Collor vai perder sinal da Globo para TV Asa Branca

Está em curso a mudança do sinal da Globo em Alagoas da TV Gazeta para a TV Asa Branca, do grupo Inocêncio de Oliveira.

O Grupo Nordeste de Comunicação, ao qual pertence a TV Asa Branca, comprou o prédio do antigo colégio Pontual, no bairro do Farol, além do transmissor .

Toda a estrutura está em sinal de testes. A TV Gazeta vive situação atípica: está em recuperação judicial, em processo conturbado e dívidas milionárias. Em 2019, a Justiça Federal concedeu liminar caçando a concessão da TV Gazeta por terem, entre os sócios, um senador da República, neste caso Fernando Collor, hoje sem mandato.

Também pesa nestas decisões, para a Globo, o desgaste envolvendo a afiliada local, que acaba respingando no grupo empresarial.

A TV Gazeta foi fundada em 1975 e pertencia ao senador Arnon de Mello, pai de Collor.

Já a TV Asa Branca foi fundada em 1991 É afiliada da Globo na Zona da Mata, Agreste e Sertão de Pernambuco.

Inocêncio de Oliveira foi deputado federal por Pernambuco durante 10 mandatos consecutivos. Assumiu o comando da Câmara em 1993 até 1995.

Fonte: Repórter Nordeste

Bolsonaro é condenado a pagar indenização de R$ 50 mil por ofensas a jornalistas

Presidente Jair Bolsonaro na saída do Palácio do Alvorada 05/05/2020 REUTERS/Ueslei Marcelino

Decisão foi publicada nesta quinta-feira (19) pelo Tribunal de Justiça de São Paulo

Transitou em julgado a decisão que condenou o ex-presidente da República, Jair Bolsonaro, a pagar indenização coletiva a jornalistas por danos morais em R$ 50 mil.

A decisão foi promulgada pela 4ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo. O valor da multa será revertido ao Fundo Estadual de Defesa dos Direitos Difusos de São Paulo.

A ação do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de São Paulo alegou que Bolsonaro atacava sistematicamente a categoria de forma agressiva em seus pronunciamentos e na rede social.

O sindicato registrou 175 agressões de Bolsonaro contra a imprensa em 2020. A fonte é o relatório “Violência contra jornalistas e liberdade de imprensa no Brasil, da Federação Nacional dos Jornalistas.

O relatório apresenta exemplos, como os ataques homofóbicos, xingamentos, agressões às mulheres jornalistas durante entrevistas e até a ameaça de dar socos em um profissional.

Tentamos contato com a assessoria do ex-presidente Bolsonaro, mas não conseguimos contato até o fechamento dessa reportagem.

Fonte: Brasil de Fato

Obreiro evangélico é condenado a 57 anos de prisão por estuprar crianças durante ensaios de louvor

Uma das vítimas é sobrinha dele. Ele oferecia doces, dinheiro e ameaçava as vítimas para que não contassem dos abusos.

Um homem foi condenado a 57 anos de prisão por estuprar três crianças em Morrinhos, no interior do Ceará. Ele atuava como obreiro — cargo auxiliar ao pastor — em uma igreja evangélica do município, à qual as vítimas também frequentavam. Uma das meninas é, inclusive, sobrinha do abusador. A sentença foi proferida no último dia 5.

Todas as vítimas tinham menos de 14 anos à época dos crimes. Os abusos sexuais foram descobertos após uma das vítimas contar os acontecimentos para uma prima de seis anos. Após esse episódio, foram descobertos mais casos praticados contra outras crianças.

O Ministério Público do Ceará (MPCE) informou que homem utilizava o fato de ser obreiro para atrair as crianças para ensaios de louvor na casa dele, que ficava ao lado da igreja, e lá praticar os abusos. O sentenciado oferecia doces, dinheiro e ameaçava as meninas para que não contassem sobre o ocorrido.

O réu foi condenado por estupro de vulnerável em regime inicialmente fechado e sem direito de recorrer em liberdade. Conforme o Código Penal Brasileiro, o delito de estupro de vulnerável se configura quando há prática de conjunção carnal ou outro ato libidinoso com menor de 14 anos.

