Trabalhadores do Veredas seguem mobilizados no 13º dia de greve no hospital

Trabalhadores de diversas categorias do Hospital Veredas participam, nesta terça-feira, do 13º dia de paralisação das atividades na unidade hospitalar que deve salários, além do complemento do piso salarial nacional da enfermagem e do 13º salário do ano de 2022.

Semana passada, a empresa iniciou parte dos pagamentos pendentes e prometeu quitar débitos a partir do recebimento de recursos oriundos de emenda parlamentar, pagos através da prefeitura de Maceió.

“Seguimos mobilizados, pois até o momento a empresa ainda não quitou seus débitos”, destaca o presidente do Sateal, Mário Jorge.

Ato público nas Upas

Os trabalhadores das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) do Tabuleiro e Jacintinho promovem, nesta quarta-feira (21), um ato público para cobrar o salário do mês de julho. Além dos profissionais da enfermagem, outras categorias estão sem receber os pagamentos.

“Vale ressaltar que salário é de natureza alimentar. Como esses profissionais vão laborar sem ter recursos até mesmo para pagar seus deslocamentos, refeições e outras despesas?”, destacaram os presidentes do Sateal, Mário Jorge e do Sineal, Cinthia Ribeiro.

Por Assessoria

MPF processa a União e a Funai para que Terra Indígena Amanayé, no Pará, seja demarcada

Ação também pede pagamento de danos morais coletivos pela omissão e demora na tomada de providências pelo Poder Público

O Ministério Público Federal (MPF) entrou com uma ação civil pública na Justiça Federal para obrigar a União e a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) a demarcar a Terra Indígena (TI) Amanayé, em Goianésia do Pará, no sudeste paraense. Apesar de ter sido reservada para os indígenas em decreto publicado há quase 80 anos, até hoje não houve a identificação, delimitação e demarcação da área, conforme destaca o MPF na ação, ajuizada na última quinta-feira (15), com pedido de decisão urgente.

Enquanto o Poder Público é omisso, os indígenas são vítimas de uma série de violações a seus direitos, alerta o MPF. Na ação, o órgão destaca que a demora no cumprimento das obrigações legais da União e da Funai tem gerado pressões econômicas, conflitos fundiários e danos ambientais significativos, além de resultar em desagregação e alterações importantes nos costumes e modos de vida dos Amanayé.

Por isso, além dos pedidos urgentes à Justiça para que sejam adotadas as medidas administrativas necessárias à demarcação da área, o procurador da República Sadi Machado pede, na ação, que a União e a Funai sejam obrigadas a compensar os danos morais resultantes da série de omissões que estão atrasando a demarcação. O pedido do MPF é para que a Justiça Federal condene a União e a Funai ao pagamento de, no mínimo, R$ 3 milhões a serem revertidos em investimentos diretos, visando a promoção de políticas públicas destinadas aos indígenas Amanayé.

Histórico do descaso – A Reserva Amanayé foi criada em 1945, pelo interventor federal no Pará Magalhães Barata. Só em 1984 foi designado Grupo Técnico (GT) da Funai e do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) para definir os limites dessa e de outras áreas indígenas. Em relação à Reserva Amanayé, o trabalho do GT não teve sucesso.

Em 1998, a Funai publicou nova portaria, constituindo o GT para realizar estudos e levantamento de identificação e delimitação da TI Amanayé. Já na época foi identificada a ocupação da área por não indígenas e crimes ambientais contra a fauna e a flora.

Em 2020, os Amanayé pediram à Funai urgência na demarcação, apontando invasão de fazendeiros e plantadores de soja, que estavam georreferenciando terras e até implementando marcos demarcatórios.

Em resposta aos indígenas, a Funai disse que não possuía recursos orçamentários nem pessoal para realizar os estudos da terra indígena. Para o MPF, esse contexto demonstra descaso com a comunidade e com o cumprimento das normas referentes ao direito à demarcação.

A omissão estatal permitiu que, na área da terra indígena, já existam 37 Cadastros Ambientais Rurais (CARs) e arrecadações de glebas para o Estado do Pará, sendo que algumas delas se transformaram em títulos particulares de terras. Os Amanayé atualmente encontram-se parcialmente deslocados da área por uso da força, sem a colaboração da União ou da Funai para que retomem as terras.

Fonte: MPF

Conselho de Medicina dos EUA revoga licenças de médicos que defendiam ivermectina contra Covid

A ivermectina é um antiparasitário usado no tratamento de infecções por parasitas, como piolhos, sarnas e lombrigas

 O American Board of Internal Medicine (ABIM), equivalente ao Conselho Federal de Medicina no Brasil, revogou a certificação de Pierre Kory e Paul Ellis Marik, médicos americanos que lideraram uma organização que promovia a ivermectina como tratamento para Covid-19—uma defesa sem fundamento científico e amplamente rejeitada pela comunidade médica mundial. 

