Padres que estupravam crianças criaram “manual” para cometer crimes sem serem descobertos

Investigação mostra que padres guardavam manuscritos que descreviam os abusos contra crianças em forma de “manuais” de pedofilia. Os diários eram cheios de lições de como cometer os crimes sem serem pegos

Alfiere Eduardo Bompani e Tarcisio Tadeu Spricigo estavam no auge da vida eclesiástica no início dos anos 2000. Atuavam em cidades de São Paulo na mesma época, mas não se conheciam. Eles escreveram livros sobre a doutrina católica e eram populares com suas missas. Mas o que tinham em comum era algo além da religião. Os dois foram investigados e presos acusados de abuso sexual de crianças e adolescentes.

A polícia encontrou com eles manuscritos que descreviam os abusos sexuais em forma de diários e de manuais de pedofilia. O conteúdo estarreceu os investigadores pela riqueza de detalhes, onde haviam várias lições de como cometer os crimes sem serem pegos.

Os cadernos apreendidos na casa paroquial onde morava Alfieri serviram como prova dos crimes. Nos relatos, em escrita direta e obscena, o padre descreve situações em que se masturbou na presença dos jovens abusados, tocou neles ou exigiu sua ajuda.

Entre os manuscritos tinha um livro de autoria do sacerdote com o título “Contos homossexuais”, no qual narra o abuso de menores, incluindo situações em que houve penetração.

As histórias dos criminosos estão no livro “Pedofilia na Igreja — um dossiê inédito sobre casos de abusos envolvendo padres católicos no Brasil” (Máquina de Livros, 2023), que reúne pela primeira vez os crimes sexuais cometidos por religiosos contra menores de idade no país. Após três anos de trabalho, foram reunidos casos de 108 sacerdotes acusados de abusar de pelo menos 148 crianças e adolescentes. Sessenta deles foram condenados.

Alfieri usou o Sítio Nazaré, situado em Salto de Pirapora, Sorocaba, como cenário dos abusos. Na instituição de caridade, que fundou em 1999, o padre abrigava menores carentes.

Os abusos contra os internos aconteciam a cada visita. A polícia só começou a investigar após a denúncia feita por um deles. Os meninos mantidos na instituição prestaram depoimento.

Após ser indiciado pela Polícia Civil de São Paulo, o Ministério Público denunciou Alfieri em setembro de 2003, pelos crimes de atentado violento ao pudor. Na sentença em primeira instância, publicada em dezembro de 2004, Alfieri foi sentenciado a uma pena de 92 anos, 2 meses e 20 dias de reclusão, em regime fechado. Ele ganhou o recurso em segunda instância. Sua pena foi reduzida para 48 anos e 7 meses e 12 dias de reclusão, com término em 2032.

Depois de 13 anos de prisão, Alfieri Bompani falou sobre as acusações. “Gosto de escrever e pegaram esses escritos, eu escrevia sobre homossexualismo, e colocaram como se fossem práticas minhas. Nunca pratiquei nada daquilo”, defendeu-se.

Tarcísio Tadeu Spricigo fez vítimas em três estados durante quase 15 anos, entre 2000 e 2014. Na investigação conduzida pelo delegado Paulo Calil, então delegado de Agudos, manuais de pedofilia escritos por ele foram descobertos. “Apreendemos muita coisa na casa paroquial. Os diários estavam numa escrivaninha antiga, estilo Brasil-Império, numa gaveta trancada à chave”.

Tarcisio escreveu num trecho dos diários: “Sei que chovem garotos, seguros, confiáveis e que são sensuais e que guardam total segredo, e que são carentes de pai e só com a mãe. Eles estão em todos os lugares, basta só ter um olho clínico e agir com leis seguras no campo social”.

Ele foi condenado em 2003 a uma pena de 15 anos de prisão por atentado violento ao pudor contra um garoto de 8 anos em Agudos, no interior de São Paulo.

Fonte: Pragmatismo Político

Servidores civis e militares se unem pela reposição salarial

A manifestação conjunta de servidores civis e militares realizada hoje a tarde, 01/06, cobrou do governador Paulo Dantas (MDB), a implantação da reposição salarial de 5,79%, relembrando os tempos de unidades das categorias.

Alagoas tem uma importante história de unidade entre os servidores públicos estaduais civis e militares e que foi reatada pela campanha salarial de 2023.

Servidores civis e militares unidos, derrubaram o governador Divaldo Suruagy no histórico 17 de julho de 1997. Suruagy tinha atrasado a folha de pagamento em 8 meses. E o resultado foi a rebelião que pôs abaixo o seu governo.

Essa unidade durou até 2002. Depois as categorias se distanciaram e se reaproximaram várias vezes.

No dia 30/05, os servidores civis e militares rejeitaram o anúncio do reajuste zero pelo Comitê de Negociação Sindical, que compreende as secretarias da Fazenda e Planejamento e Gestão, entre outras. A partir daí, reataram as relações e tiraram uma pauta unificada de ações.

A reunião realizada hoje com o governador e o ato público conjunto na porta do Palácio República dos Palmares representou a volta dessa unidade vitoriosa.

Como disse o Coronel Paes “estamos unidos pela reposição salarial para todos, apesar de termos pautas diferentes e que continuarão sendo negociadas por cada categoria, o fato é que estamos unidos pela reposição em 2023”.

Para a presidenta da CUT, Rilda Alves, “a CUT defende os trabalhadores do campo e da cidade, da rede privada e dos serviços públicos, e os militares também são trabalhadores. Essa unidade é muito importante para a conquista da reposição salarial de todos”.

Collor é condenado a 8 anos e 10 meses de prisão

Supremo Tribunal Federal (STF) definiu a pena do ex-presidente e ex-senador Fernando Collor em sessão nesta quarta-feira, 31. Collor foi condenado a 8 anos e 10 meses de prisão pelos crimes de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e associação criminosa.

O ex-presidente, porém, não será preso de imediato. Ainda cabe recurso por parte da defesa.

A condenação refere-se a vantagens que Collor teria recebido durante os anos de 2010 a 2014, enquanto era senador da República. Neste período, investigações apontam que o ex-presidente e mais dois réus, Luis Pereira Duarte de Amorim e Pedro Paulo Bergamaschi de Leoni Ramos, estavam envolvidos em um esquema de pagamento de propinas usando a empresa estatal BR Distribuidora.

