Apesar da chuva, estudantes protestam em Maceió

Dezenas de estudantes participaram hoje, 11, de um ato público, realizado em frente ao CEPA (complexo escolar) contra os cortes na educação. A manifestação marca o dia dos estudantes.

Os estudantes também se posicionaram contra a reforma administrativa proposta pelo governo Bolsonaro e que visa desmantelar os serviços públicos.

Outro ponto reivindicado pelos manifestantes foi a aprovação pela Câmara Municipal do Projeto de Lei do vereador Dr. Valmir (PT), que institui o passe livre estudantil em Maceió.

Voto impresso é rejeitado e Bolsonaro derrotado

Foram 229 votos favoráveis e 218 contrários. Como não foram obtidos os 308 votos favoráveis necessários, o texto será arquivado. Ao todo, 448 votos foram computados

Em votação no plenário mesmo após ter sido derrotada em comissão especial, a PEC do voto impresso defendida pelo governo Jair Bolsonaro foi rejeitada pela Câmara dos Deputados nesta terça-feira, 10. Foram 229 votos favoráveis e 218 contrários. Como não foram obtidos os 308 votos favoráveis necessários, o texto será arquivado. Ao todo, 448 votos foram computados.

Orientaram os deputados a votar a favor da instauração do voto impresso partidos com deputados bolsonaristas, como PSL, Republicanos e Podemos. 

Orientaram contra a PEC: PT, PSOL, PCdoB, PDT, PL, PSD, MDB, PSDB, PSB, DEM, Solidariedade, Avante, Cidadania, PV e Rede. 

No entanto, nem todos os parlamentares seguiram as orientações de seus partidos. Líder golpista contra o governo de Dilma Rousseff (PT), o deputado Aécio Neves, que falou em suposta fraude na eleição presidencial de 2014 (quando ele perdeu para petista), absteve-se quando a orientação do PSDB era votar contra a PEC.

Liberaram o voto de seus parlamentares o PP, do presidente da Câmara, Arthur Lira, PSC, PROS, PTB, Novo e Patriota.

Fonte: Brasil 247

Com Bolsonaro 6 empregos somem por minuto no país

Enquanto Jair Bolsonaro promove desfiles de tanques de guerra no dia da análise do voto impresso na Câmara dos Deputados, seu desgoverno promove a destruição no Brasil. Por minuto, seis empregos desapareceram no Brasil durante o primeiro ano da pandemia, segundo dados do IBGE.

Com Bolsonaro, foram 3,3 milhões de postos de trabalho a menos em um ano, entre abril de 2020 e abril de 2021: são 377 empregos desaparecendo por hora, 6,2 por minuto. Os dados da Pnad contínua do IBGE levam em conta tanto o mercado formal quanto o informal.Essa situação é decorrente diretamente da política econômica, da falta de investimentos e da precarização do trabalho promovidas por Bolsonaro e Guedes. A falta de incentivos para empreendedores individuais, micro, pequeno e médio empresários durante a pandemia da Covid-19 se casou à política do negacionismo, da ausência de vacinas e da promoção de aglomerações pelo próprio presidente. O resultado são mais de 550 mil mortos pela Covid, índice de desemprego chegando a 14,6% no trimestre de março a maio de 2021, e um contingente de 33 milhões de brasileiros sem trabalho.

A falta de investimentos públicos, a não utilização dos bancos públicos como indutores da economia e o fim da obrigatoriedade de agregar conteúdo nacional para empresas estrangeiras também são fatores que impulsionam o desemprego. Isso sem contar com o desmonte das estatais promovido por Bolsonaro, com redução de investimentos e de quadro de pessoal, com vistas à privatização.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e os governos do PT já mostraram que é possível fazer diferente. Durante os governos do PT, foram gerados 20 milhões de empregos formais. Em 2014, o Brasil atingiu o pleno emprego, com uma taxa de desocupação de apenas 4,9%.

Em plena pandemia, prefeitura de Atalaia ordena despejo

A Prefeitura de Atalaia (AL) despeja 260 famílias do Conjunto Habitacional Deus é Fiel na manhã de hoje (10).

As famílias do Conjunto Habitacional Deus é Fiel foram surpreendidas na manhã de hoje com a ordem de despejo, sem aviso prévio.

O conjunto foi construído para abrigar os moradores da cidade vítimas da enchente ocorrida em junho de 2010 e que atingiu 19 municípios alagoanos, entre eles Atalaia.

