Polícia prende suspeito de planejar ataque em Brasília

Um homem foi preso neste domingo (29) pela Polícia Civil do Distrito Federal sob suspeita de planejar um atentado em Brasília.

As investigações tiveram início no sábado (28), após a Divisão de Proteção e Combate ao Extremismo Violento da Polícia Civil do DF (DPCEV) receber denúncias anônimas relatando a chegada de um indivíduo a Brasília com a intenção de cometer atentados violentos.

Com base nas informações recebidas, a equipe policial iniciou o monitoramento do suspeito Lucas Leitão Ribeiro, de 30 anos, que pegou carona em um caminhão rumo à capital, e efetuou sua prisão temporária, além de outras medidas judiciais.

A prisão foi feita ainda na Bahia, próximo à fronteira com o estado de Goiás. A Polícia Civil da Bahia, por sua vez, informou que não houve comunicação ou participação na referida prisão.

De acordo com informações preliminares, o suspeito teria manifestado intenções de realizar ataques na capital federal com “graves consequências”.

Polícia continua a investigar

O homem está sob custódia da Polícia Civil do DF e à disposição da Justiça. As investigações continuam, com o objetivo reunir outros elementos relacionados ao caso.

A Divisão de Proteção e Combate ao Extremismo Violento da Polícia Civil do DF foi criada pelo governador Ibaneis Rocha (MDB) após o atentado na praça dos Três Poderes cometido por Francisco Wanderley Luiz em novembro deste ano. O objetivo foi criar uma instância que atuasse na prevenção, para que episódios semelhantes não voltassem a ocorrer.

Em sua criação, foram designados dois delegados e 23 policiais, além de cartório, seção de análise técnica, seção de fontes humanas, seção de investigação, seção de investigação cibernética e seção de operações para mapear as tentativas de atentados no DF.

Fonte: ICL

Como dois dos maiores veículos de comunicação do mundo são cúmplices do genocídio em Gaza

Jornalistas da BBC e da DW denunciam propaganda antiética pró-“israel” e favorável ao extermínio de palestinos

A cobertura midiática do novo capítulo do genocídio perpetrado por “israel” contra o povo palestino tem sido marcada por uma cumplicidade e propaganda jamais vistas na imprensa internacional. No centro das recentes polêmicas estão duas organizações de destaque na mídia ocidental: a BBC e a Deutsche Welle (DW). Ambas têm enfrentado denúncias crescentes de viés e manipulação em sua cobertura, a fim de maquiar o morticínio de mais de 55.000 palestinos de Gaza, omitindo ou ao menos relativizando o Holocausto Palestino.

Denúncias internas na BBC

De acordo com uma investigação publicada pelo site independente DropSite News, funcionários da BBC expressaram preocupação com o que classificaram como um “viés estrutural” na emissora. Relatos indicam que diretrizes internas desestimulavam o uso de termos como “genocídio” ou “crimes de guerra” para descrever as ações “israelenses” em Gaza. Além disso, alguns jornalistas alegaram pressões para enquadrar os ataques “israelenses” como uma “resposta legítima” às ações da Resistência Palestina, enquanto as mortes de civis palestinos eram frequentemente relegadas a segundo plano.

O portal entrevistou 13 atuais ou ex-jornalistas da rede britânica. A reportagem destaca que “a cobertura tem acreditado mais nas reivindicações israelenses do que os próprios líderes conservadores do Reino Unido e os meios de comunicação israelenses, ao mesmo tempo que desvaloriza a vida palestiniana, ignora as atrocidades e cria uma falsa equivalência num conflito totalmente desequilibrado”.

Em novembro, a indignação dos jornalistas com a cobertura geral da emissora estatal veio à tona depois que mais de 100 funcionários da BBC assinaram uma carta acusando a organização, junto com outras emissoras, de não aderir aos seus próprios padrões editoriais. A BBC não tinha “jornalismo consistentemente justo e preciso baseado em evidências em sua cobertura de Gaza” em suas plataformas, eles escreveram.

