São Paulo registra 18ª morte por causa das chuvas

Idoso ficou preso no carro em local alagado na zona leste da capital

O estado de São Paulo registrou na noite deste sábado (1º) a 18ª morte em consequência das chuvas desde o início do verão. De acordo com a Defesa Civil, um idoso morreu após ficar preso dentro de um veículo em um alagamento ocorrido na Rua Prece, na Vila Prudente, na zona leste da capital. O homem chegou a ser socorrido pelo Corpo de Bombeiros, mas não resistiu. 

Além da capital, vários municípios paulistas foram afetados pelas fortes chuvas que atingiram a região neste fim de semana. Segundo a Defesa Civil, com o alto volume de chuva registrado durante a noite, alertas severos foram enviados para os aparelhos celulares dos moradores das cidades de Santos e Guarujá. 

As cidades litorâneas de São Paulo são maioria entre as que mais receberam chuvas no estado entre as 18h25 de sábado e as 6h25 de hoje: Itanhaém (115 milímetros); Porto Feliz (72mm); Ribeirão Pires (71mm); São Paulo (71mm); Rio Grande Da Serra (59mm); Praia Grande (55mm); Santos (55mm); São Vicente (52mm); Santo André (51mm) e Guarujá (44mm).

Ontem, os municípios mais afetados foram os da Grande São Paulo, principalmente Cajamar, onde cerca de 100 residências foram atingidas pela inundação. Na manhã deste domingo, de acordo com a Defesa Civil, as águas já estavam baixando, e as famílias voltavam para casa a fim de iniciar o processo de limpeza.

Em Franco da Rocha, cerca de 2 mil pessoas foram afetadas pela chuva de ontem. Segundo a prefeitura, equipes estão atuando em vistorias e apoio aos moradores. De acordo com a Defesa Civil, em Caieiras, havia apenas um ponto de alagamento ativo, e a situação estava controlada. 

Em Guarulhos, a Defesa Civil Municipal informou que a maior parte dos alagamentos já baixou. Os pontos com água ainda são os bairros Jardim Anny e Jardim Jacy. 

A previsão do tempo no estado indica que, entre a tarde e a noite deste domingo, a atuação da Zona de Convergência do Atlântico Sul impulsionará novamente o aumento das áreas de instabilidade, espalhando chuva por todas as áreas. Segundo a meteorologia, o risco de chuva forte e volumosa é maior na faixa leste paulista e nas regiões de Campinas e Sorocaba.

EU ESTOU SORRINDO DEMAIS

Flávio Show – Funcionário dos Correios

Maceió, 02 de Fevereiro de 2025

A política no Brasil é composta de vários ingredientes, desde opiniões decentes, de estudos aprofundados em assuntos de interesse popular, de projetos de relevância nacional e muita, muita fofoca, muito “ouvi dizer” de uma fonte. Nesse contexto o Kassab fez uma previsão sobre o Lula, dizendo qúe se a eleição fosse hoje o Barba não seria eleito, só não conseguiu dizer quem ganharia, Kassab fez o que muitos politiqueiros fazem todos os dias, a famosa venda de apoio no balcão de negócios do Planalto Central, sobrou até para o Haddad. No final Lula riu e eu também.

Depois que uma pesquisa da Quaest mostrou que a aprovação do Lula caiu dentro da margem de erro, os urubus “jornaleiros” de plantão já foram colocando a faca no pescoço do Lula, mas quando o Governo divulgou os dados da economia, os carcarás sairam pela porta dos fundos sem dar um pio.
Os números trouxeram o menor nível de desemprego da história , 6.8%, ainda na mesma esteira a meta fiscal foi cumprida com uma diminuição de 81% do déficit em relação ao ano de 2023. Também em 2024 o Programa Minha Casa Minha Vida bateu um recorde com 700 mil novos contratos, um contraste em relação aquele outro Presidente, que no seu governo fechou 700 mil contratos nas funerárias brasileiras com lotes de 7 palmos de “fundura” para os brasileirinhos sem ar.
Os números do Lula são tão bons, que se a eleição fosse hoje a vitoria seria certa e ele com certeza iria sorrir e eu também.

