Plebiscito contra privatização da água e saneamento, metrô e trens metropolitanos é lançado em SP

Os movimentos sociais estão engajados em São Paulo na campanha do plebiscito contra privatização da água e saneamento, metrô e trens metropolitanos. A largada foi dada no 05 de setembro e a mobilização está a todo vapor.

Trabalhadores da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), metroviários, ferroviários e de outras categorias, como petroleiros, além da Coordenação dos Movimentos Populares (CMP), Movimento dos Trabalhadores sem Teto (MTST), Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra (MST), parlamentares e militantes de vários partidos, lotaram a quadra dos bancários em São Paulo na campanha contra a privatização da Sabesp, Metrô e Companhia Paulista de Trens Metropolitanos no dia do lançamento do plebiscito, em agora batalham nas ruas contra a política de privatização do governador Tarcísio Freitas.

Com mais de mil, o ato foi dirigido pelos sindicatos – Sintaema, Metroviários e Ferroviários – e teve falas da CUT, CTB, InterSindical, UGT e CSP Conlutas, além dos partidos PT, PCdoB, PSol, PSB e UP, que centraram fogo no projeto do governador bolsonarista Tarcisio, que pretende vender a SABESP o quanto antes.

O plebiscito vai até o dia 4 de outubro. Foram impressas cédulas e distribuídas urnas com objetivo de coletar um milhão de votos, para dialogar com a população, apresentando os prejuízos da venda da Sabesp, que acabaria com a tarifa social e o subsídio cruzado, políticas que atendem comunidades e municípios que não lucram com o saneamento. O subsídio cruzado permite que 310 dos 375 municípios paulistas atendidos pela Sabesp acessem a universalização dos serviços de saneamento.

No plebiscito, a população está chamada a opinar: “você concorda com a privatização da Sabesp, Metrô e CPTM?” Vamos cravar o Não! E barrar esta ofensiva entreguista do governador Tarcísio.

As urnas estarão distribuídas em estações de trem, metrô e nos bairros em escolas, locais de trabalho e lazer na capital e no interior do estado.

Para isso, urge a construção de comitês de base, nos bairros e cidades, reunindo partidos, sindicatos e movimentos populares da região, para organizar o plebiscito e a divulgação dessa luta, questão que infelizmente não foi tocada no ato. Na construção do plebiscito esta lacuna pode ser resolvida: vamos construir comitês que reúnam todos os setores sociais que querem as estatais para o bem público e não beneficiar o capital privado e vamos, unidos, para a luta!

Fonte: O Trabalho

Prefeitura de Maceió ainda não pagou artistas populares que se apresentaram no São João

Os artistas de fora receberam muito dinheiro, já os da terra tiveram baixos cachês e muitos ainda não receberam

Após a repercussão da matéria – Produtores cobram dívidas do ‘São João Massayó… Sol, Mar, Forró 2023’ – publicada no Blog Kléverson Levy, a Prefeitura de Maceió enviou uma nota oficial para justificar a falta de pagamento para para alguns artistas que se apresentaram no “Massayó… Sal, Mar, Forró 2023”e produtores que – ainda – não receberam pela festa realizada em junho deste ano.

No texto enviado pela Secom-Maceió, a assessoria informou – ainda – que “grande parte das apresentações já foi quitada e o restante está sendo regularizado”. Além disso, o Executivo reforçou que ‘ nesta semana pagará mais um grupo estabelecido dentro do cronograma de pagamento’.

A Prefeitura de Maceió garante que nenhum artista que trabalhou no São João Massayó de 2023 ficará sem receber. Grande parte das apresentações já foi quitada e o restante está sendo regularizado. Em tempo, o Município informa ainda que nesta semana pagará mais um grupo estabelecido dentro do cronograma de pagamento“, diz a nota oficial da Prefeitura de Maceió.

Por outro lado, vale lembrar que – mesmo diante da promessa que acontece há meses – os empresários tentarão judicializar a dívida para re-forçar que o prefeito João Henrique Caldas, o JHC (PL), quite o débito do  “maior São João do Litoral do Brasil”, o “Massayó… Sal, Mar, Forró 2023”.

Por fim, vale destacar que a ascensão política e pesquisas dando margem de vitórias ao prefeito de Maceió, em 2024, não podem servir de prêmio ou troféus de uma eleição garantida. Tem muito chão pela frente e muitas situações de bastidores (internas na Prefeitura) que podem se tornar públicas e vir à tona. Será?

