Governo Lula quer desfazer retrocessos da reforma da Previdência

A proposta é mudar pensão por morte e aposentadoria por invalidez, alterando as regras de cálculo para aumentar os vencimentos

A equipe de transição do presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), estuda mudanças na reforma da Previdência, uma das heranças malditas do governo de Jair Bolsonaro (PL). Veja abaixo os itens mais perversos dessa herança. 

Os principais pontos que estão sendo analisados, os mais cruéis para os trabalhadores mais pobres e as viúvas, são a revisão da fórmula de cálculo da pensão por morte e aposentadoria por invalidez, que deixaram de ser pagas de forma integral após aprovação das novas regras, segundo reportagem do jornal O Globo.  

Segundo integrantes do grupo temático de Previdência, a intenção é que a pensão por morte, hoje equivalente a 50% do valor do benefício mais 10% por dependente, suba para algo entre 70% e 80%, diz a matéria, que e acrescenta: O percentual dos dependentes seria mantido.

Quanto à aposentadoria por invalidez, os técnicos do Grupo de Trabalho sugerem que volte a ser paga em valor integral. Atualmente, o benefício corresponde a 60% da média das contribuições, mais 2% a cada ano que exceder os 15 anos de contribuição”, destaca a reportagem. 

As medidas teriam impacto retroativo à data do início da vigência da reforma, mas o novo valor “só valeria a partir da aprovação da medida. Não haveria o pagamento retroativo da diferença entre o antigo valor e o novo. 

Confira porque a herança de Bolsonaro para os trabalhadores é maldita

A reforma da Previdência acabou com a aposentaria por tempo de contribuição.

Idade mínima – as novas regras da Previdência preveem que homens se aposentam a partir de 65 anos de idade e mulheres aos 62 anos.

Anos de contribuição – Também ficou definido 15 anos de contribuição mínima para mulheres e 20 anos para os homens.

Quem quiser se aposentar com o salário integral, com o teto hoje de R$ 7.087,22, tem de contribuir por 40 anos.

As pensões por morte não são mais de 100% do valor do benefício recebido pelo trabalhador falecido. As viúvas, viúvos e órfãos têm direito a somente 60% do valor do benefício.

Nos casos das viúvas e viúvos com filhos menores de 21 anos, não emancipados, é pago um adicional de 10% por dependente. O valor é limitado a 100% do benefício ou quatro filhos menores. O filho ou a filha que atingir a maioridade deixa de receber os 10%. A viúva ou viúvo receberão apenas os 60% a que têm direito.

Se o trabalhador que faleceu não era aposentado, a viúva ou viúvo terá direito a 60% da média de todos os salários do falecido, a partir de 1994, e não sobre os 80% maiores salários, como era antes.

Trabalhadores rurais

Antes da reforma, o governo revogou a possibilidade de comprovação de atividade no campo por meio de declaração do sindicato dos trabalhadores rurais. O trabalhador rural poderá fazer uma autodeclaração de atividade no campo, cuja veracidade será comprovada por órgãos públicos. Isso valerá apenas até 2023.

Depois, a autodeclaração não será mais aceita e o trabalhador rural terá de se inscrever no Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS) para comprovar o tempo de serviço no campo e ter acesso ao benefício.  O banco de dados que alimenta o CNIS é o Cadastro do Agricultor Familiar (CAF).

Segundo a Confederação Nacional dos Trabalhadores da Agricultura (Contag) isso é preocupante porque a Previdência vai reconhecer direitos baseados no CNIS rural. Na prática, a previdência tem um enquadramento e o CAF tem sua própria lei. Com isso, parte dos mais de 15 milhões de agricultores, mesmo não estando enquadrados no CAF, mas que se enquadram no INSS, correm o risco de ficar de fora dos seus direitos previdenciários.

Aposentadoria por incapacidade permanente

Na aposentadoria por incapacidade permanente, antiga aposentadoria por invalidez, o cálculo deixou de corresponder a 100% da média salarial e passou a ser de 60% mais 2% a cada ano extra, com exceção de invalidez por acidente de trabalho.

benefício especial, concedido a quem trabalha exposto a condições prejudiciais à saúde, também passou a ter idade mínima.