As tensões internas sobre a cobertura da BBC a respeito de Gaza vinham aumentando há semanas. Em 24 de outubro, Rami Ruhayem, um correspondente da BBC baseado em Beirute, enviou um e-mail a Tim Davie, diretor-geral da BBC, expondo as preocupações que ele e seus colegas jornalistas haviam compartilhado sobre a falta de imparcialidade da organização em sua cobertura de Gaza. Embora as histórias usassem “proeminentemente” palavras como “massacre”, “chacina” e “atrocidades” para se referir ao Hamas, elas “dificilmente, se é que as usaram”, “em referência a ações de Israel”, ele escreveu.

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Ruhayem destacou o uso da palavra “massacre”, em particular, que a BBC não havia usado para descrever morticínios em massa perpetrados por forças sionistas. Em contraste, em 10 de outubro de 2023, a organização publicou uma reportagem com a manchete “Festival Supernova: Como o massacre se desenrolou a partir de vídeos verificados e mídias sociais”.

Em comparação, semanas após o início da guerra na Ucrânia, a cobertura online da BBC identificou claramente crimes de guerra cometidos pela Rússia, mesmo sem decisões oficiais de tribunais internacionais. “Evidências horríveis apontam para crimes de guerra em estrada fora de Kiev”, dizia uma manchete 36 dias após a intervenção. Após 7 de outubro, pretensos crimes de guerra cometidos pelo Hamas foram tratados como fatos objetivos que não exigiam veredito legal: “Comunidade israelense congelada enquanto atrocidades do Hamas continuam a emergir”. Quando evidências fortes mostram de forma semelhante “israel” cometendo atrocidades, a mesma orientação editorial não se aplica.

Um dos pontos mais polêmicos levantados na reportagem de Owen Jones, no Drop Site News, foi a cobertura do bombardeio ao hospital Al-Ahli em outubro de 2024, que deixou centenas de mortos. A BBC inicialmente destacou narrativas “israelenses” que atribuíam a responsabilidade ao Hamas, antes de reavaliar suas afirmações diante de evidências contraditórias. Para críticos, o episódio exemplifica um padrão de “confiança excessiva” em fontes oficiais “israelenses”, em detrimento de relatos independentes e de testemunhas locais.

Em março de 2024, o Centre for Media Monitoring, um grupo de vigilância estabelecido pelo Muslim Council of Britain, lançou “Media Bias: Gaza 2023-24”, um documento de 150 páginas detalhando inúmeras alegações contra as reportagens da BBC sobre “israel” e Gaza. Isso incluiu a eliminação de contextos como a ocupação “israelense” da Palestina e o cerco de Gaza, uso muito maior de linguagem emotiva para descrever o sofrimento ou as mortes “israelenses” do que quando as vítimas são palestinas e um padrão de que a posição da BBC “tem sido frequentemente a de empurrar a linha [editorial] israelense enquanto lança dúvidas sobre as vozes pró-palestinas”.

O diretor de Oriente Médio do site da BBC, Raffi Berg, jornalista judeu britânico, é tido como um dos responsáveis pela censura à verdade sobre o genocídio na Palestina. Antes de entrar na BBC, ele foi diretor do U.S. Foreign Broadcast Information Service, um veículo de fachada da CIA. Também participou de protestos em defesa do genocídio contra os palestinos muito antes do 7 de outubro e escreveu um livro pró-“israel” considerado pelos próprios agentes do Mossad como enviesado. Suas reportagens sobre a Palestina e “israel” na BBC são consideradas como pura propaganda “israelense” por colegas, que denunciam como o seu controle da linha editorial da BBC é crucial para que o site da emissora distorça os acontecimentos na Palestina.

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Um funcionário acredita que a BBC tem procurado, em grande parte, alinhar seu jornalismo com a política externa do governo do Reino Unido. No que diz respeito aos altos escalões, “Israel é tratado como Ucrânia, os palestinos como Rússia”, disse o funcionário. Se um jornalista tenta desafiar os padrões duplos aplicados à Rússia e à Ucrânia, os gerentes ficam perplexos, tratando Ucrânia e “israel” como aliados britânicos. “Veja as manchetes sobre o que a Rússia faz na Ucrânia. Mas as manchetes sobre Gaza são geralmente totalmente obscuras e nunca deixam claro que Israel foi o perpetrador.”

