Incêndio no Havaí já é o mais mortal dos EUA nos últimos 100 anos

Incêndio no Havaí é o mais mortal dos Estados Unidos no último século. Além das dezenas de mortes confirmadas, há pelo menos 1,3 mil desaparecidos; veja o que se sabe até agora

O violento incêndio florestal que varreu cidade na ilha Maui, no Havaí, já é considerado o mais mortal registrado nos Estados Unidos nos últimos cem anos. Enquanto os moradores lamentam os mortos e desaparecidos, as autoridades alertam que o número total de vítimas humanas e ambientais ainda não é conhecido e que a recuperação da destruição causada pelas chamas está apenas começando.

O governador do Havaí, Josh Green, disse que mais de 2,7 mil estruturas foram destruídas em Lahaina, a área mais atingida, e “um valor estimado de US$ 5,6 bilhões desapareceu”. Green disse que a resposta foi “abrangente” nos últimos dias:

— Estamos trazendo toda a força do governo para tentar fazer tudo o que pudermos para aliviar o sofrimento.

O incêndio é considerado o mais mortal desde 1918, quando 453 pessoas morreram em uma ocorrência em Minnesota e Wisconsin. Os dados são do grupo de pesquisa sem fins lucrativos Associação Nacional de Proteção contra Incêndios.

A maioria das construções engolidas pelas chamas no Havaí são residências. Mesmo onde o fogo recuou, as autoridades alertam que subprodutos tóxicos podem permanecer, inclusive na água potável, depois que as chamas expeliram vapores venenosos. E muitas pessoas simplesmente não têm casa para onde voltar — então as autoridades planejam abrigá-las em hotéis e aluguéis de temporada.

Veja o que se sabe sobre os incêndios no Havaí:

Quantas pessoas morreram e quantas estão desaparecidas?

As autoridades locais confirmaram 96 mortos até a noite de domingo (13). O número pode aumentar, já que equipes de busca especializadas vasculham as ruínas devastadas de Maui em busca de restos humanos. Não se sabe exatamente quantas pessoas estão desaparecidas, mas autoridades falam em pelo menos 1,3 mil.

“Vai aumentar. Será certamente o pior desastre natural que o Havaí já enfrentou. Só nos resta esperar e apoiar quem está vivo. Nosso foco agora é reunir as pessoas quando pudermos, dar-lhes moradia e cuidados de saúde e, em seguida, voltar-se para a reconstrução“, comentou o governador no sábado (12), enquanto visitava a devastação na histórica Front Street.

Até a noite de sábado, as autoridades haviam confirmado a identidade de apenas duas vítimas e mal haviam começado a vasculhar a zona do desastre com equipes caninas. As autoridades atribuíram o ritmo da resposta, que muitos moradores criticaram como muito lento, à natureza avassaladora da destruição e ao afastamento de Maui, o que complicou a chegada de equipes de busca de fora do Estado.

As equipes da Agência Federal de Gerenciamento de Emergências em Lahaina estão usando cães treinados para explorar muitas áreas, mas até os cães estão encontrando condições difíceis por causa do calor, disse a administradora Deanne Criswell ao programa Face the Nation da CBS News.

O que causou os incêndios em Maui?

Ainda não está claro exatamente o que desencadeou os incêndios florestais no Havaí.

“Não sabemos o que realmente começou os incêndios. Mas fomos informados com antecedência pelo Serviço Nacional de Meteorologia de que estamos em uma situação de bandeira vermelha“, disse na quinta-feira (10) o major-general do Exército Kenneth Hara, que lidera o Hawaii National Guarda.

Ele afirmou que três fatores preparam o cenário para os riscos de incêndio: meses de seca, baixa umidade e ventos fortes.

Assim como o planeta esquenta, fica claro que mesmo um lugar tropical como o Havaí, conhecido pelas florestas tropicais e colinas verdejantes, está cada vez mais suscetível a incêndios florestais.

As ilhas há muito tempo têm trechos áridos de campos de lava e pastagens mais secas, com chuvas variando de um lado da ilha para o outro. Nos últimos anos, o Estado também viu quedas de longo prazo na precipitação média anual, cobertura de nuvens mais finas e seca induzida pelo aumento das temperaturas.

