Pastor que estuprou as filhas gêmeas por 7 anos em Alagoas é preso após comentário em rede social

Um idoso, de 79 anos, que é pastor de uma igreja evangélica, foi preso pela Polícia Civil de Alagoas, nesta terça-feira (9), na cidade de Amaraji, localizada no interior de Pernambuco. De acordo com informações da PCAL, ele é acusado de estuprar e ameaçar por sete anos, as próprias filhas gêmeas. Os abusos aconteciam no interior de São Paulo e se estendeu até o Sítio Lagoa Torta, localizado na Zona Rural de Craíbas.

De acordo com informações da Polícia, o caso começou a ser investigado após um comentário da irmã das vítimas em uma publicação nas redes sociais da PC/AL, o qual divulgava o caso e pedia ajuda das autoridades. “Achei que seria o pai das minhas irmãs, mas infelizmente não foi o maldito.”

A partir do comentário, os policiais começaram a investigar o caso e foram as ruas até esta terça-feira, para descobrirem o paradeiro do pastor, que se encontrava em Pernambuco.

O crime

Após os anos de estupro, no dia 15 de maio de maio de 2022, por volta das 7h, uma das meninas conseguiu filmar parcialmente a cena de estupro. No mesmo dia, ele também praticou ato sexual com a vítima que registrou, a qual seria o último crime do idoso.

Já com o entendimento da situação, as vítimas denunciaram o que vinha acontecendo para uma irmã que prontamente procurou a delegacia e o Conselho Tutelar da cidade para que os procedimentos necessários fossem realizados.

Devido a filmagem da adolescente, ele percebeu que corria o risco de ser preso por conta dos atos e fugiu da cidade.

Após os atos, o idoso fugiu para a cidade de Amaraji, o qual vivia de modo pacato como pastor de uma igreja evangélica. Lá ele mantinha sua profissão, e fazia visitas constantes a Recife, capital de Pernambuco. O acusado era muito conhecido na comunidade em que residia por seus serviços na igreja.

A prisão

O chefe de operações do Núcleo de Investigação Especial (Niesp) da Polícia Civil de Alagoas, Welber Cardoso, informou que após uma ação da delegacia local de Amaraji, foi possível localizar e efetuar a prisão do homem.

Ainda de acordo com Cardoso, ele ficou preso na delegacia local e logo foi transferido para Central de Polícia em Arapiraca e aguarda pela realização da audiência de custódia.

Após ser questionado na prisão, o capturado confessou que havia praticado o crime, porém defendeu que havia sido aliciado pelas próprias filhas. Ele também revelou ser natural de Caruaru, em Pernambuco, e que havia passado mais de 50 anos em São Paulo.

O idoso ainda informou que, em SP, foi pai de três filhos e depois da morte da sua esposa, ele conheceu a mãe das meninas. O acusado ainda afirma que levou a mulher para morar com ele em Itaquaquecetuba, local o qual conseguiu adotar as irmãs, que tinham três e quatro anos na época, por meio da comarca de Arapiraca, mesmo em outro estado.

“Ele levou a senhora para morar com ele em Itaquaquecetuba. Ela é natural de Craíbas. Ele estando em São Paulo conseguiu adotar as irmãs gêmeas, de 3 ou 4 anos na época, pela Comarca de Arapiraca. Ele levou elas para São Paulo e quando elas completaram 7 anos, ele começou os abusos sexuais. Quando se aposentou, ele veio morar em Craíbas e os abusos continuaram”, explicou Welber Cardoso.

Após a aposentadoria do idoso, se mudaram para Craíbas, local o qual moraram por 1 ano e meio, e os crimes persistiram. Além das filhas, ele também ameaçava a esposa.

No ano de 2022, uma das vítimas registrou o abuso e levou até uma irmã mais velha, por parte de mãe, que reuniu os dados e foi até as autoridades para formalizar as denúncias.

