Uneal realiza mobilização em Maceió por concurso público e restaurante universitário

Centenas de estudantes, técnicos e professores da Universidade Estadual de Alagoas, ocuparam hoje, 28/05, as ruas de Maceió para cobrar do governador Paulo Dantas, a realização imediata de concurso público para professores e técnicos, a construção de restaurantes universitários e política de assistência estudantil.

A manifestação contou com a presença de representação de todos os campi da Uneal. De Santana do Ipanema, a delegação partiu de 7 horas da manhã, para garantir presença na manifestação. Segundo a estudante Luiza Kelly, “os estudantes de Santana sofrem com a falta de professores e a saída é a mobilização”. Sentimento compartilhado pelos estudantes dos outros campi presentes no ato.

A manifestação começou na praça da Assembleia Legislativa, depois percorreu a rua do Sol até chegr na porta do Palácio do Governador, onde os manifestantes realizaram um ato público denunciando o descaso do Governo com a Instituição. Depois foi realizado uma assembleia geral unificada, de estudantes, técnicos e professores, que decidiu de forma unânime por paralisar as atividades da Uneal a partir de agosto, se o concurso público não for realizado.

Para o professor Luizinho, presidente do Sindicato dos Docentes da Uneal, “a decisão da comunidade foi acertada, já que o governo não sinaliza concretamente com a realização do concurso”. Ainda conforme o professor “o primeiro semestre foi de prejuízo para os estudantes, em função da falta de proforessores e que só a luta pode garantir uma solução para grave crise vivida pela Uneal”.

Os manifestantes ainda se dirigiram para a Assembleia Legislativa, onde foram recebidos pelo deputadoRonaldo Medeiros, que se comprometeu em intermediar uma reunião com o governador Paulo Dantas para tratar da situação do concurso da Uneal.

Dia 28: paralisação na Uneal por concurso público e restaurante universitário

Os professores, técnicos e estudantes da Universidade Estadual de Alagoas paralisarão no dia 28 de maio para cobrar do governador Paulo Dantas a realização do concurso público e a construção de restaurante universitário.

A Uneal vem passando, conforme o presidente do Sindicato dos Docentes, professor Luizinho, “por uma grave crise, onde a maioria dos cursos não tem professores suficientes e os alunos não tem política de assistência estudantil”. Ainda conforme o presidente do Sinduneal, “tem cursos funcionando com apenas 2 professores, e isso provoca evasão escolar”.

A situação de esvaziamento também atinge os funcionários, que tem vivido sobrecarga de trabalho e até assédio conforme tem denunciado o Sindicato dos Técnicos.

Já para os alunos, falta internet de qualidade, professores, política de assistência estudantil e até restaurante universitário.

Para Amanda, aluna do curso de História do campus de Arapiraca, “muitos estudantes saem de casa, pois muitos moram em sítios e outras cidades, de 16 e 17 horas, chegam na Uneal as 19 horas e assistem as aulas sem se alimentarem, o que comprometem o aprendizado”.

Diante da gravidade da situação a comunidade acadêmica decidiu paralisar no dia 28 e realizar em Maceió uma manifestação de protesto. Depois, haverá uma assembleia para decidir ou não por paralisação por tempo indeterminado.

Contatos:

Luiz 82.98350-4285

Tiago 82.98854-2143

Escolas militarizadas espancam alunos e censuram eventos com “policiais-monitores”

Uma escola cívico-militar no Distrito Federal tem gerado críticas, com relatos de crianças e jovens enfrentando um ambiente que muitos descrevem como ditatorial. Conflitos cotidianos são frequentemente resolvidos por policiais, que recorrem ao uso de spray de pimenta, ameaçam bater nos alunos e até os levam à delegacia para serem fichados, conforme informações da Folha de S.Paulo.

Em um dos incidentes mais recentes, policiais manifestaram desconfiança em relação a um festival de inglês na escola e proibiram a exposição de um mural para o Dia da Consciência Negra, que continha charges abordando racismo e violência policial.

