Israel já assassinou 2% da população de Gaza, revela censo

Israel já assassinou cerca de 2% da população de Gaza desde 7 de outubro, no contexto de sua violenta ofensiva contra o enclave, confirmaram números do Escritório Central de Estatísticas da Palestina, órgão responsável pelo censo nacional.

As informações são da agência de notícias Anadolu.

Em nota, a repartição ligada à Autoridade Palestina, com sede na cidade de Ramallah, na Cisjordânia ocupada, corroborou os índices do governo em Gaza de ao menos 39 mil mortos pela campanha israelense desde outubro.

“Os índices constituem cerca de 1.8% da população total do território”, reiterou a nota.

Conforme o censo, ao menos 24% das vítimas — aproximadamente dez mil pessoas — são jovens.

Em termos comparativos, seria como se uma campanha armada contra o Brasil — com aproximadamente 215 milhões de habitantes — resultasse na morte de 3.8 milhões de pessoas.

No sábado (10), aeronaves israelenses mataram cem civis e feriram dezenas ao atacar o colégio al-Taba’een, que abrigava refugiados, na Cidade de Gaza, enquanto palestinos realizavam suas preces da manhã no pátio da instalação humanitária.

Israel age em desacato de uma resolução do Conselho de Segurança das Nações Unidas para negociações, além de ordens cautelares do Tribunal Internacional de Justiça (TIJ), sediado em Haia, para desescalada e fluxo humanitário contínuo.

O TIJ aceitou em 26 de janeiro a denúncia sul-africana de que Israel comete genocídio na Faixa de Gaza. Para além dos quase 40 mil mortos, a campanha israelense deixou 90 mil feridos e dois milhões de desabrigados.

O enclave está em ruínas — escolas, hospitais e abrigos não foram poupados.

Fonte: Monitor do Oriente

Moradores denunciam desaparecimento dos registros de sepultamentos do cemitério de Bebedouro

Os livros dos registros de sepultamento do Cemitério Santo Antônio, no bairro de Bebedouro, em Maceió, sumiram misteriosamente. A descoberta foi feita pelo professor José Balbino dos Santos, morador da área afetada pela mineração de sal-gema da Braskem. Na última sexta-feira, 16, Balbino fez uma consulta à Autarquia de Desenvolvimento Sustentável e Limpeza Urbana (Alurb) e recebeu a notícia do coordenador-geral de serviços funerários, Tarcísio Palmeira.

Na quinta-feira, 8, a Prefeitura de Maceió convocou as pessoas com entes sepultados no cemitério de Bebedouro para realizar uma atualização cadastral obrigatória. A ação, segundo o Município, é para “garantir a organização e a manutenção adequada dos registros, bem como melhorar os serviços prestados aos usuários do cemitério”. Os moradores têm até 30 deste mês de agosto para atenderem ao chamado, que foi publicado aqui.

A partir dessa convocação, Balbino foi à Alurb e achou estranho o fato de nos registros constarem apenas mil pessoas sepultadas em Bebedouro quando um levantamento básico aponta para mais de dois mil sepultamentos no local. “Você está vendo, né? Quando a gente vai diretamente na fonte, a gente descobre coisas absurdas”, indignou-se.

Segundo ele, a Prefeitura de Maceió trata com desdém algo que deveria ser sagrado. “Imagine como é que a gente fica? Uma pessoa como você, como eu, que tem lutado esses anos todos, e receber uma informação do cara rindo para você e apontando para um livro bem fininho, dizendo: talvez sua bisavó esteja ali, porque aquele ali eu acho que é o primeiro livro. E eu digo: cadê os outros? as dezenas de livros grossos que tinham aqui, de sepultamento? Sumiram? Como assim?”, relatou, ao classificar o desaparecimento dos registros como uma nova tragédia.

