TERRA PARA QUEM NELA TRABALHA

Após mais de 10 anos vivendo e produzindo alimentos nas áreas da antiga Usina Guaxuma, famílias Sem Terra voltam a enfrentar a ameaça de despejo. Diante da situação, o MST lançou uma campanha para mobilizar a sociedade em defesa do direito dessas famílias de permanecer na terra.

Nos acampamentos Eldorado do Carajás, Marciana Serafim, Papa Francisco, Santa Maria e Imburi, centenas de famílias transformaram áreas antes dominadas pela monocultura da cana-de-açúcar em territórios de produção diversificada de alimentos, garantindo trabalho, renda e comida saudável para a região.

Defender os acampamentos da Usina Guaxuma é defender a Reforma Agrária, a produção de alimentos e a função social da terra. As famílias seguem mobilizadas reafirmando que ocupar, resistir e produzir continuam sendo caminhos para garantir dignidade no campo.

Fonte: Assessoria do MST/AL

Dino endurece punição a magistrados e acaba com aposentadoria compulsória

Nesta segunda-feira (16), o ministro Flávio Dino, do STF (Supremo Tribunal Federal), decidiu mexer com uma das principais regras da magistratura brasileira. Ele determinou que a maior punição para magistrados é a perda do cargo.

Até agora, juízes que fossem culpados por crimes tinham a aposentadoria compulsória como punição máxima. Desta forma, eram afastados da magistratura, mas mantinham o salário proporcional ao tempo de serviço prestado.

Com a decisão, além de sair do grupo de juízes, o acusado também deixa de receber o salário e os benefícios oriundos do cargo. Isso vale para violações disciplinares feitas por juízes e ministros de todos os tribunais, exceto o STF.

“Não faz mais sentido que os magistrados fiquem imunes a um sistema efetivo de responsabilidade disciplinar, com a repudiada e já revogada ‘aposentadoria compulsória punitiva'”, escreveu Dino na decisão. No documento, ele referenciou a Emenda Constitucional 103 de 2019, que acabou com a aposentadoria compulsória.

Leia mais: Assessor do governo diz que RJ é ‘gabinete do crime organizado’

“Houve vontade legislativa, materializada na Emenda Constitucional n° 103/2019, para retirar do ordenamento jurídico o fundamento de validade da ‘aposentadoria compulsória’ ou da ‘aposentadoria com subsídios ou proventos proporcionais ao tempo de serviço’ como sanção administrativa”, afirmou o magistrado.

A decisão de Dino é resultado de um processo aberto por um juiz afastado pelo Tribunal de Justiça do Rio, pelo cometimento de crimes como favorecimento de grupos políticos, direcionamento proposital de ações, além de irregularidades no julgamento de policiais militares com vistas ao favorecimento. A defesa do magistrado, que atuava na Comarca de Mangaratiba (RJ), ajuizou um pedido no STF para reverter o julgamento anterior, que teria sido contaminado por falhas processuais.

No entendimento do ministro, a aposentadoria é um benefício previdenciário, e não disciplinar. Desta forma, afastá-lo do cargo já não encontra respaldo legal, tese que deve ter repercussão geral e, portanto, deve ser replicada em outros casos parecidos.

“Casos graves, à luz da Constituição, devem ser punidos com a perda do cargo, que, por conta da vitaliciedade, depende de ação judicial. Assim, se a perda do cargo for aprovada pelo CNJ, a ação deve ser ajuizada diretamente no Supremo Tribunal Federal, pelo órgão de representação judicial do CNJ, isto é, a Advocacia Geral da União”, continuou o ministro, que também já foi juiz federal.

Fonte: Investidor 10

ONU diz que agressões de Israel no Líbano podem ser crimes de guerra

Alto Comissariado de Direitos Humanos destacou que a legislação internacional exige distinção entre alvos militares e civis

Ataques realizados por Israel contra áreas residenciais e infraestrutura civil no Líbano podem configurar crimes de guerra, segundo o escritório de direitos humanos das Nações Unidas. A avaliação foi divulgada na terça-feira (17), em meio à intensificação das agressões militares no país. De acordo com a Al Jazeera, a ONU relatou a destruição de centenas de residências e edifícios, incluindo unidades de saúde, durante bombardeios que atingiram Beirute e outras regiões libanesas.

