Mesmo sob risco de apagão, Senado pode votar privatização da Eletrobrás

O governo decidiu esperar a votação da Medida Provisória da privatização da Eletrobras no Senado antes de editar a MP que pode autorizar o racionamento de energia

Por Maria Carolina Marcello e Ricardo Brito (Reuters) – O relator da MP da privatização da Eletrobras no Senado, Marcos Rogério (DEM-RO), apresentou nesta quarta-feira seu parecer com dezenas de emendas ao texto já aprovado pela Câmara e manteve trechos sem relação direta com a desestatização, mas garantiu que o processo não resultará em aumento das tarifas.

A MP da capitalização, que diluirá o controle acionário da União e busca aumentar a capacidade de investimentos da Eletrobras, deve ir a votação na quinta-feira, garantiu o presidente da Casa, Rodrigo Pacheco (DEM-MG).

Ainda que tenha incorporado uma série de mudanças no texto encaminhado pelos deputados, na intenção de facilitar a aprovação da medida provisória no Senado, o relatório de Marcos Rogério ainda pode enfrentar resistências entre alguns senadores, sob o argumento que há risco de alta nas tarifas de energia. O debate é contaminado pelo momento atual, de baixo nível das hidrelétricas, que está gerando custos adicionais aos consumidores.

No parecer, o senador argumentou que foram adotadas mudanças para ajudar na redução das tarifas de energia elétrica, favorecendo principalmente os consumidores do mercado cativo, composto, em sua maioria, por unidades residenciais.

A primeira das medidas adotadas pelo relator estabelece que os aportes da Eletrobras na Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) sejam integralmente direcionados para a modicidade tarifária dos consumidores cativos, o que propiciará uma redução da tarifa de até 0,51%.

Na segunda, destina recursos do excedente econômico de Itaipu para a CDE, favorecendo todos os consumidores, sejam do mercado cativo, sejam do mercado livre. Nesse caso, a redução da tarifa é calculada em 4,2% pelo Ministério de Minas e Energia.

“Ao fim e ao cabo, somados todos os efeitos econômicos do PLV (projeto de lei de conversão, originário da medida provisória), a redução das tarifas de energia elétrica será, na pior situação, de 5,1%, e, na situação mais favorável, de 7,365%”, afirmou ele.

“Não há, portanto, fundamento nas afirmações que o PLV provocará aumento da conta de luz”, afirmou, no relatório.

O relator acolheu parcialmente, por exemplo, emenda do senador Eduardo Braga (MDB-AM) para permitir que os aportes da Eletrobras à CDE sejam de maior valor, na intenção de reduzir a conta de luz.

Caso a proposta seja aprovada, precisará passar por uma segunda votação na Câmara. A MP precisa ter sua tramitação concluída nas duas Casas até o dia 22 deste mês ou perde a validade.

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) defendeu em nota nesta quarta-feira a aprovação da proposta, mas pediu mudanças, como exclusão dos incentivos a gasodutos, de políticas regionais e da criação de novos subsídios, “o que acaba por gerar distorções e promover ineficiências para todo o setor elétrico e para os consumidores”.

Marcos Rogério manteve, no entanto, parte desse chamado “jabuti”, que não tem relação direta com o projeto.

Ele acatou parcialmente emenda do senador Roberto Rocha (PSDB-MA) “para determinar a instalação preferencialmente de termelétricas a gás natural nas regiões metropolitanas das capitais dos Estados do Nordeste que ainda não possuem infraestrutura de gás natural”.

A Abrace, que representa grandes consumidores industriais de energia, chegou a estimar que a inclusão dessas obrigações de contratar gás em quantidades e locais já definidos poderia gerar custos adicionais para os consumidores no futuro de cerca de 20 bilhões de reais por ano.

O parecer foi criticado pela União pela Energia, grupo formado por 45 associações do setor produtivo, que avaliou em nota que o relatório “agrava as adições feitas na Câmara, que ficaram conhecidas como jabutis”.

“Ou seja, o relatório piora o que já era ruim e prevê novos custos aos consumidores brasileiros. Nosso entendimento segue pela rejeição dos velhos e dos novos jabutis”, afirmou.

A União pela Energia ainda lamentou a prorrogação de subsídios à geração a carvão, “em um cenário onde o mundo fala em descarbonização”.

Marcos Rogério argumentou que promoveu um conjunto de mudanças no intuito de “aperfeiçoar o texto”. Ele acolheu, por exemplo, uma sugestão do presidente do Senado para determinar que a nomeação de dirigentes do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) deve ser submetida a aprovação do Senado Federal, a exemplo do que já ocorre no caso de dirigentes de agências reguladoras.

O senador também acatou emenda do ex-presidente da Casa, Davi Alcolumbre (DEM-AP), para garantir a recolocação em empresas controladas pela União dos empregados da Eletrobras que forem demitidos nos doze meses subsequentes à privatização.

Segundo o relator, ainda foi feito um ajuste limitando em 1% o percentual máximo de ações que poderá ser adquirido pelos funcionários da Eletrobras, de forma a evitar insegurança jurídica.

Outra alteração impede que as sedes das subsidiárias da Eletrobras –Chesf, Furnas, Eletronorte e CGT Eletrosul — sejam extintas, fundidas ou tenham o domicílio modificado no prazo de dez anos.

SECA

Em meio a preocupações com a oferta de energia hidrelétrica devido à seca nos reservatórios, o governo decidiu esperar a votação da Medida Provisória da privatização da Eletrobras no Senado antes de editar a MP que pode autorizar o racionamento de energia e outras medidas para controle da crise energética, disse o líder do governo na Câmara, Ricardo Barros (PP-PR).

Barros afirmou que, por se tratar de tema correlato, a edição da MP agora poderia influenciar na votação da privatização da Eletrobras, disse ele à Reuters. (Reportagem de Maria Carolina Marcello e Ricardo Brito)

Fonte: Brasil 247

Outra abolição

 PAULO MEMÓRIA – jornalista e cineasta

O Brasil é um país que, apesar de poucos avanços civilizatórios ocorrerem eventualmente, está sempre a mercê de enormes retrocessos históricos, que destroem todas as conquistas de décadas ou até mesmo séculos. A tragédia da escravidão, que perdurou secularmente, não foi diferente de outros países que foram subjugados por grandes potências dentro do contexto de sua época. Neste aspecto, nada mudou substancialmente na realidade do nosso povo, no que diz respeito à representatividade que cada classe social teve ao seu tempo. Explico melhor. Na minha avaliação, a grande desfortuna brasileira foi, indiscutivelmente, a escravidão, que fomos o último país a aboli-la, mundialmente falando. Não vejo mudanças essenciais na estratificação social, desde que o escravismo foi implantado em nossas fronteiras, no período colonial, entre os séculos XVI e XIX aos estertores do império, com a Lei Áurea sendo assinada em 13 de maio de 1888, a última nação a fazê-lo como disse.

