Estado assassino de Israel mata 72 palestinos em Gaza, a maioria mulheres e crianças

Neste domingo, um ataque israelense a um edifício residencial em Beit Lahiya, no norte da Faixa de Gaza, resultou na morte de pelo menos 72 pessoas e deixou várias outras feridas. O prédio abrigava dezenas de civis deslocados, e entre as vítimas, a maioria eram mulheres e crianças.

Na Cisjordânia ocupada, colonos israelenses realizaram ataques em Beit Furik, a leste de Nablus, incendiando veículos e danificando propriedades palestinas, incluindo estruturas agrícolas e residências.

Enquanto isso, em Tel Aviv, milhares de manifestantes se reuniram pedindo um cessar-fogo imediato e esforços mais consistentes para a libertação de reféns, ressaltando a crescente insatisfação com a escalada do conflito.

A Jihad Islâmica confirmou que dois de seus líderes foram mortos em um ataque israelense em Damasco, na Síria, ampliando ainda mais as tensões na região. Segundo relatos, as operações militares têm se intensificado em diversos territórios, aumentando o número de vítimas e a instabilidade.

A situação na Faixa de Gaza e nas regiões ocupadas da Cisjordânia reflete a complexidade e a gravidade do genocídio promovido pelo Estado sionista de Israel contra o povo palestino. Enquanto esforços internacionais tentam negociar um cessar-fogo, os ataques contínuos ressaltam o desafio de alcançar a paz em meio à escalada de violência.

Redação com MSN

PM mata jovem grávida durante abordagem policial em Minas Gerais

Ao ver o irmão autista sendo espancado, Thainara tentou intervir, mas também foi agredida com socos e chutes pelos policiais.

Na madrugada de sexta-feira (15,) uma operação policial no bairro Vila dos Montes, em Governador Valadares (MG), terminou com a morte de Thainara Vitória Francisco Santos, de 18 anos, grávida de quatro meses. A Polícia Militar realizava buscas por um adolescente suspeito de homicídio cometido horas antes, mas a abordagem resultou em violência contra Thainara e seu irmão, de 15 anos, diagnosticado com Transtorno do Espectro Autista (TEA).

Segundo Jucélia dos Santos da Cruz, mãe de Thainara, os policiais chegaram ao apartamento onde a família reside e abordaram seu filho e um amigo que estava no local. Enquanto o amigo foi liberado, o adolescente foi levado para fora do apartamento por ter idade compatível com o suspeito procurado. Jucélia relatou que, por ser autista, seu filho ficou agitado e nervoso com a abordagem policial e, em meio à situação, avançou contra um dos policiais. A reação do jovem motivou uma agressão violenta por parte de quatro agentes.

Ao ver o irmão sendo espancado, Thainara tentou intervir, mas também foi agredida com socos e chutes pelos policiais. Vídeos registrados por vizinhos mostram Jucélia e outros moradores pedindo que a violência cessasse, enquanto alertavam que o adolescente era autista e não tinha envolvimento no crime. Segundo testemunhas, os policiais justificaram as agressões afirmando que o adolescente precisava “parar de resistir”.

Thainara e seu irmão foram detidos sob acusação de resistência e lesão corporal. Testemunhas relataram que, no trajeto até a viatura, a jovem começou a passar mal, apresentando fraqueza e náuseas. Ela foi levada pelos policiais à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do bairro Vila Isa, onde, segundo a equipe médica, chegou sem vida. Os médicos também confirmaram que Thainara estava em gestação de quatro meses. A UPA não forneceu detalhes adicionais sobre o atendimento, citando sigilo médico.

Fonte: Mídia Ninja

Explosão em usina da ArcelorMittal assusta moradores no ES

Na tarde de domingo, 17 de novembro, um forte barulho de explosão assustou moradores de Serra e outras cidades da Região Metropolitana de Vitória, no Espírito Santo. O incidente ocorreu na unidade Tubarão da ArcelorMittal, uma indústria de aço situada no Distrito Industrial de Serra. Conforme relatado pela empresa, a causa do estrondo foi um blackout que afetou a Central Termelétrica da usina, resultando em um “barulho intenso”.