Quando os incêndios começaram?

Os incêndios começaram na terça-feira (8), disse o chefe dos bombeiros do condado de Maui, Brad Ventura, em uma entrevista coletiva na tarde de quinta-feira.

O primeiro incêndio em torno do alto Makawao queimou cerca de 270 hectares, disse ele. Por volta das 11h, o incêndio em Lahaina começou a devastar a cidade histórica, alimentado por rajadas de vento de até 96 km/h.

Por volta do meio-dia de terça-feira, outro incêndio começou em Kula, provocando a evacuação de áreas residenciais próximas.

Então, perto das 18h, um quarto incêndio começou na Pulehu Road, no vale central, e “queimou várias centenas de acres”.

Quais áreas foram afetadas pelos incêndios no Havaí?

Os incêndios afetaram gravemente Maui e destruíram centenas de acres em regiões como Kula, North Kohala e South Kohala. A extensa cidade turística de Lahaina, no oeste de Maui, que tem cerca de 13 mil habitantes, também foi duramente atingida.

A tenente governadora do Havaí, Sylvia Luke, disse que a cidade histórica foi “dizimada” e “mudada para sempre”. O Pioneer Inn em Lahaina, o hotel mais antigo em operação contínua no Havaí, foi destruído.

Os incêndios ainda estão acontecendo?

Segundo um comunicado divulgado pelo Condado de Maui, até a noite de domingo, o incêndio em Kula estava 60% contido. Já em Lahaina, 85% do fogo havia sido contido, enquanto em Puleu a estimativa era de 100% de contenção.

As autoridades chamam a atenção, porém, que mesmo quando um incêndio está 100% contido, não significa que foi extinto, mas sim que os bombeiros têm o incêndio totalmente cercado por um perímetro, dentro do qual ainda pode queimar.

O único foco de incêndio declarado extinto até o momento pelo Condado de Maui, ou seja, que não há mais nada queimando, foi em Kaanapali.

Fonte: Pragmatismo Político

Aprovação a Lula sobe quatro pontos e vai a 60%

Crescimento da aprovação do presidente ocorreu até mesmo em setores em que o antipetismo costuma se manifestar com mais força

Sete meses após tomar posse para seu terceiro mandato à frente do Palácio do Planalto, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vive o melhor momento em sua nova gestão aos olhos da opinião pública, segundo pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (15).

O levantamento, realizado entre os dias 10 e 14 de agosto, mostra que 60% dos eleitores brasileiros aprovam o trabalho que Lula está fazendo ‒ uma alta de 4 pontos percentuais em relação ao número registrado dois meses antes.

Já os que desaprovam a atual administração recuaram de 40% para 35% no período. Outros 5% preferiram não responder.

O crescimento da aprovação do presidente ocorreu até mesmo em setores em que o antipetismo costuma se manifestar com mais força. Na região Sul, o indicador subiu 11 pontos percentuais em dois meses, para 59%, enquanto a reprovação recuou de 49% para 38%. Já no Sudeste, a aprovação saltou de 51% para 55% no período, contra uma oscilação descendente de 3 p.p. da reprovação, para 39%.

No eleitorado evangélico, que majoritariamente votou em Jair Bolsonaro (PL) nas eleições de 2022, pela primeira vez na série histórica da pesquisa, a aprovação superou a desaprovação, por 50% a 46%.

Entre os que têm Ensino Superior incompleto ou mais, a aprovação voltou ao patamar de fevereiro, de 53%, e superou a desaprovação. Entre os que votaram em Bolsonaro, 25% aprovam o trabalho de Lula, enquanto 70% reprovam.

O levantamento também mostra que, quando os eleitores são convidados a avaliar o governo, 42% dizem que ele é positivo, enquanto 24% classificam como negativo. Um mês atrás, esses dois grupos somavam 37% e 27%, respectivamente.

O bom momento de Lula na pesquisa coincide com uma melhora na percepção do eleitorado sobre a economia. O levantamento mostra que 34% dos entrevistados avaliam que a economia brasileira melhorou nos últimos 12 meses. O mesmo grupo somou 32% em junho e 23% em abril.