Para a maioria dos ministros, Collor recebeu R$ 20 milhões de forma irregular para viabilizar contratos da estatal com a UTC Engenharia.

Condenado por 8 a 2

Collor já sabia de sua condenação desde o dia 18 de maio, quando o STF formou maioria pela decisão. Porém, a corte precisou de mais duas sessões para concluir a votação e definir a pena a ser cumprida.

Oito ministros votaram pela condenação e dois pela absolvição – Nunes Marques e Gilmar Mendes votaram contra a condenação. Segundo a CNN Brasil, Collor também foi condenado a pagar R$ 20 milhões em indenização (em conjunto com os outros dois condenados) e está proibido de exercer função ou estar em cargo público pelo dobro do tempo da pena privativa de liberdade aplicada, ou seja, por cerca de 17 anos.

Fonte: Terra

Em reunião com servidores, Paulo Dantas sinaliza reposição salarial

Depois de muitas discussão, com os servidores públicos estaduais cobrando do governador Paulo Dantas (MDB) a reposição salarial de 2023 e do governo publicar na imprensa que não daria aumento, as partes caminham para o diálogo.

O governador recebeu hoje, 01/06, no Palácio República dos Palmares, uma delegação de representantes sindicais e das associações militares para uma mesa de negociação, onde Paulo Dantas assumiu para si a tarefa de discutir a reposição salarial de 2023.

O governador começou a reunião explicando que a equipe técnica recomendou a reposição salarial de 5,79% só para abril de 2024. Mas, que ele assumiu o compromisso de garantir a reposição e buscar os meios de implantar ainda esse ano.

Para a presidente da CUT Alagoas, Rilda Alves “os servidores não aceitam ficar sem a reposição esse ano e que o governo fizesse os esforços para garantir sua implementação”.

Para o vice-presidente do Sinduneal, professor Luiz Gomes, “o estudo apresentado pelo governo no dia 30/05 para negar qualquer reposição ainda em 2023 é inaceitável e de metodologia questionável, já que não foi apresentado a arrecadação e sua projeção para 2023”.

Para o Coronel Paes, presidente da Assomal, “o governo aceita em chamar as entidades para negociar, mas é preciso estabelecer prazos para se chegar a um entendimento”.

Ao final da reunião, o governador se comprometeu em reanalisar os dados e definiu como prioridade a busca de uma saída negociada para reposição salarial de 2023.

Os golpes as tentativas golpistas militares e civis na atualidade

André Cabral – Radialista, historiador e professor

Pensávamos que esses golpes contra as instituições democráticas tinham ficado no lixo do passado histórico; nas Américas dos anos 1960 -1970 passamos um período antidemocrático no contexto da guerra fria 1945-1989, pairava uma ameaça do comunismo no ponto de vista da política Estadunidense desenvolveu o plano condor cujo o objetivo era enfraquecer os movimentos de esquerda por meio da instauração de ditaduras militares de viés conservador.
Ficamos sem liberdade, sem democracia, censura aos meios de comunicação no Brasil de 1964 á 1980 um golpe civil militar e parte da igreja católica e setores da classe média a justificativa ideológica era ameaça comunista, a Revolução Cubana 1959.
Torturas, assassinatos foram cometidos pelo Estado ditatorial nesse período as líderes estudantis, sindicalistas. Professores, Políticos, cassaram o mandato do presidente eleito democrático João Goulart.
No contexto um Pandemia no limiar do século XXI
O enredo é antigo dos fascistas não aceita o resultado das eleições. um golpe de Estado contra um governo democrático e republicano legalmente instituído na Espanha
Liderado por Francisco Franco. hoje o exemplo veio dos Estados unidos da América, segundo eles os guardiões do iluminismo da liberdade. Provocou tentativa de golpe o ataque, que ocorreu em 6 de janeiro de 2021, foi resultado das repetidas e infundadas acusações feitas por Trump de fraude após as eleições presidenciais. a invasão ao Capitólio

Outro exemplo golpista aconteceu. Em 7 de dezembro de 2022, a ditadura parlamentar no poder no Peru conseguiu concretizar sua prioridade máxima, destituir o presidente democraticamente eleito Pedro Castillo Terrones; No Brasil tentativa de golpe no Brasil começou no período eleitoral os manifestantes se concentram em frente aos quartéis das capitais do Brasil A maior parte dos presentes utiliza roupas nas cores verde e amarelo, e muitos carregam a bandeira nacional. Os presentes carregam cartazes golpistas com “resistência civil” e “intervenção federal”, foi liderado e organizada por Bolsonaro ex-presidente a consonância atos golpistas foi de 8 de janeiro 2023 e sua equipe se deu em Brasília foram uma série de vandalismos, invasões e depredações do patrimônio público cometidos por uma multidão de bolsonaristas extremistas que invadiu o Palácio do Planalto, o Palácio do Congresso Nacional e o Palácio do Supremo Tribunal Federal com o objetivo de instigar um golpe militar contra o governo Lula e restabelecer Jair Bolsonaro como presidente do Brasil.
Seguindo o Lider Donald Trump

Esses movimentos de caráter neofascismo dissemina negacionismo as instituições democráticas a ciências em relação a vacinação, andam pregando que a terra plana, utilizam a rede socias a difusão de Fake News em escala mundial as ideias do racismo, xenofobia, homofobia e misoginia praticas desenvolvidas no passado nos regimes totalitários do nazifascismo de Hitler, Mussolini, Franco e Salazar.

Segundo é professor no Departamento de Relações Internacionais da Unifesp Acácio Augusto
(…) Por isso a oposição a essa forma de fascismo hoje não pode ser a fé nas urnas, mas sim a revolta das pessoas comuns. Ela aparece, por exemplo, entre anônimos praticantes da tática black bloc e os grupos antifa, quase sempre contra as mortes perpetradas por agentes de segurança. Esse é o fogo da antipolítica contra as políticas de segurança, fogo que foi reanimado nesse ano tão trágico de 2020. E como disse o pré-socrático Heráclito: “O fogo realiza e tudo discerne. Fogo!”

Diante da crise, Lasso antecipa eleições no Equador

O início da crise que passa o Equador, não é de agora, é um processo que vem sendo preparado a passos curtos, iniciando com os dezoito dia de protestos devido ao aumento dos combustíveis do país, que foi quando o presidente Guillermo Lasso deu sua primeira declaração de que o povo equatoriano e as organizações indígenas lideradas por Leonidas Iza estavam tentando desestabilizar o governo.