No entanto, mesmo nos casos em que o governo do Reino Unido permitiu a dissidência, a BBC se agarrou amplamente à narrativa sionista.

Em janeiro, o Tribunal Internacional de Justiça emitiu ordens provisórias a “israel” para “tomar medidas imediatas e eficazes para permitir o fornecimento de serviços básicos e assistência humanitária urgentemente necessários” para proteger os palestinos em Gaza do risco de genocídio. Mas não apenas os artigos on-line da BBC sobre a fome deixam de mencionar isso, mas também deixam repetidamente de detalhar as ações que estão sendo tomadas por “israel” para bloquear a ajuda.

Isto apesar do fato de que David Cameron, o então secretário de Relações Exteriores, escreveu uma carta em março para Alicia Kearns, presidente do comitê de relações exteriores da Câmara dos Comuns, descrevendo várias maneiras pelas quais “israel” estava impedindo a entrada de ajuda em Gaza. Até mesmo o enfaticamente pró-sionista Jewish Chronicle publicou a manchete condenatória: “David Cameron condena Israel por bloquear arbitrariamente a ajuda a Gaza”. O site da BBC não relatou a carta de Cameron.

De acordo com o monitor de mídia Press Gazette, o site de notícias da BBC, que inclui conteúdo noticioso e não noticioso, é o site de notícias mais visitado da internet. Somente em maio, ele teve 1,1 bilhão de visitas, superando o segundo colocado msn.com, que teve 686 milhões de visitas.

O papel da DW

Na Alemanha, a Deutsche Welle também enfrenta escrutínio. Um artigo publicado na Al Jazeera por Jad Salfiti, que trabalhou como freelancer para a DW entre 2016 e 2018, trouxe à tona depoimentos de funcionários e ex-funcionários da emissora, que acusam a DW de alinhar-se à narrativa oficial do governo alemão, historicamente favorável a “israel”. Segundo as denúncias, jornalistas foram instruídos a evitar terminologias que pudessem ser interpretadas como “antissemitas” (como “sionistas” e “israelenses”) ao reportar as operações militares do regime de Tel Aviv, ao mesmo tempo em que a islamofobia e desumanização de palestinos é expressa livremente por funcionários da direção da TV estatal alemã. Tal diretriz teria levado à autocensura, impedindo uma análise mais crítica das consequências humanitárias em Gaza.

Funcionários também relataram casos de represálias internas contra aqueles que tentaram abordar a questão palestina de forma mais contundente. Um ex-jornalista da DW, sob condição de anonimato, afirmou que “qualquer tentativa de contextualizar a violência israelense como parte de um processo sistemático de ocupação e apartheid era imediatamente descartada como parcial”.

Um documento de planejamento para o aniversário do genocídio atual, em um momento em que pelo menos 42.000 palestinos haviam sido mortos, incluindo 17.000 crianças, tinha a frase a frase: “O foco deve ser no ataque terrorista a Israel, mas histórias que tratam da guerra em Gaza também podem ser publicadas neste dia.”

A introdução ao documento oferece um breve resumo, afirmando que o ocorrido de 7 de outubro em “israel” foi “o pior ataque terrorista de sua história”. Sobre o número de mortos em Gaza, ele dizia apenas: “De acordo com a ONU, mais de 40.000 palestinos foram mortos até o momento.”

“A sensação de pressão era constante”, disse Martin Gak, que já deixou a rede após trabalhar por 10 anos na Deutsche Welle como correspondente de assuntos religiosos e produtor sênior do programa de entrevistas políticas Conflict Zone, que frequentemente cobre “israel”-Palestina.

“Há uma sensação constante de medo com (a equipe sênior) olhando para as coisas que você estava escrevendo com enorme cuidado, quase paranoia”, disse Gak, que é argentino e judeu. “Do ponto de vista jornalístico, a Deutsche Welle enche a boca com grandes conceitos como liberdade de imprensa, liberdade de expressão, liberdade de consciência. E está claro que isso está sendo usado apenas como enxaguatório bucal.”