Em coletiva em Genebra, o porta-voz do Alto Comissariado de Direitos Humanos afirmou que há indícios de violações ao direito internacional. “Atacar civis ou objetos civis é crime de guerra”, disse. Ele também destacou que a legislação internacional exige distinção entre alvos militares e civis, além da adoção de medidas para proteger a população. Segundo a ONU, civis deslocados que estavam abrigados em tendas à beira-mar em Beirute foram mortos em ataques recentes. Desde o início de março, ao menos 16 profissionais de saúde também morreram em decorrência das ofensivas.

Impacto humanitário

Dados do Ministério da Saúde do Líbano indicam que, desde 2 de março, pelo menos 912 pessoas morreram, incluindo 111 crianças, e 2.221 ficaram feridas. A escalada militar ocorre após o Hezbollah, apoiado pelo Irã, lançar foguetes contra o norte de Israel, em resposta a ataques que resultaram no assassinato do líder supremo iraniano Ali Khamenei, em ações conduzidas por Estados Unidos e Israel em 28 de fevereiro.

Desde então, as forças israelenses intensificaram bombardeios e operações terrestres no território libanês, afirmando que a ofensiva tem como alvo o Hezbollah. O grupo, por sua vez, respondeu com novos disparos de foguetes e confrontos no sul do país. A crise também provocou deslocamento em massa. Autoridades libanesas estimam que mais de 1 milhão de pessoas foram obrigadas a deixar suas casas, após ordens de retirada emitidas por Israel para áreas ao sul do rio Litani e nos subúrbios ao sul de Beirute.

Organizações humanitárias e a própria ONU alertam para o agravamento das condições de vida da população deslocada, com falta de acesso a saúde, alimentos e água potável. “Não há recursos suficientes”, afirmou um representante de entidade humanitária que atua no país.

Fonte: Brasil 247

Polícia prende pastor que comandava tráfico na Brazlândia/DF

Um pastor de uma igreja na Vila São José, em Brazlândia (DF), foi preso pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) na manhã desta quarta-feira (11/3) suspeito de traficar drogas na região.

O homem vendia drogas na própria rua em que morava e também fornecia entorpecentes para pequenos traficantes de Brazlândia e da região da Praça do Bicalho, em Taguatinga, segundo investigações da 18ª Delegacia de Polícia (Brazlândia).

No período noturno, o homem atuava como pastor em um templo religioso da região, o que chamou a atenção dos investigadores.

A prisão ocorreu durante o cumprimento de mandado de busca e apreensão na residência do investigado, na Quadra 57 da Vila São José. No local, os policiais localizaram diversas porções de maconha prontas para comercialização, além de dois revólveres sem registro.

Durante a ação, os policiais também apreenderam dois carros do suspeito, que, segundo as investigações, eram usados no tráfico: um Jeep Renegade e um Volkswagen Golf.

O suspeito já tinha antecedentes por tráfico de drogas, tendo sido preso em 2007, em Ceilândia, junto com o traficante Hélio Marques da Silva, líder da chamada “Quadrilha do Periquito”.

Fonte: Metrópoles

Fake news compartilhada por Michelle provoca ataques e ameaças de morte a jornalistas

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro compartilhou em seu perfil no Instagram um vídeo de uma influenciadora bolsonarista que acusava jornalistas de “desejarem” a morte do ex-presidente Jair Bolsonaro.

A postagem foi feita enquanto os jornalistas acompanhavam do lado de fora do hospital DF Star as atualizações sobre o estado de saúde do ex-presidente. A gravação, tirada de contexto, foi compartilhada sem comentários, mas gerou uma série de ameaças contra os profissionais de imprensa.

O vídeo foi feito pela influenciadora no primeiro dia da internação de Bolsonaro e, sem provas, insinua que os jornalistas estavam comemorando os problemas de saúde enfrentados por Bolsonaro. “Jornalistas reunidos desejando a morte de Bolsonaro e comemorando por ser sexta-feira 13”, dizia o texto da gravação.