Está narrativa já tinha sido alterada com as declarações de Leonidas Iza de que não tinham o interesse de desestabilizar o governo, só pedir o que estava no interesse do país, que no caso, era a luta pela carestia, pois o Equador é um país petroleiro e com o aumento da gasolina, ocorre o efeito cascata, aumentando todos os outros valores do país, principalmente dos alimentos.

Felizmente, esse processo foi finalizado com a intervenção do episcopado equatoriano, que fez com que as partes chegassem a um concesso e assinassem um acordo.

Fonte: Pragmatismo Político

Câmara aprova Marco Temporal, que institucionaliza genocídio indígena

Brasília (DF) 30/05/2023 Votação do Marco temporal na câmara dos Deputados. Foto Lula Marques/ Agência Brasil.

“Projeto da morte, do lucro sobre a vida humana”. Em nova derrota para o governo Lula, Câmara dos Deputados aprova o marco temporal por 283 a 155. União, MDB e PSD, que são da base do governo e ocupam vários ministérios, votaram a favor da proposta; PSB liberou a bancada. Confira como votou cada parlamentar

Em nova derrota para o governo Lula, a Câmara dos Deputados aprovou na noite de ontem (30) o Projeto de Lei (PL) 490, que legitima o chamado marco temporal. A tese exclui a possibilidade de demarcação de terras indígenas daqueles que não estavam nelas em 1988. Na prática, abre espaço para avanços do agronegócio e da devastação sobre territórios indígenas.

“Esse PL pretende matar a mulher mais velha da humanidade, a Terra”, defendeu a liderança indígena, deputada federal Célia Xakriabá (Psol-MG). Contudo, a visão dos indígenas que se levantaram durante todo o dia pelo país foi ignorada.

PT, Psol, Rede, PCdoB e PDT votaram contra o marco temporal. Liberaram a bancada MDB e PSB, que integram o governo. União Brasil e PSD, que também fazem parte do governo, votaram a favor do agronegócio e contra os indígenas. No fim, o placar ficou em 283 pelo sim e 155 pelo não. A matéria agora será encaminhada ao Senado Federal, onde não deverá contar com tramitação acelerada, como na Câmara.

“Este é o projeto da morte, do atraso e do retrocesso. É o lucro sobre a vida humana. Nosso povo indígena já foi vergonhosamente explorado, massacrado, escravizado e assassinado. Esse PL quer acabar de novo com os direitos, promover a injustiça e legalizar a violência. É um crime. Esse projeto vai aumentar o desmatamento e comprometerá metas climáticas em nível global”, disse a deputada Juliana Cardoso (PT-SP), que também é indígena.

Na prática

A aprovação é uma vitória da bancada ruralista sobre a agenda ambiental defendida pelo governo Lula (PT). Eleito com a promessa de fazer demarcações, o petista criou o Ministério dos Povos Indígenas. As ações do governo, no entanto, não se refletiram no Congresso — com a falta de articulação política, os governistas não conseguiram impedir a derrota na votação.

Traições

União Brasil: 48 votos “sim”, 2 votos “não”. A legenda comanda três ministérios no governo Lula. PSD: 25 votos “sim”, 8 votos “não” e 1 abstenção. O partido também ocupa três ministérios. MDB: 22 votos “sim”, 8 votos “não”. A sigla é dona de três ministérios importantes na Esplanada. PSB: 12 votos “não”, 3 votos “sim”. Partido do vice Geraldo Alckmin comanda três ministérios. PDT: 14 votos “não”, 1 voto “sim”. Partido tem um ministério.