A Deutsche Welle foi fundada e é financiada pelo governo alemão desde 1953.

Censura prévia na DW

Entrevistas ao vivo parecem ser uma preocupação particular para a gerência.

Em 16 de outubro do ano passado, um líder sênior de redação enviou um e-mail para os produtores que agendam as entrevistas com convidados explicando que, como a rede não quer comentários antissemitas “não contestados” no ar, “preferimos pré-gravar entrevistas com vozes palestinas neste momento”.

O e-mail dizia: “Se não sabemos a posição de um convidado e/ou tememos que a opinião possa ser extrema (pró-Hamas, antissemita, antisionista…), devemos nos ater a pré-gravações para verificar antes da transmissão”.

Se uma voz foi considerada “bastante moderada”, como um convidado que “condena ataques terroristas”, e um produtor executivo ou âncora acredita que pode “lidar com isso e desafiar comentários problemáticos, podemos ir ao vivo”, concluiu o e-mail.

No documento apresentado como um “guia rápido para pessoas se preparando para situações de vida potencialmente desafiadoras”, a Deutsche Welle recomenda que os âncoras respondam aos convidados que acusam “israel” de crimes de guerra com algo como: “Você não é a única (pessoa) a alegar isso — mas Israel diz que está agindo de acordo com o direito internacional humanitário. ‘Crime de guerra’ é um termo legal — uma resposta conclusiva a isso só pode ser dada pelo Tribunal Internacional de Justiça.”

Se um convidado comparar Gaza a um campo de concentração ou disser que a guerra de “israel” é semelhante a um segundo holocausto, o documento diz que um apresentador pode responder: “Esses termos são incrivelmente sensíveis, especialmente aqui na Alemanha, onde são vistos como banalizando o Holocausto. Existem outras avaliações também — você pode ser mais específico no que está criticando?”

Em 22 de maio, quando mais países ocidentais apoiaram o reconhecimento do Estado Palestino, a Deutsche Welle interrompeu a jurista palestina-americana Noura Erakat logo após ela se referir ao apartheid e ao genocídio cometidos por “israel”.

O apresentador interrompeu Erakat uma vez para dizer que esses termos são “altamente contestados e, claro, rejeitados por Israel”. O apresentador então encerrou a conversa abruptamente quando Erakat pediu um boicote contra “israel” para acabar com o “genocídio transmitido ao vivo”.

“Vamos ter que deixar isso aí”, disse o apresentador, enquanto Erakat continuava falando, suas palavras inaudíveis para o público.

A ONG Repórteres Sem Fronteiras afirma que “repórteres que buscam mostrar o sofrimento dos palestinos ou lançar luz sobre a guerra israelense, assim como jornalistas que cobrem tópicos sobre comunidades judaicas na Alemanha atualmente vivenciam um clima de trabalho muito tenso e hostil”.

“Nos últimos meses, muitos profissionais de mídia, especialmente com histórico de imigração, também contataram a organização com acusações de que um clima de medo e autocensura prevalece nos meios de comunicação alemães.”

De acordo com o jornalista e crítico de mídia alemão Fabian Goldmann, a liberdade de expressão na Alemanha é prejudicada por “campanhas de difamação eficazes” contra aqueles que condenam “israel”. “Se você trabalha para emissoras públicas, é atacado com frequência”, disse.

Publicações como o Bild, o tabloide alemão de direita, “colocam você na capa… há muitos casos de profissionais da mídia alemã que perderam seus empregos após essas campanhas de difamação”, afirmou Goldmann.

Fonte: Fepal

TV Globo fica em penúltimo lugar em confiança de seus telejornais, segundo estudo Reuters/Oxford

O **Digital News Report 2024**, estudo realizado pelo Instituto Reuters para o Estudo do Jornalismo e pela Universidade de Oxford, revelou que a **TV Globo** ocupa a penúltima posição entre as marcas de jornalismo mais confiáveis no Brasil. Este levantamento coloca a emissora em uma posição de destaque negativa, especialmente considerando sua histórica liderança no cenário jornalístico nacional.

