Manifestantes pedem fim da escala de trabalho 6×1 em protestos pelo País

Manifestantes foram às ruas das capitais neste feriado de 15 de novembro para pedir o fim da escala de trabalho 6×1 (seis dias de trabalho, um de descanso). Houve atos em cidades como São Paulo, Rio, Brasília e Belém.

Nas últimas semanas, o tema ganhou força nas redes sociais por iniciativa do Movimento Vida Além do Trabalho (VAT), do vereador eleito do Rio e tiktoker Rick Azevedo (PSOL). No Congresso, a deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) conseguiu coletar o número de assinaturas necessário para protocolar na Câmara uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala.

O projeto propõe acabar com a jornada de 44 horas de trabalho semanais vigente há 81 anos no País, desde que a CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) foi publicada, em 1943. Em vez disso, a ideia é reduzir esse limite para 36 horas semanais.

Ao longo da semana, o VAT convocou atos em São Paulo, Brasília, Fortaleza, Vitória, Porto Alegre, Recife, Aracaju, Belém, Belo Horizonte, Curitiba, Florianópolis e Manaus, entre outras cidades.

Na capital paulista, manifestantes se reuniram na Avenida Paulista, na manhã desta sexta-feira. Eles levavam cartazes com frases como “Quero ver minha filha crescer”, “Não tenho tempo de ir ao médico” e “Menos horas trabalhando, mais saúde mental”. Participaram do ato os deputados pelo PSOL Guilherme Boulos, que concorreu à Prefeitura de São Paulo, Erika Hilton, Sâmia Bonfim e Fernanda Melchionna.

No Rio, a manifestação ocorreu na Cinelândia, e teve a adesão de centrais sindicais. Os participantes também mostravam cartazes contra a realização da reunião da cúpula do G-20, que acontece na cidade.

Fonte: Estadão

Ataques israelenses contra o Líbano deixa pelo menos 43 mortos

Cerca de 43 pessoas morreram e dezenas ficaram feridas no Líbano depois de uma série de ataques israelenses em diversas regiões do país, incluindo dois centros de Defesa Civil, informou nesta sexta-feira (15) o Ministério da Saúde Pública libanês.

O ataque mais mortal relatado pelas autoridades libanesas ocorreu na noite de quinta-feira na província de Baalbek, onde pelo menos 12 pessoas foram mortas, segundo o governador libanês Bachir Khodr.

Segundo o Ministério da Saúde do país árabe, pelo menos uma pessoa ficou ferida no segundo ataque israelense contra um centro de saúde afiliado ao Estado libanês “em menos de duas horas”.

Também na região de Baalbek e segundo a entidade de Saúde, cerca de oito pessoas morreram num ataque israelita contra o bairro Al Shaab, deixando também 29 feridos.

Ao atacarem um posto da Agência de Saúde e Defesa Civil, as forças israelitas mataram seis pessoas, incluindo quatro paramédicos, na cidade de Arab Salim, no sul do Líbano.

Além destes três ataques, o Ministério da Saúde libanês reportou quase dez em diferentes partes do país que deixaram uma série de mortes, elevando o número total de vítimas mortais reportadas pelas autoridades libanesas para 43 nas últimas horas.

A dúzia de ataques incluiu um na cidade de Shamstar, que deixou duas pessoas mortas, enquanto pelo menos três pessoas foram mortas e quatro ficaram feridas em Tamnine al Tahta.

O Ministério também registrou mortes e feridos em outras sete cidades: Sareen al Tahta, Al Bazoorba, Hanawiyya, Aytit, Qana, Al Bayyadh e Shihin.

Com o número de mortos nos últimos bombardeios israelenses, a entidade libanesa de Saúde elevou o número total de mortos para 3.386, enquanto o número de feridos se situou em 14.417 desde o início da agressão israelita contra o Líbano, em Outubro de 2023.

Fonte: Brasil 247

STF rejeita recurso e mantém pena de Collor em 8 anos e 10 meses de prisão

Por 6 votos a 4, o Supremo Tribunal Federal (STFformou maioria de votos nesta quinta-feira (14) para rejeitar recursos e manter a condenação do ex-presidente Fernando Collor de Mello a 8 anos e 10 meses de prisão em um desdobramento da Lava Jato.

Os ministros julgaram recursos da defesa de Collor contra decisão tomada em 2023, quando o ex-presidente foi condenado, por 8 votos a 2, por corrupção e lavagem de dinheiro.

Após esta decisão, a defesa pode apresentar novos recursos contra a condenação. Normalmente, o Supremo só determina a execução da pena após o julgamento dos chamados segundos embargos.

Já a Procuradoria-Geral da República (PGR) pode pedir a execução imediata da pena. O relator do caso pode avaliar se um eventual segundo recurso não é protelatório.

Julgamento presencial

O caso foi levado para análise presencial do STF depois que o ministro André Mendonça tirou o julgamento do plenário virtual.

Collor e os empresários Luis Pereira Duarte de Amorim e Pedro Paulo Bergamaschi de Leoni Ramos foram condenados pelo recebimento de R$ 20 milhões em propina para viabilizar irregularmente contratos da BR Distribuidora com a UTC Engenharia para a construção de bases de distribuição de combustíveis.

O dinheiro teria sido pago para assegurar apoio político para indicação e manutenção de diretores da estatal.

