TRE confirma a cassação de governador bolsonarista de Roraima

O governador foi acusado de abuso de poder político ao distribuir cestas básicas no período eleitoral de 2022; caso segue para o TSE

O Tribunal Regional Eleitoral confirmou nesta terça-feira 21 a decisão de cassar o mandato do governador de Roraima, Antonio Denarium (PP). Ele foi julgado em agosto por abuso de poder político ao distribuir cestas básicas no período eleitoral do ano e e apresentou um recurso, agora negado.

O caso segue para o Tribunal Superior Eleitoral e, por enquanto, Denarium continua no cargo.

Segundo o TRE, o político infringiu a Lei das Eleições ao ampliar em cinco vezes o número de beneficiários de um programa de distribuição de cestas básicas.

A ação, que atendia 10 mil pessoas, passou a contemplar 50 mil em 2022. A legislação eleitoral indica que a conduta configura abuso de poder político e oferecimento de benefícios em troca de votos.

Além da cassação, a decisão do TRE condena Denarium a pagar multa de mais de 100 mil reais. 

Fonte: Carta Capital

Moradores protestam na Garça Torta

Nesse domingo, 19/11, em Garça Torta, ocorreu um ato de protesto pela não verticalização do litoral norte de Maceió. Os moradores criticam a construção de espigões à beira mar que estão descaracterizando a paisagem e costumes locais, além de intensificar o déficit na infraestrutura urbana da região.

Hoje, o litoral norte sofre com a falta de saneamento básico, falta de água, instabilidade na energia elétrica e precariedade no transporte público. Segundo os moradores, com o adensamento demográfico, esses problemas tendem a piorar.

O Movimento Abrace a Garça cobra da prefeitura de Maceió mais infraestrutura urbana e combate o processo desenfreado de especulação imobiliária na região.

Celebração na Serra da Barriga retoma legado do Quilombo dos Palmares

Fundação Palmares promove evento para marcar 20 de novembro

Após quatro anos, foram retomadas nesta segunda-feira (20) as festividades do Dia da Consciência Negra na Serra da Barriga, em Alagoas, no Parque Memorial do Quilombo dos Palmares. O local foi sede do quilombo que teve Zumbi como último líder. A data estabelecida para celebrar a luta contra o racismo no Brasil é o dia da morte da liderança quilombola.

Na madrugada desta segunda-feira (20), sacerdotes das religiões de matriz africana subiram a serra, em rituais, para cultuar os ancestrais. No início da manhã, foram levadas flores em oferenda às orixás femininas das águas, na lagoa do parque. “A água é a força da natureza”, enfatizou Pai Célio Rodrigues, um dos responsáveis por conduzir as celebrações.

À frente dos trabalhos também estava Mãe Mirian, que, com 89 anos, é uma das matriarcas das religiões de matriz africana de Alagoas. “É um grande dia de emoção, quando viemos homenagear 300 e poucos anos da morte do filho de Palmares”, disse a líder do Ilé N’ifé Omi Omo Posú Bétá, que fica em Maceió. “Espero que isso aqui seja respeitado, valorizado, porque é um patrimônio histórico, não só de Alagoas, mas do nosso Brasil, e talvez do mundo todo, onde viveu um herói que lutou pela liberdade do negro”, acrescentou a sacerdotisa.

Nas primeiras horas da manhã, pequenos grupos subiam a serra a pé para participar das celebrações, que incluíram diversas apresentações artísticas ao logo do dia. Com 68 anos, o indígena Benedito Bezerra era uma dessas pessoas, que não se desanimavam com a caminhada, apesar do calor e do sol que já brilhava antes das 6h.

Antigo morador da região, ele ainda se lembra do período antes do reconhecimento do espaço como um local de memória. “Não, não tinha comentário de nada. Sempre era a Serra da Barriga, era a Serra dos Negros, não tinha essas coisas”, conta Bezerra, que acompanhou, ao longo dos anos, o parque ganhar importância.