Devido a denúncia, o idoso fugiu do sítio em que moravam em Craíbas, e retornou para o estado de São Paulo, onde mudou de cidade com frequência. Ele retornou para o seu estado natal, em Pernambuco, onde estabeleceu moradia em Amaraji e constituiu uma nova família. No momento da prisão, a atual esposa não sabia da autoria dos crimes do marido.

Fonte: Alagoas Brasil Noticias

Tribuna celebra 17 anos com jornalismo resiliente

Jornalistas enfrentaram atraso de salários, fizeram greve e hoje continuam atuando diariamente para levar o melhor da informação

A Tribuna está em festa pelos 17 anos de fundação, celebrados nesta quarta-feira (10), e marca sua trajetória de força e resiliência. Com um jornalismo de qualidade e comprometimento com o leitor, estes são os principais compromissos da Cooperativa de Jornalistas e Gráficos do Estado de Alagoas (Jorgraf).

O veículo de comunicação está presente nas mais diversas plataformas, a exemplo do jornal impresso, portal, redes sociais e youtube. Ao longo dos anos, a Tribuna conquistou muitos parceiros que acreditam e afirmam a importância do jornalismo feito com independência e credibilidade para os alagoanos.

O jornal Tribuna Independente completa 17 anos de resistência e luta no mercado de jornalismo em Alagoas e seus cooperados, da Cooperativa de Jornalistas e Gráficos de Alagoas (Jorgraf), lembram as dificuldades e conquistas durante esse tempo.

Tudo começou em 2007, quando os funcionários da antiga Tribuna de Alagoas estavam com dois meses de salários atrasados e convivendo com desculpas sem fundamentos dos antigos patrões. Diante desse cenário, jornalistas, gráficos e o pessoal da área administrativa resolveram cruzar os braços e iniciaram, no dia 16 de janeiro daquele ano, uma vigília em frente à sede da empresa para pressionar o pagamento dos salários atrasados.

O Sindicato dos Jornalistas de Alagoas (Sindjornal) e o Sindicato dos Gráficos do Estado de Alagoas (Sindigraf) deram suporte político e logístico às reivindicações dos trabalhadores da então Tribuna de Alagoas quando eles decidiram acampar em frente à sede da empresa. A mobilização teve início numa sexta-feira, dia em que nos jornais eram finalizadas duas edições de fim de semana: a de sábado e a de domingo.

O diretor de jornalismo à época sempre tentava convencer os trabalhadores a voltar aos postos de trabalho, afirmando que o pagamento dos salários estava a caminho, o que nunca aconteceu.
A situação levou os dois sindicatos, Sindjornal e Sindigraf, a convocarem uma assembleia, realizada no acampamento em frente à sede do jornal.

A assembleia definiu que ninguém voltaria ao trabalho até que os salários fossem pagos e que não se arredaria o pé dali. A luta iria continuar. O horário para o fechamento do jornal foi se expirando e com o passar das horas todos começaram a perceber que aquela batalha estava apenas começando. Ao final da noite, se decidiu pela realização de um piquete no dia seguinte.

As vigílias ocorriam em turnos revezados na grama em frente ao prédio por causa do receio de que os empresários dilapidassem o patrimônio do jornal.

Sindicatos denunciaram calotes e prejuízos a 140 trabalhadores

Os sindicatos colocaram faixas e carro de som para denunciar aquele calote e o que estava sendo feito com a empresa e com os 140 trabalhadores, largados na rua da amargura.

Todos os dias, reuniões e assembleias de avaliação do movimento eram realizadas. Muitas foram as tentativas de negociação e de se chegar a um consenso para toda aquela situação constrangedora. A crise da Tribuna de Alagoas estava exposta para a sociedade.

Os débitos de fornecedores, gastos excessivos dos diretores com farras, viagens de lazer para a Europa e uso sem limite do cartão de crédito institucional foram os fatores que levaram à falência da empresa, na fase administrada pelos últimos patrões.

Foi então que uma das assembleias foi a mais decisiva para os trabalhadores acampados na porta da empresa. Jornalistas e gráficos decidiram ocupar o prédio e fazer edições semanais para que fossem distribuídas nos atos, piquetes e mobilizações que realizariam, colocando para a sociedade alagoana toda aquela situação.