Fonte: CUT

 Deputados aprovam crédito suplementar e TJ irá receber R$ 56 milhões 

A Assembleia Legislativa do Estado (ALE) aprovou em segundo turno, nesta terça-feira (07), a abertura de crédito suplementar para o Tribunal de Justiça, o Ministério Público, o Tribunal de Contas do Estado e a Defensoria Pública. O total passa dos R$ 100 milhões.

Os projetos, de autoria do Poder Executivo, destacam que as matérias são de interesse público e estão adequadas à Lei Orçamentária Anual do estado.

Desta forma, o MP receberá um crédito suplementar de R$ 25 milhões para gestão de pessoas, construção, ampliação e reforma de promotorias e sedes administrativas. O TJ irá receber R$ 56 milhões para atender aos programas de trabalho, gestão de pessoas, plano orçamentário, manutenção dos órgãos do Poder Judiciário.

Para o TCE/AL, será destinado o valor de R$ 26.336.386,28 para programas de trabalho e gestão de pessoas. À Defensoria, serão repassados R$ 18.522.395 para atender aos programas de trabalho, a manutenção das atividades do órgão e a ampliação do acesso da população à Justiça.

Os projetos seguem, agora, para a sanção do governador Paulo Dantas.

Fonte: Cada Minuto

UBS Roland Simon suspende entrega de remédios essenciais

Desde ontem, 06/12, que o serviço farmacêutico da Unidade Básica de Saúde Roland Simon, situada na rua Cabo Reis, Vergel, está suspenso, com isso, usuários que dependem de medicamentos essenciais correm risco.

Segundo os funcionários, um curto circuito teria interrompido o fornecimento de energia da farmácia que tem uma rede elétrica própria e o serviço de manutenção já foi acionado, mas, não tem prazo para restabelecer o fornecimento de energia.

Tentamos falar com a direção da UBS Roland Simon, mas fomos informado que e Unidade está sem direção no momento.

Para um usuário, que não quis se identificar, o problema de energia na farmácia já vem se “arrastando há meses e agora caiu de vez”. Ele também indagou sobre a situação: “como fica a distribuição dos remédios que eu preciso?”

Com a palavra o secretário de saúde e o prefeito JHC.

Irã abole polícia da moralidade após protestos em massa

O Irã decidiu abolir a sua “polícia da moralidade”.  Tratava-se de um órgão que tinha como principal função fiscalizar a adequação das vestimentas das pessoas, principalmente mulheres, em relação às leis islâmicas.

A decisão acontece após 3 meses da morte da jovem Mahsa Amini, de 22 anos. Ela foi detida por essa força policial por não usar o véu (hijab) da forma considerada adequada. Durante seu período de custódia, ela foi espancada e morta. Com informação da revista Newseek.

Desde esse fato, ocorrido em setembro deste ano, o país vem enfrentando a maior onda de protestos desde a Revolução Islâmica de 1979.

De acordo com o “Human Rights Activists in Iran” mais de 18 mil manifestantes já foram presos e outros 470 mortos durante a repressão a essas manifestações populares.

Fonte: DCM

PF apreende quase R$ 200 mil em ação contra desvio de armas de CACs para facções criminosas

A Polícia Federal apreendeu quase R$ 200 mil em dinheiro na segunda fase de uma operação que investiga desvio de armas de possíveis Caçadores, Atiradores e Colecionadores (CACs) para facções criminosas. Além da quantia em dinheiro, uma arma 9mm e munições também foram recolhidas, nos municípios de Campo Grande (MS) e Medianeira (PR). Neste sábado (03), um mandado de prisão preventiva foi expedido. As informações são do G1.

Rodrigo Donovan é suspeito de chefiar o esquema de desvio de armas. Ele é empresário ligado a um clube de tiro com sede na capital do Mato Grosso do Sul. A investigação chegou ao suspeito após Narciso Chamorro ser preso com um arsenal no porta-malas de um veículo, no dia 04 de outubro, na cidade. O clube de tiro e o empresário negam envolvimento.

