CUT e centrais realizam atos contra taxa de juros

Em ato em São Paulo contra a alta da taxa de juros praticada pelo BC, presidente da CUT nacional critica manutenção da atual direção do banco, indicada por Bolsonaro, que favorece apenas os mais ricos

No ato pela redução da taxa básica de juros (Selic), hoje em 13,75% ao ano, e a favor da democratização do Conselho de Administração dos Recursos Fiscais (CARF), -, realizado nesta terça-feira (21), em São Paulo, o presidente da CUT nacional, Sérgio Nobre, ressaltou que um dos objetivos dos trabalhadores que batalharam para eleger Lula (PT) é a imediata mudança nos rumos da política monetária implementada pelo presidente do Banco Central (BC), Campos Neto. A atual política de juros altos privilegia apenas os mais ricos, disse.

Sérgio Nobre destacou que a eleição em outubro do ano passado foi para mudar o país com mais emprego, transporte e segurança, mas que com a atual taxa de juros, isso não será possível.

“Campos Neto é um sabotador do nosso país. Por isso, nós queremos dar o recado aqui: esses caras que estão reunidos nesse conselho monetário [Copom], dizem que são independentes, mas eles foram capturados pelo sistema financeiro”, disse o presidente da CUT se referindo ao Comitê de Política Monetária do BC, que está reunido para decidir se mantém a taxa, aumenta ou reduz. A reunião termina na noite desta quarta-feira (21).

“É tudo banqueiro e nós queremos fazer parte desse conselho junto com o povo que produz. Não pode ser apenas banqueiros mexendo na taxa de juros”, acrescentou.

A visão de Brasil deles e a economia deles foram derrotadas em outubro. E [eles] têm que ter vergonha na cara, pegar o boné e ir embora. Fora Campos Neto, sanguessuga da classe trabalhadora- Sérgio Nobre

O presidente do BC se mantém à frente do comando do banco porque a instituição se tornou autônoma em 2021, o que impede mudanças na sua direção por parte do novo governo. O mandato de Campos Neto, indicado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), termina só no dia 31 de dezembro de 2024.

O ato pela queda dos juros que reuniu representantes das centrais sindicais: Força Sindical, CTB, UGT, CSB, NCST, CSP Conlutas, Intersindical, A Pública -, e movimentos sociais como o Povo sem Medo e Frente Brasil Popular. Em todo o país foram realizados protestos.

O tom dos discursos de representantes dos sindicatos e das demais centrais no ato em São Paulo, foi crítico ao rentismo, à administração de Campos Neto que privilegia os mais ricos com as taxas altas de juros que favorecem a especulação financeira em detrimento da maioria do povo brasileiro que tem de pagar mais de 400% ao ano dos juros do cartão de crédito rotativo, nas prestações da casa própria ou de qualquer outro bem comprado em parcelas.

Roberto Parizotti
Presidente da CUT (com microfone) e dirigentes das centrais sindicais

A presidenta da Contraf-CUT e vice presidenta da Central Única dos Trabalhadores, Juvandia Moreira, reforçou que somente com a queda dos juros a economia do país voltará a crescer, beneficiando a maioria do povo brasileiro.

“Essa luta contra a alta do juro é sua, é nossa. Essa luta vai definir se a gente vai ter emprego amanhã, ou não. Se vamos ter renda, ou se não gente vai estar na rua sem lugar para morar. Para ter um país melhor é preciso que o presente do Banco Central reduza a taxa de juros.  É essencial para o povo, para que a economia cresça”, disse.

Em seu discurso, a dirigente ressaltou que os juros altos encarecem toda a economia, o governo gasta mais e tem menos dinheiro para construir escolas, creches hospitais, e outros investimentos públicos, além do povo ter de pagar mais na compra de um produto ou na obtenção de crédito. O povo gasta mais para comprar geladeira e televisão; vai pegar empréstimo fica mais caro e isso é culpa do Banco Central.

Juvandia foi uma das críticas à atual direção do BC que Lula só poderá mudar os nomes em 2024. Até lá, o país terá de conviver com a política econômica do ex-ministro da Economia, Paulo Guedes e do antecessor de Lula, que sempre privilegiou o rentismo, o capital em detrimento do desenvolvimento do país com distribuição de renda e investimentos sociais. Por fim, Juvandia convocou a população a procurar deputados e senadores para que convoquem o presidente do BC para explicar no Congresso Nacional a atual taxa de juros.