Muitas pessoas, no entanto, estavam pela primeira vez no local. Moradora de uma comunidade remanescente de quilombo no município alagoano de Inhapi, Maria José Gomes da Silva nunca havia estado no parque. “Representa muita riqueza. E eu achei lindo. A primeira vez que eu vim, aqui eu achei lindo”, disse a quilombola, de 37 anos, sobre as primeiras impressões a respeito do local.

Para presidente da Fundação Cultural Palmares, João Jorge Rodrigues, entidade que organizou o evento, as celebrações de 20 de novembro na serra, a manutenção da memória é parte fundamental da luta antirracista no país. “A partir de agora, tem que ser um ritual fazer as coisas no Brasil inteiro no 20. Tem que ser um ritual fazer as coisas cada semana, tem que ser um ritual apoio e fomento para a comunidade negra, tem que ser um ritual proteger pessoas para quem a gente vai, hoje e amanhã, falar e pedir minutos de silêncio como o Mãe Bernadete”, defendeu João Jorge, ao lembrar da líder quilombola assassinada em agosto na Bahia.

Pertencimento

A pesquisadora e doutora em educação Vanda Machado foi uma das pessoas que acompanhou o processo de criação do memorial, na década de 1980. Para a professora, se aproximar da Serra da Barriga traz uma sensação de pertencimento. “Eu estou chegando na minha casa”, diz sobre o sentimento evocados pela primeira vez que esteve no lugar onde foi erguido o Quilombo dos Palmares.

Uma emoção que se renova a cada retorno. “Eu conto sempre da minha alegria quando diz, quando o comissário [de voo] diz: ‘dentro de alguns instantes estaremos pousando no Aeroporto Internacional Zumbi dos Palmares [aeroporto de Maceió]’. Isso tem um significado pra gente muito grande, é Zumbi dos Palmares. O da minha terra é o nome de um homem branco.”

Para a educadora, a figura do líder que determinou a data da Consciência Negra deve ser celebrada a partir do seu legado. “Zumbi era uma criatura assustadora pela inteligência, pela maneira como conseguia juntar pessoas, agregar pessoas, por uma necessidade. Muita gente veio porque queria também viver a experiência da liberdade. E essa liberdade aqui era de fato, de verdade. O que a capoeira, o que os rituais ensinam pra gente”, contou Vanda, enquanto atabaques e berimbaus soavam por todos os lados.

Diversos grupos de capoeira participaram das festividades, com rodas repletas de acrobacias e golpes enérgicos. Os tambores impulsionaram ainda o maracatu. Grupos de mulheres dançavam ao som dos xequerês, com vestimentas e maquiagem de festa. Houve ainda espaço nos palcos para o samba e a discotecagem de reggae.

Retomada

Apesar dos muitos anos dedicados à militância negra, a historiadora Wania Sant’anna estava pela primeira vez na Serra da Barriga. “A festa é importante nesse momento, porque nós tivemos quatro anos de profunda negação e desqualificação da luta das pessoas negras no Brasil contra o racismo”, ressaltou, ao lembrar do governo do ex-presidente Jair Bolsonaro.

“Esse momento de retomada da serra é um momento muito especial, mas também é um momento de, mais uma vez reivindicar políticas públicas de enfrentamento à desigualdade étnico-racial”, enfatizou a ativista, que chegou em uma comitiva com diversos movimentos sociais que integram a Coalizão Negra por Direitos. “A gente vem pra cá celebrar uma luta por liberdade e, ao mesmo tempo, valorizar a ideia da nação de Palmares, que é uma nação entre iguais”, relacionou.

Wania se emocionou ao lembrar do legado da vereadora Marielle Franco, assassinada em 2018, no Rio de Janeiro. “Ela ia adorar estar nesse lugar aqui, sabe?”, disse com os olhos cheios de água e a voz embargada. “De qualquer maneira, Marielle presente, hoje e sempre”.

Fonte: Agência Brasil

FÃ NÁTICOS

Flávio Show – Funcionário dos Correios

Maceió, 19 de Novembro de 2023

Fã, pessoa que tem uma admiração muito grande por algum artista, jogador e até mesmo algum politico. Não podemos confundir com o fanático, que segundo o alagoano nascido em Passo de Camaragibe, Aurélio Buarque de Holanda, o fanático é aquele que segue cegamente uma doutrina ou partido. Sou fã do Aurélio, o nosso pai !