Imagens publicadas nas redes sociais mostram chamas saindo das chaminés da indústria logo após o ocorrido. A empresa esclareceu que o fogo foi controlado por um sistema de segurança chamado “bleeder”, responsável pela queima controlada dos gases em caso de falha. Este procedimento garantiu que não houvesse vítimas ou danos ambientais significativos.

O som da explosão foi tão potente que foi ouvido num raio de 30 quilômetros, fazendo com que edifícios tremessem em bairros e municípios próximos. Moradores relataram o impacto nas redes sociais, descrevendo a sensação do chão tremendo em suas casas. Apesar do susto inicial, a ArcelorMittal confirmou que todas as medidas necessárias para garantir a segurança das pessoas e a estabilidade dos processos industriais foram tomadas imediatamente após o incidente.

A unidade Tubarão tem uma longa história na produção de aço, tendo iniciado suas atividades em 1983. É um importante centro de fabricação de placas e bobinas de aço, atendendo mercados na América do Norte, América Latina, Europa e Ásia. Este episódio destaca a importância da manutenção rigorosa e dos protocolos de segurança em grandes indústrias para prevenir acidentes e proteger tanto os trabalhadores quanto as comunidades vizinhas.

Fonte: ABC do ABC

O TERRORISTA

Flávio Show – Funcionário dos Correios

Maceió, 17 de Novembro de 2024

A semana que passou foi um estouro em todos os sentidos, onde tudo levaria a crer que o assunto mais importante na Terra de Vera Cruz seria a PEC do fim da escala 6×1 encampado pela Deputada Erika Hilton do Psol de São Paulo , mas eis que surge no meio do caminho uma pedra, na verdade, um “tiü”, com trema e tudo, pra melar ou pelo menos ofuscar a vitória da Esquerda em conseguir assinaturas suficientes para debater algo tão relevante para os trabalhadores amarelinhos, pauta que colocou a Direitinha Golpista na defensiva, deixando em lados opostos o deputado Nikolas e o Senador Cleitinho. Quem diria que uma Deputada da bancada LGBT+ seria capaz de “forçar” o Senador Cleitinho a gravar um vídeo defendendo a PEC? Pare o mundo que eu quero descer”(Raul Seixas)

Eis que surge um “tiü”, sim, com trema mesmo, para colocar o Brasil Varonil, novamente, no seleto e repugnante grupo dos paises terroristas. Francisco Wanderley ou Tiü França ficou mundialmente famoso ao tentar explodir a estátua da justiça no STF com bombas de fabricação caseira. O homem conseguiu em poucos minutos fazer o que nenhum parlamentar eleito no Congresso fez; implodir o projeto de anistia aos golpistas do 8 de Janeiro. Tiü França deixou sua contribuição para o país, mesmo não fazendo parte de nenhuma bancada no Parlamento, nem da bancada da bala, do boi, da bíblia e muito menos da bomba.

A pergunta que não quer calar é: Como uma pessoa que era dita pelos parentes como “normal” foi capaz de estampar as capas de todos os jornais do mundo inteiro, desde o Tribuna Independente de Alagoas ao inexpressivo New York Times, com a alcunha de homem bomba? Como? Como?

As Reflexões fez todos os exercícios para tentar decifrar as mensagens deixadas pelo terrorista antes do acontecido no STF e chegou a conclusão mais óbvia de todas, a imersão de cidadãos comuns nas redes bolsonaristas provoca uma divisão entre o mundo real e o fictício. Vimos isso nos acampamentos em frente aos quartéis com pessoas que acreditavam que em 72 horas com orações para pneus e contatos imediatos com alienígenas patrióticos salvariam o país do “comunismo” lulista, esse mundo fantasioso levou centenas de pessoas à Brasília para uma tentativa de golpe de Estado que resultou no encarceramento de centenas de “senhorinhas com a bíblia na mão” e futuros Tiüs Franças.