OS VOTOS

AJ Albuquerque (PP-CE) – Sim
Abilio Brunini (PL-MT) – Sim
Acácio Favacho (MDB-AP) – ausente
Adail Filho (Republicanos-AM) – Sim
Adilson Barroso (PL-SP) – Sim
Adolfo Viana (PSDB-BA) – Sim
Adriana Ventura (Novo-SP) – Sim
Adriano do Baldy (PP-GO) – Sim
Aécio Neves (PSDB-MG) – ausente
Afonso Hamm (PP-RS) – ausente
Afonso Motta (PDT-RS) – ausente
Aguinaldo Ribeiro (PP-PB) – Sim
Airton Faleiro (PT-PA) – Não
Alberto Fraga (PL-DF) – Sim
Alberto Mourão (MDB-SP) – Sim
Albuquerque (Republicanos-RR) – Sim
Alceu Moreira (MDB-RS) – Sim
Alencar Santana (PT-SP) – Não
Alex Manente (Cidadania-SP) – ausente
Alex Santana (Republicanos-BA) – Sim
Alexandre Guimarãe (Republicanos-TO) – Sim
Alexandre Leite (União-SP) – Sim
Alfredinho (PT-SP) – Não
Alfredo Gaspar (União-AL) – Sim
Alice Portugal (PCdoB-BA) – Não
Aliel Machado (PV-PR) – Não
Altineu Côrtes (PL-RJ) – ausente
Aluisio Mendes (Republicanos-MA) – Sim
Amália Barros (PL-MT) – Sim
Amanda Gentil (PP-MA) – ausente
Amaro Neto (Republicanos-ES) – Sim
Amom Mandel (Cidadania-AM) – Não
Ana Paula Leão (PP-MG) – Sim
Ana Paula Lima (PT-SC) – Não
Ana Pimentel (PT-MG) – Não
André Fernandes (PL-CE) – Sim
André Ferreira (PL-PE) – Sim
André Figueiredo (PDT-CE) – Não
André Fufuca (PP-MA) – Sim
André Janones (Avante-MG) – Não
Andreia Siqueira (MDB-PA) – ausente
Antônia Lúcia (Republicanos-AC) – Sim
Antonio Andrade (Republicanos-TO) – Sim
Antonio Brito (PSD-BA) – ausente
Antonio Carlos R. (PL-SP) – Não
Antônio Doido (MDB-PA) – Sim
Any Ortiz (Cidadania-RS) – Sim
Arlindo Chinaglia (PT-SP) – Não
Arnaldo Jardim (Cidadania-SP) – Sim
Arthur Lira (PP-AL) – Não votou
Arthur O. Maia (União-BA) – Sim
Átila Lins (PSD-AM) – Não
Átila Lira (PP-PI) – Sim
Augusto Coutinho (Republicanos-PE) – Sim
Augusto Puppio (MDB-AP) – Não
Aureo Ribeiro (Solidariedade-RJ) – ausente
Bacelar (PV-BA) – Não
Baleia Rossi (MDB-SP) – Sim
Bandeira de Mello (PSB-RJ) – Não
Bebeto (PP-RJ) – Sim
Benedita da Silva (PT-RJ) – Não
Benes Leocádio (União-RN) – Sim
Beto Pereira (PSDB-MS) – Sim
Beto Richa (PSDB-PR) – Sim
Bia Kicis (PL-DF) – Sim
Bibo Nunes (PL-RS) – Sim
Bohn Gass (PT-RS) – Não
Bruno Farias (Avante-MG) – Sim
Bruno Ganem (Podemos-SP) – Não
Caio Vianna (PSD-RJ) – Sim
Camila Jara (PT-MS) – Não
Cap. Alberto Neto (PL-AM) – Sim
Capitão Alden (PL-BA) – Sim
Capitão Augusto (PL-SP) – Sim
Carlos Chiodini (MDB-SC) – Sim
Carlos Gaguim (União-TO) – Sim
Carlos Gomes (Republicanos-RS) – ausente
Carlos Jordy (PL-RJ) – Sim
Carlos Sampaio (PSDB-SP) – Sim
Carlos Veras (PT-PE) – Não
Carlos Zarattini (PT-SP) – Não
Carol Dartora (PT-PR) – Não
Caroline de Toni (PL-SC) – Sim
Castro Neto (PSD-PI) – Não
Cb Gilberto Silva (PL-PB) – Sim
Cel. Chrisóstomo (PL-RO) – Sim
Célia Xakriabá (PSol-MG) – Não
Célio Silveira (MDB-GO) – Sim
Célio Studart (PSD-CE) – Não
Celso Russomanno (Republicanos-SP) – ausente
Celso Sabino (União-PA) – Sim
Cezinha Madureira (PSD-SP) – Sim
Charles Fernandes (PSD-BA) – Sim
Chico Alencar (PSol-RJ) – Não
Chiquinho Brazão (União-RJ) – Sim
Clarissa Tércio (PP-PE) – Sim
Claudio Cajado (PP-BA) – ausente
Cleber Verde (Republicanos-MA) – Sim
Clodoaldo Magalhãe (PV-PE) – Não
Cobalchini (MDB-SC) – Sim
Coronel Assis (União-MT) – Sim
Coronel Fernanda (PL-MT) – Sim
Coronel Meira (PL-PE) – Sim
Coronel Telhada (PP-SP) – Sim
Coronel Ulysses (União-AC) – Sim
Covatti Filho (PP-RS) – Sim
Cristiane Lopes (União-RO) – Sim
Da Vitoria (PP-ES) – Sim
Dagoberto Nogueira (PSDB-MS) – Não
Daiana Santos (PCdoB-RS) – Não
Dal Barreto (União-BA) – ausente
Damião Feliciano (União-PB) – ausente
Dandara (PT-MG) – Não
Dani Cunha (União-RJ) – Sim
Daniel Agrobom (PL-GO) – Sim
Daniel Almeida (PCdoB-BA) – ausente
Daniel Barbosa (PP-AL) – Não
Daniel Freitas (PL-SC) – Sim
Daniel Trzeciak (PSDB-RS) – Sim
Daniela Reinehr (PL-SC) – Sim
Danilo Forte (União-CE) – Sim
David Soares (União-SP) – Sim
Dayany Bittencourt (União-CE) – Sim
Def. Stélio Dener (Republicanos-RR) – Não
Del. Adriana A. (PT-GO) – Não
Del. Éder Mauro (PL-PA) – Sim
Del. Fabio Costa (PP-AL) – Sim
Del. Matheus L. (União-PR) – Não
Delegada Ione (Avante-MG) – Sim
Delegada Katarina (PSD-SE) – Sim
Delegado Bilynskyj (PL-SP) – Sim
Delegado Caveira (PL-PA) – Sim
Delegado Marcelo (União-MG) – Sim
Delegado Palumbo (MDB-SP) – Sim
Delegado Ramagem (PL-RJ) – Sim
Delegado da Cunha (PP-SP) – ausente
Deltan Dallagnol (Podemos-PR) – Sim
Denise Pessôa (PT-RS) – Não
Detinha (PL-MA) – ausente
Diego Andrade (PSD-MG) – ausente
Diego Coronel (PSD-BA) – Sim
Diego Garcia (Republicanos-PR) – Sim
Dilceu Sperafico (PP-PR) – Sim
Dilvanda Faro (PT-PA) – Não
Dimas Fabiano (PP-MG) – Sim
Dimas Gadelha (PT-RJ) – Não
Domingos Neto (PSD-CE) – ausente
Domingos Sávio (PL-MG) – Sim
Dorinaldo Malafaia (PDT-AP) – Não
Dr Benjamim (União-MA) – Sim
Dr Fernando Máximo (União-RO) – Sim
Dr Victor Linhalis (Podemos-ES)
Dr. Francisco (PT-PI) – Não
Dr. Frederico (Patriota-MG) – Sim
Dr. Jaziel (PL-CE) – ausente
Dr. Luiz Ovando (PP-MS) – Sim
Dr.Zacharias Calil (União-GO) – Sim
Dra. Alessandra H. (MDB-PA) – Sim
Duarte (PSB-MA) – Não
Duda Ramos (MDB-RR) – Sim
Duda Salabert (PDT-MG) – Não
Eduardo Bismarck (PDT-CE) – Não
Eduardo Velloso (União-AC) – Sim
Eduardo da Fonte (PP-PE) – Sim
EduardoBolsonaro (PL-SP) – Sim
Elcione Barbalho (MDB-PA) – ausente