Com a chegada no Brasil, os repatriados conseguiram entender que ser fã de alguém pode torná -los alvos do fanatismo da Direitinha Golpista, chegando ao ponto de Hassan Rabee preferir voltar para o campo minado em Gaza, que permanecer recebendo bombas virtuais de ódio em terras brasileiras. Onde chegamos!

O amor venceu, mas o ódio continua vivo. Ana Hickmann, infelizmente teve o desprazer de expor para seus fãs, que aquele que convivia no mesmo teto e que outrora era fanático pelo 22, a agrediu. Diferente do que aconteceu com Hassan, a agressão ultrapassou as redes sociais e invadiu o octógono numa trocaçao desigual e criminosa. Força Ana, quero ser seu fã, desde que em 2026 você enterre seu fanatismo.

Os fanáticos vestidos de verde periquito voltaram às ruas dia 15 desse mês, o dia da Proclamação da República. Até aí tudo bem ou tudo mal, a trupe envelhecida nos tonéis da Ditadura deixaram as pantufas revolucionárias, vestiram suas fraudas anticomunistas e partiram para as trincheiras da idiotice alheia. Ao mesmo tempo, os parlamentares bolsonarentos viajaram para os EUA e se encontraram com o Deputado “brasiamericano” George dos Santos ou para os fãs, Kitara Ravache, Drag Queen nas baladas cariocas, processado por estelionato. Em resumo: O gado continua o mesmo, mais velho e mais burro!

Não podemos negar que o Dino tem muitos fãs e essa semana a fake da “dama do trafico” tomou conta das redes e os fanáticos cidadãos de bem e de familia puderam se alimentar com o mais difuso pasto de notícias falsas sobre a esposa de um condenado no Amazonas, sobrou até para a comediante Vi Álvares, que o gado não é fã nenhum pouco.
Não demorou para o Demori, jornalista de verdade, esclarecer tudo. Falta a Globo e o jornal Estadão, fanáticos por cliques, cada um à sua maneira, fazer o dever de casa.

Pra finalizar! Hoje será eleito o Presidente dos nossos vizinhos. Os argentinos estão diante da mais acirrada disputa eleitoral. Saberemos, ainda hoje, qual dos hermanos, Massa ou Milei será eleito, podendo um fã clube ou um fanático comandar a Casa Rosada.

Reflexões Flávio Show 2023 , ano 03 – Edição 154

Pantanal tem mais de 3 mil incêndios em novembro; recorde histórico

Há mais de um mês, o fogo consome o Pantanal, e não há previsão de trégua. Em 16 dias de novembro deste ano, foram registrados 3.098 focos de incêndio no bioma, um recorde histórico para o mês desde 2002, quando foram contabilizados 2.328 focos. 

Em relação ao mesmo período de 2022, o aumento de queimadas ultrapassa 1.400%, conforme monitoramento do Programa Queimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).  

O tempo seco e a onda de calor favorecem o grande número de incêndios, que destroem a vegetação e a fauna.  

Na última quarta-feira (15), o fogo chegou a invadir a rodovia Transpantaneira. As chamas foram controladas pelas equipes de brigadistas e não alcançaram as casas.

Os incêndios levaram os governos de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, estados que abrigam o bioma, a decretar situação de emergência na região norte do Pantanal.

Causas

A causa dos incêndios ainda está sob investigação. Os especialistas avaliam se começaram por causa da queda de raios ou por ação humana. 

“Não foi possível esclarecer se todos os incêndios no Pantanal se iniciaram com um raio, uma descarga elétrica, ou não, como em 2020, quando muitos foram por crime ambiental, alguém botando fogo para destruir a vegetação”, disse o climatologista Carlos Nobre, pesquisador do Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo. 

Em 2020, o fogo queimou mais de 30% do território do Pantanal, na porção brasileira, o equivalente a 44.998 quilômetros quadrados.

