Primeira Turma é considerada mais dura com casos de corrupção e pelo teor de um dos votos, o do agora aposentado Marco Aurélio Mello, que disse que “está demonstrada a intensa troca de mensagens e ligações entre Arthur Lira e o assessor”, a expectativa é de que o deputado seja condenado, o que poderia removê-lo do cargo de presidente da Câmara e, por consequência, do mandato.

Fonte: Revista Fórum

Eletricitários fazem ato em defesa da Eletrobras pública e contra demissões

Desde que a Eletrobras foi privatizada no ano passado pelo governo anterior, apesar das denúncias de prejuízos aos cofres públicos com a venda abaixo do preço de mercado, que os seus trabalhadores e trabalhadoras vêm lutando contra os ataques da atual direção em seus direitos, além do desmonte de setores fundamentais para o bom funcionamento da empresa e do atendimento à população.

Diante do atual quadro da empresa os eletricitários decidiram fazer um ato público na próxima segunda-feira (5), a partir das 11h, em frente à sede da Eletrobras, no centro do Rio de Janeiro.

A pauta de reivindicações é:

 – Em apoio à ação da União pela retomada de poder de voto na Eletrobras;

– Contras as demissões e o desmonte do Cepel e;

– Em defesa das Fundações do Sistema Eletrobras.

Felipe Araújo, diretor da Associação dos Empregados de Furnas, empresa do holding da Eletrobras, explica os motivos desses três pontos estarem na pauta de reivindicações.

Sobre os votos da União: O governo brasileiro tem a maioria das ações, quase 43%, no entanto, seu poder de voto é de apenas 10%. Com isso, mesmo que a posição do governo seja contrária a alguma medida da atual direção da Eletrobras, pode perder. Isso ocorreu recentemente quando o governo Lula quis manter a representação dos trabalhadores no Conselho de Administração, mas foi voto vencido. É de responsabilidade do Conselho de Administração reorganizar e reestruturar a empresa, pode barrar demissões em massa, entre outras demandas.

O dirigente conta que no último dia 30 de maio (terça-feira), os trabalhadores entraram com uma consulta à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), para que a Eletrobras respondesse ao mercado sobre a proposta que circulava na imprensa, de aumento de cadeiras no Conselho Administrativo a serem ocupadas pelo governo federal. Isso segundo Araújo, seria uma forma de tentar diminuir a pressão que a direção da Eletrobras vem sofrendo para que a União retome o seu direito de voto de acordo com o número de ações que possui.

No dia 5 de maio, a Advocacia-Geral da União (AGU) ajuizou ação, subscrita pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, com pedido liminar requerendo ao Supremo Tribunal Federal (STF) para a declaração parcial de inconstitucionalidade de dispositivos da regra que proíbe que acionista ou grupo de acionistas exerçam votos em número superior a dez por cento da quantidade de ações em que se dividir o capital votante da empresa.

“A proposta da empresa em aumentar em duas, quatro cadeiras não garante o percentual de votos na assembleia de acionistas, ou mesmo no conselho e isso que queremos, que o governo possa ter maior influência nas decisões da empresa, proporcional às ações que possui”, diz Araújo.

O dirigente critica ainda a forma como essa notícia  foi divulgada aos acionistas por meio da imprensa, como informações de bastidores, sem nenhuma transparência. Cabe, portanto, a suspeição de que por meio de sua assessoria de imprensa, contratada a peso de ouro, a Eletrobras tentou criar uma narrativa junto aos veículos de comunicação.

“O fórum adequado de decisão de aumento ou não de cadeiras no conselho é a assembleia dos acionistas, e nós como funcionários somos acionistas minoritários e, por isso fizemos essa provocação à CVM, e a direção teve de voltar atrás, ‘desmentindo’ a notícia,  ainda que fosse sua real intenção”, conta.