Na mesma unidade escolar, uma mãe descobriu que sua filha foi levada à delegacia após um desentendimento com um professor, sendo fichada por desacato após ser deixada sozinha em uma sala. Em outra ocasião, um aluno foi alvejado com spray de pimenta e algemado dentro da própria escola por um policial.

Vale destacar também que o clima de medo resultante levou muitos professores, que recebem salários inferiores aos pagos aos “policiais-monitores”, a solicitar licença médica e transferências.

O número de escolas militarizadas no Brasil cresceu significativamente, de 39 em 2013 para pelo menos 816 em 2023, em grande parte devido ao Programa Nacional das Escolas Cívico-Militares, implementado durante o governo Bolsonaro.

Embora o governo Lula (PT) tenha anunciado o fim do programa, menos de 15% das escolas foram afetadas pela decisão, já que estados e municípios têm autonomia para decidir sobre a implementação dessas escolas.

Violações de direitos humanos em escolas militarizadas já foram denunciadas à ONU, mas, apesar disso, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, com apoio do prefeito Ricardo Nunes, optou por implementar o modelo escolar militarizado em São Paulo.

Fonte: DCM

Bolsonaristas querem privatizar praias brasileiras

A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado Federal propôs para esta segunda-feira (27) uma audiência pública para tratar da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que versa sobre a possibilidade de transformar as praias brasileiras em ambientes privados.

A PEC 03/2022, de autoria do deputado federal Arnaldo Jordy (Cidadania-PA), versa sobre a possibilidade de tornar as praias brasileiras uma espécie de “Cancún” e está prevista para ser debatida em audiência pública a partir das 14h desta segunda.

O relator da pauta no Senado é o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). A ideia é, segundo especialistas ouvidos pela reportagem, “extinguir os terrenos de marinha e concedê-los à iniciativa privada sem uma contrapartida socioambiental, como funciona atualmente com os devidos controles”.

O que diz a PEC?

A PEC 03/22 propõe a extinção do “instituto jurídico do terreno de marinha e seus acrescidos” e dispõe “sobre a propriedade desses imóveis”, explica Letícia Camargo, coordenadora do Grupo de Trabalho para Uso e Conservação Marinha (GT-Mar), ligado à Frente Parlamentar Ambientalista do Congresso Nacional.

Essas áreas pertencem à União, mas grande parte delas é ocupada por particulares que pagam pela sua utilização. A PEC propõe a transferência da propriedade de parte desses imóveis para Estados, municípios e os atuais ocupantes. Mas o que, aparentemente, pode ser uma simples mudança de titularidade, esconde uma grande ameaça, disse a coordenadora do GT em declarações enviadas à Sputnik Brasil.

Por meio de nota, o Grupo de Trabalho sinaliza que a motivação para essa PEC “não é estrategicamente pautada nas diferentes funções (econômica, ambiental, social) dos terrenos de marinha”.

Hoje, segundo ressalta o GT, a “União tem autonomia para dar outras funções a esses espaços, que não uma finalidade privada”.”Entretanto, com a transferência da propriedade para os ocupantes, a necessidade de desocupação posterior, para a criação de áreas de recuo da terra em relação ao avanço do mar, implicará em custos com desapropriação, trazendo prejuízos ao erário. A intensificação dessa ocupação trará prejuízos adicionais, não apenas aos novos proprietários desses imóveis, mas também à União”, alerta a nota técnica colaborativa do GT-Mar, produção colaborativa de técnicos, cientistas, representantes da sociedade civil organizada e especialistas nas temáticas relacionadas à zona costeira e marinha brasileira.Em entrevista à Sputnik Brasil, Suely Araújo, coordenadora de políticas públicas do Observatório do Clima, argumenta que o tratamento da PEC causa danos irreparáveis e precisa de uma participação maior da sociedade civil.