É isto!

Fonte: PublicaNew

Lula assume presidência do G20 e propõe força-tarefa contra fome

Nova Delhi, Índia, 10.09.2023 - Presidente Lula recebe muda de árvore em cerimônia no Bharat Mandapam, Plenário da Cúpula. Nova Delhi – Índia. Foto: Ricardo Stuckert/PR

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu, neste domingo (10), a presidência do G20, durante o encerramento da 18ª Cúpula de Chefes de Governo e Estado do grupo, que ocorre em Nova Déli, na Índia. Durante a cerimônia, a liderança do bloco foi transmitida do primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, para Lula.

A presidência brasileira no G20 terá três prioridades: a inclusão social e a luta contra a desigualdade, a fome e a pobreza; o enfrentamento das mudanças climáticas e a promoção do desenvolvimento sustentável em suas dimensões econômica, social e ambiental; e a defesa da reforma das instituições de governança global, que reflita a geopolítica do presente.

“Todas essas prioridades estão contidas no lema da presidência brasileira, que diz ‘Construindo um Mundo Justo e um Planeta Sustentável’”, disse Lula durante discurso no encerramento do encontro. Ele anunciou que serão criadas duas forças-tarefas: a Aliança Global contra a Fome e a Pobreza e a Mobilização Global contra a Mudança do Clima.

O presidente brasileiro lembrou a tragédia no Rio Grande do Sul em decorrência da passagem de um ciclone extratropical. De acordo com o último balanço, divulgado às 18h deste sábado (9), o estado contabiliza 41 mortes e 46 pessoas seguem desaparecidas. São 88 municípios em estado de calamidade pública.

“Isso nos chama a atenção porque fenômenos como esse têm acontecido nos mais diferentes lugares do nosso planeta”, apontou. Ontem (9), durante discurso em outro evento da cúpula, Lula cobrou recursos de países ricos contra aquecimento global. “A natureza continua dando demonstração de que nós precisamos cuidar dela com muito mais carinho”, acrescentou o presidente. 

O G20 reúne 19 das maiores economias do mundo e a União Europeia. A União Africana também tornou-se membro permanente durante a cúpula na Índia.

Combate à fome

“Precisamos redobrar os esforços para alcançar a meta de acabar com a fome no mundo até 2030, caso contrário estaremos diante do maior fracasso multilateral dos últimos anos. Agir para combater a mudança do clima exige vontade política e determinação dos governantes, e também recursos e transferência de tecnologia”, disse Lula, sobre as linhas basilares da presidência brasileira.

Ele também destacou a necessidade de que países emergentes tenham mais participação nas decisões do Banco Mundial e do Fundo Monetário Internacional (FMI). “A insustentável dívida externa dos países mais pobres precisa ser equacionada. A OMC [Organização Mundial do Comércio] tem que ser revitalizada e seu sistema de solução de controvérsias precisa voltar a funcionar. Para recuperar sua força política, o Conselho de Segurança da ONU precisa contar com a presença de novos países em desenvolvimento entre seus membros permanentes e não permanentes”, defendeu.

G20 no Brasil

A presidência brasileira começa em 1º de dezembro de 2023 e se encerra em 30 de novembro de 2024. A agenda do G20 será decidida e implementada pelo governo do Brasil, com apoio direto da Índia, última ocupante da presidência, e da África do Sul, país que exercerá o mandato em 2025. Esse sistema é conhecido como troika e é um dos diferenciais do grupo em relação a outros organismos internacionais.

Entre dezembro de 2023 e novembro de 2024, o Brasil deverá organizar mais de 100 reuniões oficiais em várias cidades do país, que incluem cerca de 20 reuniões ministeriais, 50 reuniões de alto nível e eventos paralelos. O ponto alto será a 19ª Cúpula de chefes de Estado e governo do G20, nos dias 18 e 19 de novembro de 2024, no Rio de Janeiro.

De acordo com Lula, no G20, o Brasil pretende organizar os trabalhos em torno de três orientações gerais. Primeiro, ele propõe uma aproximação entre a trilha de política, mais ampla e onde se discutem políticas públicas, e a trilha de finanças, onde se discutem as questões de financiamento, de forma que “se coordenem e trabalhem de forma mais integrada”. “Não adianta acordarmos a melhor política pública se não alocarmos os recursos necessários para sua implementação”, avaliou.

