Netflix planeja mudanças que vão prejudicar clientes em 2023

Alterações podem ocorrer no momento em que a Netflix sofreu a primeira queda no número de clientes em dez anos

Netflix pretende promover mudanças que devem prejudicar clientes em 2023. O serviço de streaming estadunidense pretende acabar com o compartilhamento de senhas de assinantes,

A prática é realizada por mais de 100 milhões de usuários da plataforma em todo o mundo.

A medida pode ocorrer no momento em que a Netflix sofreu a primeira queda de clientes em dez anos. As perdas somaram cerca de 2,3 milhões de assinantes, sendo 1,3 milhão no Canadá e nos Estados Unidos, além de outro milhão ao redor do mundo.

Em março de 2022, a empresa deu início a testes de um recurso anticompartilhamento. O sistema exige a confirmação do titular da assinatura para o acesso à programação.

Além disso, a plataforma anunciou, em julho, o lançamento da Netflix Homes. O recurso prevê a cobrança de uma taxa extra para usuários que usem a mesma senha e não morem no mesmo endereço do titular da conta.

Empresa já realizou testes

Já em outubro, a Netflix divulgou que, a partir de 2023, implementaria a cobrança de todos os titulares que compartilhassem senhas. Testes tinham sido realizados na América Latina, em países como Argentina, Honduras, El Salvador, Chile, Costa Rica e Peru, segundo o Metrópoles.

Apesar dessas “preocupações”, depois da divulgação do balanço financeiro do último trimestre deste ano, as ações da Netflix subiram 14,12% na Nasdaq, a bolsa de empresas de tecnologia dos EUA. O valor de mercado da empresa foi estimado em US$ 107,11 bilhões, o equivalente a cerca de R$ 550,4 bilhões. E a plataforma ainda quer mais.

Fonte: Revista Fórum

Polícia prende terrorista bolsonarista que pretendia explodir bomba no dia da posse de Lula

Segundo informação da Polícia Civil do Distrito Federal, o terrorista é o empresário bolsonarista George Washington de Oliveira Sousa., de 54 anos.

“A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) prendeu, neste sábado (24/12), o suspeito de armar uma bomba na área próxima do Aeroporto de Brasília. O caso ocorreu na manhã deste sábado e o homem foi preso horas depois. A ocorrência está sendo investigada pela 1ª Delegacia de Polícia (Asa Sul) e a prisão do homem foi realizada pela 10ª DP (Lago Sul). O homem confessou que estava planejando um atentado para o dia da posse do presidente eleito Lula (PT). Com ele foram apreendidos seis explosivos”, informa a coluna de Mirelle Pinheiro e Carlos Carone, no Metrópoles.

“O artefato estava em um caminhão-tanque e mobilizou equipes da Polícia Militar do DF (PMDF) e do Corpo de Bombeiros Militar do DF (CBMDF), que atuaram com o apoio da Polícia Federal (PF) e da Polícia Civil (PCDF). O esquadrão antibomba da PMDF desativou a bomba por volta das 13h20. Segundo informações preliminares, o dispositivo foi localizado em via pública, perto de uma concessionária de veículos. Por causa da operação, uma das pistas precisou ser interditada. O artefato encontrado pela polícia tinha um acionador envolvido por fios, que, se ligado, poderia ter causado explosão”, acrescentam os jornalistas.

Fonte: Brasil 247

Ministro mantém prisão preventiva de policial rodoviário acusado de matar Genivaldo na “câmara de gás”

Segundo o ministro, o decreto de prisão preventiva contém razões suficientes para justificar a medida, demonstrando a sua necessidade com base em elementos do processo.

O ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Rogerio Schietti Cruz indeferiu o habeas corpus impetrado contra a prisão preventiva de um dos policiais rodoviários federais acusados de matar Genivaldo de Jesus Santos, em Umbaúba (SE), no caso que ficou conhecido como “a câmara de gás improvisada”.

Segundo o ministro, o decreto de prisão preventiva contém razões suficientes para justificar a medida, demonstrando a sua necessidade com base em elementos do processo.

“Em razão da gravidade do crime e das indicadas circunstâncias do fato, as medidas cautelares alternativas à prisão não se mostram adequadas e suficientes para evitar a prática de novas infrações penais”, afirmou.