“A PEC 03/2022 trata das ocupações em terrenos de marinha sem as cautelas necessárias com relação à importância dessas áreas, que, entre outros problemas, tendem a ser diretamente afetadas pelo aumento do nível do mar advindo do aquecimento global”, disse Araújo à Sputnik.

Segundo a especialista, essas alterações normativas atendem demanda principalmente dos grandes empresários do turismo. “Esse tema necessita de uma discussão ampla com os cidadãos”, defendeu.

Grande risco para a União

A nota técnica do GT-Mar explicita que a União corre um grande “risco jurídico ao promover esse repasse já tendo o conhecimento das tendências erosivas e de perda de território, podendo abrir caminhos para processos de perdas e danos e pedidos de indenização por parte dos novos proprietários”.

“Não parece apropriado vender um espaço que tem risco de deixar de existir no futuro, ainda mais tendo essa informação em mãos.”

O texto continua o alerta, dizendo que mais problemático ainda é que, ao transferir a titularidade da propriedade, a União está ajudando a levar a uma intensificação do processo erosivo, que comprometerá o funcionamento do sistema costeiro.

“Isso ocasionará um outro tipo de problema para o poder público, a pressão para realização de obras que recuperem esses ambientes e que protejam as propriedades, como o recente engordamento da praia de Balneário Camboriú em Santa Catarina, com seus custos e impactos associados”, chama atenção o GT.

Fonte: Brasil 247

Idec encontra agrotóxicos em biscoitos, macarrões e bebidas; veja as marcas

Dos 24 alimentos ultraprocessados analisados, foram descobertos resíduos em metade das amostras em estudo, maioria voltada para o público infantil

Uma pesquisa conduzida pelo Instituto de Defesa dos Consumidores (Idec) descobriu que 24 dos alimentos ultraprocessados analisados, produzidos no Brasil – grande parte deles direcionados ao consumo infantil – contêm resíduos de agrotóxicos, entre eles, o glifosato. O número alarmante compõe a pesquisa “Tem Veneno Nesse Pacote”, do instituto e foi publicada nesta terça (21).

Distribuídos em oito categorias distintas: desde o popular macarrão instantâneo até inovações como hambúrgueres e empanados à base de plantas. Os itens selecionados para o estudo incluíram os alimentos mais consumidos pelos brasileiros, como biscoitos, presuntos cozidos, bolos de chocolate prontos, sobremesas tipo petit suisse de morango, bebidas lácteas de chocolate, entre outros.

Os três produtos mais vendidos de cada categoria foram escolhidos e os testes de laboratório, realizados pela Coordenação Geral de Acreditação (CGCRE) do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), e reconhecidos pelo Ministério da Pecuária e Abastecimento (MAPA) e pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), focaram na detecção de resíduos de agrotóxicos, um tema de crescente preocupação para a saúde pública nos últimos anos.

“Precisamos alertar para o perigo duplo do consumo de ultraprocessados. Eles são produtos com excesso de nutrientes críticos, relacionados ao desenvolvimento de doenças crônicas não transmissíveis, como diabetes, doenças do coração e hipertensão, além da presença de aditivos alimentares. E também temos consistentemente encontrado traços de contaminação com agrotóxicos nesses produtos, ou seja, são venenos tão potentes que continuam ali mesmo depois dos processos de produção nas indústrias”, destacou a coordenadora do Programa de Alimentação Saudável e Sustentável do Idec, Laís Amaral.

Fonte: Revista Fórum

Palestinos em Rafah morrem queimados vivos em ataque genocida de Israel

O governo de Israel lançou ataques contra campo de refugiados em Rafah matando palestinos que foram queimados vivos.

Neste domingo (26), pelo menos 35 palestinos foram mortos em um ataque israelense em uma área destinada a refugiados em Rafah, na Faixa de Gaza, conforme relatado pela agência Reuters. O ataque também resultou em dezenas de feridos, e tendas de ajuda humanitária no local pegaram fogo após as explosões.

