Ipec: Lula vence Bolsonaro por 54% 46%

Pesquisa foi feita entre sábado (22) e segunda-feira (24) e tem margem de erro de dois pontos para mais ou para menos. Se a eleição fosse hoje, Lula teria 54% dos votos válidos, e Bolsonaro, 46%. Resultados se referem à intenção de voto no momento das entrevistas.

Pesquisa do Ipec divulgada nesta segunda-feira (24), encomendada pela Globo, aponta que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 50% de intenção de votos no segundo turno e que o presidente Jair Bolsonaro (PL) tem 43%.

O novo levantamento foi feito entre sábado (22) e nesta segunda, e os resultados se referem à intenção de voto no momento das entrevistas. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

Na pesquisa anterior do Ipec, divulgada dia 14 de outubro, os resultados foram iguais: Lula tinha 50%; Bolsonaro, 43%. Havia 5% de brancos e 2% de nulos.

Votos válidos

Se a eleição fosse hoje, Lula teria 54% dos votos válidos, e Bolsonaro, 46%. Para calcular os votos válidos, são excluídos os brancos, os nulos e os de eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição. No levantamento anterior do Ipec, Lula tinha 54% dos votos válidos; Bolsonaro, 46%.

Este é o quarto levantamento do Ipec após o primeiro turno das eleições. Foram entrevistadas 3.008 pessoas em 183 municípios entre sábado (22) e segunda-feira (24). A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com índice de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número BR-06043/2022.

No primeiro turno, Lula recebeu 57,2 milhões de votos (48,4%), e Bolsonaro, 51,07 milhões (43,2%). O segundo turno está marcado para 30 de outubro.

Fon

Campanha Lula tem programação diversificada em Maceió

Atacar em diversas frentes para derrotar Bolsonaro em Maceió. Esse deve ter sido o comando dado pelos petistas nessa domingo, dia 23/10, com a realização de diversas atividades de apoio ao ex-presidente Lula.

Na praia de Jatiúca, milhares de pessoas participaram de uma caminhada em apoio a Lula e a Paulo Dantas (MDB). Com bandeiras e distribuição de material de campanha, a militância promoveu um arrastão da “esperança” pela orla de Maceió.

Outra atividade realizada pelos petistas na manhã desse domingo, foi uma animada roda de samba, em frente a barraca Pedra Virada, que animou e empolgou a militância local e turistas eleitores e simpatizantes de Lula que se juntaram a festa petista.

Na parte da tarde, a militância ainda teve fôlego para participar de um passeio de bicicleta em apoio a Lula. A pedalada teve concentração na praça Centenário e foi uma inteligente atração de lazer e campanha.

Ao que parece, a estratégia de atacar em diversas frentes, e que vai prosseguir até o ultimo dia de campanha, deve resultar em virada de Lula em Maceió.

Bolsonarista Roberto Jefferson se entrega após atacar policiais federais

O terrorista bolsonarista Roberto Jefferson se entregou à polícia na noite deste domingo (23) após tentar matar policiais federais que tentaram prendê–lo em casa e passar oito horas desrespeitando ordem do STF.

Dois agentes foram atacados pelo ex-deputado ao cumprir o mandado de prisão na cidade de Comendador Levy Gasparian, no interior do Rio de Janeiro.

Jefferson cumpria prisão domiciliar e descumpriu várias medidas, como passar orientações a dirigentes do PTB, receber visitas, conceder entrevista, compartilhar fake news e colecionar diversas armas.

Quando foi cumprir a ordem de prisão, a PF foi atacada por Roberto Jefferson com granadas e fuzil. A casa não foi invadida porque ele é branco e rico. Se fosse no morro, ele teria sido feito em picadinho.

Bolsonaristas foram para a porta da casa de Jefferson e hostilizaram a imprensa que está no local. Um repórter da Globo cinematográfico foi agredido e hospitalizado.