Apagamento

“Isso é gravíssimo!”, disse outra moradora prejudicada pelo maior crime socioambiental em área urbana do mundo, a bióloga Neirevane Nunes, que faz um apelo à Defensoria Pública do Estado de Alagoas (DPAL) e ao Ministério Público Estadual (MPAL) na cobrança de esclarecimentos sobre o sumiço dos registros e que eles sejam devidamente restituídos.

Esse é mais um fato que gera prejuízo às famílias que têm jazigo no Cemitério Santo Antônio. “Isso é mais um crime contra nós, uma violação! É mais um apagamento da nossa história e existência”, criticou Neirevane.

Fonte: 082 Notícias

Policiais fuzilam carro e matam mulher que fugia de assalto no Rio

Uma mulher de 39 anos, identificada como Elaine Esteves, foi morta a tiros na madrugada deste domingo (11), na Avenida Brasil, no Rio de Janeiro. Segundo seu marido, o casal estava fugindo de outro carro após um suposto acidente de trânsito, o que foi interpretado como uma tentativa de assalto, quando o veículo colidiu com um comboio da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC). Os policiais, ao confundirem a situação, dispararam contra o carro, atingindo Elaine.

Carlos André, marido da vítima, relatou que ainda tentou tranquilizar a esposa após a colisão, acreditando que estavam seguros por estarem próximos a policiais. No entanto, tiros foram disparados, e Elaine foi atingida nas costas. “Como eu vou falar para as filhas delas que eu não consegui salvar a mãe dela?”, questionou ele.

Em nota, a Polícia Civil alegou que os tiros foram disparados para “interromper a investida repentina e violenta” do carro, que estaria em fuga e próximo à comunidade de Parada de Lucas.

Fonte: Pensar Piauí

Apostas esportivas comprometem orçamento familiar das classes D e E

O gasto com apostas esportivas em plataformas online, as bets, está impactando o consumo de mercadorias e serviços, sobretudo das classes socioeconômicas de menor poder aquisitivo, e afetam a percepção da melhoria da economia brasileira, como o aumento da renda, do crescimento da ocupação e o controle inflacionário.

A avaliação é da empresa PwC Strategy& do Brasil Consultoria Empresarial Ltda., ligada à multinacional de auditoria e assessoria PricewaterhouseCoopers. De acordo com o economista e advogado Gerson Charchat, sócio e líder da Strategy& do Brasil, os gastos com apostas esportivas “já superam outros tipos de despesas discricionárias, como lazer, cultura e produtos pessoais, e até mesmo estão começando a impactar o orçamento destinado à alimentação.

Esse desvio de recursos para as apostas exerce uma pressão considerável sobre a demanda por produtos essenciais, afetando a dinâmica da economia de forma geral.”

As apostas esportivas em plataformas explodiram no Brasil após a Lei nº 13.756 ser aprovada pelo Congresso Nacional e sancionada pelo então presidente Michel Temer no final de 2018. Daquele ano a 2023, os gastos com apostas aumentaram 419%.

Apostas esportivas são fonte de gastos

“Em 2018, as apostas representavam 0,27% do orçamento familiar da classe D e E; hoje, esse percentual saltou para 1,98%, quase quatro vezes mais do que há cinco anos. Por outro lado, os gastos com lazer e cultura diminuíram de 1,7% para 1,5% do orçamento, enquanto os gastos com alimentação se mantiveram estáveis”, conta Charchat em entrevista para a Agência Brasil.

Ele alerta que as apostas esportivas cresceram de forma expressiva e se tornaram uma fonte de gastos significativa, especialmente entre os jovens dos estratos sociais de menor poder aquisitivo. “O fenômeno pode gerar, inclusive, um aumento no endividamento entre a população de baixa renda, o que pode trazer impactos negativos para o crescimento econômico do país.”

A análise publicada da Strategy& do Brasil, baseada em dados secundários, assinala que a percepção da população de dificuldades financeiras cresceu cinco pontos percentuais entre 2022 e 2024. Hoje um quinto dos brasileiros dizem enfrentar dificuldades para pagar as suas contas todos os meses, ou não conseguem pagá-las na maioria das vezes.