Este foi o segundo dia consecutivo de ataques do Exército israelense na região. Israel afirmou que o alvo do ataque aéreo era um complexo do Hamas em Rafah e que os locais atingidos eram “legítimos sob as leis internacionais”.

Segundo o governo israelense, os alvos foram “definidos com base em informações precisas” que indicavam que a área era utilizada pelo grupo. O Exército israelense reconheceu a presença de civis feridos e informou que está analisando o incidente.

Na última sexta (24), a Corte Internacional de Justiça, o tribunal mais alto da ONU para disputas entre Estados, ordenou que Israel interrompesse todas as operações militares em Rafah. Apesar da decisão ser obrigatória, o tribunal não possui meios para garantir seu cumprimento.

Além disso, a corte determinou que o governo israelense permitisse a entrada de ajuda humanitária pela fronteira entre o sul de Gaza e o Egito, e garantisse o acesso de observadores externos para monitorar a situação.

Em resposta à ordem da Corte Internacional, Israel declarou que as alegações apresentadas são “falsas, ultrajantes e nojentas”, e que a campanha militar “não levou e não levará à destruição da população civil palestina em Rafah”. O Hamas, por sua vez, declarou em comunicado que acolhe o plano do tribunal de enviar representantes à Faixa de Gaza e prometeu cooperar.

Com a ordem, caminhões com ajuda humanitária provenientes do Egito começaram a entrar na Faixa de Gaza através da passagem de fronteira de Kerem Shalom, controlada por Israel, segundo o canal egípcio Al-Qahera News.

Duzentos caminhões partiram do lado egípcio da passagem de fronteira de Rafah, fechada desde o início de maio, quando Israel assumiu o controle do lado palestino do terminal, até a passagem de Kerem Shalom, a uma distância de quatro quilômetros, informou a emissora.

O Egito se recusa a coordenar a entrega de ajuda humanitária por Rafah enquanto o lado palestino estiver sob controle das tropas israelenses. Toda a ajuda vinda do Egito é inspecionada pelas autoridades israelenses e distribuída com a coordenação da ONU.

Também no domingo, o grupo Hamas lançou foguetes contra Tel Aviv, em Israel, acionando as sirenes de alerta pela primeira vez em quatro meses. As forças militares israelenses informaram que pelo menos oito foguetes foram disparados da região de Rafah, no sul de Gaza, e vários foram interceptados.

Fonte: DCM

Livro brasileiro já vendeu mais de 400 mil exemplares na China

Romance infanto juvenil narra a amizade entre um menino pobre e uma árvore frutífera, toca em questões como pobreza e violência doméstica e conquistou o público chinês

“O Meu Pé de Laranja Lima” é um clássico escrito pelo autor brasileiro José Mauro de Vasconcelos, publicado pela primeira vez em 1968. O romance que conta a história de Zezé, um menino de cinco anos muito esperto e sensível, acaba de alcançar a marca de 400 mil exemplares vendidos na China. A narrativa tocante e profundamente emocional se tornou leitura escolar para as crianças chinesas.

A jornalista Isabela Shi, chinesa que fala português que morou no Brasil e trabalha na Rádio China Internacional, em Pequim, compartilhou a novidade pelas redes sociais.

A história de Zezé

Zezé tem cinco anos, é muito esperto e sensível. Ele cresce pobre no interior do Brasil. É frequentemente maltratado pela família e pelas pessoas ao seu redor, mas encontra consolo e amizade em um pé de laranja lima no quintal de sua casa.

A árvore é batizada de Minguinho por Zezé. Planta e menino firmam uma amizade imaginária que serve como um escape para o protagonista da sua vida dura.

A obra explora a visão do mundo pela perspectiva de uma criança e destaca a inocência e a imaginação de Zezé. A história mostra as dificuldades da vida dele, incluindo a pobreza extrema e a violência doméstica. O vínculo entre o menino e seu pé de laranja lima simboliza a necessidade de amor e amizade em meio a circunstâncias adversas.