As demissões e o desmonte do Cepel. Ainda este ano, a direção prevê a demissão de 20% dos trabalhadores das empresas do grupo Eletrobras. Para isso propôs um novo Plano de Demissão Voluntária (PDV). Segundo Araújo, o enxugamento do quadro dos funcionários está adoecendo quem fica e provocando acidentes de trabalho como queimaduras, especialmente em quem atua na manutenção e nas operações de infraestrutura, subestação, transmissão e geração de energia.

“Um dos setores que deve sofrer com o corte é o centro de serviço compartilhado que será totalmente transferido para Recife [PE]. Isso força um trabalhador lotado na região Sudeste a aceitar o PDV. Somente no Rio serão mais de 400 funcionários prejudicados”, conta.

O último Acordo Coletivo de Trabalho (ACT), da categoria foi mediado pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST), que permitiu que a Eletrobras demitisse até 20% do seu quadro pelo PDV no ano passado e outros 10% neste ano.

Os eletricitários sempre defenderam o Centro de Pesquisas de Energia Elétrica (Cepel), o maior de energia elétrica da América do Sul. O Cepel é responsável pelo desenvolvimento e manutenção de cadeias de software de grande importância, como para operação do Sistema Interligado Nacional (SIN) utilizado pelo Operador Nacional do Sistema (ONS), assim como para determinação dos preços da energia, pautado na eficiência do sistema e minimização do custo; além daqueles destinados ao planejamento, entre outras funções. A atual direção está fechando o Cepel

Em defesa das Fundações do Sistema Eletrobras. Segundo Felipe Araújo, a atual direção da Eletrobras quer mexer nos fundos de pensão da aposentadoria dos trabalhadores cujo valor hoje gira em torno de R$ 44 bilhões.

“Eles têm um projeto de unificar todos os fundos de pensão. Uns são deficitários e outros não. O problema está em ter um banco controlador e um fundo de investimento com grande capilaridade, cujos ativos são de difícil rastreamento, havendo o risco até de se mascarar um  furo contábil como o caso das lojas Americanas”, denuncia.

Fonte: CUT

Padres que estupravam crianças criaram “manual” para cometer crimes sem serem descobertos

Investigação mostra que padres guardavam manuscritos que descreviam os abusos contra crianças em forma de “manuais” de pedofilia. Os diários eram cheios de lições de como cometer os crimes sem serem pegos

Alfiere Eduardo Bompani e Tarcisio Tadeu Spricigo estavam no auge da vida eclesiástica no início dos anos 2000. Atuavam em cidades de São Paulo na mesma época, mas não se conheciam. Eles escreveram livros sobre a doutrina católica e eram populares com suas missas. Mas o que tinham em comum era algo além da religião. Os dois foram investigados e presos acusados de abuso sexual de crianças e adolescentes.

A polícia encontrou com eles manuscritos que descreviam os abusos sexuais em forma de diários e de manuais de pedofilia. O conteúdo estarreceu os investigadores pela riqueza de detalhes, onde haviam várias lições de como cometer os crimes sem serem pegos.

Os cadernos apreendidos na casa paroquial onde morava Alfieri serviram como prova dos crimes. Nos relatos, em escrita direta e obscena, o padre descreve situações em que se masturbou na presença dos jovens abusados, tocou neles ou exigiu sua ajuda.

Entre os manuscritos tinha um livro de autoria do sacerdote com o título “Contos homossexuais”, no qual narra o abuso de menores, incluindo situações em que houve penetração.

As histórias dos criminosos estão no livro “Pedofilia na Igreja — um dossiê inédito sobre casos de abusos envolvendo padres católicos no Brasil” (Máquina de Livros, 2023), que reúne pela primeira vez os crimes sexuais cometidos por religiosos contra menores de idade no país. Após três anos de trabalho, foram reunidos casos de 108 sacerdotes acusados de abusar de pelo menos 148 crianças e adolescentes. Sessenta deles foram condenados.