O estudo mostrou que o **SBT** mantém sua posição de líder pela **quarto ano consecutivo**, sendo considerado a marca de jornalismo mais confiável do Brasil. A pesquisa também apontou os **jornais locais** em segundo lugar, seguidos pela **Record** na terceira posição, e pela **Band** na quarta.

O **UOL** ficou na quinta posição, enquanto a **Rede Globo** ficou atrás de todas essas emissoras, ocupando o penúltimo lugar. A pesquisa ainda revelou que **Folha de S.Paulo**, **O Globo** e **O Estado de S. Paulo** ficaram empatados no último lugar.

O grande destaque do estudo foi o **SBT News**, que, sob a liderança de **Daniela Abravanel**, filha de Silvio Santos e atual presidente da emissora, manteve sua posição como a marca jornalística mais confiável por quatro anos consecutivos, uma conquista rara no cenário midiático brasileiro.

Fonte:

Depois da repercussão negativa, TJMT manda juízes devolverem ‘vale-ceia’ de R$ 10 mil

Foi empenhado quase R$ 100 milhões para o pagamento do ‘bônus de Natal’. Conforme a nova decisão, os magistrados deverão fazer a devolução imediata. Já os servidores devem pagar de forma parcelada.

O ‘vale-ceia’ no valor de R$ 10 mil pago a juízes e servidores do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) deve ser devolvido aos cofres públicos após a decisão de suspensão por parte do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A determinação foi feita pela presidente do TJ, desembargadora Clarice Claudino da Silva, que havia assinado o pagamento do auxílio excepcional.

Dados do Portal Transparência apontam que um total de R$ 5 milhões foi depositado na conta dos magistrados, mesmo após o CNJ ter suspenso o pagamento do bônus de Natal no dia 19 de dezembro. Em contrapartida, a assessoria da Justiça alega que o valor pago aos juízes foi de R$ 3,2 milhões, que agora será devolvido.

Para os servidores, foi empenhado R$ 82,5 milhões para a concessão do auxílio de fim ano, conforme o Portal Transparência.

De acordo com a presidente do TJMT, quando o CNJ fez a intimação de suspensão do ‘vale-ceia’, o pagamento já havia sido operacionalizado e não foi possível efetivar o cumprimento.

“Os magistrados deverão devolver o valor, em parcela única, diretamente na conta do TJMT. Os procedimentos já foram encaminhados por e-mail. Em relação aos servidores, foi informado ao Corregedor Nacional de Justiça a proposta de pagamento parcelado, com desconto em folha”, explicou.

O TJMT informou ainda que está adotando as medidas administrativas necessárias para cumprimento da ordem de suspensão feita pelo CNJ.

Em 2023, no mesmo período, foi concedido um bônus de R$ 6,9 mil aos servidores e magistrados.

O 2° maior gasto do país

Um relatório do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), com base nos dados de 2023, apontou que Mato Grosso é o segundo estado do país que mais gasta com a categoria. Por mês, cada magistrado gera um custo mensal de R$ 116 mil, o que coloca o estado atrás apenas a Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS), com R$ 120,3 mil, e à frente do Tribunal de Justiça do Tocantins (TJTO), que registra R$ 111 mil.

O CNJ apontou que os três estados são os únicos no país onde o custo médio mensal por magistrado ultrapassa os R$ 100 mil, e vai em contrapartida com o teto constitucional, que é de R$ 44 mil, referente ao salário dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

O Conselho explicou que o custo médio calculado inclui despesas como benefícios, encargos sociais, previdência, imposto de renda, diárias, passagens, indenizações e outros valores relacionados à atuação judicial. Esses custos não representam os salários dos magistrados, mas o gasto total da Justiça com cada profissional.