Eli Borges (PL-TO) – Sim
Elmar Nascimento (União-BA) – Sim
Emanuel Pinheiro N (MDB-MT) – Não
Emidinho Madeira (PL-MG) – Sim
Eriberto Medeiros (PSB-PE) – Não
Erika Hilton (PSol-SP) – Não
Erika Kokay (PT-DF) – Não
Eros Biondini (PL-MG) – Sim
Euclydes Pettersen (Republicanos-MG) – Sim
Eunício Oliveira (MDB-CE) – ausente
Evair de Melo (PP-ES) – Sim
Fabio Garcia (União-MT) – Sim
Fábio Macedo (Podemos-MA) – Sim
Fabio Reis (PSD-SE) – Sim
Fabio Schiochet (União-SC) – Sim
Fausto Pinato (PP-SP) – Sim
Fausto Santos Jr. (União-AM) – Sim
Felipe Becari (União-SP) – Não
Felipe Carreras (PSB-PE) – Não
Felipe Francischin (União-PR) – Sim
Félix Mendonça Jr (PDT-BA) – Sim
Fernanda Pessôa (União-CE) – Sim
FernandaMelchionna (PSOL-RS) – Não
Fernando Coelho (União-PE) – Sim
Fernando Mineiro (PT-RN) – Não
Fernando Monteiro (PP-PE) – Sim
Fernando Rodolfo (PL-PE) – Sim
Filipe Barros (PL-PR) – ausente
Filipe Martins (PL-TO) – Sim
Flávia Morais (PDT-GO) – Não
Flavinha (MDB-MT) – Sim
Flávio Nogueira (PT-PI) – Não
Florentino Neto (PT-PI) – Não
Franciane Bayer (Republicanos-RS) – Sim
Fred Costa (Patriota-MG) – Não
Fred Linhares (Republicanos-DF) – Sim
Gabriel Mota (Republicanos-RR) – Sim
Gabriel Nunes (PSD-BA) – Sim
General Girão (PL-RN) – Sim
General Pazuello (PL-RJ) – Sim
Geovania de Sá (PSDB-SC) – Sim
Geraldo Mendes (União-PR) – Sim
Geraldo Resende (PSDB-MS) – Sim
Gerlen Diniz (PP-AC) – Sim
Gervásio Maia (PSB-PB) – Não
Giacobo (PL-PR) – Sim
Gilberto Abramo (Republicanos-MG) – Sim
Gilberto Nasciment (PSD-SP) – Sim
Gilson Daniel (Podemos-ES) – Não
Gilson Marques (Novo-SC) – Sim
Gilvan Maximo (Republicanos-DF) – Sim
Gilvan da Federal (PL-ES) – Sim
Giovani Cherini (PL-RS) – Sim
Glauber Braga (PSol-RJ) – Não
Glaustin da Fokus (PSC-GO) – ausente
Gleisi Hoffmann (PT-PR) – Não
Greyce Elias (Avante-MG) – Sim
Guilherme Boulos (PSol-SP) – Não
Guilherme Uchoa (PSB-PE) – Não
Gustavo Gayer (PL-GO) – Sim
Gustinho Ribeiro (Republicanos-SE) – Sim
Gutemberg Reis (MDB-RJ) – Não
Heitor Schuch (PSB-RS) – Sim
Helder Salomão (PT-ES) – Não
Helena Lima (MDB-RR) – Não
Helio Lopes (PL-RJ) – Sim
Henderson Pinto (MDB-PA) – Sim
Hercílio Diniz (MDB-MG) – Sim
Hugo Motta (Republicanos-PB) – Sim
Icaro de Valmir (PL-SE) – Sim
Idilvan Alencar (PDT-CE) – Não
Igor Timo (Podemos-MG) – Sim
Ismael (PSD-SC) – Sim
Ismael Alexandrino (PSD-GO) – Sim
Isnaldo Bulhões Jr (MDB-AL) – ausente
Ivan Valente (PSol-SP) – Não
Iza Arruda (MDB-PE) – Não
Jack Rocha (PT-ES) – Não
Jadyel Alencar (PV-PI) – Não
Jandira Feghali (PCdoB-RJ) – Não
Jeferson Rodrigues (Republicanos-GO) – Sim
Jefferson Campos (PL-SP) – Sim
Jilmar Tatto (PT-SP) – Não
João Daniel (PT-SE) – Não
João Maia (PL-RN) – Sim
JoãoCarlosBacelar (PL-BA) – Sim
Joaquim Passarinho (PL-PA) – Sim
Jonas Donizette (PSB-SP) – Não
Jones Moura (PSD-RJ) – ausente
Jorge Braz (Republicanos-RJ) – Sim
Jorge Goetten (PL-SC) – ausente
Jorge Solla (PT-BA) – Não
José Airton (PT-CE) – Não
José Guimarães (PT-CE) – Não
José Medeiros (PL-MT) – Sim
José Nelto (PP-GO) – Sim
José Priante (MDB-PA) – Não
José Rocha (União-BA) – Sim
Joseildo Ramos (PT-BA) – Não
Josenildo (PDT-AP) – Não
Josias Gomes (PT-BA) – Não
JosimarMaranhãozi (PL-MA)
Josivaldo JP (PSD-MA) – Sim
Julia Zanatta (PL-SC) – Sim
Juliana Cardoso (PT-SP) – Não
Julio Arcoverde (PP-PI) – Sim
Júlio Cesar (PSD-PI) – Sim
Julio Lopes (PP-RJ) – Sim
Juninho do Pneu (União-RJ) – Sim
Júnior Ferrari (PSD-PA) – ausente
Junior Lourenço (PL-MA) – Sim
Júnior Mano (PL-CE) – Sim
Keniston Braga (MDB-PA) – Não
Kiko Celeguim (PT-SP) – Não
Kim Kataguiri (União-SP) – Sim
Lafayette Andrada (Republicanos-MG) – Sim
Laura Carneiro (PSD-RJ) – Não
Lebrão (União-RO) – Sim
Lêda Borges (PSDB-GO) – Sim
Léo Prates (PDT-BA) – Não
Leonardo Monteiro (PT-MG) – Não
Leônidas Cristino (PDT-CE) – Não
Leur Lomanto Jr. (União-BA) – Sim
Lídice da Mata (PSB-BA) – Não
Lincoln Portela (PL-MG) – Sim
Lindbergh Farias (PT-RJ) – Não
Lindenmeyer (PT-RS) – Não
Lucas Ramos (PSB-PE) – Não
Lucas Redecker (PSDB-RS) – Sim
Luciano Alves (PSD-PR) – Não
Luciano Amaral (PV-AL) – Sim
Luciano Azevedo (PSD-RS) – Sim
Luciano Bivar (União-PE) – ausente
Luciano Ducci (PSB-PR) – Sim
Luciano Vieira (PL-RJ) – Sim
Lucio Mosquini (MDB-RO) – Sim
Luis Carlos Gomes (Republicanos-RJ) – Sim
Luis Tibé (Avante-MG) – Não
Luisa Canziani (PSD-PR) – Sim
Luiz Carlos Busato (União-RS) – Sim
Luiz Carlos Motta (PL-SP) – Sim
Luiz Couto (PT-PB) – Não
Luiz Fernando (PSD-MG) – Sim
Luiz Gastão (PSD-CE) – Sim
Luiz Lima (PL-RJ) – Sim
Luiz Nishimori (PSD-PR) – Sim
Luiz P.O Bragança (PL-SP)
LuizAntônioCorrêa (PP-RJ) – Sim
Luizianne Lins (PT-CE) – Não
Lula da Fonte (PP-PE) – Sim
Magda Mofatto (PL-GO) – Sim
Marangoni (União-SP) – Sim
Marcel van Hattem (Novo-RS) – Sim
Marcelo Álvaro (PL-MG) – Sim
Marcelo Crivella (Republicanos-RJ) – Sim
Marcelo Lima (PSB-SP) – Sim
Marcelo Moraes (PL-RS) – Sim
Marcelo Queiroz (PP-RJ) – Não
Marcio Alvino (PL-SP) – Sim
Márcio Biolchi (MDB-RS) – Sim
Márcio Honaiser (PDT-MA) – ausente
Márcio Jerry (PCdoB-MA) – Não
Márcio Marinho (Republicanos-BA) – Sim
Marco Bertaiolli (PSD-SP) – Não
Marco Brasil (PP-PR) – Sim
Marcon (PT-RS) – Não
Marcos A. Sampaio (PSD-PI) – ausente
Marcos Pereira (Republicanos-SP) – Sim
Marcos Pollon (PL-MS) – Sim
Marcos Soares (União-RJ) – Sim