Impacto e Adaptações

“O Meu Pé de Laranja Lima” teve um impacto significativo na literatura brasileira e foi adaptado para várias mídias, incluindo televisão, cinema e teatro. A história de Zezé e Minguinho continua a ressoar com leitores de todas as idades devido à sua profundidade emocional e à universalidade dos temas abordados.

O livro foi adaptado para o audiovisual várias vezes, em diferentes formatos.

  • Filme (1970): Uma adaptação cinematográfica dirigida por Aurélio Teixeira, com Tarcísio Meira e Leôncio Faria nos papéis principais. Esta foi a primeira adaptação do livro para o cinema.
  • Novela (1970): Produzida pela TV Tupi, a novela foi ao ar em 1970. Esta foi uma das primeiras adaptações do livro para a televisão, trazendo a história de Zezé para o formato seriado.
  • Minissérie (1980): Uma minissérie produzida pela TV Bandeirantes, também intitulada “Meu Pé de Laranja Lima”, que trouxe a história para a televisão brasileira em um formato mais longo e detalhado.
  • Filme (2012): Outra adaptação cinematográfica, dirigida por Marcos Bernstein. Esta versão contou com atores como João Guilherme Ávila (Zezé) e José de Abreu. O filme foi bem recebido pela crítica e pelo público, trazendo uma nova geração de espectadores para a história de Zezé.

Essas adaptações ajudaram a manter a obra de José Mauro de Vasconcelos viva e acessível a diferentes públicos, além de apresentar a história de Zezé e seu pé de laranja lima através de diferentes mídias e interpretações.

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Biografia do autor

José Mauro de Vasconcelos nasceu no Rio de Janeiro em 1920 e teve uma carreira diversificada antes de se tornar um escritor de renome. Ele trabalhou como pugilista, pescador e assistente de enfermeiro, experiências que influenciaram sua escrita e a sensibilidade social presente em seus trabalhos.

Ele também escreveu diversas outras obras ao longo de sua carreira, entre elas:

  • Rosinha, Minha Canoa (1962) – Uma história que mistura realidade e fantasia, narrada por um canoeiro chamado Zé Orocó.
  • Doidão (1968) – Um romance que aborda temas da juventude e da busca por liberdade.
  • O Palácio Japonês (1969) – Uma narrativa poética sobre a vida e as relações humanas.
  • Farinha Órfã (1973) – Um conto que explora a vida no sertão brasileiro.
  • Arara Vermelha (1981) – Um romance que combina elementos de aventura e romance.
  • Barro Blanco (1945) – Seu primeiro romance, que aborda a vida nas plantações de cana-de-açúcar.
  • Longe da Terra (1949) – Uma história sobre a vida de pescadores.
  • Vazante (1941) – Uma narrativa que explora a vida no interior do Brasil.

Essas obras refletem o estilo sensível e humano de Vasconcelos, frequentemente explorando temas da infância, da natureza e das experiências humanas em ambientes rurais e urbanos do Brasil.

Tradução do português para o chinês

A tradução de “Meu Pé de Laranja Lima” para o chinês foi feita por Ma Guangping e publicada pela primeira vez em 1983. Ela é uma tradutora conhecida por trazer várias obras literárias brasileiras para o público chinês, ajudando a promover a literatura brasileira na China.

Além de “Meu Pé de Laranja Lima,” ela traduziu outras obras brasileiras notáveis, contribuindo para o intercâmbio cultural entre o Brasil e a China. Algumas das outras obras brasileiras que Ma Guangping traduziu incluem:

  • “Vidas Secas” de Graciliano Ramos
  • “O Alquimista” de Paulo Coelho
  • “Gabriela, Cravo e Canela” de Jorge Amado
  • “Capitães da Areia” de Jorge Amado

Essas traduções ajudaram a popularizar a literatura brasileira na China e a aumentar a compreensão e a apreciação da cultura brasileira entre os leitores chineses.