“Entre nas redes sociais, compartilhe comente, conversa com seu deputado, com o seu senador. Esse cara que está aí [Campos Neto] não representa a vontade do povo brasileiro. A vontade do povo brasileiro é um Brasil que cresça, gere emprego e renda, com crédito acessível, com emprego para que possa viver bem”, concluiu.

Durante o ato, os manifestantes fizeram um churrasco de sardinha, numa metáfora para o pequeno, o mais pobre, que é devorado pelos tubarões – os ricos do país.

O que é o Conselho de Administração dos Recursos Fiscais (CARF)?

O CARF, órgão vinculado ao Ministério da Fazenda, é responsável por julgar os processos administrativos referentes a impostos, tributos e contribuições, inclusive da área aduaneira (importação e exportação).

A composição do CARF

O Conselho é composto por 180 conselheiros. A metade (90) é de representantes dos contribuintes (empresas e trabalhadores) e os outros 90, técnicos do Ministério da Fazenda.

Só que a proporção é desigual. Dos 90 membros que representam os contribuintes, apenas seis são conselheiros indicados pelas centrais sindicais. Todas as demais vagas (84) são distribuídas aos diversos setores empresariais, como o de energia, comércio, indústria, agricultura, transportes e, inclusive, o setor financeiro.

O que fazem esses conselheiros?

Eles julgam processos em que os contribuintes se sentiram prejudicados por cobranças feitas pela Administração Tributária. Ou melhor, eles julgam as ações movidas contra devedores de impostos no país.

O problema é que nas votações que dão empate, a decisão é sempre favorável ao devedor do imposto de renda. Com esse poder em mãos os setores empresariais, os grandes sonegadores, são beneficiados e não pagam as dívidas. Os recursos são julgados procedentes o que exime as empresas de responderam na Justiça pela sonegação.

Fonte: CUT

Sindicalistas fazem ato contra taxa de juros em Maceió

Dezenas de sindicalistas protestaram nessa terça-feira, 21/03, contra a alta taxa de juros praticada pelo Banco Central. O protesto ocorreu na rua do Livramento, em frente a Agência do Branco do Brasil, no centro de Maceió.

O movimento que ocorreu a nível nacional, foi organizado pela CUT e sindicatos filiados e reivindica redução da taxa básica de juros (Selic), hoje em 13,75% ao ano, e a favor da democratização do Conselho de Administração dos Recursos Fiscais (CARF). Para a presidente da CUT Alagoas, Rilda Alves, “os juros altos atrapalham a retomada do crescimento econômico e a geração de emprego e renda”.

O movimento sindical que batalhou para eleger Lula (PT) defende uma imediata mudança nos rumos da política monetária implementada pelo presidente do Banco Central (BC).

CONCEITO COM PRECONCEITO

Flávio Show – Funcionários dos Correios

O debate sobre a mulher, que é extremamente importante, está tomando um outro rumo. Desde a pataquada menstruada pelo Dedutado Nikolas no Dia da Mulher, o que mais se viu de lá para cá, foi ouvir sair das bocas sujas de sangue da Direitinha Golpista o conceito de mulher e que nos remeteu ao quarto mais escuro de uma caverna, onde habitou um Homo Sapiens com apenas um neurônio.
Conceito de mulher?!

Depois da mamadeira de pênis, do banheiro unissex de Sodoma e Gomorra, a pauta agora, para os ditos cidadãos de bem, tem a mulher, que é uma mulher em todos os conceitos. Temos aí mais um absorvente de votos entre os “guardiões da ética e do bom costume”.

Querer saber o que é uma mulher passa pelas curvas do ridículo, quando se usa isso pra afrontar todas mulheres transexuais, mas essa semana o fato, sem nenhuma dúvida encheu a cabeça dos patriotários da parte nobre brasileira.

Flavio Dino, ao visitar a comunidade da Maré, no Rio, para discutir com lideranças locais, quais devem ser a melhores ações em prol dos moradores da região, foi atacado nas redes por bolsonaristas que disseram que o Ministro foi visitar traficantes e fazer acordos espúrios.
Dino poderia visitar o Vivendas da Barra, mas tem que ir com segurança máxima!
O que é ser um moradora da favela?

Essa pergunta é de fácil conceito na roda de parlamentares da direita.
Para eles, quem mora em comunidades são vagabundos e traficantes, simples assim e que nenhuma autoridade do governo pode subir o morro sem uma tropa com 1000 homens da polícia militar fortemente armados.
O que é ser uma mulher na favela?