Em pleno século XXI, continuamos convivendo com este grande flagelo humanitário que foi a escravidão. O sociólogo Jessé Souza, que escreveu o magistral “A Elite do Atraso”, afirma que “nós temos um projeto dominante que é a escravidão”, que, ao meu ver, continua atual, numa perspectiva de segmentação social do povo brasileiro. A Casa Grande continua aí, só que agora, ao invés de estar localizada nas antigas fazendas de café do sudeste, nos engenhos de produção de açúcar no nordeste ou nas minas de ouro de Minas Gerais, está instalada na Avenida Paulista ou na Avenida Viera Souto, com uma elite encastelada nos seus preconceitos arraigados socialmente, com uma classe média que representa a figura do feitor, disfarçado de diretores, gerentes e chefes de seções a serviço de uma classe dominante nas empresas nacionais e multinacionais, explorando e massacrando o trabalhador em jornadas de trabalho desumanas e a senzala, hoje estereotipadas na estética das favelas espalhadas pelo Brasil e nos morros cariocas.

Não por acaso, o nome favela, vem precisamente pela ocupação do Morro da Providência, no centro do Rio de Janeiro, pelos Voluntários da Pátria, escravos alforreados por terem lutado na Guerra do Paraguai e que por não terem onde morarem, ocuparam aquele morro, que tinha como planta predominante em seu solo, exatamente a “favela”. O jornalista e historiador Laurentino Gomes, que nos legou a belíssima e didática trilogia composta por 1808, em que retrata a vinda da Família Imperial de Portugal para o Brasil, 1822, no qual narra o período da “independência” brasileira e 1889, clareando os fatos históricos de como surgiu a República em nosso país, afirma agora, no primeiro livro de sua nova trilogia, “Escravidão”, que portugueses e brasileiros foram os maiores traficantes de escravos para as Américas naquele período histórico.

Este comércio ilícito remanesceu por séculos, e foram traficados aproximadamente 5,8 milhões para cá, dos 12,5 milhões que atravessaram o oceano da África para o nosso continente, nesta diáspora forçada e sanguinária, que é um legado sangrento de um momento vergonhoso para a humanidade. Não vejo mudanças substanciais em nosso país, que signifique uma mudança de paradigma histórico ou civilizatório. A exploração do homem pelo homem e as relações de classe continuam com as mesmas características. Estão por aí os senhores, sinhazinhas, feitores, escravos e capitães do Mato. Sobejam exemplos de que o princípio de Lampeduza, que indica que as coisas mudam para continuarem como estão, continua atual em nosso país. O filme “Quanto Vale ou É Por Quilo?”, do diretor Sérgio Bianche, faz uma interessante analogia sobre o presente e o passado nacional, que revela a necessidade de uma nova abolição, visto que muito pouco se mudou no Brasil desde tempos imemoriais.

Inflação explode para os pobres e desigualdade bate recorde no país

É a primeira vez que a pesquisa da FGV Social registra renda média per capita abaixo de R$ 1 mil. Inflação dos mais pobres é quase o dobro da dos mais ricos

A pesquisa ‘Bem-Estar Trabalhista, Felicidade e Pandemia’, divulgada nesta segunda-feira (14) pelo Centro de Políticas Sociais da Fundação Getulio Vargas (FGV Social), confirma o que as ruas já sabem: a desigualdade atingiu nível recorde no Brasil, a reboque da queda de renda generalizada. No primeiro trimestre de 2021, a renda média per capita desabou para R$ 995, ou 11,3% a menos que no mesmo período de 2021.

Além do menor patamar da série, iniciada no quarto trimestre de 2012, é a primeira vez que a renda fica abaixo de R$ 1 mil. Já a desigualdade é medida pelo Índice de Gini. Nessa escala, igualdade de renda é igual a zero. Quanto mais próximo de um, maior é a desigualdade. Quanto mais alto o indicador, piores são as condições socioeconômicas.

No primeiro trimestre de 2020, início da pandemia do coronavírus, o índice estava em 0,642. Subiu para 0,669 no quarto trimestre de 2020, e no primeiro trimestre deste ano alcançou a marca de 0,674, a maior da série analisada.

“A literatura considera este movimento um grande salto de desigualdade”, aponta o estudo assinado por Marcelo Neri, diretor do centro de estudos. Para ele, o primeiro trimestre de 2021 pode ser considerado “o pior ponto da crise social”.

Segundo o economista, indicadores objetivos de performance trabalhista, como desigualdade e bem-estar baseados em renda per capita do trabalho, apresentam queda inédita na pandemia. A crise sanitária agravou um quadro social que já preocupava: o aumento da desigualdade, consequência direta da recessão de 2015 e 2016 fomentada pelos derrotados em 2014.

“A situação piorou agora. A pandemia veio em um momento de fragilidade trabalhista. O resultado é pior do que uma década perdida. Andamos para trás. O bolo de renda diminuiu, e diminuiu mais para os mais pobres”, frisou Neri. “Em suma, a perda de ocupação (desemprego e participação trabalhista) foi o principal responsável pela queda de poder de compra médio dos brasileiros.”

O levantamento analisa microdados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), apurada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os cálculos levam em conta a média móvel de quatro trimestres. Sem a média móvel, enquanto a renda média geral caiu 10,89% no período de um ano, a metade mais pobre teve uma perda de 20,81%.

“Desigualdade bate recorde na pandemia e renda média despenca ao menor patamar da série. É sobre isso que falamos quando questionamos a dita recuperação da economia bradada por Guedes e Bolsonaro. Crescimento para quem? Como diz Maria da Conceição Tavares, ninguém come PIB”, resumiu em postagem no Twitter a presidenta nacional do PT, deputada federal Gleisi Hoffmann (PR).