Depois de longos 4 anos, Arthur Lira deixa a presidência da Câmara e no seu lugar assume o Deputado Hugo Mota. Arthur Lira, dentre todas as suas ações, a mais desastrosa foi ter ficado sentado em cima de 153 pedidos de impeachment do Bolsonaro, Arthur não só deixou de pautar os pedidos de impedimento, mas ainda apoiou abertamente a reeleição do, agora, inelegível. Pra onde o Arthur vai, não sabemos, pois pode, em um futuro próximo, compor o Governo Lula. Oi? É isso mesmo, visto que na política o adversário de ontem é o companheiro de hoje e de amanhã. É estranho, parece ser
impossível, mas não é, basta lembrar quem é o vice do Lula. Pelo sim e pelo não, a única certeza que eu tenho é que 2026 já chegou e Lula vai ter que sorrir para todos, para que o povo continue sorrindo e eu também.

Pra finalizar; o TRE de São Paulo cassou o mandato da Deputada Carla Zambelli por abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação ao espalhar notícias falsas sobre o processo eleitoral de 2022. O melhor dessa história é que a “espanhola” poderá levar junto ao final do processo mais “patriotas” do PL, sao eles: Paulo Bilynskyj, aquele que matou a namorada, Tiririca, o parlamentar palhaço e sem graça que votou a favor do impeachment da Dilma e pode até sobrar para o Luiz Phillipe de Orleans e Bragança, o príncipe sem Reino e sem coroa.
Pode sorrir, pois eu também vou sorrir e muito.
A Joice Hasselman tinha razão, “A Zambelli é burra”

Reflexões* Flávio Show 2025 , ano 05 – Edição 216

Em ação terrorista, Israel explode dezenas de casas na cidade de Jenin, na Cisjordânia

O exército israelita fez explodir cerca de 20 edifícios no campo de refugiados de Jenin, na Cisjordânia ocupada, noticiaram os meios de comunicação social locais no domingo.

Os ataques ocorreram numa altura em que Israel prolongou as suas operações militares no campo de refugiados urbanos para a segunda semana.

Quando Israel foi criado em 1948, milhares de palestinianos que aí viviam foram obrigados a abandonar as suas casas. Alguns deles instalaram-se num campo de refugiados em Jenin, onde as suas famílias ainda hoje vivem.

Após o início do cessar-fogo em Gaza, os militares israelitas iniciaram a operação, afirmando que iam atrás dos grupos militantes apoiados pelo Irão, incluindo o Hamas e a Jihad Islâmica.

No sábado, cinco palestinianos foram mortos por ataques aéreos israelitas, informou o Ministério da Saúde palestiniano.

Até sábado, as autoridades palestinianas afirmaram que pelo menos 18 palestinianos, incluindo uma menina de dois anos, tinham sido mortos no campo de refugiados.

Israel invadiu a Cisjordânia em 1967 e ocupou-a desde então.

Foram aí construídos muitos colonatos judeus e, ao abrigo do direito internacional, a ocupação é considerada ilegal.

Fonte: MSN

Relator da ONU acusa Israel de cometer genocídio em Gaza

O relator especial da ONU sobre o direito à moradia, Balakrishnan Rajagopal, advertiu que os palestinos em Gaza enfrentam hoje enormes desafios depois da destruição causada por Israel, a quem acusou de cometer genocídio.

Em uma declaração emitida aqui, ele criticou o governo de Benjamin Netanyahu por deixar para trás a maior devastação “que já vimos desde a Segunda Guerra Mundial” (1939-1945).

A destruição do enclave costeiro não tem precedentes em seu escopo, brutalidade e enorme impacto sobre a população, disse ele.

De acordo com Rajagopal, o exército destruiu 80% das casas no território desde o início de sua campanha de guerra em outubro de 2023.

A prioridade agora é fornecer assistência humanitária para que as pessoas possam viver, disse ele.

O relator também pediu o início do processo de reconstrução em Gaza, que, de acordo com várias fontes, pode levar anos e custar bilhões de dólares.

“O que aconteceu em Gaza é um verdadeiro genocídio porque cria condições que tornam a vida impossível e tornam Gaza inabitável”, disse ele.

Ele alertou que o atual cessar-fogo entre o Hamas e Israel “não significa que o genocídio tenha parado”.

O genocídio continuará enquanto Gaza for inabitável para sua população e enquanto existirem condições que possam levar à eliminação total ou parcial do povo palestino, disse ele.

Fonte: Prensa Latina

ONU aponta conivência da polícia com o crime no Brasil

Relatório revela impunidade crônica, violência estatal e conluio de interesses privados

A denúncia feita pela relatora especial da ONU sobre Defensores de Direitos Humanos, Mary Lawlor, ecoa como um lembrete amargo da realidade crônica do Brasil: um país onde a desigualdade e a violência caminham lado a lado, sustentadas por um Estado historicamente incapaz de proteger os mais vulneráveis. O informe, apresentado nesta sexta-feira (31) e enviado a governos do mundo inteiro, expõe uma rede intrincada de impunidade e conivência policial que não apenas permite, mas frequentemente incentiva ataques brutais contra defensores de direitos humanos.