Fonte: G1

O NATAL SEM VLAD

Flávio Show – Funcionário dos Correios

Maceió, 29 de Dezembro de 2024

O Natal passou e as fakes sobre o peru de 400 reais foram rapidamente assadas no forno, a picanha invisivel, sem ter nunca sumida, apareceu no prato dos brasileirinhos, o clone do Lula apareceu mais uma vez nas chaminés, digo, nos fogões a lenha dos humildes brazucas entregando números melhores e maiores que a mais alta árvore natalina construída em território verde oliva.
O enredo “o Brasil quebrado” foi rapidamente remendado pelos vídeos postados nas redes de supermercados engarrafados de carrinhos lotados dos mais diversos produtos comestíveis. Os aereoportos voltaram a parecer rodoviárias, para o desespero da turminha do Tal Mercado. O Natal passou, mas o papai noel continua entre nós, de vermelho, de barba e distribuindo presentes a todos que se comportaram no decorrer do ano, inclusive empregos, muitos empregos. Viva o papai Lula, digo, Noel!

Quem poderia imaginar que parlamentares da Direitinha Golpista querem que os brasileiros tenham suas últimas gotas de sangue sugadas pelos operadores dos supermercados, digo, do Tal Mercado. São vampiros que passam 24 horas por dia deitados em seus caixões banhados a ouro, sem trabalhar de sol a sol, até porque vampiros não podem ser expostos ao sol, sem sair dos seus castelos, nada aterrorizantes, sem produzir um panetone, assim são os vampiros brasileiros, totalmente diferente dos vampiros engraçados e queridos por todos que conhecemos na telinha.

Por falar em telinha e vampiro, essa semana um morcego voou para a eternidade, nos deixando as lembranças de suas batidas de asas e mordidas “gotosas” exibidas em horário nobre na rede nacional. Ney “Vlad” Latorraca conseguiu jorrar em nossos lares gotas e mais gotas do mais genuíno sangue de humor colorido de um terror que fazia as crianças morrerem de rir. Ney, além de ótimo ator, deixou um grande exemplo de desapego material, doando alguns dos seus imóveis às mais nobres causas, uma mordida de cidadania e comunismo nos acumuladores capitalistas e “cidadãos de bem”
Ney Latorraca sai do seu “caixão” mortal para se encontrar com outro vampiro, tão talentoso e tão engraçado quanto ele. Que Bento Carneiro receba Vlad de asas abertas e que juntos possam descansar em paz, fazendo o lugar onde estão mais vermelho e engraçado.

Reflexões* Flávio Show 2024 , ano 04 – Edição 211

Médicos são queimados vivos em hospital atacado por Israel

Citando fontes médicas, a Al Jazeera reporta que vários profissionais de saúde da equipe do Hospital Kamal Adwan foram queimados vivos e assassinados em incêndio provocado pelos israelenses na invasão ao hospital — o último que ainda funcionava no norte de Gaza.

Ao menos 350 pessoas foram sequestradas pelos israelenses no hospital, sendo 180 profissionais de saúde e 75 feridos. Dezenas estariam sendo levados para “interrogatório”. Entre eles está o diretor do hospital, Dr. Hussan Abu Safia.

Dr. Abu Safia se tornou conhecido em todo o mundo pelos apelos humanitários para salvar o hospital. Ele teve o filho assassinado pelos israelenses e também foi ferido por bombardeio durante cerco ao hospital, agora destruído.

Ainda de acordo com a Al Jazeera, os israelenses estão demandando que palestinos que residam próximo ao hospital fujam de suas casa ou os prédios serão bombardeados com as pessoas dentro.

Dia 447 do Holocausto Palestino.

Fonte: Fepal

Pastor é um dos mandantes do assassinato do prefeito de João Dias

Um pastor de 27 anos de idade foi um dos mandantes do assassinato do prefeito de João Dias, Marcelo Oliveira, e o pai dele, Sandi Oliveira, segundo a Polícia Civil. O crime aconteceu em agosto, durante a campanha eleitoral.

As identidades dos mandantes não foram reveladas. O pastor de 27 anos atuava em uma igreja evangélica da região. De acordo com a Polícia Civil, ele está entre os seis presos nesta sexta-feira (27) em nova fase de investigação do crime.