PIB cresce, mas consumo das famílias cai

O ministro-banqueiro da Economia, Paulo Guedes, voltou a dizer, na última terça-feira (8/6), que as projeções de crescimento econômico deste ano estão sendo revisadas para cima. Mas Daniel Duque, pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre-FGV), segue o raciocínio da deputada petista.

Segundo ele, o crescimento acima do esperado do Produto Interno Bruto (PIB), de 1,2% entre janeiro e março, em relação ao quarto trimestre de 2020, não gerou ganhos para a maioria da população.

“Como há muitas pessoas procurando emprego, isso diminui as pressões salariais. Isso faz com que a gente tenha uma trajetória da renda do trabalho provavelmente bastante ruim para os trabalhadores por muito tempo”, explicou para a ‘BBC News Brasil’. “Há também o fato de que as empresas não estão reajustando salários acima da inflação pela própria situação delas, em decorrência da crise”, prossegue o economista

O boletim Salariômetro, da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas da Universidade de São Paulo (Fipe-USP), mostra que, de janeiro a abril deste ano, 61,6% das negociações salariais coletivas resultaram em reajustes abaixo da inflação. Um total de 25,4% dos acordos repôs a alta de preços e apenas 13% das negociações resultaram em reajustes acima do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

“Choques transitórios muito fortes, mesmo que durem um curto período de tempo, podem ter um impacto permanente, de modo que podemos ter um efeito de longo prazo, em que não vamos conseguir retomar, pelo menos não na velocidade esperada, a situação do mercado de trabalho da população mais afetada, que foram os informais e os mais vulneráveis em geral”, enumerou Duque.

“Provavelmente não voltaremos rapidamente ao nível anterior à pandemia, porque geralmente, quando há um choque tão grande, ocorrem perdas não transitórias, com pessoas que talvez nunca voltem à renda anterior delas, que talvez nunca voltem a procurar emprego ou nunca mais encontrem uma vaga”, prosseguiu o economista.

Segundo Duque, o efeito macroeconômico desse processo está evidenciado no PIB do primeiro trimestre, quando o consumo das famílias registrou queda de 0,1% em relação ao quarto trimestre do ano anterior e recuo de 1,7% na comparação com o primeiro trimestre de 2020.

Inflação dos mais pobres é quase o dobro da dos mais ricos

“A aceleração da inflação é um outro fator importante. Por conta dela, os reajustes nominais não têm sido capazes de contrapor a variação dos preços”, finalizou Duque. Dados divulgados nesta segunda (14) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) apontam que a inflação dos brasileiros mais pobres na passagem de abril para maio é quase duas vezes maior que a dos mais ricos.

O Indicador Ipea de Inflação por Faixa de Renda registrou uma aceleração da pressão inflacionária em todas as faixas de renda. No entanto, a pressão foi maior entre as famílias mais pobres, com renda domiciliar inferior a R$ 1.650,50: a variação dos preços passou de 0,45% em abril para 0,92% em maio.

Entre as famílias de renda mais alta, que recebem mais de R$ 16.509,66 mensais, a inflação saiu de 0,23% em abril para 0,49% em maio. Entre os de renda média alta, com rendimento domiciliar mensal entre R$ 8.254,83 e R$ 16.509,66, a inflação acelerou de 0,20% para 0,75% no período. A inflação acumulada em 12 meses foi de 8,91% para as famílias mais pobres, bem acima dos 6,33% observados no segmento mais rico.

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 0,83%, recorde para o mês, foi puxado pela alta nos preços de bens e serviços administrados. O avanço nos custos da habitação gerou uma contribuição de 0,42 ponto porcentual para a inflação da mais baixa renda, o equivalente a 46% de todo o aumento de preços percebido por esse segmento de renda em maio.

Os reajustes na energia elétrica (5,4%), tarifa de água e esgoto (1,6%), gás de botijão (1,2%) e gás encanado (4,6%) pressionaram especialmente o orçamento das famílias mais pobres. Também houve pressão dos aumentos da gasolina (2,9%), etanol (12,9%) e gás veicular (23,8%).

O relatório de mercado Focus desta segunda projeta que o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) terminará 2021 em 5,82%. É o décimo aumento seguido sobre a previsão do indicador. Há uma semana, esperava-se inflação de 5,44%. Há um mês, de 5,15%. E assim Guedes vai perdendo totalmente o controle sobre a economia real.

Fonte: PT Nacional

Organizadores confirmam mais de 240 atos ‘Fora Bolsonaro’ no Brasil e exterior; veja lista

Em apenas dois dias, foram 66 novas manifestações confirmadas para o próximo sábado (19). Atos devem levar milhares de pessoas às ruas pela saída de Jair Bolsonaro, vacinação da população, auxílio emergencial de R$ 600 e outras reivindicações

Os organizadores das manifestações contra Jair Bolsonaro, marcadas para o dia 19 de junho, em defesa da vacinação contra a Covid-19, auxílio emergencial durante a pandemia, entre outras reivindicações, informaram que já são mais de 246 atos marcados no Brasil e no mundo. 

Na segunda-feira, 14, o número de cidades que confirmaram manifestações saltou de 74 para 180 em um dia. Agora, de segunda para terça, foram novos 66 atos marcados.

Norte

AC – Rio Branco – Caminhada Gameleira até o Palácio Rio Branco | 15h

AM – Manaus – Caminhada Praça da Saudade | 15h

AP – Macapá – Praça da Bandeira | 16h

PA – Belém – Caminhada Mercado de São Brás até Praça da República | 8h

PA – Santarém – Praça São Sebastião | 16h

RO – Cacoal – Parte de Baixo da Praça da Prefeitura | 9h

RO – Guajará-Mirim – Parque Circuito | 9h

RO – Ji-Paraná – Casa do Papai Noel | 9h

RO – Porto Velho – Caminhada Praça das 3 caixas d’água | 8h

RO – Porto Velho – Carreata 7 de setembro com a Farquar | 8h

RR – Boa Vista – Carreata e ato Centro Cívico até Jaime Brasil | 9h

TO – Palmas – JK Entrada Leste do Palácio Araguaia (Lado da Serra) | 8h30

Nordeste

AL – Arapiraca – Praça Luiz Pereira | 9h

AL – Delmiro Gouveia – Praça do Coreto | 9h

AL – Maceió – Carro, moto ou a pé Praça Centenário | 9h

AL – Palmeira dos Índios – Praça São Cristovão | 9h

BA – Jacobina – Praça do Garimpeiro | 8h30

BA – Jequié – Praça Ruy Barbosa | 9h

BA – Feira de Santana – Em frente à prefeitura | 9h

BA – Paulo Afonso – Carreata | 9h (*Aguardando Infos)