Já os que veem piora saíram de 34% em abril, passaram a 26% no último levantamento e agora somam 23%. Enquanto os que não veem grandes mudanças se manteve na banda entre 37% e 39% (atual patamar) ao longo dos últimos seis meses.

Para 59% dos entrevistados, nos próximos 12 meses, a economia vai melhorar ‒ eram 62% em fevereiro, 51% em abril e 56% em junho. Já os que esperam piora somaram 22%, um recuo de 3 pontos percentuais em relação a dois meses atrás e de 7 p.p. ante abril.

Mesmo assim, o levantamento mostra que a economia lidera as avaliações como maior problema do país, com 31% das menções, superando questões sociais (21%), saúde (12%) e violência (10%). Tal percepção se reproduz em todos os recortes por renda da amostra pesquisada.

Questionados sobre três políticas públicas do novo governo, lideraram as avaliações positivas o Plano Safra (79%), destinado ao financiamento à agricultura, e o Desenrola Brasil (70%), para a renegociação de dívidas de cidadãos. Já a reforma tributária agradou 37% dos entrevistados e desagradou outros 26%.

A pesquisa mostra, ainda, mudança de percepção também em relação às notícias sobre o governo. Na comparação com junho, o percentual dos que dizem ter ouvido mais notícias positivas do que negativas subiu de 32% para 38%.

As duas notícias positivas destacadas pelos entrevistados, em menção espontânea, foram a Bolsa Família de R$ 600, mais R$ 150 para cada criança (9%) e a diminuição dos preços (8%). Já as negativas destacadas dizem que o presidente não cumpre promessas e é corrupto (7%).

No momento em que Lula negocia com lideranças partidárias uma reforma ministerial em busca de maior apoio no Congresso Nacional, os eleitores passaram a ver o atual governo com mais facilidade para conseguir maioria parlamentar do que a gestão anterior. Agora, o placar está em 43% a 38% a favor do petista, enquanto dois meses atrás a diferença era de 20 pontos a favor do adversário (51% a 31%).

A pesquisa Genial/Quaest realizou 2.029 entrevistas face a face em municípios de todas as regiões do país, entre os dias 10 e 14 de agosto. A margem máxima de erro é de 2,2 pontos percentuais para cima ou para baixo.

O nível de confiança é de 95%, o que significa que, se o levantamento tivesse sido feito mais de uma vez sob as mesmas condições, esta seria a probabilidade de os resultados se repetirem dentro do limite da margem de erro.

Fonte: Brasil 247

Apagão coloca no centro do debate necessidade de reestatizar a Eletrobrás

À TV 247 em março, o presidente Lula classificou a privatização da companhia como um “crime de lesa-pátria”

O apagão de energia elétrica registrado nesta terça-feira (15) em todo o país – com exceção de Roraima – colocou novamente no centro da pauta a privatização da Eletrobrás, já muito criticada desde sua consumação, no governo Jair Bolsonaro (PL). O presidente Lula (PT) inclusive já deu diversas declarações públicas contra a privatização da empresa, classificando o processo como um “crime de lesa-pátria”, durante entrevista à TV 247.

Pelas redes sociais, diversos internautas – dentre eles políticos – utilizaram o ensejo do blecaute desta terça-feira para destacar os prejuízos que a privatização da Eletrobras causou ao Brasil e aos brasileiros.

Fonte: Brasil 247

LUCAS 12; 02

Flávio Show – Funcionário dos Correios

Maceió, 13 de Agosto de 2023

Curionópolis está localizado na Região Norte, mas nao é demais dizer que um filho pródigo desse município está no Planalto Central com barrancos nunca vistos em seus 63 anos de idade.

Na montanha bilionária do Cerrado vimos na CPI do Golpe o ex Ministro da Justiça Anderson Torres jogando toda culpa pelas invasões da Praça dos 3 Poderes em todos, menos nele. Com uma bela tornozoleira na canela esquerda, Anderson depondo na CPI, não pôde ver o seu ex comandado Silvinei Vasquez pegar uma carona num uber com as cores de um gambá.