A presidência brasileira deve criar ainda um canal de diálogo entre os líderes e a sociedade civil, assegurando que os grupos de engajamento da sociedade, entidades de classe e órgãos públicos tenham a oportunidade de reportar suas conclusões e recomendações aos representantes de governo.

Para o presidente, também é preciso evitar discussões sobre questões geopolíticas, como guerras, para não esvaziar a agenda de discussões das várias instâncias do bloco. “Não nos interessa um G20 dividido. Só com uma ação conjunta é que podemos fazer frente aos desafios dos nossos dias. Precisamos de paz e cooperação em vez de conflitos”, disse.

Agenda internacional

É a primeira vez que o Brasil assume a presidência do G20 desde a sua criação, em 1999. O país esteve presente desde o início, quando as 20 maiores economias do mundo se reuniram com o objetivo de buscar uma solução para a grave crise financeira que abalou todos os mercados e que levou à quebra de um número enorme de bancos e outras companhias.

O grupo reunia, à época, apenas ministros de finanças e presidentes de bancos centrais. Em 2008, para enfrentar nova crise financeira internacional, passou a ter o formato atual, com chefes de Estado e de governo.

“Nossa atuação conjunta nos permitiu enfrentar os momentos mais críticos, mas foi insuficiente para corrigir os equívocos estruturais do neoliberalismo. A arquitetura financeira global mudou pouco e as bases de uma nova governança econômica não foram lançadas. Novas urgências surgiram, os desafios se acumularam e se agravaram, vivemos num mundo em que a riqueza está mais concentrada, em que milhões de seres humanos ainda passam fome, em que o desenvolvimento sustentável está sempre ameaçado, em que as instituições de governança ainda refletem a realidade de meados do século passado”, alertou Lula em seu discurso em Nova Déli.

Para ele, a redução das desigualdades deve estar no centro da agenda internacional. “Só vamos conseguir enfrentar todos esses problemas se tratarmos da questão da desigualdade. A desigualdade de renda, de acesso à saúde, educação e alimentação, de gênero e raça e de representação está na origem de todas essas anomalias”, destacou.

Além dos líderes dos países-membros do G20 – África do Sul, Alemanha, Arábia Saudita, Argentina, Austrália, Brasil, Canadá, China, Coreia do Sul, Estados Unidos, França, Índia, Indonésia, Itália, Japão, México, Reino Unido, Rússia, Turquia e União Europeia –, participaram da cúpula, na condição de convidados da presidência indiana, os líderes de Bangladesh, Egito, Emirados Árabes Unidos, Espanha, Maurício, Nigéria, Omã, Países Baixos, Singapura e União Africana.

O principal documento resultante da 18ª Cúpula do G20 foi a Declaração de Líderes, que incluiu temas como necessidade do desenvolvimento sustentável, da cooperação econômica e científica, de ações contra desigualdade e da redução do sofrimento causado pelas guerras.

A presidência da Índia iniciou-se em dezembro de 2022 sob o lema Uma Terra, Uma Família, Um Futuro. Durante o período, o G20 teve como prioridades gerais estilos de vida sustentáveis, tecnologia, crescimento inclusivo, multilateralismo e liderança de mulheres.

Fonte: Agência Brasil

SEM ALTERAÇÃO NO DIA 07

Flávio Show – Funcionário dos Correios

Maceió, 10 de Setembro de 2023

“Permissão concedida” , assim Lula deu inicio ao desfile do 07 de Setembro. Uma espécie de ” Eu autorizo” do bem, diferentemente daquilo que o Excrementissimo ouviu dos seus lunáticos seguidores no último ano do seu catastrófico mandato.
O desfile da Independência teve de tudo, desde o Zé Gotinha em cima do carro dos bombeiros até a famosa moto pirâmide, tudo normal no cerrado.
Nesse ano não desfilou os “patriotas”, pedindo o fechamento do STF, não desfilou os cristãos com a camisa da seleção, suada e com odor de naftalina, pedindo intervencao militar, não desfilou as senhorinhas com a bíblia na mão, que num futuro próximo marchariam para a quebradeira da Praça dos Três Poderes, não vimos desfilar tratores e caminhões do Agro, financiados com dinheiro público do BNDES, não teve brasileiros saindo dos seus sítios para pedir um tal de Estado de Sítio, não desfilou a ira sob as urnas eletrônicas, não desfilou famílias com seus tanques cheios de cloroquina e muito menos ivermectina, o 07 de Setembro voltou a ser aquele 07 de Setembro, com os mesmas cores, no entanto, sóbrio e sem ódio.