BA – São Luís do Curu – Saída de ônibus rumo à Fortaleza (*Aguardando Infos)

BA – Salvador – Largo do Campo Grande até Farol da Barra | 14h

BA – Santa Cruz Cabrália – Caminhada e carro de som Praça do Coração | 9h

BA – Serrinha – Carreata | 14h (*Aguardando Infos)

BA – Vitória da Conquista – Praça 09 de Novembro | 8h30

CE – Fortaleza – Av. Leste Oeste Santa Edwiges | 15h

CE – Fortaleza – Praça da Gentilândia | 15h30

CE – Sobral – Praça de Cuba | 8h

CE – Tianguá (Região da Ibiapaba) – Em frente ao Mix Atacarejo | 7h

MA – São Luís – Praça Deodoro até a Maria Aragão | 8h

PE – Recife – Praça do Derby indo pela Conde da Boa Vista até Guararapes | 9h

PE – Salgueiro – Av. Agamenon Magalhães (entrada da feira livre) | 08h

PB – Campina Grande – Praça da Bandeira | 9h

PB – Cajazeiras – Praça das Oiticicas | 9h

PB – João Pessoa – Caminhada e carreata Lyceu Paraibano, rumo ao ponto de Cem Réis | 9h

PB – Monteiro – Carreata saindo do Portal | 9h

PI – Parnaíba – Semáforo da Av. Pinheiro Machado com Samuel Santos | 16h

PI – Picos – Praça Félix Pacheco | 8h

PI – Piripiri – Praça da Bandeira | 10h

PI – Teresina – Praça Rio Branco | 8h

RN – Mossoró |  praça Cícero Dias em frente ao Teatro Municipal |  16h

RN – Natal – Midway Mall até Natal Shopping Center | 15h

RN – Pureza – Ato na Feira Livre | 6h

SE – Aracaju – Praça da Bandeira | 9h

SE – Capela – Praça da Matriz |  08h

SE – Itabaiana – Carreata, Calçadão Airton Teles (Anfiteatro) | 16h

Centro-Oeste

DF – Brasília – Carreata Praça do Buriti em direção à Esplanada) | 8h

DF – Brasília – Caminhada Biblioteca Nacional em direção ao Congresso Nacional | 9h

GO – Catalão – Praça do Eldorado (Castelo Branco) | 8h

GO – Cidade de Goiás – Praça do Chafariz | 9h30

GO – Goiânia – Caminhada e Carreata Praça Cívica | 9h

GO – Jataí – Carreata e Bicicletada Lago Diacuy | 9h

GO – Pirenópolis – Carreata concentração Residencial Luciano Peixoto | 9h30

MT – Cáceres – Caminhada e Carreata Praça da Cavalhada | 8h

MT – Cuiabá – Prainha – Ato Simbólico | 6h

MT – Cuiabá – Carreata  SESC Arsenal – Sentido Santa Isabel | 8h

MT – Cuiabá –  Praça Alencastro | 10h

MT – Juína – Carreata Ginásio de Esportes | 16h

MT – Tangará da Serra – Carreata Corpo de Bombeiros | 14h30

MS – Bonito – Praça da Liberdade | 16h

MS – Campo Grande – Praça do Rádio | 9h

MS – Corumbá – Concentração na Frei Mariano com a Dom Aquino | 8h30

MS – Dourados – Ato simbólico | 9h30

MS – Três Lagoas – Praça do Relógio | 9h

Sudeste

ES – Aracruz – Praça São João Batista | 9h

ES – Cachoeiro – Antiga estação ferroviária | 11h

ES – Marataízes – Rotatória da Barra | 15h  

ES – Vitória – Carro, Bike e a pé UFES até Assembléia Legislativa | 15h

MG – Alfenas – Praça da Rodoviária Antiga | 15h30

MG – Araguari – em frente ao Bosque John Kennedy |10h

MG – Barbacena – em frente à Policlínica | 10h

MG – Belo Horizonte – Praça da Liberdade até Praça da Estação | 13h30

MG – Betim – Viaduto do Jacintão | 9h

MG – Brumadinho- Concentração no Letreiro e caminhada até a Praça da Rodoviária | 10h

MG – Campo Belo – Praça dos Expedicionários | 9h30

MG – Caratinga – Praça da Estação | 15h

MG – Conselheiro Lafaiete – Praça Barão de Queluz | 13h

MG – Divinópolis – Rua São Paulo | 9h

MG – Divinópolis – Praça Santuário | 10h

MG – Formiga – Praça da Rodoviária | 7h

MG – Gonçalves – Portal da Cidade | 11h

MG – Governador Valadares – Praça da Estação | 10h

MG – Ipatinga Praça Primeiro de Maio | 9h

MG – Itabira – Rodoviária | 9h

MG – Itabirito – em frente a Prefeitura | 9h

MG – Itaúna – Praça da Matriz | 9h

MG – Ituiutaba – Praça da Prefeitura | 8h30

MG – João Monlevade – Câmara Municipal | 09h

MG – Juiz de Fora – Parque Halfeld | 10h

MG – Lafaiete – Praça Barão de Queluz | 13h

MG – Lavras – Praça Dr. Augusto Silva | 10h

MG – Montes Claros – Praça do automóvel clube | 9h

MG – Muriaé – Parque de Exposições | 10h

MG – Ouro Preto – Praça Tiradentes | 10h

MG – Patos de Minas – Praça do Coreto | 9h30

MG – Passos – Estação Cultura | 10h

MG – Poços de Caldas – Parque Affonso Junqueira | 15h

MG – Pouso Alegre – Catedral | 9h30

MG – Ribeirão das Neves – Praça de Justinópolis | 9h

MG – São Sebastião do Paraíso – Carreata – CAIC Rua José Braz Neves n° 100 | 15h

MG – São João Del Rei – Em frente ao Dom Bosco |  10h

MG – São Lourenço – Calçadão II | 14h30

MG – Sete Lagoas – Praça Tiradentes | 9h

MG – Ubá – Av. Comendador Jacinto Soares de Souza Lima | 15h30

MG – Uberaba – Praça Rui Barbosa | 9h

MG – Uberlândia – Praça Ismene Mendes | 9h30

MG – Varginha – Praça do ET | 10h

MG – Viçosa – 4 Pilastras | 9h30

SP – Araçatuba – Praça Rui Barbosa, Centro | 10h

SP – Barretos – Praça da Igreja de Sant’Ana e São Joaquim, Bairro Nadir Kenan | 15h