Câmara de gás improvisada em viatura

A abordagem policial que resultou na morte de Genivaldo de Jesus Santos ganhou destaque na mídia em maio deste ano, após a exibição de vídeos que mostravam a vítima sendo colocada no porta-malas da viatura da Polícia Rodoviária Federal, onde os agentes lançaram grande quantidade de gás.

Segundo a denúncia oferecida pelo Ministério Público Federal em outubro, Genivaldo morreu asfixiado pelo uso combinado de spray de pimenta e granada de gás lacrimogêneo lançados no interior do compartimento de presos da viatura. Os três policiais que conduziram a abordagem foram denunciados pelos crimes de tortura, abuso de autoridade e homicídio qualificado. A prisão preventiva foi efetuada no mesmo mês.

Em habeas corpus no Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5), a defesa de um dos agentes pediu que a prisão fosse substituída por outras medidas cautelares, mas a liminar foi negada. Sem ter havido ainda o julgamento de mérito do pedido, a defesa ajuizou novo habeas corpus, dessa vez no STJ, reiterando os argumentos e acrescentando que, com o fim da colheita de provas, o fundamento de conveniência da instrução criminal já não seria válido para manter a prisão.

Prisão preventiva devidamente fundamentada

O ministro Rogerio Schietti, relator do pedido, lembrou que o STJ não admite, salvo situações excepcionais, a impetração de habeas corpus contra a negativa de liminar em tribunal de segunda instância, aplicando por analogia a Súmula 691 do Supremo Tribunal Federal (STF).

Ele comentou que tanto a ordem de prisão expedida pela 7ª Vara Federal de Sergipe quanto a negativa de liminar no TRF5 estão devidamente fundamentadas, amparadas em razões suficientes.

Dentre os fundamentos adotados pelas instâncias ordinárias, o ministro destacou três fatos indicativos da gravidade da conduta dos policiais: eles foram avisados por populares de que Genivaldo tinha problemas mentais; a vítima não demonstrou nenhuma resistência durante a abordagem; e o uso de força e de equipamentos como a granada de gás e o spray de pimenta teria contrariado as normas do Ministério da Justiça e as instruções técnicas.

Além disso, prosseguiu Schietti, o decreto de prisão preventiva menciona a existência de indícios de reiteração criminosa específica, já que dois dos três policiais envolvidos foram indiciados por abordagem violenta em outro caso.

“Não identifico ilegalidade manifesta no ato, fazendo a ressalva de que não preclui o exame mais acurado da matéria, em eventual impetração que venha a ser aforada já a partir da decisão colegiada do tribunal competente”, concluiu o ministro.

Fonte: Portal Toca News

Câmara e Senado aprovam e PEC da Transição segue para promulgação

Com a aprovação, que representa importante vitória de Lula, futuro governo terá R$ 145 bilhões para investir em programas sociais livres do teto de gastos

A Câmara dos Deputados aprovou a PEC da Transição (PEC 32/22) na tarde desta quarta-feira (21). Por ter promovido alterações no texto votado pelo Senado, o substitutivo do relator, deputado Elmar Nascimento (União-BA), retornou àquela Casa para nova votação e acabou ratificado em dois turnos, com 63 votos favoráveis e 11 contrários. A PEC da Transição passou em seguida para promulgação conjunta pelo Congresso.

A proposta de emenda à Constituição permite ao futuro governo deixar de fora do teto de gastos R$ 145 bilhões no Orçamento de 2023. Com isso, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva obtém mais uma importante vitória no Congresso. E toma posse em 1º de janeiro em condições de bancar o Bolsa Família de R$ 600 mais R$ 150 por filho até 6 anos – e com a volta de condicionantes como crianças estarem na escola, se alimentarem, terem a vacinação em dia. Além disso, permite restabelecer serviços essenciais abandonados pelo governo “sainte”, como o Auxílio Gás e a Farmácia Popular.

De acordo com o futuro ministro da Fazenda, Fernando Haddad, a aprovação da PEC, o novo governo terá também R$ 23 bilhões para investir em obras paralisadas. “Esse recurso de investimento é um recurso que está vindo do PIS, portanto ele é equilibrado por definição. É um dinheiro privado que está entrando num caixa e que vai sair na forma de investimento para concluir obras paradas. Só na educação nós temos três mil obras paradas”, completou.