Tiü França não é o resultado da alucinação política vivida no Brasil nos últimos anos, na verdade ele é o começo, o embrião de um novo modelo de eleitor, uma espécie de talibã tupiniquin que até acredita em Alá, mas depois de 2018 se transformou em um “talibobo” ao acreditar no messias, Jair Messias.
Boom!

Reflexões* Flávio Show 2024 , ano 04 – Edição 205

Bombardeios israelenses matam dezenas no Líbano e em Gaza, incluindo porta-voz do Hezbollah

Estado genocida de Israel continua assassinando palestinos e libaneses impunemente

Bombardeios israelenses mataram dezenas de pessoas Na Faixa de Gaza neste domingo (17), informou a Defesa Civil palestina, e também atingiram um edifício no centro de Beirute, capital do Líbano, um ataque que matou o porta-voz do grupo islamista Hezbollah.

Israel assassina em duas frentes desde setembro, intensificando os ataques contra o Hezbollah, grupo apoiado pelo Irã, após quase um ano de confrontos na fronteira, enquanto prossegue com a ofensiva contra o Hamas em Gaza.

Os bombardeios israelenses de domingo em Gaza mataram pelo menos 55 pessoas. O ataque com o maior número de vítimas, que aconteceu durante a madrugada em Beit Lahia, no norte do território, deixou 30 mortos, incluindo mulheres e crianças, e dezenas de pessoas presas sob os escombros, afirmou o porta-voz da Defesa Civil, Mahmud Bassal. 

Outras 26 pessoas morreram em bombardeios no sul – em Rafah e Khan Yunis – e em Nuseirat e Bureij, ambas no centro do território, segundo Bassal

O Ministério da Saúde de Gaza, administrado pelo Hamas, anunciou neste domingo que o número total de mortos em mais de 13 meses de guerra chegou a 43.846, a maioria civis, segundo dados do movimento islamista que a ONU considera confiáveis.

O ataque do Hamas em 7 de outubro de 2023 que desencadeou a guerra provocou as mortes de 1.206 pessoas em Israel, a maioria civis, segundo uma contagem da AFP baseada em dados oficiais israelenses.

– Porta-voz do Hezbollah morre em Beirute –

O porta-voz do Hezbollah, Mohamad Afif, morreu em um bombardeio israelense contra um edifício no centro de Beirute, informou à AFP uma fonte das forças de segurança libanesas.

“O ataque teve como alvo o escritório (do braço sírio no Líbano) do partido Baath. O bombardeio matou o porta-voz de Hezbollah, Mohamad Afif”, disse a fonte.

O secretário-geral do braço libanês do partido Baath, Ali Hijazi, confirmou a morte de Afif, segundo a agência estatal libanesa de notícias NNA.

Vários andares do prédio bombardeado desabaram e as equipes de emergência procuravam as pessoas presas sob os escombros, acrescentou a agência.

O Exército libanês denunciou que outro ataque israelense contra uma de suas posições em Al Mari vitimou dois soldados, o que eleva para 13 o número de militares do país mortos em um mês e meio.

Imagens da AFPTV mostraram nuvens de fumaça nos subúrbios ao sul da capital, onde fica o único aeroporto internacional do Líbano, uma área que já havia sido bombardeada.

As forças israelenses também bombardearam a região sul do Líbano, ao longo do rio Litani, e um bairro na cidade de Tiro, próximo das ruínas incluídas na lista de patrimônio da Unesco.

No leste do Líbano, as autoridades organizaram os funerais para 14 funcionários da Defesa Civil que morreram em um ataque israelense na quinta-feira.

“Não estavam envolvidos com nenhum grupo (armado)… aguardavam apenas para atender os pedidos de ajuda”, disse Ali al-Zein, parente de um dos mortos.

As autoridades libanesas afirmam que quase 3.500 pessoas morreram em ataques desde outubro de 2023, mas a maioria desde setembro.

– Risco de fome em Gaza –

Uma avaliação respaldada pela ONU, divulgada em 9 de novembro, advertiu que a fome é iminente no norte de Gaza, em um cenário de aumento das hostilidades e da quase interrupção da ajuda alimentar.