Não há informação precisa sobre o número de empresas que administrem plataformas no Brasil e nem o volume de dinheiro arrecadado no negócio. Esses números só serão conhecidos após as bets obterem autorização do Ministério da Fazenda para exploração comercial da modalidade lotérica de apostas de quota fixa, e começarem a arrecadar tributos.

Os impactos e efeitos sobre a economia já haviam sido apontados pela Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC). Segundo pesquisa de opinião feita para a entidade em maio, entre os que apostam, 64% reconhecem que utilizam parte da renda principal para tentar a sorte; 63% afirmam que tiveram parte da sua renda comprometida com as apostas online; e 23% deixou de comprar roupa, 19% itens de mercado, 14% produtos de higiene e beleza, 11% cuidados com saúde e medicações.

Para a economista Ione Amorim, consultora do programa de serviços financeiros do Instituto de Defesa de Consumidores (Idec), “o problema escalou” e além da dimensão econômica, há erros na regulamentação, efeitos sociais e na saúde mental da população não estimados.

“Hoje a gente já tem uma realidade de suicídio, de destruição de lares, de endividamento, de pessoas que já perderam o emprego porque já envolveram tudo que tinham. De doenças mentais extremamente graves por conta dessas dependências, que leva a outra, quer dizer: a pessoa se endividou, e se perdeu, vai do jogo para o álcool, do álcool para as drogas e para o suicídio”, descreve Ione Amorim que já deu palestras sobre os impactos das apostas online até mesmo nas Forças Armadas.

Na avaliação da economista, a situação social e a desinformação tornam o público mais pobre mais vulnerável a correr riscos em apostas.

“Nós temos uma população com baixo nível de educação financeira. As pessoas já têm dificuldade de lidar com a sua realidade, de gastar dentro dos seus ganhos.”

Para ela, a situação socioeconômica de algumas famílias leva ao endividamento para garantir a sobrevivência, e as apostas se tornam um risco atrativo para, ocasionalmente, obter recursos e quitar compromissos.

Mas, segundo Ione é preciso estar atento: “o ganho fácil vai levar a pessoa a um ambiente onde pode haver perdas significativas”, ressalta a economista que também assinala que as apostas são intermediadas por sistemas com algoritmos.

“A pessoa está jogando contra uma máquina que foi programada. Então, ela vai ganhar eventualmente, mas vai perder muito mais do que vai ganhar.”

PL 2234

Ione Amorim acrescenta que os efeitos econômicos, sociais e de saúde mental ocasionados pelas plataformas eletrônicas de apostas esportivas em plataformas online podem ser potencializados com a aprovação do Projeto de Lei nº 2.234/2022, em tramitação no Senado, que autoriza a exploração em todo o território nacional de cassinos, bingos, jogo do bicho e aposta em corridas de cavalo.

A aprovação do PL, assim como da lei que autorizou as apostas nas bets, é defendida pela possibilidade de que os negócios gerem emprego, renda e tributos que podem custear políticas sociais. No caso das plataformas eletrônicas, em funcionamento há cinco anos, nenhum real foi arrecadado.

O recolhimento começará após autorização para exploração comercial pelo Ministério da Fazenda. A outorga será concedida, depois de avaliação técnica e legal, mediante o pagamento de R$ 30 milhões à União. O prazo para obter a permissão é até o final do ano.

A contabilidade de arrecadação de quem defende a legalização dos jogos não deduz as perdas da tributação que estão ocorrendo em outros setores em meio ao crescimento de gastos com aposta e também não dimensiona o aumento de despesas do Estado com segurança pública e com atendimento à saúde mental.