No primeiro turno de votação na Câmara, encerrado na noite de ontem, o placar foi de 331 votos a 168 (confira como votaram os partidos e deputados). Já no segundo turno de hoje, os parlamentares favoráveis mantiveram os 331 votos, enquanto o número de contrários caiu para 163. Para aprovar a PEC da Transição eram necessários 308 votos (três quintos da Câmara) e 49 no Senado.

Os deputados ainda votaram destaques que mudaram trechos do texto. Apenas um deles foi aprovado, por 393 votos. Proposta do PL retira um trecho que permitiria à equipe de transição sugerir emendas ao orçamento de 2023.

Orçamento secreto

A votação estava prevista para a semana passada, mas as dificuldades trazidas pelos deputados – especialmente o presidente Casa, Arthur Lira (PP-AL) – retardaram a decisão. Desse modo, o texto aprovado reduz de dois anos para um o efeito da PEC da Transição sobre o teto de gastos.

Ainda assim, não deixa de ser um passo importante alcançado pelo governo Lula. Isso porque, mesmo estando aprovada pelo Senado com validade de dois anos, PEC já previa a construção – até agosto – de uma nova regra constitucional para substituir o teto de gastos.

A atual Emenda Constitucional 95, que instituiu o engessamento orçamentário em 2017, não permite ampliação de recursos do Orçamento acima da inflação, inclusive em áreas combalidas, como educação, saúde e assistência social.

Outra mudança feita decorre do acordo entre as lideranças partidárias e o governo eleito para alocar os recursos das emendas de relator-geral do Orçamento 2023. O chamado orçamento secreto foi considerado inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal (STF) na segunda-feira (19).

Pelo texto, o relator-geral poderá apresentar até R$ 9,85 bilhões em emendas para políticas públicas (50,77% dos R$ 19,4 bilhões das emendas de relator consideradas inconstitucionais). A outra metade irá para emendas individuais, que passam de R$ 11,7 bilhões em 2023 (R$ 19,7 milhões por parlamentar) para cerca de R$ 21 bilhões.

Fonte: Rede Brasil Atual

Prefeito bolsonarista é condenado por estuprar menina de 12 anos

PREFEITO É CONDENADO A 10 ANOS DE PRISÃO POR ESTUPRAR MENINA DE 12 ANOS DE IDADE NO INTERIOR DO MARANHÃO.

O gestor é um dos mais ferrenhos apoiados do ainda presidente Jair Bolsonaro (PL). Circulam na internet diversas fotos do prefeito estuprador ladeado do seu ídolo. Durante a campanha eleitoral deste ano, Cirineu pediu votos para Bolsonaro sob uma imagem de “paladino da honestidade e homem dos bons costumes”.

Agora veio a condenação do político que pegou 10 anos de prisão numa ação Penal proposta pelo Ministério Público do Maranhão. O MP-MA apresentou provas contundentes apontando que Cirineu Costa manteve relações sexuais com uma garota de apenas 12 anos de idade.

Mesmo condenado a uma década de  prisão, o gestor formosense poderá – de início – recorrer ao Tribunal de Justiça do Maranhão em liberdade. Porém, caso TJ/MA mantenha a decisão de primeira grau da Comarca de Grajaú, o prefeito será preso imediatamente.

 Abertura de procedimento 

Por sua vez, a Câmara Municipal de Vereadores de Formosa da Serra Negra deverá abrir processo de cassação do mandato do prefeito Cirineu Costa.

O irmão do prefeito que é advogado foi avisá-lo da condenação, e revoltado, o político foi até o quarto e pegou uma arma de fogo para matar o próprio irmão, que registrou um Boletim de Ocorrência na Delegacia.

Fonte: Blog do Nelsinho Paz

Servidores protestam na porta do AL Previdência

Ocorreu hoje pela manhã, 21/12, um Ato Público, na entrada do prédio comercial Terra Basilis, onde fica a sede do AL Previdência. Representantes do Sinteal, Sinduneal, Sintuneal, SinUncisal, Saseal, Sinsdal, Sindicato dos Urbanitários, Sindpetro, Sindjus, CNTE, CUT, Policiais Antifascismo, Psol e PT, participaram do Ato que foi organizado pelo Movimento Unificado dos Servidores Públicos Estaduais.