SP – Bauru – Praça Rui Barbosa | 14h

SP – Campinas – Caminhada Largo do Rosário até Centro | 10h

SP – Caraguatatuba – Carreata Quiosque 32 Indaiá | 9h

SP – Carapicuíba – Ato Simbólico na Vila Dirce e ida à Av. Paulista | 10h

SP – Diadema – Terminal Diadema | 14h

SP – Garça – Carreata em frente a Praça da Prefeitura | 14h

SP – Ilhabela – Praça da Mangueira | 15h

SP – Ilhéus – Praça Cairú | 9h

SP – Indaiatuba – Av. Francisco de Paula Leite esquina do SESI em frente ao posto BR | 14h

SP – Itanhaém – Boca da Barra | 15h

SP – Itapetininga – Concentração Carreata SESI sentido Paróquia N.S.das Estrelas |h

SP – Jacareí – Pátio dos Trilhos – 9h30

SP – Jaú – Em frente ao Cemitério | 9h

SP – Laranjal Paulista – Carreata Cemitério da Saudade | 13h30 e Ato Simbólico Largo São João | 14h30

SP – Lorena – Praça Arnolfo Azevedo | (*Aguardando Infos)

SP – Mairiporã – Praça do Rosário (Antiga Rodoviária) | 9h30

SP – Marília – Praça Saturnino de Brito (em frente à Prefeitura) | 10h

SP – Peruíbe – Rua Colombo Americano dos Santos, entre o MC Donald’s e a Praça Flórida | 10h

SP – Piracicaba – Praça José Bonifácio | 10h

SP – Piracaia – Praça do Rosário | 15h

SP – Praia Grande – Av. Pau Brasil em frente ao Krill no Samambaia | 10h

SP – Presidente Prudente – Rua Júlio Tiezzi (em frente ao antigo Procon) | 9h30

SP – Ribeirão Preto – Caminhada Esplanada do Teatro Pedro II | 9h

SP – Rio Preto – Em frente à Câmara Municipal | 16h

SP – Santo André – Praça do Carmo | 10h

SP – Santo André – Paço Municipal | 13h

SP – São Bernardo – Carreata Rua Odeon (Colégio Vereda atrás do Terminal Ferrazópolis) | 10h

SP – São Roque – Carreata Brasital, Av. Aracaí 250 com arrecadação de alimentos | 10h30

SP – Santos – Estação da Cidadania | 16h

SP – São José dos Campos – Praça Afonso Pena | 9h

SP – São Luiz do Paraitinga – Carreata – Bairro do Orris | 15h

SP – Bicicletada Praça do Ciclista | 13h30

SP – São Paulo – MASP | 16h

SP – São Sebastião – Costa Sul – Praça Pôr do Sol – Boiçucanga | 16h

SP – Sorocaba – Praça Coronel Fernando Prestes (Catedral) | 10h

SP – Taubaté – Bolsão Avenida do Povo | 9h

SP – Tupã – Praça da Imigração Japonesa | 13h

SP – Ubatuba – Rotatória do Pescador | 16h

SP – Osasco – Caminhada Rua Antônio Agu/Estação de Osasco | 13h30

RJ – Angra dos Reis – Praça do Papão | 9h

RJ – Barra do Piraí – Carreata Rua Angélica (Light) | 8h30

RJ – Barra Mansa | (*Aguardando Infos)

RJ – Bom Jesus de Itabapoana | Praça Governador Portela | (*Aguardando Infos)

RJ – Campos – Praça São Salvador | 9h

RJ – Itaperuna | Concha Acústica | 16h

RJ – Macaé – Praça Veríssimo de Melo | 9h30

RJ – Nova Friburgo – Praça Demerval Barbosa | 14h

RJ – Nova Iguaçu – Praça Direitos Humanos Via Light | 9h

RJ – Petrópolis | Praça da Inconfidência | 11h

RJ – Resende – Mercado Popular | 10h

RJ – Rio das Ostras – Posto de saúde da Família  ncora | 9h

RJ – Rio de Janeiro – Monumento Zumbi dos Palmares até Candelária | 10h

RJ – Santo Antônio de Pádua | (*Aguardando Infos)

RJ – Teresópolis | Praça do Sakura | 9h

RJ – Valença – Jardim de Cima | 10h

RJ – Volta Redonda – Vila UFF | 9h

Sul

PR – Antonina – Carreata e Bicicletada Praça Coronel Macedo | 9h

PR – Campo Mourão – Carreata Escola CAIC | 9h30

PR – Cascavel – Carreata em frente ao Tuiutí sentido à Prefeitura | 9h

PR – Curitiba – Praça Santos Andrade | 15h

PR – Irati – Rua da Cidadania | 10h

PR – Laranjeiras do Sul – Av. Santos Dumont (Super creche 2) | 9h

PR – Londrina – Em frente ao Teatro Ouro Verde | 16h

PR – Maringá – Praça Raposo Tavares | 14h

PR – Morretes – Carreata concentração na Copel | 15h

PR – Paranaguá – Praça dos Leões | 9h

PR – Ponta Grossa – Praça Barão de Guaraúna | 15h

PR – Umuarama – Praça Arthur Thomas | 11h

PR – União da Vitória – Praça Coronel Amazonas | 15h

RS – Erechim – Esquina Democrática | 13h30

RS – Pelotas – Largo do Mercadinho | 10h

RS – Porto Alegre – Ato 150 anos da CARRIS (Aguardando Infos)

RS – Porto Alegre – Largo Glênio Peres | 15h

RS – Porto Alegre – Mercado Municipal em marcha até Largo Zumbi dos Palmares | 15h

SC – Araranguá – Relógio do Sol | 9h

SC – Blumenau – Praça do Teatro Carlos Gomes | 10h

SC – Brusque – Ato distribuição de máscaras e arrecadação de alimentos Praça Gilberto Colzani (Praça do Chafariz) | 10h