Os advogados afirmaram que houve um erro na contagem de votos que levou a definição do tamanho da pena. Além disso, voltaram a pedir a rejeição da acusação por falta de provas.

Voto do relator

A maioria dos ministros seguiu o voto do relator, Alexandre de Moraes, para manter a pena em 8 anos e 10 meses.

No voto, Moraes afirmou que ” não há nenhuma dúvida” de que o voto médio do plenário foi para fixar a pena de corrupção em 4 anos e 4 meses. “Eu afasto todos os argumentos e nego os embargos [recursos]”, afirmou.

Também votaram pela rejeição dos recursos os ministros Edson Fachin, Flavio Dino, Cármen Lúcia, Roberto Barroso e Luiz Fux.

O ministro Dias Toffoli abriu a divergência e defendeu que a pena imposta para Collor que prevaleceu na maioria dos votos dos colegas foi de 4 anos. A redução de quatro meses de prisão, no entanto, levaria o crime de corrupção a prescrever, o que livraria Collor dessa punição e também da prisão.

O ministro André Mendonça ressaltou que, como houve um empate de 5 votos a 5, a pena a ser cumprida pelo ex-presidente seria a menor, de 4 anos. O ministro Nunes Marques, que ainda não havia votado, também entendeu que a punição seria a menor.

O ministro Cristano Zanin não participou do julgamento.

Fonte: G1

Pesquisa: 86% dos brasileiros apoiam restrição de celular nas escolas

Na Câmara dos Deputados, tramita projeto para limitar uso de aparelhos

Levantamento realizado pela Nexus – Pesquisa e Inteligência de Dados revela que 86% da população brasileira são favoráveis a algum tipo de restrição ao uso de celular dentro das escolas. Outros 54% são favoráveis à proibição total dos aparelhos e 32% acreditam que o uso do celular deve ser permitido apenas em atividades didáticas e pedagógicas, com autorização dos professores. Aqueles que são contra qualquer proibição somam 14%.

Foram entrevistadas 2.010 pessoas com idade a partir de 16 anos nas 27 unidades da federação (UFs). As entrevistas foram realizadas entre os dias 22 e 27 de outubro deste ano.

Segundo os dados, apesar da menor aderência de qualquer tipo de restrição nessa faixa etária, aqueles entre 16 e 24 anos são os que mais apoiam a proibição: 46% dos entrevistados concordam com a proibição total do uso dos aparelhos, enquanto 43% defendem a utilização parcial dos celulares, somando 89% dos entrevistados. Apesar de apenas 11% dos jovens serem contrários à proibição, 43% deles veem o uso parcial dos celulares em sala de aula como uma alternativa viável.

Entre quem tem mais de 60% anos, 32% são favoráveis à restrição; entre os que têm de 25 a 40 anos, o percentual é de 31%; e 27% dos brasileiros de 41 a 59 anos são favoráveis a algum tipo de restrição. Essa mesma faixa etária tem 58% das pessoas favoráveis à proibição total.

Quando mais alta a renda, mais favoráveis à proibição são os entrevistados, como mostra o estudo ao revelar que 5% da população com renda superior a cinco salários mínimos disseram ser contrários à proposta que impede o uso de celulares nas escolas, contra 17% na população que ganham até um salário mínimo. A medida mais rígida também ganha mais adeptos entre os mais ricos: 67% acreditam que os celulares deveriam ser totalmente proibidos, diante de 54% dos brasileiros em geral.

Tendência

“À medida que avança o debate sobre a imposição de algum tipo de restrição, fica clara a tendência das pessoas de aprovarem a medida. Isso é um sinal claro de que há forte preocupação dos pais, dos próprios alunos e também da população em geral com o tema, caso contrário não teríamos 86% de aprovação a alguma medida. Há uma clara percepção de que algo deve ser feito para evitar o uso excessivo de celulares nas escolas, a fim de preservar o processo de aprendizagem”, afirma o diretor-executivo da Nexus, Marcelo Tokarski.

A psicopedagoga do Instituto Vínculo, Camila Sampaio, é a favor da proibição parcial. Para ela, apenas como recurso pedagógico, se utilizado na escola, o celular pode ser um aliado, desde usado com supervisão do professor. Ela destaca que há aplicativos interessantes que podem complementar os conteúdos escolares, como uso da realidade aumentada e jogos de quiz personalizáveis. Entretanto, ela lembra que o uso excessivo do celular pode causar danos cognitivos e socioemocionais para os estudantes, além de ser prejudicial para o sono, para socialização e interação e até mesmo na habilidade de se comunicar verbalmente com outras pessoas.

“No aspecto cognitivo [o celular] pode causar prejuízos na atenção, memória e habilidade de solucionar problemas. O celular tem estímulos muito atrativos e respostas rápidas, o que faz com que o estudante diminua a capacidade de se concentrar em tarefas mais longas ou com poucos recursos visuais. Também afeta a memória pelo comodismo de não utilizar mais a memória para armazenar informações importantes por confiar demais no que está armazenado no celular. Os estudantes hoje, por terem respostas rápidas e prontas, estão deixando de estimular a criatividade e o pensamento”, ressalta a psicopedagoga.