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“O Brasil é um país no qual os seis homens mais ricos possuem a mesma riqueza que os 50% mais pobres da população; e milhares de pessoas, principalmente jovens, negros e homens da classe trabalhadora, são mortos pela polícia todos os anos”, introduz Lawlor em seu relatório, contextualizando o problema dentro de um quadro de desigualdade estrutural e racismo institucional. A análise, fruto de uma visita ao Brasil em abril de 2024, será discutida publicamente no Conselho de Direitos Humanos da ONU em fevereiro, quando o governo brasileiro terá a chance de responder formalmente às acusações.

Conivência estatal e violência organizada

Entre 2019 e 2022, 169 defensores de direitos humanos foram assassinados no Brasil, segundo dados das organizações Terra de Direitos e Justiça Global. Para Lawlor, os números representam mais do que estatísticas: são o reflexo de uma estrutura estatal onde as forças de segurança, ao invés de protegerem os cidadãos, frequentemente se tornam agentes de opressão. “O que marca muitos dos ataques contra defensores de direitos humanos no Brasil é o fato de que […] a sociedade em geral, e muitas vezes as autoridades, conhecem a identidade dos agressores”, destacou.

No entanto, como aponta o relatório, a falha sistemática na investigação e punição dos crimes alimenta a impunidade. Casos conhecidos frequentemente não ultrapassam a fase investigativa devido a interesses políticos e econômicos que bloqueiam qualquer tentativa de justiça. Esse fenômeno não é novo: como Lawlor argumenta, ele remonta ao período colonial, cujas marcas ainda hoje moldam a distribuição desigual de terras, a exclusão social e o racismo estrutural.

O papel do Movimento Invasão Zero e o legado do bolsonarismo

Uma das denúncias centrais do relatório é o destaque ao Movimento Invasão Zero, criado em 2023 na Bahia e liderado por Luiz Uaquim. Embora o grupo alegue defender os direitos de propriedade, Lawlor argumenta que suas ações vão além disso, configurando-se como uma milícia violenta com apoio político explícito e vínculos com forças policiais. A entidade teria protagonizado ataques contra indígenas, quilombolas e outros defensores de comunidades tradicionais, em um cenário agravado pela liberalização do porte de armas promovida durante o governo de Jair Bolsonaro.

A relatora também aponta para o papel da Frente Parlamentar Invasão Zero, liderada pelo deputado federal Luciano Zucco, que coordenou um inquérito parlamentar contra o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). Para Lawlor, a perseguição ao MST reflete a continuidade de uma agenda anti-direitos enraizada nos anos de Bolsonaro, mas cujas raízes históricas ultrapassam qualquer ciclo político recente. “A forma como os negócios são feitos no Brasil, impulsionados em grande parte pelo capital estrangeiro, contribui para a insegurança e para as violações dos direitos humanos de forma mais ampla”, explica.

Um histórico de violência: do colonialismo à modernidade

O informe da ONU conecta a atual violência contra ativistas a um legado histórico de opressão. Desde a escravidão até a ditadura militar (1964-1985), a exclusão social e a violência de Estado sempre foram instrumentos de manutenção do poder. Esse histórico, segundo Lawlor, moldou o ambiente atual, em que aqueles que lutam por reformas progressivas—seja em questões de terra, direitos indígenas ou igualdade de gênero—são vistos como inimigos a serem eliminados.

O ponto central da crítica é a incapacidade do Brasil de romper com essa tradição de repressão e criar estruturas permanentes de proteção para defensores de direitos humanos. “Os sucessivos governos não conseguiram criar as estruturas necessárias para proteger adequadamente os defensores e combater as causas fundamentais dos riscos que eles enfrentam”, afirma a relatora. Ela reconhece, contudo, que o governo Lula tem buscado reverter parte dos danos, mas enfrenta barreiras profundas, muitas delas estruturais.

Recomendações e o desafio da reconstrução democrática

Entre as recomendações, Lawlor sugere que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva declare publicamente a proteção dos defensores de direitos humanos como uma prioridade nacional e articule os estados para cooperarem nessa missão. Ela também propõe o fortalecimento dos órgãos estaduais de proteção aos direitos humanos, com financiamento adequado para garantir sua efetividade.