SC – Caçador – Carreata concentração em frente ao IFSC | 9h30. Seguindo para atos simbólicos na Praça do Berger | 10h30, e no centro do bairro Martello | 11h30

SC – Chapecó –  Praça Coronel Bertaso em frente à Catedral | 9h30

SC – Criciúma – Praça da Chaminé | 9h

SC – Florianópolis – Praça Tancredo Neves (Praça da ALESC) | 9h

SC – Garopaba – Carreata e Bicicletada Rua Álvaro E. Nascimento | 15h

SC – Herval do Oeste – Praça Daniel Olímpio da Rocha | 14h

SC – Itajaí – Calçadão da Hercílio Luz | 10h

SC – Jaraguá do Sul – Ato na Praça Ângelo Piazera | 9h

SC – Joinville – Praça da Bandeira | 10h

SC – Lages – Praça João Costa (Calçadão) | 15h

SC – Porto União – Praça Amazonas | 15h

SC – Rio do Sul – Ato e Arrecadação de alimentos Praça Ermembergo Pellizzetti | 9h30

SC – São Bento do Sul – (*Aguardando infos)

SC – São Cristóvão do Sul –  Ato nas margens da BR 116 | 10h

SC – São Lourenço do Oeste – Carreata concentração no Centro de Eventos | 10h

SC – São Miguel do Oeste – Ato no Trevo | 10h

SC – Tubarão – Carreata e Caminhada Praça da Arena Multiuso | 13h30

SC – Xanxerê – Ato na Praça | 9h30

Atos no Exterior 

18/06

EUA – Washington – Consulado do Brasil em Washington – 1030 15th St NW | 12h (horário local)  

19/06

Alemanha – Berlim – Pariser Platz Brandenburger Tor | 11h45 (horário local)      

Alemanha – Colônia – Roncalli Platz | 16h (horário local)

Alemanha – Frankfurt – Romënberg (descer na Estação Römer)| 15h (horário local)

Alemanha – Leipzig – (*Aguardando Infos)

Alemanha – Munique – Geschwister-Scholl-Platz | 16h (horário local)

Bélgica – Bruxelas – em frente à Embaixada do Brasil | 16h (horário local)

Canadá – Montreal – no Monument à George-Étienne Cartier| (*Aguardando Infos)

Canadá – Quebec – (*Aguardando Infos)

Dinamarca – Aarhus – Mølleparken | 15h (horário local)

Espanha – Madrid – Saída de Cibeles até Sol| 18h (horário local)

Espanha – Barcelona – (*Aguardando Infos)

Espanha – Palma de Maiorca – Parc de la Mar (em frente ao Painel Joan Miró) | 20h (horário local)

EUA – Nova York – Union Square| 16h (horário local)

EUA – Boston – Consulado do Brasil em Boston| 14h (horário local)

EUA – Chicago – (*Aguardando Infos)

EUA – Los Angeles – em frente ao Federal Building (11000 Wilshire Blvd, LA) | 10h (horário local)

EUA – Flórida – Delray Beach | 9h (horário local)

EUA – Flórida – Deerfield Beach | 10h (horário local)

França – Paris – (*Aguardando Infos)

Grécia – Atenas – (*Aguardando Infos)

Holanda – Amsterdam – Dam 1 | 14h30 (horário local)

Inglaterra – Londres – Embaixada do Brasil | 12h (horário local)

Inglaterra – Londres – Embaixada do Brasil | 14h (horário local)

Inglaterra – Oxford – Fernando’s Cafe City Center | 13h (horário local)

Irlanda – Dublin – Spire| 10h (horário local)

Irlanda – Cork – Dount Square| 10h (horário local)

Irlanda – Galway – Spanish Arch | 14h (horário local)

Itália – Bolonha – (*Aguardando Infos)

Portugal – Braga – Praça da República | 18h (horário local)

Portugal – Coimbra – Praça 8 de Maio | 11h (horário local)

Portugal – Lisboa –  Parque Eduardo VII (Junto à Bandeira de Portugal) | 15h30 (horário local)

Portugal – Porto – Centro Português de Fotografia, Largo Amor de Perdição | 16h (horário local)

Portugal – Porto – Av. dos Aliados | 18h (horário local)

Reino Unido – Londres  – Embaixada do Brasil | 12h (horário local)

Reino Unido –  Londres – Embaixada do Brasil | 14h (horário local)

Reino Unido – Oxford – Fernando’s Cafe City Center | 13h (horário local)

República Tcheca – Praga – Národnímu Muzeu | 15h

Suíça – Zurich- LandesMuseum| 11h (horário local)

Suíça – Genebra – (*Aguardando Infos)

20/06

Itália – Roma – Piazzale Del Verano 20h (horário local)

Fonte: Brasil 247

Morre de Covid cantora gospel Cristiane Ferr, que defendia que cloroquina fosse “distribuída gratuitamente”

Cantora defendia nas redes sociais que Prefeituras distribuíssem medicamentos sem eficácia para o “tratamento precoce” contra a Covid-19. “Seremos a maioria”, postou

A cantora gospel Cristiane Ferr, de 51 anos, morreu em decorrência da Covid-19, em Juiz de Fora (MG), nesta sexta-feira, 11, após estar internada desde o início deste mês. Sua mãe também está infectada pelo novo coronavírus e permanece no hospital em tratamento.

A cantora defendia nas redes sociais que Prefeituras distribuíssem medicamentos sem eficácia para o “tratamento precoce” contra a Covid-19. “Seremos a maioria”, postou nas redes sociais em dezembro do ano passado, admitindo que tomava os medicamentos ivermectina, azitromicina e hidroxicloroquina como forma de prevenção contra o vírus.

Fonte: Brasil 247

Movimentos sociais organizarão atos Fora Bolsonaro no dia 19

Os movimentos sociais organizarão atos contra o presidente genocida Jair Bolsonaro em quatro cidades alagoanas no próximo dia 19 de junho.

Segundo os organizadores, a população brasileira está revoltada, pois além do desemprego e de todos retrocessos sociais, as pessoas estão morrendo sem direito a COMIDA NO PRATO e VACINA NO BRAÇO.