“Parabéns pelo competente e profissional trabalho da Polícia Federal, orgulho de todos nós brasileiros e brasileiras. Inadmissível qualquer agressão contra os policiais”, disse Alexandre de Moraes no Twitter. “Me solidarizo com a agente Karina Oliveira e com o delegado Marcelo Vilella que foram, covardemente, feridos”.

Fonte: DCM

Estudantes da BA são destaques após criarem luva com bioplástico que decompõe em menos de um ano

Estudantes moram em Araci, a 200 km de Salvador. Luva tradicional de plástico se decompõe entre 300 e 400 anos.

Um grupo de cinco alunos do 1º ano do ensino médio do Centro Territorial de Educação Profissional do Sisal II, na cidade de Araci, a 200 km de Salvador, criou luvas a partir da produção de bioplástico da Agave sisal.

O experimento já rende frutos e os estudantes estão entre os finalistas da 9ª edição brasileira do Solve For Tomorrow (Repostas para o Amanhã), programa global de cidadania corporativa promovido pela Samsung.

A iniciativa é conhecida por estimular alunos e professores da rede pública de ensino a desenvolverem soluções para problemas locais por meio da abordagem STEM – sigla em inglês para Ciências, Tecnologia, Engenharia e Matemática.

O projeto foi desenvolvido pelos estudantes Maria Isabela, de 15 anos, Isabel Oliveira, 16, Sarah Moura, 15, Adriele Pietra,15, e Luan Santos, 15. O grupo é orientado pela professora Pachiele Cabral.

“A gente está tentando focar em ajudar a nossa região e os laboratórios. A luva normal tem tempo de degradação de 300 a 400 anos e o bioplástico de seis a oito meses, além da energia”, afirmou Maria Isabela, uma das alunas do grupo.

Segundo a professora Pachiele Cabral, a ideia surgiu na sala de aula, em maio deste ano, durante uma discussão sobre o acúmulo de lixos de equipamentos de proteção individual (EPI) usados nas aulas práticas.

“Começamos a pensar na questão da consciência da quantidade de lixo causado por esses EPIs”, contou a professora.

Inovador, o projeto durou cerca de dois meses para ser produzido. Antes não havia um bioplástico feito com o sisal.

“A gente escolheu ele por ser o nosso ouro local, o que a gente produz em grande quantidade na região. Foram muitas metodologias a serem trabalhadas até a gente encontrar o melhor sisal”, explicou Pachiele Cabral.

De acordo com a orientadora do projeto, o sisal possui uma película que a protege contra ataques antimicrobianos. Com isso, os alunos querem provar que essa luva também vai ter uma capacidade de inviabilizar vírus e bactérias.

“No processo pandêmico que a gente viveu e que a gente não sabe o futuro, será um equipamento de proteção que vai auxiliar a população”.

O projeto está em processo de produção. A próxima etapa será de testes de comparação com as luvas disponíveis no mercado. Serão analisados a impermeabilidade, flexibilidade, conforto, tração e capacidade antialérgica.

Fonte: G1

Bolsonaro corta 87% do leite das famílias pobres de Minas Gerais e Nordeste

Em 2022, Governo cortou 87% de doação de leite a famílias na miséria em Minas Gerais e no Nordeste, denuncia o UOL neste sábado.

Entre janeiro e agosto deste ano, o governo Bolsonaro cortou 87% do leite doado às famílias pobres do interior de Minas Gerais e do Nordeste. A maldade atinge as áreas de maior grau de insegurança alimentar no país, onde estão 11 milhões de pessoas.

Conhecido como “programa do leite”, a ação é resultado do Programa de Aquisição de Alimentos – PAA), que Bolsonaro “rebatizou” de Alimenta Brasil. Em sua origem, o programa definiu como objetivo atender famílias em situação de extrema pobreza.

“Era uma distribuição muito importante para várias famílias que necessitam do poder público. A gente aqui distribuía também às escolas para merenda e ao hospital”, conta Benedito de Paulo Neto, secretário de Agricultura do município de Mucambo (CE), registrou o UOL.

O Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) foi criado pelo art. 19 da Lei nº 10.696, de 02 de julho de 2003, primeiro ano do governo Lula. No âmbito do programa Fome Zero, nasceu com as finalidades básicas de promover o acesso à alimentação e incentivar a agricultura familiar.

A desumanidade do governo Bolsonaro atinge em especial às crianças, prejudicando seu processo de crescimento. O crime contra as crianças se soma ao corte de 97% no orçamento das creches, deixando as crianças a bolacha e suco em pó.

Segundo o UOL, “a queda fica clara quando vemos o orçamento investido: neste ano, até agosto, foram apenas R$ 7.453.265,22”.  O valor é menor, por exemplo – diz a matéria – que o gasto em novembro de 2021, quando foram investidos R$ 13.192.481,34.

Além de apoiar famílias pobres, o programa é também importante para pequenos pecuaristas da região. Ao vender sua produção ao governo, os produtores garantem uma renda fixa para sua sobrevivência.

A medida é mais uma demonstração de que para o governo Bolsonaro os pobres são inimigos a serem eliminados, no caso, pela desnutrição. Em quatro anos, Bolsonaro governou para a sua turma e abandou o povo à própria sorte.

Crime eleitoral de Leonardo Dias é encaminhado ao Ministro Alexandre de Morais do STF

Na tarde desta quinta-feira (20), a notícia-crime apresentada pela Comissão Provisória da Federação Brasil da Esperança – Alagoas contra Leonardo Dias, vereador por Maceió e ex-candidato a vice-governador de Alagoas, foi remetida pelo TRE-AL ao TSE. O processo havia sido motivado pela realização de pesquisas de opinião falsas como instrumento de disseminação de fake news em vários municípios alagoanos.

Ainda de acordo com a decisão proferida pela Desembargadora Silvana Lessa Omena, do TRE-AL, o Ministério Público Eleitoral já retirou cópia das peças processuais para adoção das medidas cabíveis. Agora no TSE, o processo foi remetido para a relatoria do Ministro Alexandre de Moraes, Presidente do Tribunal Superior Eleitoral e Relator do Inquérito das Fake News no Supremo Tribunal Federal.

Relembrando o caso: pessoas ligadas ao vereador do PL de Maceió se passaram por pesquisadores eleitorais para induzir voto em Jair Bolsonaro na cidade de Satuba, em Alagoas. Vídeos dos falsos pesquisadores viralizaram nas redes sociais e até ganhou espaço em sites nacionais.

Bolsonaro quer congelar o salário mínimo e as aposentadorias e prejudicar 75 milhões de brasileiros

Enquanto os preços sobem, Bolsonaro quer congelar o salário mínimo e as aposentadorias e corroer a renda de 75 milhões de brasileiros.

O trabalhador, a trabalhadora e os aposentados e pensionistas que ganham um salário mínimo por mês e já estão sofrendo o aperto provocado pela decisão do governo Bolsonaro de acabar com a Política de Valorização do Salário Mínimo criada pelos governos do PT,  receberam outra péssima notícia nesta quinta-feira (20).

O governo Bolsonaro prepara mais um ataque: o congelamento do valor do salário mínimo a partir do ano que vem. Foi isso o que disse Paulo Guedes, que já zombou várias vezes do sonho dos pobres de voltar a tomar cerveja e fazer um churrasquinho nos fins de semana, como faziam quando Lula (PT) era presidente do Brasil.

Segundo Guedes, o governo vai apresentar logo após o resultado do segundo turno das eleições, no próximo dia 30, uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para que os salários, aposentadorias e benefícios, como, por exemplo, o seguro desemprego, sejam congelados, ou seja, não tenham sequer a reposição da inflação, o que derrubará ainda mais o poder de compra de milhões de brasileiros e brasileiras que, hoje, já têm dificuldades até para comprar comida. A revelação é do jornal Folha de São Paulo, que teve acesso ao texto da proposta de Guedes.