Outras traduções

O Meu Pé de Laranja Lima é uma obra amplamente reconhecida e apreciada internacionalmente. Por isso, foi traduzida para diversos idiomas ao longo dos anos. Alguns dos idiomas para os quais o livro foi traduzido incluem, além do chinês, inglês, espanhol, francês, alemão, italiano, holandês, japonês, coreano, árabe, russo, polonês, sueco, norueguês, dinamarquês, húngaro, tcheco, esloveno, grego e turco.

O livro é considerado um clássico da literatura infantojuvenil brasileira e continua a ser uma leitura recomendada nas escolas do Brasil.

Fonte: Revista Fórum

Padre é denunciado novamente pelo MP por crime sexual

Alexandre Paciolli, que já responde por abusos contra uma mulher, foi acusado de importunação sexual contra outra vítima

O padre Alexandre Paciolli Moreira de Oliveira foi denunciado à Justiça novamente por crime sexual, no Rio de Janeiro, neste sábado (25). Esta é a segunda acusação do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) contra ele.

Na denúncia mais recente, Alexandre Paciolli é acusado de importunação sexual contra uma mulher, em Itaperuna, no interior do estado, em 2021. De acordo com o MP, o padre se aproveitou da condição de líder religioso para abusar de pessoas fragilizadas emocionalmente e satisfazer o próprio desejo sexual.

As investigações revelaram que ele, sabendo que a vítima estava fragilizada, fez uma visita à residência dela com o pretexto de oferecer ajuda. Na ocasião, o padre acariciou partes do corpo da mulher. Inicialmente, a vítima não conseguiu esboçar reação, mas, depois, se desvencilhou.

Pouco depois, relatou a denúncia, “não satisfeito com todo o constrangimento e situação abusiva que já tinha submetido a vítima, o denunciado, mais uma vez, encostou a cabeça na cabeça da vítima e começou a acariciá-la no rosto, inclusive na boca e no pescoço, descendo a mão e alcançando o meio do seio da vítima”.

Prisão

Em abril deste ano, o padre foi preso pela acusação de abuso sexual contra uma mulher em Nova Friburgo, na região serrana do Rio. Ele foi detido em Fortaleza, no Ceará, quando visitava o pai. Neste processo, ele responde pelos crimes de estupro de vulnerável e importunação sexual.

Segundo a Promotoria, Alexandre é investigado em outros possíveis crimes dessa natureza praticados contra outras vítimas.

Fonte: R7

Agência da ONU estima 670 mortes após deslizamento de terra em Papua-Nova Guiné

Até este domingo (26), somente cinco corpos haviam sido resgatados. Vítimas estão soterradas a uma profundidade de até 8 metros desde sexta-feira (24).

A Organização Internacional para as Migrações da ONU (OIM) estimou que 670 pessoas morreram após um deslizamento de terra em Papua-Nova Guiné. O vilarejo Yambali, com dezenas de casas, foi soterrado na sexta-feira (24).

De acordo com a agência, o número de mortos foi revisado após novos cálculos apontarem que 150 casas foram soterradas com o deslizamento.

“Eles estão estimando que mais de 670 pessoas estão soterradas neste momento”, disse Serhan Aktoprak, chefe da OIM, à Associated Press.

Antes, as autoridades estavam projetando 60 residências afetadas, com 100 mortes. Até este domingo (26), somente cinco corpos haviam sido recuperados. As vítimas estão a uma profundidade que varia de 6 a 8 metros.

O deslizamento aconteceu durante madrugada, enquanto os moradores da região dormiam. Além disso, a rodovia que dá acesso ao vilarejo foi bloqueada pela terra. Helicópteros estão sendo usados na operação.

Várias equipes de resgate estão na região que fica na província de Enga, a cerca de 600 km da capital de Papua-Nova Guiné. No entanto, os trabalhos estão sendo feitos sob risco intenso, já que ainda há deslizamentos de terra pontuais.

Fonte: G1

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