Michelle, que conta com mais de 8,1 milhões de seguidores, amplificou a mensagem ao compartilhar o conteúdo sem qualquer verificação prévia, gerando indignação entre os jornalistas. Após a divulgação do vídeo, ao menos dois jornalistas se tornaram alvo de ameaças de morte. Um deles registrou boletim de ocorrência devido aos ataques.

As ameaças começaram a surgir nas redes sociais e também em encontros presenciais. Em um dos casos, foi publicado um vídeo gerado por inteligência artificial simulando que uma jornalista seria esfaqueada. Outro jornalista recebeu ameaças direcionadas a seu filho e decidiu fechar suas redes sociais após o episódio.

Nas redes sociais, um dos ataques dizia: “Você é a vagabunda que ficou desejando a morte do Bolsonaro, né?”

Outro comentário agressivo dizia: “Agora somos nós que desejamos a sua morte!”, direcionado a uma repórter exposta no vídeo. A situação gerou uma onda de violência verbal contra jornalistas e seus familiares, levando à condenação imediata de parlamentares e ativistas pela liberdade de expressão.

A Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) se manifestou publicamente contra os ataques, reforçando a importância da liberdade de imprensa. “Nada justifica tamanha violência contra profissionais da imprensa em pleno exercício da atividade jornalística”, disse a organização, que também pediu uma apuração rigorosa do caso e punição para os agressores.

A Abraji (Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo) também emitiu uma nota de repúdio, destacando o impacto negativo dessa campanha de desinformação contra os jornalistas.

“O vídeo, produzido por uma influenciadora bolsonarista, foi amplificado por parlamentares da extrema direita e pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, que o compartilharam sem qualquer verificação, disseminando mentiras e expondo profissionais de imprensa que estavam simplesmente exercendo seu trabalho.”, afirmou a Abraji.

A Polícia Militar, por sua vez, procurou os jornalistas envolvidos e os orientou a buscar apoio da equipe de segurança que estava de guarda em frente ao hospital, caso novos episódios de violência ocorressem. Depois disso, não foram registrados novos ataques.

Fonte: DCM

Em ataque genocida, Israel assassina 12 médicos em hospital do Líbano

O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmou neste sábado (14) que a entidade confirmou a morte de 12 médicos, paramédicos e enfermeiros em um ataque ao centro de saúde primária de Bourj Qalaouiyeh, no Líbano, na noite de sexta-feira.

Tedros Adhanom Ghebreyesus acrescentou, em uma publicação no X, que dois paramédicos já haviam sido mortos em outro ataque a uma unidade de saúde em Al Sowana, no sul do Líbano.

“As mortes, nas últimas 24 horas, de 14 profissionais de saúde no sul do Líbano marcam um desenvolvimento trágico na escalada da crise no Oriente Médio”, afirmou o chefe da OMS.4

Israel lançou uma ampla campanha de bombardeios contra o Hezbollah no Líbano, que já matou mais de 770 pessoas e deslocou centenas de milhares. Em resposta, o grupo disparou centenas de foguetes através da fronteira.

Impactos do conflito

O Líbano anunciou na sexta-feira (13) que o número de mortos por conta dos ataques de Israel contra o Hezbollah durante a guerra no Oriente Médio chegou a 773. Dessas, mais de 100 seriam crianças. Ainda segundo o governo, 800 mil pessoas foram registradas como deslocadas.

Na quarta (11), a ministra dos Assuntos Sociais, Haneen Sayed, afirmou que o número de deslocados que registraram seus nomes em um site vinculado ao ministério chegou a aproximadamente 816 mil, incluindo cerca de 126 mil que estão alojados em abrigos coletivos.

Israel e Hezbollah trocam ataques desde os primeiros dias da guerra entre EUA, Israel e o Irã. O grupo libanês é aliado do regime iraniano. Desde então, além das investidas terrestres, Israel realiza bombardeios diários contra Líbano, principalmente na capital Beirute.

O Exército israelense afirma já ter realizado mais de 500 ataques aéreos contra alvos do Hezbollah em território libanês. A escalada das ameaças ocorre também em meio a um aumento dos bombardeios de ambos os lados.