A pena é de oito a 15 anos de reclusão, mas pode ser aumentada pela metade se o agente for ascendente, padrasto, tio, irmão, cônjuge, companheiro, tutor, curador, preceptor, empregador da vítima ou outro título que indique autoridade sobre a vítima.

Fonte: G1

Estado terrorista de Israel já matou 1.524 crianças palestinas em 12 dias de bombardeios em Gaza

Números mais recentes revelam uma tragédia sem precedentes em Gaza, com um total de 3.785 palestinos mortos e 12.493 feridos

O Ministério da Saúde de Gaza divulgou um novo balanço das mortes e da destruição provocada pelo massacre de Israel contra o povo palestino. Os ataques começaram no dia 7 de outubro após um ataque do grupo armado Hamas em território israelense. Os números mais recentes revelam uma tragédia sem precedentes, com um total de 3.785 palestinos mortos e 12.493 feridos. Contudo, é seguro que estes números são ainda maiores.

Dentre os dados mais revoltantes para o mundo árabe e para os humanistas, destaca-se o fato de que 1.524 das vítimas fatais são crianças, mil são mulheres e 120, idosos. Além disso, 3.983 crianças e 3.300 mulheres estão entre os feridos. Israel já lançou mais de 6 mil bombas em um território menor do que a cidade de São Paulo. 

Entre os ataques israelenses, destacam-se aqueles em hospitais e centros de referência no atendimento a pacientes. De fato, trata-se do modus operandi das forças do estado sionista. Mais de 20 hospitais já foram bombardeados e mais de uma dezena de escolas da ONU também estão entre os alvos.

Como resultado, uma grande contagem de baixas entre os profissionais de saúde. Segundo o Ministério da Saúde de Gaza, ao menos 44 profissionais de saúde morreram, e outros 70 ficaram feridos, enquanto cumpriam seu dever humanitário de cuidar dos necessitados.

Ataques deliberados em Gaza

O Ministério da Saúde destacou a gravidade da situação. Representantes do ministério afirmam que “forças israelenses parecem ter deliberadamente atacado 23 ambulâncias que agora estão completamente fora de serviço”. A paralisação desses veículos de emergência representa um obstáculo adicional para o atendimento rápido e eficaz às vítimas.

Além disso, dados oficiais falam em 19 unidades de saúde que foram diretamente ou indiretamente visadas. A ação forçou a interrupção das operações em 14 centros de saúde vinculados ao sistema de cuidados primários do Ministério da Saúde na Faixa de Gaza. A falta de energia já dura mais de sete dias e a grave escassez de combustível coloca em risco a operação de todas as instalações de saúde, agravando ainda mais a situação humanitária. “Todas as instalações de saúde correm o risco de paralisação total”, afirma o ministério.

A comunidade internacional, liderada pelo Brasil à frente do Conselho de Segurança da ONU, continua pressionando por um cessar-fogo e um retorno ao diálogo. Contudo, Israel descarta a opção e conta com apoio dos Estados Unidos para manter a rotina de massacres. Ainda há a expectativa de ataques por tropas terrestres, o que deve deixar o genocídio ainda mais feroz, aumentando mortes e crimes de guerra como estupros e ataques em hospitais.

Fonte: Rede Brasil Atual e Brasil 247

Estudantes ocupam secretaria contra corte de 9 bilhões na educação proposto pelo governo Tarcísio

Diante de um corte brutal de R$ 9 bilhões anunciado pelo governo de São Paulo, os estudantes reagiram contra e em protesto ocuparam o prédio da Secretaria de Educação de São Paulo (SEDUC).

O protesto ocorreu no dia 17 de outubro e foi organizado pela União Paulista dos Estudantes Secundaristas (UPES) juntamente com a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES).
Pelas redes sociais os estudantes anunciaram a ocupação do prédio em protesto a medida do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos).
Os estudantes exigem o fim do corte e a saída do secretário de educação Renato Feder, que é acusado de ser “privatista”.
Eles também lutam pela revogação do novo ensino médio. A ocupação ocorreu de forma pacífica.

Pastor condenado por homicídio é capturado após tentativa de fuga no interior da Bahia

Homem de 43 anos é preso em São Francisco do Conde após mudar-se para cidade afastada para evitar prisão em Salvador

Um pastor de 43 anos, condenado a 14 anos por homicídio em Salvador, foi capturado em São Francisco do Conde, Bahia, horas antes de iniciar uma vigília religiosa. Segundo informações da Polícia Civil, o homem tentou fugir das autoridades mudando-se para o interior, mas foi localizado após investigações detalhadas, destaca o jornal O Globo.