A ivermectina é um antiparasitário usado no tratamento de infecções por parasitas, como piolhos, sarnas e lombrigas.

De acordo com o jornal O Globo, Marik é diretor científico e Kory presidente emérito da Front Line Covid-19 Critical Care Alliance, um grupo fundado por eles em março de 2020. A organização ganhou notoriedade durante o auge da pandemia por defender a ivermectina como tratamento para Covid-19. Atualmente, o grupo promove suplementos para tratar “problemas causados por vacinas”.

Fonte: Brasil 247

Israel volta a bombardear escola e assassina 10 palestinos em Gaza

Escola abrigava famílias palestinas deslocadas pelos bombardeios israelenses

Pelo menos 10 palestinos foram mortos na terça-feira em um ataque aéreo israelense a uma escola que abriga famílias deslocadas a oeste da Cidade de Gaza, disseram as autoridades de defesa civil do enclave.

O exército israelense segue sua escalada genocida, apesar da opinião pública internacional que condena esse massacre contra os palestinos.

A escola bombardeada pelo estado sionista de Israel era utilizada por famílias deslocadas em Gaza.

Redação com Brasil 247

Colômbia bane exportação de carvão a Israel

O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, assinou um decreto para abolir, de maneira definitiva, a exportação de carvão a Israel, reportou a agência Bloomberg.

O decreto oficial — “pelo qual se estabelece a proibição de exportações de carvão para Israel” — foi assinado na última quarta-feira, 14 de agosto.

Segundo Petro, trata-se de um esforço “para pressionar o governo do premiê Benjamin Netanyahu a dar fim às hostilidades em Gaza”.

Petro expressou repúdio sobre o uso do carvão colombiano, pela ocupação israelense, para confeccionar bombas lançadas contra crianças palestinas.

Desde o começo da campanha de Israel em Gaza, o mandatário colombiano assumiu a vanguarda em denunciar o genocídio, ao reivindicar da comunidade internacional que agisse para dar fim às violações israelenses.

No fim de fevereiro, Petro anunciou a suspensão da compra de armamentos fabricados em Israel — um aspecto histórico das relações com a Colômbia —, após o “massacre da farinha”, no qual forças da ocupação mataram 118 palestinos em torno de um comboio alimentar no entroncamento viário de al-Nabulsi, no norte de Gaza.

Em 1° de maio — em ato que reuniu milhares de pessoas para o Dia dos Trabalhadores em Bogotá —, Petro anunciou a ruptura de relações diplomáticas com Israel, ao fechar a embaixada do Estado colonial na capital colombiana dois dias depois.

Desde então, ativistas exigem de Petro que corte todas as relações econômicas com o regime de apartheid.

Em junho, Petro suspendeu a exportação de carvão a Tel Aviv até a implementação das medidas cautelares por desescalada militar e fluxo humanitário contínuo determinadas pelo Tribunal Internacional de Justiça (TIJ), com sede em Haia.

“Suspenderemos as exportações de carvão a Israel até que acabe o genocídio”, afirmou Petro em suas redes sociais na ocasião, ao anexar o decreto do Ministério do Comércio, Indústria e Turismo.

A Colômbia é a maior fornecedora de carvão de Israel, com vendas estimadas em cerca de US$450 milhões do insumo combustível em 2023, segundo dados do Departamento Administrativo Nacional de Estatísticas (Dane).

Entre janeiro e abril de 2024, a Colômbia exportou US$88 milhões em carvão a Israel — queda de 57% em comparação com o mesmo período de 2023.

A medida de Bogotá, em caráter definitivo, deve agravar o isolamento político e a crise socioeconômica no Estado israelense, que instaurou uma rigorosa economia de guerra, incluindo austeridade e cortes de subsídios à população.

Israel enfrenta crise interna, pressão de relações públicas e apelos por boicote.

Em Gaza, desde outubro, são ao menos 40 mil mortos e 92 mil feridos até então, além de dois milhões de desabrigados sob ataques indiscriminados de Israel contra escolas, hospitais, distritos residenciais e todo tipo de infraestrutura civil.

Israel é réu por genocídio em Haia, sob denúncia sul-africana deferida em janeiro.

Fonte: Monitor do Oriente

Prefeitura contrata, por quase R$ 1 milhão, banca organizadora de concurso público e gera suspeita

Contratação milionária em período eleitoral tem gerado críticas e suspeitas

A Prefeitura de Matriz de Camaragibe, no interior de Alagoas, deve realizar, nos próximos meses, concurso público para preenchimento de cargos efetivos no Município.

O extrato do contrato firmado entre a Prefeitura Municipal e o Instituto de Administração e Tecnologia (ADM & TEC), banca organizadora do certame, foi publicado no Diário Oficial dos Municípios desta segunda-feira (19).

Conforme o documento, o valor global do contrato é de R$ 940 mil (novecentos e quarenta mil reais), com vigência de 12 meses.

Ainda não há informações sobre quando o edital, contendo quantidade de vagas, cargos e salários, será divulgado.