Fonte: G1

71% dos brasileiros apoiam o fim da escala 6×1, diz Datafolha

Pesquisa mostra avanço em relação a 2024 e indica que maioria vê melhora na qualidade de vida com redução da jornada

A maioria dos brasileiros é favorável ao fim da escala de trabalho 6×1. Pesquisa do Datafolha aponta que 71% defendem a redução do número máximo de dias trabalhados por semana, enquanto 27% são contra e 3% não opinaram. As informações são da Folhapress.

O levantamento foi realizado entre 3 e 5 de março, com 2.004 pessoas de 16 anos ou mais em 137 municípios do país. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, dentro de um nível de confiança de 95%.

O apoio à mudança cresceu em relação ao levantamento anterior do instituto, realizado em dezembro de 2024, quando 64% dos entrevistados se declararam favoráveis e 33% contrários à proposta.

O tema está em debate no Congresso Nacional, onde tramitam propostas para alterar a jornada de trabalho no país. O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem indicado que a prioridade é reduzir a jornada semanal de 44 para 40 horas, sem redução de salário.

Segundo o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, a lei poderia estabelecer a redução da jornada, enquanto a definição da escala —com dois dias de descanso na semana— seria negociada entre empresas e trabalhadores. A posição é considerada mais flexível que a proposta apresentada pela deputada Erika Hilton, que prevê a redução da jornada para 36 horas semanais.

A pesquisa também analisou o perfil dos trabalhadores. Entre os brasileiros economicamente ativos, 53% afirmam trabalhar até cinco dias por semana, enquanto 47% dizem trabalhar seis ou sete dias. Mesmo entre aqueles que trabalham mais dias, o apoio ao fim da escala 6×1 permanece majoritário: 68% são favoráveis, contra 76% entre os que trabalham até cinco dias semanais.

Entre os entrevistados, 66% disseram trabalhar até oito horas por dia, 28% entre mais de oito e até 12 horas, e 5% mais de 12 horas diárias.

Quando questionados sobre os impactos da mudança, 76% afirmam que a redução da jornada seria ótima ou boa para a qualidade de vida dos trabalhadores. Sobre os efeitos para as empresas, as opiniões se dividem: 39% acreditam em impactos positivos e outros 39% em efeitos negativos.

Em relação à economia brasileira como um todo, 50% avaliam que o fim da escala 6×1 teria impacto positivo, enquanto 24% acreditam que os efeitos seriam negativos.

O levantamento também mostra diferenças de percepção entre grupos da população. Entre jovens de 16 a 24 anos, 83% apoiam a redução da jornada, enquanto o índice cai para 75% entre pessoas de 35 a 44 anos e chega a 55% entre entrevistados com 60 anos ou mais.

No recorte por gênero, as mulheres demonstram maior apoio à medida, com 77% favoráveis, enquanto entre os homens o percentual é de 64%.

Fonte: ICL

HÁ UM RATO SOLTO NO SBT

Flávio Show – Funcionário dos Correios

Maceió, 15 de Março/ 2026

Rato em vários sentidos: Mamífero roedor da familia do muridios, ladrão, gatuno, trapaceiro, frequentador assíduo de um mesmo lugar…!

Na semana em que foi comemorado o Dia Internacional da Mulher, 08 de Março, data que é usada para manifestações, debates, protestos em prol das mulheres. Uma luta por mais espaço, mais direitos, mais respeito, a luta pela igualdade e principalmente pela segurança, pois os números evidenciam ataques psicológicos e físicos que são feitos por homens, que na sua maioria convivem com as vítimas, sim vítimas, pois esses ataques resultam na morte delas. Feminicídios são noticiados diariamente na mídia, apontando o Brasil como um dos paises que mais matam mulheres no mundo e o triste 1° lugar em assassinatos de pessoas trans e travestis.
Só no ano de 2025 o nosso Brasil Varonil registrou mais de 1500 casos de feminicídios, ou seja, em media 4 mulheres foram mortas por dia.
Ser mulher, travesti ou trans no Brasil é ser um alvo do ódio de políticos, de pessoas comuns ou famosas. Ratos!

Diante de todos esses trágicos números, o Governo Lula lançou há poucos dias o pacto Todos Por Todas com diversas diretrizes que visam proteger e atender as mulheres de violência ou ameaças. Esse pacto visa a proteção das mulheres dos seus agressores e cria uma rede mais interligada entre os entes públicos de segurança.