Fonte: Agência Brasil

PL que cria reserva ambiental na área destruída pela Braskem é mais um ‘golpe’ contra Maceió

Alerta sobre projeto de autoria do deputado estadual Francisco Tenório foi feito pelo MAM/AL

O Movimento pela Soberania Popular na Mineração em Alagoas (MAM/AL) denuncia que o Projeto de Lei nº 659/2023, de autoria do deputado estadual Francisco Tenório (PP), que prevê a criação de reserva ambiental na área afetada pela exploração de sal-gema pela Braskem é mais uma tentativa de legitimar a titularidade da empresa sobre a área. O PL foi aproado em 1º turno, na sessão ordinária da última quarta-feira, 7.

“o IMA, inoperante frente aos diversos crimes ambientais, também não tem recursos e condições de gerência de uma área tão ampla e num contexto tão complexo”, alertam os ambientalistas.

Para os integrantes do MAM/AL, apesar de parecer uma ação positiva, a criação da reserva ambiental seria um golpe para a cidade de Maceió e seus moradores, no que é definido como “lavagem de dinheiro verde”, a prática de “greenwashing”, tão utilizada por grandes corporações.  “Aí, chega a mineradora infratora para buscar manter a falsa imagem de empresa comprometida com o meio ambiente e toma a frente da gestão dessa área”, questionam os integrantes do Movimento.

A nota enfatiza ainda que a Braskem não indenizou as pessoas lesadas por ela, “mas, sim, comprou os imóveis da população afetada e a valores irrisórios e indignantes. Ela possui a titularidade sobre os imóveis e o acordo firmado com a Prefeitura de Maceió e ainda ampliou seu domínio de posse sobre ruas, praças e outros espaços que eram públicos”.

Outra denúncia é que o PL de Chico Tenório estaria ignorando o Plano Diretor de Maceió, além de ter sido apresentado sem ter tido discussão prévia com a população afetada. “A titularidade deve ser devolvida às suas vítimas, essa era a primeira coisa a ser feita”, diz a nota, que lembra outras ações que tentam beneficiar a mineradora:

É importante lembrar que essa não é a primeira vez que tentam beneficiar a Braskem em relação ao domínio sobre o território que é nosso. No dia 06/12/2023, o IMA e o CEPRAM “exigiram” que a Braskem apresentasse um projeto de criação de mosaicos de RPPNs (Reservas Particulares do Patrimônio Natural). Essa determinação consta na condicionante nº 27 imposta pelo IMA para a concessão da Licença de Operação Nº 2023.06121467685.EXP.LO, com base na Resolução Normativa Nº 08/2023, do Cepram, e na Lei 6.787/06, Art. 5, para que a Braskem executasse a demolição e outras atividades nos bairros de Bebedouro, Mutange, Bom Parto, Pinheiro e parte do Farol.

Mas nós denunciamos isso na imprensa. E logo depois dessa determinação do IMA, no dia seguinte 07/12/2023, o deputado estadual Francisco Tenório apresenta à Assembleia Legislativa o referido Projeto de Lei. Coincidência? Para os atingidos pelo crime da Braskem é um grande golpe armado pra população, onde a Braskem irá lucrar com seu próprio crime como se não bastasse os 6 anos de impunidade e de massacre de suas vítimas.

Fonte: 082 Notícias

Brasil condena ataque aéreo de Israel à escola na Faixa de Gaza

Em nota, país expressa solidariedade a famílias de vítimas palestinas

Em comunicado do Ministério das Relações Exteriores (MRE), o governo do Brasil condenou novo ataque aéreo a uma escola que abriga pessoas deslocadas na Faixa de Gaza, realizado neste sábado (10), pelo exército de Israelense.

bombardeio atingiu a infraestrutura civil da cidade de Al-Tabin, na Faixa e Gaza, e deixou dezenas de mortos e feridos, incluindo mulheres e crianças. “O Brasil expressa profunda solidariedade às famílias das vítimas, ao governo e ao povo do Estado da Palestina”, diz a publicação, divulgada na noite de sábado (10).

Ao condenar o ataque nos mais fortes termos diplomáticos, o Itamaraty recordou que o direito internacional humanitário exige que Israel atue com base no princípio da proporcionalidade, tomando as medidas necessárias para proteger a população civil nos territórios ocupados.