De acordo com o inquérito, a suspeita é de que as armas de CACs seriam desviadas para as organizações criminosas “dedicadas à prática de crimes violentos, como roubos a comércios, bancos e até tomada de cidades”.

Fonte: DCM

Imobiliárias querem comprar escolas públicas repassada para o AL Previdência

Lei aprovada na Assembleia Legislativa facilita venda de prédios públicos para o setor privado

O setor imobiliário já está animado com a possibilidade de comprar alguns prédios repassadas pela Secretaria Estadual de Educação para o AL Previdência, fundo dos servidores estaduais geridos pelo governo do Estado. O interesse maior é o complexo de escolas do CEPA, situado no bairro do Farol e algumas outras unidades escolares localizadas na Ponta Verde, Pajuçara, Mangabeiras e outras áreas nobres. Corretores avaliam como um negócio milionário.

A nova lei abre brechas para que prédios escolares possam ser vendidos para o mercado imobiliário e o dinheiro arrecadado seja revertido para o Fundo Garantidor como forma de diminuir o deficit.

A estratégia que alguns especialistas apontam, é que algumas escolas possam ser abandonadas e depois desativadas para possibilitar as ações comerciais com setor Imobiliário. A lei 8759 que institui o Fundo abre margem para a negociação desses ativos embora o secretário da Fazenda George Santoro negue. Mas, para que ocorra as eventuais negociações desses prédios públicos repassado para o AL Previdência, basta aprovação do Conselho Gestor do fundo e o aval da Assembleia Legislativa.

Para o Movimento Unificado dos Servidores Públicos Estaduais esta é uma forma inaceitável de privatização do patrimônio e dos serviços públicos o movimento promete mobilizar nas ruas e nas ações judiciais para barrar.

Pobreza no Brasil tem aumento recorde e atinge 62,5 milhões

População abaixo da linha de pobreza cresceu 22,7% em um ano e reforça emergência da PEC da Transição para recuperação de políticas sociais destruídas nos últimos seis anos

O número de pessoas vivendo em situação de pobreza no Brasil fechou o terceiro ano de governo Bolsonaro com aumento recorde. Cerca de 62,5 milhões de pessoas enfrentaram essa condição em 2021, o que corresponde a 29,4% da população do país. Entre elas, quase 18 milhões estavam em situação de extrema pobreza.

Os números consideram critérios do Banco Mundial. É o maior contingente de pessoas vivendo em situação de pobreza ou extrema pobreza no Brasil desde 2012, quando o indicador começou a ser verificado pelo IBGE.

Além disso, de 2020 para 2021 houve aumento recorde nestes dois grupos: o contingente abaixo da linha de pobreza cresceu 22,7% (ou mais 11,6 milhões de pessoas) e o das pessoas na extrema pobreza aumentou 48,2% (ou mais 5,8 milhões).

O Banco Mundial adota como linha de pobreza os rendimentos per capita de US$ 5,50 por paridade de poder de compra (PPC). Transportado o critério para a renda mensal, o indicador representa R$ 486 mensais per capita Ou seja, uma família de quatro pessoas com renda mensal inferior a R$ 1.944 se enquadra em situação de pobreza. Já a linha de extrema pobreza é de US$ 1,90 PPC, ou R$ 168 mensais per capita – ou menos de R$ 672/mês para uma família de quatro pessoas.

Destaques da pesquisa

  • Em 2021, pelos critérios do Banco Mundial, 62,5 milhões de pessoas (29,4% da população do Brasil) estavam na pobreza e, entre elas, 17,9 milhões (8,4% da população) eram extremamente pobres.
  • Em 2021, a proporção de crianças menores de 14 anos de idade abaixo da linha de pobreza chegou a 46,2%, o maior percentual da série, iniciada em 2012.
  • A proporção de pretos e pardos abaixo da linha de pobreza (37,7%) é praticamente o dobro da proporção de brancos (18,6%).
  • As regiões Nordeste (48,7%) e Norte (44,9%) tinham as maiores proporções de pessoas pobres na sua população.
  • Em 2021, o rendimento domiciliar per capita caiu para R$1.353, o menor nível desde 2012.
  • Índice de Gini voltou a crescer e chegou a 0,544, segundo maior patamar da série.