Policiais cumpriram seis mandados de prisão e outros seis de busca e apreensão domiciliar nas cidades de João Dias, Patu e Marcelino Vieira.

De acordo com o delegado Alex Wagner, da Divisão de Polícia Civil do Oeste, o pastor teria auxiliado o grupo a tentar encontrar um lugar ideal para o crime ser cometido. A igreja evangélica, inclusive, chegou a ser pensada como possibilidade.

“A questão do pastor é que ele ajudava na logística do crime, de encontrar o melhor local pra cometer o crime, o momento mais adequado”, explicou o delegado.

“Foi cogitado, inclusive, cometer durante o culto onde o Marcelo [prefeito] visitava, porque era o momento que ele estava vulnerável, exposto”.

Segundo a Polícia Civil, a operação recebeu o nome “Profanos” porque, segundo as investigações, o crime foi articulado durante um culto religioso.

Segundo a Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social do Rio Grande do Norte, o inquérito foi concluído com o indiciamento de oito pessoas como executores e outras cinco como mentores intelectuais do duplo homicídio, “além de 10 pessoas já indiciadas por formação de milícia”.

Ex-prefeita e irmã vereadora foragidas

A ex-prefeita da cidade, Damária Jácome – que foi vice de Marcelo Oliveira – e a vereadora Leidiane Jácome, irmã dela, também tiveram mandados de prisão aberto contra elas, mas não foram encontradas. Segundo a Polícia Civil, elas passaram a ser consideradas foragidas.

Em nota, os advogados de defesa das irmãs, informou que “reafirma a inocência de ambas e a ausência de qualquer relação com esses crimes”. Além disso, garantiu que Damária e a irmã não estão foragidas.

“Sequer sabiam dessa operação ou de qualquer mandado de prisão contra elas. Como é comum nesse período, a família viajou”, informou a nota.

Segundo o advogado, “devido ao clima de insegurança na cidade, Damária achou por bem ficar longe durante esses dias que antecedem a posse da prefeita eleita, evitando com isso qualquer tipo de problema”.

O advogado disse ainda que Damária enviou para todas as autoridades “denúncias de ameaças que ela e sua família estão sofrendo e, por segurança, todos saíram da cidade”.

O crime

Embora fosse conhecido como Marcelo, o nome do prefeito de João Dias era Francisco Damião de Oliveira, de 38 anos.

Ele era candidato à reeleição e, junto do pai, estava visitando casas de apoiadores no fim da manhã do dia 27 de agosto, por volta das 11h, no conjunto São Geraldo, em João Dias, quando criminosos distribuídos em dois veículos chegaram repentinamente ao local e atiraram contra os dois. Um segurança do gestor também foi baleado.

O pai do prefeito, Sandi Alves de Oliveira, de 58 anos, morreu na hora. Marcelo chegou a ser socorrido e deu entrada com vida em um hospital de Catolé do Rocha, na Paraíba, mas não resistiu aos ferimentos. Segundo a polícia, ele foi atingido por 11 disparos de arma de fogo.

No mesmo dia, as forças de segurança do Rio Grande do Norte começaram uma força tarefa para prender os autores do crime. Além de suspeitos de envolvimento na execução, outras 10 pessoas foram presas suspeitas de montar um plano de vingança pelo assassinato do gestor.

Após o crime, o irmão de Marcelo e filho de Sandi Oliveira, Jessé Oliveira, então presidente da Câmara Municipal, assumiu a gestão do município, porque a vice-prefeita Damária Jácome estava impedida pela Justiça. Ele abriu mão da candidatura à reeleição ao cargo de vereador.

A esposa do prefeito morto, Fatinha de Marcelo, foi escolhida como a candidata do União Brasil em subsituição do marido e eleita no dia 6 de outubro como a gestora municipal a partir de 2025.

Quem eram as vítimas

Eleito pela primeira vez em 2020, Marcelo renunciou ao mandato em julho de 2021, mas voltou à Prefeitura em outubro de 2022, depois que alegou na Justiça que tinha sido coagido a abrir mão do cargo sob ameaças da família da sua então vice-prefeita, Damária Jácome.