Na esteira da semana da independência, o grito do Ypiranga veio da prisão, dado pelo ajudante de ordens do ex. Mauro Cid resolveu fazer a delação premiada e isso caiu como um morteiro no colo da Michelle e do Bolsonaro, mas calma, falta o STF autorizar. Oi? O Xandão autorizou?
Cid livre!
Então, segue o desfile e
a régua do tempo agora está dividida assim: AC/DC, antes de CID e depois de CID. Tudo indica que Mijóias pode se transformar em Mijaulas.
“Ouremos” !

Lula desfila na Índia como o novo Presidente do G20 com um objetivo muito simples, tentar entrar no grupo do G7. São 13 posições que Lula tenta conquistar para que o Brasil da independência, seja um Brasil independente.
Porém antes de ir, para o país indiano, Lula protagonizou uma cena que bombou nas redes. Ele ao se aproximar de um pé de jabuticaba e comer algumas, disse uma frase que ficou marcada; quem planta, colhe. Ficou claro que Lula se referia ao atos que o ex presidente, que gosta mais de jóias, que jabuticabas, praticou nos últimos 4 anos do seu mandato e pelo andar da carruagem, esse desfile o levará muito além do Eixo Monumental, marchando mais alguns quilômetros até a Papuda. Bolsonaro conseguiu trocar a jabuticaba doce do Palácio, por uma quentinha azeda com frango xadrez, no xadrez!
Eu autorizo!

Moraes confirma delação premiada de Cid e deixa Bolsonaro mais encrencado

Na decisão, o ministro do STF determinou a Mauro Cid o cumprimento de uma série de medidas cautelares e o afastou do Exército. Ex-ajudante de ordens do governo Bolsonaro estava preso desde 3 de maio, acusado de fraudar cartões de vacinação

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes homologou neste sábado (9) o acordo de delação premiada do tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Na decisão, o ministro concedeu liberdade provisória a Cid, mas determinou o cumprimento de uma série de medidas cautelares, como uso de tornozeleira eletrônica, limitação de sair de casa aos finais de semana e também à noite, e afastamento das funções do Exército.

O ex-ajudante de ordens também teve suspensos seus passaportes, o porte de arma de fogo e o registros de Colecionador, Atirador Esportivo e de Caça (CAC). Além de estar proibido de fazer uso de redes sociais e falar com outros investigados, inclusive por meio de seus advogados. As exceções são a mulher, filha e pai dele. As determinações de Moraes atendem a homologação do acordo de colaboração fechado com Cid e a Polícia Federal.

Na quarta (6), o ministro recebeu em seu gabinete a proposta de delação referente ao inquérito das milícias digitais, que apura a existência de uma organização criminosa que teria a finalidade de atentar contra o Estado Democrático de Direito, e investigações conexas, como a que apura o desvio de joias e presentes de governos estrangeiros na gestão Bolsonaro. O ex-ajudante de ordens está preso desde o dia 3 de maio, acusado de fraudar cartões de vacinação dele, de sua família e de Bolsonaro e filha.

Do silêncio à delação

Cid vinha se mantendo em silêncio nas oitivas. Mas adotou postura de maior cooperação com autoridades policiais após mudar de defesa, em agosto. Seu advogado Cezar Bitencourt chegou a afirmar em entrevista à Revista Veja que o cliente assumiria que vendeu, nos Estados Unidos, as joias recebidas por Bolsonaro, atendendo as ordens do então presidente. No dia seguinte, porém, o advogado deu uma versão diferente na Globonews, afirmando que Cid prestaria “esclarecimentos”. No final do mesmo mês, o ex-ajudante de ordens passou a prestar vários depoimentos à PF, em meio à negociação sobre a delação.

Ao justificar sua decisão neste sábado, Moraes destacou que “a manutenção da prisão não se revela, portanto, adequada e proporcional, podendo ser eficazmente substituída por medidas alternativas”.

Fonte: Rede Brasil Atual

G20: Lula associa descompromisso com o meio ambiente à tragédia no RS

Nova Delhi, Índia, 09.09.2023 - Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, participa da abertura da Cúpula do G20 – Sessão I: “Uma Terra”, em Nova Delhi, Índia. Foto: Ricardo Stuckert/PR

Na Índia, com a cúpula de chefes de Estado do G20, Lula falou sobre “emergência climática sem precedentes” e citou caso no Rio Grande do Sul

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre as 41 mortes registradas – até o momento – após a passagem do ciclone extratropical pelo Rio Grande do Sul. Para o chefe do Executivo brasileiro, a tragédia está ligada ao descompromisso com a emergência climática. A fala ocorreu durante discurso na abertura da 18ª Cúpula do G-20, que ocorre em Nova Delhi, na Índia.