Além dessas edições, um blog foi elaborado. Ele era atualizado diariamente com postagens dos relatos e fotos, além de inúmeras mensagens e comentários de apoio sobre todo aquele processo. As edições semanais da agora Tribuna Independente, ora saíam aos domingos e outras vezes na segunda-feira.

Fonte: Tribuna Hoje

Farmácia Popular terá medicamentos para Parkinson, colesterol alto e rinite gratuitos

A expectativa é que cerca de 3 milhões de pessoas que participam do programa sejam impactadas pela decisão

O Ministério da Saúde, chefiado por Nísia Trindade, inclui a partir desta quarta-feira (10) remédios para o tratamento de colesterol alto, doença de Parkinson, glaucoma e rinite entre os que podem ser retirados de graça pela população. A expectativa é que cerca de 3 milhões de pessoas que participam do programa sejam impactadas pela decisão. A medida deve gerar uma economia para os usuários de até R$ 400 por ano.

Com os novos remédios, a pasta da Saúde vai passar a oferecer 95% dos medicamentos e insumos de forma gratuita, de acordo com informações publicadas nesta terça-feira (9) na coluna Painel.

Integrantes da Saúde também anunciaram um pacote bilionário para a construção de maternidades em 21 estados. As obras serão financiadas pelo Eixo Saúde, do Plano de Aceleração do Crescimento. O Novo PAC, lançado em agosto do ano passado, investirá R$ 1,7 trilhão em todos os estados do Brasil. 

Fonte: Brasil 247

Em novo ataque genocida, Israel assassina 30 palestinos, a maioria mulheres e crianças

Nesta terça-feira (10), as forças israelenses atacaram a escola de al-Awdah em Khan Younis, no sul da Faixa de Gaza. Trinta pessoas morreram, segundo as estatísticas oficiais, e outras cinquenta e três ficaram feridas.

Imagens obtidas pela Al Jazeera mostram o momento exato do ataque operado pelos israelenses. No vídeo, crianças jogam futebol e se divertem. Subitamente, o estrondo de um bombardeio atinge o local. Gritos se espalham e, após alguns segundos, os corpos mortos aparecem no meio das ruínas.

Tais imagens mostram a crueldade do genocídio contra os palestinos de Gaza. Até o momento, mais de 38 mil pessoas foram assassinadas pelos israelenses, sendo 15 mil delas crianças (ou cerca de 1,5% da população abaixo de 19 anos de idade).

Fonte: Revista Fórum

Comissão Interamericana é acionada contra Nunes após suspensão de aborto legal em São Paulo

Hospital de referência no estado encerrou a realização do procedimento em dezembro do ano passado

A Bancada Feminista, mandato coletivo do PSOL na Câmara Municipal de São Paulo, acionou a Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), vinculada à OEA (Organização dos Estados Americanos), contra a decisão do prefeito Ricardo Nunes (MDB) de encerrar o serviço de aborto legal no Hospital e Maternidade Vila Nova Cachoeirinha.

O hospital é uma das principais unidades de saúde da cidade a realizar o procedimento que, pela legislação, é autorizado em casos de gravidez por estupro, anencefalia do feto ou risco à vida da gestante, independentemente da idade gestacional. O Vila Nova Cachoeirinha é o único a realizar o procedimento acima de 22 semanas no estado de São Paulo.

Silvia Ferraro, covereadora do mandato, afirmou que o fechamento do serviço está “acarretando violações dos direitos humanos, principalmente de mulheres e meninas em situação de extrema vulnerabilidade”.

“Era o único hospital que fazia o procedimento do aborto legal em gestações acima de 22 semanas. Nós sabemos que quem chega ao hospital para procurar esse serviço com gestações avançadas são, principalmente, meninas de até 13 anos que foram estupradas, dentro de suas próprias casas por familiares ou conhecidos, e que só vão descobrir a gestação depois que estão com 22 semanas, por conta exatamente dessa extrema vulnerabilidade”, disse a vereadora ao Brasil de Fato.