Projeto de lei

Tramita na Câmara dos Deputados, em Brasília, um projeto de lei para limitar o uso dos celulares nas escolas. O Ministério da Educação chegou a anunciar que estava preparando uma proposta sobre o tema, mas não chegou a ser apresentada. O texto aprovado pela Comissão de Educação da Câmara proíbe o uso para crianças de até 10 anos. A partir dos 11 anos, é permitido para atividades pedagógicas.

No último dia 12, a Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) aprovou projeto de lei que proíbe o uso de aparelhos eletrônicos em escolas públicas e particulares. A nova lei restringe a utilização de celulares, tablets, relógios inteligentes e similares, exceto em situações que tenham relação com o aprendizado, inclusive para estudantes com deficiência. A proposta restringe o uso até fora das salas de aula, como no recreio e em eventuais horários que os alunos não tiverem aula. O projeto segue para sanção do governador Tarcísio de Freitas, de São Paulo.

A matéria prevê a criação de protocolos de guarda de equipamentos nas redes de ensino e independência das escolas particulares para regularem como aplicarão a medida. Também está prevista responsabilização dos próprios estudantes por danos e extravios, mesmo quando os aparelhos estiverem guardados.

O projeto foi aprovado em regime de urgência, por consenso e sem emendas. Proposto pela deputada da Rede, Marina Helou, teve coautoria de parlamentares da direita e da esquerda e angariou 42 votos. O Projeto de Lei 293/2024 altera a legislação atual, vigente desde 2007. Agora, o alcance das normas foi ampliado, abrangendo a rede particular e as unidades municipais.

Fonte: Agência Brasil

Bolsonaristas promovem atentado terrorista contra o STF

Veja o que se sabe sobre as explosões na Praça dos Três Poderes

A Praça dos Três Poderes, em Brasília, foi palco de cenas de horror na noite dessa quarta-feira (13/11). Um homem e um carro explodiram, por volta das 19h30, nas proximidades do prédio do Supremo Tribunal Federal (STF) e no estacionamento Anexo IV da Câmara dos Deputados, respectivamente.

Os ministros do Supremo foram retirados às pressas do prédio da Corte, e a Praça dos Três Poderes precisou ser isolada por risco de novas explosões. Os palácios do Planalto, Alvorada e Jaburu tiveram reforço na segurança.

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) realizou a perícia no local. Em nota, a Polícia Federal afirmou que um inquérito policial será instaurado para investigar os ataques.

Nesta quinta-feira (14/11), forças de segurança farão uma varredura no Congresso. Não haverá expediente no Senado. Na Câmara, as atividades estão suspensas até as 12h.

Após atentado, o Supremo Tribunal Federal anunciou que irá retomar o uso de grades ao redor da Corte. Os prédios do STF também passarão por uma varredura completa para verificação de eventuais artefatos na madrugada e manhã desta quinta.

O expediente está suspenso até o meio-dia em todos os prédios. A situação será reavaliada ao longo da manhã.

Carro, “homem bomba” e anúncio do ataque

O carro que explodiu, de modelo Kia Shuma, estava carregado com fogos de artifício. O proprietário do automóvel é Francisco Wanderley Luiz, de 59 anos. Chaveiro de profissão, foi candidato a vereador pelo Partido Liberal (PL), em 2020, por Rio do Sul (SC). Ele é o homem que se explodiu e morreu.

Francisco é conhecido na cidade, e entre amigos e familiares, como Tiu França. Nas redes sociais, ele fez publicações em referência às explosões que ocorreriam nesta quarta.

Com prints de mensagens enviadas para ele mesmo, via WhatsApp, Francisco publicou, no início da noite, o que parece ser um anúncio do que estava por vir. “Vamos jogar??? Polícia Federal, vocês têm 72 horas para desarmar a bomba que está na casa dos comunistas de merda”, diz um dos textos.

Em tom de ameaça, outro print diz: “Cuidado ao abrir gavetas, armários, estantes, depósito de materiais etc.”. E prosseguiu indicando o suposto horário de início das explosões: “Início: 17h48 do dia 13/11/2024. O jogo acaba dia 16/11/2024. Boa sorte!”.

Também nas redes sociais, Francisco explicou o porquê da data escolhida para o ataque: “Eu não gosto do número 13”.

Autoridades cobram rigor na investigação

Autoridades se manifestaram nas redes sociais sobre as explosões na Praça dos Três Poderes ocorridas na noite desta quarta-feira (13/11). As mensagens foram de solidariedade a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e parlamentares.

O advogado-geral da União, Jorge Messias, usou o X (antigo Twitter) para manifestar solidariedade aos ministros e parlamentares. “Repudio com toda a veemência os ataques contra o STF e a Câmara dos Deputados. Manifesto minha solidariedade aos ministros e parlamentares”, afirmou.

O ministro do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou ainda que a Polícia Federal (PF) vai atuar com “celeridade” no caso.

“A Polícia Federal investigará com rigor e celeridade as explosões no perímetro da Praça dos Três Poderes. Precisamos saber a motivação dos ataques, bem como reestabelecer a paz e a segurança o mais rapidamente possível”, disse Messias.

O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, afirmou que investigações sobre as explosões precisam ser feitas com “rigor”. “É essencial conter o avanço do ódio”.

A deputada federal Sâmia Bonfim (PSol) criticou, também no X, o fato de o deputado Sostene Cavalcante (PL-RJ) manter aberta a sessão na Câmara dos Deputados para votar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) das Igrejas, dispositivo legal que subsidia o funcionamento dos templos.