Marcos Tavares (PDT-RJ) – Não
Maria Arraes (Solidariedade-PE) – Não
Maria Rosas (Republicanos-SP) – Sim
Maria do Rosário (PT-RS) – Não
Mario Frias (PL-SP) – Sim
Mário Heringer (PDT-MG) – Não
Mário Negromonte J (PP-BA) – Sim
Marreca Filho (Patriota-MA) – Sim
Marussa Boldrin (MDB-GO) – Sim
Marx Beltrão (PP-AL) – Sim
Matheus Noronha (PL-CE) – Sim
Maurício Carvalho (União-RO) – Sim
Mauricio Marcon (Podemos-RS) – Sim
Mauricio Neves (PP-SP) – Sim
Mauricio do Vôlei (PL-MG) – Sim
MauroBenevides Fo. (PDT-CE) – Não
Max Lemos (PDT-RJ) – Não
Meire Serafim (União-AC) – Sim
Mendonça Filho (União-PE) – Sim
Merlong Solano (PT-PI) – Não
Mersinho Lucena (PP-PB) – Sim
Messias Donato (Republicanos-ES) – Sim
Miguel ngelo (PT-MG) – Não
Miguel Lombardi (PL-SP) – ausente
Milton Vieira (Republicanos-SP) – ausente
Misael Varella (PSD-MG) – Sim
Moses Rodrigues (União-CE)
Murillo Gouvea (União-RJ) – Sim
Murilo Galdino (Republicanos-PB) – Não
Natália Bonavides (PT-RN) – Não
Nely Aquino (Podemos-MG) – Sim
Neto Carletto (PP-BA) – Sim
Newton Cardoso Jr (MDB-MG) – Sim
Nicoletti (União-RR) – Sim
Nikolas Ferreira (PL-MG)
Nilto Tatto (PT-SP) – Não
Odair Cunha (PT-MG) – Não
Olival Marques (MDB-PA) – ausente
Orlando Silva (PCdoB-SP) – Não
Osmar Terra (MDB-RS) – Sim
Otoni de Paula (MDB-RJ) – Sim
Otto Alencar Filho (PSD-BA) – Sim
Padovani (União-PR) – Sim
Padre João (PT-MG) – Não
Pastor Diniz (União-RR) – Sim
Pastor Eurico (PL-PE) – Sim
Pastor Gil (PL-MA) – Sim
Pastor Henrique Vieira (PSol-RJ) – Não
Pastor Isidório (Avante-BA) – Não
Paulão (PT-AL) – Não
Paulinho Freire (União-RN) – Sim
Paulo A. Barbosa (PSDB-SP) – Sim
Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG)
Paulo Azi (União-BA) – Sim
Paulo Foletto (PSB-ES) – Não
Paulo Freire Costa (PL-SP) – Sim
Paulo Guedes (PT-MG) – Não
Paulo Magalhães (PSD-BA) – Sim
Pedro Aihara (Patriota-MG) – Não
Pedro Campos (PSB-PE) – Não
Pedro Lucas F. (União-MA)
Pedro Lupion (PP-PR) – Sim
Pedro Paulo (PSD-RJ) – Não
Pedro Uczai (PT-SC) – Não
Pedro Westphalen (PP-RS) – Sim
Pezenti (MDB-SC) – ausente
Pinheirinho (PP-MG) – Sim
Pompeo de Mattos (PDT-RS)
Pr.Marco Feliciano (PL-SP) – Sim
Prof Paulo Fernand (Republicanos-DF) – Sim
Prof. Reginaldo V. (PV-DF) – Não
Professor Alcides (PL-GO) – Sim
Professora Goreth (PDT-AP) – Não
Professora Luciene (PSol-SP) – Não
Rafael Brito (MDB-AL) – ausente
Rafael Prudente (MDB-DF) – ausente
Rafael Simoes (União-MG) – Sim
Raimundo Costa (Podemos-BA) – ausente
Raimundo Santos (PSD-PA) – Sim
Reginaldo Lopes (PT-MG) – Não
Reginete Bispo (PT-RS) – Não
Reimont (PT-RJ) – Não
Reinhold Stephanes (PSD-PR) – Sim
Renata Abreu (Podemos-SP) – Sim
Renilce Nicodemos (MDB-PA) – ausente
Renildo Calheiros (PCdoB-PE) – Não
Ricardo Abrão (União-RJ) – ausente
Ricardo Ayres (Republicanos-TO) – Não
Ricardo Guidi (PSD-SC) – Sim
Ricardo Maia (MDB-BA) – Não
Ricardo Salles (PL-SP) – Sim
Ricardo Silva (PSD-SP) – ausente
Roberta Roma (PL-BA) – Sim
Roberto Duarte (Republicanos-AC) – Sim
Roberto Monteiro (PL-RJ) – Sim
Robinson Faria (PL-RN) – Sim
Rodolfo Nogueira (PL-MS) – Sim
Rodrigo Estacho (PSD-PR) – Sim
Rodrigo Gambale (Podemos-SP) – Não
Rodrigo Valadares (União-SE) – Sim
Rodrigo de Castro (União-MG) – ausente
Rogéria Santos (Republicanos-BA) – Sim
Rogério Correia (PT-MG) – Não
Romero Rodrigues (PSC-PB) – Sim
Rosana Valle (PL-SP) – Sim
Rosângela Moro (União-SP) – Sim
Rosângela Reis (PL-MG) – Sim
Roseana Sarney (MDB-MA) – ausente
Rubens Otoni (PT-GO) – Não
Rubens Pereira Jr. (PT-MA) – Não
Rui Falcão (PT-SP) – Não
Ruy Carneiro (PSC-PB) – Sim
Sâmia Bomfim (PSol-SP) – Não
Samuel Viana (PL-MG) – Sim
Sanderson (PL-RS) – Sim
Sargento Fahur (PSD-PR) – Sim
Sargento Portugal (Podemos-RJ) – Sim
Saullo Vianna (União-AM) – ausente
Sergio Souza (MDB-PR) – Sim
Sgt. Gonçalves (PL-RN) – Sim
Sidney Leite (PSD-AM) – Não
Silas Câmara (Republicanos-AM) – Sim
Silvia Cristina (PL-RO) – Sim
Silvia Waiãpi (PL-AP) – Sim
Silvio Costa Filho (Republicanos-PE) – Não
Silvye Alves (União-GO) – Sim
Simone Marquetto (MDB-SP) – Sim
Socorro Neri (PP-AC) – Não
Sonize Barbosa (PL-AP) – Sim
Soraya Santos (PL-RJ) – Sim
Sóstenes Cavalcant (PL-RJ) – ausente
Stefano Aguiar (PSD-MG) – abstenção
Tabata Amaral (PSB-SP) – Não
Tadeu Veneri (PT-PR) – Não
Talíria Petrone (PSol-RJ) – Não
Tarcísio Motta (PSol-RJ) – Não
Ten. Cel. Zucco (Republicanos-RS) – Sim
Thiago Flores (MDB-RO) – Sim
Thiago de Joaldo (PP-SE) – Sim
Tião Medeiros (PP-PR) – Sim
Toninho Wandscheer (PP-PR) – Sim
Túlio Gadêlha (Rede-PE) – Não
Valmir Assunção (PT-BA) – Não
Vander Loubet (PT-MS) – Não
Vermelho (PL-PR) – Sim
Vicentinho (PT-SP) – Não
Vicentinho Júnior (PP-TO) – Sim
Vinicius Carvalho (Republicanos-SP) – ausente
Vinicius Gurgel (PL-AP) – ausente
Vitor Lippi (PSDB-SP) – Não
Waldemar Oliveira (Avante-PE) – Sim
Waldenor Pereira (PT-BA) – Não
Washington Quaquá (PT-RJ) – ausente
Weliton Prado (Solidariedade-MG) – Não
Wellington Roberto (PL-PB) – Sim
Welter (PT-PR) – Não
Wilson Santiago (Republicanos-PB) – ausente
Yandra Moura (União-SE) – ausente
Yury do Paredão (PL-CE) – Sim
Zé Neto (PT-BA) – Não
Zé Silva (Solidariedade-MG) – Sim
Zé Trovão (PL-SC) – Sim
Zé Vitor (PL-MG) – ausente
Zé Haroldo Cathedral (PSD-RR) – ausente
Zeca Dirceu (PT-PR) – Não
Zezinho Barbary (PP-AC) – Não