Ela destaca que a legislação brasileira, desde 1940, não impõe nenhum limite gestacional ao aborto legal em caso de estupro. “Não é possível que o prefeito de São Paulo decida isso da própria cabeça. Ele tem que cumprir a legislação. E isso significa garantir o direito ao aborto legal para todas essas mulheres e meninas que chegam no Hospital Vila Nova Cachoeirinha”, conclui.

Com a suspensão, meninas vítimas de estupro, por exemplo, têm sido forçadas a buscar atendimento em outras regiões. Em dezembro do ano passado, quando o serviço foi encerrado, a secretaria chegou a informar que a interrupção se deu para realizar cirurgias eletivas, mutirões cirúrgicos e outros tipos de procedimentos que envolvem a saúde da mulher.

Comissão: pela garantia de acesso

As vereadoras do mandato coletivo argumentam que a suspensão da realização do aborto legal “limita o acesso ao aborto legal em toda a região Sudeste e sobrecarrega os já poucos serviços remanescentes”.

“É sabido que quem chega no serviço de aborto legal com uma gestação avançada são as pessoas que estão em situação de maior vulnerabilidade, como crianças, adolescentes, pessoas trans e mulheres que sofrem com a violência intrafamiliar”, afirmam.

O documento informa ainda que “coagir ou obrigar mulheres a prosseguirem com gestações que comprometam sua integridade física e psicológica constitui uma forma de discriminação de gênero passível de ser caracterizada como tortura, tratamento cruel, desumano e degradante”.

Diante deste quadro, a Bancada Feminista pediu que a CIDH “intervenha e exorte o Brasil, em especial o município de São Paulo, a garantir o acesso irrestrito ao aborto legal, conforme previsto na legislação nacional e nos tratados internacionais de direitos humanos ratificados pelo país”.

Histórico judicial

Em janeiro deste ano, o Ministério Público Federal (MPF) chegou a cobrar esclarecimentos a respeito da suspensão, que tem “causado transtornos a mulheres que se enquadram nos casos legalmente autorizados para aborto”.

No ofício, o MPF afirmou que “a unidade é referência na realização do serviço, principalmente para pessoas com mais de 22 semanas de gravidez. A legislação brasileira não fixa nenhum limite temporal de desenvolvimento do feto para que gestantes que tenham direito ao aborto procurem os serviços de saúde e sejam atendidas”.

Logo depois, o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) determinou o retorno dos serviços de aborto legal em janeiro deste ano. A Prefeitura, no entanto, conseguiu uma liminar para suspender a decisão.

Defesa

O Brasil de Fato procurou a Prefeitura de São Paulo para comentar a denúncia feita à CIDH. O espaço será atualizado assim que houver um retorno.

Fonte: Brasil de Fato

PF aponta que Bolsonaro desviou mais de R$ 6 milhões em joias

Presidente Jair Bolsonaro na saída do Palácio do Alvorada 05/05/2020 REUTERS/Ueslei Marcelino

A perícia da Polícia Federal (PF) estimou que os presentes recebidos pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em viagens oficiais, desviados no esquema investigado, possuem um valor de mercado de aproximadamente US$ 1,227 milhão, o que equivale a R$ 6,8 milhões na cotação do dólar no início de julho deste ano, conforme informações do Globo.

O cálculo ainda é parcial, pois itens como abotoaduras, anéis e rosários de dois kits de joias supostamente desviados ainda não foram periciados pela corporação. O valor total está no relatório enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF), que considera a soma dos objetos.

Adicionalmente, as esculturas douradas de um barco e uma palmeira, assim como o relógio Patek Philippe, recebidos por Bolsonaro durante uma viagem ao Reino do Bahrein em 2021, ainda não foram recuperados, e suas estimativas de valor de mercado estão pendentes.

Inicialmente, o relatório da PF concluiu que o total de bens movimentados pelo esquema era de R$ 25 milhões, mas a corporação corrigiu o valor para R$ 6,8 milhões, conforme mencionado em trechos do documento.