“O descompromisso com o meio ambiente nos leva a uma emergência climática sem precedentes. O aquecimento global modifica o regime de chuvas e eleva o nível dos mares”, disse Lula.

Em seguida, o presidente reforçou que as mudanças fazem com que as secas, enchentes e queimadas se tornem mais frequentes. Lula, então, lembrou a tragédia no Sul do Brasil.

“Agora mesmo no Brasil, o estado do Rio Grande do Sul foi atingido por um ciclone que deixou milhares de desabrigados e dezenas de vítimas fatais”, pontuou.

“Os efeitos da mudança do clima não são sentidos por todos da mesma forma. São os mais pobres, mulheres, indígenas, idosos, crianças, jovens e migrantes os mais impactados”, enfatizou o titular da República.

Fonte: Metrópoles

Até que enfim esse ano o Sindsaúde fará uma eleição!

É a fala de muitos servidores. Segundo muitos: tá mais do que na hora de mudar.

Pensando assim, um grupo de servidores da Secretária da Saúde do Município de Maceió, está se organizando para disputar as eleições sindicais, previstas para ainda esse ano.

Mas será realmente que teremos essa eleição?

Segundo a servidora municipal, Merielle Souza, a diretoria do Sindsaúde ainda não informou as datas para inscrição da chapa e nem o dia que ocorrerá essa eleição. Informações cobradas continuamente por aqueles que acreditam na necessidade de mudar a atual direção que se mantém nessa gestão há 14 anos.

Apesar do estatuto preconizar apenas dois mandatos, a atual direção fez a dança das cadeiras, mudando as funções, mas, permanecendo os atores.

Segundo o movimento de oposição, a última eleição sindical deveria ter ocorrido em 2021 – período do distanciamento social devido a pandemia do Covid 19 – mas, apoiando-se nessa situação, a direção conseguiu prorrogar o seu mandato por mais dois anos. Segundo Ata da assembleia dessa prorrogação, no dia 01 de janeiro de 2024 encerra-se o atual mandato.

A oposição aguarda a divulgação do edital para inscrição da chapa e realização da eleição de forma transparente e limpa.

Para renovar o sindicato a oposição conta com servidores de diversas categorias – administrativo, agentes de saúde, saúde bucal, enfermagem, psicólogo, vigilância sanitária e médico – e pela primeira vez, uma mulher como representante.

Merielle afirma que não está nessa missão sozinha, todos os componentes dessa chapa estão caminhando lado a lado, determinados a construir uma gestão transparente e atuante.

O que tem sido falado pela base é que a proposta de uma chapa de oposição têm sido bem recebida, já que a diretoria tem sido questionada por diversas situações que vem desagradando a maioria dos servidores.

A eleição do Sindsaúde promete. Com a palavra a categoria!

Terremoto deixa mais de mil pessoas mortas no Marrocos

Epicentro dos tremores ocorreu nas montanhas do Alto Atlas e atingiu o centro de Marrocos, nesta sexta. Número de vítimas, que já faz desse terremoto o mais letal desde 1960, ainda é preliminar, segundo o Ministério do Interior

Um forte terremoto atingiu o Marrocos na noite dessa sexta-feira (8) e deixou pelo menos 1.037 pessoas mortas e mais de 1.200 feridas. Os números ainda são preliminares, de acordo com o Ministério do Interior do país, e o total de vítimas pode aumentar.

O tremor ocorreu por volta das 23h11 no horário local – 19h30 em Brasília –, e atingiu magnitude 6,8 nas montanhas do Alto Atlas. O local está a 70 quilômetros do sul de Marrakesh, cidade histórica e onde se concentra o maior número de mortos. O abalo também foi sentido com força em Al Haouz, Ouarzazate, Marrakesh, Azilal, Chichaoua e Taroudant. Segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos, o sismo aconteceu a uma profundidade de 18,5 quilômetros e foi o mais forte a atingir a região nos últimos 100 anos, pelo menos, estima o USGS – na sigla em inglês.