Enquanto as comunidades continuarem a sofrer tais preconceitos, onde o poder público só pode entrar com armas em punho sob o pretexto que ali só moram bandidos, nós jamais saberemos o que é uma mulher, que acorda 6 da manhã e trabalha até as 22hs para ganhar um punhado de moedas nas mansões de mulheres, que no mundo ideal, são as verdadeiras mulheres, que devem continuar estampando as placas e outdoors das cidades.
Essa mulher, que a Direita acha ser um modelo para o Brasil, também ganha um punhado de moedas, mas não é trabalhando viu! Pergunte as carpas de Brasília.

Para um deputado que insiste em saber o que é uma mulher, resta perguntar de volta.
De qual mulher Sua Excelência quer saber?

Maceió, 19 de Março de 2023

Pastor é preso após ‘fingir’ ser Deus e fazer sexo com devota

As investigações apontam que o pastor exigiu sexo de fiel de 20 anos “por salvação”

A Polícia Civil do Estado de Goiás cumpriu mandado de prisão preventiva contra o pastor evangélico Márcio Cabral Conceição acusado de abuso sexual mediante fraude contra uma fiel, em Goiânia (GO).

As investigações apontam que o líder religioso, de 41 anos, se utilizou de fraude religiosa para manter relação sexual com a mulher de 20 anos. O autor do crime a convenceu a acompanhá-lo a um hotel de luxo e praticar conjunção carnal, sob o pretexto da salvação de sua alma e de seu marido.

O pastor, que atuou por 7 anos em uma igreja de Goiânia, dizia ser Deus e utilizava da fé da jovem para aterrorizá-la. Em mensagens de WhatsApp divulgadas pela polícia, ele afirma ser “o senhor dos exércitos” e o “criador dos céus e da Terra”.

Na troca de mensagens, após a mulher recusar acompanhar o pastor novamente ao hotel, ele afirma que o marido seria morto a mando de Deus, e que a vítima e filha não seriam “salvas”.

Após relatar o abuso a familiares, a mulher descobriu que a cunhada também foi alvo das investidas do líder religioso. As duas procuraram a 1ª Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam) de Goiânia, onde correram as investigações.

Fonte: Metrópoles

Franceses protestam contra reforma da Previdência de Macron

O fim de semana da França teve início com novos protestos contra a reforma da Previdência, no terceiro dia de mobilizações após o presidente Emmanuel Macron atropelar a votação na Assembleia Nacional para impor a mudança nas aposentadorias.

Proibidos de ocupar a praça da Concórdia, os manifestantes de Paris começaram a se reunir na praça da Itália por volta das 18h do horário local e iniciaram uma caminhada. De acordo com a emissora BFM, há 4.000 pessoas na manifestação, na qual houve confronto quando tentaram atear fogo em latas de lixo e fazer barricadas. Já no começo da tarde, dezenas de manifestantes entraram no shopping Châtelet-Les Halles e abriram faixas de protesto após seguranças do estabelecimento tentarem barrá-los com bombas de fumaça.

Houve manifestações em pelo menos 14 cidades. Segundo o jornal Le Monde, as autoridades contabilizaram 2.000 pessoas em Caen, 1.200 em Saint-Etienne, 6.000 em Nantes, 6.000 em Brest e 1.900 em Bordeaux —números que podem mais do que dobrar de acordo com a contabilização dos organizadores.

Também houve confronto em Bordeaux, onde manifestantes colocaram fogo em lixeiras. A polícia usou gás lacrimogêneo e prendeu nove pessoas.

Greves e mobilizações contra a controversa reforma do presidente aconteciam desde janeiro pacificamente, mas o cenário mudou nos últimos dias. A manobra de Macron, que recorreu ao artigo 49.3 da Constituição para aprovar o projeto de lei do governo sem a chancela parlamentar, deu novo impulso aos protestos.

O dispositivo constitucional, visto como pouco democrático, foi uma aposta radical do governo diante das incertezas sobre a votação na Casa de uma reforma considerada crucial para a agenda reformista de Macron.

Na noite de quinta, 310 pessoas foram presas —258 delas só em Paris, onde cerca de 10 mil manifestantes ocuparam a praça da Concórdia. Na sexta-feira (17), cerca de 4.000 pessoas se reuniram no mesmo local, onde houve um princípio de incêndio. Grupos lançaram sinalizadores e garrafas contra as forças de segurança, que responderam com gás lacrimogêneo; 61 foram presos.