Em 2021, a proporção de crianças menores de 14 anos de idade abaixo da linha de pobreza chegou a 46,2%, o maior percentual da série, iniciada em 2012. Esta proporção tinha caído ao seu menor nível (38,6%) em 2020, mas teve alta recorde.

A proporção de pretos e pardos abaixo da linha de pobreza (37,7%) é praticamente o dobro da proporção de brancos (18,6%).

O percentual de jovens de 15 a 29 anos pobres (33,2%) é o triplo dos idosos (10,4%). Ainda em 2021, cerca de 62,8% das pessoas que vivem em domicílios chefiados por mulheres sem cônjuge e com filhos menores de 14 anos estavam abaixo da linha de pobreza.

No recorte regional, Nordeste (48,7%) e Norte (44,9%) tinham as maiores proporções de pessoas pobres na sua população. No Sudeste e também no Centro-Oeste, 20,6% (ou um em cada cinco habitantes) estavam abaixo da linha de pobreza. O menor percentual foi registrado no Sul: 14,2%.

Renda do trabalho despenca entre os mais pobres

O rendimento do trabalho representava 75,3% do total de rendimentos da população, enquanto os benefícios de programas sociais representavam 2,6%. No entanto, entre os que recebiam até ¼ de salário-mínimo per capita, o rendimento do trabalho representava 53,8%, enquanto a parcela proveniente de programas sociais chegava a 34,7%. “São domicílios mais vulneráveis e com acesso limitado ao mercado de trabalho. Por isso, os programas sociais acabam tendo maior impacto”, afirma o analista de pesquisa do IBGE André Simões.

Em 2021, o rendimento médio domiciliar per capita chegou ao menor nível da série histórica, iniciada em 2012: R$ 1.353. “A recuperação do mercado de trabalho em 2021 não foi suficiente para reverter as perdas de 2020. Isso e a redução dos valores do Auxílio-Emergencial, podem ajudar a explicar esse resultado”, explica.

A situação dramática explica a necessidade apontada pelo futuro governo para que a PEC da Transição seja aprovada pelo Congresso. A proposta de emenda Constitucional apresentada pelo Gabinete da Transição prevê que o Bolsa Família de R$ 600 reais, mais R$ 150 por criança de até 6 anos, fique fora do tetro de gastos por quatro anos para que o país possa se reerguer dos estragos causados à políticas sociais nos últimos seis anos.

Pior para mulheres e negros

Considerando-se o rendimento médio per capita, os homens (R$ 1.393) receberam 5,9% a mais do que as mulheres (R$1.315). Na comparação com 2020, o recuo nesse rendimento foi de 6,9%, sendo maior para mulheres (7,5%) do que para homens (6,4%). Considerando o início da série histórica, a redução média anual foi de 4,5%, mas mulheres (-5,9%) perderam mais que os homens (-3,0%).

Ao longo da série, pretos e pardos permanecem ganhando metade do rendimento dos brancos e em 2021 não foi diferente: respectivamente, R$ 949 contra R$ 1.866. Ambos os rendimentos recuaram frente a 2020, mas pretos e pardos (8,6%) perderam mais do que os brancos (6%).

O rendimento per capita recuou em todas as regiões, entre 2020 e 2021, com mais intensidade no Nordeste (-12,5%) e no Norte (-9,8%).

pobreza no Brasil

Desigualdade atinge segundo maior patamar da série

Em 2021, o Índice de Gini aumentou e atingiu o patamar de 2019, o segundo maior da série, indo a 0,544 – o maior foi em 2018 (0,545). Considerando o início da série, em 2012, essa taxa reduziu até 2015 e cresceu até 2018. Dado os efeitos da distribuição dos programas emergências de transferência de renda por conta da pandemia da Covid-19, o índice havia caído em 2020.

Em termos regionais, em 2021, a região Nordeste possuía o Gini mais elevado (0,556) e a região Sul, o menor (0,462). Já entre os estados, o índice foi de 0,424 em Santa Catarina enquanto em Roraima atingiu 0,596, uma diferença de 40,6%.