“O desrespeito a esse princípio tem sido recorrente nas operações militares israelenses na Faixa de Gaza nos últimos dez meses.”

O Brasil também lamentou que o governo israelense siga adotando medidas que levam à escalada do conflito e afastam ainda mais os povos da região de alcançar a paz, mesmo com negociações em curso para um acordo que assegure o cessar-fogo, a libertação dos reféns feitos pelo Hamas e o acesso total de auxílio humanitário a Gaza.

No comunicado, o Brasil convoca as partes envolvidas no conflito para imediata e plena implementação do plano de cessar-fogo, aprovado pela Resolução 2735, em 2024, do Conselho de Segurança das Nações Unidas (ONU), para a paz na região.

A resolução da ONU prioriza o diálogo e a diplomacia na busca de soluções justas e duradouras para a situação em Gaza, conforme vem defendendo o Brasil desde o começo do conflito, em outubro de 2023.

Fonte: Agência Brasil

Acusado de estuprar dezenas de crianças, médico Fernando Cunha Lima presta depoimento

O médico pediatra Fernando Cunha Lima, de 80 anos, acusado de diversos abusos sexuais contra crianças, prestou depoimento à Polícia Civil em João Pessoa na tarde desta sexta-feira (9) e foi liberado por volta das 18h15. Fernando, que deixou a delegacia usando óculos escuros, máscara e bengala, e não quis falar com a imprensa, enfrenta seis denúncias formais até o momento.

A investigação aponta que o pediatra estaria envolvido em crimes de abuso sexual desde 1991, com a primeira vítima conhecida sendo sua própria sobrinha, Gabriela Cunha Lima, filha do ex-presidente do Tribunal de Contas do Estado da Paraíba (TCE-PB), Arthur Cunha Lima. O número de acusações pode aumentar, já que cerca de 20 famílias são esperadas para formalizar denúncias contra ele.

O advogado Aécio Farias foi nomeado como defensor de Fernando Cunha Lima e acompanhará o caso.

Após a primeira mãe ter coragem de denunciar, novos casos de vítimas abusadas pelo pediatra Fernando Cunha Lima não param de aparecer. O médico é de uma família de muito poder político na Paraíba e que detém grande influência na imprensa local, o que facilitou o acobertamento do escândalo e a intimidação das vítimas. Investigação aponta que a própria família Cunha Lima sabia dos crimes – pois uma das vítimas é sobrinha do pediatra –, mas decidiu abafar o caso internamente.

Nesta quinta-feira (7), pelo menos mais seis mulheres criaram coragem e foram até a Delegacia para formalizar denúncias contra o pediatra. Entre elas, duas sobrinhas do médico que foram abusadas na década de 90. Por atuar na área de pediatria há muito tempo, a polícia acredita que o número de vítimas de Fernando Cunha Lima deve ultrapassar as dezenas.

Até agora, as denúncias indicam que os crimes acontecem há pelo menos 33 anos, já que o relato de uma das sobrinhas fala de um estupro que foi cometido em 1991. Gabriela Cunha Lima, de 42 anos, revelou que foi vítima de abuso sexual quando tinha 9 anos de idade.

Fernando Cunha Lima é de uma família de muito poder político na Paraíba e que detém grande influência na imprensa local, o que facilitou o acobertamento do escândalo e a intimidação das vítimas.

O pediatra é tio do ex-governador Cássio Cunha Lima (PSDB) e irmão de Arthur Cunha Lima, conselheiro do Tribunal de Contas do Estado da Paraíba (TCE-PB) e duas vezes presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba.

Fonte: Pragmatismo Político e PB Agora

O LULA É OURO

Flávio Show – Funcionário dos Correios

Maceió, 11 de Agosto de 2024

Um minuto de silêncio em memória aos mortos no acidente do avião da Voepass na sexta feira!