“Não podemos seguir a votação de algo que altera a Constituição enquanto o caos está instaurado”, disse a deputada. Momentos depois, a sessão foi suspensa.

O ministro do STF Flávio Dino foi o primeiro da Corte a se pronunciar após o as explosões na Praça dos Três Poderes. Por meio do Instagram, ele sustentou a resiliência da Justiça. “A Justiça segue firme e serena. Orgulho de servir ao Brasil na Casa da Constituição: o Supremo Tribunal Federal”, escreveu.

Fonte: Metrópoles

Pastor é preso dois anos após ser denunciado por dopar e estuprar vítima

O pastor de uma igreja evangélica, identificado como Jean Carlos Skiba, foi preso dois anos depois de ser denunciado por dopar e estuprar um jovem de 27 anos, em Ponta Grossa (a cerca de 310 km de Maringá).

De acordo com informações da Polícia Civil e com a decisão judicial, o suspeito aplicou o golpe conhecido como “Boa noite Cinderela”, colocando um remédio contra insônia na bebida do rapaz. Em seguida, ele o levou para seu próprio apartamento, onde ocorreu o abuso.

Após o crime, a vítima foi abandonada desacordada no meio da rua, sem roupas e sem o celular. A investigação apontou que o suspeito era um pastor de uma igreja evangélica da cidade.

  • O caso foi denunciado e investigado em 2022. Durante o cumprimento de um mandado de busca e apreensão na casa do pastor, a polícia encontrou o celular da vítima, a camisa usada no dia do crime e um frasco de medicamento que teria sido usado para dopar o jovem. Também foram apreendidos o celular do suspeito, que continha pesquisas sobre o uso do remédio para crimes sexuais – o que indica que o crime foi premeditado.

Inicialmente, o pedido de prisão preventiva foi negado pela Justiça por “provas insuficientes”, e o pastor foi absolvido em primeira instância.

“Inconformado, o Ministério Público apresentou recurso, tendo o Tribunal de Justiça do Estado do Paraná reformado a sentença de primeiro grau e condenado o investigado à pena de oito anos e três meses de prisão em regime fechado”, explica o delegado Derick Moura Jorge.

O mandado de prisão foi expedido no dia 30 de outubro de 2024 e cumprido no dia 5 de novembro. O pastor está preso na Cadeia Pública de Ponta Grossa, condenado por estupro de vulnerável.

  • Embora a condenação do pastor se refira a um caso específico, a polícia investiga se ele pode ter feito mais duas vítimas usando o mesmo método: colocando um medicamento que causa sonolência na bebida. Além disso, ele abordava pessoas desconhecidas e não contava seu nome verdadeiro.

O delegado também acrescentou que o pastor é casado e cometeu o crime em um dia em que a esposa estava viajando.

Até o momento da prisão, o pastor não possuía antecedentes criminais e continuava atuando como líder religioso.

A Polícia Civil reforça o alerta para que as pessoas redobrem os cuidados em festas e eventos, evitando se afastar de suas bebidas e consumindo apenas itens de origem confiável.

Fonte: Maringá Post

Turquia anuncia rompimento total com o estado genocida de Israel

“Cortamos todo o comércio e relações com Israel – ponto final”, declarou o presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, em visita à Arábia Saudita e Azerbaijão

O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, anunciou nesta quarta-feira que seu país “encerrará todas as relações” com Israel, reafirmando seu apoio aos palestinos em meio à guerra deflagrada na Faixa de Gaza.

A declaração foi dada durante uma entrevista à imprensa, conforme noticiado pela Anadolu, enquanto Erdogan retornava de suas visitas à Arábia Saudita e Azerbaijão.

O líder turco destacou que a nação “não manterá nem desenvolverá relações com Israel”. “Cortamos todo o comércio e relações com Israel. Ponto final. Estamos firmes com a Palestina em sua causa legítima até o fim”, afirmou ele.

A decisão é tomada depois de Ancara ter anunciado em maio passado o bloqueio das relações comerciais com Tel Aviv, devido aos ataques israelenses contra Gaza.

– A Turquia é sem dúvida a nação que reagiu mais duramente às atrocidades israelenses, incluindo medidas concretas como o corte do comércio – acrescentou.

Erdogan alertou ainda que, “enquanto o envio de armas continuar, Israel será ainda mais agressivo” e lembrou que Ancara lançou recentemente uma iniciativa nas Nações Unidas para impor um embargo à venda de armas ao Estado judeu.

Conflito israelense na Faixa de Gaza

Desde o início do conflito israelense na Faixa de Gaza em outubro de 2023, a Turquia tem condenado veementemente as ações de Tel Aviv, acusando o país de assassinatos em massa de civis palestinos. Além disso, tem pedido repetidamente um cessar-fogo e exercido pressão sobre Israel.