Tudo de boas na nova Curionópolis; CPI do Golpe, pedido pela direitinha golpista com nocautes semanais neles próprios, CPI do MST com jantadas orgânicas da Deputada Samia Bomfim no Salles e Lula fazendo o que mais sabe, governar.
Fiz o L pra isso!
Eis que o caso das jóias volta para a pauta e a Curionópolis de JK se vê no maior escândalo político/policial de toda sua história. Vamos garimpar os fatos?

Quanta saudade do tempo em que as Forças Armadas eram apenas alquimistas de meio fio e corneteiros profissionais, isso ficou no passado,
hoje quem dita o ritmo não é a broxa com o balde de cal, nem a corneta e sim o telefone do Mauro Cid, aquele que não soube responder o próprio nome na CPI, que comporta mais de 1 Terabyte de falcatruas do comando maluco verde oliva.
Os milicos são patéticos, mas não são bobos quando o assunto é dinheiro, ouro ou jóias.

Garimpando as jazidas de informações, a PF descobriu que Bolsonaro, junto com os militares furtava as jóias presenteadas ao Governo Brasileiro e as vendia no estrangeiro.
Nesse barranco teve de tudo, Rolex vendido e recomprado, teve foto com o reflexo do trambiqueiro, pedras preciosas escondidas no cofre grande, jóias esquecidas embaixo da cama na Inglaterra, tudo isso na nova Curionópolis com garimpeiros do serviço público, fardados e engravatados

A Polícia Federal já sabe que a quadrilha bamburrou nesses últimos 4 anos e que Bolsonaro é o novo Chico Ozório do garimpo que ficou milionário, hoje tá pobre e o caminho do ex presidente será o mesmo, porém com uma boa temporada na Papuda.

“O Governo que não roubava e não deixava roubar” é jóia!

Lula lança novo PAC com investimento previsto de R$ 1,7 tri

Presidente diz que seu governo começa agora. Programa tem em nove eixos prioritários, com recursos do Orçamento da União, de empresas estatais e do setor privado

O governo lançou nesta sexta-feira (11) o novo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), com previsão de investimentos na ordem de R$ 1,68 trilhão.

A expectativa é que R$ 1,3 trilhão seja despendido até o fim de 2026, e outros R$ 300 bilhões, a partir de 2027. A origem do dinheiro será esta:

R$ 371 bilhões do Orçamento da União
R$ 343 bilhões de empresas estatais
R$ 362 bilhões de financiamentos
R$ 612 bilhões do setor privado
O novo PAC pretende retomar obras paradas, acelerar outras em andamento e criar novos empreendimentos a partir de nove eixos prioritários, como contou o site G1.

Projetos da Petrobras e do Minha Casa Minha Vida então entre as prioridades. Há ainda previsão da construção de novo trecho da ferrovia Transnordestina, além de projetos de inclusão digital e expansão do 5G, conforme mostrou o jornal Folha de S.Paulo,

Na cerimônia de lançamento do programa nesta quinta-feira (11), no Rio de Janeiro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse o seguinte:

“Hoje começa o meu governo. Até agora, o que nós fizemos foi reparar aquilo que tinha desandado (…). Assumimos o compromisso moral neste novo PAC de retomar a construção de milhares de obras, não deixar mais que a falta de gestão ou a austeridade fiscal quase obsessiva interrompam pela metade os anseios mais justos da nossa população”

Luiz Inácio Lula da Silva

na cerimônia de lançamento do novo PAC nesta sexta-feira (11)

O programa foi criado em 2007, no início do segundo mandato de Lula. Dilma Rousseff, à época ministra da Casa Civil, foi apelidada como mãe do PAC pelo petista. Nesta quinta (11), ele relembrou o fato, como relatou o site Poder360.

O programa, uma das marcas dos governo petistas, também foi levado à diante por Dilma, mas nos governos Michel Temer e Jair Bolsonaro foi desidratado.