Outro ponto denunciando pelos movimentos sociais é que apesar da existência da vacina contra a Covid-19, Bolsonaro preferiu apostar na Cloroquina. NEGOU A COMPRA DE VACINA ignorando 53 e-mails da Pfizer enviados ainda em 2020, segundo revelações da CPI da Covid.


“Por isso, no dia 19 de junho, sairemos às ruas, por vacina para todas as pessoas, auxílio emergencial de R$ 600 até o fim da pandemia e a garantia de emprego e renda para os brasileiros”, finaliza a nota de convocação das manifestações.

Em Maceió, a concentração será às 9 horas, na Praça Centenário e a expectativa é de que o ato será maior do que o ocorrido no dia 29 de maio, onde cinco mil maceioenses protestaram contra Bolsonaro.

Também acontecerão atos de protestos em Arapiraca (praça Luiz Pereira), Palmeira dos Índios (praça São Cristóvão) e Delmiro Gouveia (praça do Coreto), todos às 9 horas.

Governo Bolsonaro quer aumentar em 20% a conta de luz

Previsão de reajuste de mais de 20% no valor da bandeira vermelha vai onerar ainda mais o custo de vida da população

As contas de luz vão ficar mais caras neste ano, num momento em que o país está sob ameaça de apagão. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) vai aumentar os valores das bandeiras tarifárias, uma sobretaxa que é acionada quando o custo da geração de energia sobe.

O patamar mais alto desse sistema deve subir mais de 20%, informa O Globo. O diretor-geral da Aneel, André Pepitone, disse que os valores ainda não foram definidos, mas a decisão será tomada nas próximas semanas.

Fonte: Brasil 247

Metade do funcionalismo público do país ganha menos de R$ 3 mil, revela estudo

Pesquisa do IPEA derruba ideia de que servidores são marajás. Os que ganham acima de 30 mil são juízes, promotores, desembargadores, ministros e o Presidente da República

Dados do Atlas do Estado Brasileiro do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) derruba ideia de que servidores públicos são marajás e destrói o argumento usado por governos que querem acabar com políticas públicas para os mais vulneráveis e com os serviços públicos, que a grande maioria dos brasileiros precisa e depende em áreas como saúde e educação, entre outras.

De acordo com o estudo, que analisou dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) de 2019, os servidores que ganham acima de 30 mil são juízes, promotores, desembargadores, ministros e o Presidente da República. Mas, a média salarial dos servidores federais, estaduais e municipais é de apenas R$ 2.727 porque a maioria é formada por profissionais que atuam nos municípios onde são pagos os mais baixos salários do setor.

A pesquisa mostra que, dos 11,5 milhões de vínculos de trabalho no funcionalismo público do Brasil, em 2018, metade dos servidores do país ganhava em média R$ 2.727. Um quarto (25%) recebia até R$ 1.566. Ou seja, menos do que o salário mínimo que o Dieese diz que é necessário para manter uma família de quatro pessoas, hoje calculado em R$ 5.330,69.

“Os salários mais altos estão restritos a um pequeno grupo, mas o funcionalismo público é tratado como se esse fosse o perfil dominante”, diz o pesquisador do Ipea, Félix Lopes, coordenador do estudo.

E são esses profissionais, que hoje estão na linha de frente do combate à pandemia do novo coronavírus arriscando suas vidas, ou enfrentando escolas sem segurança para dar aula as crianças, que políticos como o ex-presidente e atual senador Fernando Collor de Mello (Pros- AL) perseguiu dizendo que ia combater os “marajás” , seu mote de campanha para a Presidência da República de 1989.

Atualmente, com Jair Bolsonaro (ex-PSL) no comando do país, os  ataques aos servidores e ao serviço público voltaram com mais força . O ministro da Economia, o banqueiro Paulo Guedes, chegou a chamar os servidores de parasitas e, para combatê-los elaborou a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 32, da reforma Administrativa que, na verdade acaba com o serviço público no Brasil.

Mas, o que os governos liberais tentam esconder da população é que suas campanhas têm por detrás interesses econômicos muito fortes do mercado financeiro, que querem abocanhar setores importantes que hoje estão sob a administração do Estado, como saúde e educação. Imagine como seria o atendimento da população durante a pandemia da Covid-19 se não houvesse o Sistema Único de Saúde (SUS)?

Essa reforma tem tripla característica, que são a destruição dos direitos básicos, precarização dos trabalhadores e trabalhadoras e a destruição do serviço público no país, afirma o técnico da Justiça Federal em Salvador, Bahia, Cristiano Cabral.

 “A lógica deste governo é atacar os direitos básicos para minar as condições de organização e luta. Uma prova foi a tentativa de Guedes, no ano passado, de cortar a consignação paga pelos servidores aos sindicatos justificando que as medidas que ele quer tomar têm a resistência dos sindicalistas e que não era razoável eles terem uma forma de financiamento”, ressalta Cristiano, que é servidor desde 2005 e é formado em Direito.

As castas dentro da estrutura do aparelho público dialogam com as castas da sociedade para manter os lucros dos ricos às custas dos  trabalhadores. É uma estrutura que se reproduz dentro do setor público para manter privilégios de uma minoria- Cristiano Cabral

A maioria dos servidores ganha salários baixos. Confira

Apesar do vasto campo de atendimento do serviço público, a ideia de que os servidores ganham mais do que merecem e que todos pertencem a uma casta de privilegiados cai por terra ao serem analisados os valores dos salários da grande maioria e os percentuais de quem realmente tem um supersaloário, como mostrou a pesquisa do IPEA.

Félix Lopes, coordenador do estudo, disse que a maioria do funcionalismo está nos municípios, onde os salários são mais baixos: 6,51 milhões. Os servidores estaduais são 3,45 milhões e a minoria, 938,71 mil são servidores federais. A maioria dos servidores dos três entes: município, estados e União trabalham no Executivo.

“Seis em cada 10 servidores trabalham nos municípios, três em cada 10 nos estados, e somente 8% são servidores federais”, diz Félix.

Ao explicar um número maior de servidores municipais, o pesquisador lembra que o crescimento de 400% no funcionalismo municipal se deu a partir da Constituição Cidadã, de 1988, que universalizou o serviço público, fazendo com que os municípios passassem a ser responsáveis por uma gama de atendimentos gratuitos à população, e por isso precisaram contratar mais professores, médicos, enfermeiros, entre outras categorias.