Entre os itens já periciados, o mais valioso é o conjunto de brilhantes destinado à ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, retido pela Receita Federal no aeroporto de Guarulhos, São Paulo, em 2021.

As joias da marca suíça Chopard foram recebidas pelo então ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, na Arábia Saudita e interceptadas na volta ao Brasil na mochila de um assessor. O relógio, par de brincos, anel e colar prateado do kit somam US$ 1,015 milhão.

O relógio Chopard do kit ouro rosé, também recebido pela comitiva de Bento Albuquerque durante a visita oficial à Arábia Saudita, vale mais de US$ 100 mil. Trazido ilegalmente ao país, o item passou despercebido e foi mantido em um cofre do Ministério de Minas e Energia até novembro de 2022.

Mais tarde, o relógio foi transportado em uma mala no avião presidencial quando Bolsonaro viajou aos EUA antes da posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, segundo a PF. O kit Chopard foi a leilão no país, mas não foi arrematado. Ele foi devolvido pela defesa de Bolsonaro após determinação do Tribunal de Contas da União (TCU) para devolver presentes recebidos em viagens oficiais ao governo federal.

Já o relógio Rolex do kit ouro branco, vendido nos EUA por Mauro Cid junto com o relógio Patek Philippe, foi avaliado em US$ 73,7 mil. O conjunto, que inclui uma caneta Chopard avaliada em US$ 20 mil e outras joias, foi recebido por Bolsonaro em viagem oficial a Doha, no Catar, e Riade, na Arábia Saudita, em 2019.

Antes de ser negociado, o relógio foi retirado do acervo presidencial pelo ex-ajudante de ordens. A peça foi recuperada nos EUA pelo advogado Frederick Wassef, após pedido do TCU para Bolsonaro devolver itens recebidos em função do cargo.

Por fim, a perícia calculou que uma escultura de cavalo dourada, interceptada pela Receita no aeroporto de Guarulhos em 2021, vale US$ 4.971,12. Vale destacar que a peça chegou ao país danificada.

Fonte: DCM

Relatora da ONU denuncia silêncio da mídia ocidental sobre crimes de Israel na Faixa de Gaza

“O genocídio que foi cometido em Gaza é pior do que se contou até agora”, denunciou a relatora da ONU Francesca Albanese

A relatora especial das Nações Unidas (ONU) Francesca Albanese denunciou nesta segunda-feira (8) o silêncio da mídia ocidental sobre os crimes de Israel na Faixa de Gaza.

“O que Israel não quer que os jornalistas internacionais vejam? O genocídio que foi cometido em Gaza é muito mais horrível do que se contou até agora”, escreveu Francesca Albanese, na rede social X.

“Humanidade, acorde!”, acrescentou Albanese e argumentou que “o fato de que a mídia ocidental não fale mais sobre o genocídio de Israel em Gaza e a opressão dos palestinos em qualquer lugar sob o governo israelense, não significa que o genocídio e a opressão tenham cessado”.

Albanese compartilhou em sua mensagem uma declaração da Associação de Imprensa Estrangeira denunciando a proibição de acesso a Gaza para jornalistas internacionais e perguntando o que Israel não quer que eles vejam em território palestino.

O Ministério da Saúde palestino informou que pelo menos 38.000 palestinos morreram desde o início da guerra genocida de Israel em Gaza, em 7 de outubro de 2023.

A mídia ocidental tem sido responsabilizada por possuir um viés pró-Israel durante décadas, durante os mortais ataques de Israel em Gaza.

Fonte: Brasil 247

Fechamento da Maternidade do Chama provoca crise no atendimento de parturientes em Arapiraca 

A saúde pública de Arapiraca enfrenta uma grave crise com o recente fechamento da maternidade do Hospital Chama, um dos principais centros de atendimento obstétrico da região. A situação tem se agravado pela superlotação no Hospital Regional de Arapiraca, resultando na necessidade de transferir parturientes para o Hospital Santa Rita, em Palmeira dos Índios, a 40 quilômetros de distância.