Fonte: MSN

Relatório da ONU aponta “crime de extermínio contra a humanidade” de Israel em Gaza

Israel vem “cometendo crimes de guerra e o crime de extermínio contra a humanidade”, afirmaram as Nações Unidas. Veja as descobertas da nova investigação

As Nações Unidas publicaram hoje (11) um documento baseado em investigação minuciosa das práticas de Israel em Gaza que corroboram as denúncias de genocídio contra o povo palestino.

relatório da Comissão Internacional Independente de Inquérito sobre o Território Palestino Ocupado, incluindo Jerusalém Oriental e Israel, submetido à Assembleia Geral das Nações Unidas em setembro de 2024, aborda graves violações de direitos humanos por parte da ocupação israelense, que se intensificou a partir de 7 de outubro de 2023. O documento foca especialmente no impacto dessas ações sobre civis palestinos e suas instituições, com uma atenção particular às práticas israelenses nas áreas de saúde, detenção e o tratamento de reféns. (Leia o documento na íntegra, traduzido para o português, aqui ou ao final desta reportagem).

“As forças de segurança israelenses deliberadamente mataram, feriram, prenderam, detiveram, maltrataram e torturaram pessoal médico e veículos médicos alvos, constituindo os crimes de guerra de homicídio doloso e maus-tratos e o crime contra a humanidade de extermínio”, concluiu a comissão.

Contexto e Metodologia

A Comissão de Inquérito aplicou rigorosos métodos de investigação, incluindo a coleta de milhares de fontes abertas e entrevistas com vítimas, testemunhas e especialistas. O relatório destaca que o território da Faixa de Gaza e Jerusalém Oriental continua sob ocupação militar israelense, conforme o Direito Internacional Humanitário, especialmente a Quarta Convenção de Genebra. Apesar dos pedidos formais de informação, o governo israelense se recusou a colaborar com a investigação.

Ataques a Instalações Médicas e Profissionais de Saúde

Entre 7 de outubro de 2023 e julho de 2024, Israel realizou 498 ataques a instalações de saúde na Faixa de Gaza, resultando em 747 mortos e 969 feridos. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), 110 dessas instalações sofreram impactos diretos. Além de ataques aéreos, as forças de segurança israelenses cercaram hospitais, impediram o acesso de ajuda humanitária e, em alguns casos, emitiram ordens de evacuação que eram impossíveis de serem cumpridas em segurança.

“Enquanto as forças de segurança israelenses emitiram ordens de evacuação para esses hospitais, a Comissão concluiu que as ordens não eram viáveis, não foram emitidas de forma coordenada e não poderiam ser implementadas de forma segura. Elas deram pouco tempo às administrações hospitalares — apenas algumas horas, em alguns casos — para evacuar centenas de pacientes. As forças de segurança israelenses não auxiliaram na evacuação segura dos pacientes. De acordo com várias fontes, evacuações completas não foram possíveis sem colocar em risco a vida dos pacientes”, denuncia o relatório. Ele continua: “no Hospital Awdah e no Hospital Pediátrico Nasr, as forças de segurança israelenses negaram solicitações da equipe médica para facilitar a movimentação de ambulâncias a fim de tornar o processo de evacuação mais tranquilo, resultando em condições inseguras para a evacuação. Os pacientes nesses hospitais, em particular aqueles que estavam em unidades de terapia intensiva e aqueles que estavam gravemente feridos, exigiram cuidados especiais durante a movimentação.”

Relatórios indicam que os ataques visaram hospitais de maneira sistemática, começando no norte de Gaza e se estendendo ao longo do território. A justificativa do governo israelense era que o Hamas estaria utilizando hospitais para fins militares, como bases de comando e controle, o que foi negado pelas autoridades de saúde locais e por testemunhas.

A destruição de hospitais e a morte de 500 profissionais de saúde agravaram ainda mais a situação da já frágil infraestrutura médica de Gaza. Ao final de julho de 2024, apenas 16 dos 36 hospitais da região ainda funcionavam, de forma parcial. O sistema de saúde entrou em colapso devido à falta de medicamentos, combustível, eletricidade, água potável e saneamento, causando um aumento significativo de mortes evitáveis, especialmente entre pacientes com doenças crônicas e mulheres grávidas. Muitos hospitais, como o Shifa e o Nasr, também foram usados como abrigos para civis deslocados, exacerbando a sobrecarga nas instalações.

Interferência na Saúde Reprodutiva e Infantil

O impacto sobre a saúde reprodutiva foi devastador. Mais de 540 mil mulheres em idade reprodutiva foram afetadas pela falta de atendimento adequado. O bombardeio de hospitais especializados, como o Awdah e o Hospital Turco-Palestino, deixou milhares de mulheres sem acesso a serviços essenciais de pré-natal e pós-parto, além de cuidados com recém-nascidos. Alguns desses hospitais também serviam como os únicos centros de oncologia na região, o que interrompeu o tratamento de cerca de 10.000 pacientes com câncer, levando muitos à morte.

As condições para os cuidados infantis também se deterioraram drasticamente. Muitos hospitais pediátricos foram atingidos ou ficaram inacessíveis, forçando crianças a serem tratadas em instalações menores e inadequadas. Casos de desnutrição entre crianças aumentaram significativamente, com o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) relatando que cerca de 3.000 crianças estavam em risco de morte devido à fome em julho de 2024. O colapso do sistema de vacinação deixou crianças vulneráveis a doenças como a poliomielite, com o primeiro caso em 25 anos sendo relatado em agosto de 2024.

Detenção Arbitrária e Tortura de Palestinos

O relatório destaca a detenção de mais de 14.000 palestinos, a maioria deles em Gaza e na Cisjordânia. Entre os detidos, estavam médicos, trabalhadores humanitários, jornalistas, crianças e ativistas de direitos humanos.