O Brasil tá politizado ou seria melhor dizer que está “politiqueirizado” em todas as modalidades e eventos.
As olimpíadas na França evidenciou bastante o esporte preferido por muitos telespectadores brazucas que consistiu na seguinte fórmula: Espalhar fakes e investigar os atletas quanto a sua posição religiosa e se o atleta é de esquerda, direita ou centro, ou seja, ouro, ferrugem ou latão, se é que você me entende.

Tudo começou no início dos jogos olímpicos, quando aquela mesa com um banquete para os deuses causou uma tempestade na cabeça dos “cristaos”. Dionísio que não gosta de fake, bebeu vinho numa taça de cobre, olhou para o lado e arrotou na cara dos hipócritas. Daí em diante as redes bolsonaristas mudaram o foco e se ocuparam em calcular a alíquota de imposto que cada atleta brasileiro teria que pagar ao ganhar uma medalha, não interessando o esporte e nem mesmo a medalha, pois a ideia era propagar que o Governo Federal taxava os atletas, algo que é verdade, só esqueceram de dizer o ano, mas eu digo; 1970 pelo Presidente militar Médici em plena Ditadura . Nessa época tinha esporte, tinha olimpíadas, tinha imposto, só não tinha Bolsa Atleta.

Falar de imposto é coisa pouca e o cidadão de bem saiu para a “trocaçao” no boxe feminino, acusando a ganhadora da medalha de ouro, a argelina Imane khelif de ser um homem.
Não manjam nada de esporte, mas majam de ro.., mesmo onde não tem.

Mais um pódio da idiotice dos conservadores partiu do Marcos Mion que “inocentemente” distorce os números do Bolsa Atleta e ainda acusa o Governo de não investir em esporte. Mion, porém não mencionou que o mesmo Governo que ele acusara é o mesmo responsável pela criação do Bolsa Atleta
Pois é Mion, os “gladiadores da politica” atacaram seu castelo de vidro com espadas da verdade e escudos contra a demagogia.

No final os atletas brasileiros deram um show e Lula construiu um triplex na cabeça do gado bolsonarista com uma medida que isentou os atletas medalhistas da mordida do leão.
Agora tem que ter cuidado, pois os ricaços também não querem ser taxados e para isso é bem provável que nas próximas olimpíadas teremos atletas oriundos do Tal Mercado e da Faria Lima.

Reflexões* Flávio Show 2024 , ano 04 – Edição 192

Quadrilha de juízes e advogados se apropriava de fortunas de milionários falecidos

Caso foi desbaratado pelo Ministério Público do Espírito Santo

Uma organização criminosa forma por juízes e advogados no Espírito Santo, que foi desbaratada no início deste mês de agosto, é acusada de fraudar processos judiciais, para aplicar golpes em espólios e tomar valores de heranças deixadas por pessoas falecidas.

A revelação da quadrilha foi feita pelo Ministério Público, que montou uma operação para apurar os crimes praticados pela organização.

Segundo o jornal Metrópoles, dois juízes foram presos na operação do MP capixaba: Bruno Fritoli, que foi preso por ordem do Tribunal de Justiça do Espírito Santo (TJES); e Maurício Camatta Rangel, que está usando tornozeleira eletrônica.

Por decisão do desembargador Sérgio Ricardo de Souza, a operação cumpriu no total sete mandados de prisão preventiva, 30 mandados de busca e apreensão, dois mandados de afastamento funcional de agentes públicos e 13 mandados de suspensão do exercício da atividade profissional.

O Ministério Público percebeu na investigação a existência de um padrão utilizado pelos investigados para o ajuizamento de lides simuladas. Revelou-se que os advogados envolvidos no crime apresentavam ações de cobrança ou execuções na Justiça contra pessoas falecidas, que tivessem valores expressivos em contas bancárias. Esses processos apresentavam contratos indicando as dívidas, nos quais a comarca de Vitória, onde Camatta atuava na 4ª Vara Cível, era apontada como foro para resolução de conflitos. O esquema gerou ao grupo a apropriação de fortunas de milionários falecidos.

Fonte: É Assim

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