O fechamento da maternidade do Hospital Chama, ocorrido devido a uma série de problemas estruturais e falta de recursos, pegou a comunidade de surpresa. O hospital, que atendia centenas de mulheres grávidas mensalmente, era um pilar crucial no atendimento obstétrico para Arapiraca e municípios vizinhos. Sem essa opção, a pressão recaiu sobre o já sobrecarregado Hospital Regional.

O Hospital Regional de Arapiraca, que também sofre com a escassez de leitos e recursos, tem enfrentado dificuldades para absorver a demanda crescente. De acordo com a administração do hospital, a capacidade atual não é suficiente para atender todas as parturientes da região, resultando em longas esperas e atendimentos emergenciais comprometidos.Diante desse cenário crítico, a transferência de parturientes para o Hospital Santa Rita em Palmeira dos Índios tem sido a solução emergencial adotada pelas autoridades de saúde. O hospital, localizado a 40 quilômetros de Arapiraca, tem recebido um número crescente de gestantes em trabalho de parto, criando um novo desafio logístico e de atendimento.

“Estamos trabalhando no limite. A situação é complicada, mas estamos fazendo o possível para garantir que todas as mulheres tenham o atendimento necessário para um parto seguro”, afirmou a diretora do Hospital Santa Rita, Dra. Maria de Lourdes. Segundo ela, a equipe tem se desdobrado para acomodar as pacientes extras, mas alerta que a capacidade do hospital também pode ser comprometida se a situação persistir.

A transferência de gestantes, além de sobrecarregar o Hospital Santa Rita, também impõe desafios às famílias das parturientes, que precisam se deslocar para acompanhar o atendimento. Para muitas, essa distância representa um custo financeiro adicional e um estresse emocional significativo.

As autoridades de saúde de Arapiraca e da região estão em busca de soluções urgentes para reverter esse quadro. A reabertura da maternidade do Hospital Chama é uma prioridade, mas depende de recursos e investimentos que ainda não foram garantidos. Enquanto isso, o Hospital Regional de Arapiraca e o Hospital Santa Rita continuam na linha de frente, tentando mitigar os impactos dessa crise na saúde materno-infantil.

A comunidade espera por uma resposta rápida e eficaz das autoridades, pois cada dia de atraso na solução desse problema significa mais risco para as mães e seus bebês. A situação é um alerta para a necessidade de investimentos contínuos e sustentáveis na saúde pública, garantindo que crises como essa não se tornem uma constante na vida dos arapiraquenses.

Fonte: Tribuna do Sertão

Sistema da dívida consome quase 50% do orçamento nacional, educação só 3%

A educação deveria ser prioridade neste país, pois esta é a melhor forma de combater a desigualdade socioeconômica que presenciamos todos os dias, e, de acordo com os resultados da primeira etapa do Censo Escolar 2023, podemos afirmar com certeza que a educação não tem sido prioridade.

O censo revela que no Brasil, ao todo, foram registrados 47,3 milhões de estudantes, considerando todas as etapas educacionais, distribuídos em 178,5 mil escolas. (Fonte). Mesmo com essa quantidade de escolas e alunos, o Governo Federal destinou apenas 3% do orçamento federal aprovado para 2024 para a área da educação.

Mas, sabemos o que tem sido a prioridade para o Estado brasileiro: os juros e amortizações da dívida pública – que NUNCA foi auditada. Este ano, a dívida pública receberá cerca de R$ 2,5 tri, ou seja, 45,98% do orçamento federal, ainda mais que no ano passado, que recebeu R$ 1,89 tri e corresponde a 43,23% do orçamento.

A luta pela educação de qualidade é de todos! Conheça a Campanha Nacional por Direitos Sociais.

Entre em contato com a Coordenação (campanhapordireitossociais@gmail.com) e faça parte desta Campanha.

#DireitosSociaisJá

Fonte: Auditoria Cidadã

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