Fonte: Pragmatismo Político

Vacina contra crack e cocaína é desenvolvida por pesquisadores brasileiros

Pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) estão desenvolvendo uma vacina capaz de impedir que drogas como crack e cocaína chegue ao cérebro dos pacientes. O objetivo é auxiliar os pacientes no tratamento contra o vício.

Trata-se de um medicamento chamado Calixcoca, que está em desenvolvimento desde 2015. A solução já apresentou resultados otimistas em laboratórios, mas os pesquisadores buscam recursos para fazerem testes com humanos e descobrirem se o remédio pode criar anticorpos anticocaína no nosso organismo.

Nos testes com ratos, a vacina produziu moléculas sintéticas que impedem a passagem da cocaína para o cérebro através das correntes sanguíneas. Os efeitos do remédio também podem proteger mulheres gravidas, reduzindo as chances de abortos espontâneos, gerando o ganho de peso nos fetos, além de protegê-los da dependência adquirida pela mãe.

“Acreditamos que, como nos modelos animais, em humanos esse efeito impeça a percepção dos efeitos da droga e, com isso, o paciente não reative o circuito cerebral que leva à compulsão pela droga”, explicou o professor do Departamento de Saúde Mental da Faculdade de Medicina da UFMG, Frederico Garcia, que também é o pesquisador responsável pelo projeto.

Fonte: DCM

Presidentes da América do Sul se reúnem em Brasília

Brasília (DF) 30/05/2023 O presidente Lula, durante Fotografia oficial dos Presidentes dos países da América do Sul. No palácio do Itamaraty. Foto Rafa Neddermeyer/ Agência Brasil

Os 11 presidentes criaram grupo para definir integração na América do Sul

Os 11 presidentes sul-americanos reunidos em Brasília nesta terça-feira (30) divulgaram, ao final do encontro, carta em que reafirmam valores comuns e concordam em aprofundar discussões sobre a criação ou restabelecimento de algum mecanismo de cooperação que envolva todos os países da região. O compromisso consta na publicação chamada de Consenso de Brasília, divulgado pelas chancelarias.  

Dividida em nove pontos, a carta diz que os presidentes “reconheceram a importância de manter um diálogo regular, com o propósito de impulsionar o processo de integração da América do Sul e projetar a voz da região no mundo”. Os signatários propõem uma discussão mais ampla sobre formas concretas de cooperação em torno de um grupo permanente, ainda não definido. “Decidiram estabelecer um grupo de contato, liderado pelos chanceleres, para avaliação das experiências dos mecanismos sul-americanos de integração e elaborar um mapa do caminho para a integração da América do Sul, a ser submetido à consideração dos Chefes de Estado.”

Segundo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, após o encontro, esse grupo de ministros de Relações Exteriores devem apresentar uma proposta em cerca de quatro meses. “Esse grupo que foi criado, de chanceleres, tem 120 dias para apresentar, numa próxima reunião [de presidentes], as propostas que eles pretendem concluir”, afirmou em declaração a jornalistas. 