Relatos de maus-tratos durante as detenções são generalizados, incluindo espancamentos, humilhações sexuais, ameaças de morte e até abusos físicos graves que resultaram em fraturas.

“Vários detentos do sexo masculino relataram que agentes das forças de segurança israelenses espancaram, chutaram, puxaram ou apertaram seus órgãos genitais, muitas vezes enquanto os detentos estavam nus. Em alguns casos, agentes das forças de segurança israelenses usaram objetos como detectores de metais e cassetetes. Um detento que foi mantido na prisão de Negev, de agentes das forças de segurança israelenses, declarou que, em novembro de 2023, membros da unidade Keter do Serviço Prisional de Israel o forçaram a se despir e então ordenaram que ele beijasse a bandeira israelense. Quando ele se recusou, ele foi espancado e seus órgãos genitais foram chutados tão severamente que ele vomitou e perdeu a consciência.”

Alguns detidos foram forçados a servir como escudos humanos para as forças israelenses durante operações militares. No campo de detenção de Sde Teiman, os prisioneiros eram mantidos em condições degradantes, obrigados a usar fraldas, privados de sono e submetidos a tortura física e psicológica. Há também relatos sobre a privação de necessidades básicas, como comida e acesso a saneamento.

“A Comissão também recebeu informações confiáveis sobre estupro e agressão sexual, incluindo o uso de uma sonda elétrica para causar queimaduras no ânus e a inserção de objetos, como paus, cabos de vassoura e vegetais, no ânus.”

Crianças palestinas detidas foram submetidas a tratamentos cruéis semelhantes. Muitos menores relataram ter sido mantidos com adultos e sofrido espancamentos, isolamento e intimidações graves, incluindo ameaças de abuso sexual. Um jovem de 15 anos descreveu seu tempo de detenção como “os piores dias de sua vida”. Diz o relatório: “suas pernas foram algemadas com correntes de metal e suas mãos algemadas com tanta força que sangraram, mas ele não recebeu nenhum atendimento médico. Ele foi repetidamente punido sendo forçado a ficar de pé com as mãos levantadas por horas.”

Mortes em Custódia

Pelo menos 53 prisioneiros palestinos morreram sob custódia israelense entre outubro de 2023 e julho de 2024. As circunstâncias dessas mortes sugerem falta de cuidados médicos e maus-tratos graves, com evidências de que muitos detidos não receberam assistência médica adequada após serem feridos durante a detenção. A falta de transparência em investigações dessas mortes é uma preocupação séria levantada no relatório.

Uso de Hospitais para Fins Militares

Embora Israel tenha alegado que hospitais em Gaza estavam sendo usados por grupos armados como bases militares, o relatório da Comissão afirma que não foram encontradas evidências concretas que sustentassem essas afirmações. Médicos e trabalhadores de saúde entrevistados pela Comissão negaram veementemente o uso de suas instalações para operações militares, e muitos relataram que estavam sendo usados apenas para tratar vítimas e doentes.

“A Comissão entrevistou pessoal médico sênior em hospitais e eles negaram que houvesse qualquer atividade militar, enfatizando que a única função dos hospitais era tratar pacientes”, diz o relatório.

Impacto Humanitário e Coletivo

O relatório conclui que as ações israelenses representam uma política deliberada de destruição da infraestrutura civil em Gaza, com efeitos desastrosos sobre a população palestina. A Comissão considera que essas ações violam o direito internacional humanitário, constituindo crimes de guerra e crimes contra a humanidade, ao privar a população de Gaza de seus direitos mais básicos, como o direito à saúde, à segurança e à vida.

“Os maus-tratos de detidos palestinos pelas autoridades israelenses são o resultado de uma política intencional. Atos de violência física, psicológica, sexual e reprodutiva foram perpetrados para humilhar e degradar os palestinos. (…) As forças de segurança israelenses cometeram esses atos com a intenção de infligir dor e sofrimento, equivalendo à tortura como um crime de guerra e um crime contra a humanidade e constituindo uma violação da Convenção contra a Tortura e Outros Tratamentos ou Penas Cruéis, Desumanos ou Degradantes. As mortes de detidos como resultado de abuso ou negligência equivalem aos crimes de guerra de homicídio doloso ou assassinato e violações do direito à vida.”

A comissão também conclui:

“Os detidos do sexo masculino foram submetidos a estupro, o que é um crime de guerra e um crime contra a humanidade. Tais atos de violência sexual, causando severo sofrimento físico e mental, também equivalem a tortura”

Fonte: Fepal

PEC do fim da escala 6×1 atinge assinaturas necessárias para ser protocolada; veja quem assinou

Para que o texto fosse protocolado, eram necessários ao menos 171 signatários, 194 deputados já assinaram; veja quais deputados federais demonstraram apoio ao projeto

A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala 6×1 (seis dias de trabalho, um de descanso) atingiu o quórum de assinaturas necessário para começar a tramitar na Câmara dos Deputados. O projeto é de autoria da deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP), que formalizou uma iniciativa do Movimento Vida Além do Trabalho (VAT), do vereador eleito carioca Rick Azevedo (PSOL).

O texto conta com 194 assinaturas no sistema interno da Câmara no início da manhã desta quarta-feira, 13. Para que a PEC fosse protocolada, eram necessários ao menos 171 signatários.