Alfieri usou o Sítio Nazaré, situado em Salto de Pirapora, Sorocaba, como cenário dos abusos. Na instituição de caridade, que fundou em 1999, o padre abrigava menores carentes.

Os abusos contra os internos aconteciam a cada visita. A polícia só começou a investigar após a denúncia feita por um deles. Os meninos mantidos na instituição prestaram depoimento.

Após ser indiciado pela Polícia Civil de São Paulo, o Ministério Público denunciou Alfieri em setembro de 2003, pelos crimes de atentado violento ao pudor. Na sentença em primeira instância, publicada em dezembro de 2004, Alfieri foi sentenciado a uma pena de 92 anos, 2 meses e 20 dias de reclusão, em regime fechado. Ele ganhou o recurso em segunda instância. Sua pena foi reduzida para 48 anos e 7 meses e 12 dias de reclusão, com término em 2032.

Depois de 13 anos de prisão, Alfieri Bompani falou sobre as acusações. “Gosto de escrever e pegaram esses escritos, eu escrevia sobre homossexualismo, e colocaram como se fossem práticas minhas. Nunca pratiquei nada daquilo”, defendeu-se.

Tarcísio Tadeu Spricigo fez vítimas em três estados durante quase 15 anos, entre 2000 e 2014. Na investigação conduzida pelo delegado Paulo Calil, então delegado de Agudos, manuais de pedofilia escritos por ele foram descobertos. “Apreendemos muita coisa na casa paroquial. Os diários estavam numa escrivaninha antiga, estilo Brasil-Império, numa gaveta trancada à chave”.

Tarcisio escreveu num trecho dos diários: “Sei que chovem garotos, seguros, confiáveis e que são sensuais e que guardam total segredo, e que são carentes de pai e só com a mãe. Eles estão em todos os lugares, basta só ter um olho clínico e agir com leis seguras no campo social”.

Ele foi condenado em 2003 a uma pena de 15 anos de prisão por atentado violento ao pudor contra um garoto de 8 anos em Agudos, no interior de São Paulo.

Fonte: Pragmatismo Político

Servidores civis e militares se unem pela reposição salarial

A manifestação conjunta de servidores civis e militares realizada hoje a tarde, 01/06, cobrou do governador Paulo Dantas (MDB), a implantação da reposição salarial de 5,79%, relembrando os tempos de unidades das categorias.

Alagoas tem uma importante história de unidade entre os servidores públicos estaduais civis e militares e que foi reatada pela campanha salarial de 2023.

Servidores civis e militares unidos, derrubaram o governador Divaldo Suruagy no histórico 17 de julho de 1997. Suruagy tinha atrasado a folha de pagamento em 8 meses. E o resultado foi a rebelião que pôs abaixo o seu governo.

Essa unidade durou até 2002. Depois as categorias se distanciaram e se reaproximaram várias vezes.

No dia 30/05, os servidores civis e militares rejeitaram o anúncio do reajuste zero pelo Comitê de Negociação Sindical, que compreende as secretarias da Fazenda e Planejamento e Gestão, entre outras. A partir daí, reataram as relações e tiraram uma pauta unificada de ações.

A reunião realizada hoje com o governador e o ato público conjunto na porta do Palácio República dos Palmares representou a volta dessa unidade vitoriosa.

Como disse o Coronel Paes “estamos unidos pela reposição salarial para todos, apesar de termos pautas diferentes e que continuarão sendo negociadas por cada categoria, o fato é que estamos unidos pela reposição em 2023”.

Para a presidenta da CUT, Rilda Alves, “a CUT defende os trabalhadores do campo e da cidade, da rede privada e dos serviços públicos, e os militares também são trabalhadores. Essa unidade é muito importante para a conquista da reposição salarial de todos”.