As lideranças sindicais cobraram transparência e democratização da gestão do AL Previdência, fundo responsável por pagar as aposentadorias dos servidores estaduais. Eles também denunciaram o desvio de 142 milhões de reais que o Ministério Público está investigando e a devolução das 304 escolas que foram transferidas da rede estadual de educação para o fundo garantidor.

Para Izael Ribeiro, novo presidente do Sinteal: “a luta está só começando, porque os trabalhadores não vão abrir mão da luta em defesa das 304 escolas e da educação pública, gratuita e de qualidade em Alagoas”. Para o professor Luizinho, vice-presidente do Sinduneal, “os professores, técnicos e alunos da Universidade Estadual de Alagoas não aceitam esse ataque ao patrimônio público e que vamos lutar em defesa da sede da Uneal em Arapiraca e do campus em Maceió”.

Os servidores também prometem intensificar a mobilização em janeiro e acionar o Ministério Público Federal e Estadual contra a operação de transferência das escolas, bem como judicializar a questão.

No final da manifestação, os servidores protocolaram um ofício cobrando informações sobre a real situação do AL Previdência.

Foto: Josiane Calado

MP pede devolução imediata de mais de R$ 142 milhões desviados do AL Previdência

O Ministério Público de Alagoas (MPE/AL), por meio da 19ª Promotoria de Justiça da Capital, pediu informações à Caixa Econômica sobre o valor dos títulos públicos federais que compõem o patrimônio do Fundo Previdência, resgatados pelo governo de Alagoas. O valor foi creditado em conta da Alagoas Previdência, com a denominação de Fundo Garantidor da Alagoas Previdência. O MP/AL pede a devolução imediata do valor, mediante prejuízos aos cofres do Fundo de Previdência.

As informações foram solicitadas pelos promotores de Justiça Cecília Carnaúba, Jamyl Barbosa, Coaracy Fonseca e Gilcele Dâmaso. Segundo eles, o movimento afronta diretamente inciso XII, artigo 167 da Constituição da República. A operação é prevista pelo § 1º, artigo 1º da Lei Estadual nº 8.759/22, de 26 de novembro do corrente ano, editada por iniciativa do Poder Executivo.

Ainda de acordo com os promotores, a situação oferece sério risco ao equilíbrio atuarial ao sistema do Fundo de Previdência, pois o valor transferido monta, até o momento, mais de 142 milhões de reais, o que pode comprometer o pagamento das aposentadorias e pensões dos respectivos beneficiários/contribuintes num futuro próximo.

As informações solicitada à Caixa Econômica Federal diz respeito ao valor do deságio sofrido pelos títulos em face de seu resgate antes da data prefixada. O fato produz a expectativa de prejuízo financeiro aos cofres do Fundo de Previdência.

A ação proposta, pede a devolução imediata dos recursos à origem, bem como a expedição de ordem judicial de proibição de qualquer atividade bancária, econômica ou financeira que possa gerar diminuição do patrimônio dos Fundos com finalidade previdenciária regidos pela Lei Estadual nº 7.751/2015, seja individualizadamente, seja em seu conjunto, exceto para pagamento dos benefícios previdenciários dos contribuintes/beneficiários de cada fundo, com os recursos do fundo específico a que se vincula.

Entre os pedidos feitos pelos promotores estão:

A “suspensão de qualquer operação econômico/financeira/bancária, já iniciada e ainda não concluída, de diminuição dos recursos dos fundos, com finalidade previdenciária, abrigados pela Alagoas Previdência, seja individualizadamente seja em seu conjunto, exceto para pagamento dos benefícios previdenciários dos contribuintes/beneficiários de cada fundo, com os recursos do fundo específico a que se vincula”;

E a “devolução imediata de R$ R$ 142.383.403,92 (cento e quarenta e dois milhões, trezentos e oitenta e três mil, quatrocentos e três reais e noventa e dois centavos) à conta-corrente bancária do Fundo de Previdência com CNPJ registrado sob o nº 23.640.467/0001-00.