A mobilização em torno da proposta ganhou força com a adesão de deputados federais do PT, a sigla mais representativa entre os parlamentares que já assinaram a medida. Entre os signatários do texto, por ora, são 68 os deputados federais petistas.

Também integram as assinaturas outros partidos da base aliada do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Além da autora, todos os outros 13 parlamentares do PSOL da Câmara assinaram a proposta, além de mais 13 deputados federais do PSB.

Com o intenso debate sobre a medida nas redes sociais, a proposta ganhou tração também entre siglas do Centrão. O texto conta com assinaturas de 20 deputados federais do União Brasil, 15 assinaturas do PSD, dez do Progressistas, sete do Republicanos e até o apoio de um parlamentar do PL, o deputado federal Fernando Rodolfo (PL-PE).

O que acontece agora?
Uma vez protocolada, a PEC começará a ser discutida na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania da Câmara. No colegiado, haverá a designação de um relator para o texto, que poderá modificar o projeto por meio de um substitutivo, além de acatar sugestões de outros deputados federais.

Aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça, a proposta seguirá para a apreciação de uma comissão especial. Somente após esse trâmite, o texto ficará apto a ser pautado no plenário.

A inclusão do texto na ordem do dia de votações, no entanto, não é imediata e, na prática, depende de um acordo entre o colégio de líderes da Casa, formado por líderes das siglas e de blocos parlamentares, como o bloco governista e da oposição. É por isso que, desde já, a deputada federal Erika Hilton sinaliza que irá discutir a medida com líderes parlamentares, como o presidente da Casa, Arthur Lira (PP-PI).

O quórum exigido para a aprovação de PECs na Câmara é de 308 votos favoráveis entre os 513 deputados federais. Com um aval da Câmara, o texto passa para o Senado, no qual a aprovação em plenário demanda voto favorável de 49 senadores entre os 81 membros da Casa. Em PECs, não há sanção presidencial após aprovação das propostas pelas duas Casas do Legislativo.