Collor é condenado a 8 anos e 10 meses de prisão

O Supremo Tribunal Federal (STF) definiu a pena do ex-presidente e ex-senador Fernando Collor em sessão nesta quarta-feira, 31. Collor foi condenado a 8 anos e 10 meses de prisão pelos crimes de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e associação criminosa.

O ex-presidente, porém, não será preso de imediato. Ainda cabe recurso por parte da defesa.

A condenação refere-se a vantagens que Collor teria recebido durante os anos de 2010 a 2014, enquanto era senador da República. Neste período, investigações apontam que o ex-presidente e mais dois réus, Luis Pereira Duarte de Amorim e Pedro Paulo Bergamaschi de Leoni Ramos, estavam envolvidos em um esquema de pagamento de propinas usando a empresa estatal BR Distribuidora.

Para a maioria dos ministros, Collor recebeu R$ 20 milhões de forma irregular para viabilizar contratos da estatal com a UTC Engenharia.

Condenado por 8 a 2

Collor já sabia de sua condenação desde o dia 18 de maio, quando o STF formou maioria pela decisão. Porém, a corte precisou de mais duas sessões para concluir a votação e definir a pena a ser cumprida.

Oito ministros votaram pela condenação e dois pela absolvição – Nunes Marques e Gilmar Mendes votaram contra a condenação. Segundo a CNN Brasil, Collor também foi condenado a pagar R$ 20 milhões em indenização (em conjunto com os outros dois condenados) e está proibido de exercer função ou estar em cargo público pelo dobro do tempo da pena privativa de liberdade aplicada, ou seja, por cerca de 17 anos.

Fonte: Terra

Em reunião com servidores, Paulo Dantas sinaliza reposição salarial

Depois de muitas discussão, com os servidores públicos estaduais cobrando do governador Paulo Dantas (MDB) a reposição salarial de 2023 e do governo publicar na imprensa que não daria aumento, as partes caminham para o diálogo.

O governador recebeu hoje, 01/06, no Palácio República dos Palmares, uma delegação de representantes sindicais e das associações militares para uma mesa de negociação, onde Paulo Dantas assumiu para si a tarefa de discutir a reposição salarial de 2023.

O governador começou a reunião explicando que a equipe técnica recomendou a reposição salarial de 5,79% só para abril de 2024. Mas, que ele assumiu o compromisso de garantir a reposição e buscar os meios de implantar ainda esse ano.

Para a presidente da CUT Alagoas, Rilda Alves “os servidores não aceitam ficar sem a reposição esse ano e que o governo fizesse os esforços para garantir sua implementação”.

Para o vice-presidente do Sinduneal, professor Luiz Gomes, “o estudo apresentado pelo governo no dia 30/05 para negar qualquer reposição ainda em 2023 é inaceitável e de metodologia questionável, já que não foi apresentado a arrecadação e sua projeção para 2023”.

Para o Coronel Paes, presidente da Assomal, “o governo aceita em chamar as entidades para negociar, mas é preciso estabelecer prazos para se chegar a um entendimento”.

Ao final da reunião, o governador se comprometeu em reanalisar os dados e definiu como prioridade a busca de uma saída negociada para reposição salarial de 2023.