Fonte: Cada Minuto

Padre é preso por abuso sexual, aborto forçado e ter enterrado feto no quintal

O padre Paulo Araújo da Silva, de 31 anos, foi preso no domingo (18) no município de Coari, no interior do Amazonas, após ser acusado de abusar sexualmente de menores, filmar as cenas, engravidar uma das vítimas, e obrigá-la a realizar um aborto. O feto foi enterrado no quintal da casa de um amigo do padre, de acordo com as investigações policiais.

Denúncia e prisão
A prisão de Paulo Araújo foi realizada após uma denúncia anônima feita ao Disque 100, que revelou os crimes cometidos contra uma adolescente de 17 anos. A denúncia, investigada pela polícia de Coari, revelou que a jovem vinha sofrendo diversos tipos de abuso nas mãos do padre, incluindo a coação para realizar um aborto e o subsequente enterro do feto.

Detalhes da investigação
Segundo o delegado José Barradas, titular da Delegacia Interativa de Polícia (DIP) de Coari, a investigação apontou que o padre não apenas abusou sexualmente da adolescente, mas também gravou os atos criminosos. Após engravidá-la, Paulo Araújo, com a ajuda de um amigo, obrigou a vítima a tomar um medicamento abortivo. O feto foi então enterrado no quintal da casa desse amigo.

Fonte: Amazonas Atual

Antecipação de R$ 2,2 bi dos cofres da Sabesp para a gestão Nunes gera suspeita

Para a oposição, a antecipação de R$ 2,2 bi dos cofres da Sabesp para a gestão Nunes gera suspeita de favorecimento eleitoral

A farra com os recursos do povo de São Paulo não para. O governador Tarcísio de Freitas vai antecipar recursos dos cofres da Sabesp para a Prefeitura de São Paulo de Ricardo Nunes, hoje candidato à reeleição para prefeito. A previsão é que o repasse caia na conta da Prefeitura ainda essa semana.

Detalhe! Esses recursos, que só seriam repassados entre 2025 e 2029, são para ‘pagar’ pelo apoio de Ricardo Nunes e dos vereadores e vereadoras que que aprovaram, em maio, a projeto de privatização da Sabesp. As informações foram publicadas pelo Rádio Jovem Pan, nesta segunda (19).

De acordo com o texto do projeto aprovado pela Câmara, a partir da conclusão da privatização –  que foi no dia 22 de julho -, o governo do Estado teria 30 dias para sacar o montante e repassar para a Prefeitura da Capital Paulista.

“Um claro toma lá, dá cá. Uma farra descarada com o dinheiro público. Como sempre denunciamos a privatização era e é um crime. O processo de votação na cidade de São Paulo, além da falta de debate, nunca teve a ver com o avanço do direito ao saneamento da população. E mais, a ausência das audiências era juntamente para esconder esse tipo de acordo em um ano eleitoral”, denuncia a direção do Sindicato.

O Sintaema reitera que segue em luta na Justiça para denunciar todos os crimes que ocorreram com a privatização da Sabesp e garantir que o patrimônio público não seja dilapidado pelo governador Tarcísio e o prefeito Nunes.

Fonte: Sintaema SP

Israel assassina oito crianças e quatro mulheres em Gaza

Ao todo foram 17 pessoas assassinadas da mesma família, incluindo oito crianças e quatro mulheres, de acordo com as autoridades de Saúde do enclave

Pelo menos 17 palestinos morreram e dezenas ficaram feridos neste sábado em um bombardeio israelense contra a cidade de Zawayda, na Faixa de Gaza, disseram autoridades de Saúde. Israel chegou a emitir ordens de retirada da região, citando disparos de foguetes feitos pelo Hamas.

A maior parte das pessoas mortas era da mesma família, incluindo oito crianças e quatro mulheres, de acordo com as autoridades de Saúde do enclave, que é governado pelo Hamas.

O setor militar israelense disse que está ciente dos relatos quanto ao ataque aéreo e que está analisando o caso.

“Elas estavam dormindo em suas camas, crianças e bebês, quando três mísseis atingiram sua casa”, afirmou o vizinho Abu Ahmed Hassan. Ele afirmou que o dono da casa é um comerciante conhecido. “Não há qualquer atividade militar aqui.”

O porta-voz das forças armadas israelenses postou neste sábado, em árabe, instruções na plataforma X para que pessoas que estavam na região central da Faixa de Gaza, incluindo no distrito de Maghazi, próximo a Zawyda, deixassem o local e buscassem uma zona humanitária.

Ele afirmou que militantes estavam disparando foguetes a partir daquelas localidades e que o Exército estava se preparando para revidar.

A Reuters não pôde verificar imediatamente se alguma área de Zawayda estava entre aquelas ordenadas a evacuar e se as pessoas lá receberam as instruções dos militares. Moradores disseram que milhares estavam saindo de Maghazi.

Fonte: Brasil 247

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