Fonte: Rede Brasil Atual

Entidades rejeitam a privatização das 304 escolas e cobram explicações sobre rombo no AL Previdência

Convocados pela CUT, representantes de sindicatos de servidores públicos estaduais de Alagoas, se reuniram hoje de manhã (01/12), para discutir o projeto de lei aprovado às pressas na Assembleia Legislativa que transfere 304 escolas estaduais para o AL Previdência e a grave situação fundo previdenciário dos servidores estaduais.
Durante a reunião a presidenta do Sinteal Consuelo Correia, relatou que o projeto enviado pelo governador Paulo Dantas (MDB) foi aprovado pelos deputados sem nenhuma discussão com os servidores públicos, o que provocou indignação na categoria. “Não houve discussão do projeto de lei, como é que se aprova um projeto desse sem discussão?” questionou a dirigente sindical, que também questionou o fato da apreciação do projeto ter sido sumária e em plena Copa do Mundo, onde a atenção é desviada para os jogos da seleção brasileira. “Não houve sequer uma audiência pública para tratar do assunto”, finalizou Consuelo.
Para o presidente do Sindicato dos Servidores Detran, Clayberson Torres, a categoria “está muito preocupada com futuro das aposentadorias e que existe pouca transparência sobre a real situação do AL Previdência”.
A falta de informação sobre a real situação do fundo previdenciário dos servidores também foi compartilhada pela representante do Sindicato dos Nutricionistas e dos Servidores da Uncisal.Já o vice-presidente do Sinduneal, professor Luizinho, cobrou providências imediatas a respeito do alegado “rombo” no AL Previdência, motivou que serviu de base para a transferência das escolas.
Os representantes das entidades sindicais rejeitaram a transferência das 304 escolas para o AL Previdência e vão cobram do governador explicações sobre o alegado rombo nas contas do fundo, vão também exigir transparência e participação das entidades representativas na gestão, além de iniciarem uma campanha de esclarecimentos acerca do AL Previdência em suas bases . Os sindicatos também decidiram realizar uma nova reunião do dia 12, na sede da CUT e a realização de um seminário para discutir a situação do fundo previdenciário com a participação de representantes dos movimentos sindicais de Alagoas e do Rio de Janeiro, para tomar as medidas jurídicas cabíveis e organizar a partir de janeiro, uma grande mobilização.

Brasil volta a estar entre países com maior número de mortes pela covid-19

A expansão da covid-19 no Brasil volta a ganhar força e o país retorna à posição de destaque na lista de locais mais afetados pela pandemia no mundo. Dados publicados pela OMS (Organização Mundial da Saúde) nesta quarta-feira apontam que o aumento na taxa de mortes no Brasil por conta do vírus foi de 113%, em comparação aos sete dias anteriores.

Com isso, o país ocupa a terceira posição, com 535 casos de mortes na semana que terminou no dia 27 de novembro. Nesse período, foram 8,4 mil óbitos no mundo, uma queda de 5% em comparação à semana anterior.

A liderança continua sendo dos EUA, com 2,6 mil mortes na semana e um aumento de 16%. O segundo lugar é do Japão, com mil novos óbitos e um aumento de 42%.

Por semanas, o Brasil havia desaparecido da lista dos cinco locais com maior número de mortes no planeta. Mesmo distante das taxas registradas no auge da pandemia, a situação revela que a pandemia ainda não pode ser ignorada.

Em termos de novos casos de contaminação, a covid-19 também avança de forma importante no Brasil. Na semana, foram 150 mil novas infecções. Enquanto o aumento no Brasil foi de 64% na semana, no mundo a taxa de expansão foi de apenas 2%, para um total de 2,6 milhões de novos caso.

A taxa voltou a colocar o Brasil como o segundo local com maior número de novos casos na região, superado apenas pelos EUA, com quase 300 mil casos.

No total, segundo a OMS, a pandemia já contaminou 637 milhões de pessoas no mundo, além de fazer 6,6 milhões de mortos. A taxa, porém, se refere apenas ao número oficial. A própria OMS estima que o impacto real da crise seria duas ou três vezes maior.

Fonte: Uol

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