Mesmo o Brasil com uma população em sua maioria composta por mulheres, a violência atingiu a todas e em todas as classes sociais, principalmente na periferias. O discurso de ódio nas redes com grupos que ensinam jovens como agredirem as mulheres se espalham, uma espécie de curso para o cometimento dos mais diversos crimes e dentre eles as aulas do feminicídio estão sempre lotadas.
Arrisco- me a dizer que os feminicídios em muitos estados do pais convivem com uma certa conivência dos gorvernadores. Ratos!

Pra finalizar; o apresentador Rato do SBT, o Carlos Massa, mesmo diante de todos esses dados, usou o seu “programa” pra afirmar que a Deputada Federal Erika Hilton não poderia assumir a Presidência da Comissão dos Direitos da Mulher na Câmara porque ela é uma mulher trans. Foram vários impropérios vomitados pelo roedor televisivo que eu me recuso digita-los.
Um “programa” que tem no seu DNA a escrotidão ao vivo, uma sombra do preconceito, um ratinho “xarope” transforbico que repete absurdos contra tudo e contra quase todos.
Carlos Massa atende pelo nome de Ratinho, usa desse personagem pra tentar escapar da “ratoeira” da justiça, se alimentando do “queijo” da população menos informada, que prefere o barraco e a porrada do que a consciência social. O episódio grotesco, mesmo que fosse uma pegadinha do Santos ja seria um quadro vil, imoral, inaceitável.
Cabe agora a justiça brasileira mostrar para as mulheres, travestis e trans que tem café no bule e que matar, ops, prender o Rato é questão de honra e fazer valer a lei.
Rato em vários sentidos: … Apresentador do SBT, Carlos Massa, Ratinho, imundo, imbecil…!

Reflexões* Flávio Show 2026 , ano 06 – Edição 275

Genocidas israelenses são presos após atacarem brasileiros na Bahia

Os israelenses que tentaram agredir brasileiros que se manifestavam a favor da Palestina em Itacaré (BA) foram presos pela PM da Bahia. Levantamentos locais mostram que parcela significativa dos israelenses em Morro de São Paulo e Itacaré é composta por ex-combatentes ou jovens que acabaram de concluir o serviço militar obrigatório em Israel e participaram do genocídio em Gaza.

Três turistas israelenses foram presos na manhã de sábado (14) após se envolverem em uma confusão durante uma manifestação pró-Palestina em Itacaré, no sul da Bahia. A confusão aconteceu durante dois atos simultâneos na cidade, ambos relacionados a uma insatisfação de moradores locais com o mau comportamento de alguns deles.

A Polícia Militar de Itacaré informou que estava acompanhando dois atos públicos em pontos distintos. O primeiro ocorreu de forma pacífica, na região central de Itacaré, e contou com a presença de comerciantes, taxistas e moradores ligados ao setor de turismo, que se reuniram para protestar contra os impactos negativos de comportamentos inadequados de turistas, como o vandalismo e a falta de respeito com os espaços públicos.

O segundo protesto reuniu um grupo de locais que se opuseram ao comportamento de alguns turistas israelenses, que, segundo eles, teriam causado danos à cidade, como agressões a uma vendedora ambulante, depredação de uma lavanderia local, hostilidade na Praia da Tiririca e o acúmulo de lixo na Prainha, uma das praias mais frequentadas de Itacaré.

Os manifestantes, no entanto, destacaram que a mobilização não tinha como objetivo atacar qualquer nacionalidade, mas sim cobrar maior respeito dos turistas e a preservação do espaço público.

A tensão aumentou quando um grupo de turistas israelenses invadiu o protesto, o que gerou um princípio de confusão. A PM foi acionada e, para conter a situação, precisou utilizar gás lacrimogêneo. Três israelenses foram detidos após resistirem às orientações das equipes policiais.

Os turistas foram conduzidos à Delegacia Territorial de Ilhéus, onde foram apresentados às autoridades para a adoção das medidas legais cabíveis. A Polícia Militar e as autoridades locais seguem monitorando a situação para garantir a ordem e a segurança pública.

Fonte: DCM e Pragmatismo Político

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