O MST emitiu nota criticando a ação da gestão municipal: “repudia mais uma ação arbitrária da gestão municipal com o povo de Atalaia e manifesta total solidariedade às famílias do Conjunto Habitacional que, no meio da Pandemia, são ameaçadas criminosamente de despejo. Despejo na Pandemia é crime”.

Desesperado, Bolsonaro tenta intimidar Congresso com tanques

Parlamentares rechaçam desfile de blindados na Esplanada dos Ministérios no dia em que Congresso analisa voto impresso

Desde 1988, a Marinha do Brasil realiza na cidade de Formosa (GO) um treinamento que leva o nome da cidade a 500km de Brasília. Neste ano, porém, pela primeira vez, segundo nota oficial da Força, a operação contará com a participação do Exército e da Aeronáutica e incluirá um desfile de blindados e armamentos em frente ao Palácio do Planalto e, consequentemente, do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal (STF).

O tal desfile foi agendado para esta terça-feira (10), com o pretexto de se entregar a Jair Bolsonaro e seu ministro da Defesa, Walter Braga Netto, o convite para que os dois acompanhem o treinamento, que reunirá mais 2 mil homens em plena pandemia, no próximo dia 16.

Quem conhece minimamente Bolsonaro, no entanto, percebeu uma evidente tentativa de, mais uma vez, utilizar as Forças Armadas para intimidar os demais Poderes no momento em que o atual presidente repete ameaças antidemocráticas e pressiona pela aprovação do voto impresso, que Arthur Lira, de maneira absurdamente submissa, levará à analise do Plenário no mesmo dia em que os tanques desfilarão na Esplanada dos Ministérios.

“Bolsonaro quer intimidar o Congresso Nacional fazendo desfile de blindados na Esplanada amanhã? O país numa grave crise e vão mobilizar gente e equipamento, gastando dinheiro publico para satisfazer sua índole autoritária?! E as Forças Armadas vão aceitar isso?!”, cobrou a presidenta nacional do PT, a deputada Gleisi Hoffmann.

Lula vê medo em Bolsonaro

No fim de semana, o presidente Lula analisou, em entrevista à imprensa alemã, que Bolsonaro age cada vez mais movido pelo medo, pois percebe que, se não sofrer o impeachment, será derrotado nas eleições e, depois disso, poderá ser julgado, tanto pelo genocídio que praticou e pratica na pandemia quanto pelo envolvimento em esquemas de corrupção na negociação de vacinas.

Graças à entrega de mais e mais poder ao Centrão e ao apoio que tem de parte da elite econômica, com a destruição dos direitos trabalhistas e empresas públicas, Bolsonaro tem conseguido evitar o impeachment. Como as urnas ele não consegue comprar com cargos e orçamentos paralelos, resta ele atacar as eleições e ameaçar a democracia.

Aqueles que não abrem mão da democracia, porém, não se deixarão intimidar. É como bem ressaltou o líder do PT no Senado, Paulo Rocha (PA): “Bolsonaro afronta o Brasil e convoca tanques de guerra para as ruas no dia previsto para votação da PEC do voto impresso. A democracia não será intimidada!”

Fonte: PT

Greve no IPT (SP) contra o reajuste zero!

Deflagrada em 26 de julho pelo SINTPq, sindicato que representa os trabalhadores do Instituto de Pesquisas Tecnológicas de São Paulo (IPT), a greve se deu contra o reajuste zero que o governo Dória (PSDB) apontou na mesa de conciliação de 21 de julho. Com uma perda acumulada em três anos de 11%, a reação dos servidores foi ir à greve.

O IPT/SP é uma referência de pesquisas tecnológicas para o país, mas, em contraste com seu discurso de “defensor da ciência”, Dória, na realidade, nega aos trabalhadores a reposição das perdas salariais e sucateia os serviços oferecidos pelo IPT, como denuncia o presidente do SINTPq, João Paulo Porsani.

No dia 27 de julho, segundo dia de greve, se manteve forte mobilização na porta do IPT (foto), com os trabalhadores realizando assembleia presencial.

Informados pelo SINTPq sobre a abertura de dissídio coletivo, decidiram suspender a greve, mantendo-se em estado de greve, alertas ao dissídio e em pressão contra o governo estadual.