Fonte: Nexo Jornal

Polícia Federal revela que família Bolsonaro comandou esquema de contrabando de joias

Escândalo desmonta toda a imagem que Jair Bolsonaro tentou construir de “combate à corrupção”. PF batizou a operação deflagrada hoje de ‘Lucas 12:2’, em alusão ao versículo da Bíblia que diz: “Não há nada escondido que não venha a ser descoberto, ou oculto que não venha a ser conhecido”

A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta sexta-feira (11) a operação Lucas 12:2, cujo objetivo é investigar associação criminosa envolvida na prática de crimes de peculato e lavagem de dinheiro. Estão sendo cumpridos quatro mandados de busca e apreensão, dois em Brasília, um em São Paulo e outro em Niterói (RJ).

Segundo a PF, os investigados são suspeitos de utilizar a estrutura do Estado brasileiro para desviar bens de alto valor patrimonial, entregues por autoridades estrangeiras em missões oficiais a representantes do Estado brasileiro, por meio da venda desses itens no exterior.

Ainda segundo a polícia, “os valores obtidos dessas vendas foram convertidos em dinheiro em espécie e ingressaram no patrimônio pessoal dos investigados”, “sem utilizar o sistema bancário formal, com o objetivo de ocultar a origem, localização e propriedade dos valores”. E que as práticas investigadas configuram, em tese, os crimes de peculato e lavagem de dinheiro.

A operação ocorre no âmbito do inquérito que apura a atuação das chamadas milícias digitais, conduzido no Supremo Tribunal Federal pelo ministro Alexandre de Moraes. E tem esse nome em alusão ao versículo 12:2 da Bíblia, segundo o qual “não há nada escondido que não venha a ser descoberto, ou oculto que não venha a ser conhecido”.

“Há muitos estudos que mostram que compra e venda de joias é um caminho clássico de corrupção e lavagem de dinheiro. Muitos veem como um crime ‘seguro’, que ficará escondido para sempre. Por isso, é essencial sempre investigar o assunto, quando há indícios de ilegalidades”, escreveu o ministro da Justiça, Flávio Dino, em seu perfil em uma rede social.

A operação de hoje teve especificamente 4 alvos:

1. O ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, tenente-coronel do Exército Mauro Barbosa Cid;
2. O pai dele, o general do Exército Mauro César Lorena Cid;
3. O ex-ajudante de ordens de Bolsonaro e tenente do Exército Osmar Crivelatti;
4. O advogado Frederick Wassef, que já defendeu Bolsonaro e familiares em diversos processos na Justiça.

O general do Exército Mauro César Lorena Cid foi colega do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) na Academia Militar das Agulhas Negras (Aman), nos anos 1970. No governo, ocupou cargo em Miami, em representação da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex).

De acordo com investigações, a negociação de joias e demais bens oficiais nos Estados Unidos era responsabilidade do militar, que recebia os valores em sua conta bancária. A quebra do sigilo desta conta, aliás, já foi solicitada pela PF mediante acordo de cooperação internacional com os Estados Unidos.

“Sumido com a dona Michelle”

Mensagens de celular obtidas pela Polícia Federal mostram assessores de Bolsonaro conversando sobre a venda ilegal dos presentes. Em algumas dessas mensagens, os assessores dão a entender que Jair Bolsonaro chegou a conversar sobre o valor de mercado das peças – e que um dos itens já tinha “sumido com a Dona Michelle”, em referência à então primeira-dama Michelle Bolsonaro.

Em uma conversa, o assessor especial de Jair Bolsonaro Marcelo Câmara envia áudio ao ex-ajudante de ordens Mauro Barbosa Cid, dizendo que já tinha conversado com Bolsonaro sobre o tema.

No áudio enviado em 1º de março deste ano, segundo a PF, Câmara explica a Mauro Cid o motivo de “o ex-presidente Jair Bolsonaro não ter pego as esculturas quando se encontrou com o general Lourena Cid em Miami”.

“Não. Ele [Bolsonaro] não pegou porque não valia nada. Então tem (…) tem aqueles dois maiores: não valem nada. É, é… não é nem banhado, é latão. Então meu pai vai, vai levar pro Brasil na mudança (…)”, diz o assessor de Bolsonaro.