As últimas manifestações levaram a polícia francesa a proibir concentrações neste sábado na praça, que fica em frente ao Parlamento. As pessoas que tentarem se reunir nos locais serão dispersadas e poderão ser multadas, afirmou a polícia à agência de notícias AFP.

“O que eu vou responder aos jovens que me dizem que votar não serve para nada? Eu elegi um deputado que não pode votar. Estamos em plena negação da democracia”, disse à AFP Nathalie, uma mulher de 30 anos que protestava em Besançon.

A proposta aumenta a idade de aposentadoria de 62 para 64 anos até 2030 e adianta para 2027 a exigência de 43 anos de contribuição para acessar a aposentadoria integral —atualmente são necessários 42 anos.

A reformulação também mexe nos chamados regimes especiais —aqueles dedicados a atividades consideradas mais penosas, como as de garis, bombeiros, policiais e enfermeiros, que podem se aposentar antes das demais categorias, teriam a idade mínima elevada de 57 para 59 anos.

Segundo o governo, a reforma vai representar uma economia de € 18 bilhões (cerca de R$ 101 bilhões). Ela representa uma aproximação da França aos parâmetros adotados por outros países da União Europeia, que já elevaram suas idades mínimas de aposentadoria.

A proposta, apresentada em janeiro pela primeira-ministra, Elisabeth Borne, gerou uma articulação intersindical que não se via há pelo menos 12 anos. Uma nova onda de protestos é esperada para a próxima quinta-feira (23), na semana em que deputados da oposição apresentarão duas moções de censura. A aprovação de qualquer uma delas, cenário considerado improvável, anularia o decreto presidencial e forçaria a renúncia de Borne.

Segundo o secretário-geral da CGT, a refinaria da TotalEnergies na Normandia, norte da França, está paralisada desde a noite de sexta. Além disso, lixo se acumula em Paris por causa da greve de garis —os funcionários estão parados há 12 dias. Em assembleia desta sexta, os trabalhadores decidiram continuar a paralisação até pelo menos terça-feira (21). A estimativa é que haja 10 mil toneladas de lixo nas ruas.

Sindicatos de professores também convocaram novas greves para a semana que vem, às vésperas do vestibular unificado francês, enquanto grupos do setor industrial programaram uma greve nacional para a quinta. Já a paralisação dos controladores de tráfego aéreo vai afetar as viagens: na sexta, o governo pediu o cancelamento de 30% dos voos do aeroporto de Orly, na periferia de Paris, e 20% dos de Marselha-Provence, na próxima segunda-feira (20).

Fonte: Yahoo!

Com 1526 disciplinas diferentes, alunos e professores reclamam do novo Ensino Médio

As redes estaduais de ensino do país estão oferecendo ao menos 1.526 opções de disciplinas no novo Ensino Médio, segundo levantamento feito pela Folha de S.Paulo com as Secretarias de Educação estaduais. Criadas sob o argumento de que tornariam essa etapa mais próxima aos interesses dos estudantes, a nova estrutura do currículo escolar vem sofrendo protestos em todo o país.

Estudantes e professores afirmam que as disciplinas foram implementadas de forma desorganizada, sem estrutura nas escolas e preparo do corpo docente para dar aula sobre diversos temas. Eles ainda ressaltam que o itinerário não permite o aprofundamento nas áreas de conhecimento, e na prática, ocupam o tempo na escola com atividades sem benefícios para a formação escolar.

Em algumas escolas, por exemplo, são oferecidas aulas como “RPG-conquistadores do mundo”, “Torne-se um milionário” ou de esportes radicais.

O novo ensino médio foi organizado em duas partes: 60% da carga horária dos três anos dessa etapa são comuns a todos, com as disciplinas regulares. E os outros 40% são formados por optativas.

Desta forma, os alunos devem escolher em qual área querem aprofundar os estudos, entre cinco opções gerais: matemática e suas tecnologias; linguagens e suas tecnologias; ciências da natureza e suas tecnologias; ciências humanas e sociais aplicadas; e ensino técnico profissionalizante.

Bolsonaro é investigado por desvio de R$ 26,4 bilhões do Fundo Pis/Pasep

O Ministério Público Federal (MPF) instaurou um inquérito para investigar a suspeita de um rombo ao patrimônio público no valor de R$ 26,4 bilhões registrado durante o último ano de governo de Jair Bolsonaro. 