De acordo com a delegada Francineide Moura da Polinter, o pastor aplicou todos os recursos financeiros que possuía para mudar-se para a cidade afastada, a aproximadamente 71 quilômetros de Salvador. Ele planejava iniciar um culto religioso em uma igreja local, mas acabou sendo detido antes de concretizar seus planos de fuga.

“Ao perceber que estava sendo procurado, ele tentou escapar das equipes policiais mudando-se para o interior. No entanto, com nosso trabalho de inteligência, conseguimos localizá-lo e efetuar sua prisão”, afirmou a delegada.

Após a prisão, o pastor foi encaminhado ao presídio local, onde cumprirá a pena estabelecida pela Justiça pelo crime de homicídio. As autoridades destacaram a importância do trabalho de investigação e cooperação entre as forças de segurança para garantir a captura de indivíduos procurados pela Justiça.

Fonte: Brasil 247

Movimentos sociais realizam ato de solidariedade ao povo palestino em Maceió

Ocorreu na noite de hoje, 17/10, um ato de solidariedade ao povo palestino. O evento reuniu dezenas de lideranças de partidos de esquerdas, sindicatos e movimentos sociais e religiosos.

As diversas lideranças presentes foram unânimes em condenar o genocídio promovido pelo estado sionista de Israel contra o povo palestino e de exigir imediato cessar fogo.

Para o professor Luiz Gomes, representante do Sindicato dos Docentes da Universidade Estadual de Alagoas e um dos organizadores do ato, “há 76 anos que Israel promove massacres contra o povo palestino e esse genocídio precisa parar. A solução é a criação de um Estado Palestino, laico e com direitos iguais para palestinos e judeus”.

Para Lenilda Lima, representante da Marcha Mundial das Mulheres, “as mães palestinas já não suportam tanta dor e sofrimento. Esse genocídio tem que parar agora”.

O representante do Centro Cultural Islâmico de Maceió, Ali Malim Omari, explicou que “o povo árabe vem sofrendo todo tipo de agressão por parte de Israel e dos EUA há décadas e que só a solidariedade internacional pode parar esse genocídio”.

Ao final do evento, foram aprovadas várias iniciativas e por aclamação foi aprovado a criação de um Comitê de Solidariedade ao Povo Palestino.

Israel bombardeia Hospital em Gaza e assassina 500 pessoas, sendo 200 crianças

O Estado sionista de Israel provoca mais um crime de guerra ao bombardear hospital palestino

O hospital de al-Ahli na cidade de Gaza foi bombardeado por Israel nesta 3ª feira, 17/10. Segundo informações do Ministério da Saúde palestino, cerca de 500 pessoas morreram, sendo pelo menos 200 crianças assassinadas pelo genocida Estado sionista de Israel.

Israel que já vem sendo acusado de praticar genocídio na Faixa de Gaza por Comissários da ONU, parece não ter limite na sua política de apartheid e de limpeza étnica.

O grupo Hamas declarou em nota que o ataque é um crime de “genocídio” e que “revela o lado feio do inimigo e seu governo fascista e terrorista”. Afirmou ainda que a explosão à unidade de saúde “expõe o apoio norte-americano e ocidental à esta ocupação criminosa”. 

Cinicamente, o ministro da Defesa de Israel, Itamar Ben Gvir, afirmou que “enquanto o Hamas não libertar os reféns que tem nas suas mãos, a única coisa que precisa para entrar em Gaza são centenas de toneladas de explosivos”.

Redação com Poder 360

Relatório da CPI de 8/1 pede indiciamento de Jair Bolsonaro e 8 generais

O relatório da CPI de 8 de Janeiro concluiu que Jair Bolsonaro (PL) articulou uma tentativa de golpe e atribuiu a ele as invasões às sedes dos Três Poderes. A relatora, senadora Eliziane Gama (PSD-MA), pediu o indiciamento do ex-presidente por quatro crimes durante a leitura do documento.