No dia 21 de outubro deste ano, três raios atingiram o Parna do Pantanal, a Reserva Particular do Patrimônio Natural Dorochê e uma propriedade particular.  

Para tentar controlar as chamas, as equipes de brigadistas foram reforçadas.

Atualmente, há mais de 300 servidores no combate aos incêndios no Pantanal, com o apoio de quatro aeronaves e veículos especiais de combate a incêndios.

O contingente foi reforçado recentemente pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). 

Fonte: Agência Brasil

Em nova ação genocida, Israel mata 200 palestinos em escola da ONU

Número de mortos foi confirmado pelo Ministério da Saúde de Gaza. Desde o início deste mês, Jabaliya já foi alvo de diversos ataques por parte de Israel, com mais de 200 mortes

Um bombardeio israelense contra a escola al-Fakhoura no campo de refugiados de Jabaliya, ao norte da Faixa de Gaza, matou ao menos 200 pessoas na madrugada deste sábado (18), informa a agência de notícias AFP.

O número inicial de mortos foi confirmado pelo Ministério da Saúde de Gaza. A escola em questão abrigava pessoas deslocadas no campo de Jabaliya, que é administrado pela Organização das Nações Unidas (ONU). Desde o início deste mês, o local já foi alvo de diversos ataques por parte de Israel, com mais de 200 mortes registradas e centenas de feridos.

Ainda de acordo com a AFP, “este é o maior campo de refugiados da Faixa de Gaza, onde mais de 80% dos habitantes são refugiados ou descendentes de refugiados que deixaram as suas casas em 1948, quando o Estado de Israel foi estabelecido.” 

Fonte: Brasil 247

Vitórias de greves em Hollywood e na indústria automobilística podem impulsionar sindicatos nos EUA

Trabalhadores de Hollywood conseguiram regulamentar uso da IA e trabalhadores automobilísticos terão aumento de 25%

Quem luta, conquista. Mais do que nunca, a palavra de ordem se torna realidade nos Estados Unidos. Após meses em greve, trabalhadores de Hollywood e da indústria automobilística começam a colher os frutos das mobilizações. Tão históricos quanto as greves em si, foram os acordos firmados. 

Roteiristas e atores conquistaram aumentos salariais e uma regulamentação sobre o uso da inteligência artificial nos estúdios. Para recriar a interpretação de atores a partir da IA, as empresas terão que pagar aos atores pelo tempo que seria necessário gravar as mesmas cenas presencialmente.

Já os trabalhadores da indústria automobilística terão um aumento de 25% nos próximos 4 anos. Abaixo dos 40% exigidos no início da greve, mas o maior aumento em décadas. 

Em um país onde o sindicalismo vem perdendo força desde o fim dos anos 1970, essas vitórias podem representar uma virada de página.

O impacto da vitória dos trabalhadores

Joe Biden, que se tornou o primeiro presidente a participar de um piquete de greve, vestiu a camisa do UAW, o sindicato dos trabalhadores automobilísticos, para celebrar o acordo. O presidente chegou a afirmar que “esses acordos são uma virada de jogo, não apenas para os trabalhadores do UAW, mas para todos os trabalhadores do setor automotivo dos EUA”.

De fato, nas semanas seguintes ao fim da greve, pelo menos 3 montadoras que não possuem trabalhadores sindicalizados anunciaram aumentos salariais: Toyota, Honda e Hyundai. Para Jack Fiorito, professor da Universidade da Flórida que conversou com o Brasil de Fato, isso não é mera coincidência.

“Não, eu acho que isso é muito mais do que uma coincidência”, disse Fiorito, “é uma tentativa de tentar evitar o interesse de sindicalização entre os trabalhadores dessas empresas, mostrando que eles podem ter melhorias sem uma greve ou sem um sindicato”.

O objetivo do sindicato, após a greve, é exatamente organizar trabalhadores ainda não representados pela entidade. Shawn Fain, líder do UAW falou sobre isso em um vídeo em que comenta  acordos firmados.