O MPF recebeu uma série de denúncias sobre retiradas de recursos do Fundo Pis/Pasep pelo governo Bolsonaro para “emprego em outras finalidades”. Segundo a coluna Radar, da Veja, o inquérito foi aberto no dia 7 deste mês, mas não são conhecidas as autoridades da gestão Bolsonaro que estejam na mira da investigação.

“As questões versadas nos autos ainda demandam diligências para a formação do convencimento ministerial acerca das medidas a serem eventualmente adotadas, não cabendo, por outro lado, o arquivamento do procedimento”, diz o MPF no inquérito, segundo a coluna.

Fundo contábil instituído em 1975 mediante a unificação do fundo do Programa de Integração Social (PIS) com o fundo do Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep), ambos criados em 1970. No PIS, são cadastrados os trabalhadores regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), enquanto que os trabalhadores empregados nas repartições públicas da União, estados, municípios, suas autarquias e empresas públicas são cadastrados pelo Pasep. Desde 1988, o Fundo PIS-Pasep não conta com a arrecadação para contas individuais. 

A Constituição alterou a destinação dos recursos provenientes das contribuições para o PIS e o Pasep, que passaram a ser alocados no Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), para o custeio do programa de seguro-desemprego, do abono salarial e para financiamento de programas por meio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Apesar de a Lei Complementar 26/75 estabelecer a unificação do PIS e do Pasep, os dois programas têm patrimônios e agentes operadores distintos: Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil, respectivamente. (*Com Agência Senado)

Fonte: Brasil 247

MPF vai investigar Jair Bolsonaro por desviar bens públicos em benefício próprio

O ex-presidente e sua esposa serão investigados pelo MPF por peculato no escândalo das joias

O Ministério Público Federal (MPF) abriu um procedimento para investigar Jair Bolsonaro (PL) e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro pelo crime de peculato no caso das joias recebidas da Arábia Saudita, informa a jornalista Mônica Bergamo na Folha de S.Paulo.

O ex-ministro Bento Albuquerque e o ex-secretário da Receita Julio Gomes, que tratou das joias com Bolsonaro por ligação telefônica, também são citados na notícia-crime recebida pelo órgão.

A autora da representação, deputada Luciene Cavalcante (PSOL-SP) afirma que as supostas condutas de Bolsonaro, Michelle, Bento Albuquerque e Gomes para liberar os artigos de luxo são marcadas por “imoralidade, desarrazoabilidade e prejuízo aos cofres públicos” e devem ser investigadas.

O caso foi designado ao procurador da República Caio Vaez Dias, do Distrito Federal. Ele integra o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do MPF no DF. 

Pesa sobre o ex-ocupante do Palácio do Planalto também a suspeita de que as joias foram ofertadas pela monarquia saudita a título de propina. 

Fonte: Brasil 247

Pastor de Igreja Batista de Maceió é citado em depoimento sobre ato terrorista de 08/01

Ademir Almeida da Silva, morador de Maceió, disse à Polícia Federal (PF) que recebeu R$ 400 mensais e citou o nome do pastor Adiel Brandão de Almeida, como sendo o financiador de seus custos mensais em Brasília

Nesta semana, evangélicos bolsonaristas que viajaram a Brasília para participar do ato antidemocrático do dia 8 de janeiro relataram, em depoimentos prestados à Polícia Federal (PF), que igrejas de diversos estados do país bancaram os ônibus e organizaram as caravanas para irem ao evento.

E foi em um desses depoimentos que um pastor de uma Igreja Batista de Maceió foi citado por um homem preso nos ato terrorista como sendo o seu financiador. 

Ademir Almeida da Silva, disse à PF que recebeu R$ 400 mensais e citou o nome do pastor Adiel Brandão de Almeida, como sendo o financiador.

O pastor, em entrevista, negou que financiava os atos mas disse que “cooperou” com a viagem de Ademir, pois ele estaria com pouco dinheiro. Porém, disse que essas despesas não tiveram relação com a Igreja. “Isso é financiar a ida de alguém? Não é”, afirmou o pastor.

O pastor ainda tentou justificar dizendo: “e mesmo que alguém fosse financiar, não é da conta de ninguém não”, concluiu.

É da conta sim pastor, pois financiar ato golpista é crime. E se comprovada a participação como financiador, o pastor Adiel Brandão de Almeida pode ser indiciado no processo que apura a participação e o financiamento do ato terrorista de 08/01.

Redação com Jornal de Alagoas

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