Marcelo já tinha uma carreira política no município. Ele foi eleito vereador pelo município em 2008 e 2012 e foi candidato a prefeito pela primeira vez em 2016, mas não conseguiu se eleger naquela ocasião.

Pai de Marcelo, Sandi Alves de Oliveira, de 58 anos, também já tinha sido vereador do município e era apontado pelo filho como sua inspiração na política.

João Dias é o terceiro menor município do Rio Grande do Norte, com pouco mais de 2 mil habitantes, segundo o IBGE. Ainda de acordo com o instituto, a cidade localizada na região do Alto Oeste, na divisa com a Paraíba, contava com apenas 294 pessoas ocupadas em 2022, com rendimento médio de 1,5 salário mínimo.

Fonte: Catolé News

64% dos brasileiros rejeitam escala 6×1

Pesquisa Datafolha aponta que maioria dos brasileiros rejeitam a escala 6×1

Pesquisa Datafolha aponta que o fim da escala 6×1 é apoiado por 64% dos brasileiros, enquanto 33% se dizem contra a mudança e 3% não sabem responder.

A pesquisa foi realizada nos dias 12 e 13 de dezembro, informa o jornal Folha de S.Paulo. 70% dos entrevistados disseram acreditar que a jornada de trabalho deal teria de ser de cinco dias, 17% falam em seis e 7% mencionam quatro. A jornada diária máxima de até oito horas é apontada como ideal por 82% e apenas 7% sugerem de oito a 12 horas.

Foram ouvidas 2.002 pessoas com 16 anos ou mais em 113 municípios de todo o país. Para o total da amostra, a margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou menos, e o nível de confiança é de 95%.

Em levantamento feito nas redes sociais, 67% das publicações são pelo fim da escala 6×1

Um estudo da Nexus revelou que, nas redes sociais, 67% das publicações sobre a proposta de emenda à constituição (PEC) do 6×1 são favoráveis, enquanto apenas 7% são contrárias, com 26% neutras. A pesquisa analisou 30 mil postagens entre 7 e 12 de novembro em plataformas como X, Facebook, Instagram, LinkedIn e TikTok, registrando um aumento significativo nas interações, que atingiram 14,9 milhões no dia 12/11, data de maior repercussão. O interesse pelo tema mobilizou usuários de diversas orientações políticas.

Fonte: Brasil 247

Israel ataca avião do Secretário-geral da OMS

Secretário-geral da OMS escapa de bombardeio de Israel ao aeroporto do Iêmen

O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom, escapou de um bombardeio de Israel ao aeroporto internacional de Sanaa, a capital do Iêmen, nesta quinta-feira (26).

O diretor estava no aeroporto voltando para Genebra, na Suíça, após uma missão no Iêmen quando um ataque israelense atingiu o aeroporto. Duas pessoas morreram, e outras 11 ficaram feridas no ataque, segundo o governo local.

O próprio Adhanom confirmou o caso e disse que o bombardeio ocorreu quando ele estava prestes a embarcar no avião, a poucos metros do saguão onde estava.

“Um dos tripulantes do nosso avião ficou ferido. Pelo menos duas pessoas foram mortas no aeroporto. A torre de controle de tráfego aéreo, a sala de embarque — a poucos metros de onde estávamos — e a pista foram danificadas”, disse Adhanom.

Tedros Adhanom, diretor-geral da OMS, em visita ao Brasil, em novembro de 2024. — Foto: Reprodução

O secretário-geral da OMS disse que ele e sua delegação não ficaram feridos e passam bem.

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, afirmou que o ataque foi direcionado a alvos Houthis que estavam no aeroporto. Israel também atacou portos da capital iemenita e uma estação de energia da cidade.

Além de enviar mísseis, os Houthis também fizeram uma onda de ataques a embarcações internacionais no Mar Vermelho em retaliação ao holocausto promovido por Israel contra o povo palestino. à guerra. Os ataques chegaram a interromper rotas de navegação internacionais, forçando as empresas a redirecionar para viagens mais longas e caras, o que por sua vez alimentou temores sobre a inflação global.

Redação com G1

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