Numa época em que o grupo alimentação e bebidas acumula inflação de 9,54% no ano, de janeiro a setembro – na maior alta para os nove primeiros meses do ano, desde 1994 – os reajustes dos salários praticamente congelados podem levar à mais fome. Hoje metade da população brasileira, 125 milhões de pessoas não comem as três refeições diárias necessárias para manter uma boa saúde. Outros 33,1 milhões passam literalmente fome.

A estratégia do governo federal para congelar os salários

Para praticamente zerar os reajustes, o governo Bolsonaro quer mudar o índice que calcula a inflação. A ideia de Guedes é passar a usar o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), utilizado para famílias que ganham até 40 salários mínimos, que costuma ser menor do que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), este último usado para calcular os reajustes do salário mínimo, aposentadorias, pensões e benefícios, que sempre é maior.

Para se ter uma ideia da dimensão da mudança, o INPC de 2021 teve alta de 10,16%, percentual usado na atualização do salário mínimo para R$ 1.212. Caso apenas a meta de inflação de 2022 fosse aplicada, a elevação seria de 3,5%. Se a opção fosse pela expectativa do início do ano para o IPCA em 2022, o reajuste seria de 5,03%, exemplificou o jornal.

Caso isso aconteça os prejuízos para os trabalhadores e beneficiários da Previdência Social serão enormes, diz Clemente Ganz Lúcio, assessor das Centrais Sindicais e ex-diretor técnico do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese). 

70% dos trabalhadores ganham até dois salários mínimos e, se congelar o valor ou reajustar abaixo da inflação, vai haver menor crescimento, deprime 2/3 da base econômica do país, trazendo apenas mais pobreza e desigualdade. Esse arrocho é uma tragédia.- Clemente Ganz Lúcio

“O que Guedes quer é o arrocho do aposentadoria e salários para manter o teto de gastos públicos, reduzindo os gastos do governo, que não teve capacidade de fazer uma reforma tributária para que os ricos paguem mais impostos, e que já cortou tudo o que podia, especialmente, das áreas da saúde e educação, com um brutal desinvestimento”, complementa.

O Teto de Gastos Públicos foi criado por uma PEC em 2016 pelo governo golpista de Michel Temer, que congelou os investimentos por 20 anos. Isto quer dizer que o governo não pode investir nenhum centavo acima da inflação.

“O que em tese, seria benéfico para manter o equilíbrio das contas públicas, num país como o Brasil com alta taxa de juros, só beneficia os rentistas, é um custo perverso e brutal de transferência de renda dos assalariados para os rentistas”, afirma.

Com Lula, é picanha e cerveja

Ao contrário de Bolsonaro, que pelo quarto ano consecutivo não dá reajuste do mínimo acima da inflação, o governo Lula criou a Política de Valorização do Salário Mínimo, que aumentou a renda de trabalhadores e aposentados em acima de 75%. O sucesso dessa política, colocou mais dinheiro na economia e ainda ajudou na criação de 20 milhões de novos empregos com carteira assinada.

Candidato que está na liderança das pesquisas de intenções de voto para este segundo turno, o ex-presidente Lula sempre defendeu que os trabalhadores e trabalhadoras devem ter reajustes decentes para que possam voltar a comer seu churrasco e beber a sua cervejinha; e não apenas isso, com a volta do poder de compra a fome pode ser combatida.

Já em março do ano passado, logo após ter sido inocentado pelo Supremo Tribunal Federal, das acusações feitas na Operação Lava Jato, comandada ilegalmente pelo ex-juiz Sérgio Moro, aliado de Bolsonaro, Lula deu entrevista e já falava que sua felicidade era ver o povo comendo picanha e tomando cerveja. Essa declaração continua sendo tem sido feita em diversos comícios e entrevistas de Lula que costuma dizer: “se preparem porque vamos voltar a fazer nosso churrasquinho no nosso final de semana com uma cervejinha gelada”. 