Israel rejeitou um relatório da Human Rights Watch divulgado esta semana que alega que o deslocamento em larga escala de habitantes de Gaza equivale a um “crime contra a humanidade”, assim como as conclusões de um Comitê Especial da ONU que aponta práticas de guerra “consistentes com as características de genocídio”.

O Ministério das Relações Exteriores de Israel descreveu como “tendencioso” e “anti-israelense” o relatório do comitê da ONU. 

“O relatório é um exemplo desanimador da transformação da ONU em uma organização utilizada como peão pelos terroristas”, afirma um comunicado do ministério divulgado pelo porta-voz da pasta, Oren Marmorstein.

O Papa Francisco mencionou pela primeira vez acusações de “genocídio” em Gaza e pede uma investigação, em um livro que será publicado na terça-feira e que teve alguns trechos divulgados neste domingo na Itália.

“O que está acontecendo em Gaza, que segundo alguns especialistas pareceria ter as características de um genocídio, deve ser examinado cuidadosamente para determinar se (a situação) corresponde à definição técnica formulada por juristas e organizações internacionais”, afirma o pontífice no novo livro “A esperança nunca decepciona”, que chegará às livrarias de vários países na terça-feira (19).

Em Israel, a polícia anunciou a detenção de três suspeitos depois que sinalizadores foram disparados perto da casa do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu na cidade de Cesareia, ao sul de Haifa. O chefe de Governo não estava na residência.

Fonte: Redação com AFP

Cineasta e professor anglo-israelense, Haim Breseeth, é libertado depois de campanha internacional

Fundador da Rede Judaica pela Palestina (JPN), o conhecido cineasta e professor anglo-israelense, Haim Breseeth, filho de sobreviventes do Holocausto, participou de um comício em apoio ao povo palestino no dia 1 de novembro, em Londres.

Haim foi preso sob a acusação de “discurso de ódio” (contra o genocídio), depois libertado, mas objeto de uma investigação pela lei anti-terrorismo!

Uma rápida campanha internacional ao redor de um chamado de professores, sindicalistas e intelectuais conseguiu bloquear o arbítrio. Em agradecimento Haim enviou a seguinte mensagem:
“Recebi uma comunicação do Met [polícia de Londres] dizendo que o meu caso é NFA – No Further Action (fechado sem sequência).
Eles foram rápidos!
O que fez isso acontecer tão rapidamente foram mais de 50 milhões de cliques! Sua carta de apoio teve grande influência nesta rápida decisão.
Um milhão de agradecimentos!”

Primeiros signatários no Brasil:

  • Alberto Handfas, professor, Unifesp, presidente da Adunifesp, Seção local do Andes Sindicato Nacional
  • Breno Altman, jornalista
  • Everaldo de Oliveira Andrade, USP, presidente da Associação Nacional de História – Seção SP
  • Jana Silverman, UFABC, Secretária Geral da Adufabc, seção local do Andes Sindicato Nacional
  • José Castilho, professor, Unesp

Fonte: Petista.org.br

Manifestação em Maceió pede o fim da escala de trabalho 6×1

A manifestação reuniu representantes de diversas entidades e movimentos, ontem,15/11, num protesto pelo fim da escala de trabalho 6×1.

Os manifestantes que se posicionaram em frente a Igreja do Livramento, utilizaram de sistema de som, panfletos, faixas e cartazes para denunciar para a população os prejuízos provocados pela escala de trabalho 6×1 e a necessidade de sua revogação.

O ato em Maceió fez parte das manifestações de ruas realizadas nas capitais e diversas cidades do país.

Nas últimas semanas, o tema ganhou força nas redes sociais por iniciativa do Movimento Vida Além do Trabalho (VAT), do vereador eleito do Rio e tiktoker Rick Azevedo (PSOL). No Congresso, a deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) conseguiu coletar o número de assinaturas necessário para protocolar na Câmara uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala.