Mais cedo, em seu discurso, Lula defendeu a retomada da União de Nações Sul-americanas (Unasul). Criada em 2008, no segundo mandato do presidente Lula, e em meio a ascensão de governos de centro-esquerda, o grupo chegou a reunir a totalidade dos países da região, mas foi se desintegrando ao longo do tempo, após mudanças de governos em diversos países, e agora reúne apenas sete: Venezuela, Bolívia, Guiana, Suriname e Peru, além de Argentina e Brasil, que voltaram ao grupo recentemente.

A retomada da Unsaul, no entanto, não é consenso entre os líderes da região. “Temos que parar com essa tendência: a criação de organizações. Vamos nos basear em ações”, afirmou o presidente do Uruguai, Luís Lacalle Pou, em discurso na cúpula. “Quando nos tocou assumir o governo, nos retiramos da Unasul. Em seguida, nos convidaram para o Prosul [bloco criado em 2019 em contraponto à Unasul], e dissemos que não. Porque senão terminamos sendo clubes ideológicos que têm vida e continuidade apenas enquanto marchemos com nossas ideologias”, acrescentou o uruguaio.

Para outros presidentes, no entanto, a Unasul tem o potencial de articular ações em diversos âmbitos. “Este mecanismo de diálogo e concertação política teve o grande valor de nos unir e abrir a possibilidade de uma construção regional multidimensional em diversas matérias, como defesa, segurança, democracia, direitos humanos, infraestrutura, energia, entre outras”, destacou o presidente da Bolívia, Luís Arce.

Desafios comuns

O Consenso de Brasília registra também “a visão comum de que a América do Sul constitui uma região de paz e cooperação, baseada no diálogo e no respeito à diversidade dos nossos povos, comprometida com a democracia e os direitos humanos, o desenvolvimento sustentável e a justiça social, o Estado de direito e a estabilidade institucional, a defesa da soberania e a não interferência em assuntos internos”.

Em outro ponto, o documento enumera temas como crise climática, ameaças à paz e à segurança internacional, pressões sobre as cadeias de alimentos e energia, risco de novas pandemias, aumento de desigualdades sociais e ameaças à estabilidade institucional e democrática como os problemas e desafios da região.

Ainda sobre integração, a carta cita o fortalecimento da democracia, combate discriminação, a promoção da igualdade de gênero, gestão ordenada, segura e regular das migrações como outros desafios comuns dos países sul-americanos. O Consenso de Brasília cita o compromisso dos países de trabalhar para o incremento do comércio e dos investimentos, a melhoria da infraestrutura e logística, o fortalecimento das cadeias de valor regionais, a aplicação de medidas de facilitação do comércio e de integração financeira, a superação das assimetrias, a eliminação de medidas unilaterais e o acesso a mercados por meio de uma rede de acordos de complementação econômica.

Confira a íntegra da declaração dos chefes de Estado e de governo

Consenso de Brasília – 30 de maio de 2023

1.  A convite do Presidente do Brasil, os líderes dos países sul-americanos reuniram-se em Brasília, em 30 de maio de 2023, para intercambiar pontos de vista e perspectivas para a cooperação e a integração da América do Sul.

2.  Reafirmaram a visão comum de que a América do Sul constitui uma região de paz e cooperação, baseada no diálogo e no respeito à diversidade dos nossos povos, comprometida com a democracia e os direitos humanos, o desenvolvimento sustentável e a justiça social, o Estado de direito e a estabilidade institucional, a defesa da soberania e a não interferência em assuntos internos.

3.  Coincidiram em que o mundo enfrenta múltiplos desafios, em um cenário de crise climática, ameaças à paz e à segurança internacional, pressões sobre as cadeias de alimentos e energia, riscos de novas pandemias, aumento de desigualdades sociais e ameaças à estabilidade institucional e democrática.

4.  Concordaram que a integração regional deve ser parte das soluções para enfrentar os desafios compartilhados da construção de um mundo pacífico; do fortalecimento da democracia; da promoção do desenvolvimento econômico e social; do combate à pobreza, à fome e a todas as formas de desigualdade e discriminação; da promoção da igualdade de gênero; da gestão ordenada, segura e regular das migrações; do enfrentamento da mudança do clima, inclusive por meio de mecanismos inovadores de financiamento da ação climática, entre os quais poderia ser considerado o ‘swap’, por parte de países desenvolvidos, de dívida por ação climática; da promoção da transição ecológica e energética, a partir de energias limpas; do fortalecimento das capacidades sanitárias; e do enfrentamento ao crime organizado transnacional.

5.  Comprometeram-se a trabalhar para o incremento do comércio e dos investimentos entre os países da região; a melhoria da infraestrutura e logística; o fortalecimento das cadeias de valor regionais; a aplicação de medidas de facilitação do comércio e de integração financeira; a superação das assimetrias; a eliminação de medidas unilaterais; e o acesso a mercados por meio de uma rede de acordos de complementação econômica, inclusive no marco da Aladi [Associação Latino-Americana de Integração], tendo como meta uma efetiva área de livre comércio sul-americana.

6.  Reconheceram a importância de manter um diálogo regular, com o propósito de impulsionar o processo de integração da América do Sul e projetar a voz da região no mundo.

7.  Decidiram estabelecer um grupo de contato, liderado pelos Chanceleres, para avaliação das experiências dos mecanismos sul-americanos de integração e a elaboração de um mapa do caminho para a integração da América do Sul, a ser submetido à consideração dos Chefes de Estado. 

8.  Acordaram promover, desde já, iniciativas de cooperação sul-americana, com um enfoque social e de gênero, em áreas que dizem respeito às necessidades imediatas dos cidadãos, em particular as pessoas em situação de vulnerabilidade, inclusive os povos indígenas, tais como saúde, segurança alimentar, sistemas alimentares baseados na agricultura tradicional, meio ambiente, recursos hídricos, desastres naturais, infraestrutura e logística, interconexão energética e energias limpas, transformação digital, defesa, segurança e integração de fronteiras, combate ao crime organizado transnacional e segurança cibernética.

9.  Concordaram em voltar a reunir-se, em data e local a serem determinados, para repassar o andamento das iniciativas de cooperação sul-americana e determinar os próximos passos a serem tomados.

Fonte: Agência Brasil

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