Fonte: CUT

Centrais Sindicais fazem ato contra assédio político em frente a Casa Vieira

Representantes de diversos sindicatos e da CUT, Nova Central, CSP-Conlutas e Força Sindical, participaram hoje de manhã, 20/10, de um ato de protesto contra o assédio político que trabalhadores da Casa Vieira e outras lojas do Comércio de Maceió vem sofrendo nesse segundo da campanha eleitoral.

Segundo os organizadores, os ativistas distribuíram panfletos nas lojas do Comércio, explicando aos comerciários que assédio politico é crime e que os patrões que cometerem tais infrações devem ser denunciados. Para Rilda Alves, presidenta da CUT Alagoas, “a recepção dos trabalhadores foi muito boa e que as centrais sindicais estão recebendo denúncias de assédio políticos de patrões que pressionam seus empregados a votarem em Bolsonaro. E que essas denúncias estão sendo encaminhadas ao Ministério Público do Trabalho”.

Depois da panfletagem pelas lojas, o movimento se concentrou em frente a Casa Vieira, onde ocorreu uma séria denúncia de assédio político, onde a empresa está estaria, conforme denúncia documentada feita por funcionários, pressionando o voto de seus empregados no candidato Jair Bolsonaro. Durante o Ato, os representantes das centrais sindicais reafirmaram o compromisso de lutar contra o assédio político e pela liberdade de voto dos trabalhadores.

PMs impedem panfletagem na Casa Cabús

Depois, a manifestação seguiu em direção a Casa Cabús, outra empresa denunciada de promover assédio contra seus empregados. Na porta, uma barreira formada por policiais militares impediu que o movimento realizasse a panfletagem com os funcionários da loja.

Para os representantes das centrais sindicais, que puderam panfletar livremente nas lojas do Comércio, a presença da PM na porta da Casa Cabús, impedindo a panfletagem é um fato que deve ser investigado pelo governo do Estado, pois os policiais estavam agindo como se fossem seguranças privados da empresa em pleno horário de trabalho.

Casa Vieira é denunciada por crime eleitoral

Segundo as informações enviadas à reportagem, os funcionários foram chamados para uma reunião nesta quarta-feira (19), onde foram distribuídos panfletos favoráveis ao presidente e candidato a reeleição Jair Bolsonaro (PL) e contra o ex-presidente e também candidato Lula (PT).

As fotos e vídeos foram registrados na loja Casa Vieira, localizada no bairro de Cruz das Almas. O Acta tentou contato com a assessoria de comunicação da empresa. A pessoa que atendeu à ligação, do departamento de marketing, disse o responsável pelo relacionamento com a imprensa entraria em contato, mas até a publicação desta reportagem, não o fez. Assim que recebermos um posicionamento, atualizaremos  este texto.

O material enviado ao Acta mostra duas pessoas, uma mulher não identificada e Josan Leite, que concorreu a uma vaga na Câmara dos Deputados neste ano, mas não foi eleito, falando com os funcionários. Ela faz um discurso a respeito do aborto e da ideologia de gênero, relacionando a defesa destes dois temas com a esquerda. Não é possível identificar o tema da fala de Leite.

A reportagem também entrou em contato com Josan Leite, mas não teve retorno. O espaço também está aberto para ele.

Dois panfletos foram distribuídos aos funcionários. Um deles, destacando as “diferenças entre Bolsonaro e Lula”, e o outro, enumerando feitos do atual presidente. Esses materiais têm aparecido em outras denúncias de assédio eleitoral em todo o Brasil.

Segundo o Ministério Público do Trabalho (MPT), o número de denúncias de casos como esse explodiu em Alagoas. Durante o primeiro turno, o órgão recebeu três denúncias. No segundo turno, já foram 16 até o momento. 

Fonte: Portal Acta

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