Veja a lista dos deputados que assinaram a PEC pelo fim da escala 6×1
Erika Hilton (PSOL-SP) (autora)
Reginete Bispo (PT-RS)
Delegada Adriana Accorsi (PT-GO)
Túlio Gadêlha (Rede-PE)
Lindbergh Farias (PT-RJ)
Fernando Rodolfo (PL-PE)
Orlando Silva (PCdoB-SP)
Talíria Petrone (PSOL-RJ)
Jandira Feghali (PCdoB-RJ)
Chico Alencar (PSOL-RJ)
Célia Xakriabá (PSOL-MG)
Pastor Henrique Vieira (PSOL-RJ)
Sâmia Bomfim (PSOL-SP)
Glauber Braga (PSOL-RJ)
Tarcísio Motta (PSOL-RJ)
Jorge Solla (PT-BA)
Saullo Vianna (União Brasil-AM)
Professora Luciene Cavalcante (PSOL-SP)
Douglas Viegas (União Brasil-SP)
Luiza Erundina (PSOL-SP)
Luizianne Lins (PT-CE)
Dorinaldo Malafaia (PDT-AP)
Meire Serafim (União Brasil-AC)
Duda Salabert (PDT-MG)
Dandara (PT-MG)
Antônia Lúcia (Republicanos-AC)
Stefano Aguiar (PSD-MG)
Rogério Correia (PT-MG)
Ivan Valente (PSOL-SP)
Marcos Tavares (PDT-RJ)
Padre João (PT-MG)
Vicentinho (PT-SP)
Daiana Santos (PCdoB-RS)
Nilto Tatto (PT-SP)
Ana Pimentel (PT-MG)
Guilherme Boulos (PSOL-SP)
Fernanda Melchionna (PSOL-RS)
Dagoberto Nogueira (PSDB-MS)
Marcon (PT-RS)
André Janones (Avante-MG)
Denise Pessôa (PT-RS)
Carol Dartora (PT-PR)
Célio Studart (PSD-CE)
Natália Bonavides (PT-RN)
Alfredinho (PT-SP)
Kiko Celeguim (PT-SP)
Juliana Cardoso (PT-SP)
Maria Arraes (Solidariedade-PE)
Márcio Jerry (PCdoB-MA)
Patrus Ananias (PT-MG)
Yandra Moura (União Brasil-SE)
Fernando Mineiro (PT-RN)
Gleisi Hoffmann (PT-PR)
João Daniel (PT-SE)
Camila Jara (PT-MS)
Washington Quaquá (PT-RJ)
Luiz Couto (PT-PB)
Dimas Gadelha (PT-RJ)
Lídice da Mata (PSB-BA)
Tadeu Veneri (PT-PR)
Odair Cunha (PT-MG)
Waldenor Pereira (PT-BA)
Reimont (PT-RJ)
Miguel Ângelo (PT-MG)
Rubens Otoni (PT-GO)
Paulão (PT-AL)
Leonardo Monteiro (PT-MG)
Erika Kokay (PT-DF)
Maria do Rosário (PT-RS)
Alice Portugal (PCdoB-BA)
Benedita da Silva (PT-RJ)
Merlong Solano (PT-PI)
Pedro Campos (PSB-PE)
Paulo Guedes (PT-MG)
Jack Rocha (PT-ES)
Socorro Neri (PP-AC)
Bacelar (PV-BA)
Jilmar Tatto (PT-SP)
Reginaldo Lopes (PT-MG)
Prof. Reginaldo Veras (PV-DF)
Duarte Jr. (PSB-MA)
Welter (PT-PR)
Valmir Assunção (PT-BA)
Carlos Zarattini (PT-SP)
Delegada Katarina (PSD-SE)
Ana Paula Lima (PT-SC)
Thiago de Joaldo (PP-SE)
Pedro Uczai (PT-SC)
Rafael Brito (MDB-AL)
Josenildo (PDT-AP)
Laura Carneiro (PSD-RJ)
José Airton Félix Cirilo (PT-CE)
Rubens Pereira Júnior (PT-MA)
Alexandre Lindenmeyer (PT-RS)
Daniela do Waguinho (União Brasil-RJ)
Max Lemos (PDT-RJ)
Ruy Carneiro (Podemos-PB)
Joseildo Ramos (PT-BA)
Helder Salomão (PT-ES)
Florentino Neto (PT-PI)
Clodoaldo Magalhães (PV-PE)
Emanuel Pinheiro Neto (MDB-MT)
Bruno Farias (Avante-MG)
Carlos Veras (PT-PE)
Airton Faleiro (PT-PA)
Elisangela Araujo (PT-BA)
Ricardo Ayres (Republicanos-TO)
Alencar Santana (PT-SP)
Bohn Gass (PT-RS)
Vander Loubet (PT-MS)
Daniel Almeida (PCdoB-BA)
Aureo Ribeiro (Solidariedade-RJ)
Dilvanda Faro (PT-PA)
Moses Rodrigues (União Brasil-CE)
Renildo Calheiros (PCdoB-PE)
Professora Goreth (PDT-AP)
Marx Beltrão (PP-AL)
Rui Falcão (PT-SP)
Idilvan Alencar (PDT-CE)
Dr. Francisco (PT-PI)
Pastor Sargento Isidório (Avante-BA)
José Guimarães (PT-CE)
Domingos Neto (PSD-CE)
Zeca Dirceu (PT-PR)
Elcione Barbalho (MDB-PA)
Geraldo Resende (PSDB-MS)
Daniel Barbosa (PP-AL)
Ivoneide Caetano (PT-BA)
Flávio Nogueira (PT-PI)
Keniston Braga (MDB-PA)
Raimundo Santos (PSD-PA)
Carlos Henrique Gaguim (União Brasil-TO)
Pedro Lucas Fernandes (União Brasil-MA)
Tabata Amaral (PSB-SP)
Josias Gomes (PT-BA)
Luciano Amaral (PV-AL)
Weliton Prado (Solidariedade-MG)
Augusto Puppio (MDB-AP)
André Figueiredo (PDT-CE)
Fausto Santos Jr. (União Brasil-AM)
Amom Mandel (Cidadania-AM)
Cleber Verde (MDB-MA)
Felipe Carreras (PSB-PE)
Gerlen Diniz (PP-AC)
Leo Prates (PDT-BA)
Henderson Pinto (MDB-PA)
Arlindo Chinaglia (PT-SP)
Roberto Duarte (Republicanos-AC)
Delegado Bruno Lima (PP-SP)
Murillo Gouvea (União Brasil-RJ)
Fernanda Pessoa (União Brasil-CE)
Pedro Aihara (PRD-MG)
Gustinho Ribeiro (Republicanos-SE)
Andreia Siqueira (MDB-PA)
Damião Feliciano (União Brasil-PB)
Renilce Nicodemos (MDB-PA)
Lucas Ramos (PSB-PE)
Eduardo Bismarck (PDT-CE)
Juninho do Pneu (União Brasil-RJ)
Zezinho Barbary (PP-AC)
Luciano Vieira (Republicanos-RJ)
Ricardo Maia (MDB-BA)
Luciano Ducci (PSB-PR)
Duda Ramos (MDB-RR)
Raimundo Costa (Podemos-BA)
Sidney Leite (PSD-AM)
Euclydes Pettersen (Republicanos-MG)
Mauro Benevides Filho (PDT-CE)
Renan Ferreirinha (PSD-RJ)
Coronel Ulysses (União Brasil-AC)
Júnior Ferrari (PSD-PA)
Dr. Zacharias Calil (União Brasil-GO)
Dayany Bittencourt (União Brasil-CE)
Marcelo Crivella (Republicanos-RJ)
Átila Lins (PSD-AM)
Eriberto Medeiros (PSB-PE)
Jonas Donizette (PSB-SP)
Charles Fernandes (PSD-BA)
Gervásio Maia (PSB-PB)
Pompeo de Mattos (PDT-RS)
Pastor Diniz (União Brasil-RR)
Bandeira de Mello (PSB-RJ)
Fausto Pinato (PP-SP)
Dra. Alessandra Haber (MDB-PA)
Guilherme Uchoa (PSB-PE)
Eduardo Velloso (União Brasil-AC)
Afonso Motta (PDT-RS)
Gisela Simona (União Brasil-MT)
Paulo Azi (União Brasil-BA)
Hugo Leal (PSD-RJ)
Nitinho (PSD-SE)
Amanda Gentil (PP-MA)
Heitor Schuch (PSB-RS)
Iza Arruda (MDB-PE)

Fonte: Terra

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