O desafio não é apenas político, mas profundamente social e cultural. Como observou a socióloga brasileira Florestan Fernandes, “o Brasil moderno nunca foi verdadeiramente capaz de romper com as estruturas de dominação herdadas de seu passado colonial”. As causas fundamentais da violência—racismo, concentração fundiária, desigualdade econômica—permanecem como pilares de um sistema que favorece a manutenção do status quo.

Um caminho possível

Embora o relatório pinte um quadro sombrio, a relatora vê uma oportunidade única no atual governo para iniciar mudanças significativas. A retomada das políticas de proteção a defensores de direitos humanos, a reversão da agenda armamentista e o compromisso com a reforma agrária progressiva podem ser passos importantes para enfrentar a crise.

Como afirma a própria Mary Lawlor: “O atual governo está tentando, embora enfrente obstáculos significativos. Entretanto, esses obstáculos só serão superados se o apoio aos defensores dos direitos humanos se tornar uma prioridade absoluta.”

Agora, a questão central é se o Brasil estará à altura desse desafio histórico. Afinal, como demonstra o passado, o preço da inércia é alto: mais vidas perdidas, mais direitos violados e um país cada vez mais distante dos ideais democráticos que diz defender.

Fonte: Semana ON

PRFs condenados pela morte de Genivaldo têm pena aumentada pela Justiça

A Justiça Federal em Sergipe aumentou a pena dos ex-policiais rodoviários federais Kléber Nascimento Freitas e William de Barros Noia, condenados pela morte de Genivaldo de Jesus Santos. A decisão atende a um pedido do Ministério Público Federal (MPF), que apontou erro no cálculo da pena.

Com a alteração, a nova sentença para Kléber e William é de 23 anos, oito meses e 14 dias de prisão em regime fechado. A condenação anterior era de 23 anos, um mês e nove dias.

Eles foram sentenciados no dia 7 de dezembro de 2024 por tortura seguida de morte. O terceiro envolvido, Paulo Rodolpho, teve sua pena mantida em 28 anos de reclusão por homicídio triplamente qualificado. De acordo com a Justiça, Paulo chegou ao local após o início da abordagem, lançou a bomba de gás e segurou a porta da viatura.

O caso aconteceu em 25 de maio de 2022, no município de Umbaúba (SE). Na ocasião, Genivaldo, homem negro de 38 anos, foi abordado por policiais rodoviários federais. Imagens gravadas por testemunhas mostram que ele levantou os braços em obediência à polícia, mas, mesmo assim, foi agredido e trancado no porta-malas de uma viatura.

Dentro do veículo, os agentes lançaram uma granada de gás lacrimogêneo, provocando uma densa fumaça branca que o levou à asfixia. A vítima chegou a ser levada desacordada ao hospital, mas não resistiu. O Instituto Médico Legal (IML) apontou insuficiência aguda secundária à asfixia como a causa da morte.

O julgamento do caso incluiu o depoimento de 30 testemunhas, entre familiares da vítima, peritos e especialistas. A Justiça considerou que o crime foi agravado pelo motivo fútil, asfixia e impossibilidade de defesa da vítima. Na sentença, a Justiça destacou a brutalidade do crime:

“As circunstâncias do crime são muito graves e extrapolam a normalidade. A tortura foi praticada à luz do dia, em via pública, e na presença de várias pessoas que se acumularam ao redor da ocorrência, filmando e verbalizando alertas de cuidado aos agentes, sendo seguida de um conjunto de atos fortes, culminando com o uso da granada e o resultado morte. E mesmo com tudo o que aconteceu, a multa de trânsito foi lavrada e enviada aos familiares de Genivaldo”.

Diante da gravidade do caso, em agosto de 2023, o então ministro da Justiça, Flávio Dino, assinou a demissão dos três agentes envolvidos na morte de Genivaldo. Além disso, outros dois policiais foram suspensos.

Fonte: DCM

Alunos cobram reformas estruturais no prédio da Uneal em Maceió

Os alunos do Campus VI da Universidade Estadual de Alagoas, que funciona na Rua Pedro Américo, no bairro do Poço, estão preocupados com as péssimas instalações físicas do prédio. Para os alunos, a situação é alarmante, já que a infraestrutura do Campus VI, não oferece as condições mínimas para seu pleno funcionamento.

Segundo os alunos, o principalmente problema é a parte elétrica, onde a energia costuma cair e deixar todo mundo no escuro. No dia 29 de outubro ocorreu um curto-circuito, que além de interromper as aulas, causou danos materiais consideráveis, comprometendo equipamentos indispensáveis ao cotidiano acadêmico, como computadores, ar-condicionado e carregadores. Ainda segundo os estudantes, esse descaso está insustentável coloca em risco a vida dos alunos, servidores e docentes do campus.