O projeto propõe acabar com a jornada de 44 horas de trabalho semanais vigente há 81 anos no País, desde que a CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) foi publicada, em 1943. Em vez disso, a ideia é reduzir esse limite para 36 horas semanais.

Manifestantes pedem fim da escala de trabalho 6×1 em protestos pelo País

Manifestantes foram às ruas das capitais neste feriado de 15 de novembro para pedir o fim da escala de trabalho 6×1 (seis dias de trabalho, um de descanso). Houve atos em cidades como São Paulo, Rio, Brasília e Belém.

Nas últimas semanas, o tema ganhou força nas redes sociais por iniciativa do Movimento Vida Além do Trabalho (VAT), do vereador eleito do Rio e tiktoker Rick Azevedo (PSOL). No Congresso, a deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) conseguiu coletar o número de assinaturas necessário para protocolar na Câmara uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala.

O projeto propõe acabar com a jornada de 44 horas de trabalho semanais vigente há 81 anos no País, desde que a CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) foi publicada, em 1943. Em vez disso, a ideia é reduzir esse limite para 36 horas semanais.

Ao longo da semana, o VAT convocou atos em São Paulo, Brasília, Fortaleza, Vitória, Porto Alegre, Recife, Aracaju, Belém, Belo Horizonte, Curitiba, Florianópolis e Manaus, entre outras cidades.

Na capital paulista, manifestantes se reuniram na Avenida Paulista, na manhã desta sexta-feira. Eles levavam cartazes com frases como “Quero ver minha filha crescer”, “Não tenho tempo de ir ao médico” e “Menos horas trabalhando, mais saúde mental”. Participaram do ato os deputados pelo PSOL Guilherme Boulos, que concorreu à Prefeitura de São Paulo, Erika Hilton, Sâmia Bonfim e Fernanda Melchionna.

No Rio, a manifestação ocorreu na Cinelândia, e teve a adesão de centrais sindicais. Os participantes também mostravam cartazes contra a realização da reunião da cúpula do G-20, que acontece na cidade.

Fonte: Estadão

Ataques israelenses contra o Líbano deixa pelo menos 43 mortos

Cerca de 43 pessoas morreram e dezenas ficaram feridas no Líbano depois de uma série de ataques israelenses em diversas regiões do país, incluindo dois centros de Defesa Civil, informou nesta sexta-feira (15) o Ministério da Saúde Pública libanês.

O ataque mais mortal relatado pelas autoridades libanesas ocorreu na noite de quinta-feira na província de Baalbek, onde pelo menos 12 pessoas foram mortas, segundo o governador libanês Bachir Khodr.

Segundo o Ministério da Saúde do país árabe, pelo menos uma pessoa ficou ferida no segundo ataque israelense contra um centro de saúde afiliado ao Estado libanês “em menos de duas horas”.

Também na região de Baalbek e segundo a entidade de Saúde, cerca de oito pessoas morreram num ataque israelita contra o bairro Al Shaab, deixando também 29 feridos.

Ao atacarem um posto da Agência de Saúde e Defesa Civil, as forças israelitas mataram seis pessoas, incluindo quatro paramédicos, na cidade de Arab Salim, no sul do Líbano.

Além destes três ataques, o Ministério da Saúde libanês reportou quase dez em diferentes partes do país que deixaram uma série de mortes, elevando o número total de vítimas mortais reportadas pelas autoridades libanesas para 43 nas últimas horas.

A dúzia de ataques incluiu um na cidade de Shamstar, que deixou duas pessoas mortas, enquanto pelo menos três pessoas foram mortas e quatro ficaram feridas em Tamnine al Tahta.

O Ministério também registrou mortes e feridos em outras sete cidades: Sareen al Tahta, Al Bazoorba, Hanawiyya, Aytit, Qana, Al Bayyadh e Shihin.

Com o número de mortos nos últimos bombardeios israelenses, a entidade libanesa de Saúde elevou o número total de mortos para 3.386, enquanto o número de feridos se situou em 14.417 desde o início da agressão israelita contra o Líbano, em Outubro de 2023.

Fonte: Brasil 247

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