Embora terremotos nesta região sejam comuns devido à sua localização entre as placas africana e euroasiática, o abalo do tamanho do desta sexta foi anormal. Desde 1900, foram registrados nove sismos com magnitude 5 ou superior, mas nenhum deles teve magnitude superior a 6. Ainda com número de vítimas indefinido, o tremor também é mais letal do país em cerca de 30 anos. Em 2004, ao menos 628 pessoas morreram e 926 ficaram feridas quando um terremoto atingiu Alhucemas, no nordeste do país.

Cenário de destruição

A televisão estatal Al-Aoula reportou nesta sábado (9) vários edifícios desabados perto do epicentro e um cenário de destruição. Na cidade antiga de Marrakesh, um Patrimônio Mundial da Unesco e densamente povoada, casas desabaram e trechos de ruas foram destruídas. Durante à noite, pessoas vasculhavam escombros manualmente em busca de sobreviventes, enquanto esperavam por equipamentos adequados, conforma relatou o morador Id Waaziz Hassan à agência Reuters.

“A população nessa região vive em estruturas altamente vulneráveis a abalos sísmicos”, afirmou o USGS. O terremoto danificou partes das muralhas históricas de Marrakech, de acordo com a TV estatal do país. As fortificações são um conjunto de muralhas defensivas que circundam os bairros históricos de Marrakech e foram construídas pela primeira vez no início do século XII.

O chefe da cidade de Talat N’Yaaqoub, Abderrahim Ait Daoud, declarou ao site de notícias marroquino 2M que várias casas em cidades da região de Al Haouz também desabaram parcial ou totalmente. Desde então, a eletricidade foi cortada e há estradas bloqueadas em alguns trechos.

Ajuda internacional

Diante da tragédia, o porta-voz da ONU, Stephane Dujarric, informou em comunicado que “as Nações Unidas estão prontas para ajudar o governo marroquino”. Autoridades de outros países também ofereceram ajuda ao país. O primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, iniciou seu discurso de abertura da Cúpula do G20, que ocorre neste sábado em seu país, oferecendo suas “sinceras condolências a todos os afetados” pelo terremoto.

“É meu desejo que todos os feridos se recuperem rapidamente. Neste momento difícil, os meus pensamentos estão com Marrocos e estamos preparados para oferecer toda a assistência possível”, declarou.

Fonte: Rede Brasil Atual

Bolsonaro e Michelle viram alvos de nova investigação por desvio de presentes da Presidência

Inquérito sigiloso, que deve ser conhecido nos próximos dias, mostra que o casal teria surrupiado cerca de 240 objetos – 17 de “elevado valor comercial”. Parte deles teria sido dado de presente a parentes de Bolsonaro.

Jair e Michelle Bolsonaro, além de parentes do ex-presidente estão na mira de mais uma investigação sobre supostos desvios de presente recebidos pela Presidência da República. 

Informações divulgados por Robson Bonin, na revista Veja nesta sexta-feira (8), mostram que o casal é alvo de um inquérito sigiloso conduzido por técnicos do Tribunal de Contas da União (TCU) por surrupiar cerca de 240 presentes dados ao governo brasileiro por autoridades estrangeiras.

Entre os presentes, ao menos 17 deles são classificados como de “elevado valor comercial”. Outros 111 eram públicos, “sem natureza personalíssima”, segundo os técnicos do TCU.

Bolsonaro também teria embolsado outros presentes que sequer foram catalogados pelos servidores da Presidência, segundo a reportagem.

“Foi constatado que há presentes recebidos pelo ex-presidente que não foram registrados”, diz o relatório do TCU.

Os objetos levados por Bolsonaro e Michelle também teriam sido dados como presentes pelo ex-presidente a parentes.

Relator

A investigação está sendo relatada pelo ministro Augusto Nardes, que seria o autor de um áudio golpista revelado em 20 de novembro passado que sugere uma articulação das Forças Armadas contra o resultado das eleições presidenciais de 2022 vencidas por Luiz Inácio Lula da Silva.

A mensagem de voz do ministro foi enviada a amigos e vazou para a imprensa.

“Está acontecendo um movimento muito forte nas casernas. É questão de horas, dias, uma semana que vai acontecer um desenlace bastante forte na nação, imprevisíveis (sic) (…) Vamos perder alguma coisa, mas a situação para o futuro da nação pode se desencadear de forma positiva, apesar deste conflito que deveremos ter nos próximos dias”, diz a gravação. 

Fonte: Revista Fórum

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