Apesar de uma vistoria realizada no final do ano passado por equipes de engenharia da Uneal e da Seduc, a estrutura elétrica continua com problemas. O transformador foi comprado, mas não pode ser instalado porque a rede elétrica tem que ser trocada.

Os estudantes estão se mobilizando e depois de muita pressão do Diretório Central dos Estudantes e dos Centros Acadêmicos, uma reunião com a reitoria está agendada para o dia 03/02, onde se buscará uma solução.

O curto-circuito ocorrido no dia 29 de outubro, além de interromper as aulas, causou danos materiais consideráveis, comprometendo equipamentos indispensáveis ao cotidiano acadêmico, como computadores, ar-condicionado e carregadores. Esse descaso está insustentável, a precariedade vivenciada na instituição põe em risco a vida dos alunos, servidores e docentes do campus.

Tarcísio recebe prêmio nos EUA por privatizar a água do Estado de SP

Capacho do imperialismo, ele ganhou um troféu na categoria ‘Equity Follow-on of the Year’, durante a realização do ‘Deals of the Year Awars’, prêmio anual oferecido pela revista ultraconservadora ‘LatinFinance’, especializada no mercado financeiro da América Latina e do Caribe.

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), recebeu nesta quinta-feira um prêmio pela privatização da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), nos Estados Unidos. 

Tarcísio ganhou um troféu na categoria ‘Equity Follow-on of the Year’, durante a realização do ‘Deals of the Year Awars’, prêmio anual oferecido pela revista ultraconservadora ‘LatinFinance’, especializada no mercado financeiro da América Latina e do Caribe, atrelados à Wall Street.

A privatização da companhia foi finalizada em junho do ano passado, na chamada oferta subsequente de ações, quando uma empresa que já está listada na Bolsa de Valores oferta novas ações. A concessão à iniciativa privada, no entanto, foi alvo de severos protestos dos trabalhadores.

Defasado

Estudo do Sindicato dos Trabalhadores em Água, Esgoto e Meio Ambiente do Estado de São Paulo (Sintaema), à época, mostrou que o governo Tarcísio vendeu as ações da empresa por um valor 44% abaixo do patrimônio real da companhia. O sindicato afirmou que a Sabesp tinha, naquela época, um fluxo de caixa de R$ 90,5 bilhões.

O valor foi arrematado pela Equatorial, do Banco Opportunity, de propriedade do banqueiro Daniel Dantas; em parceria com a gestora internacional de capitais Blackrock, únicos a assegurar uma proposta, no leilão. Em nota divulgada no site do governo do Estado, Tarcísio afirmou ser uma “honra” receber a premiação e classificou o processo de privatização como “bem-sucedido”.

Enquanto Tarcísio é agraciado pela entrega do patrimônio público, o povo sofre com os péssimos serviços e os aumentos abusivos, fruto da privatização.

Redação com MSN

Milei quer construir muro na fronteira para evitar fuga de argentinos para o Brasil

O presidente argentino quer implementar uma medida parecida com o que o governo americano pretende construir na fronteira com o México. Diante da miséria imposta ao povo argentino, o mais provável é que Milei queira evitar a fuga de milhares de hermanos para o Brasil.

Capacho do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, o ultradireitista argentino Javier Milei quer reforçar os controles na fronteira com o Brasil. O  presidente do país sul-americano e sua equipe deram a informação após anunciar a construção de um muro na fronteira com a Bolívia, parecido com o que o governo norte-americano construiu na fronteira com o México.

A ministra da Segurança da Argentina, Patricia Bullrich, comentou sobre a medida. “Além da Bolívia, planejamos expandir (essa política) para outros pontos de fronteira. Agora, vamos para a fronteira em Misiones com o Brasil, que é uma fronteira onde se entra no país a pé em muitos lugares, e onde tivemos assassinos e problemas”, declarou a ministra à rádio argentina Mitre.

Autoridades de uma cidade da província de Salta, no norte da Argentina, anunciaram no último dia 24 que lançariam uma licitação para a construção de um alambrado de 200 metros de extensão na fronteira com a Bolívia, em parceria com o governo Milei. O objetivo é combater travessias ilegais de pessoas e o contrabando.

As cidades que estão no foco das ações ficam a cerca de 1.600 km de Buenos Aires.
O interventor da cidade de Águas Blancas, Adrián Zigaran, também confirmou a proposta. “Foi solicitada a construção de uma cerca linear […] para evitar que as pessoas cheguem à cidade sem passar pela migração”, disse.

Fonte: Brasil 247

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