Fonte: O Trabalho

18 de agosto é dia de greve dos servidores e de mobilização da classe trabalhadora

É o Dia Nacional de Luta de todos os trabalhadores e contra a PEC 32, as privatizações e a inflação; e em defesa do auxílio emergencial de R$ 600, por vacina já para todos e todas, e emprego

Os servidores das três esferas – municipal, estadual e federal – vão fazer uma greve de 24 horas no dia 18 de agosto, Dia Nacional de Luta e Paralisações, que terá mobilizações e paralisações também de trabalhadores da iniciativa privada em todas as capitais do país.

A CUT e as demais centrais sindicais estão organizando e mobilizando para a luta contra a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 32, da reforma Administrativa, enviada ao Congresso Nacional pelo governo de Jair Bolsonaro (ex-PSL), contra as privatizações, e a inflação; e, em defesa do auxílio emergencial de R$ 600, por vacina já para todos e todas, e emprego.

No próximo dia 9, a CUT realiza uma reunião com todas as CUTs estaduais e ramos para organizar e ampliar as mobilizações nas bases sindicais e conscientizar trabalhadores e trabalhadoras da importância de participar desde dia de luta.

Leia mais: CUT convoca para o dia nacional de luta em 18 de agosto

“É preciso deixar claro para todos e todas que a luta é de toda a classe trabalhadora porque tanto a PEC 32 de Bolsonaro, quanto as privatizações e todas as pauta que estarão em debate neste dia é de interesse de todos os brasileiros e brasileiras”, afirma Pedro Armengol, diretor da CUT e da Confederação Nacional dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condsef).

“As prioridades de Bolsonaro são a reforma Administrativa, que acaba com o serviço público, abre espaço para indicações políticas, aumentando o risco de corrupção; e as privatizações, que tiram do povo o seu patrimônio”, explcia Armengol.

Confira as 7 principais mentiras do governo Bolsonaro sobre a reforma Administrativa

“Todas as pautas do Dia Nacional de Luta estão interligadas com a luta dos servidores porque afetam diretamente os trabalhadores e as trabalhadoras”, já havia alertado o presidente Nacional da CUT, Sérgio Nobre, que ressaltou também a luta contra a disparada da inflação, as altas taxas de desemprego, a necessidade de vacina para todos já e o auxílio emergencial de R$ 600 até o fim da pandemia. 

“O dia 18 é um dia de mobilização nacional e em apoio à greve dos servidores contra a reforma Administrativa, que é ruim para o Brasil e para o povo brasileiro”, disse Sérgio.

Fonte: CUT Brasil

Apesar de Bolsonaro, o Brasil bate recorde nas Olimpíadas

Apesar do desmantelamento das políticas sociais promovidas pelo governo de Jair Bolsonaro, o Brasil conseguiu bater o recorde e ter sua melhor apresentação em uma olimpíada. O Brasil conquistou 7 medalhas de ouro, 6 de prata e 8 de bronze, 21 medalhas no total e ficou em na 12ª posição.

Apesar de todo ufanismo da mídia tradicional sobre os resultados conquistados por nossos atletas, o que era não diz, é que o resultado obtido está relacionado a um conjunto de políticas públicas desenvolvidas pelo governo Lula e Dilma, que com o Ministério dos Esportes e os programas de apoio, alavancaram e sustentaram a prática esportiva olímpica no Brasil.

Bolsonaro extinguiu o Ministério dos Esportes em 2019, e com o sucateamento e privatizações das estatais abandonou o esporte amador pelo país afora. Mas, o que sobrou de programa social permitiu o desempenho obtido pelo Brasil. Pois, 80% dos atletas que participaram das olimpíadas recebem o bolsa atleta, programa criado no governo Lula. Isaquias Queiroz, um dos maiores medalhistas da história do Brasil, reconheceu que o foi o Programa Segundo Tempo, criado também no governo Lula, fundamental para a sua trajetória de conquistas.

O maior medalhista

Deputado Paulão se solidariza com jornalistas da Tribuna e pede punição da Braskem por crime ambiental

O deputado federal Paulão (PT-AL), usou suas redes sociais hoje, 07, para expressar sua solidariedade para com a equipe de jornalismo da Tribuna Independente, que foi impedida por seguranças da Braskem e Defesa Civil de Maceió de fazer cobertura jornalística no bairro do Pinheiro e defender a liberdade de imprensa.

O Pinheiro é um dos cincos bairros atingidos pela exploração mineral da empresa. E durante a cobertura de um desmoronamento, os profissionais foram coagidos por segurança da empresa.

Paulão também cobrou a “responsabilização da Braskem pelo maior crime ambiental da história do Brasil”. A empresa até hoje segue impune.

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