“O crescimento se deu por causa da necessidade de universalizar as políticas públicas que a Constituição determina”, afirma Félix.

Diferenças salarias entre servidores

A pesquisa do Ipea também mostra as diferenças entre os salários dos servidores entre os entes federativos e os poderes. Servidores municipais do Executivo ganham menos que os estaduais e os federais. Eles também ganham menos que os servidores do Legislativo e do Judiciário tanto estadual como federal.

Em geral, as médias salariais dos servidores são:

Executivo Municipal: R$ 2.970 mil

Legislativo Municipal R$ 4.238 mil

Executivo Estadual: R$ 4.810 mil

Legislativo Estadual: R$ 7.685 mil

Legislativo Federal: R$ 9.298 mil

Executivo Federal: R$ 9.438 mil

Judiciário Estadual: R$ 10.195 mil

Judiciário Federal: R$ 15.274 mil

No cômputo geral, a pesquisa mostra que quanto maiores os salários, menor é o número de servidores públicos dos três entes que ganham esses valores. Como a maioria dos servidores se concentra nos municípios e eles ganham menos, a média salarial da categoria no país é de R$ 2.727.

Confira os percentuais de maiores e menores remunerações:

Faixa salarial de servidores do Executivo Municipal, Estadual e Federal

A pesquisa mostra que ganham até R$ 2,5 mil, 58,13% dos servidores municipais; 31,87% dos estaduais e os federais respondem a 9,66%.

Já quem ganha de R$ 2,5 mil a R$ 5 mil são 28,97% dos municipais; 35,38% dos estaduais e do Executivo Federal: 20,34%.

A maior remuneração acima de R$ 30 mil é paga a 0,03% dos servidores municipais; a 0,24% dos estaduais e 1,95% dos federais.

Faixa salarial dos servidores do Legislativo Municipal, Estadual e Federal

No serviço público do Legislativo ganham até R$ 2,5 mil, 46,40% dos servidores municipais;  26,64% dos estaduais e os federais respondem por  19,65%.

Já quem ganha de R$ 2,5 mil a R$ 5 mil são 27,83% dos municipais; 35,38% dos estaduais e do Executivo Federal: 24,34%.

A pesquisa mostra que no Legislativo a maior remuneração acima de R$ 30 mil é paga a apenas 0,25% dos servidores municipais; a 1,54% dos estaduais e 4,24 % dos federais.

Apesar dos maiores ganhos ser no Judiciário, dentro da própria categoria há enormes diferenças salarias, o que demonstra mais uma vez que uma pequena casta é favorecida com altas remunerações.

A pesquisa do IPEA mostra que no Judiciário Estadual ganham até R$ 2,5 mil, 3,48%. No Judiciário Federal este índice sobe para 6,31%

Já quem ganha de R$ 2,5 mil a R$ 5 mil são 11,82% dos estaduais e 1,89%  no Judiciário Federal.

Os mais altos salários acima de R$ 30 mil são pagos a 2,56% dos servidores do Judiciário Estadual e a 1,34% do Federal.  

Em sua pesquisa, Félix Lopes deixou de fora os salários pagos aos terceirizados. Ele também excluiu os chamados “penduricalhos” que, muitas vezes, aumentam as remunerações de juízes e procuradores acima do teto do funcionalismo de R$ 39,2 mil.

Judiciário, ponto fora da curva?

Dados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) mostra que no Brasil há pouco mais de 18 mil juízes e os servidores do Judiciário federal e estadual somam 276 mil.

Apesar do teto de R$ 39,2 mil, o  próprio CNJ reconhece que a média salarial, dos juízes está em R$ 52.445 mil com os “penduricalhos” composto por  diárias, indenizações, gratificações e auxílios.

 “Entre os valores de quem ganha mais e os de quem ganha menos há um abismo muito grande”, diz o servidor do Tribunal de Justiça de Sergipe, Plinio Pugliese.

Segundo ele, juízes de qualquer Vara da Justiça recebem em média R$ 35 mil, o que daria para pagar até 90% dos salários de todos os demais servidores daquele local.

O servidor, que é secretário de comunicação da CUT/SE, diz que em seu estado os salários dos desembargadores chegam a R$ 35.462; os juízes ganham em torno de R$ 33. 689 mil, fora os penduricalhos, enquanto os técnicos judiciários recebem vencimentos em torno de R$ 3.230, acrescidos de auxilio alimentação e saúde. Os analistas com nível superior recebem em torno de R$ 5.301 também acrescidos de auxílio alimentação e saúde.

No serviço público nacional quem ganha o teto são ministros do STF. Bolsonaro inclusive, furou o teto e de alguns ministros- Plínio Pugliese

Ataques aos servidores faz parte de campanha pela reforma Administrativa

O maior ataque ao funcionalismo público com o velho discurso de que todos os servidores são marajás e por isso precisam perder “ privilégios”  está contido na PEC nº 32 que Bolsonaro enviou ao Congresso Nacional.

 “No texto da reforma estão excluídos a cúpula de servidores, de autoridades que recebem supersalários, o que mostra que o caráter do projeto do governo federal é apenas prejudicar os servidores públicos que ganham menos, que não compõem a elite, que é privilegiada e vai continuar sendo”, critica Plínio Pugliese, servidor do Judiciário estadual de Sergipe.

Mas, segundo ele, independentemente de incluir os altos salários, como querem alguns deputados, os servidores  CUTistas repudiam a reforma Administrativa como um todo”, afirma Plínio, que é também  secretário de Comunicação da CUT/SE.

Fonte: CUT Brasil

Moradores atingidos pela Braskem convocam ato para o dia 15

Os moradores dos cinco bairros atingidos pela atividade mineradora da Braskem convocam um ato público para o dia 15 de junho, às 9:30, em frente ao Ministério Público Federal.

Segundo os organizadores, será um protesto contra os acordos unilaterais entre a Braskem, o Ministério Público Estadual e Federal, com a conivência da Prefeitura Municipal de Maceió que sem ouvir os moradores está fazendo um acordo com a mineradora.

Os moradores denunciam a omissão e a conivência do poder público e que Prefeitura está assinando um acordo com a Braskem onde permite que a mineradora posso explorar os bairros afetados.

Em vídeos divulgados nas redes sociais, os moradores dizem querem justiça, indenização justa e rápida.

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