“A Toyota não está dando aumentos pela bondade de seus corações”, afirmou Fain, “a Toyota é a maior e mais lucrativa montadora do mundo. Eles poderiam simplesmente ter aumentado salários há um mês ou há um ano. Eles aumentaram agora porque a empresa sabe que estamos indo atrás dela. A empresa sabe que os trabalhadores da Toyota estão assistindo”.

Fonte: Brasil de Fato

Israel desrespeita pausa humanitária da ONU e continua massacrando o povo palestino

Política genocida de Israel desrespeita resolução da ONU e continua assassinando palestinos em Gaza.

Caças israelenses bombardearam nesta quinta-feira (16) a casa do chefe do Hamas, Ismail Hanyeh, em Gaza. Com respaldo dos Estados Unidos, Israel também segue com cerco militar ao hospital Al-Shifa, o maior do território palestino, sob a alegação de que há armas e estrutura do grupo armado no local. O ofensiva vai na contramão da resolução aprovada nesta quarta (15) pelo Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) que, entre outras medidas, estabelece a adoção de pausas humanitárias.

O texto, chancelado por 12 votos ante três abstenções e nenhuma posição contrária, cobra pausa humanitárias urgentes e prolongadas em toda a Faixa de Gaza. E também determina a liberdade imediata e incondicional de todos reféns mantidos pelo Hamas e outros grupos extremistas. A minuta foi proposta pela delegação de Malta, que ocupa uma cadeira no colegiado como membro não permanente. E é mais “branda”, o que facilitou a negociação. Antes da resolução desta quarta, outras quatro foram à votação na semanas seguintes ao conflito, mas acabaram vetadas por alguns dos países permanentes, principalmente os Estados Unidos.

No grupo que se absteve, por exemplo, estão Rússia, Reino Unido e EUA. A delegação estadunidense afirmou ter optado pelo posicionamento em função da falta de condenação direta do texto às ações do Hamas e do direito de defesa de Israel à ação terrorista. O próprio governo sionista confirmou que seguirá com a guerra e que não adotará as pausas humanitárias até que os reféns sejam libertos. Dessa forma, Israel vem mantendo as operações militares em território palestino.

A organização internacional Human Rights Watch afirmou que as imagens divulgadas por Israel de armas no hospital Al-Shifa não são suficientes para justificar a revogação do status do hospital como protegido pelas leis da guerra e autorizar a operação militar no local. “Os hospitais só perdem essas proteções se for demonstrado que atos prejudiciais foram cometidos nas instalações. O governo israelense não forneceu nenhuma prova disso”, disse à Reuters o diretor da ONU da Human Rights Watch, Louis Charbonneau.

A ação militar está em curso desde terça (14) no local. Um dia antes, mais de 300 advogados apresentaram uma queixa formal contra o governo do primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu no Tribunal Penal Internacional (TPI), sediado em Haia, na Holanda. A denúncia alega que a conduta de Israel no conflito contra o grupo Hamas constitui crime de genocídio.

Redação com Rede Brasil Atual

Depois de privatizadas, empresas aumentam a tarifa da água e da luz em Alagoas

A privatização não é mesmo um bom negócio para a população. Depois de privatizadas, empresas aumentam como querem a tarifa da água e da luz em Alagoas.

A conta de luz fica mais cara em Alagoas a partir de domingo (19/11). A Aneel aprovou no dia 23/10, um reajuste médio de 17,59% para as tarifas da Equatorial no estado. Nenhuma categoria de trabalhadores em Alagoas teve aumento igual ao aumento da conta de energia: 17,59%. Um abuso!

Já a conta de água em Maceió e região metropolitana terá um aumento a partir de 8 de dezembro. A BRK Ambiental, que assumiu a gestão do serviço em 2021, teve autorização para reajustar a tarifa, considerando o Índice Nacional da Construção Civil, custos de energia, mão de obra e produtos químicos, além do valor da água fornecida.

Ou seja, a conta de água ficará cerca de 10% mais cara para a população. O impacto da conta de água e luz no final do mês já consume boa parte do salário do trabalhador. Esse tipo de aumento é uma consequência direta da privatização. O setor privado aumento o lucro às custas da população.

Redação com G1 e Sindicato dos Urbanitários de Alagoas

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