“As investigações aqui realizadas, os depoimentos colhidos, os documentos recebidos, permitiram que chegássemos a um nome em evidência e a várias conclusões. O nome é Jair Messias Bolsonaro. Como se verá nas páginas que se seguem, a democracia brasileira foi atacada, massas foram manipuladas com discurso de ódio.” Trecho do relatório final feito por Eliziane Gama.

O que diz o relatório

Os crimes de Bolsonaro, segundo a relatora: associação criminosa, violência política, abolição violenta do Estado Democrático de Direito e golpe de Estado.As penas podem chegar a 29 anos de prisão, se for condenado.

O nome de Bolsonaro é citado 268 vezes no documento de mais de 1.300 páginas.

“O 8 de janeiro não foi um raio repentino num dia claro de sol, as nuvens carregadas que anunciavam a tempestade começaram a se acumular muito tempo antes. Entender a dinâmica desses acontecimentos é fundamental para identificar as ameaças e prevenir novos

atentados contra o Estado Democrático de Direito.” Trecho do relatório final da CPI.

A possibilidade de implicação de Bolsonaro surgiu logo no começo. O cronograma de trabalho da relatora começava com o não reconhecimento da vitória de Lula na eleição e o bloqueio das estradas por apoiadores do ex-presidente.

O relatório pede o indiciamento de mais de 60 pessoas, sendo 31 militares. A alta cúpula aparece em peso no relatório da CPI como participantes da tentativa de golpe:

General Marco Antônio Freire Gomes: estava à frente do Exército e permitiu que manifestantes acampassem na frente de quartéis segurando faixas sobre intervenção militar.
General Augusto Heleno: chefe do GSI no governo Bolsonaro. Ele prestou depoimento e xingou a relatora da CPI.

General Walter Braga Netto: candidato a vice na chapa de Bolsonaro. O militar deu declarações dando esperança para apoiadores do ex-presidente de que Lula não tomaria posse.
General Luiz Eduardo Ramos: ministro da Secretaria-Geral da Presidência durante a gestão Bolsonaro. Ele era um dos militares mais próximos e leais ao ex-presidente.

General Paulo Sérgio Nogueira: ministro da Defesa que teria se reunido com um hacker para tratar da invasão falsa das urnas eletrônicas. Ele também não colocou freio em manifestações golpistas dentro das Forças Armadas.

General Carlos José Russo Assumpção Penteado: membro do GSI; sua atuação teria permitido que os manifestantes golpistas entrassem no Palácio do Planalto.

General Ridauto Fernandes: alvo de operação da Polícia Federal por invadir as sedes dos Três Poderes e ajudar que outras pessoas fizessem o mesmo.

General Carlos Feitosa: integrante do GSI que teria falhado em prever as invasões. Ele escolheu categoria laranja de segurança para 8 de janeiro, o que limita o emprego de agentes.

Ex-comandante da Marinha é alvo da CPI

O almirante Almir Garnier Santos deve ser responsabilizado pelos tipos penais descritos no artigo 288 do Código Penal, como associação criminosa, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, “por condutas dolosas, por aderir subjetivamente às condutas criminosas de Jair Messias Bolsonaro e demais indivíduos em seu entorno”.

Reportagem do UOL sobre a delação do tenente-coronel Mauro Cid mostra que o ex-ajudante de ordens de Bolsonaro disse que o então comandante da Marinha, almirante Almir Garnier, manifestou-se favoravelmente ao plano golpista durante as conversas de bastidores.

A lista dos principais indiciados:
Jair Messias Bolsonaro
Walter Souza Braga Netto
Augusto Heleno Ribeiro Pereira
Luiz Eduardo Ramos Baptista Pereira
Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira
Almir Garnier Santos
Marco Antonio Freire Gomes
Mauro Cesar Barbosa Cid
Luis Marcos dos Reis
Ailton Gonçalves Moraes Barros
Antonio Elcio Franco Filho
Jean Lawand Junior
Anderson Gustavo Torres
Marilia Ferreira de Alencar
Silvinei Vasques
Tercio Arnaud Tomaz
Fernando Nascimento Pessoa
José Matheus Sales Gomes
Alexandre Carlos de Souza e Silva
Marcelo de Avila
Mauricio Junot
Carla Zambelli
Marcelo Costa Camara
Ridauto Lucio Fernandes
Meyer Nigri
Amauri Feres Saad

Fonte: Uol

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