Fonte: Cada Minuto

STF declara ‘orçamento secreto’ inconstitucional

Placar terminou em 6 a 5. Voto decisivo foi de Ricardo Lewandowski, que formou maioria pelo entendimento da relatora Rosa Weber

Por 6 votos a 5, o STF decidiu pela inconstitucionalidade do chamado orçamento secreto. O julgamento foi retomado nesta segunda-feira (19) com o voto do ministro Ricardo Lewandowski, que acompanhou a relatora, Rosa Weber, e foi decisivo, formando a maioria no plenário. Em seguida, votou Gilmar Mendes, encerrando o julgamento.

As ações julgadas pelo STF foram apresentadas por quatro partidos: PV, PSOL, PSB e Cidadania.

A posição de Lewandowski consolidou a maioria no sentido de que a falta de transparência do orçamento secreto viola a Constituição. Lewandowski afirmou em seu voto que, apesar dos esforços, o Congresso não conseguiu se adequar às exigências, aos parâmetros constitucionais de transparência.

Na última sexta-feira (16), o Congresso Nacional aprovou um projeto de resolução para redistribuir os recursos das emendas de relator conforme o tamanho das bancadas partidárias da Câmara e do Senado. Na prática, as mudanças acabaram com o sigilo das emendas.

No mesmo dia, Lewandowski havia dito que as alterações aprovadas pelo Congresso atende a preocupações externadas por ministro da Corte.

“Paralisamos [o julgamento] em homenagem ao Congresso. Agora, temos uma resolução e certamente levaremos essa resolução em consideração no julgamento”, afirmou. “Muito daquilo proposto pela resolução atendia preocupações dos ministros ventiladas no julgamento”, acrescentou.

Na semana passada, nove ministros haviam apresentado seus votos, deixando o placar em 5 a 4. Acompanharam totalmente o voto de Rosa Weber os ministros Edson Fachin, Luís Roberto Barroso, Luiz Fux e Cármen Lúcia. Nesta segunda, Gilmar entendeu que as ações apresentadas são parcialmente procedentes.

O ministro André Mendonça divergiu parcialmente da relatora, assim como Alexandre de Moraes. O ministro Nunes Marques também divergiu de Rosa Weber e votou pela rejeição das ações por questões processuais. Dias Toffoli estabeleceu critérios ainda mais específicos para as emendas do orçamento secreto, além da transparência e proporcionalidade.

Fonte: Brasil 247

Servidores públicos farão ato em defesa da previdência e pela devolução das 304 escolas

O Movimento Unificado dos Servidores Públicos Estaduais está convocado o movimento sindical para um Ato Público no próximo dia 21 de dezembro (4ª feira), a partir das 09h30, em frente à sede sede do AL Previdência, na Avenida da Paz, no Centro de Maceió. Segundo seus organizadores, será um ato de protesto em defesa do AL Previdência, por transparência e democracia na sua gestão e a devolução das 304 escolas que foram repassadas da rede estadual para o fundo.

Segundo a presidente do Sinteal Maria Consuelo Correia, que está convocando para o ato, “queremos buscar esclarecimentos sobre as recentes medidas adotadas pelo Governo do Estado de Alagoas quanto à usar escolas públicas para cobrir o rombo da Previdência estadual”. Para o professor Luizinho, vice-presidente do Sinduneal, “a comunidade acadêmica está chocada com o repasse dos prédios onde funcionam o Campus I em Arapiraca e o campus VI em Maceió”.

Consuelo alertou que já foi entregue ofício cobrando esclarecimentos ao executivo estadual informações quanto aos recursos do AL Previdência. “Não houve diálogo com os servidores e as servidoras da rede pública estadual, tendo em vista que a esta lei e seus impactos na educação estadual”, disse. Ela também alerta que, com a nova lei, os recursos do Fundeb serão “desviados” para pagar as despesas do AL Previdência.

No ato marcado para o próximo dia 21 de dezembro, o Movimento Unificado dos Servidores Públicos Estaduais irá cobrar esclarecimentos sobre a gestão financeira dos recursos do AL Previdência.

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