Os golpes as tentativas golpistas militares e civis na atualidade

André Cabral – Radialista, historiador e professor

Pensávamos que esses golpes contra as instituições democráticas tinham ficado no lixo do passado histórico; nas Américas dos anos 1960 -1970 passamos um período antidemocrático no contexto da guerra fria 1945-1989, pairava uma ameaça do comunismo no ponto de vista da política Estadunidense desenvolveu o plano condor cujo o objetivo era enfraquecer os movimentos de esquerda por meio da instauração de ditaduras militares de viés conservador.
Ficamos sem liberdade, sem democracia, censura aos meios de comunicação no Brasil de 1964 á 1980 um golpe civil militar e parte da igreja católica e setores da classe média a justificativa ideológica era ameaça comunista, a Revolução Cubana 1959.
Torturas, assassinatos foram cometidos pelo Estado ditatorial nesse período as líderes estudantis, sindicalistas. Professores, Políticos, cassaram o mandato do presidente eleito democrático João Goulart.
No contexto um Pandemia no limiar do século XXI
O enredo é antigo dos fascistas não aceita o resultado das eleições. um golpe de Estado contra um governo democrático e republicano legalmente instituído na Espanha
Liderado por Francisco Franco. hoje o exemplo veio dos Estados unidos da América, segundo eles os guardiões do iluminismo da liberdade. Provocou tentativa de golpe o ataque, que ocorreu em 6 de janeiro de 2021, foi resultado das repetidas e infundadas acusações feitas por Trump de fraude após as eleições presidenciais. a invasão ao Capitólio

Outro exemplo golpista aconteceu. Em 7 de dezembro de 2022, a ditadura parlamentar no poder no Peru conseguiu concretizar sua prioridade máxima, destituir o presidente democraticamente eleito Pedro Castillo Terrones; No Brasil tentativa de golpe no Brasil começou no período eleitoral os manifestantes se concentram em frente aos quartéis das capitais do Brasil A maior parte dos presentes utiliza roupas nas cores verde e amarelo, e muitos carregam a bandeira nacional. Os presentes carregam cartazes golpistas com “resistência civil” e “intervenção federal”, foi liderado e organizada por Bolsonaro ex-presidente a consonância atos golpistas foi de 8 de janeiro 2023 e sua equipe se deu em Brasília foram uma série de vandalismos, invasões e depredações do patrimônio público cometidos por uma multidão de bolsonaristas extremistas que invadiu o Palácio do Planalto, o Palácio do Congresso Nacional e o Palácio do Supremo Tribunal Federal com o objetivo de instigar um golpe militar contra o governo Lula e restabelecer Jair Bolsonaro como presidente do Brasil.
Seguindo o Lider Donald Trump

Esses movimentos de caráter neofascismo dissemina negacionismo as instituições democráticas a ciências em relação a vacinação, andam pregando que a terra plana, utilizam a rede socias a difusão de Fake News em escala mundial as ideias do racismo, xenofobia, homofobia e misoginia praticas desenvolvidas no passado nos regimes totalitários do nazifascismo de Hitler, Mussolini, Franco e Salazar.

Segundo é professor no Departamento de Relações Internacionais da Unifesp Acácio Augusto
(…) Por isso a oposição a essa forma de fascismo hoje não pode ser a fé nas urnas, mas sim a revolta das pessoas comuns. Ela aparece, por exemplo, entre anônimos praticantes da tática black bloc e os grupos antifa, quase sempre contra as mortes perpetradas por agentes de segurança. Esse é o fogo da antipolítica contra as políticas de segurança, fogo que foi reanimado nesse ano tão trágico de 2020. E como disse o pré-socrático Heráclito: “O fogo realiza e tudo discerne. Fogo!”

Diante da crise, Lasso antecipa eleições no Equador

O início da crise que passa o Equador, não é de agora, é um processo que vem sendo preparado a passos curtos, iniciando com os dezoito dia de protestos devido ao aumento dos combustíveis do país, que foi quando o presidente Guillermo Lasso deu sua primeira declaração de que o povo equatoriano e as organizações indígenas lideradas por Leonidas Iza estavam tentando desestabilizar o governo.

Está narrativa já tinha sido alterada com as declarações de Leonidas Iza de que não tinham o interesse de desestabilizar o governo, só pedir o que estava no interesse do país, que no caso, era a luta pela carestia, pois o Equador é um país petroleiro e com o aumento da gasolina, ocorre o efeito cascata, aumentando todos os outros valores do país, principalmente dos alimentos.

Felizmente, esse processo foi finalizado com a intervenção do episcopado equatoriano, que fez com que as partes chegassem a um concesso e assinassem um acordo.

Fonte: Pragmatismo Político

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