Áudios obtidos pela PF também mostram Marcelo Câmara e Mauro Barbosa Cid debatendo a legalidade da venda dos itens. Objetos de alto valor, como esses que vinham sendo negociados, devem ser obrigatoriamente entregues ao acervo da Presidência da República – ou seja, são bens públicos, e não pessoais.

Fonte: Pragmatismo Político

Secretaria da Educação instala aplicativo em celular de professores e alunos de São Paulo sem autorização

Governador bolsonarista Tarcísio de Freitas, segue política de perseguição aos professores já aplicada no Paraná

A Secretaria de Educação (Seduc) do governo Tarcísio de Freitas (Republicanos), comandada pelo empresário Renato Feder, instalou nesta semana o aplicativo “Minha Escola” em celulares de professores e alunos da rede estadual de São Paulo sem autorização. Ainda não há estimativas de quantos foram afetados, mas a rede conta com, ao menos, 250 mil professores e 4 milhões de alunos. 

O aplicativo é usado para alunos verificarem notas e faltas. O problema, para além da falta de aviso e autorização dos usuários, é a captação de dados pessoais que os aplicativos podem obter ao serem instalados. O que contraria as regras da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais, a LGPD.

Nas redes sociais, há relatos dos alunos e professores da rede estadual de São Paulo sobre a instalação não autorizada nos celulares particulares. “Fui olhar e estava instalado”, disse um professor. Na sequência, eles também comentaram que, quando desinstalaram o aplicativo, perderam acesso ao e-mail institucional.

Leia mais em: https://www.cartacapital.com.br/educacao/secretaria-da-educacao-instala-aplicativo-em-celular-de-professores-e-alunos-de-sao-paulo-sem-autorizacao/

Deputados Ricardo Salles e Delegado Fábio Costa impedem que a imprensa acompanhe diligência da CPI do MST em Alagoas

Diligência da CPI do MST comandada pelos deputados Ricardo Salles e Delegado Fábio Costa impediu hoje, 11/08, que a sociedade acompanhasse a visita de uma comissão de deputados em um acampamento dos trabalhadores Sem Terra fora da rota aprovada em sessão.

Os movimentos sociais denunciam que o objetivo de barrar a imprensa e dos movimentos é o de manipulação para tentar prorrogar a CPI que tenta criminalizar luta pela reforma agrária no Brasil.

Os deputados visitaram o Acampamento São José, em Atalaia, Zona da Mata de Alagoas, e impediram que fossem acompanhados pela imprensa e dos moradores da comunidade. A ação truculenta comandada por Ricardo Salles e Delegado Fábio Costa foi registrada pelos manifestantes.

Para a presidenta do Sindicato dos Urbanitários de Alagoas, Dafne Orion, “O deputado Fábio deveria se preocupar em trabalhar para resolver o problema de quem vive no campo, viabilizando água encanada e trazer qualidade de vida para o povo e não impedir os movimentos e a imprensa de acompanharem essa diligência”, destacou a sindicalista.

Professores e estudantes protestam em Arapiraca

Ocorreu na manhã de hoje, 11/08, uma manifestação de professores e estudantes que paralisou diversas ruas em Arapiraca.

O protesto começou na porta da escola Quintela Cavalcante e seguiu pelas ruas do centro até Praça Marques.

Os professores cobram do governador Paula Dantas (MDB) o pagamento do piso da educação e valorização salarial. Já os estudantes cobravam a revogação do novo ensino médio.

Para Carlos Jorge, presidente do Sinteal Arapiraca, “o governador Paulo Dantas se negue a valorizar a educação e a luta não vai parar enquanto a categoria conquistar o piso e a valorização salarial”.

Já para Jana, representante do grêmio estudantil “o novo ensino médio é uma enrolação e precisa ser revogado”.

Também participou do ato uma delegação de professores e estudantes da Universidade Estadual de Alagoas, que segundo o diretor do Centro Acadêmico de História, Klévio Thawan, “os alunos e professores da Uneal também estão nessa luta em defesa da educação e cobrando do governador a realização de concurso público e a construção de restaurante universitário”.

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